Menor investigado por estupro coletivo será apresentado à Justiça na terça-feira
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Bom dia. Oi, Débora. Bom dia para você e para todo mundo. Um caso que teve bastante repercussão nesses últimos dias. E o jovem de 17 anos acusado de atrair essa estudante de também 17 para o apartamento onde aconteceu esse estupro coletivo em Copacabana vai ser apresentado à justiça na próxima terça-feira. A audiência está marcada na vara da infância e da juventude. Esse tipo de audiência, Débora, serve justamente para que o juiz analise como foi feita essa apreensão dele,
Recute o adolescente e decida se ele continua ou não internado no sistema socioeducativo. Também pode ser definido para qual unidade ele vai ser encaminhado enquanto esse processo segue em andamento. No momento, o jovem está sob responsabilidade do DGASE, que é o Departamento Geral de Ações Socioeducativas. Depois de se entregar à polícia na tarde de sexta na delegacia de Belfort Roche, ele passou pelos procedimentos iniciais de triagem. Até então, ele era considerado foragido.
dessa apresentação dele à polícia, a justiça já tinha determinado a internação provisória e autorizado mandados de busca e apreensão em endereços ligados a esse adolescente. Um ponto que chama a atenção nesse caso, Débora, é a mudança de posição do Ministério Público, porque num primeiro momento os promotores tinham se manifestado contra a internação do jovem, mas esse entendimento mudou depois que surgiu uma nova denúncia contra ele.
Teria sofrido um crime semelhante 3 anos atrás, quando tinha 14 anos Segundo o Ministério Público, esse depoimento apresenta características muito parecidas com esse episódio investigado em Copacabana Que aconteceu no dia 31 de janeiro A partir dessa nova informação, os promotores passaram a considerar a possibilidade de um padrão de comportamento E por isso pediram a internação do adolescente
acusados de participação nesse crime contra essa adolescente de 17 anos que foi brutalmente violentada dentro desse apartamento. É o Vitor Hugo Simonin, o Bruno Felipe Alegretti, o Matheus Veríssimo e o João Gabriel Bertô. Todos eles se entregaram à polícia ao longo da semana, passaram por audiência de custódia e tiveram a prisão preventiva mantida pela justiça, ou seja, continuam presos enquanto o processo segue e segue em andamento e a gente vai seguir acompanhando também. Débora.
E aí