Família de brasileiro morto por policiais nos EUA nega que ele estivesse armado
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- Morte Acidental e DesastresCircunstâncias do disparo · Versão da família vs. polícia · Legítima defesa alegada · Investigação e Delação
- Chamadas e comunicações presidenciaisMotivo da chamada · Resposta das profissionais de saúde · Chamada da polícia · Protocolo de resposta
- Crise InstitucionalInvestigação do departamento de Georgia · Procedimento padrão · Posicionamento do departamento de polícia · Ação do consulado brasileiro
- Segurança OperacionalSofrimento mental · Recusa de tratamento médico · Preferência por práticas holísticas · Contexto da chamada de assistência
- Discriminacao e IntoleranciaAparência de estrangeiro · Potencial discriminação · Suspeita da família sobre motivos
E, Petra, boa tarde para você e para os ouvintes. A família do brasileiro Gustavo Guimarães, morto por policiais no estado da Geórgia, nos Estados Unidos, na última terça-feira, nega que a vítima estava armada e afirma que os agentes de segurança o executaram em vez de socorrê-lo. Gustavo tinha um histórico de sofrimento mental. Entretanto, por ser adepto de tratamentos holísticos, se recusava a procurar um médico. No dia da morte, a mãe dele, uma professora que não quis se identificar,
por medo de represálias, chamou o Serviço de Assistência Social da cidade para tentar convencê-lo a aceitar atendimento médico. Os dois estavam no estacionamento de um supermercado dentro do carro dela. Em entrevista à CBN, a mãe disse que as duas conselheiras demonstraram medo de Gustavo, que segundo ela estava calmo, mas tinha aparência de estrangeiro. Uma das profissionais chamou a polícia, enquanto a outra convenceu a professora a entrar em uma ambulância.
atendimento dos paramédicos, os policiais atiraram quatro vezes no filho dela. A mulher acredita que os agentes se assustaram porque Gustavo, ao concordar em acompanhá-los para outra ambulância, pegou uma mochila da qual ele não se separava.
A professora contou ainda que 10 viaturas policiais foram destacadas para atender a ocorrência que inicialmente seria apenas de saúde. Ela acredita que o filho foi vítima de xenofobia.
Os parentes atiraram em legítima defesa, alegando que o Gustavo estava armado. Segundo a imprensa local, o procedimento é padrão, mas vai ser investigado pelo Departamento de Investigação da Geórgia. Gustavo Guimarães tinha 34 anos e era natural de Belo Horizonte. Ele vivia com os parentes há cerca de 20 anos nos Estados Unidos e já tinha cidadania norte-americana. Em nota, o consulado-geral do Brasil, em Atlanta, informou que tem ciência do caso e está em contato com a família do Brasil.
Petra.