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Justiça condena três homens pela morte de advogado executado no Centro do Rio

07 de março de 20262min
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Leandro Machado da Silva, Cezar Daniel Mondego de Souza e Eduardo Sobreira de Moraes foram condenados em júri popular a 30 anos de prisão cada por homicídio triplamente qualificado e concurso de pessoas. O crime teve agravantes como emboscada, recurso que dificultou a defesa da vítima, motivo torpe e uso de arma de fogo de uso restrito.

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Assuntos7
  • Poder JudiciárioHomicídio triplamente qualificado · Concurso de pessoas · Sentença de 30 anos · Júri popular
  • Morte de Personalidades NotáveisRodrigo Marinho Crespo · Execução no centro do Rio · Fevereiro de 2024 · Vítima
  • Segurança OperacionalEmboscada · Recurso que dificultou defesa · Motivo torpe · Uso de arma de fogo restrita
  • Narrativa e EstruturaProvidência de carros · Monitoramento de Rebanho · Direção do veículo · Divisão de tarefas
  • Investigacao Forense e ProvasMonitoramento desde outubro de 2023 · Anotações de placas de veículos · Celular como evidência
  • Motivação e Bem-estar PessoalMercado de apostas · Casa de bets · Bota Fogo · Conflito comercial
  • Consequências para condenado policialPerda de cargo · Policial militar · Impacto profissional
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diretamente do Rio de Janeiro com a Laís Vieira. Bom dia, Laís. Oi, Marcela. Bom dia pra você. Bom dia a todos. A Justiça do Rio condenou ontem três homens pela morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo, executado em fevereiro de 2024 aqui no centro da cidade do Rio de Janeiro. Leandro Machado da Silva, César Daniel Mondengo de Souza e Eduardo Sobreira de Moraes foram condenados em júri popular a 30 anos de prisão por homicídio

O crime teve agravantes como emboscada, recurso que dificultou a defesa da vítima, motivo torpe e uso de arma de fogo de uso restrito. Durante o julgamento também foi decretada a perda do cargo de policial militar de Leandro Machado. Segundo as investigações, Leandro teria providenciado os carros usados no crime. César era responsável por monitorar a rotina da vítima.

E Eduardo dirigia o carro enquanto acompanhava os passos do advogado antes da morte. A polícia aponta que o grupo já monitorava Crespo desde outubro de 2023. Anotações com placas de veículos usados por ele foram encontradas no celular de um dos investigados. De acordo com o Ministério Público, os três integrariam uma organização criminosa que funcionava, que acontecia em Duque de Caxias,

ligada ao bicheiro Adilson Coutinho. Para a acusação, a motivação do crime seria a tentativa do advogado de entrar no mercado de apostas e abrir uma casa de Betts em Botafogo. As defesas dos condenados informaram que vão recorrer da decisão. Marcela.

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