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Nove pessoas são presas em operação que investiga corrupção na Polícia Civil de SP

05 de março de 20262min
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Uma operação da Polícia Federal e do Ministério Público iniciada nesta quinta-feira (5) aponta um esquema de corrupção que movimentou R$ 80 milhões em propinas, bens de luxo e transações feitas por empresas de fachada dentro departamentos estratégicos da Polícia Civil de São Paulo. Até o momento, nove pessoas foram presas e dois mandados de prisão ainda não foram cumpridos.

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Assuntos5
  • Operação Gaeco contra corrupção policialEsquema de propinas · Movimentação de R$ 80 milhões · Bens de luxo · Empresas de fachada · Prisões · Mandados em aberto
  • Delegado envolvido em tratativas ilícitasFacilitação de ilícitos · Conversas com líderes criminosos · Monetização do cargo · Principal articulador
  • Manipulacao de ProvasDestruição de evidências · Troca de discos rígidos · Manipulação de processos · Acesso a departamentos estratégicos
  • Operadores financeiros e doleiros da redeMovimentação de dinheiro vivo · Cheques · Operações por empresas de fachada · Doleiro investigado em Lava Jato
  • Gabinete Crise GovernamentalPosicionamento oficial · Compromisso com conduta · Distanciamento de irregularidades
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Débora, a Karen Lemos está de volta aqui no Ponto Final com outros detalhes sobre a operação contra o esquema de corrupção policial na Polícia Civil de São Paulo. Oi, Karen. Oi, Carol. A gente volta a falar então dessa operação que envolveu propina, bens de luxo, transações feitas por empresas de fachada dentro de departamentos estratégicos da Polícia Civil aqui de São Paulo. Até agora, nove pessoas foram presas na operação e tem dois mandados de prisão em aberto que ainda não foram cumpridos a informação que a gente tem de última hora.

A investigação identificou uma rede, tanto de policiais como doleiros, advogados e operadores, que manipulavam investigações e também destruíam provas. Entre os laranjas do grupo, vou citar aqui o Daíra Alves da Severa Filho, ele movimentou 12 milhões de reais em dinheiro vivo e cheques. A justiça decretou medidas cautelares contra ele.

de fachada. Ele também é suspeito de substituir discos rígidos apreendidos no DEIC para eliminar provas de investigação. Os operadores também financeiros do grupo, né? Entre os operadores está o doleiro Leonardo Meirelles, que já é conhecido porque ele foi investigado na operação Lava Jato. Até o momento ele não foi encontrado. É um dos mandados de prisão que não foram cumpridos. E também preso na operação de hoje, o delegado João Eduardo da Silva, que

atualmente no 35º Distrito Policial, mas ele era do 16º, que é um dos DPs mais citados no inquérito da Polícia Federal dentro desse esquema. Esse delegado preso hoje aparece como o principal nome que facilitava essas tratativas ilícitas. A denúncia cita também conversas com líderes de organizações criminosas para pedir uma espécie de consultoria de como ganhar dinheiro fora do serviço da polícia.

A Secretaria da Segurança Pública afirmou que a Polícia Civil não compactua com desvios de conduta. Carol. Obrigada, Karen.

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