PF apreende três carros de luxo em operação que investiga corrupção na Polícia Civil de SP
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- Segurança OperacionalApreensão de veículos de luxo · Esquema de proteção a organizações criminosas · Lavagem de Dinheiro · Eliminação de provas · Pagamento de propinas · Extorsão de inquéritos · Prisões e mandados cumpridos
- Operacoes e RecursosNúmero de presos · Mandados de busca · Mandados de prisão · Intimações · Bens apreendidos
- Prisão da doleira Mery PozaConexão com Operação Lava Jato · Operadora de lavagem de dinheiro · Prisão na operação
- Atuação de Lucia na políticaDepartamento Estadual de Investigações Criminais · Pagamentos de propina · Campo de Marte · Serviço aeronáutico
- Tecnologia Seguranca PublicaRepúdio aos desvios de conduta · Medidas legais e disciplinares · Comprometimento institucional
Temos agora a informação de São Paulo com o repórter Pedro Fagundes, que acompanha aquela operação contra policiais civis. Pedro? Bom dia, Cássia. Bom dia também aos ouvintes. Três carros de luxo, um Jaguar, um Porsche e uma BMW, avialiadas em pelo menos um milhão e meio de reais, foram apreendidos pela Polícia Federal na operação que investiga um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro dentro da Polícia Civil de São Paulo.
realizada nesta manhã pelo Ministério Público e pela Polícia Federal. Segundo a assessoria da PF, ainda não há um balanço oficial de todos os itens apreendidos. A investigação aponta um esquema estruturado de proteção a organizações criminosas dentro de departamentos estratégicos da Polícia Civil. O documento judicial que autorizou a operação descreve episódios de corrupção em diferentes unidades. No Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, o DPPC,
Os investigadores afirmam que suspeitos tiveram acesso às dependências da delegacia para substituir um disco rígido, apreendido por outros sem informações incriminatórias, numa tentativa de eliminação de provas. Já no Departamento Estadual de Investigações Criminais, o DEIC, há relatos de pagamentos de propina realizados dentro do hangar do Serviço Aeronáutico da Polícia Civil, no campo de Marte, na zona norte da capital.
16º Distrito Policial, na Vila Clementino, onde, segundo o Ministério Público, policiais teriam exigido 5 milhões de reais para não dar continuidade a um inquérito. Entre os presos na operação está a doleira Meire Posa, que já havia sido investigada na Operação Lava Jato e apontada como uma das operadoras financeiras. Até agora são 9 presos, 17 mandados de busca e apreensão cumpridos, 11 mandados de prisão e andamento e 6 de intimação.
ligados aos investigados e a empresas de fachada usadas pelo grupo. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública afirmou que a Polícia Civil não compactua com os desvios de conduta de seus integrantes e que vai adotar todas as medidas legais e disciplinares caso as irregularidades sejam confirmadas. Volto com você, Cássia. Muito obrigada. Esse foi o Pedro Fagundes.