Câmara aprova projeto de lei que altera regras de fiscalização das contas partidárias
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Milton
Cássia
Rani Veloso
- Federações PartidáriasProjeto de Lei de Alteração de Regras · Câmara dos Deputados · Justiça Eleitoral · Hugo Mota · Multas Partidárias · Fundo Partidário · Mensagens em Massa para Eleitores · Combate à Desinformação · PT · PSD · PP · União Brasil · Novo · Missão · PSOL · Adriana Ventura · TSE · Chico Alencar · Lula · Princípio da Anualidade
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Conheça a trilha. Pensar fora da curva é o melhor caminho. Saiba mais sobre a trilha em trilhab3.com.br. A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que torna mais difícil julgar as contas suas, não, dos partidos políticos. A Rani Veloso conta essa história para nós. Bom dia, Rani.
É isso mesmo, viu, Milton? Bom dia a você, a Cássia, a todos que nos acompanham. A Câmara aprovou na noite de ontem a Toque de Caixa, o projeto de lei que altera as regras de fiscalização e abranda as punições sobre julgamento das contas dos partidos políticos, o que pode fragilizar esse atual sistema de julgamento.
O texto, que não estava na pauta e foi incluído na última hora pelo presidente da Câmara, Hugo Mota, estipula o fim de processos de prestação de contas caso a Justiça Eleitoral não realize o julgamento até três anos.
Pela proposta que segue agora para o Senado, as multas aplicadas aos partidos não poderão passar de R$ 30 mil para a penalidade, com a possibilidade de parcelamento em até 15 anos. Atualmente, se um partido tem as contas rejeitadas, ele é obrigado a devolver o montante irregular e pagar uma multa de 20% sobre esse valor. Agora vocês estão vendo.
vai ficar limitado a R$ 30 mil. A medida também proíbe o bloqueio de bens das legendas e a suspensão de repasses do fundo partidário, como sanção, nesse período de seis meses antes das eleições.
O projeto também libera o disparo de mensagens em massa para eleitores por meio de contas oficiais registradas pelos partidos. E as plataformas digitais não poderão bloquear esses números sem uma ordem judicial, o que vai na contramão dos esforços da Justiça Eleitoral no combate à desinformação.
Foi votada ali às pressas essa matéria e recebeu apoio de partidos como PT, PSD, PP, União Brasil, apenas partidos como Novo, Missão e PSOL orientaram voto contrário. Para a deputada Adriana Ventura do Novo, a proposta é uma afronta à moralidade e à responsabilidade fiscal.
Tem coisas aqui que são aberrações e aqui está fragilizando o TSE. E olha que eu tenho muitas críticas ao TSE, a burocracia do TSE. Tenho muitas críticas, mas o que a gente está fazendo aqui é blindando o partido político de irregularidade. É isso que a gente está fazendo aqui.
Bom, o deputado Chico Alencar do PSOL disse que a mudança contraria o interesse público. De intocabilidade dos fundos eleitoral e partidário milionários, de prorrogação no interesse do partido do pagamento de dívidas até 15 anos, de anistia permanente a partido que se funde com o outro.
um facilitário que só depõe contra os próprios partidos políticos. Bom, se as novas regras forem aprovadas pelos senadores e sancionadas pelo presidente Lula, elas entram em vigor imediatamente para as eleições deste ano, contrariando um outro princípio, que é o da anualidade. Regras que podem afetar as eleições, elas precisam e serem aprovadas.
até um ano antes do pleito. Milton? As informações foram da Rani Veloso. O futuro não começa com o carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis.
Não construímos carros pra poucos, criamos mobilidade para todos. BYD, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
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