Putin e Xi Jinping reafirmam a força das relações entre as duas potências
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Ana Carolina Peliz
- Mobilidade interna elétrica nos Estúdios GloboBioID · Baterias · Mobilidade para todos
O futuro não começa com o carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
Vamos até Paris, sede da Rádio França Internacional. Contato agora com Ana Carolina Peliz, que tem informações sobre o encontro entre China e Rússia. Ana Carolina Peliz, bom dia pra você.
Bom dia, o presidente chinês Xi Jinping e o líder russo Vladimir Putin reafirmaram nesta quarta-feira a força das relações entre as duas potências, apesar da turbulência internacional. Putin está na China para uma cúpula que marca o 30º aniversário de uma parceria estratégica entre as duas nações.
Ele foi recebido com salvas de canhões, cerimônia de boas-vindas, num aperto de mão caloroso de Xi Jinping no Grande Salão do Povo em Pequim. O presidente russo disse a jornalistas que seu país e a China pretendem manter suas políticas externas independentes e que os dois países desempenham um importante papel estabilizador no cenário mundial.
Segundo a agência oficial de notícias chinesa, Xi disse que junto com Putin trabalhavam continuamente a confiança política mútua e a coordenação estratégica com perseverança inabalável, que resistiu a inúmeras provas. Sobre a guerra do Oriente Médio, o líder chinês afirmou que uma retomada dos combates seria inoportuna, defendendo um fim rápido ao conflito.
A China depende do comércio internacional e das entregas de petróleo e gás do Golfo. Já para a Rússia, a crise representa uma oportunidade. Em suas declarações, Putin insistiu em sua posição de fornecedor confiável de recursos para Pequim. A cúpula também oferece a Putin a oportunidade de avançar com um projeto crucial para seu país, o gasoduto Força da Sibéria II.
Ele conectaria as maiores reservas de gás natural da Rússia, no norte da Sibéria, com a China e abriria uma saída para os hidrocarbonetos russos após as sanções europeias pela invasão da Ucrânia. Mas a concretização desse projeto está atrasada.
Xi recebe Putin em uma posição de força, assim como recebeu Trump. Afetado por quatro anos de guerra, Moscou precisa mais da China do que a China da Rússia. As relações econômicas entre os dois países se fortaleceram consideravelmente desde a invasão da Ucrânia. As importações russas representaram apenas cerca de 5% das importações da China em 2025.
segundo a alfândega chinesa. Em contrapartida, a China representou mais de um terço das importações da Rússia e mais de um quarto de suas exportações em 2025, de acordo com a agência de notícias estatal russa TASS. Eu volto com vocês aí no estúdio.
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