Caso Henry Borel: STJ nega pedido de Jairinho para anular provas; júri está mantido para 25 de maio
Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Cássia Sardenberg
Diogo Bugalho
- Caso Henry BorelJairinho · STJ · TJ do Rio de Janeiro · Provas · Julgamento · Monique Medeiros
- Dili EX5 EMISuper híbrido plug-in · Autonomia · Modo elétrico
- Trilha B3Impulsionar empresas · Decisões claras
Tem podcast que te inspira a conhecer lugares novos, a ir mais longe. É como o Dili EX5 EMI. Conheça o super híbrido plug-in com até 1.300 km de autonomia combinada, com conforto de primeira classe. E na cidade você roda no modo 100% elétrico. Com esse SUV, cada caminho leva você mais longe. Dili EX5 EMI. Sua grande jornada começa agora. Saiba mais em dilibrasil.com.br
No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas. E agora nós continuamos no Rio de Janeiro, mas com uma outra notícia, que é o caso Henri Borel. Tem novidade em relação a esse caso? O Diogo Bugatti está conosco. Boa tarde pra você, Diogo.
Boa tarde, Cássia Sardenberg. A quinta turma do Superior Tribunal de Justiça negou por unanimidade o pedido da defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos, o doutor Jairinho, para anular provas no caso Henrique Borel. Os ministros seguiram o voto do relator Missud Azulay Neto.
Os advogados de Jairinho alegavam que o legista responsável pelo laudo teria descartado anotações que registravam procedimentos e vestígios observados no local do crime e no corpo da vítima. Na segunda-feira, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro já havia negado outro pedido da defesa para adiar o julgamento.
Na decisão, o desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto rejeitou um pedido de urgência em habeas corpus apresentado pelos advogados do acusado. Dessa forma, fica mantido o julgamento, marcado para 25 de maio, próxima segunda-feira, no Tribunal do Jude, do Rio de Janeiro.
Ministério Público acusa Jairinho de ser o responsável pelas agressões que levaram à morte de Henri Borel, de 4 anos, em março de 2021. Monique Medeiros, a mãe do menino, responde por homicídio qualificado por omissão, sob acusação de não ter impedido as agressões contra o filho.
Muito obrigada, Diogo Bugalho. Os acusados desse crime, eles estão presos, né? Mas é impressionante que a gente ainda não tem uma decisão definitiva em relação à morte dessa criança que aconteceu lá em 2021. Conheça a Trilha, um negócio da B3. Impulsionamos sua empresa ao fazer perguntas certas para transformar complexidade em decisões claras, seguras e aplicáveis.
B3
TrilhaDili
EX5 EMI