Defesa entra com pedido de prisão domiciliar para Deolane Bezerra
Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Marcela Inadédia
Everton de Souza
Lincoln Gacchia
Paulo Sérgio de Oliveira
Pedro Fagundes
Rogério Nunes
- Pressão por prisão domiciliarDeolane Bezerra · PCC · Lavagem de dinheiro · Penitenciária Feminina de Santana · Tupi Paulista
- Lavagem de DinheiroMinistério Público · Polícia Civil · Primeiro Comando da Capital · Marcola · Alejandro Camacho · Transportadora em Presidente Wenceslau
- Tentativa de prisão de Deolane em RomaRoma · Itália · Interpol · Lincoln Gacchia
- Cultura do Crime e InfluênciaPaulo Sérgio de Oliveira · Crime organizado
- Bloqueio de bens e sequestroEverton de Souza · Player · Paloma Sanches Erbas Camacho · Leonardo Alexander Ribeiro Erbas Camacho · Madrid · Bolívia
- Ação contra cooperativa de transportePolícia Civil · Presidente Wenceslau · PCC
Pedro Fagundes continua acompanhando o caso da influenciadora, advogada Deolane Bezerra, que foi presa ontem por suspeita de envolvimento com lavagem de dinheiro para o PCC. A Deolane já foi transferida, né, Pedro, pra um presídio no interior de São Paulo. O que você nos conta? Bom dia.
Bom dia, Marcela. Bom dia aos ouvintes. Isso mesmo, o advogado de defesa da influenciadora Deolane Bezerra, Rogério Nunes, confirmou que a influenciadora já está em transferência para a penitenciária feminina de Tupi Paulista, no interior do estado, e também tem o pedido de prisão domiciliar em apreciação. Esse pedido foi feito alegando a necessidade de Deolane cuidar da filha mais nova, que tem 9 anos de idade.
A Secretaria de Segurança Pública afirmou que Deolani saiu de comboio da penitenciária feminina de Santana por volta das 5 horas da manhã pela saída dos fundos, a porta detrás. A viagem até Tope Paulista tem duração média de 7 horas e meia. São mais de 640 quilômetros daqui de São Paulo até a cidade no interior. A expectativa, portanto, é que Deolani chegue.
E seja transferida até o meio-dia e meia. Bem, ela foi presa preventivamente nesta quinta-feira no condomínio onde mora, um condomínio de luxo em Alphaville, na cidade de Barueri, Grande São Paulo, nessa grande operação do Ministério Público e também da Polícia Civil contra um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao primeiro comando da capital, o PCC. Segundo o Ministério Público...
No entanto, Deolane deveria ter sido presa nesta quarta-feira em Roma, na Itália. O promotor Lincoln Gacchia, do GAECO, viajou ao país com apoio da Interpol e também da polícia italiana, mas a influenciadora antecipou a volta ao Brasil e acabou presa em casa. Segundo o promotor Lincoln Gacchia, eles até tinham colocado o nome de Deolane na lista vermelha da Interpol, mas ela corria sob sigilo e por isso...
Eles não puderam prender ela quando ela estava voltando para o Brasil. Vamos ouvi-lo. Esses mandatos foram para difusão sigilosa, uma modalidade de difusão vermelha da Interpol, para que a gente possa cumprir esses mandatos apenas quando a operação for deflagrada. Imaginem se nós tivéssemos cumprido um mandato aqui na Itália, por exemplo, antes dela vir embora, eles já estavam com o mandato em mãos, a gente não conseguiria fazer o cumprimento dos mandatos no Brasil, como foi feito hoje, com êxito.
A investigação aponta que a influenciadora teria sido usada como caixa para limpar dinheiro de uma empresa de fachada da facção, controlada pelo chefe Marcola e o irmão dele, Alejandro Camacho. Trata-se de uma transportadora em Presidente Wenceslau, no interior paulista.
transportador, inclusive, que fica ao lado da penitenciária de presidente Wenceslau. Deolani e empresas em seu nome receberam quase 2 milhões de reais em transferências fracionadas para justamente despistar órgãos fiscais. Em entrevista coletiva, o procurador-geral da Justiça, Paulo Sérgio de Oliveira, afirmou que influenciadores digitais como Deolani passaram a ser usados com frequência por facções para esconder o dinheiro sujo.
Nós entendemos ao longo da investigação que a Deolane, até pelo poder econômico que ela adquiriu ao longo do tempo e pela sua influência, ela funciona como uma espécie de caixa do crime organizado. Então o crime organizado deposita esses valores nessa pessoa, figura pública, que esse dinheiro acaba se misturando com o dinheiro de outras atividades e quando precisa desses recursos, esses recursos retornam para o crime organizado.
A polícia ainda reitera que não havia registro de serviço prestado por Deolane à transportadora. Logo, esse dinheiro não faria sentido de ter chegado à conta dela. Ao todo, a justiça determinou o bloqueio de 357 milhões.
de reais, sendo 27 milhões em nome de Deolane Bezerra. Além de Deolane, também foi preso o operador financeiro Everton de Souza, conhecido como Player. Já os sobrinhos de Marcola, Paloma Sanches Erbas Camacho e Leonardo Alexander Ribeiro Erbas Camacho, estão foragidos no exterior. Paloma está em Madrid e Leonardo na Bolívia.
segundo a polícia civil. Ah, na verdade, esse caso remonta desde 2019. Naquela época, policiais penais fizeram uma revista numa cela na Penitenciária 2 de presidente Wenceslau, onde dois presos tentaram se desfazer de manuscritos jogando os papéis no esgoto.
Só que o material foi recuperado, seco e remontado. Aí, segundo a Polícia Civil, uma das cartas falava de planos do crime organizado, ataques a agentes públicos, fuzis e também citava a chamada mulher da transportadora. Essa transportadora que veio...
a ligar, a conectar a facção criminosa, o PCC, a justamente essa transportadora de presidente Wenceslau, que mais tarde celulares foram apreendidos e encontraram também o contato com a própria Deolane Bezerra e essa comprovação através de estratos financeiros, estratos bancários. A defesa de Deolane afirma que ainda está se inteirando dos fatos. Marcela Inadédia.
O futuro não começa com um carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.