Tenente-coronel diz que dependência financeira da mulher era principal entrave do divórcio
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- Dependência financeira e controleDébitos da vítima · Transferências mensais do suspeito · Pressão financeira para separação · Empréstimos e procedimentos estéticos · Sustento da filha
- FeminicidioMorte de Zélia Alves Santana · Tenente-coronel como principal suspeito · Circunstâncias do crime · Investigações Policiais · Acusação de feminicídio
- Resolução FinanceiraConversas sobre separação · Busca por promoção de cargo · Aumento salarial proposto · Negociações com colegas da PMA
- Fraudes FinanceirasManipulação de procedimentos legais · Acusação adicional contra o suspeito
Estamos a falar de São Paulo, acionando a Marcela Marcos, que tem outras informações sobre as investigações em torno do assassinato da policial militar Gisele. O principal suspeito é o companheiro dela, o Tenente Coronel. Marcela Marcos, sua informação. Milton, Tenente Coronel Geraldo Neto, réu preso pela morte da mulher a soldado Gisele Alves Santana, afirmou em interrogatório à Polícia Civil que a dependência financeira da mulher
O oficial da PM disse ainda que restava menos de R$ 1.000 por mês no orçamento de Gisele e que ele transferia cerca de R$ 2.000 mensais para a conta dela voluntariamente. No interrogatório, segundo o Portal G1, ele afirmou que, embora os dois já quisessem se separar, Gisele disse a ele em novembro,
que não tinha condições financeiras para se manter e para sustentar a filha dela, filha de outra relação. Geraldo também afirmou que, como alternativa, conversou com colegas da assessoria da PM no Tribunal de Justiça para viabilizar um cargo para soldado, pelo qual ela passaria a ganhar cerca de R$ 5 mil a mais por mês. A CBN já havia antecipado que a mudança de posto de trabalho tinha saído no diário oficial, tinha sido oficializada no dia 18 de fevereiro, data em que Gisele foi encontrada morta.
com um tiro na cabeça no Brás, na região central de São Paulo, no apartamento do casal. Geraldo, a gente lembra, está preso preventivamente no presídio militar Romão Gomes, na zona norte aqui da capital paulista, por feminicídio e fraude processual no caso. Milton. As informações foram da Marcela Marcos.