PRF que matou a tiros comandante da Guarda de Vitória respondia a processo disciplinar por importunação sexual
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- Violência contra a mulherMorte de comandante da Guarda · Circunstâncias do crime · Motivação relacionada a término de relacionamento · Vítima surpreendida dormindo · Cinco disparos na cabeça
- Gestao e AdministracaoInvestigação pela Corregedoria da PRF · Denúncia contra Diego · Acusação de incontinência pública · Conduta escancarada na repartição · Possível demissão
- Segurança OperacionalTentativa anterior de enforcamento · Comportamento possessivo e controlador · Violência não denunciada
- Informações e comunicaçãoIdade · Filha menor · Local onde morava
- Saúde Mental e SuicídioTirar própria vida após feminicídio · Local do suicídio
E agora nós temos notícia chegando sobre as investigações de um outro caso que também está sendo investigado, como o feminicídio. Esse aconteceu no Espírito Santo, causou grande repercussão. Quem está conosco e tem informação ao vivo agora é a Patrícia Valim. Bom dia para você, Patrícia. Bom dia, Cássia, Milton, ouvintes. O policial rodoviário federal, Diego Oliveira de Souza,
comandante da Guarda de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, e que cometeu suicídio em seguida, estava respondendo a um PAD, um processo administrativo disciplinar na corporação, por importunação sexual. O procedimento investigativo instaurado pela Corregedoria da PRF do Rio de Janeiro, em 2025, é resultado de uma denúncia por importunação sexual contra uma ex-agente.
Em nota, a PRF informou que esse processo administrativo foi instaurado assim que a corporação tomou conhecimento da denúncia. A investigação poderia resultar na demissão do servidor e já estava em fase final de conclusão. A expectativa era de que o PRF fosse demitido. Oficialmente, Diego era investigado pela suposta prática de incontinência pública e conduta escandalosa na repartição.
Segundo a Polícia Civil do Espírito Santo, Diego pode ter cometido o crime contra a namorada por não aceitar o fim do relacionamento. As investigações apontam que a guarda tentava romper com o PRF um homem considerado possessivo e extremamente controlador. Ainda de acordo com a polícia capixaba, Diego premeditou o crime. Ele usou uma escada para invadir a casa da vítima e usou a arma de serviço para cometer
o crime. Daisy foi surpreendida enquanto dormia e não teve a chance de se defender. A cena encontrada no quarto indica que ela ainda chegou a se levantar antes de ser atingida. Os celulares dos dois serão encaminhados para análise pericial para tentar descobrir mais da motivação do crime. Apesar da postura violenta do policial que, segundo o pai de Daisy, já havia tentado enforcar a guarda antes, ela nunca o denunciou ou relatou as agressões aos colegas de trabalho.
de uma da madrugada de segunda-feira, na casa onde morava com o pai e a filha de sete anos, em Vitória. Depois do crime, Diego foi até a cozinha da casa e tirou a própria vida. O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Mulher de Vitória.