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PRF usou arma de serviço para matar comandante da Guarda Municipal em Vitória, diz polícia

24 de março de 20262min
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Investigação aponta indícios de premeditação. Após o crime, agente tirou a própria vida dentro da casa da vítima.

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Assuntos6
  • Homicídio de comandante da Guarda MunicipalVítima Desde Barbosa · Local do crime · Circunstâncias do crime · Arma utilizada · Período do crime
  • Saúde Mental e SuicídioLocal do suicídio · Método · Cronologia dos eventos · Contexto emocional
  • Segurança OperacionalObjetos encontrados · Intenção premeditada · Planejamento do crime · Comportamento do agressor
  • Investigacao Forense e ProvasAnálise balística · Comparação de projéteis · Armas apreendidas · Procedimentos legais · Devolução de armamento
  • Perfil do AgressorCargo na PRF · Data de ingresso · Formação policial · Porte de armas
  • Relacionamentos FamiliaresFilha menor · Pai da vítima · Moradia compartilhada · Impacto na família
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Nós vamos à Vitória. Juliana Morgado tem atualizações sobre aquele feminicídio policial rodoviário federal que matou a comandante da Guarda Municipal. Ei Débora, boa noite pra você, pra Carol também, pros ouvintes. Ontem eu trouxe por aqui, no ponto final, os primeiros detalhes do caso que chocou o Espírito Santo, o assassinato da comandante da Guarda Municipal de Vitória. E hoje eu volto com atualizações dessa investigação. A polícia confirmou que o autor do crime, o policial rodoviário federal,

Diego Oliveira de Souza, que ingressou na PRF em 2020, usou a própria arma de trabalho para matar a Daisy Barbosa, de 37 anos. Esse crime aconteceu na madrugada desta última segunda-feira, dentro da casa onde ela morava com o pai e a filha de oito anos na capital. De acordo com a investigação, após cometer o assassinato, o policial foi até a cozinha e tirou a própria vida.

que ele usava também em serviço na PRF. O armamento foi apreendido e encaminhado para a perícia que vai comparar os projéteis encontrados no corpo da vítima. A polícia informou ainda que a arma só poderá ser devolvida à Polícia Rodoviária Federal após a conclusão do processo judicial. Os investigadores também apuram se o policial possuía outras armas de uso particular. Há também indícios de premeditação. Na mochila desse policial foram encontrados um canivete, uma faca,

um vidro de álcool, carregadores de munição, um alicate e ainda um isqueiro. O pai da comandante contou que esse relacionamento da filha com o policial durava cerca de quatro anos e era marcado por episódios de violência, embora não houvesse um registro formal de denúncia. Esse caso segue sendo investigado pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Mulher, aqui do Espírito Santo.