Exército do Irã lança mísseis contra porta-aviões dos EUA, dizem agências
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- Ataque do Irã ao USS Abraham LincolnLançamento de mísseis · Porta-aviões americano · Confirmação do ataque · Vídeo do exército iraniano · Impacto da embarcação
- Relacoes EUA-IraOndas de ataques · Identificação de mísseis · Defesa aérea israelense · Múltiplos momentos de combate · Interceptação de projéteis
- Proposta de paz Irã-EUAEnriquecimento de urânio · Financiamento a grupos armados · Hamas na Faixa de Gaza · Hezbollah no Líbano · Zona livre de navegação
- Estreito de Ormuz como zona de navegaçãoControle da passagem · Importância comercial · Iniciativa europeia · Resposta iraniana · Livre trânsito
- Preços de Combustíveis e PetróleoPreço do Brent · Queda no mercado internacional · Ações asiáticas · Movimentação em abertura de mercado · Cotação em dólares
Vamos acionar a Marcela Marcos, que está trazendo aqui para nós as informações do conflito no Oriente Médio. Marcela, bom dia. Bom dia para você também, Milton. Bom dia para os nossos ouvintes. Milton, agências iranianas estatais de notícias informaram nesta manhã que o exército do Irã lançou mísseis contra o porta-aviões norte-americano USS Abraham Lincoln e atingiram uma embarcação. Em um vídeo compartilhado pelo exército, é possível ver três mísseis sendo lançados a partir do solo.
também barulho, mísseis na sequência, mas a tela de um computador, dá para ouvir, aliás, gritos na sequência, mas a tela de um computador que também aparece nesse vídeo, aparece censurada em meio a esses lançamentos. Até o momento, no entanto, o governo americano não confirmou o ataque. O USS Heber Lincoln já tinha sido alvejado pelo Irã nos primeiros dias da guerra. Também hoje, o Irã lançou novas ondas de bombardeios contra Israel. O exército israelense afirmou em três momentos distintos
durante a madrugada, que identificou mísseis lançados pelo Irã contra o país e que baterias de defesa aéreas trabalhavam para interceptá-los. Ainda nesta quarta, Canadá, França e Espanha repudiaram planos israelenses de ocupar o sul do Líbano, que é também paralelamente algo que está ocorrendo em meio a esses conflitos. O repúdio público veio um dia após o governo de Israel ter dito que vai assumir o controle de uma faixa de cerca de 30 quilômetros no sul libanês até o rio Litânia,
em meio à guerra contra o grupo terrorista Hezbollah. Já com relação às narrativas conflitantes em torno desse confronto todo no Oriente Médio, ontem o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotou um tom menos bélico e repetiu o discurso de que está negociando o fim do conflito. O republicano contrariou a versão do Irã, que nega oficialmente ter se engajado em qualquer negociação com o governo americano desde o início dos combates.
Segundo o jornal The New York Times, um plano de paz enviado pelo governo americano
ao Irã tem 15 pontos e propõe um cessar-fogo de 30 dias. Em troca, o regime se comprometeria em acabar com todo o enriquecimento de urânio e suspender o financiamento a grupos como Hamas na faixa de Gaza e o Hezbollah no Líbano. O acordo também fala em transformar o Estreito de Hormuz, por onde passam 20% da produção de petróleo e gás, numa zona livre de navegação. Depois de países europeus e aliados falarem em uma iniciativa para reabrir o Estreito de Hormuz, o Irã informou que embarcações
X vão poder transitar. Por essa passagem, a gente fica de olho no preço do petróleo, que estendeu as quedas na abertura do mercado internacional, enquanto ações asiáticas subiram nas primeiras negociações. O Brent, referência global, recua neste momento mais de 5%, está em 94,48 dólares, Milton.