Prefeitura do Rio demite Monique Medeiros, acusada de omissão na morte do filho Henry Borel
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- Demissão de Monique MedeirosPublicação no diário oficial do município · Rescisão do vínculo com a prefeitura · Avaliação de conduta grave · Autorização pelo prefeito Eduardo Paes · Fim do recebimento de salário
- Violencia Urbana BrasilMorte de criança de 4 anos em 2021 · Acusação de omissão contra Monique Medeiros · Adiamento do julgamento · Julgamento marcado para 25 de maio · Responsabilidades e penas a serem definidas
- Situação funcional de presosProfessora da rede municipal de ensino · Recebimento de salário durante prisão · Valor reduzido de aproximadamente R$ 3 mil · Legislação para servidores concursados · Possibilidade de retorno às salas de aula
- Ministerio PublicoRecurso da decisão de liberdade · Pedido de retorno à prisão · Análise pelo Tribunal de Justiça do Rio · Segurança jurídica do caso
- Reação da Secretaria de EducaçãoPosicionamento do secretário Renato Ferreira · Situação insustentável · Insegurança entre pais de alunos · Preocupação com retorno às atividades educacionais
Temos contato agora novamente com Pedro Boneberg, que está no Rio de Janeiro, traz informações ainda sobre o caso Henri Borel. Nós tivemos nesta semana o adiamento do julgamento, um julgamento que já se estende por tanto tempo, que se espera aí que justiça seja feita. Infelizmente isso não aconteceu, mas temos novidade em relação à mãe do menino, a Monique Medeiros. Pedro Boneberg, conta pra gente. Milton, a Prefeitura do Rio publicou agora há pouco no Diário Oficial do Município a demissão de Monique Medeiros.
A morte do filho Henri Borel, de quatro anos, lá em 2021, foi solta pela justiça na última segunda-feira, como você bem lembrou, depois do novo adiamento do julgamento do caso, em meio a manobras à defesa do também réu Jairo Souza Santos Júnior, o doutor Jairinho. A Monique Milton era professora da rede municipal de ensino, até ser presa, e mesmo presa, continuou recebendo salário da prefeitura nos últimos anos, um valor reduzido de cerca de três mil reais,
do salário. A administração municipal aguardava o desfecho do processo judicial, como prevê a legislação para servidores concursados, para aí sim concluir o caso da Munique. Esse processo administrativo da Secretaria de Educação acabou concluindo agora que a conduta da docente é grave e, por isso, então, optou pela demissão, uma manobra também possível na legislação. Nas redes sociais, o secretário de Educação, Renan Ferreirinha, afirmou que a situação se tornou insustentável
E que a soltura gerou insegurança entre pais de alunos que temiam a possibilidade de retorno dela às salas de aula. A demissão foi autorizada e também assinada pelo prefeito do Rio, Eduardo Cavalieri. A partir de agora, Monique não tem mais vínculo com a prefeitura, portanto, Milton. O destino dela, no entanto, ainda não está definido. O Ministério Público do Rio recorreu da decisão que concedeu liberdade e pediu que ela volte imediatamente à prisão. Esse pedido agora vai ser analisado.
Pelo Tribunal de Justiça aqui do Rio. Além disso, vale ressaltar, Milton Jung e Cássia Godoy, julgamento do caso tem data marcada, o novo dia, 25 de maio. E a partir dessa nova data, o Tribunal do Júri volta a definir as responsabilidades e possíveis penas de Monique e doutor Jairinho, Milton. Muito obrigado, Pedro Bonenberg.