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Caso Gisele: CNJ investiga desembargador por possível violação do Código de Ética

25 de março de 20263min
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A Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça, em Brasília, abriu uma investigação para apurar se o desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, do Tribunal de Justiça de São Paulo, violou o Código de Ética da Magistratura. O procedimento é referente à visita dele ao apartamento onde a soldado Gisele Alves Santana foi encontrada morta com um tiro na cabeça no Brás, região central de São Paulo, no imóvel onde ela vivia com o marido, réu preso por feminicídio e fraude processual no mesmo caso.

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Assuntos7
  • Morte de Gisele Alves SantanaFeminicídio · Local do crime · Vítima de violência doméstica · Filha menor deixada
  • Atuação de Lucia na políticaViolação do Código de Ética · Visita ao local do crime · Parcialidade judicial · Procedimento disciplinar
  • Prisao de Tenente-CoronelAcusação de feminicídio · Fraude processual · Permanência no cargo · Salário durante prisão · Prisão preventiva
  • Dívida Pública BrasilInvestigação anterior de assédio · Vítimas mulheres · Retaliação com transferências · Investigação da corregedoria da polícia
  • Demissao e ConsequenciasPetição pública · Compartilhamento em redes sociais · Demanda por exoneração · Mobilização de amigos e colegas
  • Governadores e política estadualPosicionamento sobre o caso · Combate à violência doméstica · Prisões por descumprimento de medidas protetivas · Aplicação da Lei Néma
  • Tribunal de Justiça de São PauloRecusa de comentar · Procedimentos em outros órgãos · Protocolo institucional
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Se a gente volta a falar sobre o caso da PM Gisele, Marcela Marcos tem informações pra gente. Na DED, a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça em Brasília abriu uma investigação pra apurar se o desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan do Tribunal de Justiça de São Paulo violou o Código de Ética da Magistratura. Esse procedimento é referente à visita dele ao apartamento onde a soldada Gisele Alves Santana foi encontrada morta com um tiro na cabeça. Isso foi no Braz, região central de São Paulo.

no imóvel onde ela vivia com o marido, réu preso por feminicídio e fraude processual, nesse mesmo caso, como a gente vem contando aqui no CBN São Paulo. Cogan esteve e falou com o tenente-coronel Geraldo Neto, marido de Gisele, no apartamento a pedido do próprio oficial da PM logo depois do crime. O magistrado alegou que foi até lá como amigo do comandante e não na função de desembargador. O CNJ abriu a investigação após ter sido acionado pela deputada federal

do PSOL. Ela alegou que o Código de Ética da Magistratura exige imparcialidade e comportamento digno, mesmo na vida privada. A CBN pediu um posicionamento ao Tribunal de Justiça de São Paulo e o TJ disse que não se posiciona sobre questões que tramitam ou possam vir a tramitar em outros órgãos, no caso, o CNJ. Familiares e amigos da PM Gisele Alves Santana promovem um abaixo-assinado agora, pedindo a demissão do Tenente Coronel. Apesar da prisão na semana passada,

O documento, esse abaixo-assinado, começou a ser compartilhado nas redes sociais com as hashtags Justiça por Gisele e Exoneração Já. Geraldo Neto chegou a ser investigado pela Corregidoria da Polícia por assédio moral contra pelo menos quatro policiais, quatro mulheres, em 2022, quando ele comandava outra unidade. E ele também teria usado transferências, transferências de batalhões, como forma de retaliação às vezes.

vítimas. Questionada pela CBN, a Polícia Militar não respondeu se há algum procedimento disciplinar agora aberto que possa levar à expulsão do Tenente Coronel da Corporação. Ontem, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, se posicionou pela primeira vez sobre o caso. Ele comentou esse caso, afirmou que o Estado tem intensificado ações para combater a violência doméstica e destacou a prisão de cerca de 1.300 pessoas por descumprimento de medidas protetivas.

e da lei, a maior punição possível. O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto está preso no presídio militar Romão Gomes, na Zona Norte de São Paulo. E a gente lembra que a Gisele tinha 32 anos, deixa uma filha de 7 anos de outro casamento na dédia. Muito obrigada, Marcela Marcos.