Qual deve ser a escalação do Brasil contra a França? Confira quem será titular no amistoso da seleção
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Leonardo Dahi
- Derrota para a FrançaVelocidade do ataque francês · Mbappé
Leonardo Dai, tudo bem Leonardo?
Tudo bem, Sardenberg, a Seleção Brasileira encerrou agora há pouco em Orlando a sua preparação para o jogo de amanhã amistoso contra a França em Boston, às 5 horas da tarde no horário de Brasília. A Seleção vai ter seis desfalques no time titular, sem contar os cinco jogadores que já nem foram para essa convocação por questões físicas. Então tem aí Alisson, Gabriel Magalhães, tem também o Éder Militão, o Estevam, o Bruno Guimarães, sem contar o Rodrigo que está fora da Copa porque não vai se recuperar a tempo.
Além desses cinco, o Marquinhos, zagueiro, está com dores também, não vinha treinando desde o começo da semana e está oficialmente fora do jogo de amanhã contra a França. Mesmo assim, o técnico da seleção, Carlo Ancelotti, prometeu que o Brasil vai jogar com quatro atacantes e vai tentar atacar o poderoso time da França amanhã.
O modelo de jogo que queremos plantear é um modelo de jogo com quatro na frente. Queremos jogar um bom partido, controlando o jogo, e obviamente tentar fazer bem as duas coisas, defender bem e jogar bem com a bola. Mostrar a qualidade que, sobretudo, os quatro na frente têm. Também o Brasil pode jogar contra-ataque.
também o Brasil pode jogar a posse de bola e também o Brasil pode defender muito bem. Brasil viaja daqui a pouco para Boston, onde joga amanhã com o Ederson no gol, linha de defesa com o Wesley, com um zagueiro que pode ser Danilo Bremer ou Ibanhas, mais a linha de defesa completada ali com o Léo Pereira na zaga e o Douglas Santos na esquerda, meio de campo com o Casemiro e mais um.
que pode ser aí ou o Gabriel Sara, ou o Andrei Santos, ou o Danilo do Botafogo. Desses quatro da frente, dois com certeza, o Rafinha e o Vinícius Júnior. As outras duas vagas aí para João Pedro, para Rayan, também para Luiz Henrique, são alguns dos candidatos aí a completar esse ataque, Sardenberg. Agora, esse é o jogo contra a França. O jogo seguinte, qual que é? Croácia, terça-feira que vem, aí possivelmente com o Marquinhos de volta, mas ainda não está confirmado.
E os outros cinco que nem foram convocados não vão jogar. Aí só em junho, só na Copa do Mundo, a gente acredita que todos eles estarão. O Militão é a situação mais complexa desses cinco aí, né? Que são o Alisson, goleiro, Militão, lateral direito, Gabriel Magalhães, zagueiro, o Estevam, atacante e o Bruno Guimarães, volante. O Militão tem a situação mais complexa e mais imprevisível desses cinco, mas em teoria também estará à disposição lá em junho, nos amistosos prévios à Copa e na Copa, propriamente dito.
Porque o Ancelotti disse também que o Militão é titular, né? Ele pode jogar tanto como lateral direito, como um zagueiro. No último amistoso que ele jogou, ele jogou como lateral direito na seleção brasileira. E aí você poderia ter o Militão na direita e uma dupla de zaga com o Marquinhos do PSG e o Gabriel Magalhães do Arsenal. Nesse momento, ele não tem nenhum dos três para o jogo de amanhã contra a seleção da França.
Tá certo. E outra coisa interessante que eu vi nesses dias aqui é que o Ancelotti falou que a gente não tem mais aqueles laterais que tínhamos no passado, né? É aquela coisa de lateral que ataca muito, né? Roberto Carlos, assim, Cafu, ou lá atrás, Newton Santos. Isso não tem. Nessa geração não tem.
O mais ofensivo de todos é o Wesley, que jogou no Flamengo, hoje joga na Roma, está jogando até pelo lado esquerdo na Roma, amanhã deve jogar pelo lado direito na seleção brasileira. Ele é o que tem mais essa característica. Os outros todos é mais para trásmente e não para frente-mente, entendeu, Sardenberg? Tá certo. E eu vi aqui você, a sonora aqui do Carlos Zelotti, ele falou tudo, né? Que o time pode jogar na defesa, pode jogar no ataque, pode jogar no contra-ataque, pode jogar com a bola.
Tá tudo aberto. Poder pode, né? O Dura é conseguir. Poder, na teoria, sempre pode. O Dura é fazer isso contra o time da França. Ele tá muito preocupado com a velocidade do ataque da França, com a velocidade do Mbappé, né? Então, assim, é pensar muito em jogar com a bola, jogar no ataque, às vezes com posse de bola e às vezes contra-atacando.
Mas quando não tiver com a bola, aí pernas pra que te quero, pra segurar esse ataque francês que é poderoso e todo mundo sabe. E ele também, porque trabalhou com o Mbappé também no Real Madrid, inclusive. Então conhece a velocidade desse jogador e o potencial que ele tem de acabar com o jogo, se tiver espaço pra jogar. Tá certo.