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Presidente da CPMI do INSS diz que relatório rejeitado será encaminhado para órgãos de investigação

28 de março de 20263min
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O senador Carlos Viana disse que o texto com quase cinco mil páginas será entregue para o ministro do STF, André Mendonça, e para o Ministério Público e Polícia Federal.

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Participantes neste episódio2
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Bruno Mello

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Cássia

Co-hostJornalista
Assuntos1
  • CPMI do INSSrelatório rejeitado · indiciamento de Lulinha · Carlos Viana · Ministério Público · Polícia Federal
Transcrição9 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Oi, pessoal! Aqui é a Astrid. Deixa eu te falar uma coisa como mãe, tá? A gente tenta acompanhar tudo, mas quando o assunto é internet, é insano conseguir ver de perto. Por isso, eu achei legal dividir uma coisa com vocês. No TikTok, contas de adolescentes já vêm com mais de 50 configurações de segurança e privacidade ativadas automaticamente. E ainda tem a sincronização familiar, onde pais e responsáveis conseguem ajustar conteúdo e tempo de tela de um jeito bem simples. Assim, a gente fica mais tranquila, né? Clique no banner e saiba mais!

Mais cedo nós trouxemos informação aqui no Jornal da CBN a respeito da CPMI do INSS, foi encerrada ontem no Congresso, encerrada sem relatório final, Bruno Mello nos ajudou a entender como foi tumultuada a sessão de encerramento e agora ele acompanha toda a repercussão em relação ao fim da CPI, nos traz novas informações. Bruno, bom dia pra você.

Bom dia, Cássia. Olha, Cássia, o presidente da CPMI, do INSS, senador Carlos Viana, disse que mesmo após ter sido rejeitado, o relatório que pedia o indiciamento de Lulinha e outras 200 pessoas pelas fraudes nos benefícios de aposentados...

será encaminhado para órgãos de investigação. Segundo ele, o texto, com quase 5 mil páginas, será entregue para o ministro do STF, André Mendonça, e para o Ministério Público e Polícia Federal. Ao comentar sobre a derrota na votação do relatório, Viana acusou o governo de blindar os acusados.

Esse relatório agora, ele ao ser rejeitado, é uma blindagem absoluta da base do governo para manter as pessoas que roubaram os aposentados, infelizmente longe da justiça. O que nós vimos hoje foi a blindagem que começou exatamente quando a CPMI não atendeu aos interesses do governo.

A gente lembra que os governistas também chegaram a apresentar um relatório alternativo sem o indiciamento de Lulinha, mas incluindo outros nomes, como o do ex-presidente Jair Bolsonaro. O texto, no entanto, não chegou a nem ser colocado em votação. O deputado Paulo Pimenta, do PPT, protestou e devolveu as acusações de blindagem. Esta comissão concluiu seu trabalho sem ter o relatório aprovado.

por uma decisão política do presidente e do relator, para impedir que nós pudéssemos indiciar Jair Bolsonaro como chefe dessa organização criminosa, pudéssemos indiciar o Zetel, o Vorcaro e todos os outros nomes que eles trabalharam para blindar aqui durante todo o trabalho que nós realizamos.

Só para lembrar, a CPM do INSS acabou encerrando os trabalhos. Nessa madrugada, depois de mais de 15 horas de sessão, marcada por tumulto e troca de acusações, o relatório do deputado Alfredo Gaspar, do PL, com mais de 5 mil páginas e pedido de mais de 200 indiciamentos, chegou a ser colocado em votação, mas foi rejeitado por 19 votos a 12. Cássia.

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