Gripe: especialista tira dúvidas sobre vacinação, sintomas e prevenção
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Ana Nunes
Alberto Chebabo
- Vacinação contra Gripe
- Sintomas da gripe e quando procurar médicoFebre e dor no corpo · Tosse e dor de garganta
- Tratamentos e TerapiasTeleconsulta · Quando ir ao hospital
- Uso de máscaras e isolamento
- Vírus da influenzaH1N1 · H3N2
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Nosso convidado é o doutor Alberto Chebabo, infectologista, consultor em vacinas do Delboni e da DASA. Doutor, seja muito bem-vindo mais uma vez à CBN. Boa tarde. Boa tarde, Nandé. É um prazer estar aqui com vocês e com os ouvintes da CBN.
Nossa reportagem hoje acompanhando o dia de vacinação, né? Da campanha da vacinação contra a gripe no SUS. Estou gostando de ver muitos ouvintes aqui falando para a gente que estão buscando já a imunização em várias regiões do país. Então quero começar te ouvindo sobre isso, sobre a importância dessa imunização. Até lembrei aqui na programação, é um pacto coletivo. Todo mundo que puder tem que se vacinar. Qual que é a importância dessa campanha nesse momento?
Sem dúvida, Nadal, a vacina é importante porque a gente precisa aumentar aqui no Brasil a cobertura vacinal de influência. Nas últimas temporadas a gente teve coberturas muito baixas e a gente sabe que essa vai ser uma temporada bem importante em relação à circulação do vírus influenza. A gente já teve no inverno do hemisfério norte uma circulação muito intensa de influenza esse ano.
com internações hospitalares, hospitais cheios. E a gente já vê aqui no Brasil uma antecipação da temporada de influência. A gente já está vendo casos de influência acontecendo nos hospitais, emergências lotadas, hospitais já com internação de pacientes.
com quadros de influência, já com complicação, ou seja, chegou mais cedo aqui no Brasil do que normalmente acontece. Normalmente esses casos começam a acontecer a partir de abril, maio, e esse ano já estando com uma circulação importante. Então a cobertura vacinal, a vacina é a nossa melhor arma para reduzir principalmente os casos mais graves, as internações.
E ela está disponível. Hoje a gente tem o dia D para toda a população poder se vacinar, principalmente os grupos prioritários. Por que nessa época a gente vê mais casos? É o comportamento do vírus influenza. Ele é mais comum no inverno. Então ele vai se modificando e vai transitando pelo mundo a partir das pessoas, viajando. E o inverno é uma época de maior circulação. E por vários motivos isso acontece.
Primeiro porque é uma época em que as pessoas estão mais aglomeradas, os ambientes mais fechados. Também porque a gente fica com a mucosa respiratória mais seca, é uma época de tempo mais seco, mais frio. E isso facilita a penetração do vírus influenza. Então, há uma maior circulação, uma suscetibilidade maior das pessoas pela aglomeração, pela...
pelo tipo de temperatura que acontece nessa época do ano, um clima mais seco e mais frio, e isso facilita a infecção pelo vírus influenza. Isso acontece no mundo inteiro. No hemisfério norte, a gente está saindo da temporada, porque eles estão saindo do inverno.
E agora aqui no Hemisfério Sul, a gente está entrando na temporada de influência. Perfeito. Que sintomas a gente deve ter atenção, ficar alerta? E o que fazer quando, doutor? Porque a gente sempre teve um histórico de, ah, resfriado, deve ser pouca coisa, vou tratar em casa. Quando que trata em casa? Quando que tem que ir no hospital? Quando que precisa fazer teste? Quando que a teleconsulta é o suficiente?
A influenza é uma doença respiratória, então ela é muito semelhante a muitos outros viroses respiratórios. Porém, o vírus influenza normalmente causa uma doença mais grave, uma doença com mais sintomas. É óbvio que a pessoa isso pode se modificar.
Mas a influência normalmente é uma doença mais sistêmica, ou seja, ela vai dar febre, ela vai dar moleza, ela vai dar dor no corpo, ela vai dar, além dos sintomas respiratórios, de tosse, muita tosse, dor de garganta, pode ter acompanhada de espirros, coriza. Mas é uma doença que a gente considera mais grave porque ela é uma doença sistêmica e pode debilitar o organismo e pode, inclusive, levar a complicações.
até como infecções secundárias, como uma pneumonia bacteriana secundária, a um quadro de influência, ou piorar doenças de base, como um paciente que já é, um paciente que já tem doença cardiológica, por exemplo, então os sintomas da doença dele vão piorar. Em termos de busca de atendimento médico, um quadro em uma pessoa que não tem nenhuma doença de base.
que não é frágil, como a gente diz, ele pode ser muitas das vezes tratado em casa ou até mesmo com uma teleconsulta. Mas uma febre que não melhora depois de 48 horas, ela deve ser investigada, o paciente deve buscar atendimento médico. Num paciente que já tem uma doença de base ou que é muito frágil, por exemplo, uma criança muito pequenininha, os lactentes, por exemplo, esses devem sempre, nos primeiros sintomas, buscar atendimento médico para uma avaliação e para um acompanhamento.
dessa doença durante o período de sintomas, porque é importante ficar atento para sinais de evolução de gravidade, falta de ar, uma tosse persistente, piora dos sintomas, por exemplo, nos casos de pacientes com doença de base, piora nos sintomas da própria doença.
de base, né? Então, o paciente que, por exemplo, tem anemia falciforme, ele vai começar a ter quadros de dor, né? Óssea, que é a complicação mais comum da doença. Então, tudo isso precisa ser acompanhado pelo médico, né? Para avaliar o momento de intervenção e como intervir.
Quando é o caso de usar máscara e eventualmente também evitar sair de casa, coisas que a gente supostamente aprendeu na pandemia, mas depois a gente majoritariamente desaprendeu, doutor? Exatamente. Essa é uma lição que deveria ter ficado. A primeira lição é se está doente, se a pessoa está com sinal respiratório, com quadro respiratório, principalmente febril, ela deve evitar sair de casa, deve ficar em casa.
Muitas das vezes é difícil mesmo a pessoa não ter como sair, ela precisa resolver alguma coisa. Saiu, vai encontrar com outras pessoas, usa máscara. Se está com sintoma respiratório, ela deve usar máscara para diminuir a chance de transmissão da doença.
para outras pessoas. A influência tem uma capacidade de transmissão muito facilitada. A tosse ou a mesma fala já levam uma quantidade de vírus muito grande ao ambiente. Qualquer pessoa próxima, ao aspirar esse vírus, ela vai provavelmente se infectar, porque a influência tem essa capacidade de transmissão, de infectar outras pessoas muito facilitada.
Além disso, aquelas pessoas que têm alguma doença de base, onde o risco de ter uma gripe leva a um risco maior de complicação, elas podem utilizar máscara em ambientes onde há uma aglomeração muito grande, principalmente se tiverem pessoas tossindo, ou o risco de ter ali pessoas doentes transmitindo. Então, no transporte público...
eventualmente no cinema ou em outro lugar que ela vai frequentar, que tenha uma aglomeração muito grande, uma reunião, ela pode e deve utilizar a máscara, principalmente aqueles imunossuprimidos, que são muito suscetíveis a se infectarem e a complicarem pelo próprio vírus influenza. Sobre as nomenclaturas todas, gripe, resfriado, influenza, H1N1, H3N2, o que é o quê? O que é igual ao quê? O que é diferente do quê?
O resfriado é aquela coisa que a gente fala normalmente de uma doença respiratória menos grave. Normalmente não dá febre, só dá aquela corizazinha. Às vezes fica a garganta arranhando um pouquinho. Esse é o resfriado que normalmente é causado por alguns vírus, como o renovírus e outros vírus. A gente tem uma gama enorme de vírus que causam esse quadro respiratório mais leve.
A gripe, teoricamente, gripe é sinônimo de influência. A gripe é a doença causada pelo vírus influenza, que é o vírus causador da gripe. Então, é uma doença, como eles falaram, mais grave. H1N1, H3N2 são as cepas do vírus influenza. O vírus influenza tem várias cepas. Aliás, é uma quantidade enorme de cepas do vírus influenza, mas só algumas delas têm capacidade de infectar o ser humano.
As aves são os principais transmissores e carreadores do vírus influenza pelo mundo. E as aves se infectam por todas as cepas de vírus influenza, que é uma gama enorme de cepas. São mais de 10, 15 tipos de vírus influenza que as aves podem se infectar. Mas o H1N1 e o H3N2 são as cepas que estão adaptadas ao ser humano e que infectam o ser humano. Então são essas as duas cepas.
E por isso a gente fala H1N1, H3N2, influenza B. Então a gente tem o influenza A, que tem essas cepas todas, e o influenza B. O influenza B também causa doença nessa mesma época, é menos frequente, mas também causa doença. E a cada ano, uma cepa diferente vai ser a predominante. Esse ano, aparentemente, o H3N2 tem sido mais frequente aqui no Brasil.
mas a gente ainda está muito no início da temporada para a gente poder ter uma definição. Na Europa, por exemplo, foi o H3N2 a cepa mais comum na temporada deles e é provável que seja aqui também.
Perfeito, já trago aqui algumas mensagens de ouvintes, a Jussara Barreto nos ouve em Franca, São Paulo, dando bom exemplo, já se imunizando contra a gripe, também contra a Covid, e tem algumas perguntas de ouvintes também, nem todas eu entendo, mas o doutor vai entender. Vou começar com a Mari Nascimento, ela tem 61 anos, ela está se recuperando da influência, diz que ficou bem debilitada, quer saber se tem risco de pegar de novo agora no inverno, futuramente, que estamos no outono ainda.
Veja, Maria, como eu falei, existem várias cepas de vírus influenza que circulam normalmente na mesma época. Então tem o influenza H3N2, tem influenza H1N1, tem influenza B. Então é possível, sim, que uma pessoa tenha mais de um episódio de influenza na mesma temporada, porque são cepas diferentes e a imunidade não é transferida de uma cepa para outra. Por isso, inclusive, que na vacina a gente tem três cepas. É uma vacina trivalente em alguns locais.
No privado, a gente tem uma vacina quadrivalente, tetravalente, são quatro sonotipos. Então, é possível, sim, que uma pessoa que já teve influenza nessa temporada volte a ter novamente por uma outra cepa circulante. E por isso é tão importante a vacinação. E veja, a Maria Nascimento é um exemplo da circulação precoce do vírus. Ou seja, já teve influenza agora. Mesmo antes de a gente começar a vacinar, a gente já está tendo casos.
E, mais uma vez, a importância de a gente se vacinar e o mais rápido possível, porque já há uma circulação intensa do vírus aqui no país. Teve um ouvinte aqui que não se identificou, que perguntou sobre o novo padrão de medição de febre. Quer saber se vale para todas as pessoas. É uma pessoa que trabalha num centro de educação infantil e quer saber se 37,5 também conta como febre, por exemplo, para bebês de até 2 anos.
Na realidade, a temperatura normal do organismo humano vai até 37 graus. Temperaturas um pouco acima de 37 graus, até 37,5, elas são já sinal de que alguma coisa está acontecendo de diferente e o organismo está respondendo com aumento de temperatura. A gente normalmente considera febre alta, uma febre mais elevada, temperaturas acima de 37,8.
mas algumas pessoas já têm sinais, já se sentem mal com temperaturas mais baixas, e isso é muito individual. As crianças, por exemplo, 37,5, normalmente já vão estar, principalmente as crianças muito pequenininhas, os lactantes e tal, já vão ter alterações com febre mais baixa, com temperaturas mais baixas. Então, sim.
37,5% a gente considera febre, é uma febre baixa, mas considera febre. Para todo mundo isso vale. Perfeito. A Cristina, que está no Rio de Janeiro, quer saber se pessoas com miastenia grave podem tomar a vacina da influência. E aí já aproveito para complementar quem tem eventualmente outras doenças crônicas, doenças autoimunes, como que sabe quem é para imunizar, quem não.
Olha, sim, a imeasthenia grave é uma doença neurológica importante, está dentro das recomendações do Ministério da Saúde para fazer a vacina no sistema público. E assim, a gente tem uma lista enorme de doenças crônicas que estão relacionadas para poderem se vacinar no serviço público. As cardiopatias, então, pacientes que têm ciência cardíaca, as pneumopatias, pacientes que têm bronquite crônica, enfisema, asma.
As pessoas que têm doenças neurológicas, a maior parte das doenças neurológicas estão ligadas a complicações e também são recomendadas. Os imunossuprimidos, quem já usa medicação imunossupressora, quem usa corticoide imunossupressor, os pacientes com câncer. É uma gama enorme. Se você tem alguma dúvida se a sua doença tem ou não indicação, vá ao posto de saúde. Você vai ser orientado ali e provavelmente vai receber a vacina.
Hoje há uma orientação de que se a pessoa está buscando atendimento, se ela tem uma doença crônica, ela vai ser vacinada. Lembrando que no Brasil, no ano passado, sobrou vacina nas unidades de saúde. Mais uma vez, a cobertura vacinal foi muito baixa.
em torno de 20%, 30% para os grupos prioritários, isso é muito pouco. E a gente tem vacina nas unidades para vacinar 100% do grupo prioritário. Ou seja, as pessoas devem buscar vacina. Se você tem dúvida se você está dentro do grupo prioritário, busque uma unidade de saúde que você vai ser orientado e provavelmente se você tem uma doença crônica você vai ser vacinado.
Perfeito, mais bons exemplos aqui entre os nossos ouvintes. O Silvio, aqui também em São Paulo, disse que acabou de chegar da vacinação. Posto cheio, 20 minutos de espera na fila, que está até tranquilo, né? Às vezes até na rede privada a gente enfrenta mais que isso. Ele se vacinou na UBS Parque Maria do Mitila aqui em São Paulo. Aliás, aproveitando esse assunto, doutor, para quem não está no escopo da campanha e pudesse vacinar na rede privada, é uma boa?
Exatamente, isso é importante a gente falar. Só fazendo um destaque aqui, eu também já tomei minha vacina hoje. Aí, boa. Já fui aqui pertinho, a gente tem aqui no Rio de Janeiro várias unidades fora das unidades de saúde, que a gente chama de extramuros, nas estações de metrô, praça e tal. Eu tenho uma aqui na esquina, desci, tomei minha vacina e já estou aqui vacinado.
Sim, quem não está dentro dos grupos prioritários pode e deve tomar a vacina. Lembrando que a decisão do Ministério da Saúde de oferecer gratuitamente essa vacina para determinados grupos prioritários é uma relação de custo-benefício. Ou seja, o recurso utilizado pelo Ministério da Saúde leva em consideração aquelas pessoas de maior risco, mas não significa que as pessoas...
que não estão incluídas nesses grupos, não tem indicação de vacinar. Como eu falei, a gripe é uma doença que normalmente tira a pessoa das suas atividades normais, então aumenta o que a gente chama de absenteísmo, as pessoas faltam ao trabalho, faltam à escola, faltam à faculdade, porque não conseguem sair de casa por causa do quadro clínico. Normalmente ficam quatro, cinco, às vezes até uma semana afastadas das suas atividades e a vacina está indicada para todas as pessoas a partir de seis meses de idade.
Então, ela está disponível na rede privada e pode ser utilizada.
por qualquer um. Muitas das empresas fazem campanhas dentro das suas empresas, para os seus funcionários, exatamente para dar a essas pessoas a possibilidade de se vacinarem e reduzir, inclusive, esse absenteísmo, as faltas pela gripe. Lembrando que muitas das vezes dentro das empresas são locais fechados, com pouca circulação de ar, com ar-condicionado.
Uma pessoa doente ali, às vezes um setor inteiro fica doente, e por isso mesmo as empresas acabam também oferecendo essa vacina gratuitamente. Mas, de qualquer maneira, as unidades privadas de vacinação oferecem essa vacina durante todo esse período, já estão oferecendo desde o finalzinho de fevereiro, as vacinas já estão disponíveis e qualquer pessoa pode e deve se vacinar.
Perfeito. José Geraldo de Brasília também se vacinou, mandou foto para a gente aqui da carteirinha. O José Nelson também tem miastenia graves. Então acaba que a dúvida de um ouvinte vai servindo também para outros, né? E teve um ouvinte aqui que não se identificou, mas perguntou se pessoas imunossuprimidas com indicações de atualizar a vacina podem tomar a vacina da pneumonia junto com essa da gripe.
Sim. Primeiro lembrar que a vacina da gripe é uma vacina de vírus inativado, ou seja, ela está indicada para qualquer pessoa, mesmo aqueles que têm imunossupressão. Não é diferente de vacinas de vírus vivo, atenuado, é uma vacina inativada. Então, ela não causa doença, não existe risco da vacina causar doença, não existe risco da pessoa se vacinar e ficar gripada. E existem outras vacinas também recomendadas para essa população.
tanto para os mais velhos, a partir de 50 anos, quanto para as pessoas imunossuprimidas e outras comorbidades, também outras doenças, que é a vacina de pneumonia. Ela não está disponível para todos na rede pública, mas está disponível na rede privada, que é a vacina pneumocócica. A gente tem várias.
vacina de pneumocócicos de diferentes produtores, com diferentes valências, ou seja, com diferentes quantidades de sorotipos do pneumococo, que é um dos principais causadores de pneumonia, uma bactéria que causa pneumonia. E ela está disponível na rede privada e pode ser feita, inclusive, ao mesmo tempo. Então, a pessoa vai na unidade, ela pode se vacinar com a vacina de gripe e também com a vacina pneumocócica, e aí já ganhando uma proteção dupla no mesmo ato vacinal.
E também lembrando que as pessoas que vão nas unidades públicas de saúde, não nas extramuros, mas dentro das unidades públicas, elas também podem atualizar a sua carteira de vacinação. Então, leve a sua carteira de vacinação e veja se tem outras vacinas que você está atrasado.
ou o seu filho ou sua filha estão com a vacinação atrasada e podem ser atualizadas nessa mesma vacinação. Então, não só a vacina de gripe, mas outras vacinas, sarampo, rubela, qualquer luz, triplice, ou seja, as vacinas podem ser feitas nas unidades de saúde mesmo nesse dia de vacinação de gripe.
Perfeito, mais ouvintes aqui contando que se vacinaram. Marcelo aqui de São Paulo mandou inclusive foto do Curativa. Adorei saber que está todo mundo aí se prevenindo. E agradeço demais ao doutor Alberto Chebabo, infectologista, consultor em vacinas do Delboni e da DASA, por compartilhar aqui seu tempo, seu conhecimento com a gente, ajudando a tirar as dúvidas dos ouvintes. Volte sempre aqui a CBN, doutor. Muito obrigada.
Eu que agradeço, desejo um bom fim de semana a todos e ainda dá tempo, vão se vacinar, quem ainda não tomou, é só dar uma decidinha, deve ter uma unidade pertinho da sua casa e pode ir lá se vacinar.
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