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Caso Benício: polícia conclui que menino morreu por erro médico após overdose de adrenalina

04 de maio de 20264min
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Além da médica que fez a prescrição errada e da técnica de enfermagem responsável pela aplicação, a polícia responsabilizou dois diretores do hospital pela morte de Benício.

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Participantes neste episódio5
C

Cássia

HostJornalista
M

Milton

HostJornalista
C

Carolina França

Reporter
J

Juliana Brasil

ConvidadoMédica
R

Raiza Benz

ConvidadoTécnica de enfermagem
Assuntos2
  • Morte de Benício XavierErro médico · Overdose de adrenalina · Juliana Brasil · Raiza Benz · Diretores do hospital · Hospital
  • Diagnostico MedicoFraude processual · Falsidade ideológica · Juliana Brasil · Venda de cosméticos
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Vamos até Manaus, agora, você lembra do caso daquele garoto, Benício, de apenas seis anos, que infelizmente morreu quando deveria estar recebendo o tratamento médico? Pois nós temos novidades sobre esse tema e a repórter Carolina França traz as informações para nós. Bom dia, Carolina.

Bom dia, Milton. Bom dia, Cássia, também. A gente traz atualizações desse caso que repercute aqui no estado do Amazonas, em todo o nosso Brasil, de respeito à morte do pequeno Benício de seis anos. A polícia concluiu, então, que a vítima de seis anos foi, então, negligenciada durante o atendimento médico.

A criança foi vítima de um erro médico grosseiro, é o que aponta a polícia, e morreu por conta de uma overdose de adrenalina, que foi aplicada na veia, quando o correto seria a administração por inalação. Os peritos atestaram que o quadro era irreversível e que não houve erros de intubação ou de qualquer conduta da equipe que estava ali na UTI.

Além da médica que fez a prescrição errada e da técnica de enfermagem que aplicou a injeção de adrenalina, a polícia também responsabilizou dois diretores do hospital pela morte do Benício. A gente lembra que é um caso que estamos acompanhando.

desde quando o Benício deu entrada no hospital aqui da capital amazonense. Ele apresentava somente um quadro de tosse seca e, de acordo com a polícia, o estado de saúde não indicava nenhuma gravidade naquele momento. No entanto, a médica responsável pelo atendimento, que é a Juliana Brasil, prescreveu adrenalina intravenosa, uma medicação considerada de alta vigilância.

E aí essa prescrição foi feita sem conferência e chegou a técnica de enfermagem, Raiza Benz, que aplicou o medicamento mesmo após a mãe da criança questionar, dizendo que o filho nunca havia recebido adrenalina na veia. Após isso, Benício começou a passar mal e apresentou então um estado de saúde mais grave. Ele chegou a ser encaminhado à sala vermelha, onde permaneceu sob cuidados intensivos, mas morreu cerca de 14 horas depois do ocorrido.

Caso esse registrado no ano passado, dia 22 de novembro de 2025. Desde então a polícia estava trabalhando.

para chegar aos responsáveis pela morte de Benício. Durante a investigação, vale ressaltar, a polícia analisou o celular da médica Juliana Brasil, que foi apreendida após a morte de Benício, e conversas que foram encontradas pelos investigadores mostram que, enquanto ela estava acompanhando a criança, a médica também estava trocando mensagem sobre a venda de cosméticos e estava recebendo pagamentos via Pix.

O inquérito também aponta que a médica tentou se eximir da responsabilidade pelo erro. A justiça, a Juliana apresentou um vídeo alegando que o sistema eletrônico do hospital teria trocado automaticamente a forma de administração do medicamento. No entanto, a perícia concluiu que o sistema não apresentou qualquer falha. Além disso, vale também destacar...

que mensagens que foram encontradas no celular da Juliana indicam que a médica chegou a oferecer dinheiro a uma pessoa para tentar gravar, então, um vídeo que sustentasse uma versão que responsabilizasse o hospital perante a justiça.

Por causa disso, além de homicídio doloso com dólar eventual, quando se assume o risco de matar, Juliana também deve responder por fraude processual e falsidade ideológica. A polícia constatou ainda que ela se apresentava como pediatra, mesmo sem ter especialização na área. A médica não chegou a ser presa e deve responder ao processo em liberdade. A gente segue acompanhando os próximos capítulos desse caso.

Muito obrigado, essa foi a Carolina França, ao vivo de Manaus. Tem podcast que te inspira a conhecer lugares novos, a ir mais longe. É como o Dili EX5 IMI. Conheça o super híbrido Plugin com até 1.300 km de autonomia combinada, com conforto de primeira classe. E na cidade você roda no modo 100% elétrico. Com esse SUV, cada caminho leva você mais longe. Dili EX5 IMI. Sua grande jornada começa agora. Saiba mais em dilibrasil.com.br.

No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

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