Bomba caseira explode em pátio de escola pública, em Belford Roxo; 10 alunos ficaram feridos
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Bianca
Leandro
Ana Paula Jaume
Pedro Borenberger
- Bomba em escola públicaExplosão em pátio de escola · Belford Roxo · CIEP 388 Lasar Segall · Ferimentos leves em alunos · Bomba caseira de PVC
- Investigação do incidentePolícia Civil · Esquadrão Antibombas · Perícia no local · Hipóteses sobre origem da bomba
- Violência escolar no BrasilAtaque em escola no Acre · Histórico de ataques em escolas · Columbine · Escola Tasso da Silveira
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Conheça a trilha. Pensar fora da curva é o melhor caminho. Saiba mais sobre a trilha em trilhab3.com.br. A gente abriu o programa com isso, né? Estudantes feridos numa explosão no pátio de um CIEP em Belforrocho. O que aconteceu lá? Tinha uma bomba caseira, simplesmente, que foi manuseada por alunos. Pedro Borenberger chegou a Belforrocho e tem outros detalhes. Oi, Pedro.
Oi, Bianca, a gente fala ao vivo aqui do Hospital Municipal de Belfort Rocha, onde estão internadas 10 vítimas, repito, são 10 adolescentes, 10 estudantes que são avaliados agora por equipes médicas, segundo informações do local, todos com ferimentos leves. É o que nos informa oficialmente a Prefeitura nesse momento, Bianca, todos os feridos.
tiveram apenas ferimentos leves e são acompanhados por médicos aqui do local. A gente recebeu inclusive a lista desses feridos, são todos meninos, não há meninas entre as vítimas aqui, mas por uma questão até de legalidade, como são crianças e adolescentes, a gente não vai divulgar esses nomes aqui na nossa programação, Bianca. Segundo as informações que nós recebemos, o que aconteceu foi que foi encontrado um artefato, uma bomba caseira feita de PVC.
que estaria nessa escola jogada no chão ali. E os alunos foram ver o que seria aquilo, e aí foi esse momento em que esse artefato explodiu. Segundo as informações iniciais, os principais ferimentos que esses alunos tiveram foram escoriações nos membros superiores e inferiores, por serem fingidos por fragmentos desse artefato explosivo. Um dos alunos, inclusive, teve uma lesão no crânio, e ele já passou por uma tomografia.
e recebeu seis pontos nesse corte que ficou ali após a explosão. Mesmo esse aluno que está com um ferimento um pouquinho mais delicado que os outros, seria apenas um quadro leve, não seria um quadro grave, e por isso não haveria uma grande preocupação por aqui, segundo o relato inicial da Prefeitura. O que nós já sabemos, Leandro e Bianca, é que a Polícia Civil, por meio do esquadrão antibombas, está no momento agora no local.
nessa escola municipal e vai fazer por lá uma perícia. Esse incidente aconteceu no Centro Integrado de Educação Pública Lazar Segal, na rua Porto Sobrinho, no bairro Areia Branca. O Espadrão Antibombas está lá para fazer a perícia desse local, onde foi encontrada essa bomba, essa bomba caseira, esse artefato, para entender como é que está aquele local, entender se já é seguro aqui, ali, aquela região e também para fazer uma inspeção no restante do colégio.
para identificar se não há nenhum outro tipo de fragmento ou de artefato que possa estar lá no local e que cause risco à vida dos alunos e também dos profissionais que atuam naquela região. Como a Ana Paula Jaume já informou mais cedo, os alunos da instituição foram liberados hoje pela manhã para voltar para casa, enquanto essa situação toda é resolvida.
A Polícia Civil ainda vai investigar, e não está claro ainda, Leandro e Bianca, se esse artefato explosivo foi encontrado pelos alunos na escola ou se algum deles levou esse artefato, esse item, para o colégio. Isso também será alvo de investigação. Essa informação, existem algumas versões dadas por aqui no local, mas como ainda não há nenhuma confirmação, nenhuma prova que nos indique algo nesse sentido...
Ainda é uma situação inconclusiva, Leandro e Bianca. Por aqui, reforço, são 10 adolescentes com idades entre 13 e 15 anos e eles são acompanhados por equipes médicas. A informação mais relevante que nós temos no momento, como eu disse, é que, pelo menos até este momento, o quadro de saúde eleve, não há feridos graves ou risco de vida.
para esses estudantes que são acompanhados por equipes médicas. No entanto, sim, há ferimentos por aqui. Um dos responsáveis, por um dos adolescentes, estava com uma camisa aqui nas mãos com manchas de sangue. E aí o relato é de que houve cortes nesses alunos, nas pernas, nas mãos, nos braços.
Em um deles, como eu disse, na cabeça, esse inclusive recebeu seis pontos aqui após passar por um exame de tomografia. Mas além desses ferimentos mais leves, não haveria nenhuma situação mais grave de saúde, pelo menos nesse momento, Leandro e Bianca.
Pedro Bonnenberger, obrigado pelas suas informações. Primeiro, destacar que o estado de saúde das pessoas é estável, ferimentos leves de 10 pessoas que tiveram contato com esse artefato dentro de uma escola. Ponto principal, uma bomba não deve estar numa escola sob hipótese alguma.
E aí as duas hipóteses que se tem, seja ela qual for a hipótese que se confirme lá na frente... Ou que eles tenham encontrado, ou que algum deles tenha levado. São graves da mesma maneira. O muro do CIEP é baixo, então pode ter sido jogado ali por alguém. À noite, a gente não sabe. Já é grave por si só.
Mas se um aluno levou, a coisa muda de figura. Num cenário que a gente fala tanto sobre violência escolar, sobre crimes que acontecem dentro das escolas do nosso país, para se ter uma ideia, nessa semana nós tivemos um ataque numa escola do Acre. E aí, logo que a gente estava aqui, minutos antes de começar o programa, soubemos desse caso em Belfort Rocha, eu já gelei pensando numa possibilidade de uma nova tragédia armada dentro de uma escola, porque, infelizmente...
O Brasil se tornou também espaço para esse tipo de crime que acontece dentro de escolas que a gente começou a ver lá atrás, nos Estados Unidos, lá em Columbine, em 2001. A coisa foi avançando no Brasil. Tivemos o episódio da Escola Taça da Silveira e tantos outros.
na nossa história recente. Então, qualquer episódio de violência dentro de uma escola já nos preocupa. Mas, o que precisa ser apurado pela polícia nesse momento é, algum aluno levou a bomba para dentro dessa escola ou essa bomba foi jogada por alguém, por alguma razão, dentro do pátio desse colégio. Mas, de fato, imagina a atenção do pai, da mãe, do responsável. A escola foi fechada às oito e meia da manhã. O Pedro Bolenberger vai seguir acompanhando.
É, pais desesperados, né? Imagino quando souberam dessa notícia, simplesmente uma bomba explodiu aqui dentro do CIEP. Como é que professores, diretores... Lidam, né? Lidam com isso, passam essa notícia para os pais. Há já responsáveis, claro, no hospital. E Pedro descreveu até camisas com sangue, né? Que os pais seguram lá.
Os meninos com as pernas enfaixadas. Já tem foto também no G1, sem identificá-los, claro. E a TV Globo disse que é uma bomba feita com um tubo de PVC que disparou pregos, porcas e parafusos. Olha isso.
E foi isso que feriu os meninos, né? Um deles até com ferimento na cabeça, me parece ser o caso mais grave, levou pontos, né? Mas a situação, o estado de saúde deles agora é estável. E que bom, gente. No final das contas, a gente tá aqui dando a notícia, aliviado, porque não tem nenhum caso grave. Porque poderia ter sido uma tragédia, né? Vamos combinar.
Trilha
Soluções estratégicas com dados e inteligência aplicada