Incêndio de grandes proporções atinge fábrica de velas em Mauá, na Grande SP
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O incêndio de grandes proporções atinge uma fábrica de velas em Mauá, na Grande São Paulo. Repórter Matheus de Souza está no local e tem as informações ao vivo. Bom dia, Matheus. Bom dia, Milton. Bom dia, Cássia. Bom dia também a você, ouvinte do Jornal da CBN. Esse incêndio aconteceu aqui na rua Auriele Bozato, que é uma rua bastante industrial da cidade de Mauá, no Grande ABC, na Grande São Paulo.
No momento, o corpo de bombeiros realiza o rescaldo do incêndio, ele está controlado. Ele aconteceu numa fábrica de velas e não passou nem para a vegetação ao redor, nem para as outras indústrias que ficam no entorno. Em dado momento, chegaram a trabalhar nessa ocorrência 13 bombeiros em três frentes diferentes. Foi possível escutar explosões de dentro da fábrica, mas no momento, ao que eu pude apurar aqui com o corpo de bombeiros, tudo...
Tudo já foi controlado e é só terminar esse período de rescaldo. Milton. As informações foram do Matheus de Souza. Se tivermos novidade, retornamos ao vivo de Mauá, na Grande São Paulo. Agora são 6 horas e 5 minutos. Vamos a outros destaques desta segunda-feira.
A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, de suspender a aplicação imediata da lei da dosimetria até uma análise da corte, levou parlamentares da oposição a ameaçarem uma reação do Congresso.
O movimento incluiria articular uma proposta de emenda à Constituição que propõe uma anistia ampla, geral e restrita aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro. Com o movimento do STF, o líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto, falou em ditadura e golpe. O parlamentar prometeu ainda um novo pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes e a defesa de uma anistia geral.
O ditador da toga vai lá de uma canetada e desfaz tudo que foi feito pelo povo brasileiro. Cadê a separação dos poderes? Para sair dessa ditadura, precisamos de um Senado forte, urgentemente, uma Câmara Federal forte, urgentemente, e poderemos fazer isso a partir de outubro.
O senador e pré-candidato à presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, chamou a decisão de canetada monocrática. O pré-candidato à presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, declarou que a decisão de Moraes é deplorável e um ataque à democracia. Para ele, o ativismo judicial aprofundou a polarização e desviou o foco dos problemas reais do país.
Na base aliada do governo, a suspensão foi celebrada. O deputado Lidberg Farias classificou a medida como uma vitória da democracia. O petista argumentou que o Congresso não pode legislar para beneficiar quem tentou dar um golpe de Estado.
É tudo inconstitucional. O poder legislativo não pode legislar para beneficiar alguém. Isso é uma interferência indevida do poder legislativo numa condenação do Supremo Tribunal Federal. É um golpe continuado. Aquilo foi vergonhoso, aquele acordão. Flávio Bolsonaro abraçado com a columbre. Isso tudo para acabar com o caso do Banco Master.
Alexandre de Moraes determinou no sábado a suspensão da aplicação da lei da dosimetria, que poderia diminuir a pena de condenados pela tentativa de golpe de Estado. A suspensão atende a pedidos do PSOL-RED e da Associação Brasileira de Imprensa e vale até a análise pelo Plenário do Supremo. Para o cientista político Melilo Diniz, em um cenário polarizado, o embate em torno do 8 de janeiro e das decisões do Judiciário será levado diretamente para as urnas.
Isso fica sendo jogado de um lado para o outro, numa espécie de torcida permanente de um conflito sem fim. O setor da política vai fazer a disputa em torno do Supremo Tribunal Federal, tentando colocá-lo como um polo ativo da política brasileira. Entretanto, não é e nunca foi tema eleitoral. Pela primeira vez, isso vai surgir com muita força e vai trazer consigo a bancada anti-Supremo Tribunal Federal.
A lei foi promulgada na sexta-feira após deputados e senadores derrubarem o veto do presidente Lula. Agora são seis e oito. O presidente Lula planeja lançar amanhã o programa Brasil contra o Crime Organizado. O projeto vai destinar cerca de um bilhão de reais para ações de segurança pública no país. O plano tem como foco barrar a atuação financeira das facções criminosas.
e combater o tráfico de armas. Além disso, o governo tem como alvo coibir crimes envolvendo furto de celulares e feminicídios. Na semana passada, Lula afirmou que discutiu tema com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante reunião na Casa Branca em Washington. Nas redes sociais, Lula destacou a atuação da Polícia Federal e ressaltou que as aduanas dos países mantêm cooperação.
Lula citou ainda a criação de uma base em Manaus com representantes das polícias de países da América do Sul para reforçar o combate ao crime organizado nas fronteiras. Enquanto isso, a PEC da Segurança Pública permanece há dois meses no Senado. O tema é tratado como prioridade pelo governo federal. Para avançar no Congresso, a proposta ainda depende de um despacho do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Agora são 6 horas e 9 minutos. No dia a dia, o medo da violência alterou a rotina de 57% dos brasileiros nos últimos 12 meses. Uma pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em parceria com o Datafolha, mostra ainda que a sensação de insegurança atinge grande parte da população. 96,2% dos entrevistados afirmam ter medo de ao menos uma situação de violência.
Adaptar a rotina foi a principal resposta social dos brasileiros frente ao cenário. Entre as mudanças mais drásticas, 36,5% alteraram os trajetos habituais e 35,6% deixaram de sair à noite.
O celular, que concentra a vida financeira e social, sintetiza essa crise. 33,5% da população deixou de sair com o aparelho por medo de assaltos. Segundo o relatório, o país vive sob um cálculo permanente de autoproteção. Mas esse custo social é distribuído de forma desigual. Mulheres e cidadãos das classes D e E enfrentam um medo mais intenso e abrangente.
O relatório aponta que o medo feminino é totalizante, pois articula ameaças patrimoniais, físicas e sexuais. No lado econômico, enquanto as classes A e B concentram as preocupações em crimes patrimoniais e digitais, as classes D e E enfrentam uma insegurança mais física e territorial.
O levantamento foi realizado entre os dias 9 e 10 de março de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. No total, 2.004 entrevistas foram feitas em 137 municípios. 6 e 11.
O Congresso pode iniciar nos próximos dias a análise do projeto que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. Depois de aprovado na Câmara, um dia antes do encontro entre os presidentes Lula e Donald Trump nos Estados Unidos, o tema ganhou prioridade no Senado. O Brasil tem a segunda maior reserva do mundo da commodity, com 21 milhões de toneladas.
O produto é fundamental para a transição energética global. O projeto prevê que o país faça o refino desses materiais em território nacional, além de maior controle sobre operações com ativos sensíveis. O senador Nelsinho Tradi, presidente da Comissão de Relações Exteriores, defende que o país deixe de exportar apenas a riqueza bruta e passe a atrair indústrias. Nesta semana, ele se reuniu com representantes do Senado americano para tratar do assunto.
Entendo que nós temos o que eles não têm, mas eles têm tecnologia para transformar essas riquezas brutas em desenvolvimento, em geração de emprego, em inovação, que é tão importante nos tempos de hoje. Temos que unir o útil ao agradável, sem deixar de respeitar, e isso é inegociável, a soberania nacional.
A proposta também prevê um programa com créditos fiscais de 5 bilhões de reais ao longo de cinco anos para incentivar a transformação desses minerais no Brasil. O texto cria ainda um fundo garantidor da atividade mineral com investimento do governo para desenvolver negócios de exploração.
O presidente Donald Trump rejeitou neste domingo a resposta do Irã à proposta americana com o objetivo de pôr fim à guerra no Oriente Médio. Em publicação nas redes sociais, o republicano chamou o texto de totalmente inaceitável.
O regime dos ayatollahs pediu pelo encerramento em todas as frentes do conflito, especialmente nos ataques de Israel contra o Líbano, e a segurança da navegação pelo Estrito de Hormuz. No entanto, não houve indicação de reabertura da passagem marítima. A resposta iraniana também solicitou garantias contra um novo ataque.
O país peça ainda apontou para a necessidade de suspender por 30 dias as sanções dos Estados Unidos sobre as vendas de petróleo iraniano e de encerrar o bloqueio naval. Fontes ouvidas pelo jornal americano The Wall Street Journal disseram que as questões nucleares seriam negociadas ao longo dos próximos dias. A reportagem revela que o Irã propõe diluir parte do urânio altamente enriquecido e transferir o restante para um terceiro país.
A tensão permanece levada na região do Golfo, mesmo com o cessar-fogo em vigor há cerca de um mês.
Emílados Árabes Unidos, Qatar e Kuwait relataram a presença de drones iranianos sobre a região. Apesar do bloqueio do Estreito de Hormuz, neste domingo, um navio do Qatar, transportando gás natural com destino ao Paquistão, atravessou a passagem. Foi a primeira embarcação desse tipo a passar pela região desde o início do conflito. A travessia foi interpretada como um gesto de confiança entre Irã, Qatar e Paquistão, países envolvidos nas negociações diplomáticas.
Entrevista ao programa 60 Minutes da emissora americana CBS, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que o país não previa a dimensão da crise envolvendo o Estreito de Hormuz. Segundo ele, o impacto estratégico da região foi entendido à medida que os combates ocorreram.
Eu não acho que poderíamos quantificar exatamente, mas acho que o problema do Estreito de Hormuz foi entendido conforme o conflito se desenrolou. Se tornou compreensível. Não tenho certeza se havia sido mal interpretado, mas existe um grande risco para o Irã fazer isso. E demorou um pouco para eles entenderem quão grande é esse risco, que eles entendem agora. Não, eu não alego poder prever perfeitamente, e ninguém pode prever perfeitamente. Nem os iranianos.
O Estreito de Hormuz é uma das principais rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo e gás. 6 horas, 15 minutos. O Corinthians vençou São Paulo por 3 a 2 neste domingo na Neoquímica Arena e deixou a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.
Na ponta da tabela, o Palmeiras empatou em 1x1 com o Remo e viu o Flamengo se aproximar após vencer o Grêmio por 1x0. A forte chuva que caiu em Belém a adiou em quase duas horas a partida.
Nos outros jogos da rodada, o Santos venceu o Bragantino por 2 a 0 com gols de Neymar e Adonis Frias. O Atlético Mineiro empatou em 1 a 1 com o Botafogo. Meraçó e Chapecoense também empataram em 1 a 1. Fechando a rodada, o Vasco venceu o Atlético Paranaense por 1 a 0. Esses são alguns dos destaques desta segunda-feira aqui no Jornal da CBN.