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Mulher que esfaqueou cabeleireiro em SP já foi detida e internada na Inglaterra

12 de maio de 20263min
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Documentos obtidos pela CBN mostram histórico de transtorno psicótico, uso de drogas e interrupção de tratamento psiquiátrico.

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Participantes neste episódio3
F

Fernando

HostJornalista
T

Tatiana

Host
S

Samuel Santos

Reporter
Assuntos3
  • Mulher que esfaqueou cabeleireiro em SPLaís Gabriela Cunha · Transtorno psicótico agudo e transitório · Uso de drogas · Interrupção de tratamento psiquiátrico · Eduardo Ferrari · Tentativa de homicídio · Homofobia
  • Histórico de Laís Gabriela Cunha na InglaterraLaís Gabriela Cunha · Confusão em bar · Agitação e efeito de substâncias · Agressão a policiais · Transtorno psicótico agudo e transitório · Uso de drogas · Histórico de auto-lesão
  • Tratamento médico e diagnóstico de Laís Gabriela CunhaLaís Gabriela Cunha · Transtorno psicótico agudo e transitório não especificado · Olanzapina · Lorazepam · Hepatite medicamentosa · Centro de Atenção Psicossocial (CAPS)
Transcrição12 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

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Vamos agora a Ribeirão Preto, informações com Samuel Santos. Oi, Samuel, boa tarde.

Boa tarde, Fernando, Tatiana, boa tarde para todo mundo que nos acompanha. Documentos obtidos pela reportagem da CBN Ribeirão mostraram que Laís Gabriela Cunha, que deu uma facada em um cabeleireiro em São Paulo, capital, por ficar insatisfeita com o corte da franja do cabelo e é moradora em Ribeirão Preto, já foi detida e internada na Inglaterra após uma confusão em um bar. De acordo com o registro de uma comunicação de alta de um hospital onde ela foi atendida em 2025,

Na confusão, a jovem, aparentemente agitada e sob efeito de substâncias de drogas, tirou a roupa e agrediu policiais. O documento registra que Laís foi diagnosticada com transtorno psicótico agudo e transitório não especificado, uso de drogas e histórico de auto-lesão.

O registro ainda aponta que, ao receber alta, os médicos receitaram um remédio antipsicótico, o olanzapina, além de lorazepam para tratamento de casos de ansiedade e insônia, por exemplo. O episódio reforçou a afirmação da defesa de Laís, que alegou que a jovem tem problemas psicóticos. Outros documentos obtidos pela reportagem mostram que Laís foi diagnosticada com transtorno psicótico agudo e transitório não especificado em 2023.

e que no dia 29 de abril deste ano esteve internada com possível quadro clínico de hepatite medicamentosa.

Segundo a defesa, que não quis gravar a entrevista, foi necessário interromper o uso do medicamento, do tratamento que ela faz junto ao Centro de Atenção Psicossocial, o CAPS, em Ribeirão Preto. O crime em São Paulo aconteceu na terça-feira, dia 5 de maio, quando a cliente Laís Gabriela Barbosa da Cunha, de 27 anos, procurou o cabeleireiro Eduardo Ferrari para pedir a devolução do dinheiro após um suposto corte mal sucedido na franja dela, no salão da Barra Funda.

Após uma discussão dentro do estabelecimento, enquanto Eduardo Ferrari atendia outra cliente, Laís tirou uma faca da bolsa e a desferiu contra o profissional que estava de costas. A facada só não foi mais profunda porque o gerente do salão, Felipe Castro, acompanhava a discussão entre os dois e impediu que algo mais grave acontecesse.

A polícia militar foi chamada e o caso foi registrado inicialmente como lesão corporal, ameaça e autolesão. Mas a defesa de Ferrari afirma que o que houve foi uma tentativa de homicídio seguida pelo crime de homofobia. Para saber as circunstâncias do registro da ocorrência, a Corregedoria da Polícia Civil também abriu uma investigação.

A defesa de Laís afirma que ela teve um transtorno psicótico em razão da interrupção do uso de medicamentos para a saúde mental por causa de uma hepatite ainda em tratamento, que a gente já relatou no início da reportagem. Ela também argumentou que a mulher estava com uma faca porque temia ser assaltada em São Paulo. Fernando. Obrigado, Samuel Santos, em Ribeirão Preto.

Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte. O Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho que, de fato, somos gigante. Chega de se ver, pequenininho. Bora botar o Brasil no telão.

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