Após prisão, Henrique Vorcaro é levado para sede da PF em Belo Horizonte
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- Prisão de Henrique VorcaroHenrique Vorcaro · Polícia Federal · Belo Horizonte · Nova Lima · Banco Master · Multipar
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- Defesa de Henrique VorcaroHenrique Vorcaro · Eduardo Pacelli · Operação da Polícia Federal
- Investigação Órgãos PúblicosBruno Correa Lemos · Polícia Federal · Mandados de busca e apreensão · Celular e notebook
Então nós vamos a Belo Horizonte com a Ana Nunes. Ana, onde está o Henrique Vorcaro?
Tudo bem, Sardenberg. Estamos aqui diretamente da sede da Polícia Federal em Belo Horizonte, na região do centro-sul da capital, onde o pai de Daniel Vorcaro está. Ele chegou há pouco aqui. A gente não tem informações se ele chegou em uma viatura ou em um carro disfarçado. A informação que temos é que ele chegou aqui na sede da Polícia Federal.
Ele foi preso nesta quinta-feira em um condomínio residencial de Nova Lima, cidade da região metropolitana de Belo Horizonte. Ele, que é pai de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, Henrique Vorcaro, segundo informações, ele era presidente da Multipar, empresa que, segundo a Coaf, movimentou um bilhão de reais.
entre 2020 e 2025, exclusivamente em contas ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro. A expectativa, então, é de que após ter chegado aqui, ele seja ouvido em breve pelos policiais federais na presença de um advogado.
Inclusive, esse advogado Sardenberg, que já se posicionou mais cedo, falando que a operação realizada hoje pela Polícia Federal foi baseada em fatos que ainda não tiveram sua legalidade comprovada no processo e que também ainda não foi demonstrada que ela tinha um motivo econômico legítimo.
Segundo a nota ainda desse advogado, o Eduardo Pacelli, essas informações ainda não foram solicitadas à defesa e nem a Henrique Vorcar.
A gente tem informação também de que esteve aqui na sede da Polícia Federal, na região centro-sul da capital, Sardenberg, o advogado Bruno Correa Lemos, ele que representa os dois servidores investigados na operação realizada hoje, uma delegada e um agente público aposentado. Na casa deles, a Polícia Federal cumpriu nesta manhã mandados de busca e apreensão e conseguiram prender. Aprender, na verdade.
um celular e um notebook. Segundo Bruno, ele afirmou que os servidores não tiveram acesso aos documentos da operação. Essa veiculação, que foi feito um acesso indevido a uma investigação e a divulgação de fatos dessa investigação para terceiros, ela não prospera porque não é possível um agente público que não esteja cadastrado em uma investigação sigilosa, tem acesso.
a essa investigação, retire dali informações sensíveis e passe a terceiros. A delegada, tanto o policial federal, eles não estão cadastrados nessa operação. Então eles não conseguem, com o token deles, a matrícula da Polícia Federal deles, obter informações desse inquérito e divulgar terceiros. E a gente está confiante que a Polícia Federal vai fazer um bom trabalho e isso tudo vai ser esclarecido mais rápido possível.
Segundo a Polícia Federal Sardenberg, a investigação apura a atuação dessa organização criminosa suspeita de praticar intimidação, coerção, obtenção de informações sigilosas e invasões a dispositivos informáticos. Os investigados podem responder por crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, invasão de dispositivos eletrônicos e violação de sigilo funcional.
Sardenberg. Muito obrigado. Essa foi a informação de Ana Nunes, de Belo Horizonte.