PF diz que governo Castro era 'extensão do Grupo Refit'; investigação aponta gestão como central para esquema
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Alexandre de Moraes
Cláudio Castro
Léo Santana
Pedro Bonnenberg
- Transição de governoCláudio Castro · Grupo Refit · Operação Sem Refino · Secretaria de Estado de Fazenda · Juliano Pascoal · Lei Ricardo Magro · Renan Saad · Palácio Guanabara · Ricardo Magro
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Volto ao Rio de Janeiro agora com o Pedro Bonnenberg, ele tem mais informações, mais detalhes sobre o caso do ex-governador Cláudio Castro. Pedro. Sarnenberg, a gente teve acesso à íntegra da decisão do ministro Alexandre de Moraes, e olha, a investigação da PF aponta que o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, do PL, teria sido peça central na estrutura de apoio institucional ao Grupo Refit, a antiga refinaria de Manguinhos, alvo dessa operação de hoje.
Segundo a representação enviada ao STF, a PF sustenta que a Secretaria de Estado de Fazenda, durante a gestão de Castro, virou uma extensão da estrutura empresarial do Grupo Refit, com ações voltadas a favorecer a empresa e dificultar a atuação de concorrentes aqui no Rio.
Os investigadores afirmam que o então secretário de Fazenda, Juliano Pascoal, teria sido nomeado por Cláudio Castro por alinhamento de interesses com a Refit. A PF aponta diálogos e troca de mensagens entre integrantes do esquema e integrantes da cúpula da Fazenda.
Olha, um dos trechos da decisão, o ministro diz o seguinte, aí a decisão ela se baseia na Polícia Federal, ela abre o aspas aqui, que a investigação é um retrato da cooptação integral do estado do Rio de Janeiro pela Refite. Um dos pontos centrais da investigação envolve a criação de um programa especial de parcelamento tributário sancionado durante o governo de Castro, uma lei que ficou conhecida como Lei Ricardo Magro, em referência ao controlador da Refite.
Para os investigadores, as condições de refinanciamento tributário se amoldavam perfeitamente aos interesses do conglomerado. A Polícia Federal destaca ainda que a legislação foi publicada apenas um mês após a interdição da refinaria pela Agência Nacional do Petróleo e Gás.
Outro trecho da investigação aponta que o então Procurador-Geral do Estado, Renan Saad, teria atuado juridicamente para defender a retomada das operações da refite. As investigações também citam a atuação do Palácio Guanabara em decisões ambientais.
Cláudio Castro teve o mandado de busca e apreensão cumprido pela PF hoje na casa dele. O celular foi apreendido, assim como um iPad, um tablet. A decisão também menciona que Ricardo Magro tinha uma estrutura de empresas, offshores, holdings e pessoas interpostas para ocultar o patrimônio, lavar dinheiro e esvaziar os bens da refite. Em nota, a defesa de Cláudio Castro diz que foi surpreendida pela operação de hoje e que ele colabora integralmente com essas apurações.
Muito obrigado, informação do Pedro Blandemberg. Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte, o Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho. Bora botar o Brasil no telão.
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Dili
Dili EX5 EMIMagalu