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Eduardo Bolsonaro nega ter atuado como produtor de filme financiado por Vorcaro

15 de maio de 20263min
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Deputado cassado afirma que usou recursos próprios em projeto de filme sobre Jair Bolsonaro e diz que reportagens tentam atingir Flávio Bolsonaro, citado em investigação sobre repasses ligados à produção.

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Participantes neste episódio2
C

Carol

HostApresentadora
L

Larissa Lopes

ReporterJornalista
Assuntos2
  • Eduardo LeiteEduardo Bolsonaro · Bolsonaro · Flávio Bolsonaro · Dark Horse · Banco Master · Intercept Brasil · Tribunal de Contas da União · Produção audiovisual · Captação de recursos
  • Esquenta Semana do MEIMEI · Gestão · Finanças · Marketing · Formalização · Sebrae
Transcrição11 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Empreender é aprender fazendo e nem sempre dá tempo de testar tudo. Por isso, vem aí o Esquenta Semana do MEI. Uma série de bate-papos com quem entende de gestão, finanças, marketing e formalização. Tudo explicado de um jeito simples, prático e pra você aplicar no mesmo dia. O conteúdo é gratuito e online, pra ouvir, entender e já sair fazendo. De 19 a 22 de maio. E aí MEI, bora resolver? Saiba mais em sebrae.com.br barra semana do MEI.

Ontem você deve se lembrar, a gente falou aqui no ponto final, que a Polícia Federal ia investigar se esses recursos enviados pelo Banco Master podem ter ajudado a financiar a permanência do deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. E o próprio senador Flávio Bolsonaro admitiu que parte desses recursos foi para um fundo nos Estados Unidos.

Fundo esse gerido por um dos advogados de Eduardo Bolsonaro. Hoje, o site Intercept Brasil publicou novas revelações a respeito das relações de Eduardo Bolsonaro com a produção do filme. A Larissa Lopes tem as informações para nós e o próprio Eduardo já se manifestou, né Larissa? Boa tarde. Já sim, Carol. Ele acabou de publicar um vídeo aqui negando que tenha recebido dinheiro de Vurcaro.

e afirmou que dinheiro não passou pelo fundo em que ele estaria gerindo. E isso em resposta, Carol, à nova publicação do Intercept Brasil, que diz que Eduardo Bolsonaro tinha poder sobre o dinheiro do Dark Horse, que é aquele filme produzido contando a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, pai de Eduardo e também do pré-candidato à presidência, Clávio Bolsonaro.

A matéria diz que o deputado federal Cassado, ele atuou como produtor executivo do filme biográfico de Jair Bolsonaro, com responsabilidade e poder sobre a gestão financeira do projeto, segundo um contrato assinado por ele e diálogos obtidos com exclusividade pelo site. Os registros contradizem, Carol, afirmações feitas pelo próprio Eduardo anteriormente. Ontem mesmo, ele falando em uma publicação no Instagram,

sobre a relação dele com o filme e coloca um deputado federal cassado como peça-chave com poder na tomada de decisões, inclusive financeiras, sobre o filme que conta a história do pai. O site também diz que contratos mostram que Eduardo omitiu a conexão dele com a busca de dinheiro para financiar o filme, ao dizer no post do Instagram que apenas cedeu seus direitos de imagem e não exerceu qualquer cargo de gestão no Dark Horse.

Essa versão, inclusive, sobre ele ter cedido direitos de imagem foi reforçada por Carlos Bolsonaro no vídeo que foi publicado agora pouco pelo próprio ex-deputado. E uma última informação, Carol, é que o procurador...

do Ministério Público de Contas, Lucas Fustado, ele já apresentou uma representação ao Tribunal de Contas da União para apurar irregularidades no filme. Essa representação diz que com o propósito de que o tribunal, no cumprimento de suas competências...

de natureza contábil, financeira ou orçamentária, decida pela adoção das providências necessárias para apurar os indícios de irregularidade vinculados à captação de recursos para a produção audiovisual Dark Horse, associada ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte, o Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho. Bora botar o Brasil no telão.

Ouviu? E mais, em qualquer compra a partir de R$ 199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia, até a nossa estreia.

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