Castro rebate operação da PF e diz que encontro em NY, patrocinado pela Refit, teve presença de ex-presidente do STF
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Vamos girar nossa reportagem chamando o Rio de Janeiro com Pedro Bonnenberger, que tem informações a respeito do ex-governador do Rio, Cláudio Castro, que foi alvo de uma operação da Polícia Federal ontem no Rio de Janeiro. Já se manifestou também a respeito dessa operação. O Pedro Bonnenberger tem os detalhes. Bom dia para você, Pedro.
Oi, Marcela, bom dia a você, quem nos acompanha, e ele se manifestou agora através de um vídeo, de um vídeo, perdão, nas redes sociais na noite de ontem, para rebater as acusações da operação sem refino da Polícia Federal. Na gravação publicada no Instagram, o Castro negou irregularidades, afirmou que sempre atuou com lisura.
e disse que o estado do Rio de Janeiro foi o único do país a conseguir cobrar parte da dívida bilionária da Refit, a antiga refinaria de Manguinhos. Segundo o governador, a operação apresenta ilações irresponsáveis e fatos absurdos. Castro afirmou que vai apresentar, por meio da defesa, um memorial ao Supremo para contestar os pontos levantados pela Polícia Federal.
No vídeo, o governador questionou a tese de que teria beneficiado o grupo refitio. Ele destacou que a empresa é uma das maiores devedoras do país, mas afirmou que a gestão dele conseguiu garantir um acordo que já devolveu mais de um bilhão de reais aos cofres do Estado.
Sobre a empresa alvo da operação de hoje, todos sabem que é uma das maiores devedoras do país e possui passivos com praticamente todos os estados e com a União. Mas adivinhem só, qual é o único estado que conseguiu cobrar impostos devidos por essa empresa? O estado do Rio de Janeiro. E isso só foi possível graças a um grande esforço nosso para cobrar essa dívida. Conseguimos garantir um acordo que já devolveu mais de um bilhão de reais aos cofres públicos.
A investigação da PF, Marcela, aponta que o Cláudio Castro mantinha proximidade com o empresário Ricardo Andrade Magro, o controlador da Refit, e teria atuado politicamente para favorecer os interesses desse grupo. Um dos episódios citados pelos investigadores foi a participação do então governador num evento em Nova Iorque patrocinado pela empresa investigada.
Na defesa divulgada nesta sexta-feira, Cláudio Castro afirmou que participou de um fórum promovido por uma revista e negou qualquer relação com os patrocinadores privados do evento. O governador também afirmou que diversas autoridades brasileiras participaram desse encontro, incluindo o ex-presidente e ex-ministro do Supremo, Luiz Roberto Barroso. Vemos que também fazem menção a um encontro meu com o dono da empresa nos Estados Unidos.
absurdo. Eu participei de um fórum promovido pela principal revista semanal do país, a Veja, o que tem a ver com o patrocinador privado de um evento promovido por uma revista. Além disso, eu não era a única autoridade brasileira convidada para o evento. Comigo, estavam nesse evento diversas autoridades do Legislativo e do Judiciário Brasileiro, e pasmem,
Sabe quem abriu o evento sublinhado como algo criminoso pela autoridade policial? Nada mais, nada menos que o presidente do Supremo Tribunal Federal à época, ministro Luiz Roberto Barroso.
Bom, a investigação da APF apontava essa viagem a Nova Iorque. Nós procuramos o ministro do Supremo, através do STF, aguardamos uma posição. Essa operação, Marcela, também apura a criação de um programa especial de parcelamento tributário sancionado pelo Cláudio Castro em 2023. A APF afirma que o mecanismo ficou conhecido como Lei Ricardo Magro e poderia favorecer a refinaria. No vídeo, o governador negou que a legislação tenha sido criada para beneficiar a empresa.
A Operação Sem Refino investiga um suposto esquema bilionário de favorecimento da refite, envolvendo integrantes do alto escalão do governo do Estado, além de policiais e agentes públicos. Ontem, a PF apreendeu cerca de R$ 1,6 milhão em dinheiro vivo na casa dos investigados, armas e carros de luxo. Também foram recolhidos um celular e um tablet que estavam com Cláudio Castro, que serão periciados.
O empresário Ricardo Magro teve o nome incluído na difusão vermelha da Interpol por determinação do ministro Alexandre de Moraes. Magro está foragido, ele está fora do Brasil desde 2018.
Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte. O Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho. Bora botar o Brasil no telão. Ouviu? E mais, em qualquer compra a partir de R$199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia até a nossa estreia.
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