Flávio Bolsonaro sobe o tom contra governo e STF: 'quem tinha que estar preso está comandando o Brasil'
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- Reações políticas à cobrança de Flávio BolsonaroQuem tinha que estar preso está comandando o Brasil · Aparelhamento da Polícia Federal · Escândalo de descontos indevidos no INSS · Governo corrupto e perseguição a adversários · Defesa do legado de Jair Bolsonaro
- Aliancas e Coligacoes PoliticasPré-candidatura ao Senado por São Paulo · Ciro Nogueira · Investigação da Polícia Federal no caso Master · Acordo político com o Progressistas · Eduardo Bolsonaro
- Relações entre Crime Organizado e Poder PúblicoPromessa de enquadrar facções como organizações terroristas · PCC · Comando Vermelho
- Candidatura Flávio BolsonaroDisposição para a campanha presidencial fortalecida por crises · Não recuo diante de pressões políticas · Método Bukele · Nayib Bukele
- Fiscalização de MedicamentosCobrança por liberação de medicamento de alto custo · Distrofia muscular de Duchenne · Comparação de gastos públicos com demora na liberação
- Ausências notáveis em eventosProblemas de saúde (sem voz, febre, sintomas gripais) · Tarcísio de Freitas
Bruna, boa tarde pra você. Oi, Nadege, boa tarde pra você, pra todos que nos acompanham. O senador e pré-candidato à presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, afirmou agora há pouco, aqui em Sorocaba, no interior de São Paulo, que quem tinha que estar preso está comandando o Brasil. E voltou a subir o tom contra o governo federal e o Supremo Tribunal Federal.
durante o evento de apoio à pré-candidatura de Guilherme Derriti do PP ao Senado por São Paulo. No discurso, Flávio também acusou o governo do presidente Lula de ter aparelhado a Polícia Federal e citou o escândalo de descontos indevidos no INSS ao atacar o Palácio do Planalto. A gente tem o trechinho.
que esses canadas continuem governando o nosso país. O governo corrupto, o governo que persegue adversários políticos, vocês acabaram de ver. Eles aparelharam até a Polícia Federal, trocaram o delegado que quebrou o sigilo do Lulinha e recebeu.
Tem que devolver o dinheiro roubado aos aposentados do TVS.
A fala de Flávio Bolsonaro na Dédia seguiu a mesma linha adotada pelo senador no evento de ontem. Ontem aconteceu também a pré-candidatura, o lançamento da pré-candidatura de Guilherme Derritte, só que em Campinas. Foi um evento também marcado por críticas ao governo federal, por ataques ao Supremo e defesa do legado do ex-presidente Jair Bolsonaro. Foi quase que...
Ctrl-C, Ctrl-V, viu, de um evento para o outro, tanto nos discursos quanto nas autoridades ali que estavam presentes. Durante a cerimônia de hoje, Flávio também criticou a Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Ele ouviu alguns relatos ali de apoiadoras, de mães que cobraram a liberação de um medicamento específico de alto custo.
para os filhos, para crianças que têm distrofia muscular de Duchenne. E depois dessas falas, foram duas mães, o senador pediu que a agência acelere a autorização do tratamento e voltou a atacar o governo federal ao comparar os gastos públicos com a demora na liberação da medicação.
Flávio ainda nesse discurso associou o governo Lula ao avanço da criminalidade e prometeu enquadrar facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas caso seja eleito presidente.
O senador voltou a repetir que não vai recuar diante das pressões políticas e disse que as recentes crises envolvendo o seu nome fortaleceram a disposição para a campanha presidencial. No discurso de ontem, na Dédia...
Flávio foi um pouquinho mais enfático nessa questão do Master. Também falou que não vai recuar, que ficaria um pouco mais disposto, mas falou mais sobre o assunto. Hoje foi uma fala um pouco mais limitada. Havia, nesses dois dias, a expectativa de atendimento à imprensa.
De Flávio Bolsonaro, ontem não aconteceu esse atendimento, de acordo com a organização ali do evento, com a equipe do Flávio, foi por conta de um atraso ali, o evento acabou demorando mais do que o previsto para começar e terminou já num horário apertado, eles teriam outro evento depois. Hoje, a mesma coisa, no início do evento haveria essa expectativa de atendimento à imprensa.
Mas Flávio deixou o local sem conversar com os jornalistas e inclusive não está mais aqui na região de Sorocaba. De acordo com a comunicação do pré-candidato, ele já seguiu para Brasília. Foi um evento que reuniu diversos aliados. O segundo pré-candidato ao Senado, o presidente da LESP, André do Prado, também estava...
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do Republicanos, foi citado por Flávio durante o discurso e durante as outras homenagens, mas não participou à cerimônia em Sorocaba. Tarcísio está sem voz, com problemas ali na garganta, amanheceu com febre.
com sintomas gripais e por conta disso não fez essa viagem, não esteve aqui em Sorocaba, mas foi lembrado tanto por Guilherme Derrite quanto por Flávio Bolsonaro. Nesse evento, na Dédia, foram exibidos alguns vídeos também gravados pelos irmãos de Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro. Esses vídeos também foram exibidos ontem, no evento de ontem.
O teor é um pouco diferente, mas foi o mesmo mecanismo. Os dois também apareceram nesses dois eventos. Eduardo Bolsonaro, que está em alto exílio nos Estados Unidos, diz que a candidatura de The Hit é uma peça fundamental para o Flávio implementar no Brasil o método Bukele. Ele fez referência ao presidente de El Salvador, Naíbe Bukele.
Numa entrevista que aconteceu logo depois do evento, só com Guilherme de Ritchie, ele defendeu que o Brasil adote medidas semelhantes às de El Salvador na política de segurança pública e aí são políticas que defendem, por exemplo, ampliação de vagas em presídios e o endurecimento no combate às facções criminosas. Por fim, nessa coletiva de Guilherme de Ritchie, ele foi questionado E aí
sobre o fato do presidente nacional do Progressistas, o Ciro Nogueira, ter sido alvo de investigação da Polícia Federal no caso Master. Derriti é candidato pelo Progressistas, pelo partido do Ciro Nogueira. Ele respondeu que não vê constrangimento público nessa situação, diz que responde pelos próprios atos.
e diz que não faz pré-julgamentos antes do direito da defesa dos investigados. Ressaltou também, por fim, que a sua volta ao Progressistas ocorreu dentro de um acordo político que previa a primeira vaga no Senado para Eduardo Bolsonaro, a segunda dele, tudo com o apoio do ex-presidente, de Flávio e de Tarcísio de Freitas. Nadedja. Obrigada, Bruna Barbosa.