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Caso Henry Borel: PGR pede ao STF volta de Monique Medeiros à prisão

16 de abril de 20262min
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A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que Monique Medeiros volte para a prisão. O parecer foi enviado ao ministro Gilmar Mendes, que agora vai decidir se mantém a liberdade dela ou se determina um novo recolhimento. A manifestação da PGR trata do caso de Henry Borel, o menino de quatro anos que morreu em 2021 com sinais de agressão em um apartamento na Barra da Tijuca. Filho de Monique, ela era namorada do ex-vereador Jairinho; os dois respondem por homicídio e outros crimes.

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Milton

HostJornalista
Assuntos1
  • Relação STF-PGRMonique Medeiros · Gilmar Mendes · Caso Henry Borel
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Vamos para o Rio de Janeiro, Gabriel Freitas, sua informação, bom dia. Oi Milton, bom dia a você e a Marcela. Olha, a Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal que Monique Medeiros volte para a prisão. O parecer foi enviado ao ministro Gilmar Mendes, que agora vai decidir se mantém a liberdade dela ou se determina um novo recolhimento. A manifestação da PGR trata do caso do Henrique Borel, né, o menino de quatro anos que morreu em 2021, com sinais de agressão em um apartamento na Barra da Tijuca, filho de Monique.

Ela que era namorada do ex-vereador Jairinho, os dois respondem por homicídio e outros crimes. Monique foi solta depois do adiamento do júri em março e naquela ocasião, a defesa de Jairinho abandonou o plenário do tribunal do júri que impediu a continuidade da sessão.

Com isso, a juíza Elizabeth Machado Louro remarcou o julgamento para o dia 25 de maio e entendeu que manter Monique presa poderia configurar excesso de prazo. Agora, a Procuradoria diz que essa soltura foi indevida. E, no parecer, o Subprocurador-Geral da República, Antônio Edírio Magalhães Teixeira,

afirma que a decisão contrariou os entendimentos anteriores do próprio Supremo sobre o caso. A PGR também está sustentando que não houve demora injustificada, já que o adiamento do julgamento aconteceu por causa de uma ação da própria defesa. O órgão está argumentando ainda, Milton, que a análise do prazo não pode levar em conta só a passagem do tempo, mas também a complexidade do processo e o comportamento das partes.

Para a Procuradoria, atrasos provocados pela estratégia da defesa não podem servir de base para justificar a liberdade da ré. Nesse documento, a PGR também cita riscos para o andamento do processo, como a possibilidade de coação de testemunhas e também o descumprimento de medidas cautelares em ocasiões anteriores. Com isso, pediu que a prisão preventiva seja reestabelecida e Gilmar Mendes, ministro do STF, pode se manifestar a qualquer momento.

Muito obrigado. As informações do Rio de Janeiro foram do Gabriel Freitas.

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