Vice-presidente dos EUA afirma que negociações com o Irã foram encerradas sem acordo
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Ana Paula Jaume
- Negociações EUA-Irã encerradasJ.D. Vance · armas nucleares · guerra no Oriente Médio · recusa do Irã · desbloqueio de recursos iranianos
- Consequências econômicas das guerrasUrian Fancelli · perdas da guerra · governo dos EUA
- Escalação LíbanoIsrael · bombardeios no Líbano
- Eleições PeruKeiko Fujimori · candidatos à presidência
- Crise Política na HungriaViktor Orban · eleições parlamentares
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Olá, muito bom dia. Seja muito bem-vindo. Muito bem-vindo ao Jornal da CBN desse domingo, 12 de abril de 2026. Vamos às principais notícias do dia. O vice-presidente dos Estados Unidos, J.D. Vance, afirmou que as negociações entre Estados Unidos e Irã foram encerradas nesta madrugada sem um acordo. Segundo ele, o resultado vem após a recusa do Irã em aceitar os termos americanos de não desenvolver uma arma nuclear. As negociações para encerrar a guerra no Oriente Médio duraram 21 horas.
e ocorreram no Paquistão. Vence afirmou a jornalistas que Washington precisa de um compromisso claro de que o Irã não buscará desenvolver uma arma nuclear, nem os meios que permitiriam obtê-la rapidamente. O discurso durou pouco mais de três minutos. Vence agradeceu e se retirou sem responder a mais perguntas. Logo após a fala, foi informado que ele deixou o Paquistão. Ontem mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que, para ele, não faria diferença se um acordo fosse alcançado com o Irã.
Trump ainda repetiu declarações anteriores de que o país teria eliminado a Força Aérea, a Marinha e a liderança do Irã. Na negociação, a delegação americana foi liderada pelo vice-presidente J.D. Vance, ao lado do enviado especial da Casa Branca, Steve Whitcoff, e do genro de Donald Trump, Jared Kushner. Do lado iraniano, participaram o presidente do parlamento, Mohamed Bakr Kalibaf, e o ministro de Relações Exteriores, Abbas Arati.
Urian Fancelli, analista de política internacional, disse em entrevista à CBN que a continuidade da guerra não é interessante para nenhum dos países. Tanto para o governo norte-americano, porque eles têm entendido o custo disso, inclusive o Donald Trump parece ter entendido que ele não é que ele deveria ter saído dessa guerra agora, que ele nunca deveria ter entrado, porque ele não conseguiu basicamente nenhum daqueles objetivos que ele estava buscando em primeiro lugar, objetivos que mudavam o tempo inteiro.
Mesmo que o Irã tenha organizado o Estado de maneira que as instituições continuem funcionando, o especialista analisa que as perdas resultantes da guerra são relevantes. Essas perdas são relevantes e é muito difícil para um regime governar um Estado com uma infraestrutura já bastante destruída.
Um dos principais pontos das negociações é o desbloqueio de recursos iranianos. Fontes próximas da delegação de Teheran afirmam que a participação nas negociações só aconteceu depois de uma decisão americana de liberar os ativos congelados. A medida era uma das principais exigências do Irã, mas os Estados Unidos não confirmaram oficialmente.
Outro ponto central é o Estrito de Hormuz, que segue com restrições mesmo após o cessar fogo. O terceiro ponto crítico das negociações é o Líbano, que segue sendo atacado por Israel mesmo após o cessar fogo. Ontem, novos bombardeios deixaram pelo menos oito mortos no sul do país. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que continuará atacando o Irã e seus aliados.
Seis horas e cinco minutos, os astronautas da missão Artemis II falaram ontem pela primeira vez depois de retornarem da viagem de dez dias ao redor da Lua. A equipe, que estabeleceu um recorde de distância da Terra durante o sobrevoo lunar, foi formada pelos astronautas Reed Wiseman, Christina Koch, Jeremy Hansen e Victor Glover.
Depois de uma reentrada em alta velocidade e com temperaturas próximas a 3 mil graus Celsius, os astronautas pousaram no Oceano Pacífico por volta das 9 horas da noite de sexta-feira, no horário de Brasília. Após avaliações médicas, a NASA confirmou que os quatro astronautas da missão Artemis II estão em bom estado de saúde. Eles foram aplaudidos de pé na sede da NASA em Houston, no evento de sábado. O diretor da NASA disse que missões como essa vêm com riscos.
algo que a equipe aceitou em nome do coletivo. Em seguida, o comandante da missão, Reed Wiseman, riu e disse que não sabia o que dizer. Um dia antes, eles estavam vendo a terra pela janela da cápsula, mas agora já estavam em casa. Para os companheiros, ele disse palavras de carinho e afirmou que estarão ligados para sempre. Estamos ligados para sempre. Ninguém aqui embaixo vai saber o que passamos. Foi a coisa mais especial da minha vida.
Já a astronauta Christine Koch compartilhou que só sentiu o fim da missão quando passou pelo exame médico da volta e foi abraçada pela enfermeira. Ela disse que aprendeu no espaço que uma tripulação compartilha as mesmas preocupações e necessidades com responsabilidade mútua. A Terra é um bote salva-vidas pairando no universo. Foi isso que aprendi. Terra, nós somos uma tripulação. Você é uma equipa.
A Agência Espacial Americana agora já pensa nas missões futuras. Outros planetas serão explorados, como explicou Maria Cecília Pereira, professora de Engenharia Aeroespacial da Universidade Federal de Minas Gerais. Aí, a partir das outras, vai ter tripulação, compouso. Então, a ideia é sempre dar um passo a mais. A ideia é sempre explorar esses corpos, conhecer mais.
e eventualmente ir para outros planetas. Então, sim, a ideia é ir para outros planetas. Marte é um planeta que está bastante visado pelos cientistas da tecnologia espacial. A viagem marca a primeira vez que humanos deixam a órbita da Terra desde 1972, quando ocorreu a missão Apolo 17.
16h08, o presidente Lula perdeu vantagem na nova pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha. No levantamento, o petista empatou com Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema em eventual segundo turno. Pela primeira vez, Lula foi ultrapassado numericamente por Flávio, que atingiu 46%. Pela segunda vez, Lula foi ultrapassado numericamente por Flávio Bolsonaro, Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro Bolsonaro
contra 45% do petista. Essa é a primeira pesquisa feita depois que o PSD escolheu Ronaldo Caiado como pré-candidato à presidência. Na pesquisa anterior, feita no começo de março, Caiado perdia para Lula por 46% a 36%. Agora a diferença diminuiu para 8 pontos. Entre os rivais de Lula num segundo turno, Caiado foi quem ganhou mais fôlego desde o levantamento anterior. A pesquisa mostra ainda que 48% dos entrevistados dizem que não votariam em Lula de forma alguma para quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro quatro
enquanto 46% rejeitam Flávio Bolsonaro. Segundo a pesquisa Datafolha, todos os resultados configuram empates dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos no levantamento, que ouviu mais de 2 mil eleitores em 137 cidades entre os dias 7 e 9 de abril.
O governo federal anunciou que pretende incluir no pacote de medidas contra o endividamento os estudantes que estão com pagamentos atrasados no FIES, o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior. Dados do Ministério da Educação, de outubro de 2025, mostram que 160 mil estudantes estão com parcelas em atraso no FIES.
o que representa quase 2 bilhões de reais em saldo devedor. O anúncio foi feito pelo presidente Lula, que afirmou que a medida está em estudo e pode ser lançada pelo governo nos próximos dias.
E agora não estamos com problema, viu, meu ministro, porque está aumentando o endividamento dos meninos do CIEF. E nós vamos ter que colocar eles também na nossa negociação de endividamento, porque a gente não pode tirar o sonho de um jovem que está devendo o seu curso universitário, porque ele está devendo.
O Palácio do Planalto está discutindo ainda o lançamento de novas linhas de crédito e financiamento com juros abaixo do mercado para motoristas de aplicativo, taxistas e caminhoneiros renovarem a frota. O estudo pretende analisar formas de conter o endividamento desses públicos, sem restringir o acesso a novos bens. Porém, tais medidas preocupam o Ministério da Fazenda e especialistas do ramo econômico.
Segundo interlocutores, a equipe econômica quer frear novas frentes de incentivos, considerando que o foco da pasta está em viabilizar as medidas de redução do endividamento das famílias. O economista César Bergo avalia que essas medidas são paliativas e arriscadas.
Parece um contrassenso você trabalhar na questão do endividamento, tentando solucionar esses casos pontuais, e com comitante você oferecer mais crédito. Então é incoerente, o histórico mostra que é uma política bastante arriscada com relação à possibilidade de você aumentar mais o endividamento, sobretudo em um segmento muito importante, que é os motoristas, os transportadores. De qualquer forma, me parece que o governo está fazendo uma caça.
a essas situações para tomar uma solução paliativa, que não resolve o problema, não é estrutural e vai simplesmente postergar o problema para depois da eleição.
Outra aposta está na liberação de cerca de R$ 7 bilhões retidos pela Caixa Econômica Federal, a mais do dinheiro do FGTS, como garantia de antecipação do saque aniversário. A Fazenda e o Ministério do Trabalho ainda estudam a liberação de até R$ 10 bilhões para quitação de dívidas altas ou impagáveis.
Falando agora de eleição no Peru, os peruanos vão às urnas hoje na esperança de romper com o ciclo de turbulência política marcado por escândalos de corrupção, aumento de criminalidade e frustração dos eleitores. Cerca de 27 milhões de peruanos estão aptos a votar em um novo presidente e nos integrantes de um congresso bicameral recentemente restabelecido.
Com recordes de 35 candidatos na disputa, pesquisas sugerem que a candidata de direita Keiko Fujimori tem uma pequena vantagem. Ela é seguida de perto por outros três concorrentes, incluindo dois ex-prefeitos de Lima, o ultraconservador Rafael Lopes Aliaga e o empresário de mídia Ricardo Belmond, além do outsider político Carlos Álvares, um ex-comediante. Nenhum dos candidatos tem mais de 15% nas pesquisas de intenção de voto.
o que torna quase certo um segundo turno em junho, segundo os analistas. Tem eleição na Hungria também. Os eleitores da Hungria vão às urnas hoje para renovar o parlamento em eleição considerada decisiva para a Europa. As urnas abriram às 6 horas da manhã, no horário local, e o fechamento está previsto para às 7 da noite, 2 da tarde, no horário de Brasília. Pesquisas indicam que o atual primeiro-ministro Viktor Orban pode deixar o governo depois de 16 anos.
Apesar de ter vencido as quatro últimas eleições parlamentares com ampla vantagem, Orbán perdeu força interna com a economia estagnada e o enriquecimento da elite ligada ao governo. O favorito da oposição é Peter Maggiar, que prometeu romper com o atual modelo de governo. Ele lidera o partido de centro-direita, respeito e liberdade. No poder, Orbán tomou medidas tidas como autoritárias pelo parlamento europeu, que hoje não considera a Hungria uma democracia plena.
O atual primeiro-ministro é aliado de Vladimir Putin, presidente russo, e próximo a Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. Na 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, Atlético Paranaense e Chapecoense duelam às 11 horas.
À tarde, às 4h, Botafogo e Coritiba se encontram no Newton Santos. A agenda de hoje também tem o clássico entre Flamengo e Fluminense, às 6h, no Maracanã. Às 6h30, Cruzeiro e Bragantino se enfrentam. Para fechar a noite, Corinthians e Palmeiras duelam no clássico paulista na Neoquímica Arena, às 6h30. Ontem, o Vitória ganhou de 2x0 do São Paulo. Já o Bahia venceu do Mirassol por 2x1.
O duelo entre Remo e Vasco acabou em empate em 1x1. Outro empate foi entre Internacional e Grêmio, que terminou sem gols. Com Neymar em campo, o Santos ganhou do Atlético Mineiro por 1x0. Essas e outras notícias você acompanha a partir de agora aqui no Jornal da CBN.