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Candidatos que estão no poder executivo tem até este sábado (4) para sair do cargo

04 de abril de 20263min
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A legislação eleitoral determina a saída temporária ou definitiva da função seis meses antes do primeiro turno que, neste ano, ocorre no dia 4 de outubro. O objetivo é impedir o uso posto para obter vantagem sobre os concorrentes.

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Desirê Miranda

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  • Desincompatibilização de cargoslegislação eleitoral · candidatos · Poder Executivo · Flávio Roscoe · FIEMG · Rodrigo Pacheco · PSB · Conselhos de Lula · Palácio Tiradentes · Matheus Simões · Alexandre Calil · Gabriel Azevedo · Cleitinho
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Em Belo Horizonte, a Desirê Miranda traz destaque para a gente. Desirê, boa tarde. Ei, Petra, boa tarde para você e para os ouvintes. Termina hoje o prazo para que ocupantes de cargos no Poder Executivo, de entidades e organizações sociais se desincompatibilizem para concorrer nas eleições deste ano.

A legislação estabelece que um pré-candidato deve se afastar de forma temporária ou definitiva do cargo ou da função que ocupa para concorrer a uma vaga com no mínimo seis meses de antecedência das eleições, lembrando que o primeiro turno em 2026 ocorre no dia 4 de outubro. O objetivo da exigência da desincompatibilização é evitar que candidatos utilizem estrutura e recursos públicos para obter algum tipo de vantagem eleitoral diante dos concorrentes.

Em Minas Gerais, nesta semana, o empresário Flávio Roscoe deixou a presidência da FIEMG, a Federação das Indústrias do Estado, para se filiar ao PL. Ele deve concorrer ao governo de Minas ou fazer alguma composição com outros partidos como vice. Em entrevista coletiva, Roscoe disse que se eleito pretende fazer uma gestão inovadora e afirmou que não acredita que o poder público seja a solução para os problemas da sociedade.

E eu tenho consciência que o governo não vai resolver nada. Então, como é que é que eu vou defender uma proposta que o governo é a solução do problema? Quando, na verdade, o governo hoje está no centro do problema. Porque o governo não é ciente, o governo não presta um serviço público de qualidade. E eu não estou fazendo julgamento de governo A, B ou C. É realidade. Nós temos o Brasil, um país de nível desenvolvimento médio, com impostos de primeiro mundo e com serviços de terceiro mundo, públicos.

Além de Roscoe, outra movimentação política importante ocorreu nos últimos dias. O senador Rodrigo Pacheco deixou o PSD de Gilberto Kassab e se filiou ao PSB do vice-presidente Geraldo Alckmin. Pacheco é o favorito do presidente Lula para disputar o governo de Minas pelo campo progressista, mas ainda resiste a anunciar a candidatura.

Durante o evento de filiação, o senador afirmou que o partido deve oferecer uma alternativa para a gestão atual, mas que os nomes só serão definidos na convenção partidária prevista para ocorrer entre os meses de julho e agosto. Um caminho diferente do atual, um caminho que seja de progresso, de desenvolvimento, de reconstrução, de valorização de servidores, de busca de rompimento dessa lógica do sucateamento da máquina pública, como existe hoje no estado de Minas Gerais. Esse compromisso...

O PSB tem a obrigação de ter. E nós, enquanto agentes políticos, também temos essa obrigação de ter. As definições em relação às eleições virão ao longo dos próximos tempos, até o momento da convenção em que nós teremos, então, as definições propriamente ditas em relação a cada uma dessas posições.

Minas Gerais também tem outros quatro pré-candidatos a disputa ao Palácio Tiradentes definidos. Governador Matheus Simões, do PSD, vai tentar a reeleição. Pelo PDT, o escolhido é o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Calil. Pelo MDB, o ex-presidente da Câmara Municipal de BH, Gabriel Azevedo. E pelo Republicanos, o senador Cleitinho. Pétria.

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