China, Rússia e França se opõe ao uso de força para reabrir Ormuz e geram dúvida sobre aprovação de texto na ONU
Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Cássio
- Conflito Irã-EUAEstreito de Ormuz · China · Rússia · França · Bahrein · Irã · Estados Unidos · Reino Unido · Oman · Donald Trump e a NASA
- Votação no Conselho de Segurança da ONUresolução · votação
- Terrorismo de estado iraniano e proxiesinfraestrutura energética
Agora nós temos atualização a respeito do conflito no Oriente Médio, também o Conselho de Segurança da ONU tratando da questão do Estreito de Hormuz. A Ana Luíza Bessa está acompanhando e tem as informações pra gente. Bom dia Ana Luíza.
Oi, Cássio. Um ótimo dia a você e ao nosso ouvinte. O Conselho de Segurança da ONU deve votar no próximo sábado, portanto amanhã, uma resolução proposta pelo Baren que permite o uso da força para proteger a navegação comercial no Estreito de Hormuz, segundo os diplomatas. No entanto, China, Rússia e França, que têm poder de veto, se opõem à autorização de qualquer uso da força na região, o que coloca em dúvida a aprovação do texto. Beleza?
Segundo o jornal norte-americano The New York Times, os três países frustraram os esforços dos estados árabes para obter aval do Conselho para uma ação militar contra o Irã, rejeitando qualquer sugestão que permita o uso da força para reabrir a rota marítima. Diplomatas disseram que o Bahrein...
Atual presidente do Conselho, finalizou um projeto de resolução que autorizaria todos os meios defensivos necessários para proteger a navegação comercial. O texto prevê a aplicação das medidas por pelo menos seis meses. E o ponto central da discordância é justamente esta medida, Cássia. Dois diplomatas afirmaram que a reunião dos 15 membros...
e a votação foram remarcadas para amanhã em vez de sexta-feira, que é feriado na ONU. A gente lembra que uma resolução do Conselho de Segurança precisa de ao menos nove votos favoráveis e não pode sofrer veto de nenhum dos cinco membros permanentes, que são eles...
Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China. O Irã anunciou que trabalha num protocolo para garantir o tráfego marítimo pelo Estreito de Hormuz, em conjunto com Oman. De acordo com o vice-ministro de Relações Exteriores, iraniano, o gerenciamento da circulação de embarcações seria aplicado assim que a guerra terminasse.
A reabertura, no entanto, não valeria para navios ligados aos Estados Unidos e a Israel. Segundo Teherã, a rota vai permanecer fechada ao longo prazo para esses países. O bloqueio do estreito, por onde passam cerca de 20% das exportações de petróleo no mundo, tem calçado...
preocupação internacional. Agora, no campo dos bombardeios, Cássia, o Ira voltou nesta sexta-feira a ameaçar atacar infraestrutura energética de países do Golfo Pérsico, caso tenha suas próprias usinas de energia bombardeadas pelos Estados Unidos, como foi prometido por Donald Trump.
O Kuwait afirma que uma usina de energia e água foi atingida em um ataque iraniano, causando danos. A gente segue acompanhando, aliás, a situação por lá, Cássia.