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Argentina que foi presa por racismo no Rio volta ao país e afirma que tratamento de argentinos não é bom

03 de abril de 20263min
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Ao desembarcar em Buenos Aires do voo que a trazia do Brasil, a advogada argentina Agostina Páez disse que se sentiu "desamparada" durante o período em que esteve no Brasil. Agostina ficou dois meses no Brasil sendo monitorada com tornozeleira eletrônica, já que respondia a processo por injúria racial na Justiça do Rio. Ela foi filmada fazendo gestos racistas, imitando um macaco, num bar em Ipanema no início deste ano.

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Participantes neste episódio1
C

Cássia

HostJornalista
Assuntos1
  • Retorno de Agostina Páezinjúria racial · tornozeleira eletrônica · processo judicial
Transcrição7 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Começa essa hora com a notícia que chega do Rio de Janeiro a respeito daquela Argentina, ré por injúria racial, ela retirou a tornozele eletrônica, voltou para Buenos Aires. Quem traz os detalhes para a gente é a Ana Paula Jaume. Ana Paula, bom dia!

Bom dia para você, Cássia. Ao desembarcar em Buenos Aires do voo que a trazia aqui do Brasil, a advogada argentina Agostina Paz disse que se sentiu desamparada durante o período em que ficou aqui no Brasil. Ela ficou dois meses no país sendo monitorada com tornozeleira eletrônica, já que respondia a um processo por injúria racista.

na Justiça do Rio de Janeiro. Ela foi filmada fazendo gestos racistas, imitando um macaco, num bar na Zona Sul do Rio de Janeiro, no começo desse ano. A advogada conversou com jornalistas e pediu para que os argentinos se informem sobre as leis do país e disse que o tratamento dado aos argentinos não é dos melhores.

Na internet, vários perfis brasileiros criticaram essa fala, dizendo que a Argentina não aprendeu nada. A volta dela ao seu país só aconteceu porque a tornozeleira foi retirada no dia anterior, depois de ela pagar uma fiança de R$ 97 mil estabelecida aqui pela justiça. Na chegada ao aeroporto, ela disse que estava ansiosa para chegar, classificou.

a sua volta e a Argentina como algo incrível depois de se tornar uma inimiga pública número um do Brasil. A Agostina Paz usava a tornozeleira desde 21 de janeiro, quando passou a responder ao processo por injúria racial no Brasil. Ela tinha começado a ser investigada depois de imitar um macaco na frente daquele bar em Ipanema, com gestos...

para os funcionários em fevereiro. A polícia aqui do Rio chegou a prender a estrangeira, mas o mandado de prisão foi revogado horas depois. Na segunda-feira, o juiz Luciano Barreto Silva, do Tribunal de Justiça do Rio, concedeu a Bascorpos à Argentina, criticou a manutenção das medidas cautelares.

pela primeira instância, mesmo com o avanço do processo. Essa decisão, então, obrigou a revisão dessas restrições impostas. O magistrado determinou ainda o pagamento de 60 salários mínimos, além da retirada da tornozeleira. No último dia 24, uma audiência de instrução e julgamento foi feita com a presença da Argentina e também das três pessoas que foram ofendidas por ela. Cássia.

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