Episódios de Podcast Para Tudo

#275 - Lendo comentários: o que faria se fosse milionário?

12 de junho de 202632min
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Lá no @‌podcastparatudo eu perguntei: qual seria a sua maior loucura se você fosse milionário? Hoje a vovó lê as melhores respostas e reage a cada uma delas. Também conto uma novidade no fim do episódio!
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👵🏼 Lorelay Fox é Drag Queen há quase 20 anos e, nesse loreverso, falamos sobre ETs, conselhos (ruins), dicas de maquiagem e assuntos cotidianos.
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Participantes neste episódio1
L

Lorelay Fox

HostDrag Queen
Assuntos7
  • Mentalidade MilionáriaAbrir uma ONG de bichinhos · Trocar guarda-roupa · Procedimentos estéticos · Viajar para ver o Titanic · Ter avião particular · Pular de bungee jumping · Financiar a esquerda · Comprar lojas de luxo
  • Saude e condicao fisicaCuidar de pai doente · Tendinite em publicitários/designers · Exercício como prioridade · Caos na vida pessoal devido a exercícios
  • Turismo em RoraimaPreferência por ficar em casa · Viajar a trabalho vs. lazer · Turismo de fantasia vs. realidade · Voo mais longo do mundo
  • Crítica à ostentação e ao consumoCadeira de massagem como sonho de rica · Comprar homens · Comprar amigos · Bancar pessoas · Dirigir mini trator como transporte · Carros gigantes com roda
  • O Papel da Arte e da CriaçãoReality show culinário · Corrida das Blogueiras · Financiar reality shows · Arquivo oculto no espaço · Show particular de artista · Ser artista e expor na POCOM
  • Mitos e Preconceitos do LuxoAceitação em lojas de luxo · Valor de marca vs. valor do objeto · Carro elétrico vs. Ferrari
  • Perigos da Era DigitalInteligências artificiais eliminando rastros · Carreira póstuma de celebridades · Perfis de pessoas mortas ativos
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Lorelay Fox:Olá, este é o podcast Para Tudo. Aqui é um lugar para todo mundo, para falar sobre tudo. Um lugar pra gente comentar aquilo que aconteceu na semana, pensamentos aleatórios, dicas interessantes ou não. E eu sou Lorelay Fox, então vem comigo. Olá pessoal, eu sou Lorelay Fox, esse daqui é mais um episódio do podcast Para Tudo. O podcast que eu estou gravando agora, 11:30 da noite, porque hoje já gravei 3 vídeos pro canal. Canal, mas falei sexta-feira, não pode faltar podcast. Podcast é uma delícia de gravar. Estou aqui já de banho tomado, não preciso estar maquiado, né? Só tô aqui para conversar com as ideias mirabolantes que passam pela minha cabeça. E talvez eu esteja mais lentinha. Mentira, gente, não tô lentinha não, porque tomei quase 10 litros de energético para gravar vídeo hoje, para conseguir render, né, meninas? Hoje eu tive que trabalhar bastante. Ontem teve live. Essa é a vida da blogueira. Primeira. Ai, que delícia, né, gente? Que delícia! Lembrando que a gente tem um Instagram do podcast, que é o Podcast Para Tudo no Instagram, é @podcastparatudo. E daí fizeram um post lá alguns dias atrás: qual é a coisa mais louca que você faria se fosse milionário? Só deixa eu ver quem tá falando comigo no WhatsApp. Ai, meu namorado! Pera aí, deixa eu responder. Marcos tá me contando que começou a assistir Rated Rivalry. Eu falei para que ele não ia gostar, né? Mas ele insistiu. Ele falou que tá achando tudo uma grande babaquice, tudo muito tonto. Mas, gente, é exatamente isso, né? Ou você tem essa visão ou você é completamente arrebatado. É, são dois extremos. Vi várias pessoas comentando comigo que começaram a assistir também porque eu participei lá do podcast da Tati Bernardi, ela me entrevistou, e ela também completamente obcecada pela série. A gente falou bastante sobre isso. Mas eu tenho a plena convicção de que— é que da segunda vez que a gente assiste, a gente que já assistiu a mesma série várias vezes, eu consigo ver várias camadas. Que tipo, uma vez que você sabe da história inteira, quando você assiste pela segunda vez, você repara em sinais e coisas que estavam lá desde o começo e você não tinha reparado. Daí a série ganha uma outra camada. E cada vez que você assiste, você vai pegando e entrando mais nisso, né? E também, enfim, eu falei que eu não ia comentar sobre Hit The Driver, mas vamos ver qual que é a experiência dele com isso, né? E que que eu queria fazer, gente? A gente, eu tava falando do, do arroba do podcast lá no Instagram, né? A gente postou um post. Por que que fala postar, né? Eu acho tão estranho isso. Na minha cabeça, publicar seria mais, publicar seria tornar público. Postar parece que a gente tá enviando alguma coisa, né? Postei, postei, postar uma carta, né, quando você envia uma carta. Enfim, publicar, eu acho que seria mais, faria mais sentido. Publicamos lá no Instagram do podcast falando assim: qual é a coisa mais louca que você faria se fosse milionário? Porque eu trouxe essa reflexão aqui, acho que no podcast anterior, alguma coisa assim, e achei interessante que várias pessoas responderam na mesma, na mesma no mesmo, na mesma publicação, não post. Enfim, eu vou ler aqui alguns comentários porque eu fiquei refletindo em cima deles. Vou começar aqui pelo comentário último, porque eu me senti um pouco ofendido. A Cecília fala assim: milionária? Dá para nada, gente. Meio milhão é um apartamento, a outra metade a mobília. Gente, mas estamos falando milionário, não é? Tem um milhão, quem tem um milhão não é milionário, gente. Desculpa. Você precisa ter vários milhões para ser milionário. Então, Cecília, já vamos começar, porque era isso que eu comentei naquele episódio. Tipo, se você tem assim uns 100 milhões na sua conta, 10, 20 milhões, 30 milhões, aí você é milionário e você vive dessa renda, você não precisa mais trabalhar. Ela fala assim, ó, 2 bilhões dá para começar a brincar. Não, gente, 2 bilhões você já é uma pessoa do mal. Você já é uma pessoa assim do mal, sabe? Não é legal ser bilionário, ter alguns milhões também. Eu sei que parece que é muita coisa 20 milhões, mas como ela mesma disse, não dá para nada 20 milhões, né? Qualquer casa da Mônica Alvarhauser lá, Mônica Poplawski, custa mais do que 30 milhões. Então dá nem para comprar uma casa de elite assim. Mas vamos ver. Eu abriria uma ONG de bichinhos, mas não precisa ser milionária para abrir ONG. Na verdade, é mais pobre que abrir ONG, né? Rico só abre ONG para bater imposto e tal, e ser filho da puta na internet, né? Na internet não, na vida real. Na verdade, é que eu pensei em alguns influenciadores que têm ONG de bichinhos, principalmente, que usam isso mais para ser uma desgraça na sociedade e querem matar o Elefante Sandro. Mas não vou citar nomes aqui. Eu abriria uma ONG de bichinhos para acolher todos os doguitos e gatitos de rua, ou pelo menos uma boa parte. Trocaria todo meu guarda-roupa e do meu marido, tipo, inteirinho. Mudaria "Meu DNA com plásticas e procedimentos." Será, gente? É que tem coisa que eu acho que mesmo se eu tivesse todo o dinheiro do mundo, eu não teria coragem, tá? Então, tem coisas que eu acho que eu não teria coragem de fazer, não importa o dinheiro. Por exemplo, algumas pessoas falariam: "Ah, eu iria pro espaço." Não sei, né? O tipo de coisa que alguém falaria aqui nos comentários. Mas quando você tem dinheiro infinito, você pode fazer coisas absurdas. Tipo as pessoas que entraram naquele submarino pra ver o Titanic. Óbvio que eu queria ver o Titanic! Óbvio, as ruínas assim. Inclusive, eu fico pensando, o Titanic tá tipo a 3.000 metros de profundidade, né? Será que... Como que você enxerga ele lá? Você precisa ter uma luz muito potente, né? Não dá nem pra você ver direito. E mesmo a cabine ali tinha umas janelinhas minúsculas pra você conseguir enxergar. Nem é uma experiência tipo legal. Será que vale a pena o risco mesmo assim? Pra mim, óbvio que não. Mesma coisa: "Ah, vou ser rico, eu vou ter meu próprio avião." "Desculpa, Anitta, não vou andar de jatinho, não vou tá andando de jatinho." Não tem essa coragem. Essa é a primeira coisa que rico faz que eu penso assim: "Gente, vocês não estão vendo os sinais de que todo avião, jatinho, tá caindo por aí? As pessoas tão morrendo com isso, de que é perigoso, de que é uma coisa que..." Mas também entra naquela coisa, pular de bungee jumping, né? Não precisa ser rico para fazer, mas acho que você tem que ser maluca da cabeça. Pular de bungee jumping ainda é o mais seguro, né? Mas quem pula, por exemplo, de paraquedas, gente, como as pessoas têm coragem, né, de se colocar nessa situação, mas também não tenho pena se der tudo errado. Você sabe onde você tá se enfiando, né? Não é como se você se colocasse dentro de uma situação bastante segura e alguma fatalidade acontecesse. Não, é o contrário. Você está se colocando dentro de uma das situações mais absurdas, que é você ser jogado a 10 mil pés de altura e quer que tudo dê certo. Amiga, vamos se ajudar para as coisas dar certo também na nossa vida, né? Enfim, próximo comentário aqui, Jess Famora. "iria botar dinheiro na esquerda pra ver se ajuda alguma coisa." É, acho que, acho não, né, eu tenho a plena convicção de que o fato da gente perder muito na política nacional é que ninguém consegue financiar as políticas de esquerda pra que a gente tenha mais relevância, tanto nas redes sociais quanto fomentando nossos políticos, né. A gente sabe que a direita coloca milhões, pessoas tipo, pessoas não, né, instituições tipo Brasil Paralelo foram as maiores anunciantes do Google, alimentam todos esses discursos e conspirações, na verdade, da direita brasileira. E a gente sai perdendo muito nisso, né? É que não é só botar dinheiro nesses políticos, precisa ter todo um jogo, né? Eles criam todo um jogo. O véio da van coloca dinheiro em campanhas do Bolsonaro e da puta que pariu porque ele vai ter uma série de benefícios muito sombrios depois, quando esses políticos forem eleitos, e vão estar eternamente de rabo preso ali, né? Na minha cabeça também era o que a gente precisava, ter empresas financiando o poder da política da esquerda, mas isso nunca vai acontecer porque isso vai meio— não vou dizer que vai contra os nossos ideais da esquerda, mas meio que sempre as grandes instituições vão ficar a favor das empresas, e quem tá a favor das empresas e não das pessoas é a direita. Mas eu sou meio burro para entender isso, mas eu acho que é assim. Shiva Baransky: Faria a linda mulher e iria com a roupa que tu agora nas melhores lojas para comprar o que eu quisesse sem ver preço, só que no caso eu pagaria e não o boy. Ai, Shiva, eu sinto dizer para você, mas dinheiro não compra tudo, tá? Não tem aí o caso clássico que a gente comentou daquela chata Mayra Cardi que não pôde comprar algumas coisas simplesmente porque ela não é o tipo de pessoa para quem aquela loja quer vender. Então tem loja nas quais você não ia poder entrar com essa roupa, ou se entrasse eles iam te tratar de uma maneira tipo assim, não iam te mostrar tudo que tem na loja. Isso acontece, as pessoas são maltratadas. Não tem um caso aí do meu amigo que foi maltratado numa loja que suspeitaram que talvez o que ele tivesse comprado era— ai, você sabe que está me ouvindo meu podcast, eu vou, não vou lembrar da fofoca. Mas se até quem é rico consegue ser maltratado, quem é rico de verdade, tá? Não quem é rico tipo blogueiras que ficaram ricas. Quem é rico de verdade consegue ser maltratado nessas lojas, gente. E vamos parar também de ter a ilusão de que ser aceito em loja é o que a gente precisa para melhorar nossa autoestima. Eu sei que é o que a gente precisa para melhorar nossa autoestima de pobre, mas isso a gente não vai conseguir. Isso aí é inalcançável, tá? Vamos mirar em outras coisas. Eu prefiro a outra ali que falou que ia reconstruir o próprio DNA dela, Cecília, que falou isso, e abrir uma ONG para a gente pelo menos se sentir bem com a gente mesmo, por não tá usando dinheiro só para coisas horríveis, do que esperar boa vontade do mercado de luxo para que a gente seja aceito. Na verdade, dentro da minha cabeça, gente, eu não consigo entender essa lógica de paga tão caro nas coisas que não tem esse valor, que tem mais o valor embutido por causa da marca do que o valor de fato dos objetos. Eu não sei, não sei, eu acho meio estranho assim. Tipo, eu preferiria ter um carro elétrico do que uma Ferrari. Se é que esse é o carro que as pessoas querem ter hoje em dia, nem deve ser, né? Essa daqui, Milumino Diverso, nossa, que nome difícil, falou um supermercado, kkkkk. Será que se a gente fosse milionário a gente teria um supermercado? Para que você teria um supermercado? A gente não teria um supermercado não. A André Surak tem um supermercado, não tem? Dizem que é para lavagem de dinheiro. O que tá tudo bem, né, deixar a Queen também cometer os crimes dela. Tanta gente pior cometendo crimes por aí, mas um supermercado para quê assim, né? Uma coisa que mais dá trabalho, gente, um empreendimento assim. Porque eu penso assim, Se eu fosse ficar milionário, tipo, ter— e não muito milionário, pouco milionário, tipo 30 milhões, que não dá para muita coisa mesmo, eu sei que não dá— eu não ia querer fazer esse dinheiro crescer muito mais do que ele já renderia. Tipo, eu não ia querer abrir mais empresas para ter 30, 60, 90 milhões, não. Por quê? Porque geralmente quem pensa isso pensa em querer deixar um legado, deixar dinheiro, manter uma família. Eu não quero manter "Guém, assim que eu morrer, minha existência nesse planeta vai ser eliminada pelas inteligências artificiais", tá? Porque eu acho que um dia a gente vai chegar num momento em que a gente vai pagar pra Meta, pro Facebook e tal, pra quando a gente morrer eles apagarem nossos rastros. Porque hoje em dia já existe essa especulação— especulação não, né? Já existem empresas que cuidam de carreira póstuma de celebridades, e eu sou uma celebridade, tá? Virtual, mas eu sou. Mas também existe a ideia de que Ai, eu preciso achar as notícias aqui pra eu ler pra vocês. Mas existe a intenção de tornar perfil de pessoas mortas ainda ativos nas redes sociais através de inteligência artificial. Eu acho que isso vai acontecer inevitavelmente com todo mundo, a não ser que a gente pague pra isso não acontecer. Eu quero pagar pra isso não acontecer comigo. Eu quero que assim que eu morrer, desapareça tudo que eu fiz. A louca. Mas tipo... Onde eu quero chegar? Não quero criar ainda mais dinheiro do que eu já teria se eu fosse muito rico, porque eu não vou deixar esse dinheiro para ninguém. Eu não vou ter filho, eu não, meus amigos também não tem filho, ninguém que eu conheço vai deixar pessoas aí no mundo que vão se beneficiar desse dinheiro. Então não preciso de mais, não preciso de um supermercado para que eu me torne uma grande potência, um novo Oxxo. Tá? Não vou querer. Samagalhães: "Compraria uma cama que faz massagem, igual essas cadeiras de shopping." Gente, mas aí você não precisa ser milionário, né? Quanto custa uma cadeira de massagem? Deixa eu ver aqui também, né, gente. Poxa, vocês não entendem o conceito de milionário? Cadeira de massagem. Olha, R$10.000, R$15.000 no máximo uma cadeira dessa. Pô, gente, é o preço de uma moto. Não, quanto custa uma moto hoje em dia, né? Moto, digitei moto, espero que apareça. Vou entrar em shopping moto. Não, só tá aparecendo Motorola. Moto Honda, pronto. Quanto custa uma moto, gente? Aí não tem no Google assim, moto. Quanto custa uma porra de uma moto, gente? Poxa, eu vou ter que perguntar para uma IA. Quanto custa uma moto nova? Olha, de R$10 a R$90 mil. Legal, gente. Então, né, o preço de uma moto, uma cadeira, mas deve ser uma moto daquela moto bem chifrinha, né, gente? Não, vamos aí fazer umas parcelas, você consegue comprar essa cadeira. Se esse é seu maior sonho de rica, gente, pelo amor de Deus também, né? Vamos pensar mais além disso. Fábio Marota falou: pegava o voo mais longo na primeira classe da companhia aérea mais chique e voltava pela outra mais chique ainda. Gente, é umas ideias assim que eu não consigo. Eu acho que as estão comentando, zoando, né? É que eu realmente dedico bastante tempo da minha vida a pensar em tudo que eu faria da minha vida se eu tivesse muito dinheiro. Eu realmente reflito sobre isso antes de dormir. É, mas isso daqui jamais faria sentido na minha cabeça. Claro que todo voo que eu fosse fazer seria de primeira classe, seria aqueles voos que você consegue dormir minimamente, mas a ideia de viajar já não me contempla. Eu sei que isso é um problema que eu tenho. Viajar, na minha cabeça, é o tipo de coisa, gente, eu quero ficar em casa, eu quero ter uma casa onde eu não precise mais sair. Ai, mas conhecer o mundo, ok, ia querer conhecer algumas capitais, ia querer ir para algumas cidades, mas eu acho que eu sempre ia querer voltar para casa. E eu sou a pessoa que, quando está viajando, é que eu viajo muito a trabalho, eu sei que é diferente, viajo muito sozinho a trabalho também, eu gosto de ficar dentro do hotel. Eu não quero turistar em cidades. Vou querer, vou dar um passeio, outro, não sei o que lá, mas sou o tipo de pessoa que à tarde eu quero estar dentro do quarto do hotel. Nossa, mas aí jogar dinheiro fora. O dinheiro é meu, é seu, querida, tá bom? Então não reclame disso. Tipo, ai, bater perna de manhãzinha, a hora que eu já não acordo de manhã, começa por aí, né? Daí à tarde ficar no quarto, é, organizando as comprinhas ali no celular, se atualizando, não sei o quê. No final da tarde sai, dá mais uma volta, vai uma balada à noite, volta de madrugada, fica, entendeu? Eu sou essa pessoa. Então viajar, não, não vou dizer que eu não vejo graça, mas eu vejo muito mais graça em estar descansando num quarto gostoso do que estar andando vendo paisagens bonitas. Me desculpa, gente, se isso é decepcionante para vocês, mas a vida me tornou essa pessoa. Lilark falou: eu ia reservar todas as mesas. Ai, sem contar que ele falou: o voo mais longo na primeira classe. Bicha, quem que aguenta passar Tem voo de mais de 20 horas. Qual que é o voo mais longo, gente? Desculpa eu usar tanto o Google. Qual o voo mais longo do mundo? Conecta Singapura ao JFK nos Estados Unidos, 15.000 km, aproximadamente 18 horas e 40 minutos. Puta que me pariu, 18 horas? Quanto tempo dura o voo do Brasil ao Japão? Mas é que tá falando que do Brasil para o Japão demora 32 horas, mas é porque tem escala. E escala onde, gente? Ai, não, também não quero nem saber. Ai, queria ir para o Japão, hein? Falei que falei de viagem, mas para o Japão eu queria. Falei que eu iria para poucos lugares, né? Não quero ficar conhecendo tudo que é lugar não, gente. Eu quero ir para cartão postal. Ai, mas você precisa conhecer essa cidadezinha escondida, todo mundo vai para esse lugar turístico. Não, você precisa conhecer esse lugar que ninguém vai. Não quero, querida, não quero, porque esse lugar não tá preparado para o meu nível de preguiça, que é não querer olhar para nada. Eu quero que as coisas sejam feitas para turista. Ai, mas quem vai para o Rio de Janeiro não conhece a realidade da cidade. Não quero, querida, eu já conheço a realidade da minha, eu já não gosto, não vou querer conhecer outras realidades não. A gente, enquanto turista cansado e chato, a gente quer viver o mundo da fantasia. O mundo tem que ser uma Disney, entendeu? Não quero realidade, não quero cidadezinha escondida, não quero saber como as pessoas locais vivem. Meu anjo, ninguém é feliz vivendo como vive. As pessoas são mais felizes vivendo uma ilusão. É isso que eu vou querer, tá? Aí, esse assunto me pega um pouco. Acho que vocês perceberam, né? É porque eu discordo muito da maioria das opiniões das pessoas a respeito de viagem e de turismo e de coisa assim. Assisanelin. Criaria um reality show culinário e um no estilo RuPaul's Corrida das Blogueiras e seria a jurada principal dos dois. Meu Deus, ela quer maltratar as pessoas! É isso que ela quer, seria jurada principal. Olha, Pagano, bem, você pode virar jurada do Corrida, tá? Você dá uns 10 milhão ali para a gente fazer uma temporada boa. Eu amo que tô vendendo o reality que não é nem meu. Inclusive, se inscrevam no Corrida das Blogueiras, as inscrições estão abertas para oitava temporada, vai ser iconic! Lampadinha fala: "Ah, claro que se eu fosse milionário, se eu me tornasse milionário, tipo, aí hoje ganhei na coisa cena, que eu não jogo, como que eu vou ganhar, né? Eu não... eu com certeza financiaria o Corrida das Blogueiras, né? Não daria também milhões, porque daí eu já não começo a render milhões, mas pagaria boa parte da produção." Gente, a gente tem que investir nas nossas amigas também. Nossa, o arquivo oculto, eu ia ir pro espaço. Isso valeria a pena, tá, pra eu fazer um arquivo oculto que eu vou pro espaço achar OVNI. Lampadinha falou: comprava um show particular do artista que amo. Eles não fazem qualquer show, tá? Se bem que a Rihanna até volta a cantar em casamento em Dubai, né? Então uma coisa assim que pagando ela foi. A Beyoncé também é assim. Daí eu penso assim: ai, vou pagar para ele fazer um show que ele nem quer fazer. Aliás, elas detestam brasileiros, gente. Esse povo odeia o Brasil. Ai, tô assim, gang, porque inclusive uma drag de RuPaul que eu queria muito conhecer cancelou a vinda dela para o Brasil também. Vocês não gostam da gente, mas a Jennifer Lopez acabou de dar uma declaração falando que ela se emocionou bastante com o filme Ainda Estou Aqui, que fez ela refletir sobre a própria vida, que ela chorou. Ela deu uma declaração bem, bem bonita a respeito do filme Ainda Estou Aqui. Eu fiquei meio gag. Defendam as divas latinas que valorizam nossa latinidade. Ela é latina? Não, né, ela nasceu lá no Bronx, nos Estados Unidos, em Nova York, mas vale a pena mesmo assim porque ela é camp, tá bom? Juliana Moraes falou: "Compraria homens." Ai, gente, comprar homens tudo bem, mas o triste mesmo é quem compra amigo, né? Ai, comprar amigo, esses famosos, todos eles são assim, né, que no final você acaba sendo rodeado de pessoas das quais você é amigo publicamente, mas que não são seus amigos. Na vida real, né? Só porque você tem dinheiro você anda cheio de pessoas para te paparicar, porque seu ego é muito frágil, você precisa ter pessoas te elogiando. Acho estranho. Daí outras comentaram: ai, visionária, loba. Acho também, gente. Ai, que é igual a Nanny People contando lá. Vocês assistiram episódio da Nanny People lá na Lore Live, que ela banca vários boyzinhos, gente. Mas é bancar no sentido de fazer o quê? Vai tirar uma CNH, né, nome do boy, vai ali pagar um curso, vai, né, ajudar a pessoa a ser alguém melhor e não ficar bancando pagando as coisas. Se bem que ela falou que paga até pensão. Gente, louca demais, né? Acho que a gente tem muito que aprender com a Queen. Aparecida da Mata: a coisa mais louca nesse momento não sei, mas de uma coisa eu tenho certeza: iria viajar na primeira classe. Ai, gente, é uma coisa que todo mundo sonha, né? Psh, mas sabe o que que é? Eu também não sofro muito em avião porque eu sou muito pequena. Então eu não sou a pessoa assim que reclama, que tem uma experiência muito ruim, mesmo indo na classe econômica. Então eu penso assim, tá, claro que é uma coisa que eu gastaria, mas eu tenho sofrimentos maiores, sabe? Sofrimentos maiores do tipo morar no apartamento que não bate sol. Para mim são sofrimentos grandes. Domingues Ben falou: "Eu dirigiria um mini trator como meio de transporte, chegando no Vale do Iguatemi." Rico excêntrico, será que pode, gente? Acho que trator não pode ser usado como meio de transporte, né? Por que você não comprou um Jeep? Ai, eu queria ter daqueles carros que tem roda gigante. Sabe que tem aqueles negócios nos Estados Unidos que é uns carros gigantes assim? Tem uma roda imensa do tamanho de uma porta, umas rodas com 2 metros de altura. E eles vão assim, ó, blá blá blá, e passa por cima de tudo assim, igual a Furiosa no filme. Qual que é o filme da Furiosa, gente? Não é Duna não, aquele outro. Muito que bem, eu ia querer ter um carro desse. Será que eu ia querer aprender a dirigir? Não, porque eu falei sempre que meu sonho era ter motorista. Não, ia aprender a dirigir sim. Acho que eu fiz esse comentário no outro podcast que eu gravei sobre. Vamos para o próximo. Valda Almeida: eu com certeza contrataria alguém simplesmente para fazer pipoca de cinema para mim para o resto da vida. Nossa, amiga, vocês têm É, mas se bem que a pergunta aqui é qual é a coisa mais louca que você faria se fosse milionário. Fazer pipoca é uma coisa louca, gente. Não sei, mandar matar seus inimigos é uma coisa louca, né? Eu acho que é isso. Você, sei lá, contratar um fotógrafo para fazer um ensaio nu e você comprar a revista Playboy e lançar uma revista de você nua, isso é uma coisa louca e louva também. Eu acho que eu ia abrir uma agência de modelos OnlyFans, gente, que eu acho que esse mercado é muito sucateado, ninguém leva esse mercado a sério no Brasil, e tem ótimos criadores de conteúdo. Ai não, eu ia abrir a Dia TV, gente. Tá aí, né? A Rafa, minha amiga milionária, ela abriu a Dia TV. Porra, só inventou dor de cabeça, né, bicha? Puta que me pariu. Eu mesmo, Carlos falou, eu sumiria por um ano. Ai, gente, será que eu sumiria? Acho que eu já sou meio sumida, né? Eu só não sou sumida porque eu trabalho com a internet, mas eu já não posto nada sobre a minha vida. Então talvez funcione eu sumir por um ano, mas sumir por quê, né? Tipo assim, a gente fala assim, ai, eu sumiria por um ano, mas sumir de quem? Que eu penso assim, vou sumir da minha mãe, do meu pai, que são as únicas pessoas da minha família que fala comigo? Não é como se minha família fosse alguém que viesse atrás de mim, que, sabe, não tenho relação com as pessoas. Eu tenho poucos amigos e é isso, eu não ia ter muito por que sumir. Ah, talvez eu desaparecesse das redes sociais, mas eu sentiria muita falta, gente, de vocês, minhas comentadoras assíduas que estão sempre comigo. Giovanna falou: eu contrataria um personal chef, um personal trainer, um personal shopper, tudo que tem personal na frente. Gente, eu seria essa pessoa, mas também eu já falei, um personal trainer eu não quero conversar. E aí, como é que a gente faz? Não tem como. Um personal chef, mas é óbvio, meu sonho, já falei, era ter alguém aqui fazendo café da manhã e fazendo tudo, me tratando igual uma criança de colo. Mas eu também tava pensando, eu vi esse post daqui ontem, e ontem foi um dia que eu pensei assim, nossa, se eu fosse muito rico— foi ontem isso? Não sei, gente, eu pensei esses dias. Não, não foi ontem não, porque ontem eu trabalhei, foi antes de ontem provavelmente. Se eu fosse muito rico, eu não teria mudado nada no meu dia hoje, que foi um dia que eu não fiz muitas coisas produtivas, a não ser gravar uma coisa assim. Mas o grosso do dia foi um dia muito bom, porque tava chovendo, eu fiquei em casa, assisti o que eu queria, principalmente joguei joguei, desenhei bastante no meu, no meu diarinho, fiz algumas colagens, vivi a vidinha com as minhas coisinhas sem grandes compromissos. Porque daí você pensa assim, se você pensa que você é milionário, você vai querer: ah, eu vou viajar, eu vou ter personal trainer, eu vou ter a Pequena, sei lá, não sei o quê. Você acaba tendo sua vida tão atolada de coisas legais para fazer que todas elas se tornam insuportáveis. É igual a vida de criança que é criança mimada, que faz judô, que faz piano, que joga tênis, que vai pra escola, que faz cursinho, que não sei o que lá. E a vida dela se torna um inferno, elas são burnoutadas desde que elas são criança. Não pode, gente! Eu quero ser uma criança com tempo livre para criar. Ah, mas isso você pode ter certeza, eu ia me tornar artista. Eu ia expor na POCOM, eu ia expor na Comic Con também. Eu ia dedicar bastante do meu tempo a ser artista. Eu ia ter que abandonar o canal para conseguir fazer isso, tá, gente? Me desculpa. Aí tem uma novidade que eu não contei para vocês, gente. Não falei aqui que meu— eu nem escrevi esse ano qual seria o meu meta do ano, porque eu sabia que a única meta que eu teria seria me exercitar. E não é que eu comecei, gente? Já tô há um mês aí indo para academia 4 vezes na semana. Como manda o manual, descansando no tempo certo. Eu vou 2, pauso 1, vou 2, pauso 2. É assim que tem funcionado. É uma coisa que eu gosto bastante, eu sabia que eu já gostava, porque quando eu tinha 15, 16 anos, eu já fui para academia. Tem ótimas histórias, inclusive, lá no meu bairro, no Júlio de Mesquita. Daí depois de velha— daí parei, né? Daí depois de velha voltei aí por causa da tendinite, que como boa publicitária designer, tive uma tendinite senti muito forte no meu braço. E daí, que precisa é fortalecer os músculos. Daí voltei a fazer. E até quando eu namorava o César, eu ainda treinava. E quando— faz quanto tempo que eu terminei com César? Uns 14 anos atrás. Eu acho que faz uns 15 anos, vai. 15 anos atrás eu tinha 24, acho que até uns 26. Dos 23 aos 26 eu treinei. Acho que foi isso mesmo. Parar fazer as contas certo. Mas eu ia para academia, eu gostava bastante. Mas vocês acreditam que eu frequentava uma academia que foi demolida porque passaram uma rua ali onde era? Esqueço o nome de onde era aquela academia, gente. Ali no Jardim América, mesmo Jardim América, por ali pelo Jardim América, sabe onde tem uma, um riozinho que passa lá embaixo, que tem o Bar 2E lá embaixo? Tinha uma academia ali Tinha uma academia bem ali, que tem uma pracinha assim com ponto de ônibus, só que daí criaram uma rua ali, derrubaram a academia, daí nunca mais me adaptei em outro lugar porque eu sou muito problemático, eu sou chato, eu não quero conversar, mas tive queridas experiências lá, tá? Eu gostava bastante, principalmente porque era um momento que me abstraía muito da realidade. E voltei até essa experiência de passar ali uma hora na academia, um treininho de 40 minutos, mais meia hora de de exercícios e de exercícios não, de aeróbico, não é aeróbico, como é que chama quando você é esteira? Esteira é legal assim, eu fico ouvindo podcast, enfim, e é bom porque eu tenho passado muito menos tempo no celular, porém esse é o motivo de tudo que eu tô fazendo tá saindo atrasado. Eu falei assim, minha conclusão foi essa, depois de eu ter passado pelo perrengue, para pegar bem leve, né, que eu passei lá em Sorocaba com meu pai, que ficou doente. Eu contei isso aqui e contei bastante lá no podcast para apoiadores. Eu falei, tá, eu preciso melhorar minha saúde, porque eu estava lá cuidando do meu pai e eu não tinha força nenhuma para ajudar ele a se mover na cama, eu não tinha força para levantar ele, carregar ele para ajudar ele a tomar banho, nada disso. Daí esse foi o clique que uma chave virou em mim. Eu falei, eu estou fodida e só tem eu para ajudar essas pessoas. E também pensei, tá, quando eu tiver "Eu não posso estar assim, tudo bem que eu não sei nem se eu vou viver até 80 anos, né?" Mas eu falei assim: "Não, alguma coisa precisa mudar." E o clique que realmente fez eu— vai parecer uma coisa idiota, mas eu pensei assim: "Nossa, eu tenho certeza que essa é uma coisa que daqui anos eu vou pensar: 'Nossa, daqui anos eu vou estar fazendo exercícios, mas eu vou pensar: eu podia ter começado antes.'" Eu falei: "Nossa, eu não quero ter essa sensação de podia ter começado antes, então vou começar agora." Que é o mais antes que eu posso, possível, é o agora, né? Não dá pra eu voltar no tempo. E falei: eu não quero ser essa pessoa arrependida de no futuro ter demorado pra tomar uma atitude. Porque tem atitudes na minha vida que eu demorei pra tomar e eu me arrependo. E eu penso: putz, eu devia ter começado antes. E eu não começava por quê? Por quê? Hoje em dia, por que eu demorei tanto pra começar a me exercitar? Porque realmente é difícil enfiar isso no meu tempo. Das coisas que eu faço, das coisas que eu preciso resolver, do tempo que eu preciso descansar. Eu falei, tá, mas a única solução é colocar isso à frente de tudo. E colocar isso à frente de tudo é estar disposto a viver um grande caos na minha vida. E esse caos que eu tenho vivido há um mês— estou atrasando conteúdos, teve vídeo do canal que eu não consegui gravar, estou bem mais cansado do que o comum. Assim, é uma coisa que eu gosto muito de fazer, de verdade, eu já sabia que eu gostava gostava, é principalmente porque eu fico lá sozinho com fone de ouvido. Mas é uma coisa que eu sei que não me dá uma puta energia, me dá uma endorfina, uma alegria, mas eu fico destruída depois, normal, né? Mas então eu realmente tô bem mais destruída do que o normal. E ainda junta com Lore Live, as coisas que eu aceito fazer e tudo, gente, é prova de roupa, é agora vai começar o Corrida das Blogueiras, é um monte de coisa para resolver ao mesmo tempo. Mas eu estou colocando isso acima de tudo porque senão eu não conseguiria fazer mesmo. Se eu ficasse assim encaixando em momentos que eu tenho livre, nunca ia acontecer, porque esses momentos livres não existem. Não existem. Ainda mais pensando num horário que a academia vai estar vazia. Não dá pra eu ir lá tipo 6, 7 da noite, é... porque daí eu vou passar uma hora e meia lá, é muito pior do que pra conseguir fazer o mínimo, entendeu? Então eu coloquei de ir num horário que eu sei que vai estar mais vazio pra me dedicar a isso, e todo o resto da minha vida está um grande caos. Um grande caos. Mas é isso, né? Você tem que fazer escolhas, choices. Mas o trabalho também a gente resolve, né? De que adianta tá trabalhando, entregando tudo em dia, se eu tô uma fodida da saúde, minha coluna péssima, pqp, né? Então espero que minha saúde melhore cada vez mais, que eu esteja fortinho para aguentar as porradas da vida. E fica aí o incentivo para vocês também. De resto, não mudei nada na minha vida, tá, gente? Gente, é isso. É, aí acabou, né, o episódio de hoje. Desculpa, gente, só fiquei lendo as respostas de vocês, mas acho que trouxe boas reflexões, tá? Espero que vocês tenham gostado, se divertido. Meu nome é Lorelay Fox e é nessa que eu vou. Beijo!

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Lorelay Fox

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