#269 - Histórias que vivi e ouvi no hospital
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👵🏼 Lorelay Fox é Drag Queen há quase 20 anos e, nesse loreverso, falamos sobre ETs, conselhos (ruins), dicas de maquiagem e assuntos cotidianos.
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- Histórias de PacientesInternação do pai em Sorocaba · Convivência com outros pacientes e familiares · História da senhora com filha dependente de drogas · Uso de inteligência artificial para recriar imagem da filha · Burnout e dificuldades de sono de um paciente · Reflexões sobre a profissão de enfermeiro
- Ex-parceiros e relacionamentos passadosHistória de amizade com André após término · Construção de relacionamento com Fernando · Dificuldade em manter amizade com ex após novo relacionamento · Reflexões sobre a importância de ex-namorados na vida · Análise das fotos e personalidades dos envolvidos
- Inteligência ArtificialUso de IA para gerar imagens de pessoas · Novelinhas de IA e realismo · Percepção de realidade em relação à IA
- Conflito entre Virginia e Luana PiovaniDeclaração de Luana Piovani sobre Virginia · Críticas à We Pink e condições insalubres · Uso de polêmicas para gerar burburinho · Virginia Fonseca e o uso das filhas para viralizar
Olá, este é o podcast para tudo. Aqui é um lugar pra todo mundo pra falar sobre tudo. Um lugar pra gente comentar aquilo que aconteceu na semana, pensamentos aleatórios, dicas interessantes ou não. E eu sou Lorelai Fox, então vem comigo. Olá, pessoal, eu sou Lorelai Fox e eu estive um pouco sumida. Não estive.
E sim, gente, dei uma sumidinha, passei uma semana sem conseguir postar episódio, nem pros apoiadores eu consegui nessa semana, mas muita coisa aconteceu. Eu já expliquei em detalhes lá no podcast pra apoiadores, tudo que rolou, mas eu vou resumir aqui pra vocês. E aqui pra vocês eu vou trazer algumas desventuras que eu vivi nesse tempo.
Tá bom? Tem fofoca que eu ouvi, tem fofoca envolvendo pessoas que estavam ali do meu lado e vivendo situações bizarras, tem fofoca envolvendo inteligência artificial, tem gente roncando, tá bom? Vamos começar pelo fato de que fui pra Sorocaba no final de semana, na verdade numa sexta-feira, dia 16, se não me engano, 16, 17, e pra ficar com meu pai. Chegando lá eu percebi que meu pai tava um pouco...
Pior da saúde do que eu esperava. A gente acabou precisando internar ele. Não tinha ninguém lá. Minha mãe nem meu irmão estavam por lá. Eu fiquei com meu pai no hospital durante muitos dias. Eu fiquei alguns dias cuidando dele em casa. Depois a gente precisou ir para o hospital. Enfim, foram aí 6, 7 dias que eu vivi em função disso. Por isso eu não consegui gravar conteúdo aqui para vocês.
Porque eu gosto de gravar o podcast, pelo menos, eu costumo gravar na terça, quarta-feira, pra postar na sexta. E o dia segundo eu gravo na sexta, sabe? Pra ficar uma coisa meio fresca, assim. Claro que eu queria ter conseguido gravar bem antes, às vezes eu faço isso. Mas eu não planejava passar mais do que dois dias em Sorocaba. Acabei precisando ficar muito mais tempo do que eu devia. Muito mais mesmo, eu não tinha levado nem roupa pra esse tanto de dia.
precisar arranjar roupa por lá e tal, só sei que meu pai ficou internado, e a gente chegou lá, ele tava primeiro no quarto ali da triagem, onde ficam várias camas e tal, umas quatro, cinco pessoas internadas ali, depois vendo que ele ia ter que passar vários dias lá no hospital.
A gente foi para um outro quarto onde ficavam só duas pessoas. E aí que começa a aventura na minha vida. Eu estou me perguntando, será que eu não deveria estar contando essa história pelo fato de que eu vou expor história de pessoas que eu conheci ali? Mas também não são histórias muito pessoais e constrangedoras, nada disso. Mas talvez seja um pouco.
Mas também não vou expor nome de ninguém, né? Não tem como vocês saberem nem onde que a gente tava, mas enfim. É que aquilo ficou muito na minha cabeça, tipo assim, nossa, isso daí eu preciso contar pra alguém, preciso contar no podcast. Primeiro a gente chegou lá, eu estava num quarto com outro senhorzinho, meu pai, bem senhorzinho, e outro senhorzinho tava lá internado também. O filho dele tava lá dormindo com ele e tal.
cara mais velho, assim, e daí nos dias ia revezando, né, sempre alguém da família e tal, pra ficar com esse senhorzinho, e eu lá, né.
E daí num dia chegou uma senhora. Uma senhora que eu tava assim, eu já tava na expectativa. Porque eu tava só de butuca. É butuca que fala? Não sei, bituca. Eu tava só ali ouvindo a conversa do filho com o pai no leito ao lado. E ele falando assim, ai pai, daqui a pouco a tia vem aqui. Daí ela dá uma animada na gente, não sei o que lá.
Ai, mas ela também tá passando por um momento difícil, né? Não sei o quê. Só comentando assim, eu falei, ué, vem aí uma cunha, hein? Se estão falando que vai vir a tia que vai animar, é a tia da animação, gente. E ela chegou. A hora que ela chegou, você só pensa assim, em alguém que nem a Siducha.
Mãe do Eduardo, bem seducha assim, mas bem mais velha do que a seducha, tá? Eu acho que a seducha deve ter uns 60 anos. A mulher lá tinha 85 anos. Gente, mas uma energia. Uma energia assim que eu fiquei gag, tá? E eu já percebi que ela era espivitada. Porque ali no quarto...
Ficava assim uma cortina dividindo onde meu pai estava deitado e eu ali acompanhando ele. E onde o outro senhor estava deitado. Ela, ah, eu vou abrir aqui. Eu vou abrir aqui porque assim a gente pode conversar e não sei o que, não sei o que lá. Daí você pensa, eu ia ficar irritado em momentos normais. Mas minha cabeça já estava tão, tão, tão fodida. Eu já estava assim tão exausto de estar ali dentro.
que eu falei assim, não, beleza, bora trocar ideia com essa senhora, estamos aí pra isso. Ela chegou bem no último dia que esse senhorzinho ia ficar ali, ele ia ter alta, sabe? Então, eu falei, vamos aproveitar. Isso, gente, era tipo sete, oito horas da manhã.
E daí ela chegou, daí ela começou a conversar e não sei o que. Deu filho do... Filho do cara não tava mais ali. Deu uma saída, né? Acho que ele foi resolver as coisas da vida dele. Daí ficou só a senhora ali. E a gente começou a conversar. Eu de acompanhante, ela de acompanhante.
meu pai deitado, o irmão dela deitado, meu pai tava tentando dormir o tempo inteiro, ele não conseguia, eu tinha que ficar ajudando ele, não sei o que lá. Mas de toda forma, às vezes eu ficava ali sentado na poltrona que ficava de lado pra poltrona dela. E a gente começava a conversar da vida, né? Porque eu também dava a linha na fogueira dela.
Ai, a senhora. Ai, você trabalha no quê? Ai, e ela contando tudo da vida dela, e não sei o que, não sei o que lá. Nossa, sei que a gente foi entrando muito, assim, porque ela queria falar sobre ela mesma, né? Muito Queen. Eu não falando nada de mim, mas tudo que eu perguntava, eu percebi que ela gostava de falar de si mesma.
E eu jogando. E daí ela começa a me contar dos filhos dela. Dela começa a contar de uma herança, porque o marido dela morreu. E agora tem ali uma chácara, alguma coisa assim. Que ela tá com um problema porque o sobrinho, não é sobrinho, né? O neto dela tá querendo a herança. Daí eu falei, nossa, mas a herança, por que vocês estão discutindo isso? Sendo que ela tá muito bem. Ela não vai morrer agora pra deixar uma herança. Ai, mas é porque ele tem problema.
Ele mora lá na chácara, ele morava com meu marido, mas ele tem problema com droga, ele é dependente. E não sei o que lá. Nossa, daí ela começa a contar desse menino que era dependente. Mas esse menino é neto dela, deu assim, mas e seus filhos?
Ah, eu tenho uma filha que foi uma filha adotiva que eu tive e não sei o que lá. E há 20 anos a gente já não se fala. Porque essa minha filha, ela se envolveu também com droga. Ela era muito bonita, isso e aquilo. E deu assim, nossa, que história pesada, gente. Já começou a pesar bastante. Ela disse que a filha dela foi parar na Cracolândia.
E desde então ela não tem mais notícia. Os parentes que falam assim, ai, fulana tá não sei aonde, a gente ficou sabendo disso e daquilo, mas que ela já tentou de tudo e que ela não conseguiu resolver e simplesmente perdeu a filha assim no mundo.
Mas onde eu quero chegar, na parte impressionante dessa história, além do fato dela ter uma filha que ela perdeu pras drogas, que essa filha teve um filho também, e esse filho tá envolvido com drogas também, e desse filho ela cuida, né? Já que a mãe sumiu há 20 anos, o garoto tem 20 anos agora.
Quando ele nasceu, a filha dela desapareceu. E ela falou assim, ai, meu sobrinho, filho de, acho que provavelmente do irmão dela que tava internado, a senhorinha falou assim, imaginem que a senhorinha é igual a Siducha, só que ela tem o cabelo mais batidinho e bem a caju.
Senhoras de cabelo acaju, gente, aquele vermelho borgonha. Elas estão aí pra barbarizar, tá? E elas andam rapidinho de um lado pro outro, elas são inquietas. Essa senhora tava me contando, mas meu sobrinho, ele colocou lá na internet a foto da minha filha pra ver como ela tá agora. Eu assim, ai meu Deus, onde que a gente tá indo parar?
Olha que linda. Ela pegou o celular dela e começou a mostrar pra mim as fotos da filha dela todo dia. Gente, alguém da família dela recria essa mulher com 20 anos a mais. E recriaram ela. Gente, eu consigo visualizar perfeitamente na minha cabeça aquela imagem de tanto que me marcou na hora. A menina bonita. Óbvio, porque a Yá vai te fazer bonita.
E ela bonita, com o cabelo todo cacheado, assim. Uma pele bonita, uma boca. Aquele olhar bem de Iá, sabe? Aquela imagem de Iá, que tem toda aquela iluminação bonita. Só que no fundo, gente... Ai, eu não sei o que pensar. No fundo, tava tipo uma Cracolândia mesmo. Tinha tipo um lugar meio, meio assim, apocalíptico no fundo. Eu fiquei pensando assim, caralho, mano.
Primeiro, várias coisas eu tô pensando, sabe? Eu tô pensando até agora. Primeiro, essa senhora, ela acha que a filha realmente está assim, daquele jeito, tipo, que ela tem aquele rosto. Porque ela me mostrou duas imagens geradas por Iá. E cada uma era diferente da outra. Mas ela me falou assim, olha como ela tá bonita. Ela não falou assim, olha como ela pode estar. Olha o que ele fez na inteligência artificial. Olha o que... Não, ela falou como assim, ó, isso daqui é ela.
Ela é assim agora, olha como ela é bonita. Eu assim, nossa, que linda, gente. Na hora, eu não ia dar sermão de inteligência artificial. Falar assim, minha filha, isso daqui é uma imagem baseada em outras milhões de imagens roubadas da internet. Não tem como a gente ter a mínima noção de que sua filha vai estar assim hoje em dia. Olha esse fundo dessa imagem. Não, né, gente? Pelo amor de Deus, a velha já estava ali sofrendo pra cuidar do irmão dela.
Que todo ano está internado, aquele perrengue todo. Daí, beleza. Não sei se ela acredita que a filha está assim.
Mas ao mesmo tempo eu pensei, nossa, foi uma visão que pra ela foi uma visão reconfortante. Ela viu a filha muito bonita. Ela falou assim, nossa, é assim. Ou será que ela pensa que jogaram a foto dela na internet e acharam uma imagem dela real? Tipo assim, ah, encontramos onde ela está.
Sabe? Porque nos filmes é meio assim, né? Filme futurista, sei lá o quê. Os detetives meio que jogam essa imagem na internet e acham você assim numa câmera de segurança. Eles conseguem deixar tudo aquilo HD. Será que ela pensa que foi isso que aconteceu? Não sei, gente. Eu não sei, não tive explicação. Outra coisa. A pessoa que jogou a imagem daquela mulher lá pro Chet GPT, pro Gemini, tá bom? Pro Banana Nano, sei lá o quê.
pro Grock, pro qual outro que tem? Cloud, pro sei lá o que fazer aquilo. Escreveu assim, olha, envelheça essa pessoa há 20 anos e coloque ela na Cracolândia, porque o fundo da imagem era aquele. O que que se passou na cabeça daquela pessoa? Será que ela queria contextualizar, tipo assim, olha, ela tem que ter cara de um adicto, uma pessoa que sofre por causa de drogas, mas a imagem não ficou aquilo, só o fundo. O rosto da pessoa não transpareceu, mas o fundo era aquilo.
Porque com certeza a foto que a pessoa subiu na inteligência artificial não era dela nessa condição nem nesse lugar, porque é uma foto de 20 anos atrás.
Não tinham fotos recentes dela. E daí eu fiquei nessa situação assim. Gente, foi uma situação meio que eu não esperava. Da vida sendo impactada pela inteligência artificial. Alguém sendo atravessado por isso. São tantos atravessamentos. Mas alguém que está muito alheio da realidade que eu enxergo. Alguém que vive realmente outra realidade. Que uma realidade onde as coisas de inteligência artificial já são um fato.
Elas são um fato. Aquilo é dado. Tipo assim, essa é a sua filha. Não existe ali uma alegoria de que aquilo é uma criação, de que aquilo é uma ilustração. Não. Aquilo era daquele jeito. E óbvio.
E às vezes a gente parava de conversar, sei lá o que, ela ia fazer as coisas dela, eu também tinha que ficar resolvendo as minhas coisas ali. E às vezes ela ficava no celular, não só ela, mas como o senhor que ela tava acompanhando. Gente, e eu via o feed deles, tá? Ai, fui muito errada. Ai, acho que ela ficou vendo o meu feed também. Não tinha nada demais no feed deles também. Mas tinha muita IA. E eles paravam nas novelinhas de IA, gente.
Eu tô sabendo que tá rolando novelinhas de IA, mas eu não tô frequentando esse mundo da internet. Tudo que eu vi sobre a novela das frutas, eu achei horroroso, me dá asco. Mas eles paravam muito pra ver isso. Eles paravam muito. Eu ficava sem entender. Será que eles estão olhando aquilo e achando que... Claro que as novelinhas que tem fruta falando, a gente sabe que é mentira, né? Mas daí tinham outras coisas com animais, aquelas coisas bem realistas, sabe? Que a gente acaba caindo.
E daí eu fico pensando, será que eles estão achando que aquilo é assim? É real?
que tá acontecendo, eu não sei, eu não sei pra onde eu vou, pode até não dar em nada, mas é isso, essa foi minha experiência com essa senhora, depois o senhorzinho teve alta, que tudo fique bem pelo caminho dela, ela merece o que é de melhor, depois entrou um outro cara, completo oposto do perfil, um cara nitidamente, não vou falar que ele era nitidamente bolsominion, vai, mas que ele tinha aquela vibe de empreendedor redpill, então
Ai, gente, tinha uma vibe de empreendedor high de pill, mas tadinho, também tava ali sofrendo, né? E a esposa dele ficava lá com ele, cuidando dele, bem jovens, tá? Ele devia ser mais novo que eu, até, esposa principalmente, bem mais nova, e não sei o que, não sei o que lá. Ele tava com um problema pra dormir, e... Ai, tá que cardíaco, uma coisa assim, burnout, gente, ele tava com um burnout.
E daí, só achei engraçado que eu não conseguia dormir. Porque meu pai demandava que eu ajudasse ele durante a noite pra que meu pai conseguisse dormir. Então, eu passei boa parte da noite acordado. Só conseguia dormir assim por picado de 15 minutos, 30 minutos e tal. Tanto é que eu tava assim delirando no último dia já, né?
Mas pelo fato de eu não conseguir dormir, eu via os outros dormirem, né? Tinha ali a cortina que separava, a cortina já estava fechada porque a senhorinha tinha ido embora. E eu ouvia esse cara dormindo. Só que daí chega no outro dia e ele fala assim, ai doutor, eu preciso de um remédio pra dormir. Eu tô tendo muita dificuldade pra dormir, eu não consigo dormir. Eu assim, o quê? Você não tá conseguindo dormir. Eu... Eu...
Eu não estou conseguindo dormir. Meu pai também estava com muita dificuldade de dormir. Ele ficava acordando o tempo inteiro tentando se virar e não conseguia. E até conversava comigo durante a madrugada fora. Mas o cara estava roncando. A partir da uma da manhã ele já começava a roncar até as sete. Quando os enfermeiros chegavam.
fica assim, bicha, assim agora, não tá conseguindo, ou você tem um sistema de sono aí que eu não tô entendendo, que era pra você estar dormindo das oito da noite em diante, ou você tá dormindo assim, sabe quando você dorme, mas não sabe que dormiu? Que você dorme ali muito mal, e você dorme muito ali na como é que eu posso dizer? Que você tá ali no limiar entre acordar e dormir, mas que você dorme.
E daí você, como você não descansa profundamente, nem sonha, você não tem a sensação de que você dormiu, eu acho que ele tava tendo isso. Mas meu filho, eu devia ter gravado o ronco dele. Porque ele roncava alto.
Ele roncava, não que me atrapalhasse pra dormir, porque tô acostumado, né? Que Marcos ronca também, que é uma betoneira. Meu pai, inclusive, ronca também. Não roncou porque não dormiu. Mas, gente, eu devia ter gravado. Falei assim, não, moço, isso daí é coisa da sua cabeça. Ó, escuta isso daqui. Pelo amor de Deus. Daí, beleza. Ai, gente, daí chegou. Ai, chegaram uns momentos muito pessoais.
que eu ouvi ele falando coisas sobre trabalho dele, eu fiquei meio mal, ele, nossa, realmente, a vida do 6x1 é uma vida difícil, é uma vida difícil, mas eu também ouvi ele falar que ele tá pensando em fazer curso de marketing digital, eu pensei, meu Deus do céu, gente, é um redpill, eu acho que é um redpill, vi ele falando coisas do tipo, ele preferia trabalhar do que tá...
do que estar com a esposa. Falando isso na frente da esposa, eu pensei, meu Deus, mulher, foge desse casamento quanto antes. Falando que preferia trabalhar do que estar com o filho e com a esposa. Eu pensei, ok, esse é um sentimento legítimo. Tudo bem. Tem coisas que a gente sofre em confessar. Justamente por isso, a gente não confessa na frente da pessoa, que é alvo daquela reclamação, né? Acho que não era o momento da esposa ainda ali acompanhando ele, gente. Ele fala uma coisa dessa pra médica.
Eu fiquei gag dela, gag. Sorte que tava fechada a cortina que dividiu o quarto ali, tá? Porque eu não saberia lidar com aquilo. Mas daí passaram outras pessoas, aconteceu tanta coisa, mas essas foram as minhas reflexões. Gostaria também de trazer a reflexão que eu trouxe até no outro podcast, que é realmente enfermeiros têm que, ó, estão de parabéns, pelo menos.
todos os que interagiram comigo ali durante esses dias que eu tive no hospital me ajudaram com meu pai era uma coisa assim até meio mágica assim caralho, como que a pessoa tem essa paciência sabe, como que a pessoa tem esse cuidado
Quase como uma criança, né? Entendo que as pessoas olham um adulto de 80 anos, infantilizam ele, né? Mas não nisso que eu tô falando. Tenho um cuidado quase maternal com as pessoas que elas estão ali atendendo, né? É estranho porque é uma profissão que você não pode... Quer dizer, você pode, né?
Mas que, idealmente, você tem que ser extremamente empático. Você não pode ser frio, né? Porque quando a pessoa tá doente, ela tá extremamente fragilizada. Tudo é ruim na vida dela. Então, são pessoas que tratam você...
Olhando pra como você se sente psicologicamente, além do físico, sabe? Isso é o mais, assim, bizarro. E eu observei muito isso, né? Porque trocaram dezenas de enfermeiros durante esses dias, que a cada seis horas trocava o turno, sei lá o quê. Foram muitos mesmo.
E eles vinham, eles conversavam, eles tentavam animar, eles tentavam fazer rir. Eles perguntavam com cuidado, eles queriam entender. Eu acho que às vezes eles perguntavam as coisas só por curiosidade. E a gente acha que eles estão querendo entender uma coisa sobre a doença, ou sobre os sintomas mesmo. Mas é só pra ouvir o paciente desabafar porque faz bem, sabe? Sei lá, foi uma experiência meio surreal mesmo que eu vivi nesses dias.
Agora saindo desse assunto, gente, vocês viram a última declaração da Luana Piovani? Ai, eu vou falar disso no áudio do mês, se eu lembrar. Mas é porque eu achei tão boa a frase que ela usou pra falar da Virgínia. Abre aspas. A maldição vai colar em você e resvelará nos seus filhos dinheiro de sangue endemoniado.
Gente, ela foi muito bruxa jogando uma praga desse tamanho. Tem gente defendendo, dizendo que ela não jogou praga. Que, na verdade, ela está constatando que, realmente, tudo que a Virgínia faz cai sobre os filhos, né? E blá, blá, blá. Eu já acho que não. Eu acho, sim, que ela quis jogar uma maldição e falar assim, o que você está fazendo vai voltar três vezes pior pra você, em nome de Jesus. Eu acho que é isso. E acho que Virgínia merece. Daí eu me espanto...
Tentei, gente, porque a Virginia veio a público. E daí a Virginia veio chorando nos stories, falando, meu Deus, como uma mulher que é mãe, tem coragem de falar uma coisa dessas pra alguém, não sei o quê, não sei o quê. Falei, nossa, a Virginia nunca tá nem aí pras pessoas atacando ela.
O que tá acontecendo, gente? O que tá acontecendo que atingiu? Será que realmente a praga já começou a pegar, né? Pegar essas sarna, essas pragas do Egito, vai começar a pular sapo na banheira da Virgínia? São coisas que eu desejava, né? Que acontecesse com ela. Afinal, a Luana Piovani já trouxe essa discussão por causa da desgraça das Betis que tá rolando, né? Inclusive, eu vi aí depoimento da...
de algumas pessoas falando que perderam tudo, não sei o que lá, foi isso que motivou a Luana Piovani a falar contra a Virgínia. Eu pensei, nossa, funcionou, realmente, bateu ali na Virgínia.
Ai, como eu sou burra também, né? Como eu sou burra. Como a gente é inocente, né? Meu Deus, por isso que a Virginia é bilionária. E eu sou uma fodida do jeito que eu tô. O que aconteceu, gente? Recentemente, a We Pink, né? A loja da Virginia, tá envolvida em polêmicas. Polêmicas bizarras e nojentas.
Um galpão em Anápolis, que armazenava produtos da Wipin, que marca da Virgínia, foi interditado pela Vigilância Sanitária em abril agora, por falta de alvará e condições insalubres, incluindo mofo e falhas estruturais. A empresa informou que tá pouco se fudendo.
Que o local era da TP Distribuições e não fabricava produtos. Não fabricava, mas armazenava. Armazenava igual um lixo, tudo contaminado. A vigilância sanitária foi lá, fechou. Isso tava meio que queimanequinho, né? A We Pink.
A Virginia só aproveita essa deixa que a Luana Piovani deu pra conseguir causar mais um burburinho no nome dela pra tirar o foco pra ser uma cor-chainas de fumaça ou as. Sobre essa desgraça que tá rolando com o armazenamento dos produtos. E pincu, wawaw.
E daí eu penso, nossa, realmente temos muito que aprender com essa loba, né, gente? Eu falo mal dela, todo ódio do mês, eu odeio, eu tenho nojo. Mas é aquilo, eu preciso começar a me focar na inveja. A gente precisa aprender com esse tipo de gente ordinária, como é que eles conseguem fazer tudo dar certo. Olha a cabeça do cão como é articulado. Putz, estão falando que eu armazenava tudo errado, isso daí vai queimar nossa marca. Próxima oportunidade.
de causar nos stories que fuja desse assunto, eu vou agarrar cunhas e dentes. Foi lá e fez. Luana Piovani deu a deixa, ela foi lá e abraçou. Porque a gente sabe que a Virginia não se importa nem um pouco com nada disso, né? Com essa crítica social sobre Betis e tal, muito menos que falei mal das filhas dela. Ela usava, ela foi pra CPI das Betis com uma camiseta com a cara da filha, né?
Ela usou o avatar da filha doente, enquanto a filha estava doente, né? Para viralizar ainda mais. Ela usa as filhas, na verdade, tem filho mesmo é para viralizar, né? Floflobiuta, floflobiuta. Mas errada sou eu. Errada sou eu, porque isso daí é o tipo de gente que o Brasil gosta. Mas é o que o Brasil merece também.
Ai, mas enfim, vamos agora para o nosso pedido de conselho? Vamos, esse daqui chegou em fevereiro para mim, então é meio recente. Costumo demorar mais para ler pedido de conselho. Lembrando, se você gosta dos meus casos de conselho, mande o seu para podcastparatudo.com. Eu posso ler ele aqui ou posso ler lá no meu canal, tá bom?
Mas se você ama muito esse tipo de conteúdo, cogite assinar o Conselhos Ruins, meu podcast exclusivo para apoiadores, onde lá eu leio vários conselhos por episódio, tá bom? Vamos ler aqui. Pedido para o podcast. Amei o título já.
E o nome desse quadro é Vou ler um conselho todo final de programa. Primeiramente, queria dizer que te acompanho há muitos anos. Desde 2017, eu acho. Meu Deus, 2017 já faz nove anos. Sendo meu lugar de conforto ouvir seu podcast e assistir seus vídeos. Vou pra academia na sexta-feira ansioso pra ouvir o novo episódio. Ô, meu amor, me desculpa de não ter tido episódio na última semana, tá? Mas acho que você já entendeu o que aconteceu.
Vou contextualizar um pouco sobre mim, primeiro, antes da minha história, pedido de conselho. Escreverei entre parênteses informações que prefiro que não sejam lidas no podcast. Sou um homem cis, 23 anos, moro nos Estados Unidos há alguns anos, mas originalmente brasileiro. Minha história começa há quase dois anos atrás, envolve dois aférs que se entrelaçam nesse tempo.
No começo de 2024, conheci A. A é difícil, né? Vamos colocar aqui um nome. André. André. No começo de 2024, conheci André. Fomos em alguns dates e tivemos bastante química. Apenas não muita química sexual.
É que às vezes bate de você ser mais amiga e não tanto, né, pegação. E também mais por conta também de timing. Acabamos desenvolvendo apenas uma forte amizade. Meses depois, conheci Fernando. Que nessa... Qual que era o nome que eu dei pro primeiro? André, né? André e Fernando.
que nessa época namorava, mas havia aberto o relacionamento há pouco tempo, pois seu namorado tinha se mudado pra longe. Comecei a ver ele quase que semanalmente, mas era apenas sexo. Entendi, com um ela tinha uma amizade gostosa, com outro ela era apegação gostosa. Juntando os dois, né, era o universo perfeito. Conversávamos um pouquinho antes ou depois, coisa de 15 minutos e era isso.
No final de 2024, as coisas com o André, que pouparei os detalhes, pois é um caso por si só, começaram a mudar. Principalmente por questões emocionais que os dois precisavam de certo apoio, companhia e chamego mesmo. Nossa relação entrou em uma área cinzenta que foi se desenvolvendo até o começo de 2025, quando me mudei pra casa dele.
Um dos principais motivos para esse rolo com ele em questões de relacionamento não terem dado certo foi sim a falta de sexo. Mas também a questão ali era outra, muito mais profunda emocionalmente. Não de dependência, mas conforto de estar um com o outro. E durou mais do que deveria justamente por isso. Pera aí, deixa eu ver se eu estou entendendo, porque a bicha está filosofando aqui.
Ele e o André não trepavam, mas acabaram indo morar juntas, porque os dois ficaram confortáveis com isso, né? De um estar com o outro, então vamos se juntar mesmo. Nos afastar dessa relação que mantínhamos doeria tanto quanto, se não mais do que um relacionamento, pois sabíamos que o final era inevitável. Gente, como que você entra numa relação de final inevitável, jumenta?
Aí eu já não vou estar te respeitando. Mas ao mesmo tempo não queremos ter que passar por isso. Gente, o sofrimento de passar pelas coisas é pior do que o sofrimento de ficar tentando evitar elas. Quer dizer, é pior? Não. É melhor do que o sofrimento de ficar tentando evitar elas.
É melhor você lidar com o término do que lidar com esse limbo que você tava vivendo que para a sua vida. Falando assim, sei que parece dependência, mas juro que não era. Aham. Nunca existia um abuso ou algo negativo. Apenas o conforto de voltar pra casa e ter alguém, de dormir de conchinha e tomar café da manhã junto. Acho que Platônico descreve isso melhor.
Não sei se era muito isso, o significado do que Platão queria do amor, tá? Mas vamos continuar. Isso durou alguns meses, mas quase no meio de 2025 decidimos que era melhor, de fato, nos afastarmos dessa relação pra que ainda assim pudéssemos ter uma amizade depois de tudo.
Foi difícil o reajuste de ver ele depois disso e não abraçar mais do mesmo jeito. Disse ir pra jantar e saber que não vamos pra casa juntos. Mas sabia que era o melhor e eventualmente eu superei. Consegui colocar ele de novo na caixa da amizade. Pois manter isso é o mais importante. Ele não deixa de ser uma das pessoas com que mais me importo nessa cidade que pode ser muito solitária. E sempre estamos lá um pelo outro. Nossa senhora.
Enfim, um pouco depois de sair da casa do André, quando senti que estava pronto para ver outras pessoas, ou pelo menos um sexo casual, mandei mensagem para o Fernando de novo. Era Fernando que eu inventei um nome? Acho que é, gente. Agora ele havia terminado com o então namorado, pois não conseguiu se adaptar muito ao relacionamento aberto e a distância era muito difícil. Voltamos a nos ver e agora passamos a conversar, jantar depois do sexo.
e até ver um filme de vez em quando. Ah, querida, ela tá dando cada vez mais migalhas pra bicha se apegar. Mas ainda tudo muito casual, pois os dois estavam ferrados da cabeça tentando superar o anterior. Tô achando que é essa bicha que me mandou o caso que é a problemática, tá?
começou a me bater com esse sexto sentido, eu tenho o sentido aranha, ou o sentido piranha, não sei, que me venha assim um flash. Com o tempo, no entanto, vimos que gostávamos um do outro, o que foi a melhor coisa possível, nos conhecer, nos gostarmos, sem ter a expectativa de ter um relacionamento, pois nenhum de nós esperávamos isso um do outro.
É realmente, essa é a melhor forma de começar um relacionamento. É o que eu acho, né? Alguns meses disso se passaram e desde o final de 2025 estamos juntos, indo com calma e sem pressão, mas lentamente construindo uma relação.
Creio que o meu pedido de conselho é sobre o André. Ficou mais difícil agora manter essa mesma amizade com ele, apesar de termos nos afastado um pouco, mas em questão de não mandar mais mensagem 24 horas por dia, pois ainda nos vemos com frequência. E ele segue tendo uma imensa importância para mim. Ai, gente, é difícil mesmo quando você termina com alguém. E daí você pensa assim, não, essa pessoa vai ter que ocupar o lugar mais importante do mundo na minha vida, porque ela foi isso durante um tempo.
Daí chega uma hora que você percebe, putz, mas ela não... Talvez não seja isso tudo, não. Daí a gente fica assim com... Ai, não é com trauma nem nada. É ficar com esse sentimento de que você tá indo contra a sua verdade.
Porque você não quer aceitar que você tá sentindo coisas diferentes agora. Ele já não é mais tão importante pra você. É difícil aceitar isso. Porque a gente se sente traindo a pessoa. Mas não é uma traição, é só um sentimento que mudou. Sinto um bloqueio agora da minha parte quando estou com ele. E você, vovó, que morou anos com o ex depois de terminar, como faço pra não me sentir assim? É que eu acho que você tem um sentimento diferente do que eu tinha pelos meus ex.
Inclusive, você aí com o César essa semana, aniversário do César, o One, palmas pro Kingo, né, o Kingo Taurino. Mas não tinha esse sentimento de, ai, as coisas mudaram, sei lá o quê, porque não ficou esse limbo misturado que você ficou, entre amizade e relacionamento. Não, eu namorei, terminei assim que eu terminei, acabou, acabou, acabou, acabou.
Demorou um ano, por aí a gente voltou a se falar, daí voltou só uma amizade. Pra mim, as amizades é assim, muito no meu tempo e no tempo da pessoa. Tipo, ficar mandando mensagem 24 horas por dia, sei lá. Nunca foi assim. E também quando a gente namora, é normal a gente dar uma afastada dos amigos no começo, não estar tão disponível, né?
Eu acho que sumir e mudar quem você é é sempre muito ruim. Mas, poxa, agora tem uma pessoa a mais aí pra demandar seu tempo, seus rolês, suas coisas. Eu acho que é super natural, né? Sei que em algum momento os dois se conhecerão e nem acho que tem segurança disso.
Não sei explicar o bloqueio que eu tô sentindo. É loucura ter um ex como o melhor amigo? Bem, você tá perguntando pra pessoa errada, né? Porque pra mim isso é o normal, né? Inclusive, são pessoas que eu convivo muito. Meu ex lá de Sorocaba foi me ajudar a respeito dos meus pais quando eu tava lá, enfim. Eu acho que isso é muito normal, porque são pessoas que você...
confiou um dia, e se não foi a quebra de confiança que fez o relacionamento acabar, são pessoas que você continua achando confiáveis, né? Entende o que eu quero dizer? Se o motivo de eu ter terminado com o César, por exemplo, não foi ele quebrar minha confiança e eu a dele, quer dizer que ele ainda é uma pessoa confiável. Ele não é mais uma pessoa namorável. Pra mim, né? Pra outra pessoa é, e vice-versa. Mas... E...
Você entende o que eu quero dizer? Terminar não desqualifica a pessoa a respeito de todas as coisas boas que ela tem, né? Ela pode não ter o X-Factor pra te namorar, mas ela ainda é aquela pessoa e ela ainda tem tudo aquilo. Ela só não tem uma coisa que você achava que tinha, putz, e que era essencial pra ficar junto no sentido de relacionamento. Enfim.
Eu só acho que talvez esse André esteja pesando na sua mente a respeito disso. Você não traz isso aqui, mas eu sinto isso também, tá? Enfim, espero que não tenha sido um caso muito longo e tonto. Vou colocar fotos deles aqui pra cima. Eu acho que você ainda tá meio... Acho que você tá muito confuso a respeito do seu sentimento pelo André. Tá?
Eu acho e não tô achando legal isso não. Ficar com esse sentimento estranho assim. Você ainda quer dar para o André escondido? Seja sincera para mim. Vou colocar fotos dele aqui para a senhora e meu Instagram é. Sei que você gosta de stalkear. Nas fotos eu sou... Tá, eu sou esse. Gente, eles são tudo padrão.
Gente, eles são tudo padrão. Esse aqui é qual? Pera aí. O tatuado é o atual. Nossa, amiga. Eu ia estar cagando pra ex-meu se eu tivesse dando pra esse macho aqui. Você me desculpe, eu ia estar cagando. Claro que esse daqui, pera aí. Nas fotos, eu sou esse daqui. Óbvio, você é lindo também. Nossa senhora. Você é Miché, bicha? Você foi trabalhar de Miché aí. É muito padrão pra estar sofrendo com esse tipo de coisa.
Gente, não faz sentido. A outra, a André, nitidamente, ela é muito afeminada. Tá? Pela foto. A André me passa uma vibe de pesar em relacionamentos, tá? Pela foto aqui. Eu sou boa de ler cara das pessoas, tá? Ela me passa uma vibe de pesar em relacionamentos. De dizer que, ai, tô muito feliz por vocês dois e tal, mas de não estar. Eu tenho essa sensação. Eu leio auras das pessoas. Eu sou bruxa, né? Você sabe que eu sou bruxa.
Então, eu leio a aura das pessoas. Eu acho que o caminho ideal é você se afastar, Niquinho. O que aconteceu aqui? Por que vocês não transavam? Porque você é uma passiva e a Sandré é outra passiva. Gente, vamos ser sinceros aqui? No rolê que tá rolando? É isso que aconteceu, gente. Não, não rola. É isso. Então, ó, larga a Sandré pela foto. Eu amo que todo caso não importa. O que importa é que eu olhei pra foto e julguei aqui. É porque esse Fernando, gente, ele é...
Nossa, todos eles são muito lindos. Será que é verdade essas fotos? Já tô até achando que é fake aqui. Tô até achando que é fake. Porque geralmente o povo bonito manda a casa lá pro Conselhos Ruinhos. Não manda podcast aberto.
Pô, você tá morando aí na gringa, você não tá em 10 reais pra pagar o podcast lá? Ô, bicha, melhora aí também, né? O que você tá fazendo de errado? Sobe o preço do programa logo. Me mande devolutiva depois, tá? O que eu quero dizer? Vamos resumir então. Vai dar tudo certo. Você pode ser amigo de ex-namorados. Mas se você tá com essa sensação tão estranha, quer dizer que essa pessoa ainda não conquistou o posto de apenas seu amigo. Tá? Porque pra amigo, a gente não acha estranho apresentar namorado pra amigo.
Tem alguma outra coisa que, quem sabe, precisa de um distanciamento maior entre vocês pra tudo ficar bem definido como está, tá bom? Obrigado a quem acompanhou. Desculpa mais uma vez ter ficado sem podcast. Meu nome é Lorelay Fox também. E é nessa que eu vou. Gente, inclusive eu vou pro show da Shakira, viu? Lero, lore, lore. Tchau.
Lorelay Fox