II - 2026.40 - O novo Flávio
Inscreva-se na aula aberta do Ailton Krenak (08 de julho às 20h)
https://bit.ly/AulaAbertaKrenak
X/Twitter: https://x.com/vamodebonde
Instagram: https://www.instagram.com/vamodebonde/
Lançamento de “Juízo Final” e Festa em Porto Alegre - 27/06 - 17h(livro) e 20h (festa)
https://espaco512.com.br/produto/27junho-medo-e-delirio/
No Espaço 512! Lançamento do livro aberto com presença da Gabriela Biló, do Cristiano e do Pedro pra todo mundo às 17h e festa às 20h fechada pq a gente ainda não ganhou na Mega Sena. Discotecagem de @yomatiaspinto (sim, ele mesmo do @xadrezverball!), e da @bru.mchado! @la.cumbia.artificial do Carlos Bolívia, diretamente de BH, @latinjambu e a malfadada Mixtape do @medoedelirioembrasiliapodcast!
Festa do Medo e Delírio em Florianópolis 04/07 - 22h30
https://shotgun.live/pt-br/events/medo-e-delirio-em-floripa-a-festa
No Bugio Centro! Discotecagem cremosa da Clandestino Fiesta Latina, La Cumbia Artificial com seu som dançante e psicodélico e de quebra trazem a Mixtape do Medo e Delírio lotada de memes e referências ao momento “foi mal tava doidão” da política mundial!
Lançamento de “Juízo Final” 17h (gratuito)
No Bugio Centro também! A incrível fotógrafa Gabriela Biló vem lançar seu livro “JUÍZO FINAL”, sobre o julgamento da trama golpista que rolou no Brasil. O livro é um quase manual que descreve o processo em detalhes. Ganhadora do Prêmio Jabuti com “A verdade vos libertará”, Biló vai trazer seu lançamento mais recente, produzido em parceria com o Medo e Delírio e Pedro Inoue e que conta com prefácio de Marcelo Rubens Paiva e edição de Fernando de Barros e Silva. Para amarrar o rolê, vai rolar uma conversa com Gabriela Biló, Cristiano Botafogo e Pedro Daltro!
Melhor forma de ajudar o Medo e Delírio é pix recorrente na chave medoedelirioembrasilia@gmail.com
Quer anunciar no Medo e Delírio? Escreve pro medoedelirioembrasilia@gmail.com!
- Donald Trump e seu poder globalComparação com conquistadores históricos · Crítica ao acordo nuclear com o Irã · Diagnóstico de sociopatia e narcisismo · Potencial para guerra nuclear · Donald Trump · Newsmax
- Flávio Bolsonaro e VorcaroDefesa de direitos desumanos · Mudança para discurso religioso · Uso de linguagem neutra e apoio a causas LGBTQIA+ · Posicionamento sobre tarifas dos EUA · Mudança de discurso sobre Bolsa Família · Flávio Bolsonaro
- Censura e interferência judicial em pesquisas eleitoraisSuspensão de pesquisa eleitoral · Argumentos sobre manipulação de entrevistados · Decisões monocráticas no TSE · Remoção de conteúdos de redes sociais · Daniel Vorcaro · Flávio Bolsonaro · Nunes Marques · André Mendonça
- Governos de direita na América LatinaVitórias eleitorais conservadoras · Luta contra narcotráfico e corrupção · Relações históricas entre EUA e tráfico de drogas · Javier Milei · Nayib Bukele · Keiko Fujimori · Rodrigo Paes · José Antonio Kast
- Crise YanomamiFome e desnutrição infantil · Garimpo ilegal e mineração · Conivência governamental · Violação de mulheres e crianças
- Demarcação de terras indígenas e crise climáticaAtaque aos direitos dos povos indígenas · Suspensão de demarcação de terras · Aumento de conflitos socioambientais · Papel dos territórios indígenas na preservação ambiental · Projeto de Decreto Legislativo PDL 717/2024 · Dinamanto Xá · Júlia Zanatta · Terras Indígenas Tudo em Pú e Morro dos Cavalos
- Operação Miragem e Banco DigimaisFraudes no Sistema Financeiro Nacional · Venda de carteira de crédito falso · Fraude nos registros e CDBs suspeitos · Banco Digimais · Bispo Edir Macedo
- Ailton Krenak e o fim dos temposComo encarar o fim de mundos · Coragem e rebeldia · Ailton Krenak
Central 3.
Esse episódio aqui é um oferecimento do bonde.
Thank you!
Antes da abertura, um curto aviso. Porto Alegre, lançamento do livro Juízo Final esse sábado, agora dia 27, na 512. Evento aberto para todo mundo. Logo depois, às 8 horas da noite, na 512 também, Festa do Medo e Delírio com DJ Matias Pinto, La Cumbia Artificial, mixtape do Medo e Delírio, DJ Bruna Machado e Latin Jambu. Últimos ingressos, hein? E alô Florianópolis, ó, para Festa do Medo e Delírio no sábado dia 4 já acabaram os ingressos, mas no domingo dia 5 vai ter o lançamento do livro lá, aberto para Mundo geralzão, na Bugio do Centro. O horário a gente vai divulgar no dia 29. Agora sim, bora para abertura.
Eu jamais esperei ver dentro do Brasil, em pleno século 21, o que tava acontecendo ali. Porque o que aconteceu, a fome Yanomami, as crianças morrendo, as pessoas desnutridas, idosos que parecia era pele e osso, as pessoas mal conseguiam parar em pé. E não foi uma tragédia natural, não foi um desastre natural que provocou aquilo. Aquilo foi o resultado de um crime cometido contra os povos indígenas por ambição para tirar ouro e para tirar minérios dentro da terra Yanomami, com a conivência, com o crime de atos e omissões do governo que tava no poder.
Nós passamos 4 anos tentando entrar lá e mostrar o que tava acontecendo. Quando houve a troca de governo, houve a declaração da emergência na terra Yanomami e nós fomos os primeiros repórteres a entrar. Com dados do Ministério da Saúde, o Fantástico separou só as mortes por desnutrição de crianças de 0 a 5 anos. Foram 152 nos últimos 4 anos, contra 33 no período anterior.
Um aumento de de 360%.
Eu mandei várias vezes ofício para o governo federal avisando que os Yanomami estavam doentes, desnutrição grave, para fazer uma ação na terra indígena Yanomami, com fotos, mas nunca responderam para nós.
Eu sabia que a situação era grave, claro, eu sabia, tinha notícias de lá de dentro. Só que quando você chega, nós saímos com um helicóptero das Forças Armadas, da Força Aérea, da Aeronáutica, que estava enchendo de cesta básica e levando nas aldeias a partir do posto do Surucucu, que é um pelotão especial de fronteira. Tem 3 dentro da terra Yanomami. E aí a gente chegava pra descarregar as cestas básicas e vinham as pessoas e tinha que botar pra dentro do helicóptero.
E o Júnior Yanomami, assim: "Tem que levar, tem que levar, tem que levar, senão morre." As crianças catatônicas. Nessa última aldeia que a gente parou, teve uma aldeia que a gente parou que assim, o garimpo tava dentro da aldeia. Só não tava garimpada maloca. O resto tudo. Eles fazem roça na praia. Baixa o rio, faz a roça, porque os sedimentos trazem nutrientes e tal. Aí eles fazem a roça ali, os cara garimparam a roça, ferraram com a água, os Yanomami caçam com arco e flecha, eles estavam caçando com o quê?
Com espingarda. Não sobrava comida pros indígenas. E aí chegavam com cachaça, com não sei o quê, corrompendo, criando atritos entre eles, casos e casos de violação das mulheres e das crianças. Sim, imagino, claro. E das crianças. Numa delas nós paramos, os garimpeiros estavam lá ainda. E eles vieram. Mesmo com a presença.
Mesmo com a presença.
Só armado de fuzil.
Força Aérea, encaravam.
Vieram encarar a gente. E com câmera. Com câmera e com tudo.
Que coisa louca.
E aí, na última, o deles...
Eles se sentiam impunes. É, mas estavam impunes, né?
Eles não só estavam impunes, eles estavam legitimados pelo discurso do então presidente. Exatamente.
Era isso.
E nós não conseguimos contato com o ex-presidente da FUNAI, o Marcelo Xavier, e o ex-ministro da Defesa, o general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, para perguntar sobre o apoio aos indígenas da região.
E aí, na última aldeia que a gente foi, quando a gente foi assim, já tava quase escurecendo, bem fim de tarde, e o Júnior falou assim: vamos nessa aldeia que ela fica muito pertinho daqui, dá 5 minutinhos de voo, 5 minutos do posto do Exército, nessa aldeia aqui, porque dá tempo, a gente deixa e volta, vai dar tempo antes de escurecer. E aí o pessoal da Aeronáutica que tava fazendo, né, esse trabalho sensibilizado: não, vamos lá.
Aí todo mundo ajudou a carregar mais uma vez o helicóptero, a gente baixa na aldeia e já vê que tá uma situação assim, a maloca queimada, que é um sinal de luto deles, né? Morre alguém importante, eles botam fogo na maloca, eles queimam tudo que é da pessoa e ela passa a existir em outra dimensão. Tava tudo vazio. Aí chega um rapaz e diz assim: "Cadê o povo?" "Ah, tão lá no mato, tão lá no mato chorando o morto." "Quem morreu?" "Ah, morreu, foi um rapaz." "Morreu de quê?" "De fome." "Ah, meu Deus do céu!" Aí começam a chegar mãe com uma criança no colo, outra pendurada, e vem aquelas crianças subnutridas, é só ossinho.
E aí pede socorro, ajuda. E aí de repente assim: "Tem um rapaz, tá correndo ali, vão lá, chegam com ele na maca, um adolescente tendo convulsão de febre de malária. Bota todo mundo pra dentro do helicóptero. Quando a gente vê, estão no helicóptero 9 crianças, o adolescente tendo convulsão, mais 2, 3 adultas, mulheres que acompanharam as crianças pra levar até o coisa. E quando a gente chega, já tá escurecendo. Então precisou de 4 homens das Forças Armadas pra carregar o garoto com a maca lá pro posto de saúde, 1,5 km de distância.
Medo e delírio em Brasília.
Vocês percebem a loucura?
Legal. Olá, bem-vindos ao Medo e Delírio em Brasília, com as últimas notícias do que restou do Brasil.
Bom dia, boa tarde, boa noite.
Bom dia, porra, por enquanto. Eu sou o Cristiano Botafogo. Botafogo é bairro, viu, meu filho?
Você viu a Fernanda Torres? Cristiano, seu lixo!
Cristiano, seu lixo!
Calma, Cristiano, ele não vai me maldizer.
E aí, Brasília, depressão, como é que chama, gente? Podcast dos caras. E o Medo e Delírio em Brasília.
Medo e Delírio em Brasília.
Beijo pra eles.
Medo e Delírio, hein?
Ó o programa aqui, pô, mano.
Meio duvidoso, né, mano?
Foda-se o Medo e Delírio em Brasília, pô.
Eu não ouço Medo e Delírio. É escrito por Pedro Dautra.
Um abraço, Dautra.
Meu queridíssimo Pedro Dautra. Um beijo pro Pedro Dautra. Pedro Dautra.
Todo mundo sabe quem é.
Parabéns a toda equipe de roteiro.
E um beijo pro Pedro Dautra.
Um beijo pro Pedro Dautra.
Eu consegui descobrir quem está por trás do Medo e Delírio em Brasília. Eu nem conheço os caras. Esse é o episódio 40 de 2026.
Ah, é?
Foda-se. Bora passar pano? Não. Tá, mas bora tentar passar um pouquinho menos de raiva. Bora.
Bora!
Um novo Flávio!
Porra!
Tamo de volta, senhoras e senhores. Mil desculpas pelo atraso, realmente foi uma semana muito doida. Agradecendo a todo mundo que foi no Circo Voador lá no sábado, foi massa pra caralho, hein? Quem não foi, perdeu. Perdeu, né? A pessoa não foi, claro, perdeu. Não foi porque não queria ir, pô, tudo bem. Mas vamo que vamo, vambora! Tamo de volta, mas tamo completamente revoltado com o governo Verde Oliva por conta da abertura desse episódio aqui.
Vou esquecer disso jamais!
Mas por outro lado, também tamo incrivelmente feliz por conta disso que vai seguir, ó.
A Polícia Federal realiza nessa manhã a Operação Miragem, que tem o objetivo de desarticular um esquema de fraudes no Sistema Financeiro Nacional envolvendo a gestão do Banco Digimais.
Bom, até aí, até aí, né?
Mas a gente sabe que o Bispo Edir Macedo é o dono desse banco.
O banco do pastor tá de parabéns. Olha só, venda de carteira de crédito falso, Fraude nos registros e CDBs suspeitos. Pastores marginais do Banco dos Demais. Se o Edir Macedo tá triste, o Brasil tá feliz.
Alegria.
Coronavírus, que todo mundo está assustado. Não há razão para isso. Não se preocupe com o coronavírus. Existe um interesse econômico, e onde há um interesse econômico, aí tem.
Olha que legal!
Mas calma, contém um pouco a sua alegria.
Apesar desse banco ter ligação com Bispo, ele não foi alvo de mandados de busca e apreensão. Ele, contudo, é investigado nesse esquema, o mínimo.
Mas não é disso que a gente vai falar nesse episódio. Nesse episódio a gente vai falar do novo Flávio.
Os ataques não param.
Tá mudado o Flavinho Desmaio. Babaca pra caralho! Desde a prisão do pai, Flávio passou a defender os direitos desumanos.
Uma pessoa idosa, uma pessoa que precisa de cuidados médicos, uma pessoa que todo mundo sabe que tem problemas de saúde e que ainda assim é mantido num lugar como esse, como um cativeiro.
Isso é desumano.
Mais uma vez reforço aqui que estão brincando com a vida do meu pai. Não dá mais para ficar com essa postura de achar que isso aqui é algum tipo de frescura. Onde ele está, a tendência é que vá piorando o quadro de saúde dele.
É uma hipocrisia generalizada.
No dia 22 de dezembro de 2017, 7, Flávio, e você não retirou isso ainda. Quando se falava que presos que estivessem em estado de saúde grave deveriam ter prisão domiciliar, você escreveu o quê, Flávio?
Políticos corruptos têm alegado problemas graves de saúde para saírem da cadeia. Você é a favor de cemitérios ao lado das carceragens da Polícia Federal para que o Estado gaste menos com transporte dos corpos?
Perguntou.
Então, Flávio, para os presos que alegavam problema de saúde, ele tinha uma solução: construir cemitério ao lado da prisão.
Muito legal, muito bacana, muito gentil ele.
O mínimo que ele deveria ter é essa domiciliar humanitária em casa.
Vivemos a hipocrisia, mas Sua maior transformação veio no começo desse ano, curiosíssimamente um ano eleitoral.
Não precisa ser inteligente para entender isso.
O Flávio, que nunca foi lá muito religioso, pelo menos não demonstrava isso publicamente, começou a usar um linguajar profundamente religioso, evangélico.
Deixe o ímpio o seu caminho e o homem maligno os seus pensamentos e converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele. Volte-se para o nosso Deus, porque é generoso em perdoar. Essa aí é uma A gente sabe de todas as vinculações demoníacas que o Lázaro já tem. Depois da maior escuridão é que vem a tua luz, e nós estamos esperando a sua luz hoje, Senhor. Porque o Senhor tem controle de todas as coisas, o Senhor é o Senhor dos Exércitos.
Agora virou o ano, Flávio não pode ver um culto que já tá entrando: Calma, filha da puta, calma. Bom, mas como diz aquele pastor: Mas isso é enganar. Pois é, e para além do fervor religioso, o Flávio também passou passou por outras notáveis transformações. Essa matéria que vai seguir é de março desse ano e passou batida por aqui.
Desculpe.
A fim de tentar ampliar o eleitorado para além da própria bolha que já o apoia, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência da República pelo PL, pediu o apoio de, abre aspas, todos, todas e todes, viado, viado, fecha aspas, nas redes sociais.
E o seu jornalismo de alta performance conseguiu a do Jair ao saber disso.
Puta que o pariu, puta escrota, filho da puta, vagabundo, foda-se, fodido, cacete, puta, filha de merda, puta que o pariu, porra.
Deve ter sido alguma coisa por aí, mas o contexto é maravilhoso.
Primeira é que ela acontece no momento em que há uma briga pública entre Eduardo Bolsonaro lá dos Estados Unidos e Nicolas Ferreira e Michele Bolsonaro aqui no Brasil.
Não briguem, se matem!
Troca de farpas e cobranças feitas por Eduardo.
Ele, apesar de ter feito 40 anos de idade agora, né, ele ele não é tão maduro assim, vamos assim dizer, talhado para política.
Então essa mensagem diz o seguinte: "Tá todo mundo querendo vencer a discussão, mas o que nós precisamos é vencer a eleição. Gostaria de contar com o apoio de todos, todas, todes, todes e todos", aí tem um X.
O idoso ele precisa estar preparado para isso.
Linguagem neutra que sempre foi alvo de duras críticas dos bolsonaristas.
2 anos atrás, a questão da linguagem neutra dos gays, eu nada contra nem a favor, cada um faz o que bem entender com o seu corpo. Pô, que linguagem neutra dos gays? Que que isso soma pra gente numa redação? Agora estimula a molecada se interessar por essa coisa, vai estragar. Não, não é linguagem, é linguagem de menos até.
Caralho!
Vai estragando agora, tá? Quer que os heterossexuais continuem gerando crianças pra que essas crianças se transformem em gays e lésbicas para satisfazê-los sexualmente no futuro.
Linguagem neutra que sempre foi alvo de duras críticas dos bolsonaristas.
É coisa de viado o que estão fazendo.
Inclusive apresentando projetos de lei nas assembleias e na Câmara dos Deputados. Deputados tentando proibir o uso da linguagem neutra.
Pois é, em algum episódio recente a gente mostrou como um desnorteado Flávio reagiu à nova tarifa ameaçada pelo Trump. Flávio mandou cartinha pro Marco Rubio implorando pra que o país não fosse tarifado. E obviamente ali não convenceu ninguém.
Por que será?
Tarifa Eduardo Bolsonaro, tarifa Paulo Figueiredo.
E olha, o pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro se inscreveu pra audiência pra falar sobre o tarifaço nos Estados Unidos. Vai ver, ele não tem muito trabalho pra fazer em Brasília não. E por que caralhos o Flávio não fez a mesma coisa lá atrás na primeira extorsão redução tarifária.
Responda, responda, responda!
Tava lá sugerindo reedição do Brasil.
O que que os Estados Unidos fez com o Japão? Lança uma bomba atômica em Hiroshima para demonstrar força. Qual foi a reação do Japão naquela época? Falou: olha, nós aqui somos patriotas, isso é interferência dos Estados Unidos aqui no nosso país, vamos resistir, fora Yankees. Qual foi a consequência? 3 dias depois, uma segunda bomba atômica em Nagasaki, para ir Pois sim, haver uma rendição formal por parte do Japão.
Diz aí, Flávio.
Lula joga contra o Brasil. Ah, bate a merda, cara. E eu posso provar.
Eu duvido.
Bora pro replay do Lula jogando contra o Brasil.
Se houver o cenário de terra arrasada, pelo menos eu estarei vingado desses ditadores de toga.
Ah é, não foi o Lula, né?
Se houver o cenário de terra arrasada, pelo menos eu estarei vingado desses ditadores de toga.
Ah, mas tem mais.
E lá vem mais.
O Lula é um inconsequente. Se for necessário, "Se for necessário, iremos sim sacrificar tudo e queimar toda a floresta." "Se for necessário, iremos sim sacrificar tudo e queimar toda a floresta." "A minha continência à bandeira americana." "A minha continência à bandeira americana." "Que Deus abençoe o Brasil e que Deus abençoe os Estados Unidos da América." "Que Deus abençoe o Brasil e que Deus abençoe os Estados Unidos da América." Agora você imagina o que a extrema-direita diria se fosse o Lula mesmo realmente falando essas frases aí. E não a porra do Bolsonaro ou do irmão do Flávio.
E se for necessário, né, como é que o Paulo Figueiredo fala, né, vai incendiar a floresta inteira?
Vai ser necessário queimar a floresta inteira? Essa é a pergunta de 1 milhão de dólares.
Isso é o que a gente vai ver, se vai ser preciso, né, como Paulo Figueiredo diz, queimar a floresta inteira.
A gente tem tentado evitar queimar a floresta inteira para conseguir se livrar do Alexandre de Moraes, mas a floresta inteira, o Brasil, é necessário.
Tá, continua aí, Flávio, chato para caralho.
Estados Unidos abriram uma audiência pública para discutir as tarifas sobre os produtos brasileiros. O prazo para contestação iniciava ontem.
E adivinha?
É claro que esse governo incompetente ficou de braços cruzados, porque o tarifário sustenta essa falsa narrativa de defesa da soberania do Lula em pleno ano eleitoral.
É claro, por uma audiência desimportante dessa, o Flávio queria o quê? Mas de certa forma também é engraçado o Flávio reconhecer que as tarifas ajudam a candidatura do Lula.
Ao contrário do Lula, que joga contra o Brasil e só se preocupa em atacar o Neymar, é um merda. Eu me inscrevi para participar dessa audiência pública nos Estados Unidos e representar os interesses do nosso país mais uma vez.
E vamos combinar, né? Tudo bem eu criticar o Neymar, você criticar o Neymar, todo mundo criticar o Neymar, com tranquilidade. Inclusive a gente acha que é a posição correta, tá certíssimo. Mas pô, o presidente do Brasil não, né?
Você se cuide, que as mulheres— você viu a Marta jogar bola? Você não viu a Marta jogar? A melhor jogadora Melhor jogadora do mundo durante 6 vezes seguidas, 6 vezes ganhou a bola de melhor jogadora do mundo. Quem é que o Brasil tem bom de bola agora? O Neymar não tá nem jogando, cara. O Neymar é o primeiro convocado home office do mundo.
Pois é, engraçado, coisa e tal, mas pô, o presidente do Brasil não pode falar isso em plena Copa do Mundo, pô. Isso não pode.
Ainda teve isso aqui, ó: qualquer dia a gente vai ter que fazer uma seleção na inteligência artificial. 11 Pelé.
Alô, Luiz Inácio!
Alô!
Já tínhamos seguida enquadrar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
Vai tomar no cu, cara, toda hora essa discussão, cara.
Agora vamos fazer o trabalho do Lula pela segunda vez, defendendo o PIX e lutando contra o tarifácio.
E por óbvio que o Medo e Delírio sintonizou na Rádio Pan-Americana S.A. A inscrição do senador Flávio Bolsonaro para participar dessa audiência nos Estados Unidos coloca o nome dele dentro de uma agenda agenda externa importante.
Não, não é.
Que trata justamente dessas barreiras comerciais e dos efeitos sobre o fluxo de importações e exportações. E não, não é uma agenda externa importante, nem fodendo é uma agenda importante, não para porra da diplomacia. Tanto não é importante que o Flávio teve que se inscrever, caralho. Mas aí a gente pediu um áudio para o Fábio de Sá e Silva, ninguém menos que inclusive já participou de uma dessas audiências. Fala, Pedro Cristiano.
Ouvintes do Medo e Delírio em Brasília, aqui quem fala é Fábio de Saesilva, eu que sou professor na Universidade de Oklahoma.
Oklahoma, ok!
Primeiro que se trata de um processo interno nos Estados Unidos. O Departamento de Comércio precisa tomar uma decisão, eles então abrem a oportunidade para pessoas que têm alguma coisa a dizer sobre isso, que seja relevante, para que compareçam lá e tragam essas informações com vistas à melhor tomada de decisão. Decisão possível. Então não é um espaço de diplomacia, de política externa, de política internacional. É um espaço doméstico e voltado a colher subsídios técnicos para uma tomada de decisão específica, sobre a qual os Estados Unidos já tem um esboço de como ele entende um problema que é a relação comercial com o Brasil. Segundo, que quero repetir aqui, se trata de um espaço técnico.
E olha só que maravilha! Avalie que esse tipo de agenda também funciona como palco de disputa de narrativa, em que temas econômicos passam a ser usados como ferramenta de projeção política. É óbvio pra caralho! Bom, mas aí, como se trata da Jovem Pan, então de fato Flávio Bolsonaro deve surfar e muito com essa possibilidade, com essa agenda, com esse posicionamento brasileiro nos Estados Unidos. Bom, mas agora vamos com a mais recente transformação do Flavinho de Esmalho, o camaleão, o David Bowie da política nacional, um homem de muitas faces. Primeiro vale fazer essa retrospectiva aqui.
Ele já vai viver de Bolsa Família, vai fazer nada. Então isso aí é tudo cabresto, volta de cabresto para o governo. E a Bolsa Família é uma mentira. Você viu no Nordeste, não consegue uma pessoa para trabalhar na tua casa. Desenvolvimento intelectual dessa garotada de 0 a 3 anos, filhos de Bolsa Família, equivalia a um terço da média mundial. Tem gente que tá aí há 9 anos no Bolsa Família não quer ser empregado, que pede Bolsa Família.
Vai ser a referência de um governo meu que o presidente Bolsonaro fez.
Mas continuando, olha o que um sujeito de sobrenome Bolsonaro tá falando sobre o Bolsa Família.
Programa virou um direito adquirido do povo brasileiro. Ninguém tem o direito de tocar ou de acabar com esse programa.
O cara tem 3, 4, 5, 10 filhos e é problema do Estado, cara. Ele já vai viver de Bolsa Família, vai fazer nada, não produz bem nem serviço, não produz nada, não colabora com o PIB, não faz nada. Fez 8 filhos, que eles, 8 filhos, vão ter que ter creche, escola, depois cota lá na frente, pra ser o quê na sociedade? Vai ser nada.
Qualquer país do mundo, ele tem um programa pra pessoas de baixa renda que têm dificuldade alimentar.
Ah, que mudança, né? É! Bom, ao que parece, o Flávio se tocou disso com 45 anos. Nunca é tarde, alô meu povo! Mas ainda assim, que Flávio Bolsonaro lave sua boca pra elogiar o maravilhoso Bolsa Família, hein?
É nojento, esse cara é nojento.
Eu sou a favor, eu sou a favor da Bolsa Família, sempre fui.
E o próprio Flávio explica que não adianta lutar contra uma conquista uma mudança civilizatória num país brutalmente desigual. E aqui o oportunismo eleitoral vira uma linda rendição.
A gente tem que entender porque é uma memória afetiva até, o Bolsa Família é estabilidade para quem já passou fome.
Eu nunca passei fome na minha vida, né? Falar que se passa fome no Brasil é uma grande mentira. Alguém já viu alguém pedindo um pão na porta ali no caixa da padaria? Você não vê, pô.
Diz aí, Flávio de 2022.
Olha, quem recebe R$400 por mês Brasil pode ter dificuldade, mas fome não passa.
Volta para o Flávio presente.
A gente tem que entender essa lógica que passa na cabeça das pessoas que precisam disso.
Como é que é isso?
Que conversa é essa?
Essa lógica que passa na cabeça das pessoas que precisam disso, reafirmar que mais uma vez garantir elas que isso vai ser mantido. Bom, essa frase aqui, a gente tem que entender essa lógica que passa na cabeça das pessoas que precisam disso.
É o Flávio implorando para os seus aliados pararem de criticar o Bolsa Família. Deles a gente fala depois. Bom, Flávio comete o mesmo do Luciano Huck e diz que o programa não tem um desenho para que as pessoas possam deixar o programa. Mas na verdade... Você não gera nenhum tipo de estímulo para que as famílias queiram sair do Bolsa Família. Na verdade, elas queriam um monte de atalhos para conseguir ficar no programa de distribuição de renda e de proteção social ad eternum. A gente precisa criar um estímulo.
Como é que você sai?
Como é que você motiva a família que precisa, necessita do Bolsa Família, tenha vontade de querer sair desse programa?
Durante anos, Os políticos repetiram a ideia cruel de que o brasileiro recebe o benefício e se acomoda. Mas os dados contam outra história. Um estudo da FGV mostrou que em 10 anos, mais de 60% dos beneficiários conseguiram deixar o Bolsa Família. Entre os jovens, que eram adolescentes quando recebiam o benefício, esse número passa de 70%, gente. Ou seja, os filhos do Bolsa Família, em grande parte, não continuam no Bolsa Família.
Muita gente fala do Bolsa Família como se ele fosse uma renda que permitisse ao seu beneficiário mais caro ficar parado. Mas nos dias de hoje, você conhece alguém que consegue se sustentar com R$600? Claro que não. A proposta nunca foi essa, pelo contrário.
Bolsa Família de R$600, você sabe o valor de uma cesta básica? Como se alguém escolhesse viver com o mínimo. Como se fome fosse projeto de vida. Como se vulnerabilidade fosse preguiça.
O Bolsa Família é apenas um apoio temporário que garante que milhões de famílias tenham condições de seguir em frente. Simples assim. E os números mostram isso. Mais de 5,1 milhões de famílias já deixaram o programa entre março de 2023 a abril de após melhorarem de vida porque aumentaram a sua renda. Ou seja, o que não falta é gente querendo trabalhar e conseguindo acessar oportunidades através de políticas públicas que garantem direitos, como o Bolsa Família.
Cerca de 60% das pessoas que recebiam Bolsa Família há 10 anos já haviam deixado o programa. Mas no ano passado, mais de 2 milhões de famílias deixaram Bolsa Família com o crescimento do emprego.
O Bolsa Família não existe para substituir o trabalho, ele existe para garantir o mínimo enquanto a vida tenta se reorganizar, para manter a criança na escola, para garantir vacinha, pra garantir o pré-natal, pra que uma mãe não precise escolher entre comprar comida ou mandar o filho pra estudar, entendeu? O debate honesto não é se o beneficiário do Bolsa Família quer trabalhar. O debate honesto é porque tanta gente trabalha, se esforça, cuida de filho, atravessa cidade, pega informalidade, aceita subemprego e ainda assim continua pobre.
Porra!
Caralho!
Porra!
E olha só como o Flavinho escolhe muito bem as palavras.
Mas reafirmo, quem precisar do governo, esse mínimo terá sempre.
Só o mínimo, não abusa não.
E como bem disse o Kleber O Jair Lourenço sobre o Flávio: ficou por um fio de ele anunciar ser vice do presidente Lula nas eleições de 2026.
Pô, falta mais o quê aí? Boa noite, o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro defendeu a reforma agrária e elogiou o MST. Flávio também denunciou a guerra às drogas, criticou violência policial, defendeu a legalização do aborto, mas mesmo assim encerrou o discurso desmaiando. Pô, e aí enquanto isso a direita sugere coisas como essa aqui, ó: eu acho que quem recebe dinheiro do governo não tem liberdade para votar, não poderia votar.
Porra, vai tomar no cu, porra!
Ou essa aqui: eu quero me drogar. A gente também quer, Zema, mas não com você, você é uma pessoa horrível. Só para deixar claro, também não é essa frase aí não, uma frase do Zema bem recente sobre o Bolsa Família: nós temos que incentivar as pessoas saírem, nós temos de criar algum mecanismo, porque hoje as pessoas estão se recusando, elas querem ficar nessa zona tipo corpo que se criou e isso perpetua uma geração que eu tenho denominado quase que de emprestáveis.
Teu cu isso aí, teu cu. E é por essas e outras que esse podcast não gosta do Partido Novo. Novo é diferente, é top, é moderno. E o Zema sugeriu mudanças no programa. Ninguém vai morrer se tiver de estudar, tiver de concluir o fundamental ou o ensino médio. Eu quero colocar essas exigências para os homens. Mulher, mais uma vez, como eu falei, diferente. Pois é, mulher não, mulher não precisa estudar Não, e meus amigos, já tem exigência de estudo, as famosas condicionalidades de vacina, tem uma porrada de coisa, não é fácil assim não.
Mas para encerrar esse tópico, vamos com a família mais disfuncional do Brasil. Bom, dia desses o Flávio foi autorizado a visitar o pai. E aí, bora para Bruna Lessa no dia 13 no Globo. Acompanhado da esposa e das filhas, o senador foi autorizado a permanecer com Bolsonaro durante o horário de almoço.
Deu um arroto lá, hein?
Entre 11 da manhã e 1 da tarde. Ele chegou ao local pouco antes do meio-dia.
Vai pro puta que o pariu, porra!
Pois é, o filho do ano chegou uma hora atrasado, quase. Que ingratidão, então, vê quem me segue. Porra, imagina só, o Jair deve ter anotado uma porrada de ordem no caderninho.
Muita coisa escrita.
Tava sedento pra cobrir o filho de...
Porrada.
Não, porra, pra cobrir o filho de... Hemorroida. Não, caralho, não faz nem sentido isso. Pra cobrir o filho de... Esporro. E dá um monte de instrução de campanha. Uma campanha que devia ser dele, na cabeça dele, porra. E aí nada do Flávio chegar.
Puta que o pariu, porra!
Mas antes do próximo tópico, vamos de bom dia. Se você acompanha o Medo e Delírio em Brasília, talvez você ache que a humanidade entrou de vez em episódio de surto, mas o mestre Ailton Krenak tem uma notícia meio reconfortante, ou meio preocupante, dependendo do ponto de vista.
Nós estamos surtados desde a Revolução Industrial.
E aparentemente o surto precede o fim do mundo. O difícil é entender o que a gente faz com essa informação.
A gente pode observar isso quando a gente tiver afins de encarar mesmo esses fins de mundo que estão se sucedendo, enquanto nós vamos aqui tentando aprender como habitar o mundo a cada tempo.
Bom, você tá aí meio perdido, sem saber como habitar esse longo episódio de surto? Então fecha com o bonde. No dia 8 de julho, às 20 horas, vai rolar uma live gratuita com exibição de uma aula inédita do Ailton Krenak sobre como encarar o fim de mundos com coragem e rebeldia. Ousadia e alegria! Pra participar é só se inscrever no link bit.ly/aulaberta-krenak. O link também tá no descritivo, na descrição desse episódio aqui. É no dia 8 de julho às 20 horas.
Clica, vai lá, se inscreve, garante o seu lugar e segue o Vamo de Bonde lá no Twitter também. Sobe nesse bonde com a gente! Pobre América Latina, e deu tudo errado na Colômbia. Pois é, senhoras e senhores, agora o Flávio tá falando espanhol. Já tinha falado antes, num encontro que ele teve rapidinho com o Milei.
Como dizem por aí, né, às vezes é melhor você falar Falar em português pro espanhol te entender do que se for português.
Infelizmente, o candidato do Petro perdeu. Que quadro miserável da história para América Latina, hein, senhoras e senhores? Continua aí, Flávio, chato pra caralho.
As arenas de direita seguem triunfando em toda a América.
Infelizmente.
Porque lutamos contra as organizações narcoterroristas.
Nem fodendo!
Contra a corrupção.
Nem fodendo!
Contra o aumento de impostos.
Nem fodendo!
E lutamos para que nossas nações sejam livres Liberdade e prosperidade.
Não parece bom. Sobre corrupção, é sempre hilário alguém achar que a extrema direita do continente luta contra a corrupção. Imagina, é o Trump que lidera essa luta contra a corrupção.
Ridículo, ridículo.
Quanto ao assalto aos Estados Unidos de tudo que é jeito, a gente já falou aqui de dois casos escandalosos de corrupção do Milei. Mas o que irritou a gente de verdade, bastante chateado com esse papo de lutar contra narcotráfico, e a gente ficou tão chateado que a gente pediu um áudio para o Caio Alô, pessoal do Medelíria, aqui é Caio Mendra.
Eu vou falar um pouquinho sobre essa história de drogas e extrema-direita.
Mas você acha que a direita não fuma maconha? Fuma pra caralho!
Existe um papinho fácil de que a direita combate o tráfico de drogas e que a esquerda é leniente.
Conversa de bêbado.
A verdade é que na América Latina as intervenções dos Estados Unidos e os governos apoiados por eles têm relações históricas com o tráfico de drogas.
Ei, deixa eu fumar, me morde!
Recentemente o Trump perdoou José Orlando Hernández, ex-presidente de Honduras e o maior traficante de drogas da história dos Estados Unidos já preso. Pode cumprir apenas 10% da pena.
É aquele papo do Trump, né? A pessoa pode ser a mais vil do universo, mas se gostar dele é o suficiente pro narcisista laranja.
E Hernández quer ser presidente de Honduras de novo.
Caralho!
E comandar uma rede de extrema direita na América Latina pra desestabilizar os poucos governos de esquerda que ainda restam. E esquerda social-democrata light ainda por cima.
O secretário de Estado Marco Rubio, que tem um cunhado traficante de drogas.
Procure saber!
Apoiou Guaidó, que tinha relações com traficantes de drogas na Venezuela. Procure saber! O Bukele de El Salvador está negociando com gangues de narcotraficantes. Procure saber! Isso sem falar nas relações históricas entre as guerrilhas anticomunistas em Colômbia, El Salvador, Nicarágua e outros países da América Central com tráfico de drogas, tudo sob proteção da CIA.
Você não precisa ser inteligente para entender isso.
Esse papinho— não vem com esse teu papinho de que a direita combate o tráfico de drogas—
porra, de maneira nenhuma.
Tem que ser visto com muito, muito ceticismo, porque no final das contas combater o tráfico de drogas não é prender um fulano ou prender outro Beltrano. É como você pensa esse comércio ilegal e como é que você combate ele. Historicamente, os Estados Unidos são o maior narco-estado do mundo. Historicamente, o imperialismo tem relações com tráfico de drogas, seja cocaína dos Estados Unidos na América Central, a heroína que os Estados Unidos comercializou no Afeganistão, ou o ópio que a Inglaterra comercializou na China, ou se a gente for pensar um pouquinho antes, a cachaça que os portugueses vendiam para os nossos indígenas.
E parte do que ele falou saiu disso aqui, ó, que eu escrevi um episódio sobre o Honduras Gate, drogas e CIA na América Central para o podcast Superstructure. Isso aqui é um resultado um pouquinho dessa pesquisa.
Esse podcast aí do Caio em inglês e vale a pena, hein? Brigadíssimo mais uma vez, Caio. Sigam o Caio lá no Sky. Embora infelizmente voltar com o Flávio nessa distópica versão em espanhol.
Vitória é a vitória do bem sobre o mal.
Puta que pariu, Marquinho!
Não é uma luta da esquerda contra a direita, é uma luta do bem contra o teu cu.
Vitória do bem contra o mal. E olha só o que que essa gente de bem que só tem mal para dar considera como sendo o bem.
—que o gato rolara, não se levantava senão como a esta altura. Mas tu sabe o que passava quando explotava, né?
—Thank you very much. Que beleza, hein? Pra quem não entendeu, é uma cena de tortura animal. O cara torturava e matava gato e achava normal. —Normal! Aí anos depois conta isso animadamente na TV, como se nada. Imagina aí a turma do bem. Donald Trump, o cara que achava a filha gostosa e que dizia que, como ele era famoso, ele podia agarrar as mulheres pela buceta que tudo bem. Fora tudo que tá no Epstein e os crimes de guerra. Um incel que ouve conselhos de um cachorro morto.
Doidinha! O Jair. Eu sou favorável à tortura, tu sabe disso.
E agora esse sujeito aí. Que Deus te dê sabedoria, saúde e fortaleza para governar bem Colômbia e ser alguém ao povo colombiano. Que Deus o bendiga sempre com ânimo.
Infelizmente a gente precisa falar do Trump. It's very sad. Ele me ligou ontem à noite e me agradeceu pelo apoio. Ele venceu, ele venceu a eleição. É uma honra. E o Espriella tem um apelido que ele mesmo se deu. El Tigre. Porra, agora vai ter dois felinos só que escrotos na América Latina. Pois é, ele é El Tigre e os seus seguidores são a sua manada. E tem um componente religioso fortíssimo, hein? Aquele apelo por violência desmedida.
Para nós não existe o politicamente correto.
Tem aquele patriotismo canalha. Canalha! Es un patriota Colombia valiente. E o Trump revela coisas fascinantes. "Ou as pessoas gostam de mim ou eu gosto delas, é muito simples, é uma fórmula muito simples." Confissões de um sociopata narcisista do caralho.
Extremistas de carteirinha, né? Proposta de campanha dele, né, as promessas agora eleito presidente, são todas elas assim, elas ticam todos os itens da extrema-direita, da pauta mais radical da extrema-direita mundial. Presídio subterrâneo de 5 andares abaixo da terra tratar prisioneiro a pão e água é uma coisa que chega muito mais perto do Bukele do que de qualquer outro extremista, mesmo os extremistas latino-americanos. Mas o que chama muita atenção é que ele atrai todos os holofotes para ele, Abelardo, porque ele é essa figura excêntrica cuja personalidade é explorada, potencializada ao máximo para cativar e hipnotizar os eleitores.
E foi uma derrota doída porque o Cepeda, que perdeu para esse escroto, pô, tem A história é foda. O pai dele foi morto pelas FARC, ele lutou pelos acordos de paz. E o Espriella já foi advogado do Uribe num caso surreal e bizarramente macabro.
Existe uma coisa nos anos do Uribe, na Colômbia, que são os falsos positivos. Que é mesmo um crime assim, das ordens, um crime contra a humanidade. Deve estar em AIA, se eu não me engano. Que é um negócio que o Estado orquestrou o assassinato de mais de 6 mil pessoas. 6.400 pessoas está documentado, mas pode ser muito mais gente. Pessoas que foram assassinadas às mãos do Estado ou com a conivência do Estado. Por que que chama falsos positivos?
Porque depois de assassiná-las diziam que elas eram guerrilheiras. Então elas se tornaram guerrilheiras a posteriori, após mortem, para que justificasse a morte deles. Então eram assassinatos com a mão do uribismo.
E aí entra o Cepeda.
Sabe, ele tem a ver diretamente com o julgamento do Uribe. Essa história eu acho linda, porque o Uribe acusava o Cepeda de tramar um complô para ligá-lo falsamente a grupos paramilitares, e acusou e o processou. O processo foi parar na Suprema Corte, e a Suprema Corte rejeitou a denúncia do Uribe. Em vez disso, falou: calma aí, essa denúncia que o cara tá fazendo, que a denúncia que o Cepeda tá fazendo em relação ao Uribe, ela faz sentido.
E pera aí, então a gente tem que fazer alguma coisa. A gente tem um presidente que tava de fato subornando testemunhas, manipulando testemunhas. Então a Suprema Corte virou acusação do Uribe. Eles chamam de um boomerang, né? Então Uribe foi condenado ano passado, depois, nesse mesmo processo, em primeira instância, 12 anos de prisão domiciliar por suborno e fraude processual. Cara, isso aí foi uma das coisas mais bonitas que aconteceu. Um boomerang do Trump. É maravilhoso.
E o Cepeda perdeu pro advogado do Uribe. Grandes merdas ser advogado. E aí depois a justiça colombiana anulou a condenação.
Olha a merda aí, ó.
E daí que um presidente de direita mandou matar uns 6 mil do seu próprio povo? E daí?
Lamento, quer que faça o quê?
E tem um componente disso aí no Jair, hein.
É um eufemismo, né? Vamo fuzilar a petralhada aqui do Acre, hein. Vai tudo vocês pra ponta da praia.
Bom, no Peru a direita também A eleição ainda não foi finalizada totalmente, mas ao que parece a Keiko Fujimori, enfim, vai ser a próxima presidente do Peru. É nessa quadra histórica que nós nos encontramos.
Essas eleições recentes, somadas a outras, indicam um continente mais à direita. Desesperador. Políticos conservadores foram vitoriosos nas últimas eleições. Rodrigo Paes, por exemplo, venceu as eleições e se tornou presidente da Bolívia em março deste ano. É uma merda. No Chile, José Antonio Kast venceu as eleições de dezembro eleito no ano passado. Puta que pariu! No Equador, Daniel Noboa também foi reeleito em 2025.
Vem, meu teu aro, vem, vem, vem!
Além, claro, de Javier Milei na Argentina.
Vem, meu teu aro, bum, bó!
E com a Casa Branca tomada pelos republicanos da Flórida, com um chanceler maluco republicano da Flórida também, e com aparentemente senil Trump no comando, não tem como não dar errado, vai dar errado. Pela estrela, era um advogado criminal, super estrela, muito famoso, com cidadania americana, que morava nos Estados Unidos, e de repente O Castilhano entra como esse cometa na política colombiana, questionando ali o que foi o primeiro governo de esquerda do país.
A Colômbia nunca tinha tido um presidente nem trabalhista como a gente teve um Getúlio Vargas, por exemplo. A Colômbia não tinha nem CLT direito, a Colômbia nunca teve um presidente que fosse minimamente trabalhista.
E o Jair é um grande ninguém na extrema direita das Américas. Basicamente, tinha 3 grandes referências políticas ideológicas: Donald Trump, o Javier Milei da Argentina e o Nayib Bukele de El Salvador. E o Jair, hein?
Cadê o Jair? Cala a boca, não te perguntei nada!
Bolsonaro tá tão cagado que nem o Strelak quer ser vinculado.
Não fala do Bolsonaro não, não fala. Aí teve isso aqui, ó.
O presidente Gustavo Petro, que apoiou o Ivan Cepeda e foi derrotado, imediatamente questionar a lisura das eleições, o resultado eleitoral, é uma postura que automaticamente gera um contra-questionamento. Poxa, daí, Cecília?
A gente tá fodido, a gente tá muito fodido.
Mas agora o Cepeda reconheceu o resultado, pelo menos isso, né? E bora voltar com o Trump. Desculpa. É que esse cretino falou do Lula numa entrevista. Bom, tem muitos tipos de líderes, né? Ontem, por exemplo, vou mencionar o nome dele novamente porque é realmente impressionante. Durante toda minha vida eu observei a Índia. Eles simplesmente continuavam mudando, mudando e mudando. Alguém ficava lá por 6 meses, depois 1 ano. Então, de repente, o primeiro-ministro Narendra Modi chegou ao cargo.
Ele está lá mais de 12 anos, muito sólido. Ele faz isso com uma grande serenidade. E ainda assim ele não é uma pessoa calma, ele é um sujeito muito duro. Eu conheço muito bem. Repara como Trump valoriza longevidade dos líderes. Ele respeita isso, mas tem líderes muito diferentes. Eu observo o Brasil, o líder que eu conheço um pouco, ele é uma pessoa muito volátil, sabe? Caralho, disse a pessoa mais volátil do mundo. Antes ele gostava do Lula, tinha química, os caralho.
Mas aí, como ele é volátil, você não é fã do Lula, né? Não sou fã, nem deixa de ser fã. Para Sério, eu não penso nele. Realmente não penso nele. Não podia me importar menos. Se ele nem pensa no Lula, não podia se importar menos com ele? Por que o segundo líder numa lista de líderes foi o Lula? Por que diabos então o Trump falou do Lula sem nem ter sido perguntado sobre? Ele é um tipo diferente de pessoa agora, muito volátil. Eu o vi fazendo um discurso, foi um discurso muito volátil.
E tudo bem, existem todos os tipos de pessoas. Então, quando você fala sobre líderes, quando pergunta Pergunta: o que todos eles têm em comum? Bem, todos são inteligentes. Você não chega a esse nível sem ser inteligente, sabe? Ele é muito inteligente, o presidente Xi Jinping da China. Ele é um homem muito inteligente. Você não chega a esses níveis governando um país, mesmo que seja um país pequeno, sem ter algo especial. Aí, meus amigos, na terça, o Trump postou na rede social bizarra dele lá um artigo Dunho, de um tal de John Gizzi, publicado no dia 22 na caralho da tal da Newsmax lá.
E o artigo diz isso aqui, ó: este é o capítulo mais recente de um amplo realinhamento ideológico pró-Trump que está transformando o hemisfério ocidental. A Colômbia se torna a 8ª nação latino-americana em 7 anos a passar de uma liderança de esquerda para um governo claramente favorável a Trump e de centro-direita. Juntas, as eleições na Colômbia e no Peru representaram as uma das mais novas vitórias de um crescente movimento regional que adotou muitos dos temas associados ao presidente Donald Trump: lei e ordem, nacionalismo econômico, segurança de fronteiras, antissocialismo e resistência aos grupos políticos estabelecidos.
Em muitos aspectos, Trump está emergindo como uma figura hemisférica moderna cuja influência se estende cada vez mais para além das fronteiras dos Estados Unidos. Tá lembrando que essa Newsmax é um meio de direita, extrema-direita, zarro puxa-saquista do Trump lá. Por isso que o Trump postou essa merda, né? Mas enfim, é aquele papo de uma grande eloquência senil, da qual a gente já falou num episódio recente aqui. A gente vai falar disso de novo daqui a pouco, mas vamos primeiro seguir com um pouco mais do texto, porque o autor fala dos próximos desafios.
Próximo grande teste: Brasil. Emergency, danger warning, danger warning. Atenção, agora se volta para o Brasil, a maior nação da América Latina e o peso pesado político da região. A próxima eleição presidencial poderá se tornar a disputa mais relevante do hemisfério. A eleição já está gerando gerando intenso debate sobre a integridade do sistema eleitoral brasileiro. Caso o Brasil venha a se juntar à crescente lista de países que estão se deslocando para a direita no espectro político, o mapa político da América Latina parecerá dramaticamente diferente do que era há apenas uma década.
Deu merda lá. Trump está realmente tornando as Américas grandiosas novamente. Porra, vai tomar no cu, porra! E no episódio relativamente recente rolou isso aqui, ó. A gente foi andado com um baita texto da The Atlantic intitulado "The YOLO Presidency". A presidência YOLO. YOLO é uma gíria recente que quer dizer "you only live once", só se vive uma vez. Bora pra Ashley Parker e pro Michael Schrader no dia 29 de abril na The Atlantic.
Será que o presidente Trump, nos perguntamos, por acaso teria lido ou ao menos folheado, só talvez, as obras de Georg Wilhelm Friedrich Hegel? Eu duvido.
Impossível. Impossível.
E mesmo assim, a teoria de Hegel sobre indivíduos histórico-mundiais, homens que redirecionaram o curso da humanidade, focava em três figuras: Alexandre o Grande, Júlio César e Paulinho Gogó. Não, Napoleão Bonaparte. Hegel os descreveu como improváveis heróis de uma época, por subverterem ordens estabelecidas que antes pareciam imutáveis. Se Ivanka não fosse minha filha, talvez eu estivesse namorando com ela. Eles eram homens práticos e políticos, que foram condenados em sua época por quebrar normas e por outras condutas repugnantes à repreensão moral, como Trump foi acusado de fazer séculos depois.
Eu tenho os eleitores mais leais. Eu poderia estar no meio da 5ª Avenida e atirar em alguém e mesmo assim não perderia votos. Como a gente disse naquele episódio, essa busca por uma grandeza histórica explica muito muita coisa. E aí entra um livro publicado recentemente sobre o Trump, com o maravilhoso título de Regime Change, mudança de regime. No caso, a mudança no regime dos Estados Unidos mesmo, que segundo os autores, a Maggie Haberman e o Jonathan Swan, jornalistas do New York Times, agora seria imperial.
Esse livro conta uma história maravilhosa que versa muito sobre essa insanidade trumpiana aí. Ele está muito orgulhoso de que algum historiador que estuda os presidentes lhe deu leu esse documento, o qual ele diz que mostra que ele é mais poderoso do que Hitler, Stalin e Attila o Huno. Não sei por que alguém ia querer essa comparação. Vocês estão prontos para ler o tal documento em questão?
Mas vamos lá, vista seu traje químico e nos acompanhe. Porra! Donald Trump é sem dúvida o homem mais poderoso que o planeta já conheceu. O uso de drogas.
Não é só que é o mais conhecido, mais conhecido por uma larga vantagem, não é nada disso, é o mais poderoso. Isso aí tem uma cara fodida de que foi escrito pelo próprio Trump.
Historicamente, pessoas poderosas eram caracterizadas pela conquista brutal e pelo medo que incutiam nas populações que ficavam sob sua influência. Alguns nomes Os nomes que normalmente vêm à mente são: Alexandre o Grande, os Césares, Gengis Khan, Atila o Huno, Tamerlão, Napoleão e mais recentemente Hitler, Mao e Stalin.
Use de drogas. Ele tava do outro lado do Salão Oval e ele tava se sentindo Napoleão, maravilhado. Olha, babaca pra caralho. Pô, se o Trump já fica feliz com um elogio qualquer, imagina com esse.
A diferença esmagadora entre todos os nomes citados acima quando comparados ao presidente Presidente Trump é a suposta falta de alcance global deles. Seu poder era limitado a áreas geográficas restritas, embora algumas dessas áreas fossem bastante grandes em seu contexto regional. Eles não tinham nem de longe o controle sobre logística moderna, mão de obra, tecnologia e poder econômico global, que, segundo essa visão, o Presidente Trump pode exercer.
Alexandre o Grande, os Césares estavam confinados ao Mediterrâneo e a pequenas partes do norte da África, da Europa e da Índia. Gengis Khan, Tamerlão e Attila o Huno foram conquistadores que destruíram principalmente aldeias em partes da Ásia, em regiões que hoje correspondem em grande parte à Rússia. Os textos os descrevem como terroristas, mais semelhantes ao Talibã do que a pessoas com verdadeiro poder. Napoleão teve influência semelhante, concentrada principalmente em partes da Europa e do norte da África.
No entanto, encontrou dificuldades quando avançou contra a Rússia, erro que Hitler repetiria mais tarde. Mao e Lenin tiveram acesso a um imenso poder sobre as populações chinesa e russa, bem como sobre alguns de seus estados satélites. Manifestaram esse poder por meio do medo e do autoritarismo. Porém, segundo o texto, não possuíam os recursos econômicos econômicos e tecnológicos da nova potência industrial, os Estados Unidos.
Além disso, o presidente Trump seria o primeiro líder disposto a utilizar esse poder em escala global. Isso o tornaria de longe a pessoa mais poderosa que já caminhou sobre este planeta.
Atenciosamente, Dave King. Porra, a quadra da história já não é fácil, e aí tem esse sacripanta aí no comando do maior arsenal nuclear Planeta. Ele tava orgulhosamente lendo aquilo e mostrando para eles. Eles não conseguiam descobrir quem era o historiador, então começaram a pesquisar, mas o nome não aparecia. Porém, o presidente havia dito que esse historiador era amigo do ex-golfista do Hall da Fama Gary Player. Então eles pesquisaram por Gary Player e pelo historiador.
O historiador era um ex-ajudante e confidente de Gary Player. "Puta que pariu." Pois é, senhoras e senhores, era o caddy. Caddy é o cara que carrega os tacos pros jogadores de golfe. Nada contra, ok, mas digamos que não é exatamente uma fonte estabelecida na academia. E recentemente o Trump voltou a falar nessa porra logo depois de assinar o documento do acordo com o Irã. E sobre esse acordo é o Donald que vai criticar o Trump.
Aquele terrível acordo nuclear com o Irã. Aquele acordo terrível e estúpido. "A estupidez daquele acordo em que damos 150 bilhões de dólares e não recebemos nada." The deal allowed Iran to continue enriching uranium. It also failed to address the development of ballistic missiles. Esse é o Trump falando do acordo nuclear que o Obama assinou com o Irã lá em 2015. O Trump passou anos esculachando esse acordo e acabou assinando um incrivelmente pior, pior na visão dele, cuja assinatura deveria ser transmitida em algum canal de pornografia, já que o Irã fudeu implacavelmente Principalmente com o Donald Trump.
O Trump não conseguiu nenhum dos seus objetivos. Não conseguiu o urânio enriquecido, não conseguiu acabar com os mísseis e ainda vai dar centenas de bilhões de dólares pro governo do Irã. Diz aí, Trump do passado, quem faria um acordo tão burro assim? É o acordo mais burro que eu já vi. É o pior acordo de qualquer tipo já negociado. O Trump diz que vai liberar bilhões que pertenciam ao Irã porque o Irã tava numa crise humanitária e ele achou que precisava ajudar.
Que lindo, cara! Além de não alcançar os objetivos, os Estados Unidos tiveram suas bases bombardeadas, estão com estoque baixo de mísseis e perderam bilhões em equipamentos importantíssimos pelo Golfo. Bora voltar pro Trump que acha que é isso aqui, ó.
Historicamente, pessoas poderosas eram caracterizadas pela conquista brutal e pelo medo que incutiam nas populações que ficavam sob sua influência.
Bora aqui ouvir uma fala do psicólogo John Gartner. Como se sabe que ele tem realmente uma doença mental? Para mim é como perguntar a um economista: como você pode saber que o Elon Musk é rico se você nunca examinou as suas declarações de imposto de renda? Porque nesse ponto os sintomas são tão extremos que eu diria honestamente que em 40 anos de prática clínica e quase 30 anos ensinando médicos residentes em psiquiatria, nunca encontrei um paciente tão doente quanto Donald Trump.
Uau! Uau! Uau! Ele tá muito distante do que consideramos normal. O Trump do primeiro mandato já era completamente escaralhado. O Trump do segundo é um troço inexplicável. E a Casa Branca nesse segundo mandato virou uma seita. Olha esse relato da Maggie Haberman, autora do livro, sobre a equipe do Trump. Tá numa matéria do Axios, no dia 23, escrita pelo Mike Allen. Eles acreditam que há algo quase místico nele, que ele consegue captar frequências que talvez eles não consigam ouvir.
A volta para o psicólogo. E o ápice é essa fantasia dele ser um conquistador militar. Ele tem se comparado a Napoleão, a Alexandre o Grande, a César. Tá muito claro que o que ele quer fazer é remodelar tanto os Estados Unidos quanto o mundo. Eu acho que ele realmente quer ser uma figura tipo Napoleão. Napoleão. Não termina muito bem para o Napoleão, não, mas ainda estamos falando de Napoleão. Verdade. O que que todos esses homens têm em comum, além de serem grandes personagens da história?
Todos eles são conquistadores militares do mundo. E o que eu acredito é que— presta atenção, que isso aqui é importante— ele está nos preparando, está nos condicionando para uma guerra nuclear. Fudeu. Caralho! Como a gente disse naquele episódio, o Trump vai fazer de tudo para entrar nos livros de história. E dado que ele adora se comparar a Hitler e a Atila, o Uno, ele quer ser a pessoa que aperta o botão primeiro. Porque isso o colocaria na história como o líder militar mais destrutivo e poderoso da história da humanidade.
E é isso que dá prazer a ele. Por causa do seu sadismo, ele obtém uma gratificação enorme ao destruir coisas, machucar pessoas, sentir-se poderoso por meio disso. À medida que ele começa a enfrentar cada vez mais problemas internos, seus índices de aprovação estão despencando e a economia está em péssima situação. Ele pode perder as duas casas do Congresso. Se isso acontecer, qual o único poder que ninguém pode lhe tirar? Mesmo que tenhamos as duas casas do Congresso, ele continua sendo o comandante em chefe.
Ele vai querer exercer esse poder de uma forma que faça sentir-se poderoso. E não é só o Trump que é um completo alucinado não, hein. Aconteceu um inacreditável UFC na Casa Branca. As imagens são idiocracia pura, absolutamente distópicas. Aí o chanceler, o ministro das relações exteriores do Marco Rubio, foi perguntado sobre essa insanidade e caprichou na resposta. Há algumas razões pelas quais eu acho que sou muito poderoso. Aqui está a primeira: é os Estados Unidos e o ideal por detrás dos Estados Unidos.
O que é o impossível? Caralho! Quando o presidente John F. Kennedy anunciou que colocaríamos um homem na Lua e o traríamos de volta em segurança para a Terra, ninguém achava que isso era possível. E nós conseguimos. Somos uma nação fundada na ideia de fazer o que ninguém mais ousou fazer e o que ninguém mais aspirou fazer. Em certo nível, é isso que toda essa empresa UFC tem sido.
Pá, bate a merda, cara.
Porra, puta que pariu. Isso por si só acho que reflete muito do espírito americano. Esse espírito está refletido nessa empresa americana. Americano. E vamos encerrar esse tópico agradecendo a torcida australiana que se arriscou indo naquele país perigosíssimo que é os Estados Unidos. E aí simplesmente emplacaram a música da Copa. Os caras andam pelas cidades nas quais a seleção australiana tá jogando cantando isso aqui, ó: Aussie boys are on a bender, Donald Trump is a sex offender.
Aussie boys são os On a bender, que é tipo sair pra beber, bebendo pra caralho. E Donald Trump is a sex offender, eu acho que já tá dito aí. Censura de tudo que é jeito, tem pra tudo que é gosto, hein.
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Nunes Marques, suspendeu uma pesquisa eleitoral que apontava queda nas intenções de votos pra Flávio Bolsonaro logo após a divulgação de conversas, áudios, né, entre o senador Flávio e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Abração, fica com Deus, cara. E o argumento é inacreditável.
A medida atende a um pedido do PL, sigla do pré-candidato à presidência. Divulgada em 19 de maio, a pesquisa foi a primeira a registrar a queda de Flávio após a revelação das conversas entre o senador e Daniel Vorcaro, ex-banqueiro do Master.
Alegação é que a pesquisa teria manipulado os entrevistados para produzir resultado desfavorável a Flávio registrado naquela pesquisa. Não fode, porra!
E tudo isso porque a pesquisa tinha perguntas sobre o áudio entre o Flávio e o Vôrcaro.
Essa porra é sketch, né? O presidente do TSE entrou no mérito das questões formuladas pela pesquisa, com argumentos que na sua lógica supõem que perguntas sobre eventos políticos, como áudios entre Flávio e Vôrcaro, possam contaminar um levantamento eleitoral, quando se trata da coisa mais comum em pesquisas, vai chegar também sobre o contexto político do momento. Parte da justificativa para suspender essa pesquisa está em opiniões que o CEO do instituto responsável manifestou sobre as consequências políticas negativas da revelação daqueles áudios.
O crime do cara foi falar que o áudio prejudicou Flávio, de fato. E quem mandou o áudio foi você, Flávio. E pô, que prejudicou o Flávio, até os aliados do Flávio confessam publicamente.
Nunes Marques está censurando pesquisa. Isso é grave, é um precedente grave. Nunca pediu para suspender pesquisa em que ele aparece na frente. Algumas não são nem pesquisas, são estelionato. Não vão aplaudir o Cássio? Decisão monocrática, decisão monocrática, decisão monocrática, decisão monocrática.
Chega! Não podemos falar em democracia sem o Judiciário independente, sem um Legislativo também independente, para que possam tomar decisões, não monocraticamente, por vezes, mas as questões que interessam o povo como um todo, que tome. Mas de modo que seja ouvido o colegiado.
Acabou, porra! Quando o ministro decide monocraticamente a favor de vocês, tá tudo certo? Uma decisão absurda, absurda. Acho um absurdo isso aí. Atenção, Alexandre no TSE, Barroso no TSE, Fachin no TSE, nunca houve censura à pesquisa, hein? Nunca houve, não me lembro. Censura à pesquisa? Olha, maluquice, presta atenção que isso aqui é importante. E olha que tem pesquiseiro por aí que eu não deixo deixaria minha carteira, pé. Começa mal no Smart, começou mal, começa mal.
Para quem dizia, e a gente viu por aí, no Marx pretende interferir muito pouco, isso é interferir muito pouco? Não parece. Eu quero ver o que o TSE vai fazer, que vai para votação. Argumentação dos advogados do Flávio é falsa. Questionário é público, entendeu?
Essa decisão do TSE causou enorme espanto. Começa pela suspensão em função de algo que já havia sido publicado em linguagem leiga. É a mesma coisa que fechar a porteira depois da vaca ter ido pro brejo.
A pesquisa já tava na rua fazia dias.
O caso chama atenção pelo caminho percorrido dentro do TSE. Menos de um mês após assumir a presidência da corte e dias depois da representação do PL, Nunes Marques alterou a regra de distribuição de ações de propaganda eleitoral relacionadas à disputa presidencial.
Mudar a regra já seria esquisito, mas mudar a regra e isso valer para ações já coladas. Aí é doideira.
Ele incluiu a si mesmo e ao ministro André Mendonça, ambos indicados por Jair Bolsonaro ao STF, entre os possíveis relatores. Após novo sorteio, o processo contra a Atlas Intel acabou sob a relatoria do próprio presidente do TSE.
E calma que tem mais.
O ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, TSE, determinou na última sexta-feira retirar a retirada de publicações nas redes sociais que associavam o senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro ao fundador do Banco Master Daniel Vorcaro e a milícias do Rio de Janeiro.
Pois é, não pode pesquisa, não pode postagem.
Em uma das decisões, Mendonça também determinou a retirada de publicações com imagens manipuladas por inteligência artificial que vinculavam o senador Ciro Nogueira ao empresário Daniel Vorcaro, além de conteúdos que sugeriam movimento político indevido.
E aí tá o Flávio fazendo vídeo cretino de ia voando num jatinho militar, metralhando barco do PCC e do CV, e indo até os Estados Unidos abraçar o Neymar.
O ministro já proferiu 7 decisões sobre remoção de conteúdos nas redes, sendo 4 favoráveis ao PL e 3 ao PT. O PT! Ao analisar os pedidos, o ministro citou precedentes do TSE sobre a remoção de de conteúdos baseados em narrativas falsas ou agravante descontextualizadas, destacando a necessidade de evitar a disseminação de informações manipuladas no debate público. Achou que tinha acabado?
Achou errado, otário!
O vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro André Mendonça, determinou a remoção de publicações que associavam o pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, ao apoio a uma suposta escala de trabalho 7 por 0. Caralho!
E toda piada tem um fundo de verdade, né, ô Feliciano?
Nós temos um país que precisa crescer, e só há crescimento se houver trabalho. Democracias sérias e maduras como Estados Unidos da América, como Japão, todas as pessoas trabalham até exaustão para verem a prosperidade, a riqueza e tudo mais.
Na última eleição a gente dizia que na próxima eleição a gente teria o Afonso e o Cássio no TSE. E aí estamos aqui, né? Bom, acabou esse episódio, tchau para vocês. Lembrando, galera de Porto Alegre, lançamento do livro Juízo Final esse sábado agora, dia 27, na 512, às 5 horas da tarde, evento aberto para todo mundo, hein? Lançamento do livro é de graça, não tem que comprar ingresso nem nada, só chegar. Mas aí depois, às 8 horas da noite, também na 512, mesmo lugar, não precisa nem sair de lá, aí vai ter a Festa do Meio Delírio, cheio de atrações imperdíveis.
E aí no final de semana seguinte, em Florianópolis, na Bugio no centro, no dia 4 às 10:30, vai ter a festa do Medellín em Brasília, mas os ingressos já acabaram. Só que no domingo, dia 5 de julho, num horário que a gente ainda vai revelar, porque depende do resultado do Brasil, vai ter o lançamento do livro também na Bugio. Fique atento nas nossas redes sociais. E é isso, valeu! Vem, Pianinho! Show, show, show, show! E hoje a gente fica por aqui.
Muito obrigado a todas as fontes, tamo morto aqui, é nóis, valeu, até mais, muito obrigado de novo, é nóis. Thank you! Se quiser e puder, pinga um lá pra gente no apoia.se/medodelirio, no patreon.com/medodelirioembrasilha, na Orelo ou no Pix medodelirioembrasilha@gmail.com. "A situação é o caralho, porra, não tenho nem dinheiro pra me comprar um jogo de videogame, moro, cara?" Assina o nosso feed no seu agregador de podcast favorito e dá uma olhada nas nossas redes sociais e também no loja.medodelirioembrasilha.com.br.
Eu sou o Cristiano Botafogo, o Medo e Delírio em Brasília. É escrito por Pedro Doutro e produzido pelo Guilherme Gandolfi, @guifrodo nas redes sociais. Bora passar pano? Não. Mas bora passar menos raiva? Bora! Me permite uma parte? Não lhe dou a parte. Chegou o fim de semana, todo mundo vai sair, só não vai Jair, só não vai Jair.
Bah, o China aí, né, o terror, né, meu? Ah, eu fico no horror com esse louco, né? É um poeta. Muito linda, né, meu? Bah, não tem quem não goste do louco. O Pinto é a fuder. Ô, meuzinho, tô me largando lá pra Porto com meus bruxos do Meio Delírio em Brasília. Vou na festa deles sábado no Espaço 512 lá na CB. Bah, vamos ver a mixtape, né, meu? Também vai rolar DJ Matias Pinto, La Cumbia Artificial, Latin Jambu e Bruna Machado. Vamo pra cima, gurizada! Acabou?
Não. Fala, galera do Meio Delírio em Brasília. Brasília, meu nome é Michael Lagário, eu sou repórter do Colabora Jornalismo Sustentável, que é um site de jornalismo independente que cobre questões como meio ambiente, diversidade e direitos humanos. E eu tô aqui para falar com vocês sobre o Projeto de Decreto Legislativo PDL 717/2024. Esse projeto ele tá pronto para ser votado na Câmara dos Deputados, ele já teve o requerimento de urgência aprovado no dia 17 de junho.
Esse projeto representa um ataque direto aos direitos dos povos indígenas e a demarcação de terras no Brasil. Isso porque esse projeto, de autoria do senador Espiridão Amin do PP de Santa Catarina, prevê suspender um outro decreto, o Decreto número 1175/1996, que estabelece todos os ritos, todas as etapas de demarcação de terras no Brasil, desde a identificação até a homologação. Esse projeto, esse PDL 717, também atinge diretamente outros dois territórios já homologados, que é a terra indígena Tudo em Pú do povo Caingang e a terra indígena Morro dos Cavalos do povo Guarani.
Ambas ficam em Santa Catarina, em áreas do bioma Mata Atlântica. Esse projeto, ele teve, como eu mencionei, requerimento de urgência aprovado, então ele tá prestes a ser votado. Hoje em dia tô gravando aqui, 25 de junho, ele pode inclusive já ter sido votado. E esse projeto pode paralisar todas as demarcações de terras indígenas no Brasil. Escreveu uma matéria, tá no site do Projeto Colabora, projetocolabora.com.br, em que eu conversei com o Dinamanto Xá, que é coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, a APIB, e ele mencionou que esse projeto pode trazer um reflexo negativo com o aumento de conflitos socioambientais e violações de direitos humanos.
Afinal de contas, a gente sabe que os povos indígenas estão em constante pressão por determinados setores do agronegócio, principalmente, e eles são, de certa forma, também uma linha de frente do combate à crise climática, porque a gente sabe que no Brasil as áreas mais preservadas de todos os biomas ficam em territórios indígenas. Então, se dificultar a demarcação de terras indígenas é você facilitar com que o desmatamento avança, com que o garimpo ilegal avance, com que a degradação do meio ambiente em geral avance, e isso potencializa a crise climática, potencializa esses eventos climáticos extremos que a gente tem visto cada vez mais frequente.
Eu moro aqui no Rio Grande do Sul, em Santa Maria, uma cidade que foi bastante afetada pelas enchentes de 2024. O Rio Grande do Sul é um estado que tá no centro dessa crise climática, e a gente tem visto o quanto esses projetos têm avançado no Congresso Nacional, esses projetos anti-indígenas, anti-ambientais, e como que eles podem impactar, desde o novo marco de licenciamento ambiental, que facilita grandes empreendimentos em áreas sensíveis como a Amazônia, como aqui o Pampa.
E esse projeto então é mais um desse avanço que o Congresso Nacional, que os setores do Congresso Nacional, principalmente direita e extrema-direita, têm feito para atacar os direitos dos povos indígenas, qualquer chance que a gente tenha de promover justiça social e justiça ambiental no Brasil. Então esse PDL faz parte desse conjunto de ações desses setores que estão aí na bancada da Bíblia, do boi e da bala. E a deputada inclusive que propôs esse requerimento de urgência para esse projeto ser tramitado sem passar por comissões é a deputada Júlia Zanatta, do PL de Santa Catarina.
Então nós identificamos esses passagens incomuns, estão atacando esses direitos de todos nós, né? Tanto esse projeto PDL 717 como outras propostas, Lei do Mar Temporal, por exemplo, Tese do Mar Temporal, elas afetam obviamente os povos indígenas e povos originários diretamente, mas nós enquanto não indígenas também somos afetados indiretamente ou às vezes diretamente com o agravamento da crise climática, o agravamento de extremos, chuva e seca, né?
Então fica aí o alerta sobre esse PDL 717/2024, sobre essas ações que a gente precisa estar muito atento. Esse projeto já foi aprovado no Senado, tá prestes a ser votado, pode até já ter tinha sido votado na Câmara, e é mais um de vários projetos. Essa ofensiva contra a justiça social, contra a justiça ambiental. É isso, obrigado pelo espaço.
Acabou? Não. Acabou sim. Acabou? Acabou, acabou.
Porra, acabou. Beijinho, sigamos com muito amor e poesia.
Ouve a voz do Silperinho.
A boca é um ano da face. Varanda do povo.
Lexotan não se toma na veia.
Essa porra é maconha?
Quando você é jovem, qualquer pessoa que tem um baseado vira seu amigo. O Bolsonaro sendo atropelado. De acordo. Fazer as pessoas passarem fome. É isso. Cenoura, cenoura. Mais ou menos isso.
Que porra é essa aqui? É maconha essa porra? Quem fuma? 200 baseados. Muita gente. Muita, mas muita gente.
Conversa de bêbado. Nem todo artista é maconheiro, mas todo maconheiro é um artista. Algum delírio. Presunto Parma, vamos lembrar, não é qualquer presunto.
Não é proibido no Brasil transar.
Antigamente as pessoas ainda coçava virilha, hoje nem isso, coça mais Pega sua Toyota, empurra dentro do seu cu.
Um Opalão, um Chevette, um Gol bolinha.
Vai deixar eles mijarem em cima de você. Lixo, arrombado.
Vai entrar o grosso. O grosso chegou!
Ai, que dor no meu pau.
Eu sou especialista em pau. É a piroca.
Ela é bastante extensa. Veja a gramatura.
Você não sabe como eu ficava feliz quando eu vi um trabalhador mostrar uma pica.
Também entra, também entra.
Cadê os É muito fácil, eles têm um pênis pistolão bonito, né?
A Controversas contém ovos. Não esqueça de lavar os testículos, a virilha e o ânus.
95% da população mundial faz errado a limpeza do ânus.
Os galináceos têm pênis.
Tem graça esse final? Não, né?
Desculpa, desculpa, desculpa, desculpa, desculpa. Espera um pouco, querido. Espera só um minutinho.
Tamo esperando aí.
Calma, calma, calma, relaxe.
Pronto, tá bom, era isso.
Acorda, vagabundo!
Acorda, acorda! Obrigado, minha gente! Deus proteja a todos, sejam felizes, um abraço!
Ailton Krenak
Aula AbertaGabriela Biló
Livro "JUÍZO FINAL"Vamo de Bonde