II - 2026.35 - Tudo nosso e nada deles
Esse episódio é um oferecimento do Bonde!
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AGENDA
20/06 - Rio de Janeiro
Festa do Medo e Delírio no Circo Voador
Ingressos: https://www.eventim.com.br/event/medo-e-delirio-a-festa-no-circo-circo-voador-21706785/
@bnegaooficial botando um som responsa total, a mixtape que une política e lisergia de maneira divina e uma atração inédita em toda a galáxia: a Cumbia Combo Fuego, que junta no palco os talentos de @mintchogarrammone + @afroribeirinhos + @letto.oficial! Além de @bandabiltre e a Mixtape do Medo e Delírio!
Melhor forma de ajudar o Medo e Delírio é no pix medoedelirioembrasilia@gmail.com
Quer anunciar no Medo e Delírio? Escreve pro medoedelirioembrasilia@gmail.com
- Fim da escala 6x1Aprovação da PEC do fim da escala 6x1 na Câmara · Debate sobre a jornada de trabalho no Brasil e Europa · Papel de Rick Azevedo e Erika Hilton na causa · Posições de deputados sobre a escala 6x1 · Davi Alcolumbre e a tramitação no Senado · Críticas à oposição e ao PL · Propostas alternativas de jornada de trabalho · Nicolas Ferreira e sua estratégia
- Desenvolvimento Humano e EducacaoMelhora do IDH brasileiro · Desigualdade regional, de gênero e racial · Saúde, educação e renda como indicadores · Bolsa Família e seu impacto no IDH · Críticas à elite brasileira
- Fortalecimento das Condicionalidades do Bolsa FamíliaCríticas ao programa Bolsa Família · Defesa do Bolsa Família e seus resultados · Impacto do Bolsa Família na educação e renda · Comparação com programas de transferência de renda internacionais · Luciano Huck e sua posição sobre o programa · Flávio Bolsonaro
- Descriminalizacao AbortoProjeto que dificulta aborto legal em crianças vítimas de estupro · Damares Alves · Davi Alcolumbre · Congresso Nacional
- PixComparação entre Pix e Zelle · Origem e desenvolvimento do Pix · Eduardo Bolsonaro e suas declarações sobre o Pix · Funcionalidades e diferenças entre os sistemas
- Mercado Imobiliario InternacionalBolha imobiliária na China · Controle governamental e investimento em tecnologia · Comparação com o mercado imobiliário japonês · Especulação imobiliária e compra por estrangeiros
Cristiano Botafogo:Central 3. Esse episódio aqui é um oferecimento do bonde. Thank you! E agora, bora pra abertura. Um projeto que pode dificultar o aborto legal em crianças vítimas de estupro foi aprovado pelo Senado em menos de 2 minutos nessa terça-feira. O parecer favorável foi elaborado pela senadora Damares Alves, do Republicanos. Tem o Dia da Mãe, o Brasil tem o Dia do Pai, e graças a esse Congresso, nós vamos passar a ter o Dia do Estuprador. E o Davi Alcolumbre se serviu, deixou a sua cara como símbolo desse dia do estuprador. Sadir, você falou que não é uma questão ideológica e não é mesmo. Eu estudei num colégio absolutamente conservador, colégio de padre, colégio de padres salesianos. Existia uma cadeira chamada formação religiosa que a gente fazia da 5ª série ao pré-vestibular, ministrada na maioria das vezes por padres. Um tema que era caríssimo era a infância. Criança, esse era um tema das aulas de religião, não sei o quê, a importância de se proteger criança, de se cuidar de criança, da pureza das crianças. Então eu não entendo como ser conservador é você obrigar uma criança a gerar, a carregar no ventre o filho de um estuprador, sendo que ela não tem condições, quer dizer, mínimas condições de ser mãe. Então você está beneficiando o estuprador e punindo a criança. A criança que vítima do estuprador, hoje é vítima dessa decisão nojenta desse Congresso. Medo e Delírio em Brasília. Vocês percebem a loucura? Legal. Olá, bem-vindos ao Medo e Delírio em Brasília, com as últimas notícias do que restou do Brasil. Bom dia, boa tarde, boa noite. Bom dia, porra, por enquanto. Eu sou o Cristiano Botafogo. Botafogo é bairro, viu, meu filho? Você viu a Fernanda Torres? Cristiano, seu lixo! Cristiano, seu lixo! Cristiano! Seu lixo! Calma que ele não vier me maldito. E aí? Brasília Depressão— como é que chama, gente, o podcast dos caras? Medo e Delírio em Brasília. Medo e delírio em Brasília. Beijo para eles. Medo e delírio, hein? Ó o programa aqui, pô, mano, duvidoso mesmo. Porra, seu medo de delírio em Brasília, porra! Eu não ouço medo e delírio. É escrito por Pedro Dautro. Um abraço, meu queridíssimo Pedro Dautro. Um beijo pro Pedro Dautro. Todo mundo sabe quem é! Parabéns a toda equipe de roteiro. Um beijo pro Pedro Dautro. O Pedro do Beijo Dautro. Consegui descobrir quem está por trás do medo Delírio em Brasília. Eu nem conheço os caras. Esse é o episódio 35 de 2026. Ah, é? Foda-se. Bora passar pano? Não. Tá, mas bora tentar passar um pouquinho menos de raiva? Bora! Bora! Bora! Bora! Parte 1. Já estamos de volta, senhoras e senhores, em mais um episódio oferecido pelo pessoal do Bundy. Thank you! O episódio com título inspirado no Igor Canário: O Príncipe do Gueto. Aqui tem informação! Lembrando que dia 20 de junho agora que é um sábado, olha só que maravilha. Vai ter festa do Medo e Delírio no Circo Voador, hein. Alô, meu povo do Rio de Janeiro! Gente, tá imperdível pra caralho. Olha só o que vai rolar. DJ Thaia Pitaya, aí vai ter Biltr, aí a mixtape do Medo e Delírio, aí a Cúmbia Combo Fuego com Mintu Garramone, Afro Ribeirinhos e Leto. E aí ainda Benegão Bota Som. Puta que pariu, Marquinho! Os ingressos estão lá na Eventim. Você procura Medo e Delírio festa no Circo Voador que você vai achar. Agora vamos seguir. Vamos seguir. Bom, como em aparentemente todo episódio, no nosso episódio anterior era pra gente ter falado de um bando de outras coisas. É verdade. Não param de acontecer essa desgraça nesse país. Às vezes não. Era pra gente ter falado desse bando de coisa, mas deu errado. E deu tão errado que as poucas e enormes vitórias dessa quadra miserável da história acabaram ficando de fora. Não pode, cara. Tem que comemorar mesmo. Então você se ajeite aí. Pode ser assim. Pode ser assim também. Aqui pregamos a liberdade. Então vamos corrigir essa injustiça daquele jeito, hein. Ê, porra! Existe um indicador econômico que é o Índice de Desenvolvimento Humano. É uma nota. Países, estados, cidades têm. E nela, o Brasil melhorou. Pela primeira vez na história, o Brasil tá numa categoria de elevado desenvolvimento humano. Elevado de verdade. Muito legal, melhor que o Tec. "Puxa daí, Luiz Inácio." "Nunca antes na história da humanidade." O IDH é um indicador, Thaís, que mede basicamente 3 coisas: saúde, quanto tempo a gente vive, educação, qual é o acesso que as pessoas têm à educação, e a renda, quanto de riqueza se produz. Junta esses 3 indicadores cria um número que vai de 0 a 1. Quanto mais perto do 0, pior. De 0 a 0,54 ali, ó, baixo desenvolvimento. Depois você tem o médio, o alto e o muito alto. Pois bem, o Brasil cresceu, melhorou, e agora, pela primeira vez na história, está no muito alto. O BRAS saiu de 0,744, registrado em 2012, para 0,805. Esse é o maior índice índice já atingido pelo Brasil na história. Pois é, mas a desigualdade persiste e ainda é enorme, claro. Não há lugar para fazer um país melhor, mas tem uma classe dominante ruim, ranzinza, azeda, medíocre, cobiçosa, que não deixa o país ir para frente. Para o IDH dos homens brasileiros, tá em 0,80, é muito alto. As mulheres não, é 0,798, patamar considerado apenas alto. Ou seja, homens têm uma condição de vida melhor que as mulheres no Brasil. Quando a gente olha por cor é ainda pior. Brancos 0,85 e negros 0,77. 10% pior a vida dos negros no Brasil. A gente tem diferenças regionais também, Thaís. A expectativa de quem nasce no Amapá é de 74 anos. Quem nasce no DF, no Distrito Federal, é de quase 80 anos. 6 anos de diferença no mesmo país. É um voo de 3 horas. População adulta com ensino fundamental completo na Paraíba: 59%. No Distrito Federal, 83%. E a renda? Aqui, para mim, é o indicador mais gritante. No Maranhão, R$482 por pessoa, enquanto no DF, R$1.465. Ou seja, melhoramos, melhoramos sim, mas a jornada ainda é muito longa. A desigualdade no Brasil ainda é enorme e, para surpresa de ninguém, o Brasil é um eterno "bom sim, bom sim, bom bom bom". Nos momentos em que surge uma possibilidade de passar o Brasil a limpo, de dar uma virada, a direita se articula toda e impede que isso seja feito. Isso sistematicamente. Mas haja razões para o do IDH mostram o Brasil que deu certo, e justamente o Brasil que é odiado pela elite brasileira. Só vai dar Darcy Ribeiro aqui, hein? Ou você leva a sério que esse povo é pra ser apetizado e que o que vale aqui é criança e povo, ou você assume a atitude sacana da classe dominante que sempre achou que o povo é espécie de negro, escravo, diabo, carvão pra queimar e não importa o que acontece com ele. Essa é a postura do brasileiro comum, uma postura perversa e pervertida. E por falar nisso, é óbvio que a gente sintonizou na Rádio Pan-Americana SA. Parece que é só um índice, só uma manchete de jornal. Chamar os nossos comentaristas, reflexões rápidas, rápidas, rápidas, rápidas. Que tal cada reflexão ter tipo 1 segundo? Concordamos! Tinha que ser um: Bom dia! E acabou, né? Acabou, porra! É minha ideia! Pois é, se fosse assim, a gente não ia ouvir coisas tipo isso aqui, ó: O que a gente tá vendo é uma derrocada moral, cultural, da estrutura econômica e financeira brasileira. O terror, Cristiano! O terror! Esse sujeito dessa rádio aí é bem criativo, vou contratá-lo como roteirista. Alucinações da Jovem Pan à parte, é verdade que a vida não tá fácil pra ninguém. Bom, pra algumas pessoas tá bem fácil, né? Mas pra muita gente não tá. Uns com tanto, outros tantos com algum, mas a maioria sem nenhum. Ah, mas a gente tá numa quadra bem difícil da história, com endividamento recorde das famílias, inflação trazida por pandemia e guerras, e como diz a economista Isabela Weber, a gente vive num tempo de policrise. É uma crise em cima da outra, enquanto o capitalismo está estrebuchando na nossa frente. Ah, morre, diabo! E por mais que índices como o PIB e o IDH possam e devam ser questionados, ainda assim é uma conquista, uma grande conquista. E o Jornal Nacional, acredite você, dedicou 39 segundos para essa notícia. Como? A ONU divulgou hoje um levantamento que analisa dados de longevidade, educação e renda. O Brasil atingiu em 2024 pela primeira vez a faixa de índice de desenvolvimento humano muito alto. A pesquisa informa que entre os 26 estados e o Distrito Federal, 10 unidades da federação alcançaram a faixa mais alta do índice de desenvolvimento humano municipal. Mas os dados mostram manutenção de desigualdades históricas, desenvolvimento humano desigual entre regiões, cor e gênero. A música de fundo foi nossa, mas o que importa é que foi só isso aí que você ouviu mesmo. É pouco, é pouco. 39 segundos. Não pode, cara, você tá maluco, você tá maluco. Não tinha uma imagem ilustrando a fala. 39 segundos do rosto do Trali lendo isso aí. E foi esse tipo de coisa aqui a seguir que o Jornal Nacional deixou de fora. Quem puxou esse crescimento pra cima de 2012 pra cá foi a educação, que deu um salto importante. É, porra! Não à toa, a extrema-direita do mundo inteiro tá numa cruzada contra a educação. O Trump, por exemplo, tá numa cruzada contra universidades e simplesmente colocou uma pessoa que era CEO da maior empresa de telecatch, sim, isso mesmo que você ouviu, aquelas lutas livres falsas, sabe? Pra acabar com a Secretaria de Educação. Olha o tamanho da merda! Saúde tem o melhor índice graças, segundo o relatório, às políticas implementadas pelo SUS. É, porra! Pois é, pelo SUS, uma das maiores conquistas civilizatórias desse país. A renda também subiu. Mas a bagaça tá no bolso. It's a good stuff. Bom, nos governos Temer e Bolsonaro, o salário mínimo teve um ganho ridículo. No governo Bolsonaro até caiu em termos de reais. Governo Fernando Henrique Cardoso, primeiro mandato, variação do período 29,3%. Segundo é 16,21. Lula, no primeiro mandato, variação de 27,87%. No segundo mandato, 22,20%. E no governo Dilma, no primeiro, variação de 12,04%. No segundo 0,42% e no governo Michel Temer 3,28%. O Bolsonaro vai ser o primeiro, portanto, que vai assistir a uma redução do valor real do salário mínimo. A perda de valor será de 1,7% contando o desconto da inflação. Essa confusão toda, todo mundo tá achando tão distraído, abraçar a gente, enrolar com a gente, nós já botamos a granada no bolso do inimigo. 2 anos sem aumento de salário. E pior é que a direita vive clamando que o salário volte a ser congelado em termos reais. Congelar o salário mínimo em termos reais. 6 anos congelado já ajuda aí. Deixa o cara se foder, pô! Mas sabe qual foi o parâmetro que mais impulsionou o índice? A educação. E para coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Pnud no Brasil, Bettina Barbosa, isso tem uma explicação: o Bolsa Família. Alegria! Mas aí infelizmente o Jornal Nacional não mencionou isso. Segundo ela, É o programa que retira uma quantidade enorme de crianças do trabalho e dá a elas a garantia da escolaridade. E o pai de quem mesmo que era super contra o Bolsa Família historicamente? É Flávio Bolsonaro! Vai ser a referência de um governo meu o que o presidente Bolsonaro fez. Flashback. Então isso aí é tudo cabresto, voto de cabresto pro governo. E o Bolsa Família é uma mentira. Você vê no Nordeste, não consegue uma pessoa pra trabalhar na tua casa. E não querem trabalhar. O desenvolvimento intelectual dessa garotada de 0 a 3 anos, filhos de Bolsa Família, equivalia a 1/3 da média mundial. Ele já vai viver de Bolsa Família, vai fazer nada. Bolsa Família nada mais é que um projeto para tirar dinheiro de quem produz para dar para quem se acomoda, para que use o seu título eleitor para manter quem está no poder. Essa massa que cresce, que é incentivada a ter mais filhos, a viver na ociosidade, fruto do trabalho de quem produz, para jogar para o Bolsa Família. Nos leva cada vez mais para um país de miseráveis. Essa política de tirar de quem tem para dar para quem não tem, daqui a pouco quem tem não tem como dar mais e quem é pobre não tem mais quem receber. Seremos todos pobres. Não existirá pessoas, foram assassinadas. Me orgulho de ter votado contra o Fundo de Pobreza. O que nós estamos na verdade é estimulando que a classe pobre cada vez tenha mais filhos. Eu quero ser reprodutor, quanto mais filho tiver Quanto mais salário mínimo eu vou ganhar. Chega de nós darmos meio para que casais cada vez mais coloquem gente que não tem a mínima condição de ser cidadão no futuro. End of flashback. Pô, como é que alguém pode ser contra o Bolsa Família, gente? Loucura, loucura, loucura. Fica na tua aí que a tua hora vai chegar. A por aqui é vagabundo que diminuir a idade mínima de trabalho. Os desafios do Brasil ainda são enormes. A desigualdade no país é absolutamente obsceno. Presta atenção que isso aqui é importante! Mas tudo indica que são políticas públicas que são capazes de tirar o país de um caldeirão do atraso e dar uma vida digna a todos. E não à toa tem tanta resistência às políticas públicas. Temos um projeto que é inserido dentro da economia global que mantém o Brasil subdesenvolvido de propósito. Gente, se nós não tivéssemos um exército industrial de reserva imenso, como que a Uber ia ter tanto lucro com pessoas desalentadas. Como que tanta gente ia se submeter a dirigir carro por aplicativo sem direitos garantidos, 12 horas por dia, usando as próprias ferramentas, com carro financiado, carro alugado, se não tivesse exército industrial de reserva dessas pessoas que não conseguiram emprego? O desemprego é uma necessidade, o desalento é uma necessidade. Você acha que a molecada de 18 anos da periferia ia tá entregando comida de bicicleta se não tivesse desemprego? O desemprego é necessário para reduzir o valor da mão de obra, para disciplinar a classe trabalhadora, para submeter ela a movimentos mais restritos de trabalho, a regimes mais exploratórios, ao desespero. Isso é projeto. Individualizar o problema? Acaba com a cabeça da pessoa que tá tentando procurar um emprego, que a pessoa começa a achar que a culpa é dela e não é. O problema é estrutural. Se dependesse de uma parte significativa da classe dominante brasileira e da extrema-direita, quase que não tinha nem governo. O dinheiro pago às famílias mais pobres garantiu comida na mesa, mais crianças nas escolas e ajudou a movimentar a economia dos municípios. O Bolsa Família, ele é capaz de produziu um resultado extremamente positivo para as famílias mais vulneráveis, que durante esse período tiveram, tá certo, uma situação mais favorável, no sentido de essa situação permitir que essas famílias enviassem seus filhos à escola e que tivessem uma educação continuada. Pnud declarou que para o Brasil ter alcançado esse bom resultado na educação, um dos pontos fortes foi o programa Bolsa Família. Um programa que garante chegar a pessoas que antes eram invisíveis e agora no Cadastro Único Social de um lado recebem uma transferência de renda, o Bolsa Família, mas também há condicionalidade. É preciso que essa criança esteja cumprindo regras de saúde, matriculadas e frequentando a aula e agora com o pé de meia também, total compromisso para a aprovação. O resultado disso é que nós temos a cada ano mais brasileiros melhorando de vida, que também impacta na renda e impacta na expectativa Expectativa de vida. Ô Carla, a gente ouve muito falar mal do Bolsa Família, mas já há dados, né, inclusive a gente mostrou aqui nessa matéria, de que esse é um dos fatores da melhora no Brasil. Transferência de renda tem um fator duradouro no desenvolvimento de um país? Tem, tem um fator duradouro. Nós conseguimos algo fundamental agora, que foi a quebra do ciclo de pobreza intergeracional com o Bolsa Família. Acho que as pessoas entendem que uma geração são 20 anos. Então você não faz um programa desse com menos de 20 anos. Isso não existe em lugar nenhum do mundo. E nós temos resultados importantíssimos, inclusive a taxa de saída daquelas primeiras crianças que estavam no programa do Bolsa Família passa de 70%. E olha essa notícia de novembro de 25: no primeiro semestre de 2025, 80% das novas vagas formais de trabalho foram preenchidas por pessoas inscritas no CadÚnico. Sendo 58% beneficiárias do Bolsa Família. Outro dado positivo é que em julho de 2025, quase 1 milhão de famílias deixaram o programa por melhora de renda. Quase 1 milhão de famílias deixaram o programa por melhora de renda. Para o Ministério, estes números demonstram que o modelo do Bolsa Família não cria dependência, pelo contrário, fornece os meios para que as pessoas as pessoas consigam melhorar de vida e deixar o benefício. E a senhora faz planos? Sim, continuar trabalhando, futura, e pagar minhas parcelas do apartamento. Foi muito tempo pagando aluguel, mulher, muito tempo. E ó, isso aí é na Record, do Edir Macedo. E olha como a matéria começou: a gente vai falar agora de um benefício essencial para quase 19 milhões de famílias no Brasil. Ao todo, quase 50 milhões de pessoas são pelo Bolsa Família. E o objetivo do programa não é criar uma dependência do auxílio oferecido pelo governo. Pelo contrário, viu, é servir como uma mola propulsora para ajudar essas pessoas a sair da pobreza de forma sustentável. No mês de julho desse ano, por exemplo, quase 1 milhão de famílias deixaram o programa porque melhoraram a renda. Meu Deus, Jesus! Vamos seguindo. Então eu tenho uma taxa de saída elevada, Essas crianças que saíram também tiveram uma questão educacional melhor, elas têm outras ferramentas de saída e a regra de proteção ela mudou muito. No entanto, que ano passado a maioria dos empregos com carteira assinada são de beneficiários do Bolsa Família, porque além de receber, você pode continuar recebendo por um valor um pouco menor, mas você tem uma regra de proteção. O caso da Elisana enquadra na regra de proteção, uma das inovações do principal programa de transferência de renda do Brasil. Quem consegue emprego continua protegido. Desde 2008, Elisana recebe o Bolsa Família. Naquela época, o auxílio era de R$95, dinheiro que já fazia diferença no orçamento da casa, e ela segue até hoje com o benefício. Agora o valor é de cerca de R$300. Um complemento nas despesas da família. Eu pago a van escolar da minha menina, pré-escola, é material escolar quando precisa, alguma alimentação precisa, tá em falta, eu vou lá e compro. Então você pode abrir um pequeno negócio ou você pode trabalhar com carteira assinada. Então ele é um programa fundamental. Vacinação, as crianças são observadas na escola, as mães gestantes precisam fazer os seus exames. Então isso não é só um auxílio de R$600, ele É toda uma teia protetiva para que você possa inclusive sair disso com o tempo. E aí tem arrombado que reclama do Bolsa Família. Você não gera nenhum tipo de estímulo para que as famílias queiram sair do Bolsa Família. Mano, corre, rapaz! Na verdade elas queriam um monte de atalhos para conseguir ficar no programa de distribuição de renda e de proteção social. Social ad eternum? A gente precisa criar um estímulo! Como é que você sai? Como é que se motiva a família que precisa, necessita do Bolsa Família tenha vontade de querer sair desse programa e... Porra! Mobilidade social no Brasil— Mas infelizmente a gente vai perder mais tempo do que devia com esse cara. Bora com o João César de Castro Rocha: Pois é, uma série de lugares comuns que não resistem ao mínimo estudo sobre o Bolsa Família, como nós podemos ver a partir de um conjunto expressivo de estatísticas. Em primeiro lugar, para cada R$1 investido no Bolsa Família, há um retorno direto para o Produto Interno Bruto brasileiro de R$1,78. E é muito fácil compreender a razão. Para cada R$1 que alguém recebe, esse real entrará no consumo do mercado interno no mercado interno, não somente haverá a aquisição do valor, mas os impostos associados à circulação de mercadorias e impostos sobre serviços. Portanto, o Bolsa Família dinamiza especialmente as economias locais de pequenas cidades, como a cidade mencionada por Luciano Huck, que não tem ideia deste dado. Pois é, o Luciano Huck tinha citado uma cidade pequena com 50% da população no Bolsa Família. Não é tudo. Nos primeiros 10 meses 2025, 2 milhões de famílias deixaram o Bolsa Família voluntariamente, ou porque conseguiram carteira, emprego com carteira de trabalho, emprego com estabilidade, ou porque a renda familiar superou o patamar mínimo necessário para receber o Bolsa Família. Portanto, os dois argumentos do Luciano Huck são pura ignorância. O Bolsa Família ajuda a dinamizar a economia, sobretudo locais, e o Bolsa Família não é uma cadeia perpétua, não torna ninguém refém. Então isso aí é tudo cabresto, volta É, tu vota de cabresto pro governo. Luciano Huck não é apenas ignorante, ele é sobretudo hipócrita. Rapaz! Luciano Huck é o típico liberal do bolsoléio brasileiro. Em 2013, a sua empresa adquiriu um jatinho fabricado pela Embraer no valor de aproximadamente R$18 milhões e pôde adquiri-lo graças a um programa do BNDES, um programa que permitiu a ele comprar um jatinho particular pagando módicos 3% 3% de juros ao ano com generosíssimo prazo de amortização de 114 meses. Liberal do bolso alheio. Bolsa Família, desperdício. Apoiar a educação com pé de meia, por quê? Mas para mim comprar um jatinho particular pagando ridículos 3% de juros ao ano para pagar em 114 meses, ótimo. Liberal do bolso alheio. Ignorância e hipocrisia que definem a elite econômica brasileira. E o Matheus Boente foi na mosca, hein? Eu tenho uma sugestão, Luciano, eu tenho uma coisa fantástica para fazer com que as famílias tenham o incentivo necessário a sair do programa Bolsa Família. Porque não basta ser pobre, não basta sofrer com todas as mazelas sociais. A partir de um programa de auxílio, você criar condições para ter dignidade alimentar, de poder estudar, ter criança vacinada. E não é assim, não é através do acesso aos bens públicos, da educação, saúde, a pessoa consegue aumentar sua renda e deixar de programas sociais, não. Eu acho que isso não funciona mesmo, Luciano. Eu acho que o que funciona é fazer uma gincana. Ele humilha o povo, humilha, humilha, humilha, humilha, mas depois ele ajuda. Por que que ele não faz uma gincana? Humilha, humilha, humilha, humilha, pega todos os pobres, Luciano Huck, faz uma prova pra cada um, humilha, humilha, humilha, humilha, e aí dá prêmios pra eles, mas depois ele ajuda. Daqui aí não precisa mais reformar a rua, pinta a fachada da casa, tudo numa grande gincana, que tal? É muito daorinha, meu. Acho massa. A gente pode Também fazer com que eles peguem um pouquinho desse dinheiro do Bolsa Família e apostem no familião. Que tal? Na cara, na cara, na cara, que loucura! Esse aí que não gosta da Bolsa Família, mas não gosta da Bolsa Família, mas faz familião de 1 milhão. E que é pior, sempre que o Craque Neto entra nos episódios é uma grande alegria. Eu sou a favor, eu sou a favor da Bolsa Família, sempre fui. A gente nunca teve dúvida. Craque Neto, um grande promotor da campanha pela vacinação. Pega na bunda! Pega na bunda! Valeu, Neto, vamos seguir aqui. Seu sem vergonha! Calma, bicho, pô. Pensei agora nesse nome, Familhão, que é tipo a Betinha, um carnê do baú lá de Silvio Santos. Vamos colocar mais R$20 agora. Que você pega, faz com que a pessoa pegue o dinheiro dela, coloca num lugar que não vai render nada. Nada. Zero. Rende menos do que a poupança, na esperança de um sorteio. Olha só, se não é uma aposta, loteria. Por que a gente não faz uma loteria "Eu acho que vai ficar muito melhor do que atrelar um benefício social, criança vacinada, criança na escola, famílias mais estabilizadas, devido a ter o mínimo de dignidade." Quando Karl Marx, Friedrich Engels fizeram ali, né, o conceito de luta de classes, e depois Angela Davis atribuiu com raça, classe e gênero, eu acho que aí a gente tem muito cão. Onde é que está o seu incômodo? Seu incômodo, Luciano, é com o pobre. Você nunca gostou de pobre, você nunca ligou para pobre, você tem dificuldades severas em entender as necessidades de quem não é um rico, um playboy que nem você. Vamos parar, Luciano, vamos parar com essa parada de usar o pobre como chaveiro, usar o pobre como desculpa. O Hulk tentou consertar, mas deu errado e acabou irritando o Reinaldo Azevedo de uma forma maravilhosa. Os cortes dá entender que eu seria contra programas de proteção social. Porque será? Isso não é verdade! Será mesmo?! Eu sou a favor de políticas de proteção social que ajudam milhões e milhões de brasileiros. Enfim... O que eu defendo é que esses programas sejam constantemente aperfeiçoados no mundo contemporâneo— Para! Para! Quem diz que não estão sendo? Responda! Responda! Responda! O que você sabe do que está em curso nos programas? Responda! Responda! Responda! Quem disse que não está sendo? Vai responder não, puta? Você é a favor do aperfeiçoamento? Não me diga. Oh, really? Com inteligência artificial, com o mundo com muita tecnologia, com muitos dados, sabe que a gente tem a eficiência no resultado. A tecnologia hoje nos permite entender a realidade de cada família, individualizar esses programas. Que platitude! Isso, individualizar. Vamos individualizar esses programas de milhões. Maravilhoso! Claro, assim como a gente individualiza o prêmio de 12 pessoas por ano. Que ficam milionárias com uma grande cobertura de televisão e todo mundo achando que todo mundo vai ficar milionário comprando carnê, tem que individualizar. Pois é, Luciano Huck irritou bastante o pessoal. E essa sua explicação é a pior que você poderia ter dado, é a pior que você poderia ter dado. E olha o Sakamoto ao falar sobre o resultado do IDH. E aí eu queria até falar uma coisa, contrário disso, e aí para terminar minha fala, que por isso que eu pedi a fala para Fabíola, o contrário disso É o contrário que puxa o brasileiro pra baixo, que chama o brasileiro pra lama, que impede que o brasileiro saia, que não garante o mínimo de subsistência pro brasileiro e pra brasileira são as bets. Pra caralho! Tá? Perucas ladies! Tá? É bet, é botar dinheiro em bet, é dívida por causa de bet. É um grande fator de dívida no Brasil hoje em dia e tem muita gente até que já se suicidou por causa dessa merda. E aí então é o seguinte, fica a dica: todo mundo que faz faz anúncio para bet devia estar pensando que enquanto Bolsa Família ajuda na melhoria da qualidade de vida dos mais pobres, as bets são um dos maiores programas de transferência de renda de pobre para rico no Brasil. Então bet é que afunda, Bolsa Família não. E olha só que coisa, olha quem faz propaganda de bet. MGM, uma das marcas que mais entende diversão e entretenimento no mundo, shows, hotéis, cassinos e E como o Leão da MGM entende diversão, ele trouxe este momento para o Domingão. Luciano dizia isso no seu programa dominical e no telão atrás tinha bem grande o site da BetMGM. E a gente perdeu mais tempo do que devia com esse cara. Perdão! Mas eis a moral dessa história do IDH. Ô Cortella, avançamos, mas ainda somos um país muito desigual. Quais são os próximos passos a seu ver? Insistir na distribuição daquilo que é serviço público de qualidade. Ou seja, tudo aquilo que é remunerado pela população por intermédio dos tributos, dos impostos, que é o imposto do consumo, imposto de renda, tudo que todo mundo de alguma maneira paga, que volte com saúde de mais qualidade, abastecimento, saneamento, habitação, educação escolar, segurança. O Brasil alcançou ontem o melhor índice de desenvolvimento da sua história. Isso porque quando você tem políticas públicas para prestigiar aquelas pessoas que mais O governo tem que governar pra todo mundo. Nesse sentido, a melhor forma de distribuição de renda é um serviço público que seja eficaz, né, e que seja extensível. Mas esse vai dar pra todo mundo, sabe, é teórico. Na prática, a gente tem que governar pras pessoas que mais precisam. Eu tô aqui com orgulho, muito orgulho de saber que quando a gente quer, a gente faz desse país dar certo. Mas calma que tem uma mensagem. Vocês já repararam que o Medo e Delírio tá com uma parceria nova, né? Esse episódio aqui é um oferecimento do Bondi. Thank you! Bom, quem escuta o Medo e Delírio sabe que só acompanhar a notícia, passar raiva, votar manda áudio indignado no grupo, "Tu botou essa merda lá, pai", já não tá dando conta, né? "A gente vai cansando, sabe?" E essa é uma das razões dessa parceria. O Bonde é uma plataforma que conecta formação política e ação coletiva. Um espaço pra aprender, se organizar e agir junto por mudanças reais. E isso não fica só na conversa não. "Fala muito! Fala muito!" Se você também, por exemplo, quer o fim da escala 6x1, um Brasil sem betes, se você defende a tarifa zero e acredita que pressionar políticos faz parte da mudança, é nesse Bonde onde que você tem que colar. Todo mês tem um curso novo e toda semana tem encontros com ativistas, comunicadores e outras pessoas. Uma galera massa que tá construindo campanhas e transformações reais no Brasil. Tudo isso vai ser lançado em julho, mas eles resolveram anunciar já em primeira mão nesse podcast duvidoso aqui. Então, ó, já faz o seguinte: segue a @vamodebonde, porque vem muita coisa forte por aí. Eu já subi nesse bonde. É tudo nosso, nada deles, nada deles, tudo nosso. Parte 2. Enfim, vamos falar da votação sobre escala 6x1, que enfim passou na Câmara. E aí está, já no placar, o resultado da votação: 472 votos a favor, 22 contrários. Vamos acompanhar. Força de emenda à Constituição! Os 22 votos contrários à PEC foram de deputados do PL, do PP, União Brasil, Novo, MDB, PSD e Missão. E Missão. E Missão. E Missão. E Missão. Mudou muito, convenhamos, hein? A escala 6x1 existe desde 1943. A última vez que diminuiu a jornada de trabalho foi em 1988. Quase 4 décadas. Aqui a gente está lutando pelas 40 horas e a maioria esmagadora dos países europeus tem escalas de 36, 38, até 32 horas semanais. E sempre que a gente fala do fim da escala 6x1, a gente tem que lembrar disso daqui, ó. A aprovação na Câmara dos Deputados do fim da escala 6x1 é uma excepcional vitória. Em primeiro lugar, dos trabalhadores, e aqui toda homenagem ao Rick Azevedo, hoje vereador na cidade do Rio de Janeiro, certamente será deputado federal na próxima legislatura. O movimento iniciado por um atendente de farmácia, uma pessoa desconhecida, mas que teve a coragem de dizer claramente o que nós todos sabíamos, que a escala 6x1 é desumana, que há vida além do trabalho, que não é possível que nós tenhamos um país com memória e práticas ainda Democratas. Toda homenagem ao Rick Azevedo e à deputada federal Erika Hilton, que abraçou a causa, levou a causa para o parlamento. Pois é, essa conquista não veio do governo. O governo sim abraçou a pauta, mesmo que tardiamente, e a forceps talvez. Essa conquista não veio das lideranças partidárias, e o Rick Azevedo é o melhor exemplo. Rick se elegeu em 2024 vereador mais votado do PSOL na cidade do Rio de Janeiro, e até o PSOL foi pego de surpresa. O pessoal não apostou no Rick e foi maravilhosamente atropelado pelos próprios eleitores. Mas bem, a votação na Câmara nos rendeu uma maravilhosa abertura que saiu no episódio anterior a esse. Eu termino recitando Geraldo Vandré. Pois é, nesse momento aí tava o Tony de Paula, que era quem tava falando, o Túlio Gadelha e o Pastor Sargento Isidório, um personagem peculiar. Pra conversar com doido, solta o doido. Em outro momento da votação na O pastor, que também é sargento, mandou essa aqui, ó: a escravidão já acabou. Democracias sérias e maduras como Estados Unidos da América, como Japão, todas as pessoas trabalham até a exaustão. Meu pau em sua mão. A 5 por 2 garante aos trabalhadores e trabalhadoras o direito de melhor honrar e criar sua família. E nessa escala 5 por 2, além de melhorar a vida das famílias, os trabalhadores e trabalhadoras As senhoras terão tempo inclusive para terem mais filhos. É isso mesmo. Portanto, fazerem seu sexo. Sexo. Ele faz sexo. Fazerem seu sexo em paz. Paz. E com mais tranquilidade. Tranquilidade. Campanha pela paz no sexo. Não brigue enquanto você está transando. Deixe para brigar antes ou depois, mas não durante. Chegou. Mas foi um desespero bonito de se ver, hein? Quem fala aí a seguir é o Sostenes Cavalcanti. Marco Feliciano do PL. Nós tomamos a decisão de amanhã, não grita aqui não, calma, não grita, seja educado, na hora da votação em plenário, apresentar destaque de preferência para votarmos a escala 4 por 3. É babaca pra caralho, é. Nós somos a favor do trabalhador trabalhar menos. Acho que não parece não, hein. Diz aí, Marco Feliciano do PL. Pequeno, 51 de 2024, da senhora Erika Hilton, que fala aqui sobre a organização de uma audiência pública para debater a redução da jornada de trabalho e o fim da jornada 6 por 1 junto do movimento Vida Além do Trabalho. Pelo que eu entendo aqui, é se propor que essa Câmara dos Deputados se debruce sobre um assunto para diminuir a jornada de trabalho do trabalhador brasileiro, parece que para 4 dias da semana, e diminuir ainda para 6 horas de trabalho. Eu acho isso uma excrescência. Olha que legal! Para mim, para nós do PN inclusive, para nós do PN inclusive, para nós do PN inclusive, o maior método de trabalho social ou de ação social que o governo possa fazer para o ser humano é dar a ele trabalho. Então, por Nesse quesito, nós nos declaramos contra o requerimento e pedimos aí que seja retirado de pauta. Olha só! Apresentar destaque de preferência pra votarmos, tardarmos. Não grite! A escala 4x4. Não grite! 4x4. O pato. 4x3. Que nós somos a favor do trabalhador trabalhar menos. Aham. Ficar em casa. Ei! A polícia de novo: fique em casa. Descansar com a sua família. Presta atenção aqui, pô. E não somos hipócritas e oportunistas como este governo. E não somos hipócritas e oportunistas como este governo. É o contrário, é o contrário. É Flávio contra Trump, é Sostenesca Valcanti a favor da 4x3. Is this real life? Pois é, a direita quer isso aqui, ó. O homem mais rico do mundo, Elon Musk, disse que quem trabalhar menos de 60 horas por semana jamais terá Prosperidade além do normal. Vocês tão de sacanagem! Além do normal. 2,3 acima da média. Deve ter falado isso com o cu cheio de ketamina. Tem que ser falado. Vocês querem ser normais? Ganhar pouco? Trabalhar pouco e ganhar pouco? Vai tomar no cu! Disse o parlamentar que trabalha pouco e ganha muito. Puta que pariu. Volta pro sóstenes. Já que querem ajudar o trabalhador, eu quero ver amanhã os petistas botando a sua digital Nós vamos votar o fim da escala 6 por 1 para aprovar como destaque de preferência a jornada 4 dias trabalhados, o trabalhador descansar 3 dias. É isto que amanhã nós apresentaremos ao plenário desta casa na hora da votação. Se eles foram contra o tempo todo e se preocupam tanto com os trabalhadores, e aí vão apresentar na hora da votação, só na hora da votação. Yeah, yeah! E eu quero aqui fazer um apelo. Ao PT, ao PT, ao PSOL, à esquerda e ao centro, a que vocês dizem que defendem trabalhador, votem conosco pra gente acabar com essa malfadada escala 6 por 1 e nós vamos votar de 4, vamos votar de 4, vamos votar a favor de 4 por 3 e aí nós veremos que Brasil nós viveremos. Pois é, mas faltou o Sostenes combinar o discurso com o Nicolas. Existe um meio de abrir os olhos das pessoas, que é apoiar não somente a 5x2, mas apoiar a 4x3, que seja vigorado amanhã, amanhã, e que a quebradeira comece antes das eleições. Porque não tem como mostrar para um povo que um criminoso é criminoso se a gente não deixar com que ele cometa o crime. Muitas das vezes, para melhorar, tem que piorar. Pois é, o famoso foda-se tudo. Tem uma nota de se houver o cenário de terra arrasada, um quesinho de se for necessário, Iremos sacrificar tudo, queimar toda a floresta. O que a direita quer é se sentir vingada. Pelo menos eu estarei vingado. Porque no fim das contas, o que a esquerda faz? Ela dá migalha e mostra como se quem tá dando migalha fosse o melhor. Sendo que na verdade, lá no alto do poço, tem alguém falando: "Não, tem comida aqui em cima." E na perspectiva deles, quem diz isso, quem tá lá no alto do poço dizendo que aqui tem comida é a direita brasileira. É piada, é humor. Eles literalmente quebraram o Brasil. Desde o fim da escravidão, é sempre um ataque cruel ao empresário brasileiro. Ou seja, a gente não vai apoiar porque a gente concorda com essa medida populista e irresponsável, não. Porque a gente quer mostrar que quando der merda, a culpa é deles. Muito legal, muito bacana, gentil ele. E antes das eleições vai dar para população fazer uma escolha diferente, porque senão fica muito fácil, né? A gente vai contra a medida, nós somos inimigos do povo. Se a gente vai a favor da medida e quebra o país, o problema de alguma forma se tornaria nosso também. E ele não parou aí não. Quando tiver demissão em massa Quando aumentar o preço dos produtos, quando o empreendedor não conseguir mais e vai ter que demitir a pessoa para contratar outra, aí, meus amigos, esse dia vai ser maravilhoso. Nos parece aqui que o Nicolas está se perdendo um pouquinho. Pode continuar, pode continuar desse jeito. E as claras, dito preto no branco pelo prócer do Partido Liberal, um dos deputados mais votados do país, deputado de Minas Gerais, Nicolas Ferreira. A intenção é antecipar a quebradeira, foi o que ele disse. E bom, é isso, tu o dizes, eu não poderia ter explicado melhor. É o Luciano Huck do Parlamento Brasileiro. E o Nicolas votou mesmo pelo fim da escala. Que delícia, cara! E vamos a uma mensagem dos nossos anunciantes. Você tá querendo comprar celular, computador ou outro produto da maçãzinha? Então você tem que ir na iHeal, escreve i-h-e-a-l, que é especializada em importações da Apple. Produto lacrado, nota fiscal no nome do comprador, tudo certinho. 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Humilhado tão eles que da noite para o dia tiveram que, na noite de ontem, mudar a sua posição. Humilhante, presidente, é se tornar deputado ensinando na internet fazer depilação. Relação íntima. Para quem não sabe, o André Fernandes começou como influenciador nas redes sociais, e um dos vídeos dele era esse aqui, ó. Eu não sei se alguém faz isso, mas meu jeito de depilar o cu é da seguinte forma: eu boto um espelho no chão, eu fico de cóccix em cima do espelho com as pernas abertas, passa água com sabonete no cu. Tá bom, já deu para entender. Mas voltando, quando a oposição viu que não tinha mais o que fazer, tentou enfiar um período de 10 anos de transição até o fim da escala definitiva. Restabelecendo a verdade com relação aos nós já temos falado aqui. Este foi um destaque apresentado pelo parlamentar do Progressistas do Rio Grande do Sul, que alguns colegas do partido assinaram. Eu retirei a assinatura posterior porque eu fui induzido ao erro. Para, tia merda. Fode, porra. Mas entre a vitória na Câmara e o fim de fato da escala 6x1, tem o carente da honra, Toque Colombo, que quer travar no Senado. Eu quero dizer, como presidente do Senado, essa proposta vai ter que tramitar nas comissões, porque as cobranças de todos os senadores sobre a presidência é que todas as matérias possam passar no mínimo por uma comissão. A cobrança de todos os senadores e de todas as senadoras que o Senado Federal não seja uma casa carimbadora de propostas votadas na Câmara dos Deputados, não só sobre medidas provisórias, mas como projetos de lei e proposta de emenda constitucional. Então não é razoável que a Câmara dos Deputados 5 meses debatendo um assunto muito relevante para o Brasil, para o povo brasileiro e para a nação, e também para os trabalhadores e para os empreendedores, e o Senado Federal seja obrigado a carimbar um texto aprovado na Câmara. Essa é a minha percepção. E mais uma vez o Sakamoto foi na mosca. A boa parte dos mesmos senadores que agora estão tentando puxar o freio com relação a 6 para 1, dizer que tem que ter calma, o Senado não pode chancelar uma decisão da Câmara, fez exatamente isso. Isso em julho de 2017, no trâmite da reforma trabalhista. Aí eu resgatei a votação. 50 senadores votaram, aprovaram a reforma trabalhista do jeito que veio da Câmara, sem mudar uma vírgula, sobre uma justificativa que eles mesmos sabiam que não ia se concretizar, de que lá na frente depois eles fariam uma mudança para incorporar determinadas medidas. Mas dada a pressa do governo Michel Temer, dada a pressa dos próprios grandes empresários, isso passou do jeito que veio da Câmara Câmara. E os senadores que hoje estão falando que o Senado não pode simplesmente ser carimbador de decisão da Câmara, carimbou na boa, chancelou, mandou as cucuia. A ideia de revisão da ideia de Câmara Alta, de Câmara Revisora, e entre aqueles que votaram estava quem? Davi Alcolumbre. Na honra, votou na época pela reforma trabalhista também. É óbvio que a oposição ainda vai fazer de tudo para impedir a aprovação no Senado. No mesmo dia, Davi Alcolumbre enviou para Comissão de Constituição e Justiça avança uma outra PEC que também trata sobre jornada de trabalho. Pois é, a gente já falou tanto, né, dessa questão, mas foi apresentada, ela passou na Câmara, né, nas duas votações, mas foi apresentada uma PEC, Pavinato, desculpa, até pelo Rogério Marinho, né, que pode mudar tudo, que é uma PEC que liberaria o empregado para negociar diretamente com o empregador. Vai tomar no cu! E olha o naipe do cretinismo: A oposição tem um projeto alternativo que é o chamado "horas trabalhadas, horas pagas", que eles afirmam que trabalhador vai ter mais liberdade aí pra escolher quanto tempo quer trabalhar. É que o de cima sobe e o de baixo desce. Liberdade acima de tudo, pessoal. Só que nesse caso, se ele escolher, se o trabalhador escolher menos tempo do que a jornada atual, necessariamente ele vai ter uma redução salarial, ele vai receber menos. É óbvio! E o carente Alcolumbre tá chateado chateado com Hugo Motta. Hugo Motta deu essa tramitação acelerada, ele tomou o fim da escala 6x1 como uma bandeira sua, se uniu ao governo, e a gente viu que aprovação lá ocorreu de uma forma mais acelerada, com uma ampla margem, foram apenas 20 votos contrários. Um desavisado acharia que Hugo Motta é uma espécie de Brizola do século 21. Senhoras deputadas e senhores deputados, estamos em um dia histórico para o Brasil, para os trabalhadores para os brasileiros e para este parlamento. Assumi esta condução com todo equilíbrio, responsabilidade e principalmente compromisso com os brasileiros. Por isso, já no início do debate, tratei 3 pilares como inegociáveis: a redução da jornada para 40 horas semanais, 2 dias de descanso e a manutenção dos salários dos trabalhadores. E para atingir esse Senado, a Câmara dos Deputados, cada um de nós neste plenário teve a coragem de enfrentar esse tema. Bom, a coragem foi, como canta o teórico da polarização, rapaz, a famosa pressão. A gente chegou com essa demanda para o Congresso há 3 anos. A questão é que o Congresso inimigo do povo, a bancada do PL, parte do Centrão— eu sou do Centrão, eu sempre fui do Centrão— impediu que se a gente avançasse antes. Então sim, estamos usando desse momento eleitoral para constranger essa gente, para falar: olha, vocês vão perder votos se vocês não pautarem isso agora. Então não se trata de uma politicagem barata, se trata de ter responsabilidade com o povo. Não dá para votar contra isenção para quem ganha até R$5 mil e também não dá para votar a favor da 6 por 1. Mas só que o Davi Alcolumbre agora tá sofrendo pressão também, ou ele tá ouvindo mais o setor produtivo, os empresários e a oposição, que são contra o projeto, que são contra o fim da escala 6x1. Mas a verdade é essa aqui, ó: quer mostrar para o Lula, para o presidente Lula, quanto sai caro contrariar Davi Alcolumbre. Tá que os pariu, hein? E bora encerrar com o Rick Azevedo: eu acho que o governo tem que aproveitar esse momento e ser mais ousado. Ousadia e alegria! Cada vez mais ousado e pensar nessa próxima bancada que de fato dê espaço para o governo tratar pautas tão importantes como as pautas trabalhistas. Porque veja, nós temos um Congresso que é praticamente um puxadinho da sala dos empresários. O Congresso Nacional estende tapete vermelho o tempo todo para o empresariado fazerem ali as suas artimanhas, terem os seus pedidos atendidos, pedidos esses que são somente para favorecer o empresariado e deixando a classe trabalhadora de lado. Então acredito que a gente tem que aproveitar esse momento e pensar em um novo Congresso mais jovem, mais atual, que dialogue de fato com a sociedade. Já acabou esse episódio, acabou essa semana. Enfim, a gente meio que conseguiu cobrir aí o buraco das duas semanas de recesso, mas faltou falar da bancada do agro aprontando das suas com ajuda do governo, mas fica pra semana que vem! Vem pianinho! Show show show show... E hoje a gente fica por aqui: Esse episódio usou áudios de G1, Globo News, Choque de Cultura, Gil Brother, Hermes e Renato, Casimiro, Franciel Cruz, Altas Horas, Fernanda Torres, Galãs Feios, Ariel Palácio, Jafa Monta, Isbilenk, Natuza Neryan, Good Grilo, Samia Bonfim, Maria Rita, Xadrez Verbal, Bebel da Bebel Books, Elô D'Ângelo, Carol Ito, Ana Borassa, Letícia Sartori, UOL, Não Enviabilize, Alfredo Rolo, Bagaceira Chique, Aviões e Músicas, Porta dos Fundos, História Pública, Estúdio CBN, Petit Jornal, Meteoro Brasil, Podcast Pauta Pública, Diogo Defante, Ian Neves, Professor Pasquale, Carla Bora, Igor Canário, Drauzio Varella, TV Senado, Samuel Mariano, Intercept Brasil, Guilherme Boulos, Comédia MTV, CNN Brasil, NBR, Roda Viva, As Meninas, Jovem Pan, Os Pingos Nos Isso, Psicose, Harry Manfredini, Elton Medeiros e Paulinho da Viola, Band Jornalismo, Jornal Nacional, Chaves, Jornalismo TV Cultura, Vitor Camejo, MC Rodson, Rádio Bandeirantes, Band News FM, Sintrajude, Brasil Conference, ICL, Orquestra Brasileira de Música Jamaicana, Pânico, Ian Neves, DJ Sadam, TV Brasil, Fala Brasil, Opa Aí, Poder 360, Os Trapalhões, Unidos do Cabo Sul, The Offspring, Flow Podcast, João César de Castro Rocha, Programa do Ratinho, Mateus Buente, Joe Pass, MTV, Band, Os Donos da Bola, Programa Silvio Santos, Cara a Tapa, Cadeirão do Hulk, CBN, Thiago Rodrigo, Band News, Ed Motta, Esse Menino, The Big Big Bang Theory, Bob Fernandes, Greg News, Perucas Lady, Globo, Jorge Vugo Dudu, Metrópolis, TV 247, Jimi Hendrix, The Beatles, The Who, Câmara dos Deputados, Já Eu Me Arrependi, Átila Yamarino, Eixo Político, Terra Brasil, João Gilberto, Carmina Burana, Negrão 5 Estrelas, Coisa Nossa, Chinaena, Sérgio Malandro, Petit Jornal, O Tempo, SBT News, Gui Gueto, Tiaguinho, BahiaCast, Podcast Três Irmãos, Gil do Vigor, Felipe Durante, TV Quase, TV Câmara Distrital, no PodTrash Conversa com Biabo, Emanuela da PC Associação, Podcast Flip, Kazé TV, Inteligência Limitada, Hoje Tem, Thiago Santinelli, TV Brasil Gov, MC Creu e The Office. Thank you! Se quiser e puder, pinga um lá pra gente no apoia.se/medodelirio, no patreon.com/medodelirioembrasilha, na Orelo ou no pix medodelirioembrasilha@gmail.com. Porra, doação é o caralho, porra, não tem nem dinheiro pra me comprar um jogo de videogame, morô, cara? Assina o nosso feed no seu agregador de podcast nosso podcast favorito e dá uma olhada nas nossas redes sociais e também no loja.medodelirinbrasilia.com.br. Eu sou o Cristiano Botafogo, o Medo e Delírio em Brasília é escrito por Pedro Doutro e produzido pelo Guilherme Gandolfi, @guifrodo nas redes sociais. Bora passar pano? Não. Mas bora passar menos raiva? Bora! Me permite uma parte? Não lhe dou a palavra. Não tem aquela história, não existe almoço grátis, não existe folga Você não tem preocupação assim do seu nome ficar na história defendendo essas pautas? Porque se tu olhar na história do Brasil, pegar inclusive jornais, né, com o fim da escravidão, os empresários falavam: eles querem quebrar o Brasil, vão acabar com a escravidão, como que nós vamos produzir sem escravos? E acabou com a escravidão, foi bom para população, porque, né, aí depois com a criação do salário mínimo, eles achavam que ia criar o Brasil também. Eu tava vendo o jornal da década do ano de 64, 64, acho que foi quando foi criado o salário mínimo, 64 ou 68. E os empresários eram contra a criação do salário mínimo. Vai quebrar o Brasil, não pode criar salário mínimo, eu preciso negociar com o cara. Porque eles queriam pagar abaixo do salário mínimo. Na criação do 13º, a mesma situação. Vai quebrar o Brasil, 13º, os empresários não vão dar conta de pagar. E sempre é esse chororô. O mercado se adapta. E toda vez que essas leis foram criadas, essas propostas aplicadas, o que aconteceu foi melhorar a vida do trabalhador. Acabou? Não. Pois é, Sadi, eu queria começar seguindo cronologicamente. O que que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro disse literalmente? Abre aspas: os Estados Unidos têm mecanismos muito semelhantes ao PIX, como por exemplo o Zelle, que é o PIX dos Estados Unidos. Aqui é o Zelle. Então dá para você ir para uma mesa de negociação com os americanos. Fecha aspas. Isso aqui é língua portuguesa. Ele tá colocando o Pix para ser negociado com os Estados Unidos na mesa. Não tem uma outra interpretação possível. Se tivesse em russo também, eu acho que todos os brasileiros teriam entendido isso. Pois é. E agora nós temos uma nova declaração do Eduardo Bolsonaro, tem até uma arte ilustrando justamente essa declaração. É: o Pix é criado por Jair Messias Bolsonaro. Isso é falso, não é real. Sem taxa e assim continuará não tá acontecendo e só Bolsonaro poderia criá-lo. Isso é falso, de novo, porque o PIX ele foi desenvolvido durante o governo do Michel Temer por técnicos do Banco Central. Ele entrou em operação durante o governo do Jair Bolsonaro. Aliás, o Jair Bolsonaro foi questionado no cercadinho sobre o PIX. Quando o PIX foi lançado em 2020, em outubro daquele ano, então o presidente Jair Bolsonaro falou sobre esse assunto depois que um apoiador deu os parabéns pela implementação do PIX. O que ele diz: não tomei conhecimento, eu vou conversar esta semana com o Roberto Campos. Acabou? Não. Que história é essa que o Zé é o Pix americano? Pá, mas nem de longe, minha gente. Eu falo isso como usuário, tá? Quando estou nos Estados Unidos, eu uso o Zé, eu conheço a estrutura, e não tem nada a ver com Pix, minha gente. Aí você pergunta: qual é a maior diferença? É que o Pix faz parte do nosso dia a dia. Você vai no restaurante, você paga como? Através do Pix. Você vai na praia, come um peixe, uma água, alguma coisa, você paga através do Pix, entendeu? Se você pagar aluguel, restaurante, mercadinho, tudo através do Pix. Até as pessoas, quando para você na rua pedindo um trocadinho, você fala: não tenho trocado, faz um Pix. Então basicamente o Pix virou, gente, a infraestrutura do nosso dia a dia. Já o Zéu é aquele TED, sabe o TED que a gente usa nos bancos? É basicamente a mesma coisa, é que é transferir dinheiro de um lugar para outro. Você faz o quê? Um TED, que pode ou não ter taxa, que o Pix não tem, pessoa física, entendeu? Entendeu? O Pix você pode fazer transferência de madrugada, de domingo, sábado, feriado, dia santo. Já o Zéu não. A transferência do Pix é imediata. Se eu fizer agora, chega na mesma hora. Já do Zéu não necessariamente. Algumas transferências vai demorar dias ou horas para chegar. Então é uma estrutura totalmente diferente. Aí você pergunta: mas por quê? Porque o Pix, gente, ele foi criado pelo Banco Central. Ele integra todo o sistema financeiro brasileiro, que é banco, fintech, corporativo, empresa, basicamente tudo, e todo mundo vale junto, entendeu? E aí você pode justamente essa facilidade com Pix, coisa que o Zelle não vai te dar, porque o Zelle é uma iniciativa privada de um grupo de alguns bancos americanos, que nem todos estão incluídos, inclusive, entendeu? Então ele é mais limitado. E você não vai ver um americano chegar no restaurante e falar assim: ah, eu vou pagar com Zelle, chegar na farmácia e vou pagar com Zelle. Até porque ele não é abraçado e utilizado da mesma forma que nós brasileiros usamos no nosso dia a dia. Então o Pix, ele não é só um meio de pagamento, ele é uma potência porque ele é utilizado por mais de 170 milhões de brasileiros, movimenta trilhões de reais por ano, e não é mágica, é um sistema eficiente, um dos mais eficientes do mundo, e é aberto para quem quiser. Quem quiser criar um novo sistema melhor do que o Pix, vão lá dar uma vigorada e que faça. Tanto que os Estados Unidos, eles tentaram criar um sistema que seria o vai pagar com Pix e aparentemente não funcionou. Então, o nosso Pix é a nossa potência, não tem como comparar não, gente. Ô minha gente, acabou? Não. Fala Cristiano, tudo bem? Aqui é o Felipe Durante. E sobre a especulação imobiliária na China, ela rolou solta por muito tempo, né? E a bolha imobiliária começou a estourar ali em 2021, só que o governo controlou. E é por isso que a gente não vê um estrago grande como a gente viu em 2008 nos Estados Unidos. Aqui o governo não socorreu as empresas, o governo botou dinheiro para finalizar alguns projetos, donos de empresas tiveram seus bens dados pelo governo para pagar esses projetos, e parte do dinheiro começou a ser investido no ramo de tecnologia, inteligência artificial, robótica, carros elétricos, robô humanoide, etc. Mas o governo não proibiu a especulação imobiliária. O negócio é que hoje já tem mais apartamento do que pessoas na China. Então não tem como e não tem por que as pessoas comprarem muitos apartamentos mais, porque o preço não vai valorizar. A gente vai ver acontecer com a China o que tá acontecendo com o Japão, porque a exemplo do Japão e Coreia do Sul, a população chinesa vem caindo alguns anos. Então a tendência agora são— o preço dos imóveis cai cada vez mais. Em cidades como Shanghai já chegou a cair até 30%. Outra coisa é que estrangeiros podem sim comprar apartamento na China. Eu tenho um amigo brasileiro que tem 4 apartamentos aqui. O que o governo evita e controla é especulação imobiliária por grupos, né, que a gente sabe que, por exemplo, nos Estados Unidos eles compram alguns conglomerados, compram centenas, milhares de imóveis para controlar o preço. Isso aqui na China não é possível. Conglomerados estrangeiros não podem fazer isso, mas estrangeiros podem sim comprar apartamento acabou? Não, acabou assim, acabou, acabou, acabou, acabou. Beijinho, sigamos com muito amor e poesia. Ouve a voz do seu Perinho. A boca é um ano da fafa. Varanda do povo. Lexotan não se toma na veia. Essa porra é maconha? Quando você é jovem, qualquer pessoa que tem um baseado vira seu amigo. O Bolsonaro sendo atropelado. Tô de acordo. Fazer as pessoas passarem fome. É isso. Cenoura, cenoura, mais ou menos isso. Que porra é essa aqui? É maconha essa porra? Quem fuma 200 baseados! Muita gente! Muita, mas muita gente! Conversa de bêbado. Nem todo artista é maconheiro. Mas todo maconheiro é um artista. Algum delírio. Presunto Parma, vamos lembrar, não é qualquer presunto. Não é proibido no Brasil transar. Antigamente as pessoas ainda coçavam a virilha, hoje nem isso, coça mais. Pega sua Toyota e empurre dentro do seu cu. Um Opalão, um Chevette, um Gol bolinha. Vai deixar eles mijarem em cima de você? Bicho arrombado. Vai entrar o grosso. O grosso chegou! Ai, que dor no meu pau! Eu sou especialista em pau. É a piroca. Ela é bastante extensa. Veja a gramatura. Você não sabe como eu ficava feliz quando eu vi um trabalhador mostrar uma piroca. Também entra, também entra. Cadê os machos? Eles têm um pênis pistolão bonito, né? Há controvérsias. Contém ovos. Não esqueça de lavar os testículos, a virilha e o ânus. 95% 85% da população mundial faz errado a limpeza do ânus. Os galináceos têm pênis. Tem graça esse final? Não, né? Desculpa, desculpa, desculpa, desculpa, desculpa. Espera um pouco, querido. Espera só um minutinho. Estamos esperando aí. Calma, calma, calma, relaxe. Pronto, tá bom, era isso. Acorda, vagabundo! Acorda! Acorda! Obrigado, minha gente! Deus proteja todos! Sejam felizes! Um abraço! Deus proteja todos! Creu?
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