Episódios de Medo e Delírio em Brasília

II - 2026.34 - Obrigado, Mário

04 de junho de 20261h26min
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Esse episódio é um oferecimento do Bonde!
https://www.instagram.com/vamodebonde 
https://bonde.org/ 

Sobre Flávio, Frias, Filmes e… Fracassos Futuros?


AGENDA20/06 - Rio de Janeiro

Festa do Medo e Delírio no Circo Voador
Ingressos: https://www.eventim.com.br/event/medo-e-delirio-a-festa-no-circo-circo-voador-21706785/ 
@bnegaooficial botando um som responsa total, a mixtape que une política e lisergia de maneira divina e uma atração inédita em toda a galáxia: a Cumbia Combo Fuego, que junta no palco os talentos de @mintchogarrammone + @afroribeirinhos + @letto.oficial! Além de @bandabiltre e a Mixtape do Medo e Delírio!

Melhor forma de ajudar o Medo e Delírio é no pix medoedelirioembrasilia@gmail.com
Quer anunciar no Medo e Delírio? Escreve pro medoedelirioembrasilia@gmail.com
Participantes neste episódio1
C

Cristiano Botafogo

HostJornalista
Assuntos10
  • Investigação sobre Mário Frias e filme de Jair BolsonaroRoteiro e produção do filme · Crítica ao filme "Dark Horse" · Financiamento do filme · Jair Bolsonaro · Mário Frias · Daniel Vorcaro · Banco Master
  • Flávio Bolsonaro e VorcaroEncontro com Donald Trump · Pedido para classificar PCC e CV como terroristas · Pedido contra tarifas americanas · Flávio Bolsonaro · Donald Trump · Marco Rubio · Casa Branca
  • EUA classificam PCC e CV como terroristasDecisão dos EUA · Impacto na cooperação policial · Risco de sanções ao sistema bancário brasileiro · PCC · Comando Vermelho · Estados Unidos
  • Crime OrganizadoLigação com Daniel Vorcaro · Acusações de corrupção · Cláudio Castro · Daniel Vorcaro · Comando Vermelho
  • Ações de Eduardo Bolsonaro nos EUABoletim de ocorrência falso · Acusação de invasão de privacidade · Eduardo Bolsonaro · Steven Monacelli · Intercept Brasil
  • Agronegócio e EconomiaSubsídios de juros rurais · Contradição entre imagem e prática · Dependência do Estado
  • Jornada de TrabalhoRedução da jornada de trabalho · Aumento de produtividade · Benefícios para trabalhadores
  • Eventos e negócios locais em Novo HamburgoAção popular contra a prefeitura · Suspeitas de irregularidades · Havan · Novo Hamburgo
  • Crise na Formação DocenteProcesso administrativo arbitrário · Exoneração de professor · Rafael Martins da Costa · Bento Gonçalves
  • Mercado Imobiliario InternacionalProibição da especulação imobiliária · Foco em moradia · Diferenças com São Paulo e Hong Kong
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CBCristiano Botafogo

Central 3. Esse episódio aqui é um oferecimento do bonde. Bonde vai passar, bonde vai passar, bonde, bonde, bonde vai passar. E bora para abertura. Eu termino recitando Geraldo Vandré e quero recitando homenagear duas mulheres que estão nesse plenário. Lídice da Mata, Benedita da Silva, caminhando e cantando, doidinha, recebendo a canção. Somos todos iguais, assustados ou não, mas escolas não são Construções! Isso é uma loucura!

Ai, que loucura! Isso é loucura! Caminhando e cantando e seguindo a canção. Eu vou falar para vocês: Pai, afasta de mim esse cálice! Que loucura é essa? Vem, vamos embora, que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. Vem, vamos embora, que esperar não é saber. Quem sabe faz, a hora não espera. Viva os trabalhadores do Brasil! Viva! Loucura! Medo e Delírio em Brasília. Vejam, vocês percebem a loucura? Legal!

Olá, bem-vindos ao Medo e Delírio Brasília com as últimas notícias do que restou do Brasil. Bom dia, boa tarde, boa noite. Bom dia, porra, por enquanto. Eu sou o Cristiano Botafogo. Botafogo é bairro, viu, meu filho? Você viu a Fernanda Torres? Cristiano, seu lixo! Cristiano, seu lixo! Calma, Cristiano! E aí, Brasília, depressão, como é que chama, gente, o podcast dos caras? E o medo e delírio em Brasília. Medo e delírio em Brasília.

Beijo pra eles. Medo e Delírio, hein? É um programa que, pô, mano, meio duvidoso, né? Fora seu medo e delírio em Brasília, pô! Eu não ouço Medo e Delírio. É escrito por Pedro Dautro. Um abraço, Dautro! Meu queridíssimo Pedro Dautro. Um beijo pro Pedro Dautro. Pedro Dautro. Pedro Dautro. Todo mundo sabe quem é. Parabéns a toda equipe de roteiro. E um beijo pro Pedro Dautro. Um beijo pro Pedro Dautro. Eu consegui descobrir quem está por trás do Medo e Delírio em Brasília.

Eu nem conheço os caras. Esse é o episódio 34 de 2026. Ah, é? Foda-se. Bora passar pano? Não. Então, mas bora tentar passar um pouquinho menos de raiva. Bora! Bora! Bora! Bora! Obrigado, Mário. Muito obrigado. Estamos de volta, senhoras e senhores, depois de um necessário recesso, hein? Todo relaxado, gostosão, tranquilo. Recesso mais ou menos, porque a gente também trabalhou um pouquinho. Somos um povo trabalhador, honesto. Não vem não!

E como sempre, né, a gente já não sabe se as coisas piores só acontecem quando a gente ameaça sair de recesso ou se coisa importante acontece no Brasil toda hora. Puta que pariu! Mas como vocês todos sabem, não aconteceu nada de lá muito importante enquanto estávamos fora. Mas antes da gente adentrar nesse episódio aqui, a gente precisa fazer dois deliciosos anúncios. É uma delícia. Bom, eu e o Pedro, a gente toca esse podcast há uns 6 anos.

Não, não parece. Novembro a gente completa 7 anos de podcast. A gente já publicou mais de 800 episódios. Daqui a pouco vem episódio número 1000 aí. Caralho! E pela primeira vez uma marca resolveu colar com esse podcast duvidoso. Duvidoso, né, bro? Fazendo oferecimento dos nossos lisérgicos episódios pros nossos ouvintes. E muita gente tá por trás do bonde. Vai passar, não adianta. Como a Talita. Oi, Cristiano! Oi, pessoal do Medo e Delírio, eu sou a Talita.

E o Roberto. Oi, pessoal, Roberto aqui. E aí, lá para o meio do episódio, eles vão explicar melhor o que que é o bonde. O segundo anúncio delicioso é que vai ter mais uma festa do Medo e Delírio no Rio de Janeiro, no Circo Voador. Eu fico pensando, o Medo e Delírio nunca imaginou que eu chegar nesse ponto. É muita confusão. Às vezes eu fico pensando, que surreal que É verdade, estamos aí, né? Nessa edição a gente vai ter apenas e tão somente Benegão nas Carrapetas.

Caralho, esse é o bom do bom! Pois é, o Benegão bota som. Vai ter a mixtape do Medellín, mas isso é completamente desimportante nesse contexto, que também vai ter a cúmbia Combo Fuego juntando no palco os talentos de Mintiogarramone, Afro Ribeirinhos e Leto. Aí você fala: ah, mas Cristiano, já tem coisas demais. Não, não é coisa demais não, vai ter também o Biltre. Ah, meu irmão, imperdível! Não é pouco imperdível não, hein? Vai ser Dia 20 de junho, 20/06, e os ingressos estão na Eventim.

Você pode ir lá no Google e pesquisar "Festa Medo e Delírio Circo Voador" que você vai achar. Ou "Deliciosos Anúncios Feitos". Bora pro episódio, né? Porque pro nosso deleite, a pancadaria da extrema direita tá uma coisa bonita de se ver, hein? Não briguem, se matem! Deixa eu saborear. De um lado tem Flávio Bolsonaro, igual vagabundo, Eduardo Bolsonaro, desesperado, Paulo Figueiredo, um brother, Alain dos Santos, ele é maluco, e Pitoli da Oliveira, tem uma carta na manga.

Aí do outro lado tem Michele, feio, Tarcísio, Tarcísio é insuportável, Nícolas, Rodrigo Constantino, Consta, e Ernesto Lacombe. Quem você diria que levou as eleições presidenciais? É Lula! Enfim, uma espetacular rinha de pessoas que esse podcast não admira. Tem uma rinha de fascista. É muito bom torcer pra briga, velho. E nossos ouvintes sabem que aí nesse meio tem dois personagens muito caros a esse podcast. Consta? O Constantino.

Bom, começando pelo fato de que o Rodrigo Constantino foi demitido da Rádio Auriverde porque criticou o Flávio por ter pedindo dinheiro pro Vorkar. Olha só, eu tinha tanta confiança na Rádio Áudio Verde, cara, pois é. Maravilhoso! O pessoal é tão maduro que o Rodrigo Constantino e o Flávio Mordeflões caíram no ridículo. A gente precisa torcer pela briga. E olha que, ao que parece, pelo menos no escopo da nossa observação, o Paulo Figueiredo é o, entre aspas, mais maduro do grupo.

Apesar disso aqui, o cara pegou, viu um monte de cocô, aí olhou e falou assim: ah, um monte de cocô, Cocô! Vamos espalhar esse cocô porque não tem só o Cocô agora em um lugar... Tem cucuia em todos os lugares— Cucuicocuacucú? Cucu?! Bom já o Eduardo apesar de ter feito 40 anos de idade ele ainda é tão maduro assim como uma cinzeira talhada pra política O Eduardo adotou o apelido Rodrigo "Cocão" Stantinian: Cucu, cucu, cucu. Rodrigo Constantino chegando por aqui, constar.

Essa pesada aqui tá séria. O povo do lado de lá tá no melhor estilo: Desejo a todas inimigas vida longa. Eu até não me lembro de orar pelo Rodrigo porque eu não lembro que ele existe na maioria do tempo. Vote mais alto que daqui eu não te escuto. Impressionante como a candidatura do Flávio rachou a extrema-direita. Obrigado, Deus. Pode dar pedrada em mim, pode me criticar, mas eu vou estragar a alegria de vocês. Vou contar o final do filme do Bolsonaro.

Família Maldita é uma comédia. É a pior do mundo! Com terror, com terror. Vou contar pra vocês, vou estragar tudo, já ninguém vai assistir essa bosta aí. Deus te ouça, viu? O final do filme é assim: cucu e cucu, cucu, cucu, cucu. Ele perde as eleições. Luiz Inácio Lula da Silva está eleito presidente da República. Mete uns 16, 17 coronel e gente do exército na cadeia. Malditos milicos! Ele vai preso. Dizer aos camaradas, serei preso!

O filho dele foge para os Estados Unidos. Ele queria já morar nos Estados Unidos há um tempo atrás. O outro tenta arrancar dinheiro aqui do Banco Master. E você também, eu sei que você tá passando por um momento dificílimo aí também, essa confusão toda. E no final, 1.300 presos e uma véia cagona lá de Jaraguá do Sul pôr ali debaixo. "E vamos tudo cagando nessa bosta aqui!" "Cagou lá no banheiro?" E fizeram escassez ali, tentaram dar um golpe.

"Vamos marchar para frente do Congresso Nacional." Deu tudo errado. "Deu errado." E resumindo, ele queima uma tornozeleira com um aparelho de coisa ali. Ferro quente. Curiosidade. "Minha vida quebrou e não emenda nem com ferro de soldador." É bem assim, cara. Acabou numa merda. É questão do cocô. No final virou numa bosta. Cocôzinho. Ele passando mal. Do anos, nada sai do anos, nada sai do anos. Daí vai cumprir a cadeia em casa.

Porque o criminoso hoje, ele tem tornozeleira eletrônica, ele tem prisão domiciliar, ele é carcereiro dele próprio, senhor presidente. Você tenta explicar isso no exterior, o gringo não entende como é que funciona. Eduardo. E o filho dele vai perder a chance "Eu tenho a chance de ser candidato e virou isso. Daqui a pouco o outro volta dos Estados Unidos, vai preso." "Deus te ouça, hein!" "Estraguei tudo pra vocês, hein!" "Come tudo bem!" Bom, esse aí é o filme que não foi feito, obviamente.

Eles optaram pela mais constrangedora das ficções. E é tudo por demais simbólico. Bora ouvir o Bruno Torturra no Calma Urgente. "E esse que é uma das coisas saborosas também dessa história. Se você for ver nos últimos 3 anos, o maior inimigo do bolsonarismo e da extrema direita é Brasil." brasileira, na cultura e na percepção pública, é o cinema nacional. Por decreto, já transferimos a sede da Ancine do Rio para Brasília, vai ficar aqui em Brasília, aqui.

Vamos ficar de olho no pessoal. Vamos buscar a extinção da Ancine. Não tem nada que o poder público, né, tem que se meter em fazer filme. O Estado vai deixar de patrocinar isso aí. Afinal de contas, eu não posso falar nomes de muitos filmes patrocinados aqui pela Ancine no passado. Não posso falar porque tem criança assistindo aí essa nossa live. Dinheiro público não é pra isso não. Pois é, um dos maiores inimigos do bolsonarismo e da extrema-direita é o cinema.

E não só nos últimos 3 anos. Vide a cruzada insana contra a Rouanet disfarçada de uso irracional do dinheiro público. Um estudo recentemente mostrou que para cada R$1 investido via Lei Rouanet voltam R$7,59. E mais, nos últimos anos o cinema nacional recebeu um monte de prêmios. A gente viu o Ainda Estou Aqui que estreou e que teve o seu sucesso meio que simultâneo ao julgamento do 8 de janeiro, o que deu uma densidade cultural histórica muito maior ao próprio noticiário, um sucesso estrondoso.

E o Oscar vai para I'm Still Here. Vai torcer, né, Fred? O filme é Ainda Estou Aqui, é esse? Você assistiu? O filme. Assistiu? O filme, tinha que começar comigo. Não, não, eu não tenho mais tempo de ver filme. Até ler um livro é quase impossível pra mim. Já deu pra nota! No ano seguinte, Agente Secreto, que é um filme muito diferente sobre a ditadura, mas que pela figura do Kleber, do próprio Wagner, do tipo de coisa que ele mostra, do tipo de milícia, tipo de grupo de extermínio que tá narrado naquele filme, e da relação desses grupos de extermínio com governos autoritários e com a polícia e tudo mais, universidades públicas sendo massacradas, ele entra perfeitamente nesse esse caldo anti-autoritário e anti-bolsonarista.

E aí, ironicamente, talvez o filme que mais faça mal ao bolsonarismo, na hora que ele mais precisava de uma peça cinematográfica de propaganda, é o filme que eles fizeram. Que maravilha! Pois é, vocês já agradeceram ao Mário Frias hoje? Thank you! Thank you very much! Tava tudo dando errado nesse 2026 maldito, e apareceu esse bendito filme para foder com a extrema-direita. "Ah, bom, vamos ver o que vai acontecer, né?" Porque daqui a pouco tem gente falando: "Ah, o Flávio fez isso, o Flávio fez aquilo, mas pelo menos eu não vou votar no PT." É o PT!

Então, o que é pior, o pessoal fala: "Ah, tá vendo o Flávio aí? Flávio se distanciou do bolsonarismo. Eu vou votar é no Renan Santos do Missão. Esse sim é radical." Puta que pariu! Duas coisas acontecem: vira um produto cult da esquerda de tão ruim que é. É! Nós que estamos nos divertindo com o roteiro do filme, por enquanto, a gente nem viu o filme estrear ainda. Mas agora, bora com ele! Céu, sul, rocha de barro. Céu, sul, rocha de barro.

As análises embasadas, as análises embasadas. Que fez um bom resumo do roteiro vazado por algum integrante insatisfeito da equipe. Aliás, muito obrigado. Assim, é um negócio que não pode ter custado mais que R$30 para fazer aquilo, cara. Custou R$3. É muito tosco. R$3? R$3? É um negócio assim, roteirista de quinta divisão dos Estados Unidos que não sabe nada sobre o Brasil. Yeah, yeah. Só tem assim umas noções informações muito vagas de América Latina baseada em um outro filme sobre cartel mexicano que ele viu na vida.

Ai, que burro, tá zero pra ele. E ele tem aquele roteiro dele de ação, de crime. A beleza do filme do Jair é que todo mundo concorda que a vida do Jair daria um péssimo filme. O Jair Bolsonaro daria uma boa biografia? Acho que não. Delegado Fleury daria, torturador. Bolsonaro não, é muito pobre, muito rasteiro. A história de Jair Bolsonaro é, como diria o Nelson Rodrigues, é uma dessas águas que ficam no pires filme em que uma formiga atravessa a pele.

Pois é, aí os produtores do filme precisaram contar uma história que nunca existiu, de uma pessoa que nunca existiu. Eles nunca viram o Bolsonaro pra escrever esse roteiro, porque ele não é, ele é interpretado como um James Bond assim. Comendo farofa e galinha outro dia, deu um arroto lá que lamento. Um cara muito impecável. Laudus piscivae. É uma ficção escrita por algum estadunidense que nem passaporte tem. Pra quem todas as referências latino-americanas vêm dos pastiches de Hollywood.

Hollywood. Isso aqui pra eles é Brasil, ó. Porra, a gente nem conhece esses caras, tá sacaneando. Mas porra! E aí, por algum motivo bizarro, o filme foi feito em inglês. My name is Jair Bolsonaro. Father, husband, and now I'm running for president. And now I'm running for president of Russia. Fala direito, porra! Como se houvesse qualquer motivo pros gringos se interessarem mais do que no Brasil pela história do escroto do Jair.

Depois diz que eu sou grosso. Eu sou grosso. Nossa, concordo contigo. No Brasil, 1/4 do público prefere ver com legenda os filmes. 3/4 prefeririam ver dublado. O filme do Jair Bolsonaro seria visto dublado pela maioria das pessoas. Qual o sentido da merda dessa existir no mundo? Responda, responda, responda, responda! E se preparem, o vilão do filme é um chefe do tráfico de drogas chamado Cicatriz. Você vai dizer: pô, mas não existe nenhum.

Não, não existe. Começa a se acostumar, porque quase nada aqui tem a ver com os fatos. Calma, porque nenhuma escolha do filme faz sentido. Nenhuma, nenhuma, nenhuma, nenhuma, nenhuma. O Cicatriz teria tinha sido preso pelo Jair Bolsonaro quando Bolsonaro era do Exército. Pega aí, qual é? Aí não, que o roteirista obviamente não sabe que o Exército Brasileiro não participa de operação de repressão ao tráfico de drogas. Aí não dá, porra.

Não era nem um revolucionário comunista que se escondeu lá na cidade do Jair, não. Você tem que falar em Eldorado Paulista, na minha cidade. Você tem que falar em maio e setembro, quando passou uma máquina na cidade. Vou contar uma historinha aqui, senhor presidente. Essa é verdadeira porque eu sou testemunha. Eu tinha 15 anos de idade, morava em Eldorado Paulista. Eldorado Paulista, em 70, Lamarca passou por Eldorado Paulista.

E eu sou de Eldorado Paulista, chato pra caralho. Eu participei muito, de forma bastante discreta, né, que tinha 15 anos de idade, na caça ao Lamarca do Vale do Ribeira. Olha, não, essa é uma das maiores lorotas contadas pelo hoje presidente Jair Bolsonaro nos últimos tempos. Ele tem dito, há vídeos no YouTube disponíveis para quem quiser ver, tá documentado, que ajudou o exército a caçar o capitão Carlos Lamarca no Vale do Ribeira.

Eu mostro no meu livro que não há nenhum registro histórico disso, é uma ficção, uma coisa que ele inventou, uma lorota. Repetiu-a tanto que passou a acreditar nisso. Ele conta isso com alguma frequência. Pois é, podia ser o Lamarca, mas não, foi o Cicatriz. Pelo menos tinha um pezinho que fosse numa suposta história do Bolsonaro. Mas não, o gringo escolheu um traficante. Então o Bolsonaro foi lá, prendeu esse traficante, o Cicatriz.

E aí o Cicatriz quer se vingar. E aí o Cicatriz, ele que organiza o atentado, a facada lá de Juiz de Fora, ele recruta O Adélio Bicho. Agora, ninguém fala que o Adélio é filiado ao PSOL, né? O Adélio, quando o esfaqueou, ele já não era filiado ao PSOL, já tinha 4 anos, né? Que aqui se chama Adélio Barba, mas Aurélio Barba. Eu sinceramente fico muito puto. É, Aurélio Barba é uma insinuação muito sutil, né, de que seria o Lula, sabe?

Sabe? PSOL, ex-partido de Adélio. Magnum Malta! E o grande traficante cicatriz. Vocês já viram um presidente da República tratar integrantes de PCC e Comando Vermelho como nossos criminosos? Nossos criminosos, Lula? Não, seus criminosos. Pra completar a sua vingança, contrata um tapado com uma faca enferrujada. Faz algum sentido pra você isso? Pois bem. "Zilla bomba, baby, ding! Call the povoal!" O Aurélio Barba, conversando com os caras, diz que ele é um militante de esquerda radical que faria qualquer coisa pela revolução.

Presta atenção que isso aqui é importante! Se desinteressou de atuar junto com os caras da extrema esquerda que ele conhecia, que os caras usavam droga demais. Tá de sacanagem! É porque a galera tá fumando demais, cara. Para de crack! Para de crack! Usa drogas pra caralho! Ué, o que parece que usa droga é o roteirista dessa desgraça. E aí ele topa entrar nesse negócio aí. Nesse meio tempo tem uma velha que parece ser a Damares, é a Dolores.

Ninguém me ofereceu cigarro de maconha. Ah, claro. Que encontra o Bolsonaro num restaurante, num jantar, dá um remédio artesanal que ela faz. É droga. Ah, é droxicloroquina. Ah, meio místico. Meio místico. Contra a legalização das drogas. Pra ele, então, ó, porque obviamente o roteirista não sabe porra nenhuma, não sabe o que é Damares Evangelho. Ninguém me ofereceu cigarro de maconha. Agora, é quase como se o objetivo do filme fosse horrorizar os evangélicos.

Eu sou cristão. Ele já pensou, ah, é uma índia da Amazônia, porque eu sei que no Brasil tem Amazônia, então Amazônia. E aí esse remédio inclusive vai ajudar a salvar o Bolsonaro. Ah, não tem comprovação científica que seja eficaz, mas também não que tem comprovações científicas, que não tem, que não tem comprovação eficaz, nem que não tem, nem que tem. Esse remédio inclusive vai ajudar a salvar o Bolsonaro. Que coisa linda! Pois é, no filme a Dolores, que seria a Damares, tem dreadlock.

É um personagem que é uma curandeira assim, é uma mística, tá? E ela é uma Damares que tem dreadlock. É, foi a Damares, mas é uma curandeira, Damares. Pois é, todo mundo tá falando que foi inspirado na Damares porque é uma mulher próxima dele, muito religiosa. Rosa. Quem mais pode ser? E próximo a Michelle é a Damares. E ela via coisinha, árvore, goiabeira e tal também, não? Isso, ela vê coisa e tal, como a Damares tem esse lugar meio de— só que ela tem dreads, tem dreads, que é só racista mesmo.

Não tem por que que vai botar Damares com dreads. Tem o quê? Damares não tem dreads. Mas assim, ah não, para ela ser meio feiticeira, bora botar um dread. Então assim, é coisas que não conhece a realidade brasileira. Bom, aí das duas uma, né? O pessoal tava cagando para essa porra desse filme, deixou, faz o que que você quiser aí, porque na verdade Na verdade, o objetivo não é o filme, né? O pessoal é sem noção e gostou dessa merda.

Pô, não tinha um caralho de um brasileiro para escrever ou revisar o roteiro? Não tem um bolsonarista capaz de falar: ó, tá ruim isso, gente. Aí o Bolsonaro diz que saiu do Exército por denunciar a corrupção entre os militares. Obviamente tem nada a ver com o que aconteceu na vida real. Que satisfação! Aspira! Eu não sei se os militares vão gostar disso. E aí, a jornalista que faz uma uma retórica um pouco mais crítica do Jair é ligada ao cicatriz, de forma discreta.

Que imprensa canalha! Ela é ligada ao crime organizado também, porque a esquerda e o crime organizado são a mesma coisa, exatamente. Aqui, puta que pariu, Marquinho! Tu sempre tem o lado, o lado da bandidagem, como lamentavelmente grande parte de vocês se comportam, sempre toma as dores de outro lado. Pois é, essa é a mesma retórica alucinada do Paulo Figueiredo. A gente está lidando com gente sem escrúpulos, para, com uma rede de que a gente não sabe até onde vai.

A gente tá falando assim, ah, mas era um jornalista. Vai ver o jornalista que foi bater na porta da casa do Eduardo Bolsonaro, vai ver as ligações do Intercept com PCC, vai ver a forma como a Globo tá defendendo agora o crime organizado. Não pensem, não, vocês de casa não pensem que essa rede não está dentro da imprensa. Não pensem que não há jornalista na Folha de pagamento do tráfico de drogas. Não pensem. Uso de drogas, uso de drogas.

Pois é, lisergia pesadíssima. Aí o cicatriz, toda hora que ele aparece você vê que o modelo dele é um daqueles chefes de cartel mexicano de seriado americano. "Estava rezando por ti todos os dias." "Não se preocupe, jefa." Sim, obviamente é aquilo, ele viu Narcos sobre Colômbia, viu um daqueles filmes de México e mandou cicatriz. "Eu sou Pablo Emilio Escobar Gaviria, plata ou plomo." E aí ele tenta matar o Bolsonaro em Juiz de Fora, não consegue, faz outras tentativas, então alguém foi lá no hospital matar o Bolsonaro, entendeu, nessa versão aqui e tal, também não consegue.

Mas ela não consegue matar ele porque sabe como é que é, né? E aí evidentemente o plano todo fracassa e o Bolsonaro toma posse. Mas aí o filme termina com o Cicatriz, acho que é o Cicatriz ou algum cara deles lá, bolando essa nova fase do seu plano, contratando o Alexandre de Moraes. Ah, merda, porra! Porra! Caralho! Porra! Não é exatamente o Alexandre de Moraes, mas é um o cara careca e diz lá na descrição do personagem que ele poderia ser ministro de uma Suprema Corte.

Estrategicamente discreta. Antes dos créditos aparece um texto dizendo que o Bolsonaro perdeu por pequena margem uma eleição com fortes denúncias de fraude. No meu entender houve fraude. Não tenho prova, deixo bem claro. Repito, não tenho prova. E depois foi preso por tentativa de golpe após uma série de protestos em geral pacíficos. Coisa linda. É isso aí o filme, cara. É isso aí. Pô, esperar o quê desse pessoal, né? Então eles produzem um filme péssimo só com o talento deles.

Ele tem Sem nenhum envolvimento, sem nenhuma censura. E vira um esquema. Negócio. Mutreta. Negócio. Negócio. Bufunfa. Eles não conseguem fazer uma coisa que tem mais de 4 zeros de cifra sem virar um esquema. Negócio. Mutreta. Negócio. Negócio. Lagoagem. Gritar. Pegar centrão. Eu sou do centrão. Eu sempre fui do centrão. Sem roubar. Sem chamar o Forcaro no Zap um dia antes dele ser preso. Irmão, preferi te mandar o áudio aqui Vamos ver com calma.

O filme não é só uma peça cinematográfica nem de propaganda. Absolutely nothing terrifies them more than when you're in control of your own life. Mas é uma peça, possivelmente, de uma investigação criminal. É uma prova. Ele não é só um produto audiovisual. Pois é, e mais uma prova produzida por livre e espontânea vontade. Até aqui, esse episódio foi um pouco droga, um pouco salada. Um pouco Foro de Terezinha e um pouco Calma Urgente.

Fica aí nosso abraço pra Ouro Fino, pra Ana Clara, pro Tortura, pro Gregório, pro Fernando e pro Celso, misturando todo mundo. Mas tenha sua calma que a gente deixou o melhor pro final. E envolve o, entre aspas, produtor executivo Mário Frias. Ele que jurava que não tinha nenhum real do VORCAR no filme. O deputado federal do PL de São Paulo, Mário Frias, que também é produtor executivo do filme Dark Horse, tem tudo para não dar certo, sobre a vida de Jair Bolsonaro, e a produtora Goop Entertainment, é golpe, divulgaram notas em que disseram que o longa não recebeu um único centavo Gustavo de Daniel Porcaro!

Olha só... Pois é e aí? Só te agradecer meu irmão. Hola eu gosto de dinheiro. Vamos mexer com o coração de muita gente. Morreu. Vai ser muito importante pro nosso país tá? Isso não dá pra negar foi importante mesmo e por isso esse episódio tem o título de Obrigado Mário. Preciso de vez em quando falar como as coisas vão andando tá? Tá tá tá. Perucas ladies tá? Tá tá tá. Só te agradecer meu irmão. Meu irmão na moral— E E tudo envolvendo o financiamento do filme é suspeito, né, Eduardo?

I'm a little bit nervous. Mário Frias precisava que o Bolsonaro autografasse um contrato cedendo os direitos pra realização do filme. E aqui a gente precisa do Mr. Catra. Senhoras e senhores, a partir desse exato momento eu tenho o prazer e a satisfação de informar a todos os presentes que vai começar a putaria! E é tudo tão obsceno que a gente vai precisar dele. Ah! Alexandre Prota! Esse contrato comemora a aquisição pela Go Up Entertainment LLC de Mário Luiz Frias, o produtor dos direitos de história de vida do presidente Jair Messias Bolsonaro, acima qualificado.

It's me, Jair! Nesse documento, o concedente, considerando que o concedente deseja conceder exclusivamente ao produtor todos os direitos, títulos, autoridade, permissão para produzir e distribuir peça intitulada Capitão do Povo, Capitão do Povo, Alexandre Frota e produções relacionadas. Ô cara, ô cara, e vocês hão de convir que Capitão do Povo é muito melhor do que Dark Horse, hein? Mas agora vem a parte absolutamente pornográfica do contrato leonino.

Os advogados chamam de leonino. Eu sou o leão! Sabe o quê? Pra mim é draconiano. Chato pra caralho. Os direitos adquiridos serão incondicionáveis, irrevogáveis, exclusivos e perpétuos. Que os cara querem é a nossa hemorroida. E subsistirão em todo o mundo, em todo o universo, como agora entendidos ou futuramente descobertos. A consciência pacífica com o marciano. Voozoo in the sky with Martians. A concessão dos direitos adquiridos aqui previstos destes será completa e sem exceção, e o concedente não se reserva nenhum de seus direitos de história de vida e não se reserva nenhum dos direitos de distribuição e exploração.

Putaria! Putaria tá aqui, ó. Porra, com um aliado assim o Jair não precisa de inimigo, né? Nem a gente aqui pensaria num contrato tão escroto pra fazer com o Bolsonaro. Os direitos de história de vida podem ser usados perpétua e exclusivamente e em conexão com filmes, sejam destinados à exibição teatral, distribuição de vídeo, transmissão de televisão ou de outra forma, incluindo sem limitação todas as prequelas, sequências e remakes.

Caralho! Produções de televisão, incluindo sem limitação séries e minisséries, ao vivo, gravado ou filmado, vídeo, DVD, videocassete, disco de vídeo, disco laser ou outro formato de vídeo doméstico, produções dramáticas ou teatrais ao vivo, todas as formas de transmissão, incluindo sem limitação rádio, cabo, internet, satélite, publicação, incluindo sem limitação novelizações, transcrições, roteiros e teleplays, parques temáticos e de diversões, trilhas sonoras e gravações de som, merchandising, parcerias comerciais e toda e qualquer mídia auxiliar e afins, formatos, produtos, produções e programas de todo e qualquer tipo.

Todo tipo existentes agora ou futuramente concebidos e a publicidade, marketing, promoção e publicidade em conexão com todo e qualquer precedente. Bom, essa extorsão, quer dizer, esse contrato aí passou pelo Jair. Muita coisa escrita, tem que suavizar aquilo. Até ler um livro é quase impossível pra mim. Deve ter passado pelos filhos também. Mas a gente não pode ser injusto, talvez o Mário Frias tenha feito uma proposta irrecusável.

Bora pra parte da grana. Um bônus de produção de $25.000 $25.000 pagável no início da fotografia principal. Pô, $25.000 é tapa na minha cara. Com $25.000 não dá nem para comprar uma kitnet. $25.000 é uma cusparada na cara do Jair. Aprovado. Desde que o título Capitão do Povo obtenha um lançamento nos cinemas, um bônus de distribuição teatral de $25.000. Pois é, o Jair foi roubado pelo Mário Frias. Maravilhoso! Imagina só, o Jair vendeu todos os seus direitos para o Mario fucking Frias por $25 mil.

E para embolsar os outros $25 mil, ele precisa que o filme vá para o cinema. E a gente acha que é meio difícil garantir que esse filme em inglês sequer chegue nos cinemas. E me vem uma hipótese, eu chamo de hipótese Primavera para Hitler. Você lembra desse filme do Mel Brooks? Maravilhoso, Mel Brooks clássico. Então, Mel Brooks, essa comédia maravilhosa, que é uma dupla de produtores fracassados, horrorosos, eles percebem que o fracasso, os fãs fracasso completo, ele dá muito dinheiro.

Se você pegar dinheiro de muitos produtores, muitos doadores diferentes, e o produtor no caso ele tem um esquema das herdeiras com as quais ele tá, então ele tem muitos doadores. E se o filme for um fracasso total, todo o dinheiro vai para eles, eles não precisam pagar ninguém. Então descobre um esquema, só que para funcionar precisa fazer a pior peça do mundo, porque ninguém pode ver mesmo, tem que ser cancelado. Tem que ser um fracasso absoluto, o maior fracasso da história.

Então eles inventam Primavera para Hitler, o musical sobre Hitler. "For Hitler and Germany." "Oficialmente ele foi um grande estrategista." Puta que pariu. "É feito pra ninguém ver, porque ninguém pode ver, porque o esquema dele depende do fracasso." "Look out, here comes the master race." Caralho! Me parece um pouco o caso desse filme, entendeu? "My name is Jair Bolsonaro." Me pergunto se eles não queriam realmente fazer o pior pior filme do mundo apenas para embolsar um trocado.

E olha como o Mário Frias pensava no presidente. Volta para o contrário. Desde que as receitas brutas excedam 20 milhões de dólares, uma soma igual a 50 mil dólares aos lucros brutos ajustados do produtor. Gente, sabe qual a chance desse filme dar 20 milhões de dólares em receita? Nenhuma. E aí o Mário Frias ter que dar 50 mil dólares para o Jair? Zero. Zero, nenhuma. Quem é que vai assistir esse filme, gente? Em enorme maioria vai ser o bolsonarismo radical e no Brasil.

Aí no fim das contas o Jair entregou todos os direitos da sua vida por 25 mil dólares pro Mário Frias. Ah, 50 mil no melhor dos cenários. Vocês acham que o Bolsonaro é tão inocente assim? Nem fodendo. Tem angu nesse caroço. O concedente não dará entrevistas relacionadas à história de vida do concedente ou aos direitos adquiridos a qualquer pessoa pessoa, empresa ou corporação, excluindo apenas o produtor e seus agentes ou representantes designados.

Putaria! Mário Frias é gente da gente. É o quê? O cara odeia o Jair tanto quanto a gente, pô, só pode ser. Odeio, odeio, odeio. Aí aconteceu tanta loucura que a gente nem vai falar que o Jair das rachadinhas, esse homem roubava dinheiro da gasolina do gabinete da Câmara, tomou golpe do Mário das rachadinhas. Comprovantes bancários indicam que uma ex-funcionária do gabinete do deputado Mário Frias teria devolvido parte do salário ao então chefe de gabinete e aparentes— Procure saber!

Pois é, uma ex-funcionária de gabinete do Frias caguetou a esmalhação. Vamos continuar te vendo todos os dias, todos os minutos, todos os segundos. Pesadelo! Pesadelo! Já se passaram 2 semanas e o Mário Frias continua fingindo que não é com ele. O Mário Frias tá fora do Brasil, irmão, faz um tempo aí. Perigo o rapaz já ter fugido. E como a gente falou aí num outro episódio, os R$61 milhões do VORCAR, que deveriam ser T4, iam para um fundo tocado pelo advogado que ajudou o Eduardo Bolsonaro com a imigração dele para os Estados Unidos.

Uma coisa bem suspeita. Aí o Eduardo postou um vídeo com o seguinte texto: "Grave! O que pretendem pessoas ligadas ao PCC ao invadir a minha privacidade e constranger minha esposa e minha filha de apenas 5 anos?" Com 3 interrogações. É nojento, esse cara é nojento. Acabou de acontecer uma situação aqui que nos Estados Unidos não Não é nada comum, puxa saco. Que Deus abençoe os Estados Unidos da América. A minha esposa me ligou muito nervosa, muito nervoso, porque tinha uma pessoa ao redor da minha casa e que foi aqui atendida inicialmente pela minha filha, pela Jo, e depois continuou ao redor.

E aí quando eu cheguei aqui no local, a gente acabou descobrindo que a pessoa— de onde será? De onde será que é essa pessoa tão perigosa? A gente acabou descobrindo que a pessoa do Intercept. O tenebroso jornalismo do Intercept! Ai, porra, vocês parecem maluco, porra! Tava incomodando a vizinhança. Nós chamamos a polícia porque eu não sabia do que se tratava, né? Você imagina, um brasileiro vai e faz um boletim de ocorrência falso.

E a gente sabe disso porque, obviamente, o jornalista do Intercept registrou tudo. Olha só como foi a interação na verdade. Hi, my name is Steven Monacelli, I'm a reporter, I'm working with Intercept Brazil. Olha o nível da cortesia. Olá, o meu nome é Steven Monacelli, eu sou um repórter, tô trabalhando com Intercept Brasil. Intercept Brazil. Nada ameaçador, né? Olha o tom de voz da resposta da esposa do Eduardo. E era a esposa do Eduardo, não a filha.

Eles mentem, mentem na cara dura, mentem sem ter vergonha de mentir. And I was just coming to see, you know, if you and Eduardo were home and were willing to speak with me. Eu vim aqui ver se você e o Eduardo estavam em casa e se gostariam de falar comigo. Aí a esposa dele responde: Ah não, não vamos falar, o Eduardo não tá aqui. "Ele não tá aqui, mas vocês estão morando aqui, né? Obrigado." Gente, não tinha como jornalista ser mais educado e gentil do que isso.

Não tava coladinho na porta, tava falando de longe, tava falando num tom suave e amigável. Ela disse não, ele foi embora. Pronto. Falei jacaré, pronto. O Eduardo disse que foi a filha que atendeu a porta. Mas é mentira. Mas pelo menos nas imagens não se ouve a voz dela. Ela nasceu em outubro de 2020. Essa aí obviamente não é a voz dela, né? E não aparece nas imagens também. A polícia veio, nós estamos formalizando o boletim de ocorrência, estamos passando as fotos que os policiais nos pediram para saber se a pessoa vai continuar rondando aqui, e que isso aqui nos Estados Unidos é algo sério.

Estados Unidos acima de tudo. Só para deixar claro, aqui no território americano esse tipo de conduta pode ser perfeitamente enquadrado como invasão de privacidade ou invasão de condomínio. Todos neste salão estão mais burros por ter escutado isso. Estão achando que vão ficar importunando a vizinhança, stalkeando, né, ou trazendo terror para meu filho e a minha família. Ah, o terror de alguém bater na sua porta, você atender, receber um pedido de entrevista, ligar e a pessoa agradecer e ir embora.

Porra, isso não ficará assim. Ficou nervoso. Imagina que o Eduardo disse pra polícia que o cara ameaçou a filha e aí aparece o vídeo mostrando que não teve nada disso. Ele fez um B.O. falso contra um cidadão americano. Eduardo, presta atenção aqui no tio. Sabe o que você é? Burro. Você é burro. Eu já imagino o Eduardo chegando em casa e perguntando pra esposa: Você viu se ele estava com uma câmera? E a esposa respondendo: Não, não vi.

E aí o Eduardo: Ah, vou gravar um vídeo de novo. O jornalista estadunidense Steven Monacelli, que foi quem bateu lá na porta do Eduardo em nome do Intercept, sabe muito bem disso. Olha o tweet que o Steven publicou respondendo ao vídeo do Eduardo: Não tenho ligação com o PCC, não invadi sua casa, não falei com sua filha e o departamento de polícia de Southlake me informou que não há nenhuma investigação aberta referente ao seu chamado à polícia depois que toquei sua campainha.

Encorajo você a se retratar dessas declarações falsas. Oi pessoal, eu sou o Processinho, seu amiguinho, vamos dançar? Pois é, B.O. falso é de longe das coisas mais idiotas que o imigrante Eduardo pode fazer nos Estados Unidos. Fake news foi na casa errada. Fake news foi na casa errada. Sério? Porque são péssimos jornalistas investigativos, não querem saber, não querem saber. O valor pode ser o valor que quiser. A mulher não aparece no vídeo lá?

Aparece, aparece. Aí, ó, isso. Por que que ele ia meter essa de que o pessoal foi na casa na casa errada. Se ele foi na casa errada, por que que o Eduardo estaria processando ele? Se ele foi na casa errada, por que que a mulher do Eduardo tava nessa casa errada? Faz o menor sentido essa história. Ele fez o boletim de ocorrência em nome de quem? E para nossa sorte, o Flávio tá competindo com o irmão para ver quem é o mais iluminado das ideias ali na família.

O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência pelo PL, admitiu hoje que foi à casa de Daniel Vorcaro no fim do ano passado, logo após a primeira prisão do no caso Master. Na época, Vorcaro estava em prisão domiciliar e usando tornozeleira eletrônica. Se no Tarifaço do ano passado Eduardo Bolsonaro atuou como camisa 10 de Lula, agora Flávio pode vestir a camisa 9. O Flávio admitiu porque a notícia saiu no Intercept, é bom deixar claro.

Nem depois do primeiro áudio vazar o Flávio resolveu ser honesto sobre a sua relação com o Vorcaro. Por que será? E é sempre bom lembrar: Até a semana passada o senador Flávio Bolsonaro dizia que não tinha nenhuma relação relação com o banqueiro Daniel Vorka. Já que é para investigar, vamos investigar todo mundo. Por que que estão querendo proteger o governo Lula se nas conversas foi dito que o próprio Lula recebeu pessoalmente essas pessoas para tratar de banco master?

Então todos têm que ser ouvidos para que a justiça seja feita com todo mundo. Não pode atingir a direita porque você não pode continuar com essa narrativa falsa que o Lula tem criado de querer nos vincular a isso. Ou será que é porque o próprio Lula teve uma ótima reunião fora da agenda oficial com o dono do Banco Master. O Banco Master é do Lula. Mano, corra, rapaz! E o Flávio não tá muito brilhante das ideias, não. Essa história é daquelas super saborosas.

Calma, deixa eu saborear. Porque um grande banqueiro aqui de São Paulo, super influente, recebeu o senador Flávio Bolsonaro pelo menos duas vezes ao longo dos últimos meses. Nessas duas conversas, esse banqueiro perguntou de maneira bem direta: Você teve, senador, contato com Daniel Vorcaro? E a resposta foi um claro não. Mentiu então, foi? Por que que o senhor mentiu? Mentiu sim, não tive nenhum contato com o Banco Master nem com Daniel Vorcaro.

Mentira pra caralho! Pois bem, aí as notícias vieram, vi a reportagem do The Intercept Brasil, a gravação e depois a própria confissão do senador de que esteve com o banqueiro depois da prisão, já com ele com tornozeleira eletrônica. Gente, tá na cara! O escândalo aconteceu, a imagem do senador foi arranhada. Muito legal, melhor que ele perdeu intenções opções de voto nas primeiras pesquisas. Tem que comemorar mesmo! E o senador esteve nos últimos dias na cidade de São Paulo.

E não é que ele tentou um novo encontro com esse banqueiro? Sério? Débora Bergamaschi e eu, a gente apurou que este banqueiro, depois de conhecer o áudio e de saber que os dois se encontraram pessoalmente, ele informou que não tinha agenda para conversar com o senador Flávio Bolsonaro. Hahaha, caralho! E para tudo ficar ainda mais delicioso, Delicioso! A notícia sobre o encontro com o Vôr Caro saiu quando Flávio tava reunido com parlamentares do PL, na sede do partido.

E quem testemunhou essa explicação foi o Sérgio Moro. Ops! Vale a pena demais, se vocês já não viram, procurar aí pela cara do Moro nesse momento. Me chama a atenção que tava presente o Sérgio Moro, o juiz da Lava Jato. Imagina se na Lava Jato alguém visita Marcelo Odebrecht, recém-saído da cadeia, de tornozeleiro, alguém tomou 21 milhões do Marcelo Odebrecht, vai na casa dele conversar, não sabe sobre o que se conversou. No dia seguinte à soltura do Marcelo Odebrecht, o que o juiz Sérgio Moro da Lava Jato não ia fazer com essa pessoa?

Mas hoje Sérgio Moro estava lá de papagaio de pirata das explicações fajutas do senador Flávio Bolsonaro. É uma hipocrisia generalizada. E bora então ouvir um trecho da fala do Flávio com os parlamentares do PL ao fundo dele. Eu estive com ele mais uma vez após esse evento, quando ele teve a— passou a usar o monitoramento eletrônico, ele não podia sair da cidade de São Paulo. Eu fui sim ao encontro dele para botar um ponto final nessa história.

Ah, bate a merda, cara! Porra, puta que pariu! É dizer que se ele tivesse me avisado que a situação era grave como essa, eu já teria ido atrás de outro investidor há muito mais tempo e o filme não correria risco. Até parece que você não sabia, Flávio. E o Flávio sendo um exemplo de responsabilidade emocional. Você não termina com ninguém por telefone, tem "Não tem a hombridade de pessoalmente fazer isso." Tá, agora é sério, pô, precisava fazer isso pessoalmente?

Não, né? Podia ser um zap, de visualização única inclusive. Mas faltou combinar com o Valdemar, né? "Isso eu fico pensando, né? O senhor é um dos políticos com mais experiência de Brasília." "Não, não, para." "Se fosse a oposição dando essa versão, o senhor acreditaria nessas explicações do Flávio Bolsonaro?" "É óbvio que não." "É óbvio que não." "Não, claro que não." "Lógico, lógico." "Tá de sacanagem." "Acreditaria?" "Lógico que acreditaria." "Você peteria?" "Mentira." Lógico, o Volcano não tinha problema nenhum quando ele pediu dinheiro pro Volcano.

Mas é que ele foi lá visitar depois, já sabia, né? Foi visitar depois para ver se conseguia o restante do dinheiro, para ver se conseguia. Olha aí, olha aí, olha aí. Mas espera aí, o senhor tá dando uma informação nova para gente. Ele tá dizendo que o Flávio Bolsonaro foi lá tentar saber se dava para pagar o restante. É CPIs? Eu penso que sim. Eu não conversei esse assunto com Flávio Gomes. Não, não, não. E essa do Cajuru a seguir, em pleno Senado, é boa demais, hein?

Que isso, Cajuru! Flávio disse que tinha assinado todas as CPIs do Banco Master, mas não é verdade. Vou contar o que eu sei. O senhor não assinou, senhor Flávio Bolsonaro, uma CPI do Banco Master em que 53 senadores assinaram. Mas o senhor não assinou. Se o senhor quiser assinar agora, o senhor será o 14º, depois de tudo que aconteceu. Então, por gentileza, vamos usar da boa-fé, do bom coleguismo. Se não somos amigos, não somos inimigos.

Bom, e foi nesse cenário aí da destruição causada pelo filme bancado pelo Vorkaro que o Flávio Bolsonaro viajou para Washington numa desesperada tentativa— he's desperate— de encontrar com o Trump e causar qualquer coisa positiva para base dele, tentando estancar a sangria das revelações envolvendo vendo o Vorcar. Bora pra Luiza Marzullo no dia 27 de maio no Globo. O clima dentro do Hotel The Willard, a menos de 2 quilômetros da Casa Branca, era de apreensão desde o começo da manhã de terça-feira.

"Não dá pra continuar, tá passando mal." Até poucas horas antes do encontro entre Flávio Bolsonaro e Donald Trump, ninguém no entorno do senador tratava a reunião como 100% garantida. E nesse hotel aí tava o trio de patetas: Flávio, Eduardo e Paulo. O receio no grupo era de que qualquer mudança provocada pelas negociações internacionais envolvendo o Irã pudesse derrubar o encontro em cima da hora, apesar da pré-confirmação feita na véspera.

Nas horas anteriores, aliados chegaram a discutir internamente o tamanho do desgaste político caso Flávio atravessasse o continente para tentar demonstrar força internacional e voltasse ao Brasil sem a foto ao lado do presidente americano. Aí o Paulo se desesperou e desceu para falar com a imprensa. Essa é a política que a gente que a gente tem adotado, mesmo Eduardo Bolsonaro e eu, desde o início, com todos os encontros que nós fazemos.

Nós só confirmamos as pessoas, estão aqui as minhas colegas, estão acostumadas a lidar bastante comigo. Nós só confirmamos as pessoas que nós encontramos quando a confirmação acontece do lado de lá. E nada do Trump confirmar. Eu não sei se houve um vazamento da campanha, eu não sei como é que os repórteres obtiveram essa informação e eu não sei de onde veio. Agora, se for uma informação que não se confirmar, que não seja verídica, eu acho que é um constrangimento muito grande para as pessoas pro Casaro e para a própria imprensa.

Eu não acho que seria um constrangimento se não houver reunião, porque o Flávio nunca disse que haveria reunião alguma. Ah, vá te lascar, cara! Essa é uma especulação que tá sendo feita por vocês da imprensa. Ó, pra que caralho o Flávio foi para os Estados Unidos, Paulo? Porra! A confirmação definitiva só veio após novos contatos feitos por interlocutores ligados ao secretário de Estado Marco Rubio. A articulação da agenda passou justamente pelo entorno republicano próximo de Rubio, além da rede construída por Eduardo aos Estados Unidos desde o governo Jair Bolsonaro.

O Trump tá tão atribulado que ele não foi nem no casamento do filho dele, Donald Trump Jr., que foi nesse final de semana. E aí ele conseguiu fazer um espaço na sua agenda para nos receber, foi sensacional. Inclusive, acho que até ficou mais tempo do que aquilo que eu esperava. Segundo relatos feitos ao Globo, Eduardo e Paulo Figueiredo participaram apenas rapidamente do encontro, entraram, cumprimentaram Trump e deixaram a sala logo depois.

A avaliação dentro do grupo era de que a reunião precisava ter cara de encontro presidencial e concentrar o protagonismo em Flávio. Enquanto Lula vê a Casa Branca fazer lobby para traficante, eu vi fazer exatamente o contrário, pedir enfaticamente ao presidente Trump que designe o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras. E elas são sim organizações terroristas. O Flávio teria esperado mais de uma hora.

Ali enquanto eles estavam esperando para entrar no Salão Oval, Júlia, Flávio e a equipe brasileira, Eduardo e Figueiredo, eles passearam ali, eles foram ver o Hall da Fama dos presidentes, tiraram fotos ali. Flávio também levou cerca de 10 camisas do Brasil com os nomes de Trump, assessores, também familiares dele, mas não puderam entregar a Trump porque essas camisas, camisetas, tiveram que passar por inspeção do Serviço Secreto.

E no fim das contas, o Flávio ficou pouco mais de 10 minutos com o Trump. E ali durante o encontro, Júlia, segundo fontes, Flávio Bolsonaro teria ficado mais, um pouco mais quieto, né? Ele falou pouco. Trump perguntou de Jair Bolsonaro logo no começo, como ele estava, falou das reformas ali na Casa Branca, mostrou a reforma no Rose Garden, que eles tiraram gramado, colocaram concreto, e também falou do Irã com os assessores dele que estavam na sala.

A gente percebe que é isso que está na mente do presidente. Cada oportunidade que ele tem, ele fala sobre as obras, sobre o salão de festas dele, as obras que ele tem feito na Casa Branca, e claro, da guerra. O Flávio, pelo menos durante de alguns dias, saiu de lá só com uma foto postada por ele mesmo. It's very sad. A Branca, por enquanto, não soltou nenhuma foto e nenhuma nota sobre esse encontro. Diz aí, Paulo. Realmente, a gente pode classificar essa visita como a visita mais bem-sucedida de uma autoridade brasileira aos Estados Unidos da história.

Totalmente, drogado! Caralho, é sério isso? A visita mais bem-sucedida de uma autoridade brasileira nos Estados Unidos da história. Baixa bola pra caralho. Eu questionei o time ali da Casa Branca divulgariam uma nota. E a única resposta que eu tive foi uma confirmação, é, com uma fonte da Casa Branca de que esse encontro aconteceu. Mas nada além, não teve nota, não teve foto, como, né, costuma acontecer. Com Donald Trump ainda sentado, não teve foto de aperto de mão.

E segundo fontes, o encontro foi bem rápido. Eles teriam entrado, entregado documentos tirado a foto, ficado um pouco e saído. O Flávio disse que ficou 1 hora e 40 na Casa Branca, mas não no Salão Oval, né, claro. Quando eu questionei se desse tempo, quanto eles ficaram com o Donald Trump no Salão Oval, ele não declarou quanto tempo durou. Enquanto ele disse que ficou bastante tempo com Donald Trump e que nesse tempo, inclusive, pelo menos uns 10 minutos, Trump ficou falando das reformas na Casa Branca.

Inclusive, a gente sabe que Donald Trump tá tá fazendo ali um salão de festas, que ele teria falado sobre isso. O Trump não para de falar dessa porra do ballroom dele, que ele quer construir. Tem reunião com uma galera e do nada ele para, sai andando, vai pra janela e fica apontando e falando sobre o salão de festas lá, que não tá pronto ainda. O país numa crise econômica fodida, tudo que tá acontecendo no Irã, na Venezuela, com Israel, etc e tal, e ele fica falando do mármore caríssimo que ele vai usar no salão de festas.

The reason I don't wanna talk about affordability is because everybody knows that it's far less expensive Trump than it was under Sleepy Joe Biden. Flávio nos contou que a primeira pergunta que Trump fez foi sobre o pai dele, é Jair Bolsonaro. He's not like a friend of mine, he's somebody that I know. E que ele veio com o objetivo especialmente aqui de mostrar que o Brasil tem uma alternativa. E ele falou ali que ele veio fazer o pedido para que Donald Trump declare facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho como grupos terroristas.

E daí eu questionei o senador o que que Trump disse em relação a isso, e o senador disse que ficou de avaliar sobre o pedido dele. Eles já sabiam que isso ia sair, não foi só porque eles pediram, né? Bora com a Ana Clara lá no Foro de Terezinha. Pois bem, um pouco antes da visita de Estado do Lula ao Trump, o Departamento de Estado tava determinado a baixar essa designação. Quem noticiou isso foi a Mariana Sanches, colunista do UOL, e ela também apurou que o Mauro Vieira, nosso chanceler, chegou a ligar para o Marco Rubio para pedir para eles não publicarem isso antes da visita do Estado, porque enfim seria um constrangimento, era um pleito, né, da família Bolsonaro e tudo mais.

E de fato não foi publicada, mas a expectativa de que isso saísse era muito grande em Washington já tem um tempo. Isso tem mais a ver com a visão que o Trump tem da América Latina que com um pedido dos Bolsonaro. Mas agora vamos fazer uma pausa para falar do bonde que agora tá oferecendo os episódios desse garboso podcast aos seus delicados tímpanos. Fala aí, Roberto! Galera, Gente, galera, a gente que é ouvinte do Meio de Delírio sabe que é barra pesada lidar com as notícias de Brasília.

E não é à toa que a gente chegou junto aqui com o Pedro e o Cristiano, porque no Meio de Delírio tem uma galera indignada, que não aguenta mais passar raiva e não aceita passar pano. E foi pra isso que nasceu o bonde. Bonde vai passar, não adianta. O bonde é um lugar onde você aprende e se organiza pra gerar mudança real. Pelo fim da escala 6 para 1, pela tarifa zero, pelo fim das bets, pelo país que a gente Pois é, muita coisa pra passar raiva.

Diz aí, Thalita. Mas e aí, o que a gente faz com essa indignação? Já passou da hora de a gente se organizar melhor pelas causas populares no Brasil. O bom de onde essas lutas se somam. Todo mês um curso novo, toda semana um encontro com quem tá fazendo acontecer. Isso tudo vai ser lançado em julho, mas a gente quis vir aqui contar pra vocês em primeira mão. Vai ser bacana, hein, gente. Valeu demais, Roberto e Thalita. Falou, gente.

Até mais, um beijo, tchau! E nos próximos episódios vocês vão conhecer melhor o bonde. Agora volta com o episódio. Vamos seguir. Flávio obviamente queria o apoio do Trump na eleição, era o sonho tórrido da trinca, mas deu errado. Todo mundo se fodeu, otário! E quando ele foi questionado se Donald Trump declarou apoio à candidatura dele, Marcelo, ele disse que não discutiram esse assunto, que não teve essa declaração de apoio. E Flávio disse que nem pediu que Donald Trump apoie a candidatura dele porque ele sabe que essa não Não é um tema, né, que deveria ser pauta, porque Donald Trump sabe que ele não pode interferir na relação, nas eleições de outros países.

Os Estados Unidos nunca se metem em eleições. O Trump principalmente nunca. Que isso, gente, sabe? Não sei, mas acho que seria ilegal. Vê só, eles gastam milhões e milhões e milhões de dólares numa campanha, eles estão perdendo, aí me imploram por um apoio. Eu dou apoio a eles, eles ganham por 30 pontos de diferença e eu não ganho nada. Mas agora eu tô fazendo isso em outros países. Eles dizem: "O senhor me apoiaria?" É uma honra.

Se eu gostar de você. Só apoio se eu achar que você é bom. Pois é, vocês sabem qual a chance do Trump não se meter pelas bandas de canoa no eleitoral? Nenhuma. Zero. Obrigado, Demori. Zero. Nenhuma. Obrigado, Deltan. Nenhuma. Zero. Obrigado, Bozão. Bom, mas depois da reunião, o Flávio postou uma foto com o Trump e o Fernando Hessel foi na mosca. Particularmente, Sam, eu não gosto dessa foto, né? Porque aquela fotografia que eles tiraram com o Trump, você viu?

O Trump sentou e falou: "Fica em pé." Ele fica de pé. Pode ser com qualquer outra pessoa. "Olha como o cara é grosso." A gente vê muitas fotos nessa posição, né? O presidente ali com as mãos em cima da mesa e a pessoa atrás ali praticamente parecendo um papagaio de pirata. Não que o senador, com todo respeito, seja um papagaio de pirata. "Oh!" Mas eu particularmente, é um tipo de foto que eles fazem com as pessoas que visitam ali o Salão Oval de maneira muito turística.

Viajou, passeou, Qual foi? Passaporte carimbado? Qual foi? Vamos assim dizer, né? Porque as fotos oficiais de reuniões, de decisões, elas são feitas numa outra posição. E o Paulo é incrivelmente patético. Ele tem talento pra isso. Uma coisa engraçada é que depois da reunião com o Trump, no dia seguinte, quando a gente voltou à Casa Branca, as pessoas ficaram falando assim pra gente, poxa, as pessoas de dentro da Casa Branca falando: poxa, vocês tiraram uma foto no Salão Oval com o Trump.

A gente sempre quis tirar essa foto e não consegue. Qual é? Pessoas próximas, às vezes do primeiro escalão do governo. Essa semana em Malhação, os garotos do sexto ano fingem que são fodas para impressionar as gatinhas. Porra, caralho, duas referências de Malhação no mesmo programa, hein? Puta que pariu, o que que tá acontecendo com a gente? Será que a gente morreu? Com certeza pessoas do primeiro escalão do governo estão com inveja do Paulo Figueiredo.

É o bichão mesmo, hein, doido? Que o Paulo acha engraçado, uma coisa engraçada, uma dentadura no Ai, eu vou rir pro caralho! Calma! Aí fica mais constrangedor e embaraçoso, tenha sua calma aí. Vou dizer pra vocês, inclusive na saída o Trump deu a cada um de nós um challenge coin. It's very sad. Deprimente. Challenge coin. Não significa nada. Challenge coin. Não significa porra nenhuma. Challenge, challenge, challenge, challenge coin, coin, coin, coin.

Challenge, challenge, challenge, challenge coin, coin, coin, coin. Porra! É uma coisa que o Trump dá como bonita, que tem dois lados e tal. Vou emoldurar, obviamente, colocar na parede. Very sad. Deprimente. É uma coisa que o Trump dá como sinal de respeito. Very sad. Deprimente. Challenge coin é uma merda. Coin, coin, troca normalmente que tem tradição militar. Very sad. Deprimente. Mas ele dá isso como sinal de respeito. Very sad.

Deprimente. Muita gente na administração Trump não tem. Uma vez um dos funcionários do Trump me mostrou tirando onda. Porra! O Trump falou sobre o salãozinho de festa dele, deu uma medalhinha, e ainda assim Washington Eu boto inteira inveja essa trinca de pateta aí, tá ok? O Paulo diz que o Flávio pediu que PCC e CV fossem considerados terroristas. E eu posso dizer uma coisa a você, aqui, ó, choca as autoridades americanas. Ai, ai!

Chocou as autoridades americanas. Ai, ai! Quando o presidente Lula veio algumas semanas atrás aos Estados Unidos para fazer lobby em favor de traficantes. E foi exatamente isso que aconteceu. Com toda certeza. Quem faz lobby Ah, traficante é o Trump, pô, como a gente já mostrou aqui. Perdoou o narcopresidente hondurenho que ia tocar uma rede golpista nas Américas com apoio do Netanyahu, do Trump e do Milei. Hoje o PCC e o Comando Vermelho lavam dinheiro pra todas as organizações terroristas do mundo e pra todos os cartéis já sancionados pelos Estados Unidos.

Totalmente droga! Peraí, ele tá dizendo então que o Comando Vermelho lava dinheiro pra Al-Qaeda, pro Estado Islâmico? Isso mesmo. E essa parte aqui que vai seguir é maravilhosa. Paulo, houve relatos de que nessa conversa o presidente Donald Trump chegou a mencionar o presidente Lula, teria feito elogios ao presidente Lula. Maravilhoso! Imagina a cara de cu da trinca nessa hora. Imagina o Flávio, imagina o Eduardo, e imagina o Paulo.

Eu queria que você relatasse para a gente Aqui, como foi essa conversa, essa menção ao Lula? Claro que foi mencionado o presidente Lula. Nós fomos lá inclusive para contrapor a visita do presidente Lula. Então foi, obviamente, o nome do Lula foi mencionado. Ele não fez elogios, ele fez um elogio, falou ele é muito dinâmico, e fez outros comentários, e não foram muito elogiosos, eu posso dizer assim. E por exemplo, Flávio não conseguiu comover o William Wack.

Quantos votos valem nas eleições brasileiras? As bandeiras, uma foto com Donald Trump, o presidenciável Flávio Bolsonaro acha que vale alguma coisa. Quem sabe ocupa o lugar de outras fotos, como a cara do ex-banqueiro Daniel Vorcário, a quem foi pedir dinheiro para fazer um filme sobre o pai, segundo Flávio. Ou ocupa lugar das fotos do ex-governador do Rio, Cláudio Castro, personagem de considerável destaque no bolsonarismo regional, alvo hoje de uma operação da Polícia Federal ligada ao escândalo do Banco Mastercard.

Esse Cláudio Castro aqui, ó, queria falar para vocês aqui como homem, como marido, como pai, como filho, como secretário como deputado, como ministro. Putaria tá aqui, mano. Não era esse áudio do Cláudio Castro não, pô. Grande amigo meu, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Amigo governador Cláudio Castro, obrigado por estar aqui comigo, uma grande honra tá com você. Não é de agora que a gente tá junto, caminhando. Então, uma amizade realmente de muito tempo, agradeço, honrado em estar aqui nessa estreia do seu podcast Fala 01.

Pois é, o Cláudio Castro também era irmãozão do Vorcaro e as mensagens dele derrubaram a sua candidatura ao Senado. O que é uma grande vitória pro Rio de Janeiro, hein? São Paulo não tem isso. Aí quem intermediava a relação entre o Castro e o Vôr Caro era um lobista envolvido naquele esquema que levou o Paulo Figueiredo a 17 dias no sistema prisional de Miami. Ah, meu Deus, mas que terrível coincidência! Porra! E quem melhor ilustrou esse desespero pra mudar a pauta foi um dos novos marqueteiros do Flávio, porque o antigo pulou fora.

Tá na hora, chegou o momento da gente começar a falar de país. Como eu tava dizendo ali, quando é que a gente vai começar a falar de educação, gente? Quando é que a gente vai começar a falar de saúde nesse país? Quando é que a gente vai começar a falar, cara, sabe, dessa situação de geração de emprego, de melhorar a renda, de fazer as pessoas viverem melhor? Fica com os temas que eu entendo que são importantes, mas até quero fazer um apelo aqui para vocês, gente.

Vamos dar uma margem para começar a falar um pouquinho mais de país, porra. Tem 4 anos aí pela frente para a gente trabalhar. Em algum momento as pessoas precisam entender, eu preciso votar no melhor, né? E o melhor tem que ter as melhores propostas. Então fica um pedido aí Aí, gente, vamos começar a levantar um pouquinho essas pautas, sabe? Tá na hora de falar de país aí. Pois é, esse novo marqueteiro assumiu o lugar do Marcelão.

Marcelão, toma aqui! Marcelão, toma aqui! Marcelão, toma aqui! Não é o mesmo Marcelão aí, mas o Marcelão do Flávio Bolsonaro, o ex-marqueteiro, é um ex-policial civil também ligado ao VORCAR. Ah, meu Deus, mas que terrível coincidência! Porra! Mas vamos Vamos seguir. No encontro, Flávio também teria falado do Escudo das Américas, uma bizarrice que reúne os presidentes de direita das Américas, que é basicamente um grande salve para os Estados Unidos fazerem o que quiserem e bem entenderem nas veias abertas da América Latina e Central.

Formando uma grande aliança hemisférica contra o crime organizado transnacional e o terrorismo. Esse é o lugar do Brasil. Pois é, e nem os malditos inimigos— legal— mas nem eles topariam uma insanidade dessa. Até eles sabem que isso é entregar soberania para os Estados Unidos. E quem nos lembra quem diz isso é um personagem insuspeito. É um tipo de alinhamento de defesa que sempre foi evitado pelas forças armadas daqui, mesmo mantendo estreitos laços com a potência militar americana.

Bom, aí se passaram alguns dias e o governo americano anunciou agora à noite que os Estados Unidos decidiram classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras. Vai tomar no cu, sabe? Toda hora essa discussão, cara. Pois é, mais uma vitória da extrema-direita. E obviamente, mais uma derrota nossa. É o gol da Alemanha! São duas classificações diferentes, tá? A primeira é a designação do Comando Vermelho e do PCC como terroristas globais especialmente designados.

Essa começa a valer já a partir de hoje. E uma segunda classificação é a classificação de organizações terroristas estrangeiras. Essa, segundo o Departamento de Estado, vai começar a valer a partir do dia 5 de junho. E o Lula foi bem. O Brasil tá disposto a trabalhar para combater o crime organizado. E vamos começar pelo seu estado de Delaware, que tem lavagem de dinheiro de brasileiro. Vamos começar por aí, vamos começar por entregar o Ramagem, que tá condenado a 16 anos e tá escondido lá.

Vamos, vamos começar entregando o maior contrabandista de combustível desse país, o Ricardo Magno, que a Polícia Federal e a Receita apreenderam 250 milhões de combustíveis dele contrabandeados. Saudade da Petrobras. Em algum episódio passado nosso aí, a gente disse que o Paulo tava defendendo o Ricardo Magro, que é o maior sonegador do Brasil. Segundo Paulo, o crime do Ricardo Magro é ser um empresário bem-sucedido. Ah, que bárbaro!

O nome dele e a fotografia da casa dele. Quer combater o crime organizado? Me entregue os nossos que estão lá nos Estados Unidos. Não aceitamos ser tratado como como moleque, sabe? Não, não sabemos ser tratado como se fosse uma republiqueta. Eu tive 3 horas com o presidente Trump, 3 horas com ele. Ele fez um elogio, falou: ele é muito dinâmico. Entreguei 4 documentos para ele, um deles era o combate ao crime organizado. Seu Marco Rubio não tava lá, possivelmente porque ele tivesse preparado para ajudar um filho de um bolsonarista que é candidato à reeleição aqui nesse país, que não tem vergonha na cara de trair nossa pátria, de nos deixar dormir, do filho intervenção americana no Brasil.

Não tem traidor. Já que estiveram do rei, ficariam esgonhados. Se soubesse que tem um candidato a presidente que vai nos Estados Unidos pedir intervenção americana no Brasil, se ele fosse pedir intervenção para prender miliciano, eles ficavam presos lá. Essa é a verdade. E essa é uma ironia maravilhosa, né? Porque se o Comando Vermelho e o PCC são terroristas, por que a milícia também não é? Por que será? A milícia hoje Hoje em dia, e há muito tempo já, vende droga, trafica arma, aterroriza a população cujo território ela domina.

E porra, caralho, porra, se for puxar o fio do Comando Vermelho, é chance de aparecer, de chegar ali no Flavinho Desmaia também, hein? Não só nele, capaz de chegar em todo sistema político do Rio de Janeiro, ou quase todo. Então nós teríamos um governador vinculado ao Comando Vermelho no Rio de Janeiro. Grande amigo meu, Cláudio Castro, amigo governador Cláudio Castro, né? De agora que a gente tá junto, então uma amizade realmente de muito tempo.

Isso é sério, assim, é importante a gente pontuar. Qual era a lógica dele? Ele sai do arruma alguma coisa para esse vice fazer e pressiona esse vice de maneira não republicana para ele ir para o Tribunal de Contas. E o presidente da Assembleia Legislativa assume o governo, o presidente da Assembleia Legislativa chamado Marcelar, assume o governo do estado e se elege governador e se perpetua esse grupo. Olha aqui, ó, Rodrigo Bacelar, governador em exercício, senador Flávio Bolsonaro, conversando reservadamente aqui na cima da classe política de frente-bolsos da região dos lagos presente, mas os dois escolheram um cantinho ali, ó, pra conversar.

Será que tão falando? O áudio tá ruim, não sei se deu pra entender, mas é o Rodrigo Bacelá e o Flávio Bolsonaro conversando reservadamente. O que que esse projeto deu errado? Que uma coisa chamada Polícia Federal, duas letras, PF, ô cara, prendeu o Bacelá por relações com Comando Vermelho e corrupção. Então nós teríamos um governador vinculado ao Comando Vermelho no Rio de Janeiro. Então assim, a relação Crime, polícia e política é algo muito estruturante no Rio de Janeiro.

E volta com ele. Celso Rocha de Barros. Flávio ganhou R$130 milhões de uma organização designada como auxiliar ao terrorismo. É, e você fazer vista grossa já te coloca como alguém que auxilia. E o governo do Rio de Janeiro deu bilhões de reais para os caras que auxiliam terrorismo. Governo do Distrito Federal deu bilhões de reais para os caras que auxiliam terrorismo. Metade da bancada de direito do Congresso lá tá todo mundo enrolado nesse negócio.

Pois é, dois ex-secretários do Castro Alessandro Pitombeira Carracena e Gutenberg Fonseca foram presos, acusados de ligação com o CV. A gente já contou aqui como o Cláudio Castro mexeu muitos pauzinhos para que um suplente de nome TH Joias assumisse. O cara era segundo suplente e, pelas evidências, ele literalmente fazia parte do PCC. E esses nomes aí, junto com o Bacelar, são todos aliados, adivinha de quem? É Flávio Bolsonaro!

E não é só no Rio. O PCC jamais teria o tamanho que tem sem uma simbiose profunda com os poderes do Estado de São Paulo, incluindo aí a Faria Lima. É que em São Paulo o pessoal sabe guardar segredo melhor. Locomotiva do Brasil. Bora ver aqui o Oliver Stunkel. Segundo duas das maiores autoridades brasileiras no combate ao PCC e ao CV, Lincoln Gacchia, promotor jurado de morte pelo PCC, e o ex-secretário nacional de segurança Mário Sapubo, a decisão dos Estados Unidos pode acabar enfraquecendo e não fortalecendo a luta contra o crime organizado.

Pra começar, e a gente já falou disso aqui, a punição aos traficantes seria menor se eles fossem enquadrados como terroristas. A pena da Lei 13.260 é substancialmente menor que a lei do terrorismo, é substancialmente menor do que a sanção penal prevista pelo artigo 2º da Lei Raul Jungmann, que é de 20 a 40 anos. Isso pra começo de conversa, né? Então a gente já parte de uma pena bem maior quando no terrorismo a pena é de 12 a 30.

Então não tem vantagem do ponto de vista da punição rigorosa criminosa, para integrantes de facções criminosas, usar a lei do terrorismo, pra dentro. Isso usando a própria lógica deles mesmos. E essa estupidez ainda jogaria no lixo toda a cooperação que existe hoje em dia. Como escreve Marcelo Godoy numa matéria no Estadão, o ponto central é que ao classificar as facções como organizações terroristas, Washington deixa de tratá-las como um problema policial e passa a enquadrá-las como ameaça militar e de segurança nacional.

Não Não tem como não dar errado, vai dar errado. Na prática, isso tira o tema da esfera da DEA, órgão antidrogas dos Estados Unidos, e do FBI, a Polícia Federal dos Estados Unidos, com quem o Brasil mantém ampla cooperação cotidiana, e o transfere para a CIA, a agência de inteligência dos Estados Unidos, e estruturas militares americanas como o Pentágono. Vai dar merda, vai dar merda. Imagina só, aí não é qualquer Pentágono não, é o Pentágono Rexeth, que de longe é o comandante do Pentágono mais insano e patético que o mundo já testemunhou.

Além de ser um cara bastante racista, digamos assim, o cara não acredita em germes. Que tu é burro, cara? E pelo motivo de que ele não consegue ver. Vai aí no YouTube, procura por Rexeth Fox X. Rexeth F-O-X-X. Axé. Aí você vai ver o apresentador da Fox, ex-apresentador, hoje quase matando uma pessoa ao vivaço. Essa é a cena que melhor representa esse inacreditável e distópico personagem. Que afirma trocar informações semanalmente com a DEA e FBI e alerta que esse fluxo pode ser interrompido.

Sarubo vai na mesma linha. Segundo ele, a CIA não conversa com ninguém, que deterioraria a cooperação internacional construída nos últimos anos entre Brasil, Estados Unidos e países vizinhos. Como alerta o autor, isso pode ter consequências concretas. Por exemplo, foi justamente graças à cooperação entre autoridades brasileiras e a DEA que o traficante Fuminho, braço direito de Marcola, foi preso em Moçambique em 2020. Os dois também alertam para riscos jurídicos e diplomáticos.

Pela legislação americana, a classificação pode abrir espaço para operações extraterritoriais dos Estados Unidos, inclusive intensa no Brasil, gerando preocupações sobre soberania nacional. No último episódio, a gente mostrou como a CIA tá explodindo traficantes à luz do dia em rodovias movimentadas da capital mexicana. E é isso que esses caras querem. Não sei você, eu pelo menos vibro quando eu vejo aqueles navios cheios de drogas sendo explodidos em alto mar com os traficantes dentro.

E aí foi um vídeo desse que foi postado pelo secretário de guerra dos Estados Unidos, que eu retransmiti na minha rede X, dizendo que, olha, que inveja! É, olha, aqui na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, já ouvi falar Navios que entram com muitas drogas por aqui, que abastece o Brasil inteiro. Além disso, Sarugo argumenta que a medida pode trazer insegurança econômica e dificuldades para empresas brasileiras operando nos Estados Unidos.

Ou seja, a medida pode soar dura no discurso, mas especialistas diretamente envolvidos no combate ao PCC temem que ela complique justamente aquilo que mais funciona hoje: a cooperação internacional policial. E o mercado tem que mais uma vez lidar com os crimes, aliás, pátria dos Bolsonaro. E é aquele papo, né? Encheu o saco de todo mundo para botar esse jumento lá. Agora tu aguenta, vai segurar na piroca dele até o final. Tu vai bancar esse merda lá, seu merda.

A leitura no mercado financeiro é de que abre-se um risco muito grande de sanções impostas por Washington a basicamente todo o sistema bancário brasileiro. Por quê? Responda, responda, responda, responda. Porque entidades do sistema bancário brasileiro agora, neste momento, estão sendo investigadas por suposta ligação, por suposto relacionamento comercial com membros do PCC. E aí eu cito dois casos específicos: a Reag, gestora de fundos.

A Reag é o Ciro Nogueira do mercado financeiro. Maravilhoso! E o próprio Banco Master, que numa dessas operações recentes, em várias delas, são citados como sendo agentes suspeitos de, ou parte, ou de elementos ali que são usados operacionalmente pelo crime organizado, por exemplo, para lavar dinheiro ou para transportar recursos ilegais. E era muito dinheiro do PCC sendo lavado. A partir desta decisão, Márcio, existe uma leitura de que todo o sistema bancário que, por exemplo, ofereceu fundos da REAG ou que ofereceu papéis do Banco Master, poderiam eventualmente ser sancionados.

Pois é, senhoras e senhores, a gente tá falando de XP, BTG e Todo o mercado sabia que os números eram suspeitíssimos e essas empresas só vendiam os CDBs porque os bônus pagos pelo Master eram também muito suspeitos. Uma das pessoas que entende que há esta possibilidade é o promotor Lincoln Gacchia. Agora, nesta noite, agora, agora, conversando com algumas pessoas do mercado, existe uma leitura de que diante desta decisão, a decisão de sancionar ou não Banco A, Banco B, passa a ser quase política, porque num contexto como o brasileiro, muita gente pode ter feito negócios com entidades ou com pessoas ligadas ao crime organizado.

Pois é, não são só bancos ou empresas que intencionalmente se envolveram com lavagem do PCC e do Comando Vermelho, não. Pode ser até quem não sabia, quem era vítima. E a partir daí passa a ser uma discricionalidade dos americanos decidir quem será sancionado. Pois é, a gente não tá falando de gente normal. Uma pessoa normal. Tá falando do Trump, caralho! A gente tá falando do governo mais alucinado que esse planeta já testemunhou.

É a maior reunião de malucos reunidos num palácio presidencial da história. Nunca antes na história da humanidade. É uma Casa Branca sequestrada pelos malucos republicanos da Flórida. E aí existe uma segunda etapa ainda dessas sanções, Márcio, que são as empresas. Então primeiro a gente fala do sistema bancário, sistema financeiro, e a partir daí quem negocia com o sistema mercado financeiro, as empresas e as pessoas podem também ser sancionadas.

O clima nesta noite de quinta-feira parece muito no mercado financeiro aquele clima da decisão da Lei Magnitsky relacionada aos ministros do Supremo, especialmente Alexandre de Moraes. Porque o risco é enorme também. E assim, a leitura é exatamente essa, de risco grande e mais imprevisibilidade sobre quando e como uma decisão como essa pode ser anunciada. Ainda tem isso aqui, ó, O Rafael Alcadipane, professor da Fundação Getúlio Vargas, disse para uma matéria da BBC que, por exemplo, se o governo americano de repente considerar que o PIX e o sistema bancário brasileiro tem infiltração das facções criminosas, que por isso precisa ser descartado do sistema internacional, ele pode agir.

Isso sem falar na defesa patética que o Trump faz da Master e da Visa, que seriam injustamente tratadas pelo Banco Central. Uai, meu irmão, não fode! Se a gente quiser botar o PIX de graça aqui, a gente coloca. "Não, não enche o saco." "Pô, e não demora muito, o Flávio vai mandar um..." "Foi mal, tava doidão." "...e vai pedir pro Trump suspender esse lance de terrorismo aí." Tá, mas o Flávio se encontrou com o Trump no dia 26 de maio. 26 de maio.

E aí só no dia 2 de junho que o Trump veio apostar sobre o encontro com o Flávio. Bora pra cabeça do Trump. "Foi muito bom receber Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca. Um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil." "President Donald J. Trump." Trump. Não tem nenhum pedido de voto, é verdade, não tem o apoio, o endorsement, mas ainda assim a extrema-direita amou essa foto. Mas graças a Deus, a alegria deles durou pouco.

Olá, boa noite. Boa noite. Os Estados Unidos ameaçam o Brasil com novas tarifas, 25% a mais sobre produtos como etanol, arroz e roupas. E Lula tava no tom correto. E quando é ontem eu soube da notícia que o comércio americano O americano resolveu taxar o Brasil em 25%, quando nós estávamos em negociação, quando eu tinha tido uma reunião com o presidente Trump. Bem, o que eu quero dizer com isso é que esses filhos do Bolsonaro conseguem ser pior do que ele.

Esses filhos do Bolsonaro conseguem ser pior do que ele e são, na verdade, vendilhões da pátria. Vendilhões da pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas na nações brasileiras. Filhos da puta! É isso que vocês têm que dizer alto e bom som, são traidores! Por menos do que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, foi enforcado. O que merecem os traidores da pátria que vão pedir intervenção de um país no nosso país?

Esse pessoal sempre posa de machão e tal, mas aí nessas horas são sempre as pessoas mais frágeis da terra. Ele diz que eu tinha que ser enforcado. Drama! Onde é que eu tô? Não deu cu! O pai dele queria fuzilar a petralhada. Vamos fuzilar a petralhada aqui do Acre! Falava da ponta da praia. Vai tudo vocês pra ponta da praia! Ô Lula, não tem a palavra medo no meu vocabulário. Não dá pra continuar, tá passando mal. Não tem a palavra medo no meu vocabulário.

Cê é o bichão mesmo, hein, doido. Ele lembrou isso aqui, ó. O MBL não vai desistir porque nós somos forjados na guerra. Pega aí, aí não tem a palavra medo no meu vocabulário. Aqui que a palavra coragem, aqui que a palavra coragem, aqui tem coragem. Flávio comemorou a foto com Trump e aí horas depois tava tão desnorteado que se colocou ao lado do PT. No início da manhã, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência pelo PL, disse em entrevista à Rádio Itatiaia em Belo Horizonte que pediu Pediu ao governo americano que não aplicasse tarifas sobre empresas brasileiras.

É tarde demais. Ai, ai, ai. Eu pedi expressamente nas 3 reuniões que nós tivemos, né, com o presidente Trump, vice-presidente Mike Pence e o secretário de Estado Marco Rubio, eu pedi expressamente: não taxem as empresas brasileiras. É um pedido que eu fiz expresso a eles. Tá ouvindo esse som aqui, ó? É o Flávio implodindo as poucas pontes que a família tinha Washington. A entrada que eles tinham era no Departamento de Estado. E agora eles estão irritando o Rubio.

Uma rede social, Flávio Bolsonaro divulgou um vídeo e uma carta que enviou ao secretário americano Marco Rubio. A imposição de novas tarifas causaria sérios prejuízos ao povo brasileiro, os mesmos cidadãos que veem os Estados Unidos como um parceiro e um amigo. Portanto, escrevo para reiterar formalmente o pedido que lhe fiz pessoalmente, que os Estados Unidos não imponham tarifas ao Brasil. Eu fiz o pedido direto para que os Estados Estados Unidos não taxassem as empresas brasileiras, que já são absurdamente taxadas pelo governo Lula.

Os empreendedores brasileiros já estão sufocados com tanto imposto, burocracia, perseguição, estão até saindo do Brasil. Eu expliquei, não seria justo taxá-los ainda mais. Eu reforcei que os Estados Unidos não precisaria mais usar a política de tarifas para negociar com o Brasil. Pois é, antes a família, na figura do Eduardo, amava as tarifas, Subir a tarifa. Tarifa, Eduardo Bolsonaro, tarifa, Paulo Figueiredo. Vai ver agora se deram conta que é tipo um crime de lesa pátria.

Acertou, miserável. O Departamento de Comércio americano acusa o governo brasileiro de práticas injustas ou discriminatórias. Teu cu isso aí, teu cu. Pois é, os Estados Unidos acusando injustiça alheia é hilário. Mas o Lula tava inspirado, hein? Olha esse recado que ele deu pro Trump. É o seguinte, cara, você disse que pintou uma química entrou em você? Quem anunciou isso não foi você nem eu. Você me deve uma reunião e eu devo uma para você, porque nós demos 30 dias para os nossos ministros negociarem.

Então eu tô esperando um telefonema seu para me explicar o que aconteceu na sua ausência e na minha ausência, porque esse acordo não pode ter a sua anuência, porque nós dois combinamos 30 dias até 15 de julho para poder ter uma resposta do que nós propusemos. Pelo amor de Deus, acaba esse episódio. 24 páginas de roteiro, 1 hora e 15, 16 aqui de episódio já. E pior, era pra gente ter falado de uma porrada de outras coisas. Deu errado.

É isso, até a próxima, tchau pra vocês, tchau pra vocês. Vem, Pianinho! Show, show, show, show! Show me na minha. E hoje a gente fica por aqui. Ah, comecei mal, né? Pois é, prometo melhorar. Mas aqui quase meia-noite já, exausto. Isso véspera de feriado, hein? Pior, feriado que não teremos. Mas é isso, obrigado a todas as fontes. É nóis! Thank you! Se quiser e puder, pinga um lá pra gente no apoia.se/medodelirio, no patreon.com/medodelirioembrasilha, na Orello ou no Pix medodelirioembrasilha@gmail.com.

Porra, doação é o caralho, porra, não tem nem dinheiro pra me comprar um jogo de videogame, morô, cara? Assina o nosso feed no seu agregador de podcast favorito e dá uma olhada nas nossas redes sociais e também no loja.medodelirioembrasilha.com.br. Eu sou o Cristiano Boca Fogo: O Medo e Delírio em Brasília é escrito por Pedro Doutro e produzido pelo Guilherme Gandolfi, @guifrodo nas redes sociais. Bora passar pano? Não. Mas bora passar menos raiva?

Bora! Me permite uma parte? Não lhe dou a parte. Eu fui fazer um cálculo por pessoa, assim, eu fiquei curiosa de saber quanto que cada um de nós contribui só para que o agro tenha juros mais baixos, assim, só para fazer equalização direta dos juros do crédito o crédito rural, né, que é basicamente o que que a União precisa injetar no sistema financeiro para subsidiar esses juros mais baixos. É algo entre R$20 e R$100 por brasileiro.

É que eu acho mais interessante é como essas duas coisas conseguem conviver, como eles conseguem continuar projetando uma imagem de cowboys assim que estão na fronteira sem ajuda de ninguém, com seus cavalos desbravando terras nunca antes usadas, sabe, uma coisa bem imagem do western clássico americano, que não precisa de Estado, que não precisa de ninguém, que é independente e tal. E ao mesmo tempo que eles estão pleiteando, usando lobby, usando doação de campanha para deputado, né, usando todos os mecanismos do Estado, é mais crédito subsidiado por esse mesmo Estado e portanto por todos os brasileiros.

Eles não são fortes, eles são tão fracos que eles precisam de um esforço coletivo de 100% 100% das pessoas que moram nesse país, para que eles possam assim pagar uma taxa de juros mais baixa que todo mundo paga. Acabou? Não. Sou uma empresária do setor de alimentos e bebidas, do varejo de alimentos e bebidas, que é um dos mais complexos, é um dos que mais emprega na escala 6 por 1. Funciono todos os dias, jamais fui 6 por 1 e agora sou 4 por 3.

E eu posso ficar horas falando sobre os benefícios benefícios que os meus trabalhadores e que as pessoas que trabalham com a gente, a nossa equipe, tiveram. Mas eu não preciso, porque vocês sabem quais são os benefícios que vocês teriam se vocês tivessem 3 folgas por semana, trabalhando com a jornada menor, com benefícios e com aumento de salário, que foi o que os meus funcionários tiveram. Porque além da diminuição da jornada e de mais folga, eu consegui aumentar o salário deles.

Sabe por quê? Porque eu comecei a faturar Porque a produtividade aumentou tanto. Porque não vamos confundir capacidade de produção, que é o que o pessoal da Fiesp, Fê Comércio, Abrasel e etc. estão falando, com produtividade. Produtividade é uma coisa, capacidade de produção é outra. E a produtividade aumenta imensamente quando as pessoas são vistas, ouvidas, descansadas e bem tratadas. Porque o nosso principal ativo ativo numa empresa é o nosso recurso humano.

Acabou? Não. A escravidão já acabou. A 5 por 2 garante aos trabalhadores e trabalhadoras o direito de melhor honrar e criar sua família. E nessa escala 5 por 2, além de melhorar a vida das famílias, os trabalhadores e trabalhadoras terão tempo inclusive para terem mais filho, portanto fazerem seu sexo em paz e com mais tranquilidade. Acabou? Não. E é um problema mesmo, é um problema real. Inclusive que muito anarcocapitalista tá aí falando no TikTok, no Instagram: a China vai quebrar o dia que a bolha imobiliária chinesa quebrar, porque o governo chinês tinha muito dinheiro investido ali, certo?

Há duas semanas o governo chinês proibiu subiu a especulação imobiliária. Ah, mas isso vai estourar a bolha. Vai. Isso vai ser um problema. Vai. Só que eles entendem que o problema da especulação imobiliária é maior do que o problema que vai ser gerado com aquele remédio que eles vão tomar. Ah, mas o governo vai perder dinheiro. Vai. O valor das ações, se você olhar, despencou. Por quê? Porque não pode especular mais. Casa é pra morar.

Casa é pra morar. O discurso é esse. Não é pra especular. Não, não é pra especular. Casa não é um negócio pra você ganhar dinheiro, casa é pras pessoas morarem. O estrangeiro não pode comprar imóvel na China. Não pode comprar uma casa na China. Porque nitidamente é pra especular. Porque é só pra especular. E é o que acontece em Hong Kong. Que é o que acontece em Hong Kong, que é o que acontece em São Paulo. Então, e aí você vai falar assim, ó, por que uma decisão não é tomada assim em São Paulo?

Acabou? Não. Oi pessoal, sou Vinícius Mondanço, advogado aqui em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul. Nós ingressamos na justiça com uma ação popular questionando dispensa de contrapartidas na implementação da Havan aqui na cidade. Foram duas contrapartidas que foram dispensadas: uma indenização pelo desmembramento do imóvel, que teve o valor avaliado bastante abaixo do mercado, inclusive bastante abaixo do valor de venda efetivo do imóvel para a Havan, e também a dispensa de contrapartidas urbanísticas, uma rua e uma rótula que foram primeiramente determinados a implantação para mitigar o impacto de vizinhança da implantação do empreendimento, e posteriormente com intervenção direta do prefeito, essas contrapartidas foram retiradas.

O impacto avaliado preliminarmente é de R$10 milhões. E também, ao longo da análise, da investigação da questão, nós constatamos algumas operações econômicas feitas pelo prefeito: a compra de uma caminhonete blindada, com boa parte do valor pago em dinheiro, e também o fato de que o prefeito está morando hoje numa cobertura de alto padrão, que pertenceu ao proprietário da área em que foi instalado o empreendimento da Havan, o dono do imóvel que vendeu esse terreno para a instalação da Havan.

E também constatamos ao longo da nossa análise que essa pode não ser a primeira vez em que houve uma operação dessa natureza. Em Porto Alegre, na instalação do empreendimento dessa mesma loja, houve a dispensa de contrapartidas ambientais nacionais, só de uma maneira um pouco diferente. O DMAE, que é o Serviço de Água e Esgoto de Porto Alegre, havia assumido a responsabilidade de implantar essas, de realizar essas contrapartidas, e isso só não aconteceu porque o Tribunal de Contas suspendeu a validade desse convênio em que o DMAE assumia a realização das contrapartidas em nome da AVA.

Então isso também pode ser uma prática que pode ser um padrão, né, pode ter recorrência. Nós vamos continuar analisando com muita atenção essa situação e esperamos que o Judiciário se posicione brevemente invalidando essas dispensas que causaram um severo prejuízo ao patrimônio público aqui de Novo Hamburgo. Acabou? Não! Fala, rapaziada do Medo e Delírio! Aqui quem fala é o Professor Marcelo Câmara, do Departamento de Geografia da URGS, falando aqui em nome da Associação dos Geógrafos Brasileiros, a AGB, Seção Local Porto Alegre.

A gente vem aqui denunciar a perseguição política sofrida pelo nosso colega Rafael Martins da Costa, professor da Rede Pública Municipal de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, que foi alvo de um processo administrativo arbitrário que culminou na sua exoneração a partir de hoje, 1º de junho. O PAD contra o Rafael foi aberto em 2025, após a publicação de uma charge da sua autoria no seu perfil pessoal, utilizando o paradoxo da morte do Charlie Kirk, aquele ativista de extrema-direita defensor das armas.

O conteúdo da charge foi descrito pela prefeitura como um tema "potencialmente violento e politicamente sensível". E sem acrescentar provas, a gestão municipal alegou ainda que a postagem teria repercutido no ambiente escolar, justificando assim a abertura do PAD. Mas essas acusações só reforçam o caráter arbitrário e persecutório do processo. O Rafael é um professor experiente da educação pública é também um artista reconhecido pela produção de quadrinhos e charges e pela literatura voltada à questão dos povos indígenas.

O trabalho pedagógico do Rafael utiliza a arte como ferramenta didática para abordar temas relevantes de uma forma crítica e acessível, e é amplamente utilizado por educadores no estado e no país. Fica evidente que esse episódio funciona como uma cortina de fumaça diante do real incômodo causado pelo Rafael, que é a sua crítica à atual gestão municipal de Bento Gonçalves, marcadas por perseguições a imigrantes e a beneficiários de programas sociais.

A AGB Porto Alegre manifesta seu repúdio a essa exoneração e alerta para o precedente perigoso que ela representa, que é a perseguição de professores e professoras por sua livre manifestação política, justamente por aqueles setores que dizem defender a liberdade como um valor fundamental da sociedade. Acabou? Acabou assim? Acabou? Acabou! Porra, acabou! Beijinho, sigamos eu sou muito amor e poesia. Ouve a voz do seu Perinho. A boca é um ano da fafá.

Varanda do povo. Lexotan não se toma na veia. Essa porra é maconha? Quando você é jovem, qualquer pessoa que tem um baseado vira seu amigo. O Bolsonaro sendo atropelado. Tô de acordo. Fazer as pessoas passarem fome. É isso. Cenoura, cenoura. Mais ou menos isso. Que porra é essa aqui? É maconha essa porra? Quem fuma 200 baseados? Muita gente. Muita, mas muita gente. Conversa bêbado. Nem todo artista é maconheiro, mas todo maconheiro é um artista.

Algum delírio. Presunto Parma, vamos lembrar, não é qualquer presunto. Não é proibido no Brasil transar. Antigamente as pessoas ainda coçavam a virilha, hoje nem isso, coça mais. Pega sua Toyota, empurra dentro do seu cu. Um Opalão, um Chevette, um Gol bolinha. Vai deixar eles mijarem em cima de você. Lixo, arrombado. Vai entrar o grosso. O grosso chegou! Ai, que dor no meu pau. É a piroca. Ela é bastante extensa. Veja a gramatura.

Você não sabe como eu ficava feliz quando eu vi um trabalhador mostrar uma piroca. Também entra, também entra. Cadê os machos? Eles têm um pênis pistolão bonito, né? Há controvérsias. Contém ovos. Não esqueça de lavar os testículos, a virilha e o ânus. 95% da população mundial faz errado a limpeza do ânus. Anus! Os galináceos têm pênis. Não tem graça esse final, não, né? Desculpa, desculpe, desculpe, desculpe, desculpe, desculpe.

Espera um pouco, querido. Espera só um minutinho. Estamos esperando aí. Calma, calma, calma, relaxe. Pronto, tá bom, era isso. Acorda, vagabundo! Acorda, acorda! Obrigado, minha gente! Deus proteja a todos, sejam felizes, abraço! ¡Cruel!

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