Episódios de Medo e Delírio em Brasília

II - 2026.50 - Medo, delírio y la puta madre que lo parió

02 de agosto de 20261h31min
0:00 / 1:31:54
A convenção do PL - Parte I

VEM PRO BONDE!

Aula Aberta da Alessandra Orofino: https://bit.ly/45daXVR 
Site: https://bonde.org/ 
X/Twitter: https://x.com/vamodebonde
Instagram: https://www.instagram.com/vamodebonde/

ALÔ, CURITIBA! Dia 29/08! 


Lançamento do livro “Juízo Final” - 16h 

Um manual sobre a tentativa e fracasso do golpe no Brasil, da Gabriela Biló em parceria com o designer Pedro Inoue e o Medo e Delírio (Itiban Comic Shop - 16h) Evento gratuito e aberto pra todo mundo!

Festa do Medo e Delírio em Brasília - 20h

Sociedade Operária Beneficente 13 de Maio
Ingressos: https://app.ciaticket.com.br/e/MEDOEDELIRIO 
Com:
Dj Matias Pinto (sim, ele mesmo, do Xadrez Verbal!)
La Cumbia Artificial
Mixtape do Medo e Delírio
Beatmacumbia
e DJ Mitay

Melhor forma de ajudar o Medo e Delírio é pix recorrente na chave medoedelirioembrasilia@gmail.com 


Quer anunciar no Medo e Delírio? Escreve pro medoedelirioembrasilia@gmail.com!
Participantes neste episódio25
C

Cristiano Botafogo

HostJornalista
P

Pedro D'Altro

HostJornalista
A

Alexandre Frota

ConvidadoPolítico
A

André Fernandes

ConvidadoGuitarrista e compositor
C

Carlos Bolsonaro

ConvidadoVereador
C

Celina Leão

ConvidadoGovernadora do DF
C

Ciro Gomes

ConvidadoEx-ministro
E

Eduardo Bolsonaro

ConvidadoDeputado
F

Fábio Dal Molim

ConvidadoProfessor
F

Flávio Bolsonaro

ConvidadoPolítico
J

Jair Bolsonaro

ConvidadoEx-presidente do Brasil
J

Javier Milei

ConvidadoPresidente da Argentina
J

Jorginho Melo

ConvidadoGovernador de Santa Catarina
L

Lívia Manini

ConvidadoMembro da campanha Ditadura Nunca Mais
M

Magno Malta

ConvidadoSenador
M

Michele Bolsonaro

ConvidadoMinistro
P

Paulinho Gogó

ConvidadoHumorista
P

Priscila Costa

ConvidadoVereadora
R

Ricardo Nunes

ConvidadoPrefeito
R

Rogéria Bolsonaro

ConvidadoMãe de Jair e Flávio Bolsonaro
R

Rogério Marinho

ConvidadoLíder da oposição no Senado
S

Sérgio Moro

ConvidadoPolítico
T

Tarcísio de Freitas

ConvidadoGovernador
T

Tereza Cristina

ConvidadoSenadora
V

Valdemar Costa Neto

ConvidadoPolítico
Assuntos14
  • Candidatura Flávio BolsonaroDiscurso de Flávio Bolsonaro · Jingles de campanha · Críticas à esquerda e ao PT · Família Bolsonaro · Valdemar Costa Neto · Sérgio Moro · Javier Milei · Tarcisio de Freitas
  • Relação com Família BolsonaroJingles e slogans de campanha · Críticas a Lula e ao PT · Apoio de figuras políticas · Apoio de Ciro Gomes a Flávio Bolsonaro · Saúde de Jair Bolsonaro
  • Entrada na política e trajetória familiarRelação entre Flávio e Michele Bolsonaro · Afastamento de Eduardo Bolsonaro · O papel de Carlos Bolsonaro · A influência de Valdemar Costa Neto · A família Bolsonaro · Saúde de Jair Bolsonaro · Apoio de Ciro Gomes a Flávio Bolsonaro · Bolsonaro
  • Argentina e reformas de MileiImpacto no mercado de trabalho · Aumento da desigualdade social · Colapso da produção industrial · Queda da inflação e seus efeitos · Javier Milei
  • Descendência de Jair Bolsonaro· PoliticaAcusações de rachadinha · Interferência na Polícia Federal · Investigações e sigilo · Relação com Sérgio Moro · Apoio de Ciro Gomes a Flávio Bolsonaro · Saúde de Jair Bolsonaro · Fabrício Queiroz
  • Javier MileiDiscurso de Milei na convenção · Comparação com a Argentina · Críticas à sua política econômica · Javier Milei
  • Apoio de Ciro Gomes a Flávio BolsonaroDisputa interna no PL · O papel de Michele Bolsonaro · A candidatura de Priscila Costa · Apoio a Ciro Gomes no Ceará · Apoio de Ciro Gomes a Flávio Bolsonaro · Bolsonaro · Priscila Costa
  • Críticas Tarcísio a Haddad· PoliticaProblemas no transporte público · Privatização de serviços · Obras e investimentos · Tarcisio de Freitas
  • Possível crise institucional e suspensão eleitoralEstresse da Justiça Eleitoral · Alegações de falta de paridade de armas · Interferência da Justiça Eleitoral · Golpe eleitoral
  • Redes Sociais PoliticaIdentidade social e política · Customização de personagem e 'skin' · Debate online e pertencimento · Alessandra Orofino
  • Valdemar Costa NetoOrigens e ascensão no PL · Condenações e envolvimento em escândalos · Relação com Maluf · Valdemar Costa Neto
  • Arquivos da DitaduraLuta contra homenagens a figuras da ditadura · Mudança de nomes de logradouros · Ações populares e sentenças judiciais · Vila Mussolini em São Bernardo do Campo
  • Guerra Cultural e MarxismoBem contra o mal · Dimensão espiritual do conflito · Críticas ao socialismo e ao PT · Pânico comunista
  • Sonhos da direita brasileiraHarmonização facial e dentes brancos · Pintura de cabelo e barba · Comportamento em convenções · A estética do homem cis hétero bolsonarista
Transcrição1 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
CBCristiano Botafogo

Central 3. Esse episódio aqui é um oferecimento do Bonde. Bonde, aprender e mudar as coisas. Agora bora para abertura. Eu costumo dizer também que a direita brasileira, ou a extrema-direita brasileira, ela alcançou um grau de indigência intelectual tão grande que hoje, na minha época, quando a gente discutia economia capitalista, a gente discutia, debatia sobre como que a Coreia do Sul alcançou o que ela alcançou hoje, a Alemanha alcançou o então de desenvolvimento que ela alcançou antes da guerra da Ucrânia, os países nórdicos, o próprio Estados Unidos, ou seja, a história econômica dos Estados Unidos é uma coisa impressionante.

E estão todas as trajetórias de desenvolvimento marcadas pelo quê? Pela fortíssima presença do Estado na economia. O que que foi? Eu vou repetir: fortíssima presença do Estado na economia. Interessante. Através de financiamento de exportação, de importação, estimulando a formação de monopólios privados, né, orientados ao comércio exterior, né. Ou seja, o papel do Estado muito forte. Repito, papel de Estado muito forte. Interessante.

Hoje o nosso grau de indigência é tão grande dentro da direita brasileira, com exemplo de capitalismo que eles trazem para gente, para o debate público, é Paraguai e Argentina. Olha, mano, que esse Argentina que passa por um processo que a nação está desmoronando, porque o Milei ele destruiu o capitalismo industrial argentino, que acabou de destruir. O Milei ele acabou com todas as leis trabalhistas, então a precarização do trabalho é uma realidade para a maior parte dos trabalhadores da Argentina.

E as pessoas estão comendo carne de burro. Nós só temos a carne de burro, lá temos do dia sábado 11 de abril, o quilo está R$7.500, ao invés de comer carne bovina. E o Paraguai? Paraguai hoje virou, por exemplo, uma deusa ex machina China e um paraíso para esse pessoal, porque o Paraguai a carga tributária é muito baixa. O que esconde duas coisas: um, é evidentemente as empresas vão para lá, né, mas a gente tem um estado que não se investe.

O que significa o quê? Que o Paraguai está se transformando no paraíso para esses caras, no ponto de troca, inferno para o seu próprio povo. Por quê? Porque não financia saúde, educação. Então Paraguai caminha rapidamente para ser o país com maior desigualdade social do mundo. O sonho paraguaio que tem atraído milhares de brasileiros: 99% são pessoas de direita que estão vindo para o Paraguai. Então não é mais a Coreia do Sul ou Alemanha ou Estados Unidos, os países capitalistas serem observados quando se fala em processo de desenvolvimento e mesmo em educação.

Virou Paraguai e Argentina, ou seja, o nível de debate público, acho, tá muito rebaixado. Olha a merda aí, ó! Medo e Delírio em Brasília. Vocês percebem a loucura? Legal. Olá, bem-vindos ao Medo e Delírio em Brasília com as últimas notícias do que restou do Brasil. Bom dia, boa tarde, boa noite. Bom dia, porra! Por enquanto, eu sou o Cristiano Botafogo. Botafogo é bairro, viu, meu filho? Você viu a Fernanda Torre? Cristiano, seu lixo!

Cristiano, seu lixo! Cristiano, seu lixo! Seu lixo! Seu lixo! Seu lixo! Seu lixo! Calma! Ei, Cristiano! Pequeno verme maldito! Cristiano, e aí? E o Brasília Depressão, como é que chama, gente, o podcast dos caras? E o Medo e Delírio em Brasília. Medo e Delírio em Brasília. Beijo pra eles. Medo e Delírio, hein? Ó o programa aqui, pô, mano. Meio duvidoso, né, mano? Fora seu Medo e Delírio em Brasília, pô! Eu não ouço Medo e Delírio.

É escrito por Pedro Doutro. Um abraço, Doutro! Meu queridíssimo Pedro. Um beijo pro Pedro D'Altro. Pedro D'Altro. Todo mundo sabe quem é. Parabéns a toda a equipe de roteiro. Um beijo pro Pedro D'Altro. Pedro, pro beijo D'Altro. Eu consegui descobrir quem está por trás do Medo e Delírio em Brasília. Eu nem conheço os caras. Esse é o episódio 50 de 2026. Ah é? Foda-se. Bora passar pano? Não. Tá, mas bora tentar passar um pouquinho menos de raiva?

Bora, bora, bora, bora! Medo, Delírio e— Puta que me pariu! Estamos de volta, senhoras e senhores, e vocês sabem o que vem por aí, né? Cocô, cocô, cocô, cocô. Merda! Se prepara porque esse é um daqueles episódios, hein? Uma fonte infinita de perturbação mental. Em especial esse começo. Vem, esse país pede coragem. Notando o seguinte, esse vem aí que parece ter uma galera cantando junto é da gravação, que provavelmente é a Yamiya.

E aí durante uns 20 minutos, insuportável, a transmissão ao vivo tocou exatamente a mesma música. Aí ficou uns 10, 12 minutos em silêncio. E aí o quê? Voltou a mesma música duas vezes de novo. Chato pra caralho. Vem com fé, pode sonhar. Vem com fé, pode acreditar. Pô, se for pra tocar alguma coisa em looping, tem que ser essa música aqui, ó. Você é feto, faz anal. O jardim das aflições. Marxismo cultural. Fim das civilizações.

O que que eu olhava pra gente? Meu caralho. E esse vem com fé era o grande slogan do evento. Aparecia gigante no telão, que também era enorme e meio propaganda de bet isso, hein? Confia na patrocinadora oficial do futebol brasileiro. Mas enfim, meia hora depois de começar a transmissão começa a caralho do evento. Quer dizer, mais ou menos. Eu tô com Flávio Bolsonaro, é a família Bolsonaro, é com eles que eu vou. Eu não sou povo desse rapaz.

Eu tô com Flávio Bolsonaro, é a família Bolsonaro, é a família de valor. Caralho, a minha família é limpa. Pô, aí na guerra de jingles acho que tem um lado que tá ganhando, hein? Era só mais um Silva, com a estrela que brilha, trabalhava o dia inteiro e cuidava da família. Nasceu lá no sertão, foi para São Paulo lutar, e daqui fez história para o brasileiro sonhar. É o Lula da Silva, é a estrela que brilha, ele é brasileiro, trabalhador e família.

Outro patamar é a família Bolsonaro, é com eles que eu vou. Olha só, o que é 6 e 7? Eu vou te ensinar, preste atenção, não tem como errar. Some 6 e 7 e vão se surpreender, o resultado vocês já sabem me dizer. 6 e 7 é 13. 6 e 7 é Lula. 6 e 7 é 13. 6 e 7 é Lula. Muito melhor! É a família Bolsonaro, é a família de valor. Família de valor. Ah, só se for isso aqui, ó. Mas qual o problema comprar 6 milhões de reais. Esse é o preço da nova mansão de Flávio Bolsonaro em Brasília.

É valor no sentido de dinheiro em espécie, né? Aí faz sentido, né? Porque a família e o partido não são lá muito fãs do sistema bancário, aparentemente, né? Porque dinheiro vivo, porque dinheiro vivo, porque você não— eu, por exemplo, faço isso com funcionários meus. Quer dizer, você pega o dinheiro, saca da conta do Bolsonaro, não vai ficar dando cheque para cada um. Caralho, vocês acham que em tempos de IA ia ser um jingle só?

Porra nenhuma. Não é por ódio, é por amor, fraternidade. Amizade, amor, compaixão. Não sou Jairzinho Paz e Amor. Pois é, e quando numa música de campanha o cara tem que explicar que não se trata de ódio, é um mau sinal, né? Mal militar? Não, porra, eu falei mau sinal, caralho. Mas calma que a qualidade piora. Chega de mentira, chega de sistema, o povo acordou. Não aceitar mais queima. Puta que pariu, Marquinho! Aí você pensa, nossa, o que que eles estão querendo dizer com não aceitar mais queima?

Será que eles finalmente são contra as queimadas das florestas? Floresta única não pega fogo. Alô, poetas! Juntou mais com esquema. Não aceitar mais queima. Por que chora, Chico Buarque? Rara fineza. Chega de mentira. Porra, Flávio Bolsonaro falando isso, cara. Povo, quanto as nossas pesquisas internas, é vitória de Bolsonaro no primeiro turno, disparado. Mentiroso, sem-vergonha, vai para o inferno! Por que que o filme do seu pai foi bancado pelo Voo Caro?

Tem muita parcela para trás, cara, tá todo mundo tenso, já tem muita conta para pagar esse mês. Um abração, fica com Deus, cara. Chega de sistema! Muita hora essa discussão, cara. Você entende o sistema? Eu estou lutando contra um sistema, contra o establishment, establishment, establishment. Povo acordou de novo, gigante Brasil acordou. Desculpe pelo transtorno, mas estou mudando meu país. Tá errado, gigante acordou, não aceita mais esquema.

Enfim, essa desgraça aí. O Brasil vai rugir, caralho, o Brasil vai rugir! Eu sou ele, o rei do VT, o melhor de toda a espinheira. Vai, filha da puta! O Brasil vai rugir, um clima meio, né? Enquanto isso, o telão mostrava imagens do evento. Esse evento aí era uma convenção do PL que tava acontecendo no estádio do Pacaembu em São Paulo. E nas imagens do telão tinha mais gente contratada segurando bandeira do PL do que convidado.

E o pessoal caprichou nas imagens aéreas. Tá difícil fazer sentido dessa campanha, hein? E as cenas não eram boas, dava a impressão que tava vazio. Tinha uma área externa e uma área interna, e na área interna onde tava acontecendo a coisa mesmo tava cheio. Aglomeração de idosos todos doentes. Porra, gente, não, né? Eu tive muita dificuldade, tive que perguntar pro Pedro o que que ele achava que era o segundo verso. A culpa não é minha.

O que eu entendi é hora de, é hora de o quê? Não sei, fala logo, pô. Só que é Flávio Bolsonaro, é hora de ir. Só que se você prestar atenção, não sei se é coisa da IA alucinando, provavelmente ele fala Flávio Bolsonaro. Boa merda. E acho eu que ainda manda um é É hora de— porra, vai seguindo. O Brasil inteiro vai repetir de ano, só se for— gosto de todos, menos do Ramiro, que era tente. Bom, tirando o sertanejo, entre aspas, que tem mais a ver com os grupos que normalmente apoiam o bolsonarismo, fica parecendo que eles escolhem os ritmos que os bolsonaristas mais desprezam.

Bolsonaro saltar de paraquedas, mais ou menos. Tive um acidente em 85 no salto de paraquedas. Eu saltei de paraquedas na Barra da Tijuca e o paraquedas não tinha muita dirigibilidade e deu uma rajada de vento que eu tava na iminência de pousar e eu fui de cara num prédio na Barra da Tijuca. Então quebrei os braços quando bati e depois mais ou menos 10 metros de altura eu caí em pé, caí em pé, daí já era. Mas eles usam estilos musicais que não tem nada a ver com eles, porra.

Aí fica parecendo que vai ser uma tortura sonora para os coroas. E ainda bem, porque depois de neurologicamente complicados 46 minutos, falta de sanidade mental, a música acabou. Graças a Deus! E se você ficou aliviado, aí não, boca de leite, pô, porque você não é um ouvinte atento desse podcast. Pessoal, pois é ele mesmo, o louco todos inferno. Era melhor ter continuado com a música. Jair Bolsonaro! As pessoas que estão no palco, prestem atenção, por favor, pessoal.

Presta atenção aqui, pô. Atenção quem tá no palco! Atenção, chegou o chatuba, hein! Nós precisamos que, por questão de segurança, pessoas sem roupas, uma atrás da outra, com o dedo no cu. Precisamos que pessoas desçam, desçam, desçam na boquinha da garrafa, desçam, desçam, desçam até o chão. Precisamos que pessoas desçam. Desça daí, seu corno, desça daí! É sempre a mesma merda. De um palco ridiculamente superlotado que nunca cai.

Vamos dar início dentro de mais alguns instantes. Vamos, insuportável, receber o filho da esperança. Ah, vai te a merda, cara. Teve diarreia na hora. Ele que será candidato à presidência da República, ele é Flávio! Flávio! Flávio! Flávio! Flávio! Flávio! Um passageiro da agonia. Eu sou bandido, sim. Bolsonaro! Insuportável! Flávio! Flávio! O capitão voltou! É 2026, o Brasil confirmou! É o Flávio! É o Flávio! É Flávio Bolsonaro!

E aí, por muito tempo Certo, pra caralho. Na verdade, 01 é a forma como o meu pai me chama, né, pelo simples fato de ele ter uma dificuldade de decorar nome. Tive um acidente em 85 no salto paraquedas e na época eu quebrei os dois astrágalos. Então, como ele troca o nome dos filhos, é filho pra caramba, são 5. Eu fiquei impressionado, ele numerou. Meu amigo Flávio, amigo do caralho. E a repetição enlouquecedora do nome do candidato era o principal pré-requisito pra música.

Caralho, caralho, meu amigo Flávio! É o caralho, pô! A gente jura que, exceto pelos memes, a gente não mudou nada do que você ouviu. Vamos só fazer começar, começar. Deixa eu falar uma coisa, você tem quantos anos, menino? O palco lotado de gente e nada de começar. Tenho orgulho de ser direita, não é extremismo, é consciência. E de novo, as músicas estão se esforçando para tentar comunicar que não, não é ódio não, não é extremismo não, não tem extremismo nenhum.

Vai tudo vocês para ponta da praia, você vai apodrecer na cadeia. Vamos fuzilar a petralhada aqui do Acre. Essa historinha de Estado laico não, tem que matar é mais. Sou homofóbico sim, com muito orgulho. Na quinta deu uma fraquejada, vi uma mulher. Eu acho que eu vou descer dentro, mais leve lá, pesava 7 arrobas. Não tem extremismo nenhum. Já está presente Douglas Ruas também já está presente aqui. Pois é, Douglas Ruas, o nome que aquele pessoal bacana da Allergy quer colocar no governo. 32 ou 34 parlamentares da Assembleia recebem mesadas do jogo do bicho.

É o candidato do Bacelar, do TH Joias, os dois envolvidos com o Comando Vermelho. É o candidato do miliciano Canela. Meu amado Rio de Janeiro, tô aqui para reafirmar o nosso apoio integral, 100%, ao meu amigo Márcio Canela. É o candidato do PL, esse honestíssimo partido, e também do Flávio Bolsonaro, claro. Quero dar um grande abraço a essa seleção que tá aí, que vai colocar o seu nome à disposição para a gente resgatar o nosso Rio de Janeiro, que hoje tá sequestrado por narcoterroristas.

Tá falando sério? Resgatar o Rio de quem exatamente? Do Witzel? Do Cláudio Castro? Resgatar o Rio do narcoterrorismo com ajuda de políticos envolvidos com o CV? É isso mesmo? Não tem como não dar errado, vai dar errado. Volta para convenção. Convenção com mais de 60 anos de tradição, ideal para para as crianças, para os jovens, para toda a família. Legal, candidato. Mais uma vez, a Dona Rogéria Bolsonaro, nosso muito obrigado pela sua presença.

Mãe de Jair, mãe do nosso querido Jair, do nosso querido Flávio. Maravilhoso! Mãe de Jair, não, perdão. Mãe do nosso querido Jair, não, não, perdão. Do nosso querido Flávio, finalmente receba os aplausos de todos. Receba a nossa Rogéria! Roséria, Roséria Bolsonaro! Roséria! Porra, que ácido estragado, hein? Candão, teu reinado chegou ao fim também. Maridão de Dona Virgínia. Lamentavelmente. Bom, aí as luzes se apagam e com 56 minutos de transmissão.

Alô! Alô! Insuportável! Brasil! Então Neste momento, o locutor dos infernos fica olhando para a plateia como se ele fosse alguém importante ali. Não, não é. Cadê o grito da nação direita do Brasil? Cara, e que sentimento que eles estão pretendendo despertar com essa trilha? Instintos mais primitivos. Não é eu autorizo, não. É o que eu posso fazer pela minha pátria. Ele é Valdemar! Valdemar! Valdemar! Valdemar! É o senhor Valdemar da Costa Neto.

Já foi condenado no Mensalão, tá citado, citado não, tá bastante avançado as citações dele tocante à Lava Jato. Eu tenho orgulho de ser direito. Aí ficou um bom tempo tocando uma outra música. Tenho orgulho de ser direita, mesmo que tentem nos pintar como careta. Minha bandeira não se vende, não se aceita. Orgulho de ser direita, mesmo que tem quem nos pinta como careta. Minha bandeira não se vende, não se aceita. E acaba aí o verso.

Que porra é essa? A bandeira não se aceita? Bandeira tá em conflito? Uai, que que é isso? E aí, de novo, eles chamam de intolerância, mas é só amor ao nosso chão. De novo, né? Se você tem que falar, esse homem homem simplesmente ganhou todas as eleições na qual ele participou. Não, ele é a referência. Ele foi quem fez a parceria com Jair Messias Bolsonaro. Foi ele quem disse: nós vamos crescer. Fizemos a maior bancada, graças ao presidente Bolsonaro, de deputados federais e de senadores.

Ele quem foi o visionário. Diz aí, Paulo. O Valdemar da Costa Neto, também conhecido como Gagaldemar. Gagaldemar. Quem é o Gagaldemar? Gagaldemar, engraçadão você, hein? É um mensaleiro condenado por corrupção, lavar dinheiro, 7 anos de prisão. Até que enfim começa a falar. Como é bom ver vocês aqui! Vocês fizeram do PL um circo! Vocês fizeram do PL um manicômio! Vocês fizeram do PL uma merda! Chega! O maior partido do Brasil!

O PL tem mais deputados federais do que o PT, por exemplo. Mas em termos de número de filiados, número de vitórias em eleições presidenciais, relevância na história, o PT, a gente diria, é o maior partido político nas últimas décadas, goste você ou não. Esse ano o Partido Liberal completou 40 anos. Eu tenho orgulho de dizer que esse foi o único partido que me filiei na minha vida. Esta família é muito unida. Isso aí foi uma crítica a certas pessoas?

Que o pessoal fala em centrão, eu já integrei. Vamos lá, Partido Progressista, PTB, PFL atualmente tem, e PSC. E fui também de outros dois partidos extintos que se extinguiram por fusões, o PPB e PPE. Entrei na política, fiz uma única filiação e dediquei minha vida a esse partido. Diz aí, Paulo. Gagau Demar herdou do papai um partido que era inexpressivo. Bom, vale lembrar que o vice do Lula, o Zé Alencar, era do PL, mas o PL à época era outro partido, era era só um partido do Centrão e não o partido da extrema-direita.

Pois é, o Valdemar é filho de outro que foi prefeito de Mogi das Cruzes lá atrás e foi secretário e amigo muito próximo do Maluf. Bora com a Thaís Oyama na Piauí em junho de 2024. O pai de Valdemar Costa Neto costumava dizer que o filho, abre aspas, não queria dar para nada nessa vida, fecha aspas. Olha que legal! Conhecido como boy, ele não gostava de estudar. Isso explica um monte de coisa. Na juventude era famoso em sua cidade Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, pelo seu composto por rodas de carteado, motos possantes, carros caros, automóvel, mulheres bonitas e festas estrepitosas, mulheres e jate, mansões.

Repetiu o ano no ensino fundamental, é repente, formou-se a duras penas no ensino médio e só conseguiu um diploma de administrador de empresas pelo Centro Universitário Brás Cubas em Mogi porque a mãe o obrigava a ir à faculdade ao menos para fazer as Rapaz, tá certo isso. Boy ganhou o apelido na infância. As irmãs mais velhas, Leila e Samira, achavam que ele se parecia com o filho do Tarzan, de um filme que fazia sucesso na TV nos anos 60.

O apelido, portanto, não veio de playboy, mas tinha tudo para ter vindo. Concordamos. Aos 25 anos, seu programa preferido era pegar a BMW 900 que havia importado da Alemanha e passar o fim de semana no Rio de Janeiro, onde a sua moto, uma Honda 750— peraí, peraí, peraí, ô, locutopedante, porra, essa aí contigo, pô. Obrigado, Cristiano. Também tava achando que era mais pro meu feitio. Vai, vamos lá. Fala logo, porra. Aos 25 anos de idade, o seu programa preferido era pegar a BMW 900 que havia importado da Alemanha e passar o final de semana no Rio de Janeiro, onde a sua moto, o Barroda 750, o aguardava na garagem do Hotel Sheraton no Leblon.

Já foi o hotel melhor, mas continua ainda relativamente de boa. Vamos seguir. O motorista transportava a máquina de bogia ao rio com antecedência para o patrão, uma caminhonete especialmente adaptada para esse fico, rodas americanas e rampa móvel. Boy subia na moto, punha os óculos escuros e ia passear a orla da praia. Ao fim da tarde, encontrava os amigos no Castelinho, o bar da moda na Avenida Virassu. À noite, tomava um uísque nas boates de Ipanema.

Segunda-feira de manhã, o sol brilhando das areias do Leblon, ligava para a mãe, abre aspas: acho que vou ficar mais uns dias por aqui. Seu pai a essa altura tava perto de jogar a toalha. O boy, dizia ele, não tinha nenhuma chance de dar certo. Obrigado, Locutopedante! O Valdemar teve o ingresso na política devido ao seu pai, isso é fato. Mas herdar partido ele não herdou não. Aqui tem informação! Por mais que nos doa, ser justo com o Valdemar.

Mas a forma com que ele conquistou Brasília é muito Brasil. Suco de Brasil. Volta pra Thaís Oyama na Desgostoso com a situação na Câmara, decidiu que a única forma de vencer a irrelevância seria virar líder de sua legenda, que na época também se chamava Partido Liberal. O problema é que eu detestava o plenário e nem sabia falar direito, aí faz sentido, contou ele em uma das duas entrevistas que concedeu à Piauí. Assim, em 1992, bolou uma estratégia para compensar a oratória rala e a falta de gosto pela rotina parlamentar.

O plano consistia em juntar 10 deputados do PL e levá-los para o Carnaval do Rio de Janeiro. Faz anal, o jardim das aflições. Do qual já era freguês junto com o amigo Aécio Neves, que ele conheceu bem antes de chegar à Câmara. É claro. Peguei dois camarotes e avisei os deputados que era tudo por minha conta. Hotel, restaurante, eram todos meus convidados. Na volta, me candidatei a líder. Ficou fácil demais. Ficou fácil, né? Os caras votaram em mim e me elegeram.

Fecha aspas. Deus me ajudou e eu ganhei dinheiro. E ainda nessa matéria da Piauí aí também se descobre que o primeiro cargo público fora de Mogi das Cruzes, na prefeitura do pai, foi graças ao Aécio no Porto de Santos. Que beleza! Mas infelizmente, vamos voltar para Miami com ele. Paulo Figueiredo, Paulo Figueiredo, Paulo Figueiredo. E que diante da incapacidade do bolsonarismo em criar um partido próprio, e a gente já falou aqui sobre a tosqueira e a incompetência do bolsonarismo, cara, ele teve que achar uma casa quando o grupo político do bolsonarismo debandou de outro partido que era de outro bandido, que era o PSL.

O presidente Jair Bolsonaro orientou um apoiador a esquecer o próprio partido, o PSL. O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje oficialmente a saída do Partido Social Liberal, o PSL. E aí quem vota mal é mulher, né? Mulher em geral vota muito mal. A sua mão no meu pau. Paulo vive falando da tosqueira e da incompetência do bolsonarismo. Essa não é a primeira vez não, hein? E no entanto tá na linha de do bolsonarismo. É paradoxo, chama isso aí.

Não é exatamente o bolsonarismo que ele queria. Vai lá, ele quer de volta as mitadas, a minha especialidade, o bolsonarismo raiz. Mas bizarramente o Jair não conseguiu criar um partido próprio quando tava na presidência da República. Na semana passada, o Bolsonaro falando que ele só não criou o Aliança pelo Brasil porque a burocracia do Brasil é muito grande. Mas na verdade a gente sabe que não foi por isso, né? Eu acho que são vários fatores também.

Uma incompetência mesmo, de fato, é uma potência astronômica. E o pessoal do MBL conseguiu. E por que que escolheu? Do, do, como era o nome? Pastor Everaldo. E por que que escolheram o PL? Porque o Valdemar é um gênio da política? Pela, pelo estatuto do PL? Porque o partido se diz liberal? Não, é porque o Brasil tem uma legislação insana que diz que o político tem que fazer parte de um partido. Só por essa razão, nada mais. Diz aí, Ciro Nogueira, em 2021.

Mas o senhor acredita então que o presidente vá mesmo para o Patriotas? Agora não tenho mais dúvida. Caralho! E se preparem, o Valdemar vai ofender gravemente uns defuntos famosos. Nessa caminhada conheci Ulisses Guimarães, Tancredo Neves, mas posso afirmar sem medo de errar que Jair Messias Bolsonaro foi o maior líder que já vi na minha vida. Caralho, drogas para caralho! Puta que pariu, Marquinho! Carisma desse homem parece ter vindo de outro planeta.

Eu pergunto, eu poderia aqui agora deter alguém por ter espancado um marciano? O carisma desse homem, o carisma desse homem, mas também não tem comprovação científica, que não tem, que não tem comprovação eficaz. Pois essa insanidade aí é do mesmo autor de Bolsonaro Bolsonaro não é uma pessoa como nós. Ele não é uma pessoa, ele é, ele, ele, ele, ele, ele, ele, ele, o Bolsonaro não é uma pessoa normal. O Bolsonaro não é uma pessoa normal.

Ele não é normal, eu falo isso para todo mundo. Ele é diferente. Bolsonaro é um camarada que não é normal. Quero fazer um cumprimento especial para uma pessoa que vai chegar aqui daqui a pouco, que é o nosso presidente Jair Milei. Nosso não, nosso é o caralho. Eu não sou povo desse rapaz. É uma honra para nós recebê-lo nesse palco. Mais do que isso, é uma alegria que o senhor está fazendo pelo povo argentino. Sexo selvagem, louco argentino.

O senhor está devolvendo a esperança, a confiança, a prosperidade ao seu país. Não tem esperança nenhuma, a confiança foi para casa do caralho, e a prosperidade só existe para o pilantra do Milei, para irmã dele. Eles que ficaram prósperos. Está mostrando ao mundo que quando um governo acredita na liberdade, acredita nas pessoas e valoriza quem trabalha, a prosperidade acontece. Novo é diferente, é top, é moderno, e tem gente nova, honesta e liberal.

A jornada que iniciamos hoje vai conduzir Flávio Bolsonaro à presidência da República do Brasil. Não, acho que não. Eu acho que não, tá ligado? O Flávio foi o escolhido pelo seu pai para dar continuidade ao projeto que ele já provou que dá certo. E de novo vão precisar daquele cara de Miami, Chato pra caralho. Valdemar e essas pessoas, vocês têm que entender, nenhuma dessas pessoas queria e querem sequer que o Flávio seja candidato.

É uma boa ideia. Flávio é candidato graças às manobras aqui nos Estados Unidos. Obtuso, arrogante, prepotente. E o endosso do Jair Bolsonaro. Estas pessoas, incluindo Valdemar, tiveram que engolir o Flávio. Valdemar queria o Tarcísio, inclusive tinha mais chance de ganhar. Todo mundo queria alguém que não tivesse o sobrenome Bolsonaro. Por que será? Essa é a dura verdade. A crítica é dura, como o próprio Eduardo falou. Hoje em dia nós somos tóxicos.

Mas vamos interromper brevemente para ir com um bonde. Tem horas em que o debate político deixa de ser sobre convencer alguém e começa a funcionar meio camiseta de banda. Olhando para performance bizarra do Milei e do Rachadinha na convenção, uma fonte infinita de perturbação mental, não fica a menor sombra de dúvida de que a qualidade do argumento pouco importa perto da plateia desses caras. Esse podcast aqui parece até bem lúcido, mais ou menos.

O que importa para essa galera é mostrar de de que lado eles estão. Escuta aí o que que a Alessandra Orofino diz sobre isso. O conteúdo que a gente consome, ele não é só algo que nos informa, ele é algo que nos define publicamente. Esse conteúdo passa a ser parte da nossa identidade social e política, quase como um acessório. Então eu tô compartilhando essa história não porque eu acho que ela é interessante ou que outras pessoas deveriam lê-la, ou porque ela é complexa ou instigante.

Eu tô compartilhando como quem coloca um boné ou um colar, é um acessório na composição da minha identidade pública. E é por isso que tanta discussão na internet é simplesmente impossível, porque não tem ninguém debatendo de verdade nada, só customizando personagem, skin. Se você quiser entender por que a política virou disputa de algoritmo e pertencimento, o Bond tem um convite para você. Na terça-feira, num encontro online, eles vão exibir a primeira aula do curso A Política das Redes, da Alessandra Orofino.

Então vai lá, se inscreve agora, essa é a última chamada, hein? Vai ser no dia 4 de agosto às 20 horas, às 8 horas da noite. O link tá no descritivo aqui do episódio. Onde aprender e mudar as coisas. Vamos seguir com a convenção. Governador Jorginho de Santa Catarina, levanta aí, Jorginho! Bom, Jorginho Melo protagonizou uma das cenas mais didáticas do governo Bolsonaro. O senhor tá apoiando um governo que é fascista e que se demonstrou antidemocrático, mas de mão limpa, né?

Não, nem mão limpa tinha. Para cena ficar ainda melhor, esse primeiro diálogo foi com o Witzel, afinado a Whitney Houston, ex-governador do Rio, que usava mulher de laranja, mas não sem antes mudar a comunhão de bens do casamento, né, de forma discreta. Governador de Santa Catarina, Jorginho Melo, solta essa seguinte declaração: tenho muito orgulho de ser político de um estado com nome de mulher. Vai, vai, vai, que agora vou cumprimentar o Ricardo Nunes.

Uma hora que borra lá até apodrecer. Você gostaria desse esse apoio da ultradireita brasileira? O que que é? Mas o que que é ultradireita? O que que seria ultra? Me admira você, um homem tão inteligente, você não sabe o que é ultradireita? Não tem graça, cara. Cumprimentar o Sérgio Moro, futuro governador do Paraná. E é um grande festival de torta de climão. Torta de climão. Lá atrás o senhor falou que o Flávio Bolsonaro cometeu rachadinha.

Uma ex-assessora do senador Flávio Bolsonaro, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, admitiu ao Ministério Público ter devolvido a maior parte do seu salário para o policial militar aposentado Fabrício Queiroz, apontado como operador do esquema da rachadinha comandado pelo filho do presidente Jair Bolsonaro. Disse que o presidente Bolsonaro tentava defender os filhos, inclusive interferindo na Polícia Federal. Fazer putaria o tempo todo para me atingir, mexendo com a minha família.

Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro, oficialmente, e não consegui. Isso acabou. Eu não vou esperar foder minha família. Toda de sacanagem, ou amigos meus, porque eu não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha que pertence à estrutura? Vai trocar. Se não puder trocar, troca o chefe dele. Não pode trocar o chefe dele? Troca o ministro e ponto final. Não estamos aqui para brincadeira. O governo trabalhou para que o COAF fosse lá para o Ministério da Economia.

Depois teve uma decisão do Supremo que beneficiou lá o filho do presidente, parou uma investigação, foi uma liminar de um dos ministros. O problema é que essa liminar ela parava todas as investigações de lavagem de dinheiro no país. E o presidente não queria que a gente mexesse nisso. O presidente me falou assim: Moro, se você não vai ajudar, não atrapalha. Que maravilha! Depois essa liminar caiu, mas ficou lá uns 4 meses parado os processos por conta lá, porque não podia prejudicar o filho do presidente, que é absurdo.

Maravilha, que maravilha! Quando me foi colocada essa situação: você ou protege o presidente e a família dele de investigação, ou você sai, eu saí. Que beleza! Voltando para o quebra-queixo, do Moro. O senhor mudou de ideia? O senhor acha que ele não cometeu mais rachadinha? Como é que é hoje andar ao lado do Flávio Bolsonaro, que lá atrás o senhor fez crítica? Um beijo para jornalista. Não tem resposta possível para essa pergunta, mas vamos ouvir o Moro.

Olha, Flávio Bolsonaro é o único com potencial para derrotar o Lula. Ou seja, não voltando atrás em nada do que ele disse. O senhor deixou o Ministério da Justiça na gestão de Jair Bolsonaro dizendo que tomou essa decisão porque ele tenha feito interferências na Polícia Federal, pedidos de interferência para proteger o filho Flávio Bolsonaro. O senhor avalia que essas declarações podem desgastá-lo na campanha? O senhor se arrepende do que disse?

E como é que o senhor vai responder quando confrontado com declarações também sobre Valdemar Costa Neto, de que o senhor era muito crítico antigamente, agora estava ao lado dele na filiação? Porque eu sempre vi que o Lula seria trágico para o país, e de fato fazem 4 anos que essa sombra caiu sobre o país e a gente vê um completo retrocesso. É uma hipocrisia generalizada. E hoje, pessoal, fala de Lula, ele não cometeu Hoje quem tá protegendo o filho, impedindo investigação, é o Lula protegendo Lulinha do envolvimento do escândalo roubo dos aposentados.

Ou seja, o famoso: e o PT, hein? E o Lula? Para toda denúncia envolvendo a corrupção do 01, eles vão usar o Lulinha como escudo. Olha essa live do Flávio dias antes da convenção. Ele falou muito brevemente daquelas suspeitíssimas notas que o seu escritório de advocacia passou para empresas ligadas ao Vorcaro. Então, gente, por mais explicações que eu fico dando todos os dias nunca vão ser suficientes, porque eu advogo, inventam alguma coisa pra tentar me atacar como se tivesse algo de ilegal na minha advocacia.

Tadinho, que bapho. Jair Bolsonaro emitiu R$1,5 milhão em 3 notas fiscais pra empresas ligadas à estrutura empresarial de Daniel Vorcaro. 2 dessas notas, cada uma no valor de meio milhão de reais, foram emitidas em favor da Companhia Consultoria e Assessoria S.A. Uma série de indícios apontam, no entanto, que a Companhia é uma empresa de fachada. A Companhia obteve R$58 milhões do Banco Master, tornando-se uma das 10 empresas que mais receberam recursos da instituição financeira de Voo Caro.

Depois que essas duas notas foram canceladas, o escritório de Flávio Bolsonaro emitiu uma terceira, novamente no valor de R$500 mil, mas desta vez em favor da Contábil Correia, o serviço de assessoria jurídica. A Contábil Correia pertence a Rogério Lourenço Novo, que é justamente o atual diretor da Companhia. E olha só que barra! Olha como é que a régua é diferente, gente. Cês tão vendo aí? Cadê o Lulinha? E mesmo ao não ser investigado por nada, nada, por eu ser totalmente ficha limpa, mas fica-se essas narrativas o tempo inteiro pra criar, pra tentar construir uma imagem pra me desumanizar, pra me atacar.

Ainda assim, gente, SUS quebraram meu sigilo, o sigilo do meu escritório de advocacia. Quando era o Moro grampeando o escritório de advocacia inteiro do advogado do Lula, tava tudo bem. O Lula parece ter tentado se vacinar contra o tema com essa declaração aqui, ó. Se o meu filho for acusado de qualquer coisa, ele será tratado como filho de qualquer pessoa. Não haverá nenhum privilégio. Eu jamais pedirei para um delegado, para um juiz não fazer as coisas corretas.

Se for julgado, ele virá para cá. Não tem, não vai ficar escondido não, não vai ficar. Eu não vou utilizar meu cargo para proteger. Ele vai vir para cá, ele vai ter que provar que ele é inocente, como eu provei. Vai ter que provar. E se for culpado, vai pagar o que todo mundo tem que pagar quando erra. Aí, a investigação feita pela PF não teve mudança nenhuma. Ninguém foi derrubado para tentar poupar o Lulinha. O Lula, por exemplo, não fica por aí dizendo: pretendo beneficiar o filho meu, sim, pretendo.

Se eu puder dar um filé mignon pro meu filho, eu dou. E o André Mendonça avançou com a investigação pra cima do Lulinha nessa semana. Provavelmente a gente deve falar disso em algum episódio que vem por aí, já que tá rolando uma disputa entre o Mendonça e a— Recentemente o seu filho ao PL, o senador Sérgio Moro, é uma pessoa que o senhor costumava criticar no passado, teve ali algumas divergências. O senhor superou, mudou de mudou de opinião em relação ao Moro?

Responda, Sérgio Moro. Mudei. Sabe por quê? Tu sabe por quê? Porque nós precisamos dos votos dele. Sabe o que eu vou falar sobre tudo isso? A política é uma coisa maravilhosa, extraordinária. Não é maravilhosa, é extraordinária. Não é isso? É bem isso. O Moro faz campanha para o Flávio apesar do Flávio, e o Valdemar aceita o Moro apesar do Moro. E vamos voltar para o diabo da convenção. O Antônio Marcos Rogério, cadê o Marcos Rogério?

Marco, Marco, Marco Rogério, nosso futuro governador. Deus me livre. É com enorme orgulho que declaro aberta a convenção nacional do Partido Liberal, que vai eleger Flávio Bolsonaro presidente do Brasil. Alô, porra, de novo! Alô, alô, alô, alô, alô, alô, alô, caiu ali. Insuportável! Se olhar direitinho na Convenção de Genebra, dá para enquadrar o DJ e o louco todos no inferno por crime de tortura. Meu Deus, chegou, chegou, chegou, chegou, já deu, chega, chegou, chegou o filho da esperança, caralho!

Aquele que representa o resgate da dignidade do Brasil, rapaz. Ser provocação, Cristiano. Toma no cu! Eu já ficava puto com o jingle anterior do Flávio. É Flávio Bolsonaro senador, é hora de mudar a história e eleger senador aquele que defende a liberdade e luta contra a corrupção. Porra, vai tomar no cu, porra! Vamos receber Flávio! Flávio! Flávio! Flávio! Flávio! Flávio, que não esquece de ninguém. Bolsonaro, Flávio, Flávio, o capitão!

E o Flávio tinha um quê de Collor? Bolsonaro, Bolsonaro, Bolsonaro! O Flávio com aquela cara de babaca dele, batendo no peito e falando: vamos, vamos! Irmão desse aqui, ó, e esse aqui, irmão desse aqui. Flávio gesticulava nervosamente com os braços. E enquanto o cigano Igor do Senado Federal andava em direção à plateia, afetando alguma empolgação, várias pessoas seguiam atrás dele filmando. E uma dessas pessoas era apenas e tão somente Frederico Wassef.

Jamais escondi Queiroz. Queiroz não estava escondido. O cara mete uma dessa. Para piorar, o Wassef filmava com dois celulares ao mesmo tempo, os dois em pé, com ângulos muito próximos. Qual o sentido disso? Se fosse um em pé e um deitado, pelo menos até faria sentido para mídias diferentes, mas não. E aí, num certo momento, Flávio recua, os demais cinegrafistas amadores recuam junto e fica o Wassef sozinho na frente, de costas para plateia, filmando Flávio.

E um dos celulares parece mostrar uma chamada de WhatsApp. Alguém investiga isso, por favor! Mas o recado foi passado em alto e bom som. A família é claramente refém do Wassef. E no palco estavam figuras como Sóstenes Cavalcanti, muito risonho, Jorge Seife, Ivan Ratten. E aí, do nada, Deus, Pátria, Família e Liberdade. Obrigado, meu Deus, por esse momento. Pois é, e tinha muito mais gente no palco do que antes, muito mais. E depois de muitos minutos, o Flávio se coloca no centro do palco, do lado da esposa.

E se a campanha tá trágica pro Flávio, faltam adjetivos à altura pra sua esposa. Nós vamos fazer agora 22 22 segundos de silêncio absoluto, absoluto, absoluto, e vocês vão entender o porquê. Absoluto não foi. Caralho, velho! Mas aí, 22 segundos depois: é isso que querem fazer com a direita do Brasil. Ah, vá te a merda, cara. Porra, puta que pariu. Ministra da Mulher, Família e também dos Direitos Humanos, Damares Alves, convocou uma coletiva de imprensa no final da tarde de hoje e ficou em silêncio.

É isso que querem fazer com a direita do Brasil, mas não vão conseguir. Aonde tem as cores do Brasil, teu cu. Aonde tem um membro, teu cu. Calma, calma, calma, relaxa. Aonde tem um membro da família Bolsonaro, na casa do Jair sempre vai ter um. Chegou o fim de semana, todo Todo mundo vai sair, só não vai Jair, só não vai Jair. Aonde tem a direita do Brasil, Flávio, tem hino nacional brasileiro. Hino nacional. Legal. E no hino, Magno Malta tava do ladinho do Flávio.

E nada do louco todos inferno mandar o Magno Malta. Que manhã, hein, Flávio? Que manhã especial! Até os seus olhos estão brilhando mais hoje, viu? Não pensa que eu tô apaixonado por você não, que você tá aqui ao lado da sua esposa. Olhos brilhantes. Mas se o Flávio se importa com a esposa, certos vídeos não viram à tona. Mas tem um cara que tá do outro lado do oceano que gravou uma mensagem para você. A vontade dele, o sonho dele era estar aqui ao seu lado, ao lado da nação brasileira, do outro lado do oceano, hein?

Mas ele agora vai entrar ali do outro lado do oceano para trazer uma mensagem para você. E quem seria essa pessoa tão importante? Sem imagem fica difícil, mas quem tá falando aí num áudio merda é o Eduardo, Eduardo lá do Texas, da casa dele, com aquele cenário escroto habitual. O pessoal que tava lá na convenção ouviu, mas quem tava online só via a cara de babaca do Eduardo e um áudio vazado sofrível. Aí depois de 1 minuto e meio, não sei se dá para entender o que ele falou, mas ele falou: e ainda assim, ainda que tenha gente dentro da própria direita que embarcou numa falsa narrativa, pois aí era para ser algo de união, desunindo, Fica difícil, mas o Eduardo não consegue.

Ele, apesar de ter feito 40 anos de idade agora, né, ele não é tão maduro assim, vamos assim dizer, talhado para política. O áudio da transmissão continuava só o vazado. E ele diz: para aqueles que estão estressados e já desistindo, esse pequeno percurso que veio até aqui para garantir essa candidatura. Pô, estressante é o cuidado sonoro dessa desgraça. Até que finalmente conserta um problema. Todo dia estressante, porque assim como o Melei falava, né, eu não vim aqui para conduzir a cordeiros, eu vim aqui para despertar leões.

Eu não me meti aqui, não grita aqui não, calma, não grita, seja educado. Para estar guiando cordeiros, falar com autoridade não significa gritar. Eu me meti aqui para despertar leões. Eu sou ele. E a gente vai fazer essa onda azul da América Latina chegar aqui no nosso Brasil também. Posso contar com vocês? Eu tô distante, eu queria estar aí, mas não pode. A primeira turma do Supremo condenou o ex-deputado Eduardo Bolsonaro do PL a 4 anos e 2 meses de prisão em regime semiaberto.

É Flávio Bolsonaro agora em outubro. E ano que vem, Milei já tá convidado para posse. Um abraço a todos vocês, fiquem com Deus. Muito legal, muito bacana. Vou pedir quem tá com cadeira, cadeira, cadeira, cadeira, quem tá com cadeira, cadeira, parece que é cadeira, mas não é não, é o Aquababe. Quem tá com cadeira, vai dar terna. Bom, mas aí o coordenador da campanha, o senador Rogério Marinho, é ao palco. Bom dia, Brasil! Irmão, bom dia ao caralho, parceiro!

Bom dia, Brasil! Bom dia ao caralho, porque aqui estão os verdadeiros brasileiros. Teu cu! Você diz que é patriota? Vem fodendo! Patriotas fajutíssimos, hein? Se houver o cenário de terra arrasada, pelo menos eu estarei vingado desses ditadores de toga. E olha como eles tropeçam nas próprias palavras. Nos acusam de radicais porque defendemos a vida vida desde a sua concepção, desde a sua concepção. Problema de cor, sacanagem. Nos acusam de radicais porque defendemos o direito de propriedade.

Não é verdade, não é verdade. Nos acusam de radicais porque nós radicalizamos a defesa de valores que inspiram a sociedade brasileira. Porra nenhuma, rapaz! É verdade. Não, não é. Pois é, nos acusam de radicais porque nós É tipo isso aí. E tava todo mundo muito doido. Seu coração, espero que esteja em dia. Brasil, Brasil, Brasil. E morreu. Seu coração, espero que esteja em dia. Teu cu, teu cu, teu cu. Chega, porra! O louco todos inferno não dá, não dá.

Carlos sempre teve um lugarzinho especial, Instituto de Saúde Mental. Pouco falava, às vezes com aquele olhar terno que todos vocês têm. Pega aí, qual é? Aí não. Quem pensa na família Bolsonaro logo pensa nos mais ternos olhares. Para você e para o Brasil, vamos ouvir Carlos Bolsonaro. E Carlos ainda é pouco. Eu Reconheço o pai e marido dedicado que tu és. Que tu és? Fala direito, porra. Aparentemente, né, tem alguns elementos voando por aí, depondo pelo contrário.

Tem o vídeo, famoso vídeo, que deve ser a próxima coisa que vai vazar do Flávio Bolsonaro. Sairá um vídeo do Flávio traindo a mulher. Não vai ser suruba, sexo, vai estar traindo com beijinho. Obrigado, meu Deus! Pois é, pelo menos até o momento nossas retinas serão poupadas de coisa pior. Ele está traindo a mulher como autoridade da República. Ok, ok. Os ouvintes mais atentos bem sabem que o Flávio já avisou o PL que quando o vídeo vier à tona, ele vai gravar um vídeo ao lado da esposa dizendo que águas passadas não movem moinhos.

E aí provavelmente a esposa vai pedir pra gente fazer que nem ela e confiar no Flávio. Não! Volta o Carlos. Ajudamos a dar corpo ao movimento de resgate da direita no Brasil. Esse movimento cresceu e elegeu o presidente da República. Não porque somos bons. Não porque somos bons. É óbvio! Deus escolheu as coisas loucas. Conte comigo sempre, querido Prime. Querido Prime. Querido Prime. Eu fiquei uns bons minutos pensando nisso, porque a transcrição automática disse querido Brian, e a transcrição do Poder 360 também dizia a mesma coisa, querido Brian.

Isso não faz o menor sentido. Como ele é o 01, o primogênito, eu acho que ele falou querido Prime. Ah, muito bom, hein? Por fim, eu não posso deixar de falar o que nosso pai sempre diz usando quando o seu coração está cheio. É isso aí, realmente já deve ser um acidente vascular cerebral, alguma coisa assim. Pô, Deus, pátria, família e liberdade. Grande abraço para você, guerreirinho. Pô, e o louco Todos Infernos tava precisando de um dardo tranquilizante, hein?

O meu, o seu, o nosso senador André, André, André, André, André, André no pleno. Pô, e olha a diferença de animação disso para— Vamos ouvir Carlos Bolsonaro. Achei pouco empolgado. Mas voltando pro André do Prado, reza a lenda que o Jair teve uma crise nervosa ao saber da candidatura do André do Prado, arquitetada pelo Eduardo com o Valdemar em troca de verba do PL. E quem se fodeu nessa e perdeu a candidatura foi o Mário Frias.

Você é um fela, um fela, um tadala fela você. Boa tarde a todos! Tá fraco, tá fraco. Boa tarde! Vamos levantar essa energia porque— Por quê? Porque tá uma Não sabe uma merda. Continuando. Ricardo, Ricardo, Ricardo Nunes. E a gente vai ignorar. Mas o Ricardo Nunes chamou a esposa e eu vou chamar agora a surpresa. Está tudo pronto aqui que nós vamos colocar no telão a surpresa. Olha só quem está dando Desejando as bênçãos a Flávio Bolsonaro, o próximo presidente.

Paulinho Gogó, Planeta Azul, Alexandre Frota. Bom dia, mulheres e homens de bem do nosso Brasil. Bom dia a todos, menos pra primeira-dama. Pois é, ela mesma. Michele, a madrasta. As definições de madrasta ruim foram atualizadas ontem com um vídeo de uma meia hora sentando pau. E aqui a gente precisa interromper a convenção do PL. Obrigado, meu bom Deus! Para falar um pouquinho dessa reconciliação aí entre Michele e Flávio, vocês lembram disso aqui, né?

Lideranças do PL relataram que Michele Bolsonaro tem colocado uma condição para entrar na campanha de Flávio Bolsonaro. A ex-primeira-dama quer um gesto público dos filhos do ex-presidente com um pedido de desculpas. Bom, aí eu quero mais uma vez me dirigir a Michele. Algumas horas depois da postagem, ele retornou ligação, mas sinceramente, para falar o que ele me falou, vai atender o camarada que eu não posso admitir que seja da Teleste.

Seria melhor se ele não tivesse ligado. Não dá para continuar, tá passando mal. Ele foi muito ríspido, desrespeitou e me maltratou ao telefone. E eu não tinha feito nada contra ele. Mais ou menos com a covardia que fizeram com meu pai. Eu sou favorável à tortura, tu sabe disso. Ela tem a responsabilidade de cuidar dele no dia a dia. A minha vida aqui é uma desgraça, é problema o tempo o tempo todo. Todo mundo sabe que hoje até nós, os filhos, a gente tá proibido de ver o próprio pai.

Você é maluco? É que aumenta ainda mais a importância dela e ela precisa ser reconhecida e respeitada também por isso. Bom, dos 5 filhos do Jair, é filho para caramba, são 5. 4 teoricamente podem vê-lo: o Flávio, mais ou menos, o Carlos. Quem foi meu marqueteiro? Foi o Carlos Bolsonaro. 04, prefiro morrer tossindo que morrer transando. E a Laura, a minha Minha filha de 11 anos não será vacinada. Acontece, gente, que o pai tá preso, porra.

Então não é sempre que eles podem ver o pai, sabe como é que é? Normal, né, gente? Dia de visita, hora restrita, etc. e tal. O Eduardo não pode voltar para o Brasil porque seria preso. E tem um bom motivo para o Flávio não ver o pai: ele tava vedado de comunicação externa. Mas carta de foro íntimo, por exemplo, ele pode mandar. Aí ele manda uma carta ao povo brasileiro e o Flávio vai e divulga. Tu é burro, cara? E o objetivo é esse aqui, né?

Já em marcha o plano B do bolsonarismo, que é o golpe. E como é que seria isso? Testar, estressar ao máximo a Justiça Eleitoral, para a Justiça Eleitoral dar o máximo de decisões para lá na frente ser usada como argumento de que as eleições não foram limpas porque houve interferência da Justiça Eleitoral. Como eles não vão descobrir nada das urnas, o que eles vão alegar é que não houve paridade de armas entre Lula e Flávio Bolsonaro, porque a Justiça Eleitoral emitiu uma série de decisões que limitaram a campanha do Flávio Bolsonaro, como por exemplo um vídeo em que estava claramente dizendo que era inteligência artificial e que transmitia uma mensagem verdadeira.

E veja o que que a Justiça fez. E aí, se o STF entrar, vai ser pior ainda, vai dar mais argumento para ele. Esse é o B do Flávio Bolsonaro, do bolsonarismo, já está em marcha: estressar a justiça eleitoral. Quanto mais perder na justiça eleitoral, melhor. Se o STF entrar para revisar a decisão do TSE, é a glória, porque eles vão dizer: a eleição não foi limpa. Mas volta, nunca é demais lembrar que nesse momento e até o final da eleição só a Michele Bolsonaro tem acesso ao Jair Bolsonaro.

Ele coloca como se fosse uma coisa boa, mas eu acho que é tipo uma maldição. Portanto, não há mais o ex-presidente da República escrever um bilhete, mandar algum tipo de mensagem, é um montão de amontoado de muita coisa escrita, ou algum recado que não passe pela Michele. O meu marido inelegível e humilhado. Ele pode até mandar algum recado por meio dos seus advogados, isso não inclui o Flávio Bolsonaro, mas não vai ter assinatura, não vai ter fotografia, não vai ter nada disso.

Nem que não tem, nem que tem. Portanto, a Michele Bolsonaro, além da importância política política dela entre o eleitorado feminino, entre o eleitorado evangélico, ela também tem o monopólio da interlocução com o ex-presidente da República, Flávio Bolsonaro, que também já se manifestou. Ele fez um post para falar sobre o pai. Ele diz: fica firme, pai, não vão nos calar. Ah, você quer me calar? Então ela joga um papel importantíssimo para o desespero do Flávio.

O momento é difícil para todo mundo. Esta família é muito unida. Que a gente tá passando por um dos momentos mais difíceis da nossa vida, né? Não sei como é que vai ser daqui para frente, como é que isso tudo vai acabar, mas tá na mão de Deus aí. Ninguém é perfeito, ninguém é perfeito. Eu não errei nenhuma. De novo, não errei nenhuma. De novo, não errei nenhuma. De novo, eu não errei nenhuma. De novo, eu não errei nenhuma. De novo, eu não errei nenhuma, zero.

Eu não sou perfeito, eu não sou perfeito. Essa é a maior certeza da minha vida. E mais uma vez peço desculpas por alguns momentos que causaram desconforto. Teve diarreia na hora. Note-se as palavras, hein, um famoso Peço desculpas a quem se sentiu ofendido. Como somos pessoas públicas, isso acaba sendo explorado pelos nossos opositores. Nunca foi minha intenção desrespeitar ninguém, ainda mais a esposa do meu pai. De novo, não é um pedido de desculpa.

Se eu ofendi alguém, não foi minha intenção, etc. e tal. Também faço o pedido aqui à nossa militância. Mas o que que é ultradireita? Ele é de extrema-direita. Pra gente olhar pra frente nesse momento, por favor, não vamos transformar essa situação em mais motivos de ataques que podem serão explorados contra nós mesmos. Vamos evitar qualquer divisão. Ou seja, não pediu desculpa nenhuma, ainda acusou a Michelle de ficar desunindo, agredindo.

Mas olha a Revista Oeste logo depois da convenção. Eu já dei uma olhadinha rápida aqui no X e eu já vi que a militância infelizmente continua bastante hostil à Michelle. Pode ser que daqui alguns minutos, algumas horas, a militância já deu uma acalmada nessa hostilidade. Vamos aguardar. Agora é o dar tempo ao tempo, pessoal digerir a informação que ainda é muito nova. Volta para o Flávio. Então, Michele, renova aqui o convite para caminharmos juntos na missão de defender o Brasil e honrar o nosso maior líder, que é Jair Messias Bolsonaro, que enfrenta um momento extremamente difícil que exige de todos nós.

Todos nós, mas mais a Michele do que você, né, Flávio? Olha só o que que o momento exige: desprendimento, humildade, coragem e espírito de união para honrar o seu legado. Aí, ó, olha só, as portas estão abertas. Não sou eu que vou te buscar, não, você que deve vir a mim. O Brasil precisa de todos aqueles que desejam contribuir para o seu futuro. Se você não vem, é porque você quer que o Brasil se foda. Deus nos abençoe. Esse pronunciamento era para o Flávio ter feito lá atrás, mas o cara demorou meses e levou algumas horas para ser convencido disso.

Presidente do PL, Valdemar Costa Neto, teria feito uma reunião com Flávio Bolsonaro, ficaram ali 4 horas a portas fechadas. E aí, depois dessa essa reunião com Valdemar Costa Neto, Flávio Bolsonaro publica esse vídeo hoje, quinta-feira. Lembrando que o Carlos e o Eduardo não queriam que o Flávio cedesse, e parece que coube a Celina Leão, governadora do DF, costurar isso com a Michelle. Aí, a Celina só é governadora porque o Ibanez renunciou, mas não por causa do escândalo do BRB que vai foder o governo do DF por anos e anos, mas porque ele quer sair candidato ao Senado.

Sabe como é que é, né? O Ibanez precisa de muita imunidade. Mas antes de continuar, um recadinho. Ei você! Sim, você mesmo! Senta na mesa e lute contra a ditadura militar brasileira no Censura, o novo jogo de cartas do História em Meia Hora e da Tijolo Estúdio. Entre 1964 até 85, a censura tentou calar artistas, jornais, estudantes, movimentos sociais e opositores políticos. Mas a resistência ocupou as ruas, as urnas, os palcos, as músicas e, claro, a organização popular.

No jogo Censura, você joga com 2 até 4 jogadores e juntos vocês seguem a linha do tempo do tempo lutando contra os malditos milicos. Pois é, o jogo Censura inclui uma expansão do— como é que chama, gente, o podcast dos caras? Medo e Delírio. O jogo tá ficando muito foda e para apoiar e já garantir o seu, vai lá no apoia.se/censura. Agora vamos seguir, vamos seguir. Michele Bolsonaro curtiu o vídeo publicado pelo enteado nas redes sociais, mas só um like seria esculacho, né?

Depois que deixei o PL mulher, me recolhi e tentei me afastar das articulações e da cena política. Flávio, eu assisti o seu vídeo e recebi as suas palavras com muita paz. Tava inclusive com uma pá nas mãos. Eu quero te agradecer por sua sinceridade. Você sabe o quanto a verdade é importante para mim. São todos falsos. Todos nós cometemos erros, alguns mais que outros, né? Isso é humano. E o seu gesto de vir a público para para pedir desculpas tem muito valor.

Não importa se você pediu desculpa de fato, eu vou me comportar como se você tivesse. Poucos homens teriam coragem de fazer isso. Eu sei que os dias não estão fáceis para nós, para as nossas famílias e para milhões de brasileiros que esperam por dias melhores. Para cumprirmos grandes missões, o nosso coração precisa estar limpo e livre para que novas histórias sejam construídas. Uma cebola de subtexto. Por isso, aceito o seu pedido.

Eu te desculpo. Seu merda! Vamos sentar, vamos sentar, vamos sentar, vamos sentar, vamos sentar, vamos sentar, vamos sentar, vamos sentar, vamos sentar, sentar, sentar, sentar na mesa. Legal. Vamos sentar, vamos conversar, ajustar os detalhes e juntos vamos reunir um grande exército de pessoas de bem para resgatarmos o nosso Brasil. O nosso exército é o Verde Oliva e é vocês também. Façamos isso pelo nosso maior líder, Jair Bolsonaro.

Eca! Por essas famílias brasileiras que eu encontrei enquanto percorri o país instalando o PL Mulher. E por um Brasil que precisa de gente de pé, não de gente dividida. Que delícia! O Adamares e o Rogério Marinho também estariam envolvidos nesse armistício aí. Bora pro Rafael Moraes Moura, no dia 24, no Globo. Foi uma luta de mais de uma semana, resumiu um dos atores envolvidos no cessar-fogo. A Celina convenceu a Michelle a concordar com a gravação do vídeo e passou o que era para o Flávio fazer.

Aí entrou a turma mais próxima do Flávio, principalmente o Valdemar, e convenceu o Flávio a gravar esse vídeo. Depois do desfecho, um interlocutor de Flávio chegou a brincar que a governadora do DF merece o Prêmio Nobel da Paz. Não, e não foram só desculpas que o Flávio enviou para a Michele, né? Ela não precisa dele, mas ele precisa desesperadamente dela. Bora com a Luiza Marzullo no dia 28 no Globo. Com a possibilidade cada vez maior de o PL lançar uma chapa pura na disputa presidencial, a deputada federal Priscila Costa do PL, uma das principais aliadas de Michele Bolsonaro, ganhou força nos bastidores para ocupar a vaga de vice de Flávio Vocês lembram dessa Priscila, né?

Foi um dos estopins para briga lá no Ceará. Michelle queria, dentre outras coisas, que a Priscila fosse candidata ao Senado. O André Fernandes não podia se candidatar, e aí ia colocar o pai dele. Aí a Michelle sugeriu que o pai do André Fernandes abrisse mão da própria candidatura. Eu não sei se alguém faz isso, mas o meu jeito de depilar a cueca é da seguinte forma. Humilhante, presidente, é se tornar deputado ensinando na internet fazer depilação íntima.

Pois é, o André Fernandes quer eleger o pai senador e o Ciro Gomes governador. Era melhor ter voltado para Harvard, hein, Ciro? Acabo de receber a notícia, muito feliz e profundamente honrado, de que a convenção estadual do PL acaba de homologar o apoio do partido à nossa candidatura ao governo do estado do Ceará. Bora, Bolsonaro criminoso! Bom, só para explicar, a Priscila era vereadora de Fortaleza e agora é deputada federal porque era primeira suplente.

Eu não venho ao caso agora. Muita gente deve lembrar dela como vereadora, a gente citou ela aqui como deputada. Então, só para explicar, uma volta para Luísa Marzullo no Globo. Nesse cenário, Priscila passou a reunir apoios em diferentes alas do partido. Além da proximidade com Michele, pesa a avaliação de que ela reúne atributos considerados estratégicos para campanha. É nordestina, evangélica, mãe, foi a vereadora mais votada de Fortaleza em 2024 e tem boa interlocução com a Assembleia de Deus.

O parlamentar também foi responsável por aproximar Flávio de lideranças da denominação, organizando encontros do senador com pastores da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, segmento considerado prioritário pela campanha. A defesa de Michele por Priscila também está diretamente ligada à crise que afastou a ex-primeira-dama e Flávio nas últimas semanas. Michele defendia que a aliada disputasse o Senado pelo Ceará, mas acabou derrotada nas negociações internas do PL, que optou por apoiar a candidatura de Ciro Gomes, do PSDB, ao governo do estado.

O episódio desencadeou o rompimento entre a madrasta e o enteado e levou Michele a fazer críticas públicas à condução das articulações do partido. Bom, a Michele gravou um vídeo e teve um preço. E dado que o grupo que apoia o Ciro venceu a disputa no Ceará e a Priscila atende realmente todos os requisitos para ser vice, é uma opção. A Tereza Cristina, ex-ministra ministra da Agricultura do Bolsonaro, ao que parece não vai ser, porque o Progressistas, o partido dela, o PP, né, que tá em federação com União Brasil, muito criativamente denominada de União Progressista, de progressista não tem porra nenhuma, anunciou neutralidade na eleição.

Pois é, o PP do Ciro Nogueira. Aí lá numa parte tem um bastidor maravilhoso do Eduardo Bolsonaro explicando o caos da escolha de vice em 2018. Mas vamos voltar para o vídeo da Michele, no caso o segundo vídeo, né, o que tava sendo exibido lá na convenção. Meu galego não pode estar com vocês. Muito chato! Eu também não posso porque estou em casa cuidando dele. Meu galego insuportável! E chega de discurso da Michelle. Mas era isso aqui que vai seguir, que a Oeste dizia antes.

Agora, Ludmilla, vamos ver, porque mais do que palavras são importantes os gestos. Vamos ver se Michelle Bolsonaro vai comparecer à convenção do PL no próximo sábado, dia 25 de julho, para selar essa paz de vez com o senador Flávio Bolsonaro. Bom, o vídeo dela não deixa dúvidas, ela não trouxe nenhuma dubiedade no que ela tá dizendo, ela foi bem objetiva. E pelo que deu para entender, ela vai entrar sim de cabeça na campanha do Flávio.

Entrou de cabeça, mas entrou de cabeça remotamente, bem longe da convenção, e com a desculpa de que precisa ficar cuidando do Bolsonaro. Pô, não fode, porra! Vivemos uma guerra de ideias e de que também tem uma dimensão espiritual. Nós entendemos que hoje nós estamos vivendo uma guerra espiritual, é o bem contra o mal. Essa é uma guerra espiritual. A gente sabe de todas as vinculações demoníacas que o lado de lá tem. Já vencemos algumas batalhas.

É uma batalha espiritual, é uma luta espiritual. E também enfrentamos derrotas, mas não desistiremos, não recuaremos, porque Deus está conosco. Não parece, Senhor, não Não cai um fio da nossa cabeça e uma folha de uma árvore sem a sua permissão. Luiz Inácio Lula da Silva está eleito presidente da República. E a Michele não é só cruel com o Bolsonaro não, hein? Flávio, que Deus abençoe e proteja a sua candidatura, que ele te dê sabedoria, coragem e força a você e a sua família para cumprir esta missão.

Presta atenção que isso aqui é importante. Com a lealdade e a verdade que o que o nosso povo merece. Cruel, muito cruel. Os filhos do Eduard gravaram uma mensagem especial para o tio Flávio. Segura aí. Tô com muita saudade. Você vai ser presidente do Brasil. Eu vou voltar para o Brasil. Isso aí, Flávio do lado da esposa levando lenço aos olhos para secar as lágrimas. Valdemar com o juízo de ponta a ponta do lado. Mas sempre lembrando que quem afastou as filhas da família foi o próprio Eduardo.

A mulher dele pode voltar com os filhos, sim. O problema é só com Eduardo. A família do Eduardo não tem nada a ver com isso, e eles têm dinheiro. A esposa e os filhos podem viajar para os Estados Unidos a hora que quiserem para visitar ele. A olhar nos olhos de cada um de vocês, o homem que enfrentou o cartel da Cracolândia. O Sonoplasta se dedica, hein? Isso aí ninguém pode negar. Ele tá falando Tarcísio. O Tarcísio falou em seguida, e a gente vai poupar vocês do locutor dos infernos.

O rapaz tava com a garganta lubrificada. Bom, já tinha passado do meio-dia aí, então eu quero ouvir o maior bom dia da vida de vocês, ou boa tarde, pode ser, pode ser. Maravilhoso, o cara foi corrigido pela plateia. Agora eu quero que vocês prestem atenção. Presta atenção, o Tuque não tava ligado na hora, pô. Eu sei que dói saber que o nosso presidente Bolsonaro não tá com a gente aqui. Não, não, Flávio tá aqui não pelo sobrenome.

Repito, Flávio tá aqui não pelo sobrenome. Diz aí, senhor Valdemar. Flávio não tava preparado para ser candidato, então ele foi escolhido pelo Bolsonaro e ele não tinha, não tinha feito uma estrutura, não tinha feito um trabalho antes para ser candidato à presidência da República. Legal. O Flávio não ia ser nem vereador se não fosse filho do Bolsonaro. Fiquei muito feliz de ver aqui a a Rogéria, a mãe do Flávio, e dizer, Flávio, que família é projeto de Deus.

Aí vocês têm que se decidir, rapaz. É só família que é projeto de Deus ou é qualquer coisa que acontece no mundo é projeto de Deus? A gente aqui do lado de fora fica sem entender. Foi Deus, por exemplo, que mandou o Flávio para festa do Vorcaro? Eu quero saber quem é o responsável. Repitam comigo: família é projeto de Deus. Se querem que eu acolha isso, apresente uma emenda à Constituição e modifique o artigo 226, que lá tá escrito que família é homem e mulher.

Mesmo mudando isso, como não dá pra emendar a Bíblia, eu vou continuar acreditando na família tradicional. O Tarcísio fala do Milei e olha o que ele tá fazendo lá. Merda! E olha o que ele tá fazendo lá. Sexo selvagem no cu da Argentina. Ajustes duros, duros, que proporcionaram vitória. Porra, ajustes duros é um eufemismo, né? E proporcionaram vitória pra quem? A inflação era 200% ao ano, a inflação hoje é menos de 2% ao mês. E bora perder um tempo explicando isso aí.

Bora com o Ken Sinor no dia 1º de abril no The Conversation. Como economista político que acompanha a história cíclica das crises econômicas na Argentina, vejo um cenário muito mais sombrio se desenrolando, pois a queda da inflação certamente não representa uma vitória da produtividade argentina. Ela é o produto de um colapso deliberado e cuidadosamente provocado dos salários da população. Não só dos salários, mas do próprio Estado.

Milley não consertou o motor da economia argentina, ele simplesmente o desligou. Desde que assumiu o cargo em 2023, a produção industrial do país despencou, com mais de 2 mil empresas fechando as portas e 73 mil postos de trabalho perdidos. No setor automotivo, as fábricas operam com apenas 24% de sua capacidade. Esses não são apenas números frios. Pois é, se o Milei tá operando milagres e por conta disso a inflação caiu— não foi— por que que haveria tanta capacidade ociosa?

Salários em termos reais foram tão duramente esmagados que a demanda por produtos argentinos praticamente evaporou. Se uma indústria utiliza apenas um terço de sua capacidade porque ninguém consegue comprar seus produtos, uma cagada, ela perde a capacidade de aumentar os preços e a inflação deixa de subir. Ficou fácil, né? Ao reduzir drasticamente a demanda, Milei não resolveu o problema da inflação, não, cara, simplesmente eliminou parte das peças do quebra-cabeça, tornando a população pobre demais para participar da economia argentina.

Além disso, o medo do desemprego em massa faz com que os trabalhadores não tenham alternativa senão aceitar uma fatia cada vez cada vez menor da riqueza produzida pelo país. O desemprego é necessário para reduzir o valor da mão de obra, para disciplinar a classe trabalhadora, para submeter ela a movimentos mais restritos de trabalho, a regimes mais exploratórios, ao desespero. Isso é projeto Exército Industrial de Reserva. Mais uma vez, os baixos salários funcionam como um freio à alta dos preços.

Assim, a suposta vitória sobre a inflação é na realidade a institucionalização realização de salários mais baixos e de um padrão de vida inferior para a maior parte da população. A inflação não foi domada por uma economia mais eficiente, ela foi submetida pela fome. E o que mais vai ter é cretino usando o Milei como exemplo. Classe dominante ruim, ranzinza, azeda, medíocre, cobiçosa, que não deixa o país ir para frente. E o Milei não pode ser exemplo de porra nenhuma, pelo amor de Deus.

Ainda assim, de forma notável, o milagre de Milei já está sendo embalado para exportação. Olha a merda dos cortes fiscais radicais propostos por Trump nos Estados Unidos, as plataformas nacionalistas de Orbán na Hungria e do partido Vox na Espanha. Milei e seu modelo vem sendo apresentados como um projeto a ser seguido por outras economias que enfrentam inflação. É o caralho! Argentina de Milei não é um modelo deveria ser seguido.

Não é um alerta sobre o que acontece quando a cura para inflação é mais letal do que a própria doença. Esse nível de compressão dos salários é um duro lembrete da crise econômica argentina de 2001, um período de colapso do Estado, moratória da dívida soberana, congelamento de depósitos bancários e desemprego de 20%, que deixaram uma cicatriz permanente na memória nacional. Ter ultrapassado hoje aquele nível de compressão salarial é uma condenação contundente da estratégia de Milei.

Mas enquanto a crise de 2001 foi um colapso repentino do sistema monetário, a realidade de 2026 é a de uma asfixia lenta e institucionalizada. A questão para os próximos anos é como um modelo como esse poderá ser sustentado. Milei deixou o país sem instrumentos de política econômica capazes de promover uma recuperação recuperação real. O paciente estava respirando por aparelhos e aí o anarcocapitalista Milei achou que era uma boa ideia desligar os aparelhos.

Morreu, desculpa. O paciente está lá se debatendo numa desesperada busca por oxigênio e o Milei falando: mira, está recuperando os movimentos. Teu cu isso aí, teu cu. Volta para o Tarcísio: quem não cuida das contas não consegue cuidar das pessoas. Pois é, o governo do qual o Tarcísio fez parte, e não marginalmente, ele foi uma parte muito importante daquele governo, não incluiu o aumento do Bolsa Família no orçamento de 2023.

Deixa o cara se foder, pô! Diz aí, Flávio. O programa virou um direito adquirido do povo brasileiro. Ninguém tem o direito de tocar ou de acabar com esse programa. Qualquer país do mundo, ele tem um programa para pessoas de baixa renda que têm dificuldade alimentar. Diz aí, Bolsonaro. O candidato fez críticas ao Bolsa Família. É preciso inverter a lógica em torno do Bolsa sua família como voto de cabresto. Muita gente, repito, necessitava até disso daí, mas a outra parte não, porque não era também estimulada a sair desse tipo de condução coercitiva, vamos assim dizer.

O Tarcísio jura que o Jair cuidava das pessoas. Vai morrer alguns inocentes, tudo bem. Tinha que matar é mais. A minha especialidade é matar. O governo que tanto cuidava das pessoas estava defendendo imunidade de Então a ideia de imunidade de rebanho foi uma ideia lá difundida lá logo no início, dizendo, olha, não se falou em barreira sanitária, testagem em massa, vacina, nada disso. E cada um que cuidasse dos seus idosos no nível individual.

É a família dele tem que cuidar dele em primeiro lugar, rapaz. O povo tem que deixar e deixar tudo nas costas do poder público. Todo sofrimento do Bolsonaro para fazer a diferença. O empenho do Bolsonaro em lutar contra um sistema podre, um sistema corrupto. Nessa hora aí, um desconcertado Flávio, que tava do lado do Tarcísio não sabia muito bem o que fazer. Aí ele dá coçadinha no nariz. Olha o que tá acontecendo em São Paulo.

Aí o Tarcísio segue falando das contas, da reforma administrativa, dos investimentos, do programa de habitação, falou do metrô, saneamento, mas de privatização nada. Por que será? A privatização dos serviços públicos se tornou um tema incontornável da agenda eleitoral no Estado de São Paulo. Quando o problema era falta de luz, o Tarcísio de Freitas culpava as árvores, a Enel, o governo Federal. Quando reparos da Sabesp começaram a resultar em explosões, vagões de trens viraram sucursais do inferno, aí o governador precisa enxergar um culpado no reflexo do espelho.

Há 3 dias essa concessionária Trivia Trens assumiu a operação de 3 linhas que antes eram operadas pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, a CPTM. E desde então a empresa tá infernizando a rotina de alguma coisa em torno de 1 milhão de passageiros que passam diariamente por isso, pelos vagões que deveriam ser administrados com maior eficiência. Em tese era isso que ia acontecer. E nessa quinta-feira a encrenca evoluiu para o caos: o incêndio, falta de luz, interrupção do serviço.

O perfil do Haddad postou um belo vídeo sobre, vai fazer sucesso na campanha. Nós vamos fazer a ferrovia renascer no Estado de São Paulo. Tá pegando fogo, o trem tá pegando fogo nesse momento. A gente vai fazer o Paulista voltar a andar de E o povo tá tendo que passar, andar uma hora e meia de caminhada. Mas imagine uma senhora de idade tendo que caminhar tudo isso, não consegue, não tem fôlego para isso. É revoltante essa situação.

O que que tá por vir agora? Concessão das linhas 11, 12, 13, trazendo conforto. Que a nova empresa assumiu tem 3 dias e agora já tá enfrentando esse problema e um verdadeiro caos. O maior problema envolvendo o transporte público em São Paulo, melhorando a mobilidade. Mas o paulistano que precisa do transporte público não tem um dia de sossego na vida, né? Um dia é trem que atrasa, outro dia é trem que pega fogo, outro dia é água fedorenta que cai na cabeça do povo.

Pelo amor de Deus, desse jeito não dá, né? Há 3 semanas, 3 semanas apenas, a autocrítica disse bom dia ao Tarcísio de Freitas, apresentou o governador de São Paulo a ele mesmo. Isso aconteceu numa conversa com jornalistas depois da inauguração de uma estação do metrô. E o Tarcísio, que é um privatista ardoroso, ele descartou promover novas concessões de transporte sobre trilhos aí a iniciativa privada em São Paulo? Eu acho que a capacidade que a gente tem que ter é de mudar de opinião.

E outra coisa, a gente não concede algo por conceder, né? Aquele negócio, eu preciso necessariamente ter a iniciativa privada operando, não é isso. A gente sempre busca onde é que eu posso trazer mais investimento e como é que eu posso eventualmente melhorar o serviço. A realidade do que o metrô tá operando muito bem. A tendência é que continue o metrô operando essas linhas. Então o Tarcísio de Freitas parece que tá vivendo a síndrome do que está por vir nessa campanha.

Ele tá intuindo que esse problema das privatizações de serviço público virou realmente um tema incontornável da campanha. Que o Haddad capriche nos debates. A gente vai eleger, e eu ouso dizer, o maior presidente da história, porque ele ainda vai ser maior que o seu pai, Flávio Bolsonaro. Canalhas mil vezes! E chegou a hora do golpe, tá aí, cai quem quer, para que a gente possa ver um país diferente, para que a gente possa ver o presidente Bolsonaro voltando ao Palácio do Planalto para visitar lá o Flávio.

Não tem como. Aí é impossível de não pensar que o Tarcísio está falando de anistia ou de indulto, ou de algo no sentido que o Flávio disse. Uma hipótese do presidente da República dar um indulto para o Bolsonaro, o PT vai entrar com um habeas corpus aqui no Supremo. É inconstitucional esse indulto, como o Supremo já fez. Então vai ter que ser alguém na presidência da República que tem um comprometimento, eu não sei de que forma, de que isso seja cumprido.

A gente tá falando de possibilidade de força, de uso da força. Eu tô falando é fora das 4 linhas, que possa sair das 4 linhas da Constituição. Que estejam dispostos a brigar por isso? Eu acho que sim, eu acho que sim, porque não tem outro caminho. Aí, ó, e é chegada aquela hora que não dá, não dá, não dá, não dá, não dá para abrir espaço para o socialismo. Sabe por quê? Porque o socialismo não vai deixar nada de bom para nós. Pânico comunista, pânico comunista.

Parece a Fox News apavorada com os socialistas eleitos com o apoio do Mamdani, o atual prefeito de Nova York. Chega do socialismo, chega do PT! Mas pera aí, começou o socialismo? Não tinha visto. Os governos do PT foram socialistas? É que E olha essa sequência aqui, a gente vai deixar exatamente como foi. Tampando aí o Fora PT, fora PT, bora! Alô, petista, vai preparando porque o pão com mortadela tá acabando. Puta que pariu, Marquinho!

O que muita gente tá preocupada é que acabou a mamata. A mamata acabou, Bolsonaro acabou com a mamata. E vamos poupar você do resto, mas Mas enquanto a música tocava, o Tarcísio e o Flávio seguravam uma bandeira do Brasil e exibiam pra plateia. Plateia essa que tava sendo sonora e implacavelmente torturada. Pô, eles podiam se inspirar no Trump musicalmente. Fica aí uma sugestão. Eu desmaiei. Teve diarreia na hora. Eu desmaiei.

Eu quero ver todo mundo com a mão pra cima cantando: vem com fé! Vem com fé! Aí essa música tocou e do nada emendaram com isso aqui, ó. Óbvio! Olá a todos, eu sou o leão, rugiu a besta no meio da avenida, todos correram sem entender. Os maravilhosos versos são: olá a todos, eu sou o leão, rugiu a besta na avenida, todos correram sem entender. Porra, quem vê o Milei pela primeira primeira vez, talvez também pela segunda, terceira ou a quarta.

E não se assusta porque tá morto por dentro, mas tava lá o Milei no centro do palco, num púlpito, agitando os braços como se tivesse na bomboneira. Isso até funciona na Argentina, mas aqui no Brasil, na convenção do PL, não. Foi aí, percebendo o desânimo da plateia, o Milei saiu de trás do púlpito e foi em direção à plateia completamente alterado, ou seja, normal para ele, cantando o seu próprio jingle e exclusivamente balançando os braços.

Mas as coisas que tinha pra dar errado não tinham terminado. Abre o microfone aqui, por favor, do púlpito. Aí quando enfim ele foi aberto— Com permissão, por favor, Mr. Presidente. Aí o Milei ergue os braços puto com o sistema de som. O som que você ouviu dele foi vazado de algum outro microfone. Olá a todos! Olá a todos! Olá a todos! Aí quando o microfone enfim é ligado, ele já tá um pouquinho mais desanimado. Olá a todos! Grite, seja educado.

Em primeiro lugar, quero agradecer às autoridades do Partido Liberal e em especial a Flávio Bolsonaro por me convidar a participar deste evento tão importante de cara aos comícios do Brasil. Tudo bem, vamos tapar o ouvido, vamos atravessar, vai ser uma gritaria danada. Pois é, e Milei é importante porque no fundo é mais um patriota cagando na bandeira brasileira. Quebrando tudo e cagando nessa bosta aqui. Cagou lá no banheiro, fez uma sujeira lá, saindo da Fátima.

E de forma canalha, vamos encerrar primeira parte desse distópico episódio aqui. Tchau para vocês! Lembrando, alô Curitiba, dia 29 de agosto, lançamento do livro Juízo Final na Itiban, às 4 horas da tarde, aberto para todo mundo. E festa do Medo e Delírio na Sociedade Operária Beneficente 13 de Maio, às 8 horas da noite. Aí a festa sim tem que comprar ingresso. O lote 2 já acabou e o terceiro e último lote já tá quase acabando.

Então corre lá e adquira o seu. Tchau para vocês! Bem pianinho. E hoje a gente fica por aqui. Esse episódio usou áudios de TV Grabois ou Graboá, sei lá. Ed Mota, Jovem Pan, Baguncinha, A24, BBC News Brasil, Pragmatismo Político, Cara do Engarrafamento da Brasil, Gil Brother, Hermes e Renato, Casimiro, Franciel Cruz, Altas Horas, Fernanda Torres, Galãs Feios, Ariel Palacios, Rafa Monta, ex-Bilenck na Tuzanera, Angu de Grilo, Samia Bonfim, Maria Rita, Xadrez Verbal, Bebel da Bebel Books, Elô D'Ângelo, Carol Ito, Ana Bonassa, Letícia Sartori, Não Inviabilize, Alfredo Rolo, Bagaceira Chique, Aviões e Músicas, Jogo de Fante, Porta dos Fundos, História Pública, Estúdio CBN, Meteoro Brasil, Podcast Pauta Pública, Ian Neves, Professor Pasquale, Carla Bora, Fale de Cobertura, Lulu Santos, Sport TV, TV Brasil, UOL Pânico, Jornal Nacional, Guga Noblá, Jornalismo TV Cultura, Poder 360, José Neumann e Pinto, G1, SBT News, The Intercept Brasil, Vlog do Lisboa, MC Daleste, Rede Globo, TV Senado, João Carvalho, Trem da Alegria, Tropa de Elite, Bruno Aleixo, MC Reaça, Ironcast, Rádio Band News FM, Companhia do Pagode, Nemio, Star Wars, Pod Trash, My News, Chaves, Black Cloud Filme Oficial, o oficial, Lúcio Flávio, Passageiro da Agonia, Mídia Ninja, Samira Close, Brasília Capital, Revista Oeste, Refrigerantes Convenção, Choque de Cultura, Biotri, Átila e Amarino, Luva de Pedreiro, Agildo Ribeiro e Rogério em Alta de Rotatividade, O Antagonista, CNN Brasil, DPF Tubes, Poder 360, de novo já falei essa merda, Cláudio Couto, Cartoon Network, Dudu Nobre, Capal, Felca, Joe Pass, Murilo Moraes, Sargento Faúl, Roda Viva, Cecília Oliveira, Folha de São Paulo, Notícias RedeTV, Record News, Carta Capital, Beatles, Programa Silvio Santos, O Diário, CBN, Portal UOL, Metrópoles, Whitney Houston, TV Justiça, Foro de Teresina, Alt Tablet, Pesquisa Eleições, O Povo, Flow, Jorge Benjor, Estadão, Desmascarando, Um Príncipe em Nova York, Drauzio Varella, Vai Que Cola, Tim Maia, Bande Jornalismo, Mr.

Catra, Sidney Magal, Vitor Camejo, Broxada Sinistra, A Fazenda, Laila Brandão, Belo, Tiquititas Brasil, Clipes do Balde, Midcast, Chinaína, Terra Brasil, Malha Sound, Davi Passamani, Brasil Urgente, Bom Dia Brasil, Alfredo Del Penho e Pedro Paulo Malta, MC Neguinho do Cacheta, Os Donos da Bola, Inteligência Limitada, Manuel Gomes, Dê Noite, Planalto, Nova e Léo Brandão, Rubel, ué, Rubel, ai, não sei agora, Living Color, André Fernandes, Ciro Gomes, Daniela Rezende, Tesoureiros do Jair, Januário de Oliveira, Laura Programa Cadeia, Caiozinho Ferraz, Veja, Dom Juan, Mateuzinho e Menor Nico, Podcast Ilustríssimo, Araqueto, Álvaro Borba, Village People, BahiaCast, Nelson Garrone, TV Quase, TV Câmara Distrital, Guilherme Boulos, Conversa com Bial, Podcast Flip, Casé TV, Inteligência Limitada.

Hoje tem Greg News MTV, Thiago Santinelli, MC Creu e Yvie Office. Se quiser e puder, pinga um lá pra gente no apoia.se/medodelirio, no patreon.com/medodelirioembrasilia, na Orelo ou no Pix medodelirioembrasilia@gmail.com. Porra, doação é o caralho, porra! Não tem nem dinheiro para me comprar um jogo de videogame, moro, cara? Assina o nosso feed no seu agregador de podcast favorito e dá uma olhada nas nossas redes sociais e também no loja.medodelirioembrasilia.com.br.

Eu sou Cristiano Botafogo, o Medo e Delírio em Brasília é escrito por Pedro Doutro e produzido pelo Guilherme Gandolfi, @guifrodo, nas redes sociais. Bora passar pano? Não. Mas bora passar menos raiva? Bora. Me permite uma parte? Não lhe dou a parte. Eu lembro da escolha de vice do Jair Bolsonaro, e se vocês não ouviram, eu vou contar a história do Mourão. Peço que vocês fiquem até o final. Como diria o meu amigo Roni Gabriel, pega a pipoca que agora vem uma história de bastidor.

O Bolsonaro escalou o Bebiano e o Julian Lemos para escolher o vice, para ajudar ele na escolha de vice. Então como é que acontecia lá em 2018? Bolsonaro chegava e falava, ó, Bebiano, Julian Lemos, tá aqui o nome aqui, ó, do General Heleno. Eu vi isso acontecer, tá? General Heleno, vai lá falar com ele, vice pode ser meu vice, primeira opção de Bolsonaro. Aí voltava o bebiano Júlio Lemos: pô, não dá, ele tá no PRP, o PRP não faz coligação.

Beleza. Pô, olha aqui, ó, Janaína Pascoal. Será que a Janaína Pascoal, poxa, fez o impeachment? Pô, mulher aí combatente, vai lá e tal. Essa daí, poxa, essa daí eu dou graças a Deus que não foi mesmo. Aí voltar: não, Janaína Pascoal é, pô, não bate bem da cabeça, meio maluca, meio instável, etc. E realmente ela comprovou isso quando ela fez, ela participou da convenção nacional do PSL e deu uma escovada na militância, falou que vocês estavam errados, que tinha que ir para o outro lado, que não sei que não sei o quê, vai, puta que pariu, cara, pô, que baita, que baita vice seria, né?

Tô ironizando. Depois, cara, veio, cogitaram Luiz Felipe de Olhans e Bragança, meu irmão, o Júlio Lemos e o Bebiano, meu Deus do céu, cara, inventaram fake news que eu não tenho nem coragem de falar aqui e causou muita dúvida na campanha do Jair Bolsonaro sobre o Luiz Felipe de Olhans e Bragança, que é uma pessoa séria, íntegra, que eu tô gostando muito à frente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. Já era pro príncipe ter sido presidente da Credem, pelo menos em duas oportunidades anteriores, não foi e não ficou fazendo polêmica com relação a isso.

Então, uma pessoa que ganhou ainda mais o meu respeito fora intelectualidade. Enfim, e lá pela histórias tantas, cara. No último dia da convenção, que foi num ginásio lá em São Paulo, tava no vestiário lá de futsal. E aí tava o Major Jorge Oliveira, que chefe de gabinete do meu pai, foi meu chefe de gabinete, hoje tá lá no Tribunal de Contas da União. Tava o Flávio Bolsonaro, eu não lembro se o Carlos estava, acho que o Carlos estava também, se não me engano, e o Bebiano.

Aí meu pai fala o seguinte: pessoal, junta aqui, junta aqui, junta aqui, junta aqui, é o último dia, a gente vai ter que resolver esse negócio de vice. E aí ele não chamou o Bebiano, mas o Bebiano se meteu e veio também perto, se metendo para entrar no meio dessa decisão. Aí ele: calma aí, calma aí, Bebiano, calma aí, fica aí, fica aí. Aí o Bolsonaro, ele entra dentro do banheiro. Ele fica postado como se fosse de pernas abertas em cima da privada para caber mais gente dentro da cabine.

Aí do ladinho dele aqui tá o Jorge Oliveira, eu, Flávio, acho que o Carlos também, não lembro, Carlos tava ou não. E fechou a porta para fazer naquela salinha que era cabine fazer a reunião dele. Aí ele chegou para o Major Jorge e falou assim: Major, tá pronto para o combate? Major, qualquer missão posso mandar? Aí o Major Jorge: Pô, claro, deputado. Pô, deputado, tamo aí. E o Major Jorge, o pai dele, né, que infelizmente faleceu, que Deus o tenha, né, o velho Jorge, inclusive trabalhou com meu pai.

Então Major Jorge, poxa, é a segunda geração da família que tá trabalhando com meu pai. E ele falou: a missão então, hein, você vai servir, vai ser meu vice. Aí o Major Jorge ri assim: pô, deputado, não dá para eu ser vice, eu tinha que estar filiado pelo menos desde março no partido, eu não tô filiado. Puta que pariu, cara. Tá, vamos lá falar com o Mourão então. Alguém aí depois aqui da convenção, vamos lá falar no PRTB lá, porque tá tendo convenção do PRTB, a gente vai lá então fechar com o Mourão.

Então nem sempre tudo acontece da maneira que você gostaria. Acabou? Não. Cobertura da convenção do PL, uma coisa que eu vi lá que eu acho, nossa, eu sou um homem de 44 anos, colágeno não é tão abundante quanto fora outrora. Tem nada contra nada, mas eu nunca fiz procedimentos de preencher coisa. Botox eu faço, meus lábios são naturalíssimos, tá bom? Na convenção não perdi não. Só que lá na convenção do PL tem uns caras mais ou menos da minha idade para mais que adotaram uma harmonização facial muito evidentemente artificial, com os dentes ultra brancos, que se tornou uma espécie de intervenção estética socialmente socialmente aceita por aquele grupo.

É homem assim, mulher é assim. Vai ficar se preocupando com injeções, com peelings, com botox e com tintura de cabelo? Porque é um tema delicado para esses caras. Quando você vai a Brasília, por exemplo, ao Senado, tem dois tipos de cabelo: o acaju senador, já é um tipo de acaju, ou preto graúna, baseado ali na Iracema. José de Alencar, beijo se tiver assistindo. E não é problema nenhum pintar o cabelo. Já pintei barba e depois existir, que dá muito trabalho.

Vi que o Janekini agora pintou o cabelo, ficou ótimo. Só que para o Janekini você pode falar com ele sobre o cabelo, ele vai falar: pô, pintei por causa do personagem, tudo mais. Você pode perguntar para o senador Hamilton Mourão qual é a cor do cabelo dele? Não pode. Então tem uma fragilidade. Eles harmonizam os seus rostos com os rostos alheios e ficam todos meio com cara de diga só. É uma estética muito específica ali do homem cis hétero de meia-idade bolsonarista.

Popularista que eu pude verificar ali. Os ricos, claro, porque isso é muito caro. Acabou? Não. Olá, pessoal do Medo e Delírio em Brasília! Eu sou o professor Fábio Dal Molim, da Universidade Federal do Rio Grande, FURG. Sou psicólogo, psicanalista e sociólogo. Queria fazer um convite para vocês para o curso de extensão online O Brasil no Mundo de 2026: O que Decidem as Eleições? Trata-se de um curso de extensão online gratuito nas sextas-feiras às 16 horas que vai vai acontecer a partir do dia 7 de agosto, transmitido pelo canal do Laboratório de Extensão e Pesquisa em Psicanálise, Política e Arte da FURG, LexParte.

Nome do canal é LexParte Lab. É um curso de formação e leitura em ciência política para analisar justamente fora dos circuitos das pesquisas e da grande mídia, das big techs, a conjuntura política do país. A aula inaugural é com o professor de filosofia da UFRJ, Marildo Menegatti. Vai ser no dia 7 de agosto às 16 horas, transmitido pelo canal do LexParte Lab. Quem quiser participar do curso valendo certificado de extensão, é só mandar email para lexpartilab@gmail.com.

Um abraço, Cristiano, seu lixo. Acabou? Não. Oi pessoal, meu nome é Lívia Manini, eu faço parte da campanha Ditadura Nunca Mais no município de São Bernardo do Campo, região metropolitana do estado de São Paulo. Em 2025, através de uma ação popular, o nosso coletivo conquistou na justiça uma sentença que determina que a prefeitura troque os nomes vergonhosos de 3 logradouros aqui da cidade: Avenida 31 de Março, data do golpe militar de 1964, que afundou o Brasil em 21 anos de ditadura.

Avenida Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, o primeiro general desse regime, um sujeito truculento. E pasmem, Vila Mussolini. É isso mesmo, aqui em São Bernardo do Campo existe uma vila em homenagem a Benito Mussolini, o pai do fascismo italiano, aliado do Hitler. É puro medo e delírio, né? Por isso a gente convida vocês a se somarem nessa luta, exigindo que o prefeito cumpra essa sentença com participação popular e sem ônus à população.

O nosso Instagram é @campanha.ditadura.nunca.mais, com bastante ponto para a gente colocar um ponto final nessas homenagens que não nos representam. O nosso Instagram, ali no link da bio, tem um abaixo-assinado. Por favor, vamos lá, assinem, fortaleçam, amplifiquem a nossa, a nossa voz. E outros coletivos pelo Brasil que também estejam nesse movimento, entrem em contato. Vamos nos fortalecer, porque ditadura nunca mais. Muito obrigada por esse espaço.

Acabou? Não acabou assim. Acabou, acabou, porra, acabou! Beijinho, sigamos com muito amor e poesia. Na voz do seu períneo. A boca é o ânus da farsa. Varanda do Povo. Lexotan não se toma na veia. Essa porra é maconha? Quando você é jovem, qualquer pessoa que tem um baseado vira seu amigo. O Bolsonaro sendo atropelado. Tô de acordo. Fazer as pessoas passarem fome. É isso. Cenoura, cenoura. Mais ou menos isso. Que porra é essa aqui?

É maconha essa porra? Quem fuma 200 baseados? Muita gente. Muita, mas muita gente. Conversa de bêbado. Nem todo artista é maconheiro, mas todo maconheiro é um artista. Algum delírio. Presunto Parma, vamos lembrar, não é qualquer presunto. Não é proibido no Brasil transar. Antigamente as pessoas ainda coçavam a virilha, hoje nem isso, coça mais. Pega sua Toyota, empurra dentro do seu cu. Opalão, Chevette, um Gol bolinha. Vai deixar eles mijarem em cima de você?

Lixo, arrombado. Vai entrar o grosso, o grosso chegou! Ai, que dor no meu pau! Eu sou especialista em pau. É a piroca, ela é bastante extensa. Veja a gramatura. Você não sabe como eu ficava Quando eu vi um trabalhador mostrar uma pica, também entra, também entra. Cadê os machos? Eles têm um pênis pistolão bonito, né? Há controvérsias. Contém ovos. Não esqueça de lavar os testículos, a virilha e o ânus. 95% da população mundial faz errado a limpeza do ânus.

Os galináceos têm pênis. Tem graça esse final? Não, né? Desculpa, desculpe, desculpe, desculpe, desculpa, desculpe, desculpe. Pé, espera um pouco, querido. Espera só um minuto, só um minutinho. Estamos esperando aí. Calma, calma, calma, relaxe. Pronto, tá bom, era isso. Acorda, vagabundo! Acorda, acorda! Obrigado, minha gente! Deus proteja a todos, sejam felizes! Um abraço e Deus proteja a todos!

Anunciantes1

Sabor

external