Episódios de Medo e Delírio em Brasília

II - 2026.19 - (COM TRADUÇÃO) A gueeerrrrra, the waaaarrr

21 de março de 20261h2min
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Puta falta de sacanagem!

Festa do Medo e Delírio em Belo Horizonte, na Autêntica, no dia 28 de Março!https://www.sympla.com.br/evento/medo-e-delirio-em-bh-a-festa/3311106 


Festa do Medo e Delírio em Brasília EM BRASÍLIA, na Infinu, no dia 18 de Abril!https://shotgun.live/pt-br/events/isso-e-jazz-22 


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Assuntos15
  • Conflito Irã-EUARetórica religiosa extremista na liderança militar americana · Crimes de guerra: ataques duplos, escolas, navios desarmados · Posicionamento estratégico de porta-aviões americanos · Ataques a infraestrutura energética iraniana · Destruição de sistemas de radar americanos · Estratégia assimétrica iraniana vs superioridade tecnológica americana · Desarmamento nuclear do Irã descartado
  • Supremacismo cristão nas Forças Armadas dos EUAPastor Doug Wilson e culto de oração no Pentágono · Oposição a mulheres e muçulmanos em cargos públicos · Modelo de soldado aprovado: heterossexual, branco, cristão, masculino · 200+ reclamações de membros das Forças Armadas · Escatologia cristã como justificativa para guerra
  • Simulação Militar Millennium ChallengeGeneral Paul Van Rieper vs supercomputadores americanos · Táticas assimétricas e baixa tecnologia contra GPS/satélites · Destruição simulada de porta-aviões · Recusa americano em aprender lições · Irã estudou resultado e se preparou identicamente
  • Crimes de guerra e ataque a escola de meninasDouble tap e triple tap em Minab · 40 minutos entre ataques · Morte de socorristas e profissionais de saúde · Filhas de militares da Guarda Revolucionária como possível alvo · Posição estratégica para controle do Estreito de Hormuz
  • Ruptura de direito internacional e Convenções de GenebraDeclaração de 'sem clemência, sem misericórdia' · Demissão de advogados militares por Hegseth · Recusa em divulgar vídeos de possíveis crimes · Proibição em ordens ilegais ignorada · Prisão perpétua como pena para tal declaração
  • Negociações nucleares fracassadasAcordo potencial do Irã com combustível nuclear inofensivo · Papel de diplomatas britânicos e omaniense · Netanyahu rejeitando oferta final iraniana · Falta de avaliação credível de ameaça nuclear
  • Posicionamento de porta-aviões e estratégia defensivaUSS Gerald R. Ford posicionado em Haifa, Israel · USS Abraham Lincoln a 850km da costa iraniana · Divisão de funções: espada vs escudo · Automação de escalada de conflito · Retaliação iraniana forçada a atingir forças americanas
  • Destruição de radares americanos e perda de superioridade tecnológicaDestruição de 10+ instalações de radar · Custo de centenas de milhões por equipamento · Anos para reposição e operacionalização · Possível uso de geolocalização russa e chinesa · Cegamento de defesa aérea americana
  • Mísseis infláveis e desperdício de muniçãoPossível uso de mísseis fake pelo Irã · Gastos de bilhões em resposta a ameaça imaginária · Redução de estoque de mísseis antiaéreos · Continuidade de impactos reais apesar de destruição reportada
  • Falhas de inteligência e enganação presidencialTulsi Gabbard omitindo informações · Avaliação conflitante sobre ameaça nuclear · Trump afirmando ameaça apesar de inteligência contrária · Rejeição de Joe Kent por contradizer narrativa
  • Síndrome de perda de Vietnã e rejeição de direito de guerraMito americano de 'foram muito bonzinhos' · Hegseth: 'fim das guerras woke' · Rejeição de Convenções de Genebra · Ataque a escola como resultado de rejeição a limitações éticas
  • Fechamento de Hormuz e controle comercialNavios passando com autorização iraniana em Yuan · Impacto nos petrodólares americanos · Rotas próximas à costa iraniana · Exclusão de países aliados dos EUA
  • Rejeição de ajuda internacional e isolamento americanoNenhum país topou ajudar a abrir Hormuz · Trump pedindo auxílio e recebendo recusa · Argumentação de império em declínio · Multipolaridade e rearranjamento geopolítico
  • Hipocrisia ReligiosaSilas Malafaia e arrecadação de dízimos · Evasão fiscal e mentira para Deus · Receita Federal e declaração de renda · Pressão para reduzir impostos para igrejas
  • Incêndio suspeito em porta-aviões e readequação de frotaUSS Abraham Lincoln deixando teatro de operações · Incêndio na lavanderia como motivo reportado · Reposicionamento defensivo vs ofensivo · Obsolescência de marinhas tradicionais
Transcrição122 segmentoswhisper-cpp/large-v3-turbo

Esse podcast é distribuído pela Central 3. Esse é um daqueles episódios com e sem tradução. Essa aqui é a versão com tradução. Se você quiser a outra versão, vai lá no nosso feed. Agora, bora pra abertura. Silas Malafaia! Dízimo, dízimo. É óbvio, né? Porque eu fico assim bobo. Tão bobo. Dízimo, dízimo. É claro. O que ele tinha que ser? Porque eu fico assim bobo. Mas eu não tenho bobo aqui. De parar pra pensar. Reflita. Pense bem. Reflita. Desculpa eu dizer isso aqui. Não. Desculpa o linguagem.

Isso não é pra maioria. É pra uma minoria, minoria. Mas eu fico bobo que tem gente que pensa que Deus é trouxa. Desculpa a expressão. Tem gente que pensa que Deus é trouxa. Ele coloca lá no dízimo alguma coisa pra dar satisfação. Como se Deus não estivesse vendo quanto ele ganha. O Bolsonaro tem que baixar impostos.

pra todo mundo, pra esse negócio girar. Porque como é que eu vou dar emprego com uma carga tributária dessa? Essa conversa fiada de que vai tributadíssimo, que vai acabar com a imunidade tributária das religiões. O federal multou uma coisa maluca do Código Tributário. Maluca! Crente que o nome dele é um real. Toda oferta, desde que entrou o plano real, é um real. Vem cá, não dá pra melhorar essa oferta não, irmãozinho. É aquela história que eu já contei aqui da reunião das três notas. A nota de um, a nota de cinquenta e a nota de cem.

Aí, onde é que você anda, nota de 100? Eu ando nas lojas de joias. Oh, que luxo! E você, nota de 50, onde é que você anda? Pizzarias. E daí também nos shoppings da classe média. E você, nota de 1, onde é que anda? Sou crente, tô todo dia na igreja. Não dá pra converter as outras, não, irmão? Ele declarou a Receita Federal ter recebido 962 mil reais apenas no ano de 2018. Malafaia atribuiu a renda diretamente à igreja.

Ele pensa que pode enganar Deus. A pior coisa é isso. O cara vai lá, hipoteticamente, o cara tinha que dar um dízimo de 5 mil reais. Aí ele vai lá e bota mil reais pra dizer que tá dando dízimo. Tinha que dar dízimo de 10 mil reais. Aí ele bota lá 2 mil pra dizer que tá dando dízimo. Olha, pastor vai ver que meu nome tá lá, então eu tô dando dízimo. Não mente não, cara. Olha quem isso tá falando. Tu tá mentindo pra Deus. É uma hipocrisia generalizada.

Tu tá mentindo pra igreja. Você tá falando sério? Tu tá enganando a noiva de Cristo, que é a igreja. Isso é real?

É real. Não faça isso não. Não faça isso não. Seja fiel em tudo que você recebe. Olá, eu gosto de dinheiro. Todo lucro da tua empresa. Quem é que não gosta de dinheiro? Se você vai fazer com o lucro da tua empresa o que você quer, problema é seu. Mas o dízimo não é seu. Tem que baixar impostos pra todo mundo. Se a tua empresa tá dando lucro de um milhão e você quer usar cem mil pra tua vida, ok, é decisão tua. Só que teu dízimo é cem mil pau.

Muito pau! Muito pau! É uma solicitação do pastor Silas Malafaia. Vocês percebem a loucura? Legal. Olá, bem-vindos ao Medo e Delírio em Brasília com as últimas notícias do que restou do Brasil. Bom dia, boa tarde, boa noite. Bom dia, porra. Por enquanto. Eu sou o Cristiano Botafogo. Botafogo é bairro, viu, meu filho? Você viu a Fernanda Torre? Cristiano, seu lixo. Cristiano, seu lixo.

Calma. Ê, Cristiano. Aquele verme maldito. E aí? E o... Brasília, depressão. Como é que chama, gente, o podcast dos caras? E o medo e delírio em Brasília. Medo e delírio em Brasília. Isso. Beijo pra eles. Medo e delírio, hein? É um programa que, pô, mano, me duvidoso, né, mano? Fora seu medo e delírio em Brasília, pô. Eu não ouço medo e delírio. É escrito por Pedro D'Altro. Um abraço, D'Altro. Meu queridíssimo Pedro D'Altro. Um beijo pro Pedro D'Altro.

Pedro D'Altro. Pedro D'Altro. Pedro D'Altro. Todo mundo sabe quem é. Parabéns a toda a equipe de roteiros. Um beijo pro Pedro D'Altro

Foda-se. Bora passar pano? Não. Tá, mas bora tentar passar um pouquinho menos de raiva? Bora, bora. Antes de começar, quatro avisos rápidos. Melhor forma de apoiar o Medo Delírio é pixecorrente no medodelirioembrasilia.gmail.com Festa do Medo Delírio em Belo Horizonte, na Autêntica, no dia 28. Festa em Brasília, na Infino, no dia 18 de abril. Você sabia que você pode anunciar no Medo Delírio?

Pronto, era isso. Começando com o Merrata. A gente falou que o Pazuello era senador e não, ele é deputado federal. Pronto, era isso. Tamo de volta, senhoras e senhores, e infelizmente a gente precisa falar da guerra. E é guerra religiosa mesmo. Uma guerra do bem contra o mal. E isso não tem a ver só com o governo teocrático de Teheran, não, hein? Essa é uma guerra religiosa.

Espera aí, bicho. E nós estamos em uma batalha do bem contra o mal. Esse aí é o senador Lindsey Graham, uma das grandes lideranças do Partido Republicano nas últimas décadas e, de longe, o maior entusiasta da guerra. O que enfrentamos agora é um momento decisivo que definirá o futuro do Oriente Médio pelos próximos mil anos. Essa luta não é contra homens e mulheres, é contra potestades e principados.

o secretário de defesa, o Pete Hegseff. Secretário de defesa não, secretário da guerra. Mudou o nome dessa merda. Vou encerrar com a escritura, buscando força no Salmo 144. Essa história de Estado leico não, é Estado Cristo. Bendito seja o Senhor, minha rocha, que adestra minhas mãos para a guerra e meus dedos para a batalha. Jesus Cristo é o Senhor. Não, eu não lhe admito, Jesus Cristo é o Senhor. Não, Jesus Cristo é o Senhor. Ele é o meu Deus de amor e a minha fortaleza,

o meu escudo em quem me refugio. Jesus mandou amar. Jesus não mandou armar. Que o Senhor conceda força inabalável e refúgio aos nossos guerreiros, proteção inquebrável a eles em nossa pátria e vitória total sobre aqueles que procuram prejudicá-los. Amém. Deus abençoe nossas tropas e essa missão. E não é só discurso para a imprensa, não.

é para as tropas também. Enquanto a guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã continua, comandantes militares americanos têm supostamente invocado retórica cristã e extremista sobre o fim dos tempos bíblicos, vendendo o conflito às tropas americanas como uma guerra santa. E ainda bem que Pedrinho da Altro foi maluco o suficiente para minutar aquela entrevista do Carlinho Truc, o Tucker Carlson, com o pastor barra embaixador dos Estados Unidos e Israel,

A organização de fiscalização Military Religious Freedom Foundation afirma ter recebido mais de 200 reclamações de membros de todos os ramos das Forças Armadas dos Estados Unidos a respeito desses comentários. Pois é, em todas as forças. Não é algo isolado e pontual. Não é um dodói das ideias ou outro, não. Um comandante de unidade de combate teria dito que a guerra faz parte do plano divino de Deus.

E abre aspas, o presidente Trump foi ungido por Jesus para acender o sinal de fogo no Irã, para causar o armagedom e marcar seu retorno à Terra, fecha aspas. Agora você imagina só, o plano divino para a volta de Jesus se daria sob a liderança do Trump. Porra, o Trump! Ela exergia pesada, hein? E comandada por um supremacista que até pouco tempo atrás era apresentador de um programa desimportante da Fox

Se você não entendeu, ele falou, eu acho que eu não lavo as minhas mãos há 10 anos. Eu realmente não lavo as mãos. É nojento, esse cara é nojento. Assim que a guerra começou no sábado passado, há uma semana, começamos a ser inundados por ligações de militares indicando que supervisores e comandantes de todos os ramos das forças armadas estavam envolvidos. Segundo os denunciantes, os comandantes deles estavam numa alegria danada.

estavam invocando o fato de que isso era uma ótima notícia, estavam alegres, jubilosos, eufóricos, porque isso era um sinal de que, de acordo com os aspectos escatológicos cristãos dos últimos tempos no livro do Apocalipse, que nós estávamos que tudo isso estava servindo como, por assim dizer, um acelerador ou um lubrificante para trazer de volta a versão deles de Jesus armado, que também deixarei claro que inclui um rio de 320 quilômetros de comprimento, com um metro e meio de profundidade,

massacrada na Batalha do Armagedon. Acho que deu uma pesada no clima do programa. É claro que na hora a gente mandou um zap para Tupac Guerra. Eu nunca trabalhei com Apocalipse, mas assim, eu acho que ele está falando de Apocalipse 19, que fala do cavalo que vem dos céus, e o cavalo que vem dos céus tem uma espada na boca, e na coxa dele está escrito que ele é o Senhor. Enfim, basicamente, e daí vários outros cavalos seguem ele.

que é Jesus, ele volta, ele vem dos céus para comandar os exércitos e com isso vencer os inimigos. E todos os inimigos vão ser vencidos, inclusive o falso profeta e todos aqueles que têm a marca da besta irão arder no rio do inferno, no rio de Chofre. Isso é o Apocalipse 19. No Apocalipse 16, isso acontece antes, então antes dessa parada, rola o momento dos anjos virem dos céus e derramarem taças. E quando eles derramam as taças, o rio vira de sangue.

o sangue daqueles que vão ser mortos durante batalhas. É mais ou menos isso. Faz algum sentido? Faz algum sentido para você isso? Pois é, um enorme de um... Caralho! É assustador quando você coloca uma perspectiva teológica do extremismo cristão em relação ao que está acontecendo agora. Não tem como não dar errado. Vai dar errado. Mês passado, o secretário da guerra, Pete Hexias, convidou o controverso pastor nacionalista Doug Wilson para liderar um culto de oração no Pentágono. É controverso não, né? Meu caralho!

É um eufemismo, né? A gente já falou brevemente desse pastor em um dos episódios dedicados ao Trump. Wilson se opôs à presença de muçulmanos em cargos públicos e não acredita que as mulheres devam ter direito de votar. Você pode falar sobre o período de Hegseth como chefe da defesa, o que Trump agora chama de departamento de guerra, e o que mais o preocupa sobre a fusão entre igreja e Estado no departamento. Fui avisado pelos produtores para não usar palavrões.

Então eu vou me referir a Hexeth como um pedaço de fezes, ao invés da palavra comum. Ele é visto pela alta cúpula como um valentão, um poser. Ele não passa de um lacaio nacionalista cristão. Você esqueceu de mencionar, e eu mencionarei, que Doug Wilson também acredita que a Guerra Civil foi justificada biblicamente, que muitos donos de escravos tinham um relacionamento muito bom com seus escravos, da mesma forma que tinham com os móveis da sala de estar. E o tom desse cara é maravilhoso. Ele é o Mike Weinstein.

vai ser carinhosamente chamado só de Marquinho. E o grande Marquinho vem a ser o fundador e presidente da Military Religious Freedom Foundation. Ele acredita que os judeus mataram Jesus. Os muçulmanos não têm o direito de participar do governo. Se você é LGBTQIA+, provavelmente não tem o direito de viver. Resumindo, Hagseth criou um modelo segundo o qual o único membro aprovado para as Forças Armadas dos Estados Unidos é ser heterossexual, branco, nacionalista, cristão e do sexo masculino. Puta, mas isso é uma merda. É uma merda.

Pois é, todos os militares negros e as mulheres militares se fuderam. Segundo o governo atual, eles só chegaram lá por causa da política woke. E eles não merecem os cargos. Todos entregues a homens brancos, claro. Então por que alguém se surpreende que, com esse modelo sendo implementado em uma organização hierárquica, tribal, conflituosa, comunitária e ritualística, como as Forças Armadas dos Estados Unidos, haja comandantes subordinados, todos tentando ser promovidos, que estejam seguindo exatamente a mesma coisa? Uma competição de... Para ver quem é mais supremacista.

Os militares enfrentam ao denunciar comentários religiosos feitos por comandantes americanos. E o nosso querido Marquis enfileirou bem demais as palavras, hein? Repara só. Se fizerem isso oficialmente, tornam-se essencialmente o que chamamos de uma tarântula em um bolo de casamento. Nós já fomos a casamentos. Tarântulas em bolos de casamento não é um bom presságio nem para a tarântula e nem para o bolo. Maravilhoso. Antes de falar da guerra propriamente dita, a gente precisa voltar a falar da porra do acordo que Israel e Estados Unidos jogaram pela janela, junto com as bombas, né?

chanceler do Oman, um dos negociadores. E ele, horas antes das bombas começarem a cair, dizia numa entrevista para um canal dos Estados Unidos que o Irã havia se comprometido a transformar o urânio enriquecido em combustível. E esse combustível não teria como ser enriquecido novamente. E aí o Irã não teria bomba. E o Irã nunca tinha oferecido isso. Nunca, nunca! Bom, agora a gente tem um teoricamente insuspeito britânico confirmando essa história.

E repara no cargo. Bora para o Patrick Wintour e o Julian Borger no Guardian no dia 17 de março.

Internacional britânico Jonathan Powell participou das negociações finais entre os Estados Unidos e o Irã e considerou que a oferta feita por Teheran sobre seu programa nuclear era significativa o suficiente para evitar uma escalada para a guerra, revela o Guardian. Powell acreditava que houve progresso em Genebra no final de fevereiro e que o acordo proposto pelo Irã era surpreendente, segundo fontes. Segundo um ex-oficial, abre aspas,

Netanyahu não deu chance à oferta final, claro. E dois dias antes do tal encontro, ele deu início ao ensaio para uma terceira guerra mundial. E sabe quem concorda com os britânicos?

Fala logo, porra. Calma. O governo dos Estados Unidos. Mas agora o ex-chefe encarregado dos esforços de contraterrorismo contesta isso. Em uma postagem nas redes sociais anunciando a sua renúncia, Joe Kent diz que o Irã não representava qualquer ameaça iminente à nossa nação. Estou falando sério. E alega que o presidente foi arrastado para a guerra por Israel. Trump diz que está feliz com a saída de Kent de seu governo. E olha que esse cara aí é maga e flerta com o supremacismo branco, hein? E o Trump falava coisas tipo isso aqui, ó. O Irã era uma ameaça.

Todos os países perceberam a ameaça que o Irã representava. A questão é se queriam ou não fazer algo a respeito disso. E calma que melhora. Os líderes da inteligência e das forças armadas tiveram que se explicar para o Congresso. E olha esse diálogo com a Tulsi Gabbard, que é a chefe da inteligência dos Estados Unidos. A avaliação da comunidade de inteligência era de que havia uma, abre aspas, ameaça nuclear iminente representada pelo regime iraniano?

Sim ou não? Senador, a única pessoa que pode determinar o que é ou não uma ameaça iminente ao presidente. Imagina isso.

Inteligência dos Estados Unidos diz que só quem pode dizer se algo é uma ameaça é o presidente, que não cabe a ela dizer isso. E olha como é o processo decisório do Trump. Quando eu senti, quando eu senti dentro de mim. E vamos relembrar o que o Trump dizia no começo da guerra. Eles iam dominar o Oriente Médio. Iam destruir Israel com suas armas nucleares. Mas depois que destruímos seu potencial nuclear, seu potencial de arma,

Milhares e milhares de mísseis. Dramas!

atacam o Irã dizendo que eles são uma ameaça nuclear. Que porra é essa? A diretora de inteligência estava com um discurso que desmentia o Trump e ela entregou esse discurso escrito, preparado previamente, para os democratas. Mas a diretora Gabá não leu essa parte da sua declaração durante o discurso. Mas isso é enganar. Alguns senadores democratas, percebendo essa omissão, questionaram a diretora Gabá sobre se o Irã representava uma ameaça iminente, como havia afirmado o presidente.

Essa eu quero ver. A senhora omitiu esse parágrafo da sua exposição inicial oral.

Isso ocorreu porque o presidente disse que havia uma ameaça iminente há duas semanas? Não, senhor. Entendi que estava ficando sem tempo e pulei algumas partes do meu discurso. A senhora, então, optou por omitir as partes que podem contradizer o presidente. Exatamente isso. Enfim, de novo temos os Estados Unidos numa guerra no Oriente Médio com justificativas absolutamente mentirosas, para a surpresa de um total de zero pessoas.

Mas vamos a uma pausa para os nossos anunciantes.

e como isso impacta na mudança climática. Como eles dizem, é sem derrotismo, mas sem negacionismo. Então, depois de terminar de ouvir esse episódio, dá uma conferida lá. Bom dia, fim do mundo. Tá, volta e a gente precisa voltar com o secretário da... Pete Hexer. E dessa vez não é com um versículo bíblico. Continuaremos pressionando, continuaremos avançando, sem trégua, sem misericórdia para nossos inimigos.

Pois é, senhoras e senhores, é pra matar todo mundo. E em nome de Deus, é claro. E fanáticos religiosos são os iranianos, hein? Agora, sem clemência, sem misericórdia para os nossos inimigos, o que ele acabou de dizer? Deu certeza que o Pete Hexer achou que essa frase ia fazer ele parecer muito durão.

Um detalhe. Lembrando que ataque à escola é crime de guerra. O ataque ao navio foi crime de guerra. A explosão lá de uma grande refinaria iraniana é outro crime de guerra. Pra surpresa de ninguém, Estados Unidos e Israel lideram uma grande coleção de crimes de guerra. Aí tem gente que vai dizer, ah, mas o Irã... Porque declarar sem misericórdia é essencialmente dizer que você não permitirá que seu inimigo se renda no campo de batalha.

A CIDA é de 1907, um tratado do qual os Estados Unidos são signatários há mais de 100 anos. Pois é, regredimos a primeira década do século passado, senhoras e senhores. Conta de chorar e morrer, só isso. Eis o que diz, abre aspas, é especialmente proibido declarar que não haverá misericórdia, fecha aspas. Mas olha só, talvez toda essa coisa aí de direito internacional não agrade a você. E tudo bem. Então tudo bem. Talvez você seja mais do tipo Estados Unidos em primeiro lugar, tudo bem.

America first! Bom, o próprio Manual de Comissões Militares dos Estados Unidos tem uma sessão inteira proibindo

qualquer pessoa com comando ou controle sobre tropas de declarar que não se deve dar clemência, uma infração que acarreta pena máxima de prisão perpétua. Pois é, o secretário da guerra confessou um crime que dá prisão perpétua e fez isso na frente das câmeras. Tipo, livre e espontânea vontade. Imagina aí, que país iria apoiar os Estados Unidos nessa guerra se o secretário da guerra fala uma insanidade dessa. Se juntar a essa guerra é reservar uma cadeirinha no Tribunal Penal Internacional.

Ou pelo menos deveria ser. Não à toa, um patético Trump pediu ajuda pros outros países, pedindo embarcações pra ajudar a abrir o Estreito de Hormuz. E ninguém, isso mesmo, nenhum país topou ajudar. Aí o Trump tava parecendo um adolescente de 12 anos, pô. Eles não querem nos ajudar, o que é incrível. Incrível. Mas a gente não precisa de ajuda. Mano, corra, rapaz. Não dia pede ajuda e quando houve um retumbante não, ele fala, ah, não precisava mesmo. Deixa eu te falar uma coisa, você tem quantos anos, menino?

No Titanic, o capitão aparentemente tentou vender ingressos baratos para o jantar depois de colidir com o iceberg.

Estamos nesse ponto, na sua opinião? Sim, é possível, é possível. Agora não é hora de comprar o ingresso com desconto para o Titanic. Mas bora voltar com o... Esporro! ...no Pete Hegseth, porque está gostoso demais. Mas lembre-se que Pete Hegseth se opôs publicamente às convenções de Genebra. Caralho, Marquinho! Ele tomou medidas para demitir ou transferir muitos dos advogados militares encarregados de garantir que as Forças Armadas dos Estados Unidos cumpram as leis de guerra. Mas que filho da puta! Olha aí, veja você!

Justiciou que Hegseth propôs uma reformulação implacável da forma como esses milhares de advogados operam sob seu comando. Hegseth também se recusou a divulgar publicamente o vídeo de um suposto ataque duplo no Caribe, que alguns advogados militares dizem ter violado as leis da guerra. E atacou pessoalmente membros do Congresso por dizerem a militares para não seguirem ordens ilegais. Ordens absurdas não se cumprem! Ordens como, por exemplo, não dar misericórdia aos inimigos.

Vamos seguir.

sobreviventes? General Donovan? Deputado, não. E o senhor consideraria tal ordem legal? Era para o general dizer, não, a ordem não é legal, a ordem é ilegal, mas ele tem medo do regset. Deputado, eu sou pessoalmente responsável por defender os princípios fundamentais da necessidade, distinção, personalidade e humanidade. Essa parte é uma pergunta bem básica. Uma ordem de sem clemência, sem misericórdia é legal ou ilegal? Aí ele responde.

Deputado, eu não cumpriria uma ordem ilegal. Ok, porque é uma ordem ilegal. Uma ordem ilegal em nome de Deus, claro. Que Deus Todo-Poderoso continue a abençoar nossas tropas nessa luta. E, novamente, ao povo americano, por favor, orem por eles todos os dias. De joelhos, com suas famílias, em suas escolas, em suas igrejas, em nome de Jesus. E, para surpresa de ninguém, Estados Unidos e Israel têm o controle do espaço aéreo iraniano.

até em escola de menina. Filho da puta! E em navio desarmado. Puta que pariu, hein? Como a gente falou no episódio recente. E por falar nesse navio, a gente tem mais um episódio da sinceridade dilacerante de Donald Trump. Eu fiquei um pouco chateado com o nosso pessoal. Eu disse, que tipo de navio é esse? Excelente, senhor. De primeira linha. E por que não pegamos o navio? Poderíamos usá-lo. Caralho! Ele disse isso mesmo?

Porra. Por que afundar? E ele disse, é mais divertido afundar. Porra, vai tomar no cu, porra. Eles gostam mais de afundar. Dizem que é mais seguro afundar. Eu acho que provavelmente é verdade. O cara que jurou que não começaria nenhuma guerra e que se gaba de acabar com várias guerras... É mentira dele. Fica falando em diversão em relação à guerra do Irã, porra. O cara confessa crimes de guerra usando a palavra diversão.

Era um navio de treinamento da marinha iraniana, convidado pela marinha indiana para participar de um exercício. Foram lá como convidados dos indianos para participarem de um exercício. Os ouvintes mais atentos bem sabem que os Estados Unidos estavam na porra do exercício, inclusive. Eles sabiam do que se tratava. Aí estavam voltando para casa. O navio estava desarmado.

Oficiais e marinheiros em treinamento é um crime de guerra, devo dizer. Moralmente abominável. E uma estupidez tática. Eles bombardearam um submarino e deixaram os marinheiros se afogar. E como a gente falou num episódio recente... Nem os nazistas fizeram isso na Segunda Guerra Mundial, aparentemente. Até os nazistas resgatavam pessoas da água. É uma retórica insana. Muito cruel! Mas vamos voltar para o saldo da guerra até esse momento.

Os Estados Unidos e de Israel iam enfrentar algum problema? Alguém achou que os Estados Unidos não afundariam quase toda a marinha iraniana? Mas essa não é uma guerra tecnológica. É uma guerra ideológica. E também uma guerra assimétrica. E nessas guerras aí, os Estados Unidos estão... Fodido, cara! E tem um episódio muito didático sobre isso. Diz aí, Caio. Oi, pessoal do Medelírio. Aqui é Caio Mendra e o Doutor pediu pra eu contar uma historinha aí que tem viralizado.

O ano era 2002. Então, foi depois do 11 de setembro e antes da invasão do Iraque pelos Estados Unidos, em 2003.

Além disso, naquela época havia muita excitação com a revolução tecnológica da informação, internet, dados, supercomputadores, essas coisas. Pra vocês terem ideia, o GPS só tinha menos de 10 anos. Essa informação sobre o GPS vai ser importante mais pra frente. Nesse contexto, os Estados Unidos deveriam fazer um exercício de guerra, que é uma espécie de laser tag profissional pra você treinar suas tropas e táticas. As forças armadas se dividem em dois times, o time azul simula o próprio país e o time vermelho pega o papel dos adversários.

Além disso, tem os juízes, que são chamados de células brancas. O nome desse exercício, pra quem quiser ler melhor sobre ele, é Millennium Challenge 2002, e foi um dos maiores exercícios militares da história. Custou cerca de 250 milhões de dólares. Caralho! O cenário era uma possível guerra no Golfo Pérsico, contra um inimigo muito parecido com o Irã. O time azul dos Estados Unidos deveriam testar uma nova doutrina de guerra, que era usar supercomputadores, satélites, GPS...

Cérebros atômicos! Para destruir... Programados para destruir... Comunicação e...

Cadeia de comando. E assim paralisaram o país adversário. Só que o time vermelho era comandado por um general aposentado chamado Paul Van Rieper, que era um veterano do Vietnã. E ele odiava toda essa história. Odeio, odeio, odeio. Achava uma nerdice do caralho. Chato pra caralho. Coisa de consultor engravatado que nunca ia dar certo numa guerra de verdade. Acertou, miserável. Bem, quando o jogo começou, o time azul mandou um ultimato. Renda-se. Não fazia nenhum sentido, porque era porra de um jogo de guerra.

Respondeu o timado dizendo, me rendi, para o jogo de guerra aí, vamos pra cá tomar cerveja. É uma boa ideia. Era só uma tentativa de fazer o time vermelho ligar o rádio e aí localizá-los a partir do rádio e acertar todos. Ah, agora eu entendi. O Van Ripper percebeu e mandou desligar tudo. Nada de rádio, nada de celular. Comunicação só com mensageiros em moto e sinais de luz. E malandro é malandro, mané, mané. Aqui vale ler uma notícia do dia 2 de março da CNN Brasil. Abre aspas.

Fecha aspa. Ou seja, desde o começo da guerra, o Irã fez a mesma coisa. Desligou completamente a internet pra ninguém ser localizado. Sem rádio, sem internet, o time azul ficou no escuro. Não achava o inimigo, não sabia onde tinha que atirar. Ainda assim, a tropa azul resolveu entrar no estreito de Hormuz. Tô ousado! Então a frota azul entrou no estreito de Hormuz. E foi surpreendida. Ao invés de usar navios tradicionais, grandes e fáceis de achar, Van Ripper usou centenas de barcos pequenos. Lanchos comuns, jet ski, barco que puxa banana boat, essas coisas.

distância, fazendo ataques quase suicidas, mas às centenas. Enquanto isso, na costa, as tropas atiravam mísseis contra os mesmos navios. Essas táticas eram parecidas com as usadas no Vietnã pelos Vietcongues, e o Van Ripper só adaptou elas para um cenário naval. O resultado foi completamente devastador. O sistema de defesa dos navios americanos não conseguiu se defender de tantos mísseis simultâneos e entrou em colapso. Rapaz. 16 navios teriam sido destruídos.

Rapaz. Inclusive um porta-aviões. Rapaz. E 4 mil marinheiros teriam sido mortos na simulação, né? Ufa.

de verdade. A derrota foi tão grande que o exercício teve que ser interrompido. Não dá pra continuar. Tá passando mal. Não fazia sentido continuar simulando nenhuma guerra com os Estados Unidos tendo perdido tudo. Isso deveria ser útil pra caralho, mas o orgulho do macho estadunidense não permitiria isso, né? A chamada masculinidade tóxica. Mas é aí que vem a melhor parte. Quando eles foram recomeçar tudo, eles meteram um tapetão.

Mas isso é enganar. O jogo recomeçou, mas com novas regras. Mandavam um general Van Ripper parar de usar táticas criativas. Tá de sacanagem.

Chegaram pro general Van Ripper e mandaram um... Disseram que o inimigo precisava agir de forma previsível. Um país no Oriente Médio nunca usaria táticas tão sofisticadas. Van Ripper ficou puto. E foi embora. A partir daí, os tais células brancas, os juízes do jogo, passaram a comandar o time vermelho. Dizendo, vai pra essa posição aqui e espera ser derrotado. Vai pra aquela posição ali e espera ser destruído. O jogo virou uma espécie de teatrinho pro time azul ganhar.

O problema é que o Irã divulgou um vídeo de uma base subterrânea com centenas de lanchinhas pequenas, todas armadas com lançadores de mísseis simples, que nem aqueles usados na simulação. Ou seja, os Estados Unidos pagaram 250 milhões de dólares pelos ensinamentos de General Van Rieper, ignoraram os ensinamentos completamente, se recusaram a aprender, mas deixaram um livrinho ali, Como Defender o Estreito de Hormuz. E o Irã foi lá, leu o livrinho, estudou ele direitinho e se preparou,

exatamente dessa forma. E não é que o Irã conseguiu essas informações via espionagem, não, hein? Tem um livro, tem um livro publicado sobre esse jogo de guerra aí. Aí de quebra, pela primeira vez, os Estados Unidos estão enfrentando um inimigo que tem capacidade de usar satélites para guiar os seus mísseis e drones. O Talibã não tinha isso, os Vietcongues não tinham isso. Aí, como o próprio chanceler Marco Rubio deixou claríssimo, os Estados Unidos foram para a guerra por causa de Israel.

Sabíamos que haveria uma ação israelense, sabíamos que isso precipitaria um ataque contra as

E sabíamos que, se não fôssemos atrás deles, preventivamente, antes que lançassem esses ataques, sofreríamos mais baixas e talvez um número ainda maior de mortos. E bora para um ex-oficial e ex-negociador israelense, Daniel Levi. O Netanyahu pode estar vendo isso e pensando, sabe de uma coisa? Talvez a gente esteja perdendo os Estados Unidos. Talvez isso seja irreversível. O tal do império em declínio. Daqui a pouco a gente fala sobre isso.

Pô, fora seu grande dinheiro em Brasília, porra! E talvez eu também reconheça que os Estados Unidos não são mais os mesmos.

vão reafirmar sua primazia. Estamos caminhando para a multipolaridade. Então, sabe do quê? Como Israel, o que eu preciso fazer é extrair o máximo possível dos Estados Unidos enquanto ainda posso. Então, se eu arrastar os Estados Unidos para uma guerra que será muito custosa para eles, que pode acelerar a perda do nosso apoio e também acelerar o declínio americano... Bom, se essa guerra puder remodelar fundamentalmente a região e ajudar a consolidar o domínio do meu país...

Então o que se dane as consequências para os Estados Unidos? Isso vale a pena para nós. Eu me pergunto se isso faz parte dos cálculos. E justamente por isso Israel está fazendo de tudo para escalar a guerra. Eles continuam matando as lideranças do Irã e não muda nada. Os mísseis iranianos continuam atingindo alvos em Israel e em países do Golfo e no Estreito de Hormuz. Podem matar os líderes, mas a estrutura continua de pé. Essa é uma guerra existencial para o Irã e eles treinaram bastante tempo para isso.

Larijani, chefe do Conselho Supremo do Irã e líder de fato do país. Era ele quem negociava com países do Golfo um fim pra guerra. Israel matou o cara que era a ligação entre os mais radicais e a liderança política iraniana, o que só favorece os mais radicais. E, recentemente, a guerra escalou bizarramente. Uma instalação de gás natural do Irã, ligada à maior reserva conhecida do mundo, foi alvo de ataques hoje.

os Estados Unidos. É a primeira vez no conflito que a infraestrutura de energia iraniana é alvo de bombardeios. Esse é um campo de gás dividido pelo Irã e pelo Catar. Eles extraem do mesmo campo e bombardear a principal fonte de receita de um país com 93 milhões de pessoas não é lá uma boa ideia. Foi a primeira vez que a produção do Irã foi atingida e isso levou a um aumento muito grande do preço do barril do petróleo. Eu tô passada, chocada.

Responda! Responda! Responda! Responda! Porque ataques contra a produção direta do petróleo e do gás são ataques de longo prazo. Olha a merda aí! Eles danificam as instalações para a produção de gás e de petróleo. Eles também destroem parte dessa produção e tem um prazo muito longo para que as refinarias voltem a produzir o gás e elas sejam recuperadas. Genialidade! Genial!

onde você está afetando o transporte do petróleo e do gás. Quando você ataca a produção, especialmente de um país que tem tanto gás e tanto petróleo, como é o caso do Irã, você está causando impactos de muito mais longo prazo. É muito mais difícil, oneroso e demora muito mais tempo para você reparar essas instalações. O Irã, inclusive, ficou indignado com esse ataque e agora já está avisando,

vários países do Golfo, que pretende fazer ataques similares contra a produção de petróleo e de gás. O governo do Catar, que como eu disse, divide aí esse campo enorme de gás, o maior campo de gás do mundo, o governo do Catar chamou esses ataques de perigosos e irresponsáveis, justamente porque eles afetam a produção de gás e a produção também de petróleo, se você continuar nessa linha de atacar os campos

E, obviamente, o Irã retrucou do lado Catar e do campo.

Avaliação a um bombardeio israelense ao campo de gás de South Porres, o maior campo de gás natural do mundo. E o Netanyahu nem se dá o trabalho de falar alguma coisa. O governo de Israel ainda não se manifestou com relação a esse ataque, que é uma escalada, e uma escalada bastante profunda desse conflito, especialmente pelo lado econômico. E o ataque a esse campo de gás, o maior do mundo, não é pouca merda não, hein? O impacto vai ser sentido por anos no mundo todo. E quem vai se fuder com isso, claro, são os mais pobres.

Palavras a seguir do Arnaud Bertrand no Twitter.

E tudo isso deu num post inacreditável do Trump.

Essa é a forma como Trump acusa Israel, dizendo que, coitados, fizeram isso por raiva. Infelizmente, o Irã desconhecia esse fato e atacou injustificadamente e de forma injusta uma parte das instalações de gás natural liquefeito do Catar. Nenhum outro ataque será realizado por Israel contra esse importantíssimo e valioso campo de gás de South Parse, a menos que o Irã imprudentemente decida atacar um país inocente, nesse caso o Catar.

o consentimento de Israel, destruirão completamente o campo de gás de South Paris com uma força e potência jamais vistas ou testemunhadas pelo Irã. O Trump, de forma cuidadosa, critica o ataque israelense, mas ameaça algo incrivelmente pior. Não quero autorizar esse nível de violência e destruição devido às implicações de longo prazo que isso terá para o futuro do Irã. Mas se o projeto de gás natural liquefeito do Catar for atacado novamente, não hesitarei.

Caralho! Agradeço a atenção dispensada a esse assunto. Presidente Donald J. Trump. E meu sobrinho aí, ó. Toca pra caralho, porra. E o revide iraniano não foi só no Catar, não. O Irã também lançou dois mísseis contra o campo de petróleo e gás de Rabshan, nos arredores de Abu Dhabi. Na quinta, o Irã atacou uma refinaria israelense em Haifa. Não é pouca merda, não. A refinaria responde por 60% do combustível de Israel.

Eu sou um gênero muito estabilizado.

E se você pudesse dizer alguma coisa ao presidente Trump e ele pudesse te ouvir, o que seria? Você é uma pilha de merda inútil. E votou nele quantas vezes? Três vezes. O erro foi meu. Aparentemente eu sou uma idiota. E vamos voltar para o chanceler do Oman. Ele explica como os Estados Unidos e Israel não deixam outra opção para eles. Volta para o Arnaud Bertrand no Twitter.

A avaliação do Irã contra o que alega serem alvos americanos em território de seus vizinhos foi um resultado inevitável do ataque dos Estados Unidos e Israel. Ele o descreve como provavelmente a única opção racional disponível para a liderança iraniana. E olha que o Oman foi um dos alvos do Irã, hein? E ele tá certo, pô. Queriam que o Irã fizesse o quê? Se rendesse como naquele patético exercício de guerra muito bem explicado pelo Caio Almendra?

Alguém achava que o Irã ia devolver os seus campos de petróleo para British Petroleum? Referência de velho! Procure saber!

Israel e países do Oriente Médio estão gastando boa parte do seu estoque de mísseis antiaéreos. O Irã tem uma porrada de drones relativamente baratos. E ao que parece, muitos dos mísseis iranianos, que os Estados Unidos dizem ter destruído, eram infláveis feitos para o Trump e Netanyahu gastarem muita munição e bilhões de dólares. E isso também explicaria os mísseis continuarem a cair em Israel e no Oriente Médio, enquanto Trump e Netanyahu dizem ter destruído quase todos os mísseis e os seus lançadores. Volta para o Arnaud Bertrand.

todo o modelo econômico da região, no qual o esporte global, o turismo, a aviação e a tecnologia desempenhariam um papel importante. Ele acredita que, se isso não foi previsto pelos arquitetos dessa guerra, certamente foi um grave erro de cálculo. O chanceler do Oman diz o óbvio, que Israel arrastou os Estados Unidos para a guerra. Ele afirma que, diante disso, os amigos da América têm a responsabilidade de dizer a verdade,

A saber, o Irã e os Estados Unidos. Exatamente isso. E o Trump se diz surpreso. Mas antes disso, vamos aos nossos anunciantes. A maternidade não precisa significar isolamento, sobrecarga ou perda de autonomia. A Dona Chica Sling faz carregadores ergonômicos que permitem que mães, pais e cuidadores carreguem seus bebês com segurança, conforto e liberdade para seguir vivendo, trabalhando e ocupando todos os espaços. Porque colo a necessidade e autonomia também.

Gente, muita coisa legal lá no Dona Chica Sling. Os slings são lindos, mas não é só slings que tem lá, não. Tem boné, ecobag, camiseta e todos com uma mensagem bem legal. Como a gente ia dizendo, e o Trump se diz surpreso. O senhor mencionou o Irã algumas vezes hoje e o que eles fizeram depois que a Operação Fúria Épica começou. O senhor disse que eles atacaram o Qatar, a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, o Bahrein e o Kuwait. Que ninguém esperava por isso e que ficamos chocados.

informado com antecedência de que essa poderia ser a retaliação deles? Ninguém, ninguém, não, não. Os maiores especialistas, ninguém achava que eles iriam atacar. Nunca vi, tu é burro, cara. E como todo mundo sabe, o Trump fez do Estreito de Hormuz uma grande confusão. Muitas embarcações atingidas e por muito tempo não passou nenhum navio. E os pouquíssimos navios que passaram nos últimos dias fizeram uma rota bem próxima à costa iraniana.

E o fizeram com autorização iraniana. E o Irã só está autorizando para países que não estão participando de alguma forma

E reza a lenda que a negociação tem que ser em Yuan. E isso seria um torpedo gigantesco na economia dos Estados Unidos. Eles precisam desesperadamente dos petrodólares. E lembra lá do exercício de guerra contado pelo Caio Almendra, no qual os Estados Unidos tinham a superioridade de GPS e tecnologias e os caralhos, e que isso seria importante? Algo incomum está acontecendo no campo de batalha. Explosões estão sendo relatadas em locais estratégicos.

instalações de radar, sistemas de alerta antecipado e centros de vigilância militar. Agora o quadro está ficando claro. O Irã está sistematicamente atacando instalações de radar americanas em toda a região, numa tentativa calculada de enfraquecer o escudo defensivo do Pentágono. Esses sistemas de radar são cruciais. Eles detectam mísseis, rastreiam drones e fornecem alertas antecipados às forças americanas e bases aliadas.

Eliminá-los reduz drasticamente o tempo de resposta. Relatórios indicam que pelo menos 5 locais de radar americanos foram identificados e alvejados em operações iranianas recentes. O número atual já é de no mínimo 10 radares destruídos em diferentes países do Oriente Médio. E não tinham muitos radares, não. Isso é um golpe fodido para os Estados Unidos, para Israel e para todos os países do Oriente Médio, que caíram no caô dos Estados Unidos e achavam que iam estar protegidos dos mísseis iranianos.

sinceríssimo comentarista do Kuwait. Precisamos saber que não se pode apaziguar os sionistas. Não se pode comprar influência. Olha para o Jared Kushner. Sabemos o quanto ele pegou do Golfo. É informação pública de domínio público. Bom, estamos falando de alguns bilhões de dólares caindo na conta do genro do Trump. E agora os mesmos países que lideram todo esse dinheiro sem nenhum retorno estão enfrentando

vai todo mundo perto. Estão tentando fazer parecer que é nosso dever continuar o trabalho que Israel quer continuar, o que já é uma ideia muito louca. Então precisamos mudar a forma como pensamos sobre como podemos influenciar Washington. Essa conquista é do Trump e ninguém tira dele. Mas vamos voltar para os ataques contra radares dos Estados Unidos. Os ataques parecem precisos, cuidadosamente planejados, não uma retaliação aleatória.

Estratistas militares acreditam que a estratégia é simples, cegar o radar e depois atacar com mais força. Da Jordânia ao Qatar, do Bahrein ao Kuwait, diversas bases militares americanas foram atacadas. E os alvos eram esses radares que custam centenas de milhões de dólares. E, teoricamente, o Irã não teria capacidade para esse tipo de ataque a partir dos poucos satélites que eles têm em órbita.

ajudando o Irã a localizar instalações sensíveis dos Estados Unidos com maior precisão. Se isso for verdade, significaria que o campo de batalha não está mais limitado a uma única região. Significaria que uma guerra silenciosa de inteligência está moldando os mísseis que seguem. Reza a lenda que o Irã está usando sistemas de geolocalização da Rússia e da China para esses ataques. E não é fácil repor esses equipamentos. Custam muitos bilhões e demoram anos para serem feitos e entrarem em operação. E não é só isso, não. O Trump se gaba de ter destruído a marinha iraniana.

Mas quem está dando ré são os Estados Unidos. As marinhas estão obsoletas, isso eu posso afirmar. Os porta-aviões dos Estados Unidos, um deles está voltando para os Estados Unidos após um incêndio suspeito na lavanderia. O Abraham Lincoln deixou o teatro de operações. Os outros dois porta-aviões não estão a menos de 700 quilômetros do teatro de operações.

quilômetros do Teatro de Operações. Bora com o Shanaka Anslem Pereira, um analista independente, no Twitter no dia 27 de fevereiro. O USS Gerald R. Ford não está ancorado perto do Irã. Por que será? Está ancorado na costa de Israel. E ninguém está fazendo a única pergunta que importa. Será que Carlo Ancelotti vai convocar o Neymar? Por quê? Por quê? Por quê? A joia da coroa da Marinha dos Estados Unidos, avaliada em 13,3 bilhões

2 milhões de dólares, o maior navio de guerra já construído, acaba de se posicionar perto de Haifa. Não no Mar Arábico, onde o Lincoln está a 850 quilômetros da costa iraniana, pronto para operações ofensivas. Não no Golfo Pérsico, onde o alcance de ataque é o ideal. Está na costa de Israel, defendendo Israel. Pois é, parafraseando o Trump, Israel first. Isso não é redundância, é arquitetura. Dois porta-aviões, duas missões, duas funções estratégicas completamente diferentes. O Lincoln é a espada.

O FORD é questionado para lançar ataques aéreos no espaço aéreo iraniano poucas horas após uma ordem. O FORD é o escudo, com seus sistemas de defesa antimíssel Aegis, criando uma proteção sobre as cidades israelenses contra a retaliação que se seguiria ao primeiro míssil Tomahawk. Os Estados Unidos acabaram de dividir sua doutrina de porta-aviões em ofensiva e defensiva simultaneamente. Isso não acontecia desde o Teatro de Operações do Pacífico, em 1945. Mas o posicionamento revela algo mais profundo do que táticas.

seus mísseis e drones voarão em direção a Israel. Eles sobrevoarão o mesmo espaço aéreo onde um grupo de ataque de porta-aviões dos Estados Unidos está atualmente estacionado. Cada míssel iraniano direcionado a Tel Aviv ou Haifa terá que atravessar o perímetro defensivo do Ford. Atirar em Israel significa atirar em, ao redor e através de um grupo de porta-aviões americano. O Irã não pode retaliar contra Israel sem envolver os recursos navais americanos. A posição do Ford torna isso fisicamente impossível.

não está defendendo Israel por mera liberalidade. Ele está posicionado de forma que qualquer resposta iraniana aos ataques americanos se torne automaticamente um ataque às forças americanas, desencadeando toda a força irrestrita da resposta militar dos Estados Unidos sem a necessidade de uma única decisão política adicional. Seria o sonho do Netanyahu. E periga o Netanyahu realizar ele próprio esse sonho. Isso é um seguro contra a escalada.

escrito em aço e água do mar. Se a campanha se prolongar além do planejado, se as munições se esgotarem em 7 a 10 dias, se os aliados hesitarem, a posição do Ford garante que a retaliação iraniana realize o trabalho político que Washington não pode fazer sozinha, transformar um ataque americano limitado em um ato de autodefesa que nenhum aliado pode se recusar a apoiar. Você não posiciona um porta-aviões de 13,3 bilhões de dólares, onde o fogo do inimigo o atingirá,

Os Estados Unidos e Israel não entendem que o seu inimigo está numa luta existencial. Bom, definitivamente é uma resposta a uma crise existencial. É uma crise existencial. É por isso que eles estão lutando.

Eles estão lutando há 47 anos, e essas pessoas já sofreram muito pelas sanções e também pela batalha. Essa é uma geração que, quando jovem, lutou em outra guerra existencial, que foi a invasão do Irã por Saddam Hussein, apoiada pelo Ocidente e financiada pelos sauditas e coaitianos. Durou oito anos e o Irã sofreu horrores.

um milhão de pessoas sofreram com os ataques com gás lançados por Saddam Hussein, que novamente foram fornecidos por precursores alemães. E eles sobreviveram e repeliram a invasão. E bora com o Jeffrey Sachs, porque tudo tem a ver com a Palestina. Há 30 anos, Benjamin Netanyahu, quando se tornou primeiro-ministro de Israel, com seus conselheiros americanos,

lançou um projeto chamado Clean Break. A ideia de uma ruptura limpa, todos devem entender, é impedir permanentemente a criação de um Estado da Palestina ao lado do Estado de Israel. É a tática eterna de Israel. Enfraquecer os seus inimigos moderados e fortalecer seus inimigos mais radicais. É um Estado suicida. Então é baseado em um crime, porque é direito internacional que precisa haver,

o Estado palestino ao lado do Estado de Israel. Mas o propósito da ruptura limpa era dizer, qualquer governo no Oriente Médio, Norte da África ou no chifre da África que apoie a causa palestina e a resistência, nós vamos derrubar. Exatamente isso. E é por isso que há tantas guerras, porque o grande Israel, a ilusão de Netanyahu e a cumplicidade americana,

levaram a guerras na Líbia, Sudão, Somália, Palestina, Líbano, Síria, Iraque, Iêmen e agora no Irã. Isso faz parte da doutrina. E é uma loucura. Em vez de simplesmente termos um Estado Palestino ao lado do Estado de Israel, de acordo com o direito internacional, temos guerras por todo o Oriente Médio que já ceifaram centenas de milhares,

milhões de vidas e já duram 30 anos. E é isso, uma guerra alucinada empreendida por duas das figuras mais vias dessa quadra da história, Netanyahu e Trump. Com vantagem pro primeiro, hein? E tchau pra vocês, semana que vem tamo de volta. Tchau pra vocês, vem pianinho! E hoje a gente fica por aqui. Muito obrigado a todas as fontes, vocês são demais, amamos vocês, beijo no período. Se quiser e puder, pingam lá pra gente no

apoia.se barra medo e delírio, no patreon.com barra medo e delírio em Brasília, na Orelo ou no pix medo e delírio em Brasília, arroba gmail.com. Assina o nosso feed no seu agregador de podcast favorito e dá uma olhada nas nossas redes sociais. E também no loja.medoedelírioembrasília.com.br Eu sou o Cristiano Botafogo, o Medo e Delírio em Brasília é escrito por Pedro Doutro e produzido pelo Guilherme Gandolfi, arroba Gui Frodo nas redes sociais. Bora passar

Não. Mas bora passar menos raiva? Bora. Me permite uma parte? Não lhe dou uma parte.

alguns testemunhos, e isso tem a ver com o conceito de double tap. Double tap é quando um país ataca o mesmo lugar duas vezes em um intervalo pequeno. Isso é considerado um crime de guerra pela Convenção de Genebra de 1949. Por quê? Bom, porque após o primeiro ataque, o local atacado fica cheio de socorrista, pessoa comum, inocente, tentando ajudar as pessoas que estão presas nos escombros, os feridos, aparece médico e por aí vai.

E é um crime de guerra atacar profissional de saúde, é um crime de guerra atacar civis,

guerra atacasse feridos e por conta disso é um crime de guerra praticar double ou triple tap. Só que double tap se tornou uma prática muito comum em Israel, em especial muito utilizado no genocídio em Gaza. Um double tap pode ter dois objetivos. Garantir que um alvo muito relevante morra, então Israel usa muito contra alvos de alta relevância do Hezbollah e do Hamas, ou o objetivo pode ser matar os socorristas mesmo. E essa hipótese de que Israel muitas vezes teve como objetivo matar socorristas e profissionais de saúde,

é muito condizente com alguns casos que aconteceram onde Israel matou especificamente socorristas e profissionais de saúde. Como o caso das valas comuns no Hospital de Nasser, em abril de 2024, quando foram descobertos corpos de enfermeiros e médicos algemados e com tiros na nuca, provavelmente fruto de uma execução de massa. O caso do ataque ao comboio de ambulâncias do Crescente Vermelho, em março de 2025, quando 15 paramédicos foram mortos a tentar chegar no bairro de Tawaz Sultan.

Al-Shifa. Bem, a escola de Minab sofreu esse triple tapping. Eles foram três mísseis com 40 minutos de intervalo total, segundo uma investigação da Al-Jazeera na matéria chamada Al-Jazeera Investigation, Iran Girls School Targeting Likely Deliberate de 3 de março. Ou seja, investigação da Al-Jazeera, escola iraniana de meninas, provavelmente foi um alvo deliberado. A matéria também traz elementos interessantes que nos permitem percular a razão desse ataque. É pouco provável que o double tapping tenha

porque os Estados Unidos queriam muito que aquelas meninas fossem mortas. Então o mais provável dos alvos são os socorristas. E aí a gente chega ao porquê. Como vocês disseram no episódio, a escola era próxima à base militar da Guarda Revolucionária do Irã. E isso não é muito à toa. A escola tinha todo tipo de aluna, mas boa parte delas eram filhas militares dessa base militar. Uma coisa comum no mundo inteiro, vocês até falaram disso num episódio explicando a origem das escolas militares no Brasil, como muitas escolas tinham como público primário os filhos dos militares,

que tinham que se mudar para algum lugar, elevar sua família e por aí vai. E a cidade de Minab é uma posição muito relevante porque, segundo Al Jazeera, é essencial para o controle do esteito de Urmuz, por onde passa o petróleo do Golfo. Então o Triple Tapping poderia ter o objetivo de atrair os pais para socorrer suas meninas, tirar elas dos escombros e por aí vai, e depois acertar um segundo míssil para matar esses pais que estavam socorrendo suas filhas.

O que é em especial um crime de guerra muito macaco. É absolutamente bizarro isso ser uma possibilidade

E mesmo que não tenha sido por conta disso, os 40 minutos de intervalo têm uma relevância muito grande, porque em 40 minutos dá tempo da informação de que acertaram na escola chegar ao Pentágono, chegar ao porta-aviões que realizou o ataque, ao grupo de porta-aviões que realizou o ataque. 40 minutos é tempo pra caramba, na verdade, você sabe o que você acertou. E aí, para fechar esse tópico, tem uma fala do Pete Hegset sobre as regras de engajamento, ou seja, quais são as diretrizes militares

os Estados Unidos nessa guerra no Irã. E a fala dele é o seguinte, não existem mais guerras de engajamento idiotas, não haverá mais guerras politicamente corretas, não haverá mais guerras woke. Isso aí tem a ver com uma lenda dos milicos estadunidenses de que eles perderam a guerra do Vietnã porque foram bonzinhos demais, porque o pessoal dos direitos humanos chegou e por aí vai. E aí em cima dessa lenda, a ideia era de que agora a gente vai deixar de ser um departamento de defesa passar a ser um departamento de guerra e a gente não mais vai se preocupar com essas diretrizes militares fofinhas

correntinhas e politicamente corretas e por aí vai, que fazem os Estados Unidos perder. Logo depois deles fazerem isso, o que é que eles fazem? Eles acertam uma escola de meninas pra atacar a moral dos pais, que são militares. É isso, gente. Um abraço. Acabou? Não. Acabou sim. Acabou? Acabou. Acabou. Porra, acabou. Beijinho. Sigamos com muito amor e poesia. Ouve a voz do seu Perinho. A boca é um ano da faça. Varanda do porro. Lexotan não se toma na veia. Essa porra é maconha. Quando você é jovem, qualquer pessoa que tem um baseado,

O Bolsonaro vira seu amigo. O Bolsonaro sendo atropelado. Estou de acordo. Mas e as pessoas passarem fome? É isso. Cenoura, cenoura. Mais ou menos isso. Que porra é essa aqui? É maconha essa porra? Quem fuma? Duzentos baseados. Muita gente. Muita, mas muita gente. Conversa de bêbado. Nem todo artista é maconheiro. Mas todo maconheiro é um artista. Algum delírio. Presunto parma, vamos lembrar, não é qualquer presunto. Não é proibido no Brasil transar. Antigamente as pessoas ainda coçavam a virilha, hoje nem isso coça mais.

dentro do seu cu. Um opalão, um chevette, um golbolinha. Vai deixar eles mijarem em cima de você. Lixo. Arrombado. Vai entrar o grosso. O grosso chegou! Ai, que dor no meu pau. Eu sou especialista em pau. É a piroca. Ela é bastante extensa. Veja a gramatura. Você não sabe como eu ficava feliz quando eu vi um trabalhador mostrar uma pica. Também entra, também entra. Cadê os machos? Eles têm um pênis. Pistolão bonito, né? Há controvérsias. Contém ovos. Não esqueça de lavar os testigos.

A virilha e o ânus 95% da população mundial Faz errado a limpeza do ânus Os galináceos tem pênis Tem graça esse final? Não, né? Desculpa Desculpe Desculpe Desculpe Desculpe Desculpe Desculpe Pera um pouco, querido Pera só um minuto Só um minutinho Estamos esperando aí Calma, calma, calma Relaxe Pronto, tá bom Pronto Era isso Acorda, vagabundo Acorda Acorda Obrigado, minha gente

Sejam felizes. Um abraço.

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