MEDO, DELÍRIO, PERGUNTAS E RESPOSTAS 2
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*AGENDA*
RIO DE JANEIRO - 20/06
Festa do Medo e Delírio
Circo Voador - 20h
@bnegãooficial botando um som responsa total, a mixtape que une política e lisergia de maneira divina e uma atração inédita em toda a galáxia: a Cumbia Combo Fuego, que junta no palco os talentos de @mintchogarrammone + @afroribeirinhos + @letto.oficial!
https://www.eventim.com.br/event/medo-e-delirio-a-festa-no-circo-circo-voador-21706785/
- Origem do PodDelasUso de GIFs e áudios no início do podcast · Busca por reações no YouTube e Google Vídeos · Processo de transcrição do YouTube · Áudios espontâneos vs. roteirizados · Gravação de áudios na casa do Pedro
- Finais de episódio e vírgulas fixasEvolução do final do episódio durante o governo Bolsonaro · Obsessão por palavras com a letra 'P' · Mudança de final durante o governo Lula · Contexto da fala de Lula sobre coçar a virilha · Uso de 'cenoura' como exemplo de inflação de demanda · Boulos · Montagem de 'cu dilatado' · Flávio Bolsonaro e incentivos para carros menos poluentes
- Memes e ViralizacaoBolsonaro Caga Mal · Duas letras (PF) · Seja educado · Drama · Eduardo Bolsonaro e Alexandre de Moraes · Guerra Santa · Procure Saber e Lobão imitando Gilberto Gil · Arthur Lira é chato/foda
- Origem de vírgulas específicasPim · Sanfoninha · Deu Errado e Samuel Mariano · Marquinho e a maconha · Limpeza do ânus · Burnoutinho e Cristiano Zanin · Gui Frodo e a vírgula · Show Drogado e o quadro português
- Fixação em 'sentar na mesa'Origem da frase em fala de Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira · Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira · Comissão de Transparência das Eleições · Relatório das Forças Armadas sobre fiscalização das eleições
- Batalha de GuararapesHistória da batalha e expulsão dos holandeses · Marco de fundação do Exército Brasileiro · Celso Castro e o livro 'A Invenção do Exército Brasileiro' · Uso do símbolo de Guararapes na redemocratização
- Produção de PodcastsEquilíbrio na quantidade de vírgulas · Sugestões de roteiro e vírgulas · Edição e publicação · Agilidade no processo de produção · Uso de inteligência artificial para transcrição · Organização de créditos finais · Registro de fontes de áudio
Olá, meu povo! Ainda estamos de recesso, hein? Dia 1º de junho a gente volta a trabalhar. Mas estamos deixando aqui um episódiozinho diferente pra vocês não esquecerem da gente. Então, bom dia, boa tarde, boa noite. Eu sou o Cristiano Seu Lixo Botafogo. E esse é um episódio diferente do Medo Delírio. A gente vai responder umas perguntinhas aqui. O Gui pediu pra vocês mandarem umas perguntas pra gente já há um tempão nas redes sociais, considerando, obviamente, que foda-se o Medo Delírio em Brasília, né?
Diz aí, Gui. Boa noite aos ouvintes. E é a primeira vez que a minha voz aparece nesse podcast, hein? Nunca antes na história da podosfera. Mentira, porque já apareceu no último episódio, que eu tava procurando uma vírgula, e tinha já uma gravação sua pra esse episódio aqui, na qual eu usei a sua voz. Então, fake news isso daí. Mas na época que foi gravado, não era fake news. Então, tá certo.
Bom, nesse episódio a gente vai responder umas perguntas que vocês, ouvintes drogados, mandaram pra gente lá no Instagram. E se você não lembra disso é porque a pergunta foi feita no ano passado. O Gui vai ler as perguntas pra gente. Mas se você não segue a gente no Instagram, segue a gente lá, porra. Se você não segue a gente no YouTube, segue a gente lá também, porra. A gente vai responder tudo que o nosso jurídico permitir. Pô, vocês têm jurídico desde quando, porra? É a Neide.
Tô de olho aqui, hein? Vai dar merda. Exatamente essa vírgula aí que eu usei no último episódio, tá vendo? Mas falando em vírgula, vale lembrar que a gente tem um aplicativo com a neta das vírgulas do Medo Delírio, desenvolvido por ouvintes, o Rafael Schmidt e o Cidrônio Lima. E a gente sabe que tá faltando coisa lá, mas também não dá pra colocar tudo. Tenha sua calma.
Exato, a gente volta e meia vai colocando mais coisas lá de vez em quando. A gente não, né? O Rafael Schmidt e o Cidrono Lima. Eles volta e meia pedem uma coisa ou outra pra gente, a gente manda pra eles lá. Ah, também tem uma conta no Instagram, vírgulasmedeb. Porra, obrigado pra caralho pra todo mundo aí que colaborou. Mas bora lá, manda aí Gui, primeira pergunta. A Arroba Bexcaio pergunta, como é o processo pra virar vírgula?
E a Reina Clarice pergunta, quantos anos gastamos no YouTube procurando as vírgulas?
Acho que tem que contar um pouco da origem do Medo Delírio. O Medo Delírio começa com o Pedro lá no Wordpress. Ele está fazendo um blog, começa o blog ali na eleição do Bolsonaro, a gente já contou essa história mil vezes. E o Pedro colocava gifs entre um bloco de texto e o outro.
GIF de alguém puto da vida e coisa assim. Vários desses GIFs eram de vídeo, né? Faziam parte de um vídeo. Então tinha um áudio relativo a ele. Lá no começo do Medellín em Brasília, o Pedro ainda não fazia o roteiro. Eu pegava o blog dele e transformava em áudio, digamos assim. E aí eu usava isso como recurso. Usava os GIFs dele como vírgulas. E acrescentava outras coisas também. Com o tempo, a gente vai lembrando de outras coisas, outros memes que poderiam entrar como vírgulas, outras frases, etc e tal.
E aí o que acontece é que volta e meia eu tô procurando, eu, Cristiano, né? Tô procurando uma reação específica. E aí eu vou no YouTube, sei lá, no Instagram, sei lá, em qualquer lugar, no Google Vídeos lá, que tem uma pesquisa só por vídeos no Google, e pesquiso por alguma frase. Volta e meia eu encontro uma coisa ou outra. O Porquê Será, por exemplo, foi assim. Porquê Será, doi oi pra vocês! Outra vírgula também que veio assim é o Deu Errado. Imaginou alguém chegar pra você e ficar... Deu errado...
Sua pesca a noite toda não teve sucesso. No primeiro caso eu botei por que será no YouTube, apareceu essa música, é bem comum aparecer música, aliás. E no outro eu botei deu errado, apareceu essa música. O YouTube tem um processo de transcrição, ele transcreve tudo que está sendo dito nos vídeos. E a transcrição aparece, você consegue pesquisar pela transcrição. A transcrição também é responsiva, responde ao mecanismo de pesquisa.
Quando você pesquisa uma coisa no YouTube, você pesquisa também nas transcrições.
Não é a melhor coisa do mundo, mas tudo bem. Esse negócio de ter transcrição no YouTube ajuda para um caralho. Mas então, bora pra próxima. Arroba Underline Quinha quer saber das vírgulas do Pedro. Quer saber se são áudios espontâneos que ele foi mandando ou se são pensadas e aí te coloca no roteiro pra ele gravar aquilo especificamente. Depende. Tem algumas que o Pedro já coloca no roteiro. Ah, vou botar essa reação aqui pra eu fazer no roteiro.
Aí ele manda pra mim um áudio por WhatsApp. Não consegui colocar no roteiro, mas é sim a maior das ironias. Essa aí, por exemplo.
Cristiano, essa é a tua melhor imitação, hein? Parabéns. Filha da puta. Ai, esse áudio meu é pro cara roteiro. Primeiro áudio, acho que só tem um mesmo. Nem fudendo, Cristiano, nem fudendo. Tem várias que às vezes eu ia gravar na casa do Pedro e aí me dava estalo na hora assim, Pedro, diz não sei o quê. Aí ele falava lá de longe pra caralho, ficava uma merda o áudio, mas foda-se.
Corra, uma merda. Ou às vezes ele vinha e gravava perto do microfone, pelo menos. Corrupo. Canária, filha da puta. Tipo isso. Arroba Gloria Regina Castro. Quer saber como sentar na mesa virou essa fixação toda? Como assim fixação? Sentar na mesa. Tu demorou pra sentar aqui na mesa. Sentar, sentar, sentar na mesa. Esse hit e a chiclete naturalmente vai ficar.
Então, eu vou, eu vou
Dentro do caô, hoje vai... Sinta na mesa! Eu nunca sentia na mesa... Sinta, sinta, sinta, sinta, sinta... Cuenta sentada, chata... Sinta, sinta na mesa... Branca, ela sinta na mesa... Preta, ela sinta na mesa... Branca, ela sinta na mesa... Preta, ela queria ter duas... Mesa, e sentar ao mesmo tempo... Na branca e na preta... Sinta na mesa... Chateado... Guaraná e sinta na mesa... Obsessionado...
Bom, mas a frase original é essa aqui, né? Tenho tentado em várias oportunidades os ofícios que mandamos ao TSE para que possamos sentar na mesa. Equipe técnica das Forças Armadas, e pode ser da Polícia Federal, com outras equipes, conversar, conhecer melhor. Não tenho tido êxito.
Pra quem não sabe, esse aí é o Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. O Paulo Sérgio era ministro da Defesa e integrante da Comissão de Transparência das Eleições, que fez um relatório das Forças Armadas sobre a fiscalização das eleições. O relatório dizia, basicamente, que não tinha aparecido problema nenhum, mas também que não tinha como garantir que não tinha outro problema. Enfim, sem enrolação aí. Isso aí é o Paulo Sérgio numa comissão na Câmara, falando que não conseguia falar com o pessoal do TSE e tal, que as Forças Armadas não conseguiam falar porra nenhuma. Enfim, é isso. Bora, pra próxima.
O Abreu Underline Fefe pergunta das vírgulas fixas no final de cada episódio. E Daisy Underline Cricilva pergunta especificamente qual o contexto do Lula falando as pessoas não coçam a virilha. Além das, claro, cenoura, Bolsonaro atropelado, cu dilatado, gol bolinha, vai no dupum e etc. Na primeira temporada do Medelírio, durante o governo Bolsonaro, o final era diferente, né? Eventualmente virou uma obsessão por palavras que começavam com a letra P. Puta que pariu! Porra! Porra! Porra! Porra!
Putinha do poço. Problemas. Pornô. Pornô. Paralepipo de craque. Paralepipo de craque. Paralepipo de craque. Presidente Putin. Presidente Putin. Presidente Putin. Presidente Biden. Presidente Biden. Presidente Biden. Presidente Lula. Presidente. Presidente. Por que sua esposa Michele recebeu 89 mil de Fabrício Queiroz?
Parte terminal do aparelho digestivo. Aí depois eu acho que eu fui acrescentando várias coisas. Sei lá, é caótico, gente. Não tem regra nenhuma, não. Que baú do baú. Agora, o governo tá indo bem. Eu não errei nenhuma. Eu não errei nenhuma. Zero. Porra. Será que eu tô errando falar isso daí? Não tem como não dar errado. Vai dar errado. Tem tudo para não dar certo.
Culo dilatado. Lula ou Bolsonaro? Qualquer pessoa me pergunta Satanás ou Bolsonaro, eu vou responder Satanás. A verdadeira polarização é entre os que querem o direito de viver e os que querem o direito de matar. De que lado você tá? A verdadeira polarização é entre o meu pau e a sua mão. Polarização é o meu pau e a sua mão. Sempre importante frisar. Oh, glória. E no final do arco-íris tem um baldinho de cerveja gelada. Foda-se.
Acabou? Acabou! Aí durante o governo Lula um novo final foi se desenvolvendo e eventualmente se consolidou e ficou mais ou menos igual, igual um tempão. Acabou? Não! Acabou sim! Acabou? Acabou! Porra! Acabou! Beijinho, sigamos! Etc, etc, etc. O Lula falando das pessoas antes coçavam a virilha, agora não coçam mais. Coçar a virilha era tipo a pessoa, tipo, colocar a mão dentro do bolso da calça, assim, procurando o celular, como se fosse tentar empurrar a mão pra dentro do bolso da calça.
De pouquinho em pouquinho, aí parece que está coçando a virilha, né? Essa imagem que ele quis criar. Eu tenho meu tempo e o celular tem o dele. Quando eu quero ligar, eu peço para a pessoa que trabalha comigo ligar e eu converso com as pessoas. É, essa coisa de tecnologia é como se fosse um pêndulo. Não, tem gente que é doente. Tem gente que só tem duas orelhas e anda com três celulares na mão, quatro. É, verdade. Antigamente as pessoas ainda coçavam a virilha.
Hoje nem isso coça mais. Nem isso coça mais. As pessoas têm um monte de celular na mão. Dois, três, quatro celulares na mão.
O cenoura, cenoura é o Boulos explicando sobre inflação de demanda. Quando tem muita gente procurando por, por exemplo, cenoura, aí ele fala assim, cenoura, como se a pessoa estivesse na feira, né? Falando assim, cenoura, cenoura. O feirante, vendo que tem muita gente procurando por cenoura, vai aumentar o preço da cenoura. Isso aí ele está falando num contexto do uso da taxa de juros como ferramenta para diminuir a inflação.
A inflação que o juro alto consegue incidir é a inflação de demanda. O que é a inflação de demanda? É quando tem muita gente querendo comprar, a economia, as indústrias trabalhando sem capacidade ociosa, ou seja, a economia é todo vapor, o povão com dinheiro no bolso, chegando lá como se tivesse centenas de pessoas em frente ao sacolão gritando cenoura, cenoura, mais ou menos isso. O povo tá querendo, não tem produto suficiente. O que acontece? Aumenta o preço pela oferta e procura.
Fun fact. Teve algum evento em que eu tava em São Paulo, um tempão atrás, e tava o Boulos. Aí eu fui falar com o Boulos, né? Pô, a gente tinha bebido e tal. A gente vai perdendo as vergonhas, né? Bebe e perde a vergonha. Aí eu fui falar com ele. Pô, eu sou o Cristiano do Medo Delírio. Aí ele me pegou assim e falou. Cara, de onde é esse negócio do cenoura-cenoura? Aí eu expliquei pra ele. Já o cu dilatado é montagem. O cu dilatado.
É a merda que eu não faço a mínima ideia de onde é que eu tirei essa porra aí. Golbolinha, chevette, opalão, etc.
É o Flávio Bolsonaro reclamando dos incentivos pra carros que poluíam menos. Porra, mas e a pessoa que é pobre e tem um Opalão, um Chevette, um Golbolinha? Estão dando incentivo, né? Estão botando alguns basilares, por exemplo, de se...
aumentar os impostos para, por exemplo, veículos que poluam menos o meio ambiente. E quais são os veículos que poluem menos o meio ambiente? São os veículos elétricos, que custam o olho da cara. Um pobre nunca vai ter condição de comprar um veículo elétrico. Portanto, quem tem o Opalan, o Chevette, um Golbolinha, vai acabar tendo que pagar.
o imposto do seu automóvel maior. Não é que esses carros vão ficar com imposto maior. Esses carros não vão ficar com imposto menor. Já o varanda do PUM é o Lula falando alguma coisa do Minha Casa Minha Vida. Tipo, que tinha que ser um padrão alto, que tinha que ser um padrão bom, que os apartamentos tinham que ser bons. Tinham que ter, inclusive, uma varanda do PUM. Foi muito engraçado, mas eu estava lançando um conjunto habitacional no Rio de Janeiro e eu perguntei por que que não pode ter uma varanda de um metro quadrado?
O que vai encarecer essa casa? O que vai aumentar a prestação de um metro quadrado? Ou seja, eu ainda citei, tem dia que o cidadão não está bom do intestino, ele fazia a varanda do pão. O cara está lá, vai lá, vai lá fora. Não fica dentro de casa fazendo as coisas. Olha...
É porque é uma questão de respeito. Bora pra próxima. Arroba Augusto Closter pergunta uma única palavra. Guararapes. Vou falar aqui historiadores que me corrijam, hein? Mas, aparentemente, na batalha que expulsou os holandeses lá do Nordeste, pelo menos essa é uma das histórias que se conta, e essa, ao que parece, é a narrativa oficial do Exército Brasileiro, chamada Batalha de Guararapes, meio que todo mundo se uniu. Isso aí provavelmente tem um milhão de aspas, né, nesse se uniu.
para expulsar os holandeses dali. Guararapes é ali perto do Recife. E portugueses, indígenas e escravizados teriam se unido para expulsar os holandeses. Pelo menos acho que foi essa história que eu ouvi. As Forças Armadas colocam como marco de fundação do Exército Brasileiro a Batalha de Guararapes. E virou uma espécie de mito da formação do Exército no Brasil.
E um mundo cada vez mais complexo. É preciso olhar os exemplos dos heróis de Guararapes e do Duque de Caxias. O episódio de Guararapes tem um detalhe muito interessante. Criaram o dia do exército, porque nós tínhamos o dia de soldar até o 25 de agosto por causa do Caxias. Mas o dia do exército passava a ser o 19 de abril, com homenagem à Batalha de Guararapes de 1648. Então eles colocam que o exército foi fundado em 1648 e é complicadíssima essa história, né?
No livro A Invenção do Exército Brasileiro, Celso Castro analisa a importância da criação da imagem de Guadarapes como o nascimento do exército brasileiro e a ideia de cooperação de pessoas e diferentes grupos pela defesa do território contra o inimigo estrangeiro. No contexto da redemocratização, já na década de 1990, esse símbolo foi buscado para superar datas que lembravam eventos políticos internos ao Brasil e reforçar uma ideia de nacionalidade brasileira.
Claro, isso é um resumo da tese apresentada na obra. Aí a gente fez o senta na mesa, Guararapes, senta na mesa, que já apareceu aí. Guararapes! Usando a fala do Paulo Sérgio sobre o assunto. Em Guararapes, a origem da nossa força terrestre, o exército de Caxias. Acho que é isso. Bora pra próxima. Essa aqui é muito boa. Se Salmeida quer saber por que falar tanto de Pim.
Essa aí talvez dê pra responder com uma vírgula. Sou aluno da quinta série. Por algum motivo, a gente ainda acha isso engraçado em 2026. Que as novas gerações melhorem a humanidade. Bora pra próxima. Arroba eu, Nani Prata, quer saber qual a origem da sanfoninha. É um meme de internet. Pega no meu pau.
Olha o falocentrismo aí de novo. Aí, por exemplo, sei lá, vem o Flávio Bolsonaro falar temos que lutar pela União Nacional. Aí, ao invés de meter um por conta da rima nacional, a gente meteria um A, pegue no meu pau. Só que pra tentar ser um pouco menos falocêntrico, um pouco mais discreto, a gente coloca só a sanfoninha. Arroba Andretacinari. Quer saber do Deu Errado? A gente já colocou aqui. O Deu Errado é uma música de um cara chamado Samuel Mariano. Uma música gospel, inclusive. Deu errado.
Sua pesca a noite toda. Aí em algum momento, durante a Copa do Catar, que tinha essa vinheta aqui, ó. Atenção. O Lucas Dufresno me mandou desafio. Falou, ah, duvido tu fazer um deu errado com essa vinheta aí da Copa do Catar. Aí eu fiz e estamos usando até hoje essa merda aí.
Renan HCF quer saber todas as vírgulas do Marquinho. Mais de uma pessoa perguntou também quem é o Marquinho. Quem conhece o Marquinho, onde está o Marquinho. Acho que ninguém sabe onde está o Marquinho. Alô, Marquinho. Se você estiver ouvindo aí, fala com a gente, Marquinho. Está tudo bem contigo, Marquinho? Na verdade, não é o Marquinho, né? É o amigo do Marquinho. É um áudio que rodou no WhatsApp, sei lá, na década de 2010, no começo da década de 2010, não faço a mínima ideia, que é um cara falando com o Marquinho e elogiando a maconha que ele tinha dado para ele.
Caralho, Marquinho, esse do São Carlos é o boldo bom, esse é o boldo bom. Puta que pariu, Marquinho, que boldo bom, Marquinho, que boldo bom, é de quanto, é de quanto. Traz pra mim, Marquinho, traz pra mim, muito bom, muito bom. Caralho, deixa com a cara magoada.
Parece até que um helicóptero posou em cima da tua cara. Alô, amigo do Marquinho. Ah, inclusive tem uma camisa na nossa loja muito boa, que é um caça-palavras exatamente com esse texto do Marquinho. Muito bom. Arroba FBnet faz uma pergunta de utilidade pública. Qual é o jeito correto de fazer a limpeza do ânus? Pois é, afinal, né? 95% da população mundial faz errado a limpeza do ânus.
Não saberia te responder, mas eu botaria assim. Número 1, banho. Número 2, chuveirinho. Número 3, lenço umedecido. E o papel higiênico lá embaixo na lanterna. Arroba ma underline Fernandes pergunta como surgiu o burnoutinho. Acho que ela quer saber da música e não o burnout de cada um de nós. Isso acho que foi ideia do Pedro. Acho que foi no episódio 52 de 2025.
Pensei, tamo de volta, senhoras e senhores, e querem ouvir uma boa? Não. Um certo podcast marcou tardiamente, é verdade, suas férias de meio do ano para as duas primeiras semanas de setembro. E aí... Brasília deve ficar ainda mais movimentada nos próximos dias, porque o ministro do STF, Cristiano Zanin, marcou para o dia 2 de setembro o início do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros sete réus. Zanin! Zanin! Zanin! Zanin! Zanin!
Aí vocês já sabem o que aconteceu com as nossas férias, né? Está cancelada. Filhos da puta. Sabe sei lá quando a gente vai ter férias. Ai, pessoal, eu sou o Baraldinho, seu amiguinho. Vamos cantar? Marri, morre de trabalhador.
Mas é, porque nem fudendo a gente vai perder esse jogo, a minha. A gente desmarcou nossas férias, né? Caralho. No roteiro, o Pedro colocou Aí faz uma voz de personagem infantil, abre aspas, Olá, eu sou o seu Bernaltinho, seu amiguinho. Fecha aspas. Obviamente eu entendi que ele tava se referindo ao Dolinho, né? Oi, pessoal, eu sou o Dolinho, seu amiguinho. Vamos cantar? Eu sou o Dolinho, seu amiguinho.
Tem uma galera que não entende essa última frase aí na paródia, né? É morre de trabalhar cobrindo o governo brasileiro. Ah, pequena forçação de barra. Aí a gente tá lá, né, achando que tava sendo super criativo. Aí já tinha uma porrada de gente usando o barnautinho. Porra. Mas a gente jura que não foi plágio, não. O Pedro teve a ideia, eu fui lá e só depois que foram falar ó, mas tinha um cara aqui já fazendo um barnautinho, uma coisa parecida com isso. A gente, cara, é...
Perguntaram se tem alguma vírgula com o Gui Frodo. E a resposta é não. Eu, inclusive, gostaria que tivesse. Pensei em colocar no meu contrato quando eu vim trabalhar aqui. Não coloquei. Mas sempre que eu mando um áudio no nosso grupo de WhatsApp, eu fico imaginando se é que não vai virar uma vírgula. Tenho sempre uma pequena esperança. Mas no fundo eu tô mais calmo e eu tô pensando que, no final, não é você que escolhe ser vírgula, mas a vírgula que escolhe ser você.
Ou algo do tipo. O toque sagrado da vírgula. Mas essa aqui tem potencial, hein? Vai dar merda. Vai dar merda. Vai dar merda. Mas vamos seguir. Rolou também um pedido. As pessoas querem mais vírgulas com o Pedro Doutro. Ah, sempre tem uma nova por aí. Mas essa que vai seguir é a minha preferida disparada. Porra, foda-se, cara. Cala a boca. Porque tem um desprezo. Porra, foda-se, cara. Cala a boca. Pedro parece que tá comendo alguma coisa, assim.
Porra, foda-se, cara. Cala a boca. O que só demanda é que eu realmente estou cagando pra você. É muito boa. Melhor vírgula do Pedro. Porra, foda-se, cara. Cala a boca.
Querem saber também do apelido Show Drogado, que a gente usa pra se referir aos ouvintes. Pois é, tem o que a Cecília Oliveira reproduziu e cujo original é esse aqui, ó. Olha, como diz o outro, foi precisamente aqui. Eu tava aqui achando um choque, só um domingo à tarde, nisto aparece meio um indivíduo todo nu com os olhos assim desse tamanho que eu disse logo. Olha a mamoca que esse indivíduo traz. E ele chega a saber e eu disse logo Show Drogado!
que é um quadro de comédia português de um cara confundindo um extraterrestre com um drogado não sei qual é o grupo de comédia apareceu pra mim em solto e tá usando solto desde então mas eu tenho usado o Bolsonaro falando drogados também que é desse trecho aqui tira da Damares, não vai recuperar drogados tira da Justiça, vai evitar combater o narcotráfico já tá no osso, já tá no osso, não tem gordura tira da Damares
Perguntaram da música Bolsonaro Caga Mal. Todo mundo sabe dos problemas intestinais do Bolsonaro, né? Aí a gente pegou a música da Mariana da Galinha Pintadinha...
E fizemos a paródia, né? Medo e Delírio. O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro passou mal. Começou a sentir fortes dores abdominais. Uma suspeita de uma obstrução intestinal. Ele está com a barriga muito inchada.
Bolsonaro caga mal Bolsonaro caga mal É muito mal Anos, nada aceito anos Nada aceito anos Medo e delírio Olha a merda aí Querem saber o contexto em que o Bolsonaro se referiu As duas letras Ah, isso aí é maravilhoso Duas letras, PF Polícia Federal
Bom, naquela primeira reunião ministerial lá, na qual o Sérgio Moro disse que o Bolsonaro disse que ia interferir na Polícia Federal, o Bolsonaro disse isso aqui, ó. E nós sabemos, tá certo? Que nós temos um compromisso com a verdade. Eu jamais mentiria se não tivesse realmente um exame negativo. Jamais eu ia mentir, é negativo, eu deu positivo, vice-versa, jamais. A verdade é acima de tudo. Então é o apelo que eu faço a todos que se preocupem com política pra não ser surpreendido. E eu não vou esperar o bar começar a afundar pra tirar água.
Estou tirando água e vou continuar tirando água de todos os ministérios do Cante. É isso. A pessoa tem que entender. Se não quer entender, paciência. E eu tenho o poder e vou interferir em todos os ministérios. Sem exceção. Nos bancos eu falo com o Paulo Guedes, se tiver que interferir. Nunca tive problema com ele. Zero problema com o Paulo Guedes.
Agora, os demais, vou. Eu não posso ser surpreendido com notícias. Pontei o APF que não me dá informações. E me desculpe, o serviço de informações nosso, todos, é uma vergonha. Aí rolou isso aqui, ó. Presidente, há dois dias o senhor falou textualmente pra gente, no alto da rampa do Planalto, que o senhor não citava a Polícia Federal no vídeo. Por que que a transcrição traz a Polícia Federal e o senhor... Tá a palavra PF. Duas letras, PF. É Polícia Federal. Ô, cara. Ô, cara.
Uma pessoa mandou assim, seja educado. E aí eu fiquei na dúvida, se é uma pergunta sobre a vírgula, seja educado, ou se é um mandamento aí, se é uma ordem para a gente seguir. Certamente é um belo mandamento para todas as pessoas. A pessoa deve estar se referindo a isso aqui. Não grita aqui não, calma, não grita, seja educado. Não grite, seja educado. E o contexto é esse aqui.
Eu acho que se desmoralizou de vez os institutos de pesquisa. O data folha estava dando 51 a 30 e poucos. A diferença foi 4. Então isso tudo ajuda a levar voto para o outro lado. Isso vai deixar de existir. Até porque eu acho que não vão continuar fazendo pesquisa, pessoal. Não é possível. Você tem que mudar a lei sobre as pesquisas? Calma! Calma, rapaz, você está aí. O presidente, se o senhor não tivesse 60% dos votos, haveria fraude. Houve fraude? Deve ser o cara da folha falando aí, né?
Não, presidente, eu sou do Globo. Pior ainda. Pior ainda. Se a gente não tivesse... A Globo sai demoralizada. Pera aí, não grita aqui não. Calma, não grita. Seja educado. Não grite. Seja educado. Quem mudou o discurso foi a Globo. Quem mudou a Globo disse que o presidente... Quer partir lá pra... Quer derrubar?
Pergunta super legítima, porque o Bolsonaro dizia isso aqui. Se nós não ganhamos no primeiro turno, algo de anormal aconteceu dentro do TSE. E o Bolsonaro falar para as pessoas não gritarem. Vai queimar torre um grito enquanto vem perder, porra! Sem folha de São Paulo! É foda, né?
Uma vírgula que virou até filme. Drama. Acho que ele tá falando dessa vírgula aqui, ó. Drama. Isso aí é dos bastidores da gravação do Império Malafaia, que saiu pelo ICL, reportagem do Igor Melo, da Juliana Dalpiva, e eu fiz a edição do podcast. Aí quando apareceu isso aí, eu falei, ih, rapaz, virou vírgula. Querem saber qual o contexto o Eduardo mandou? Desesperado. É o Eduardo Bolsonaro, numa entrevista lá nos Estados Unidos, reclamando o Alexandre de Moraes. Alexandre de Moraes.
Então, como todos os dictadores, no final desses dias, no final dos seus últimos dias, ele está reagindo para isso. Ele está desesperado, ele está perdendo suporte na Suprema Corte, ele pediu que todas as 11 justiças da Suprema Corte signam uma declaração em favor dele contra Donald Trump. Em algum momento alguém deu essa ideia aqui. Ele está desesperado.
O Eduardo até que fala um bom inglês. Consegue se virar. Matei seus problemas, né? Tipo isso aqui, que volta e meia uso. Em que ele diz, Venezuela bitterly regretted having opted for the socialist Chavez. Enfim, na hora deu bug lá, o cara leu tudo errado. Venezuela bitterly regretted having opted for the socialist Chavez. And today their children no longer find cats or dogs on the streets to eat.
Maravilhoso, né? Querem saber também da vírgula Guerra Santa. Ah, isso aí é um doidão na época dos acampamentos na frente do QG, se não me engano, lá em Brasília. Vocês têm que prender todos os generais vagabundas. Se não honrarem essa bandeira, nós convocaremos a Guerra Santa. Vinde todos os anjos, Gabriels e Rafaels. E vamos à guerra! Guerra!
Cara, eu espero muito que no futuro a gente olhe pra isso e fale Meu Deus, ainda bem que passou Perguntaram também sobre Procure Saber É uma história do Lobão E no Procure Saber ele tá imitando Gilberto Gil Inclusive Gil, Gil tem uma coisa sensacional Essa história do Gil também é muito boa Ele estava num festival de Montreux E ele tava com um cara O William
que era filho já de um cara da Black Hill. O Aberdã Magalhães morreu afogado, e o William Magalhães cresceu e foi tocar na mesma banda que o pai. Estava acompanhando o Gilberto Gil em Montreux, e esse cara é meio machão, né, o cara é machão, assim. E aquele cara que, pô, na hora do camarim fica assim, ei, pô, aquele cara é viado, pô, aquele aqui que deu a bunda. Assim, e o Gil começou a ficar irritado, o Gil começou a ficar irritado. Vem cá, vem cá. Aí eu ando... Vem cá, Lu.
sentou na cadeira vai ser legal pra caralho você sabe das histórias de seu pai aí o cara já olhou assim você sabe o que teu pai fez no passado menino procure saber procure saber
Essa virou a vinheta. Pois é, virou e depois virou de novo aqui no Medelí. Como surgiu Arthur Lira é chato? Bizarramente, o próprio Arthur Lira soltou um jingle Arthur Lira é foda. Diz aê, diz aê, Arthur Lira é foda. Eu vou dizer por quê. O meu forte Brasília. Arthur Lira e progressistas. Vamos trazer ainda mais benefícios para o nosso estado. Diz aê, diz aê, Arthur Lira é foda.
Aí tem alguma matéria que o Artulira ficava ligando pra alguém, aí a gente fez isso aqui. Diz aê, diz aê, Artulira é chato, eu vou dizer por quê? Não para de me ligar essa desgraça. O que que é tão difícil? O que virou a vírgula difícil? Ah, eu acho que tem duas, e se não me engano as duas são do Bolsonaro. Difícil. É daqui, ó. Desunindo, agredindo, fica difícil. Porra, é óbvio que a gente teve que zoar isso, né? A gente fez essa montagem aqui.
Desunindo, agredindo, fica difícil. Vamos fuzilar a petralhada aqui do Acre. É, sim.
Os marginais vermelhos serão banidos em nossa pátria. Geralmente são marginais, terroristas, maconheiros. O importante é encher tua boca uma porrada. Num bundão de vocês. Canalha. Patifaria. Patife e mentiroso. Cala a boca. Cala a boca. Acabou a entrevista. Patifaria. Ela queria dar um furo. Você é uma idiota. Você é uma analfabeta. Porra, rapaz. Pergunta pra tua mãe o comprovante que ela deu pro teu pai, tá certo? Desunindo. Agredindo. Fica difícil. Exatamente. Pois é.
De onde vem aquela do Por que será? Por que será? Já botou lá no começo, é de uma dupla chamada Dom e Juan. Por que será? Dom e Juan pra vocês! Por que será? Diz! Por que será? Que essa saudade existe tanto em mim fazer
Legal é quando vira vírgula da vírgula. Aí a Tati Vasconcelos, se não me engano, falou isso no ar na CBN, aí ela virou vírgula. Ele se separou. Ele casou com tanta má vontade que ele se separou. Eu lembro dessa história, a gente mudou a pauta. A pauta era uma coisa, você começou a falar sobre... Você não conseguia sair da Índia. Conta um pouquinho. Eu só penso na vinheta do medo e delírio. Se separou? Por que será?
Né, Michel? Por que será? Também querem saber da Tem Que Ser Falado. Tem Que Ser Falado. Isso aí é Diogo Defante. Rapaziada, tô vindo aqui pedir desculpa mais uma vez em nome do canal Coisa Nossa, porque eu errei.
Eu disse que cachorro não tinha panturrilha, mas tem, tá? De novo. Tem que ser falado. De novo, irmão. Querem saber como surgiu, de onde surgiu, por que surgiu? A ideia de do nada meter um Paulinho Gogó. Isso aí é humor nonsense na veia. Talvez eu, Cristiano, tenha assistido um monte de Python demais, não sei. Mas aí me aparece essa vírgula aqui. Paulinho Gogó. Aí ficou impossível não usar.
Que a gente usa toda vez que alguém fala assim, ah, sabe quem, não sei o que, a gente põe Paulinho Gogó. Enfim, já perdeu a graça, mas a gente continua achando graça. A gente ia fazer algo parecido com o Frota, né? Alexandre Frota! Que é o Frota sendo anunciado no The Noite com o Danilo Gentili. Mas o contexto do Paulinho Gogó é esse aqui, ó. Bolsonaro no Flow, contando a piada hiper sem graça. A minha mulher, todo dia que eu saio de casa, ela me pede dois mil reais no Pix. Todo dia? Todo dia. Pra ela fazer o que? Não sei, eu nunca dei. Não.
Você já sabia dessa, né? Não, Pedro. Então tu mordeu a isca aí sem querer. Eu vi que era sacanagem. Essa eu aprendi foi com o Paulinho Gogó. Paulinho Gogó. Também vejo o Matheus Ceará, né? Aqueles pedaços sempre, né? É quase uma rotina pra ver. Tem duas rotinas, né? Uma é essa no trono. É o melhor lugar pra ouvir Matheus Ceará e o Paulinho Gogó.
Outra pergunta foi de onde vem aquela do Xandão lendo vários palavrões? É do julgamento da galera do 8 de janeiro. É um trecho de uma transcrição. Diz na transcrição do vídeo, Amigos da Sabesp, quem não acreditou, tamo aí, tamo aqui. Quem não acreditou, também estou aqui pra vocês, porra. Olha onde eu tô, na mesa do presidente. Já viu o São, viu o São, Rony? Tamo aqui, porra.
Marcelão, toma aqui. Caralho. Vai dar certo. Não desista. Vai dar certo. Não desistam. Saiam às ruas e parem as avenidas. Isso é um passeio pacífico, presidente? Aí eu juntei os dois porra e o caralho. Porra. Caralho. Porra. Porra. Caralho. Porra. Caralho. Porra. Caralho. Porra.
Uma pergunta legal que chegou aqui é como é que a gente faz para equilibrar a quantidade de vírgulas? Eu quero saber se é que tem algum equilíbrio. Não tem equilíbrio nenhum. A gente sai colocando o que dá na cabeça. O Pedro já sugere algumas lá no roteiro. O Gui eventualmente sugere algumas também lá nos comentários do roteiro. E eu coloco o que der na minha telha. Tem um processo que é interessante, que eu acho que é algo que ajuda o meu delírio a ficar cada vez mais rápido.
que a gente vai recortando vírgulas, né? Vai tendo cada vez mais vírgulas. E aí, quando eu vou procurar por alguma vírgula, eu procuro organizando os resultados por tamanho do MP3, né? Então, cada vez, a minha tendência é usar os resultados mais de cima, que são os resultados mais curtos. E volta e meia, a gente vai acumulando várias reações parecidas, né? Por exemplo, pra caralho. Tem vários. Pra caralho. Pra caralho. Pra caralho. Pra caralho. Pra caralho. Pra caralho.
Às vezes dá vontade de usar mais de um. Perguntaram aí qual que é a vírgula favorita de cada um de vocês. Não sei se é minha favorita, mas a que eu mais uso é deu errado. A que eu mais uso certamente na rua é o rap...
Eu sei que o... Por que será? É um dos preferidos do Pedro. E a de vocês? Deixem nos comentários. Querem saber qual é a vírgula do Aviões e Músicas? Porque sempre aparece nos créditos finais. Quando tem os créditos finais, né? Caralho, Gui. Aviões e Músicas! Mas o Aviões e Músicas é quando o Marcelo Taiz falou do... Depressão, Delírio, Depressão... Como é que é o nome dos caras? Tem os podcasts, né? Que são maravilhosos. Tem o Foro de Teresina. E até, se a gente quiser ir pro humor...
Tem coisas incríveis que eu não sei se você acompanha.
Brasília, Depressão, Brasília... Como é que chama, gente, o podcast dos caras? Depressão, Brasília em Depressão, Depressão em Brasília, por favor. É um dos podcasts gigantes aí, onde este senhor que está com problemas de memória... Todos estamos. Todos estamos. Pós-Covid. Incrível. Medo e delírio em Brasília.
Brasília, pessoal, medo e delírio em Brasília. É uma coisa sensacional. É um programa que está em cima do Hard News, do que rolou na semana em Brasília, mas com humor, assim, incrível, cara. Vou procurar.
de alta qualidade, assim, entendeu? De gente, eu nem conheço os caras. Estão lá dois caras que até já estão ficando famosos, mas que fazem um programa que eu não tenho nenhuma dúvida. É por conta da qualidade deles como jornalistas e como humoristas. Obviamente que tem um exagero, Iroh Armin, isso. Mas óbvio que a gente fica lisogeado com os elogios, né?
Querem saber se já pediram alguma vez pra tirar alguma vírgula? Alguém que não gostou de ser vírgula? Ou alguma música? Se pediram pra tirar do ar, ou a gente deixar de usar. Aí não sei se eu vou lembrar de alguma vírgula. Mas logo no começo, bem no começo do Medo Delírio, quando a gente começou a fazer o apoiamento...
A gente teve a ideia, pô, vamos botar o nome da galera no ar, né? Pô, todos os apoiadores aqui, blá, blá, blá, blá. E a gente separou em duas levas, porque logo no começo, pô, o pessoal foi super generoso, entrou já uma galera, assim. Ia ficar muito tempo até conseguir ler o nome de todo mundo. Então a gente leu metade. E a gente fazia aqueles salves do Frota, né? Que a gente botava o Careless Whisper no fundo e ficava eu lá imitando. Porra, galera, obrigado. Aí o pessoal mandava um...
Um salve, porra, quero mandar um abraço pra minha namorada, porra, quero mandar... Aí apareceu o negócio do beijo no perinho lá, beijo no perinho, porra. E aí teve um cara que entrou em contato e falou Não, cara, meu nome não pode aparecer. Sei lá, o cara trabalha em algum lugar muito conservador, só que ele tava na segunda leva e não chegou a entrar o nome do ar do cara. Uma vírgula e trecho maravilhosamente ninguém pediu pra tirar.
Aí música, gente, a gente declara religiosamente toda e qualquer música, até os trechos mais mínimos, pro E-CAD.
querem saber se tem alguma coisa que define a ordem dos créditos finais também. Tem dois jeitos que eu faço isso. Um é eu vou passando na ordem em que aparece no programa e vou anotando, que é o mais comum. E aí quando aparece duas vezes, eu não menciono duas vezes, claro. Então digamos que eu usei lá no começo um trecho da Globo News, vou usar um outro trecho lá no final da Globo News. Já falei lá no começo, já está dito que naquele episódio usa-se trechos da Globo News.
E a gente tenta colocar tudo e absolutamente todas as fontes ali. Todo quanto é lugar que a gente tirou, a gente coloca. Exceto algumas vezes que aparece um áudio da gente do nada, sei lá, veio pelo WhatsApp, ou veio de algum lugar que a gente não registrou, que não está registrado para a gente qual é a fonte, né? Normalmente os arquivos, quando a gente registra, a gente coloca a fonte, sei lá, SBT News, aí traço o nome da pessoa que está falando e traço o que a pessoa falou, uma descrição do que a pessoa está falando. Assim que a gente mais ou menos registra... Sim, gente, é trash desse...
nesse nível. Agora melhorou um pouco porque agora, digo, há muito tempo já, né? Porque a gente começou a usar o Google Docs e a gente começou a usar, depois dessa onda de inteligência artificial, a gente usa inteligência artificial pra fazer transcrição. E a gente, todos os áudios normalmente são transcritos e o que vai no roteiro já é a transcrição. Então no roteiro, no Google Docs, tem muita coisa do que a gente usa, né? Então de uns anos pra cá, quando a gente tá procurando um texto, um trecho, né?
Quando é que a gente falou tal coisa? A gente vai lá no Google Docs e procura alguma palavra-chave pra ver se acha. Isso costuma funcionar, não sempre.
Às vezes tem coisas que se perdem no tempo A gente está fazendo um esquema também para transcrever todos os episódios do Medo Delírio E se tudo der certo vai estar no nosso site E tem uma outra forma também de eu fazer os créditos Que é eu vendo as referências dos arquivos lá no programa de edição que eu uso Só que aí vai alfabético, não vai na ordem que eles apareceram no programa Então um ou outro vocês provavelmente vão ter a impressão que é mais alfabético Não 100%, mas é mais alfabético porque tem coisas que começam com número E aí, enfim, aí caga tudo
E tem vezes, gente, que eu tô lá, sei lá, tô terminando episódio meia-noite, uma hora, duas horas da manhã, eu tô exausto. Você imagina, você tá, às vezes, começou às oito horas da manhã a trabalhar, já são duas horas da manhã, você ainda tá lá, caralho, não aguento mais, dá merda. Aí eu não coloco os créditos, porque eu teria que fazer ainda ali, né? Tá errado, tá errado. Tinha que fazer em todos, mas enfim, acontece. Rezo pela compreensão das partes envolvidas.
Quem é o cara, qual é a vírgula dele do cara do engarrafamento na Brasil? A Brasil, no caso, é a Avenida Brasil no Rio de Janeiro. Tem várias vírgulas dele. Olha a merda.
Essa aí cena principal. Mas trata-se de um cara que o carro dele parou, pifou, deu merda lá. E aí ele gravou um vídeo dele no meio da Avenida Brasil atrapalhando o trânsito e rindo da situação, o que é maravilhoso.
Estamos aqui na altura da Vida Brasil, na altura de Guadalupe, causando um engarrafamento enorme aqui. Estava indo trabalhar e o carro, olha, ao fundo, olha lá, ao fundo, eguiçou. E esse engarrafamento que está nesse momento da Vida Brasil, a culpa é nossa. Estou realizando um sonho.
É, é, é, realizando um sonho de causar um engarrafamento enorme na vida do Brasil, ó. A altura de Guadalupe, próximo aqui é o quê? Ó, próximo ao shopping, o shopping ali atrás, olha, olha aí, as pessoas cozinando, ó. Já estamos aí, eu gosto da barra com Guadalupe, as pessoas passando, cozinando.
Olha a altura, olha o engarrafamento. Você que está saindo de casa agora para o trabalho, já sabe, né? Vindo de Bangu, Campo Grande, o engarrafamento sendo causado por mim neste momento, meu cunhado aqui, controlando o trânsito. Segue você daí. Isso é rir de janela, as pessoas passando lá, mexendo. Bom dia para você também. Segue daí que a gente segue daqui controlando o trânsito até resolver o nosso problema que está aqui.
Olha a merda aí. Tamo junto! É o povo brasileiro. O brasileiro é o fela da puta mesmo, né? Carioca é a fela da puta. Tamo aqui. Querem saber sobre o roteiro. Se o Pedro já escreve o roteiro colocando as vírgulas. Acho que já toquei nesse ponto, mas sim. O Pedro coloca várias vírgulas. E eu tenho a liberdade de colocar outras ou mudar o que o Pedro sugere lá.
O Medelírio é o Pedro escrevendo o roteiro, o Gui ajuda nos cortes e faz um monte de outras coisas, e eu narro, edito, publico e faço também um monte de outras coisas. Então a coisa tem que ser muito fluida. Então, idealmente, o que aconteceria? O Pedro escreveria uma primeira versão do roteiro, depois seria analisado por uma mesa de redatores, e aí iria para a gravação, da gravação voltaria para a análise de todo mundo, voltaria para a regravação, reedição, e aí iria para o ar.
Mas aí nesse processo passou duas semanas, né, porra? Então o que acontece? Se o Pedro faz o roteiro, vem pra mim, eu faço a edição e tal e vai pro ar. O Pedro escuta no ar já. Tem que ser assim pra ser ágil. Senão a gente não consegue fazer dois episódios por semana. E é isso, gente. Não esqueçam da gente. Semana que vem tamo aí. Partido dia 1º já tamo trabalhando no próximo episódio. E é nóis. Obrigado, minha gente. Deus proteja a todos. Sejam felizes. Um abraço. Deus proteja a todos. Creu.