Episódios de Medo e Delírio em Brasília

II - 2026.32 - 🎶É o camisa 10 do Lula🎶

14 de maio de 202655min
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Só pode ser esquete; Camisa 10 do Lula; Van Hatten; Maldito Capitalismo.

Paola Costa, presente! <3
Rádio Novelo: https://www.youtube.com/@R%C3%A1dioNovelo 


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AGENDA


.26 de maio, terça, 19h

BELO HORIZONTE
Lançamento do livro “Juízo Final”!
Livraria Jenipapo
Assuntos7
  • Briga entre Van Hatten e General EmílioSuspensão de mandato · Marcel Van Hatten · General Emílio · Gangue dos paradrapos · Partido Novo · PL · Marcos Polo · Zé Trovão · Comissão de Relações Exteriores · Pedido de golpe militar
  • Possível crise institucional e suspensão eleitoralDisputa pelo Senado · PP e PL · Tarcísio de Freitas · Eduardo Bolsonaro · André do Prado · The Hit · Ricardo Salles
  • Desigualdade SocialTaxa de retorno do capital · Thomas Piketty · O Capital no Século XXI · Bill Gates · Liliane Bettencourt · Microsoft · L'Oréal · Oligarquia
  • Conexão Banco Master e PTDecisão do PT · Edinho Silva · Alessandra Orofino · Banco Master · Fraude bancária · Lavagem de dinheiro · PCC · Faria Lima
  • Caso Bolsonaro e tentativa de golpeAdélio Bispo · Investigação · Incompetência policial
  • Saúde mental e ansiedade no BrasilPix recorrente · Anúncios no podcast
  • Experiência de Paola AntoniniCamarote da CPI · CPI da Covid
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Aquele recadinho de começo, melhor forma de ajudar o Medo Delírio, no Pix Recorrente, no medodeliriobrasilha.gmail.com Que é o mesmo e-mail pro qual você tem que escrever se você quiser anunciar aqui no Medo Delírio. Agora, bora pra abertura. Olá, pessoal. 8 de maio de 2026, professor Dr. Marcelo Frazão. Quero bater um papo com vocês sobre a história do Senado de São Paulo, sobre o salafrário, o traidor, oportunista do Salles, a bugosa.

Calma, que piora. Atacando, atacando o Eduardo Bolsonaro. Tá correto. Traindo o Eduardo, o presidente Bolsonaro. Tá certíssimo. Esse Pitore, da Aure Verde, eu espero que ele me ouça. Costumam ser meio surdos. E se ele for homem de verdade, viu Pitore? É prazer. Sale sabugosa. Deve ter gozado.

Um salafrário, um traidor. Traidor. Do partido nojo. Eu diria que as propostas do partido novo e do governo Bolsonaro são extremamente alinhadas. Cristina Gargamel. Meu candidato é o Flávio Bolsonaro. E o Tanzinho. É Maurício. Pinícolas Escariote. Lingragem, né? Salles Sabugosa. Relácio Gose. O Gonê. Paulo Gonê, eu conheço há 30 anos. Valdemar Costa Neto. É uma loucura. Salles Sabugosa.

E de repente vocês gozavam. O Sari Sabu goza. E que goza. E que goza. E que goza. E que goza. E que goza. E que goza. E que goza. E que goza. E que goza. E que goza. Do novo comunismo alaranjado. Novo é diferente, é top, é moderno. Partido nojo. Pujento. Valdemar da Costa Neto. Não, sou Valdemar. Valdemar da Costa Neto.

Partido nojo Ratos, nojentos, imundos Ratos E tem gente nova, honesta e liberal Um dia de tristeza, eu saí arrasado Supermentecapto do Fio Diabo Sabe quem é? Não sei Aure Verde, maldita A gente precisa torcer pela briga Vitória, viu Vitória? Viu Vitória? Não grita aqui não Presta atenção no que eu vou falar

Então eu sou um maluco? Exatamente isso. Penícolas escariotes. Blingagem. Sabugosa, né? Sali sabugosa. Toda hora um saco. Princesa, o maçom de Orleans. Eu não quero ver forças amadas sendo empregadas para ajuda social de qualquer espécie. Van Rato, né? Isso pra mim é de um simbolismo tão forte. Você adora dar palco? Você adora dar palco? Estúpido. Ignorante. Violento. Só idiota faz isso.

Quem tem poder Presidente dos Estados Unidos Presidente Bolsonaro Por isso que Deus te escolheu O imbecil Droga da morte E você? Partido nojo Cargamelo

Cristina Gargamel Deutanzinho Pessoal tô indignado Pepinícolas Escariote Salingragem Sala e Sabugosa É o Finga Picado Van Rato Infelizmente A Droga da Morte A Hidroxicloroquina Urnas Eu vou ser jogado na cadeia porque eu falei para os caminhoneiros irem para as ruas E por ter incitado as forças armadas

Feito o que o presidente Bolsonaro fez. Cala a boca, não perguntei nada. Digo, todos os heróis desse país fizeram. Deu cu! Essa direita traidora, oportunista. É verdade. Eu, eu, meu querido. Eu. Eu, Johnny Bravo. Quem sabe mais do que eu nesse país? Muita, mas muita gente. Sou eu que sei. Não, não é. Vocês não sabem nada.

A gente só sabe que não sabe nada, né? Tarcísio Tarcísio É insuportável Pablo Lamassal É, né, Pitó? É isso mesmo Sala e Sabugosa Nossa, suas amadas Que goza Que isso? Que canalha do... Do... Do... Do... Quem será? Do Sala e Sabugosa Toda hora é isso, cara Cacá Cacá Cacá

Sala e Sabu Gosa Salafrário Sala e Sabu Gosa Caralho! O filhote do Alckmin É incrível Sala e Sabu Gosa Caraca! Do partido nojo Ódio e nojo Esse lixo é direita É! Partido nojo Eca Roda viva, roda morta

Salafrários de Aure Verde Não briguem, se matem Superman Tecápito do Fio Diabo O que é isso aí? O demônio da mulher do vôlei O que eu gosto é do capitalismo Você, Pitório Canalhos, a mulher do vôlei As benesses do capitalismo Destruindo o Flávio Bolsonaro Estados Unidos Deus abençoe o Brasil e que Deus abençoe os Estados Unidos da América Essa farsa, esses palhaços desses moleques Pavanato Nós somos forjados na...

Essa gente nojenta, ridícula. É a coisa mais ridícula que existe. É ninguém mais leal do que eu ao presidente Bolsonaro nesse país, não. Você vê que ele tem orgulho de falar isso, né? Flávio tá certo. Impossível. Pablo Lamaçal. É muito engraçado. O pessoalzinho da camiseta preta. Não engordar, gente. O Partido Novo. Legal. Cristina Gargamel, aquele lixo.

Cargamel, o feiticeiro perverso. Sali Sabugosa. O MD. Deltan. É balela. Pinícolas escariosas. Lingragem. Candidato do Valdemar, a puta que eu pariu. É pra puta que eu pariu, porra. A vaga é do Eduardo. Caralho. Nós fazemos o que o Eduardo manda. Pelego. Nós vamos fazer o que o Bolsonaro manda. É lá.

Chato pra caralho. Cria vergonha nessa sua cara. Não tapa na minha cara. Essa corja toda. Sou ousado. E a vaga é dele. Do Eduardo. Eduardo. Você não respeita a família Bolsonaro. Absolutamente correto. Salafrário. Tem um alto número de idosos. Do Salles Sabugosa. Insuportável. Analista intergaláctico original. Que porra é essa, Matafá? Analista intergaláctico. Pro Carlos ainda é pouco. Deputadinho de merda aí, o Salles aí.

São lixo imundo São lixo Eleição do presidente Bolsonaro Entre aspas que ele perdeu Ah, bate a merda, cara Esse bando de véia, véia ignorante Os xios e as xias do zabe Sala e sabugosa Muito chato Lixo, traidor, imundo

Você é um lixo. Você é um lixo. Partido nojo. Partido nojo. É nojento. Partido novo, comunista. Tá de sacanagem, né? Pilantra do Partido Nojo. Nojo. Pode ser só burrice mesmo. É verdade. Sala e sabugosa. Caralho. É infinitamente pior. Pior ainda. Sala e sabugosa. Uma fonte infinita de perturbação mental. Partido nojo. Eu achei muito criativo. Sala e sabugosa. Isso é brincadeira. Benícolas escariotes. Já deu. Deltan.

Hoje é um dia de chorar. Fan rato. Desonesto. Princesa maçom. Quem é? Revista Peste. Mulher do vôlei. Mulher a cara deles. Daquele demônio. O mochila de criança. Do terrorista Augusto Nunes. Terrorista comunista. Pinícoras com a Ana Campiroto. O cristianismo fez absolutamente todas as conquistas sociais relevantes, das quais inclusive a esquerda se locupleta hoje. Havanato, André Fernandes, né? Todo esse lixo. Lixo. Arrombado.

Salles Sabugosa. Vocês são de sacanagem. Vinícolas Escariota. Meu irmão, na moral. Ana Campiroto e qualquer outro aí. Chegou. Salles Sabugosa não era ninguém. Para com essa porra aí, meu irmão. O Partido Nojo. O novo PT. Comunista.

A nova oposição é o partido nojo. Deus nos livre desse comunista. Partido novo, alaranjado, esse comunismo desbotado. Eu fico com vergonha. Sala e sabugosa. Será que existe um recorde da pessoa mais chata do mundo? Sim!

Partido Nojo, esses traidores todos Van Rato, Princesa Maçom, Cristina Garganel Sala e Sabugosa, Penícolas Escariotes Esse Sabugosa, Partido Nojo Caralho, não é Partido Nojo não Não é Sala e Sabugosa não É Bolsonaro, cacete É o cacete, pô Gostar sob a tutela do faraó brasileiro O Ramesses Cabeça de Pinto O Cabeça de Firoc

Abraço a todos, fiquem com Deus. Finalmente. Insuportável. Medo e delírio em Brasília. Vocês percebem a loucura? Legal. Olá, bem-vindos ao Medo e Delírio em Brasília com as últimas notícias do que restou do Brasil. Bom dia, boa tarde, boa noite. Bom dia, porra.

Por enquanto. Eu sou o Cristiano Batafogo. Batafogo é baixo, viu, meu filho? Você viu a Fernanda Torre? Cristiano, seu lixo. Cristiano, seu lixo. Cristiano, seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Calma. Ei, Cristiano. Aquele verme maldito. Cristiano. E aí? E o... Brasília. Depressão. Como é que chama, gente, o podcast dos caras? E o medo e delírio em Brasília. Medo e delírio em Brasília.

É um programa que, pô, mano, me duvidoso, né? Fora seu medo e delírio em Brasília, pô. Eu não ouço medo e delírio. É escrito por Pedro Doutro. Um abraço, Doutro. Meu queridíssimo Pedro Doutro. Um beijo pro Pedro Doutro. Pedro Doutro. Pedro Doutro. Pedro Doutro. Pedro Doutro. Todo mundo sabe quem é. Parabéns a toda a equipe de roteiros. Um beijo pro Pedro Doutro. Um Pedro pro beijo Doutro. Eu consegui descobrir quem está por trás do medo e delírio em Brasília.

Eu nem conheço os caras. Esse é o episódio 32 de 2026. Ah, é? Foda-se. Bora passar pano? Não. Tá, mas bora tentar passar um pouquinho menos de raiva? Bora. Bora. Bora.

Porra, esquete, né? Tamo de volta, senhoras e senhores. E vagabundo tá lá bebendo detergente. Tá delicioso. Pois é. Quadra da história. Totalmente drogada. E a gente não vai mais comentar isso. Porque apesar de engraçado, obviamente é um problema de saúde mental. Chegou. A primeiro vamos pra um adendo pro último episódio. Vocês lembram disso aqui, né?

Eu não tive nenhuma surpresa ao apurar quem está por trás dessa reunião entre Lula e Trump mais uma vez. Mais uma vez. Falando dele, ninguém mais, ninguém menos do que o Joesley Batista. O Joesley Batista, o mesmo que trabalhou para a retirada da Magnitsky.

E não foi qualquer intervenção não, hein? Se prepara. Wesley Batista visitou o presidente Lula no Palácio da Alvorada. Você não quer de café? Que é onde o presidente morre. Traz o café, pessoal. E aí Lula relatou a dificuldade a Wesley que o governo brasileiro estava tendo pra marcar uma agenda com Donald Trump. Ô, Trump.

Aí Joesley olhou pro presidente Lula e aí Jussara nos traz esse bastidor. Perguntou o seguinte, presidente, será que eu poderia ligar pra Trump agora? É simples assim. E aí Lula disse, não, pode ligar. Caralho. E a ligação foi feita. That escalated quickly. E aí, de acordo com relatos que Joesley fez a interlocutores, Trump atendeu a chamada, viu lá, piscando Joesley Batista, no terceiro toque. Caralho.

O maluco é bravo. Foi nessa ligação que o presidente dos Estados Unidos desbloqueou a agenda pra visita de Lula. Pra última quinta-feira, que aconteceu na Casa Branca. Puta que pariu, Marquinho. Diz aí, Paulo. E é contra essas pessoas que a gente tem que lidar. Que quadra da história, hein? Um telefonema entre dois chefes de Estado se deu pelo celular do Joesley. Cara, um bom homem, um homem inteligente e no primeiro post que ele fez, um homem muito dinâmico. Dinâmico.

Segundo relatos, nessa ligação teve aquele I love you Pro Lula O contato aconteceu sem a presença de ninguém da diplomacia brasileira Chanceler Mauro Vieira Ou outros assessores da área internacional Não Muito perigoso O Joesley foi o tradutor E que arco dramático fascinante desse rapaz, hein? O cara virou uma eminência parda da diplomacia brasileira numa quadra dramática Mas o Joesley Malandra!

Foi o maior doador empresarial pra posse do Trump. Desde o começo, o Joesley fez chover dinheiro pro Trump. E aí, claro, ao terceiro toque do telefone... Mas enfim, adendo feito, vamos adentrar no episódio Propriamente Dito. Que era pra gente ter aberto com... Mas isso fica pro segundo tópico.

Antes, vamos começar com a maravilhosa Alessandra Orofino lá do Calmo Urgente. A entrevista do Edinho é muito interessante. Está falando de uma entrevista do Edinho Silva, presidente do PT. Dá uma entrevista para o Jornal de Brasília. Na entrevista lá pelas tantas tem a seguinte pergunta. Por que o PT não assinou a CPI do Banco Master? Como? Rábio.

O PT é bagunça. Pois é, na nossa humilde opinião, a decisão do PT não podia ser mais ruim. E a direita não vai se cansar de falar disso nessa eleição. Insuportável! Apesar de tudo que tá acontecendo aí, hein? Calma, que a gente vai chegar lá no próximo episódio. Calma, meu amigo, calma!

Bom, mas pra pergunta por que o PT não assinou a CPI do Banco Master, o Edinho, presidente do partido, responde Não sei. Não sei. Sei lá, nos parece aqui que ele meio que deveria saber. Sabe, sabe, sabe. O Edinho conclui Acho que foi um erro. Jura? Pra caralho. E o resto da resposta dele vai na voz da Alessandra Orofino. Abre aspas. O PT deveria ter assinado a CPI do Banco Master. É, viu? Pois é, como a gente vem falando aqui, não só a gente, o Master é um escândalo da direita.

Desculpa, gente, isso aqui não é uma crise do sistema político brasileiro. Isso aqui é uma crise da direita. Uma crise que brotou num governo de direita, pra caralho, cuja linha de frente parlamentar é majoritariamente da direita. Por que o PT age como se estivesse protegendo essa galera? O PT deveria ter liderado a criação da CPMI e do INSS. É, viu? O presidente Lula defendeu isso pras lideranças do PT o tempo todo.

Pega aí, pega aí, ô, coé, aí não, ô, ô, ô. Ó, então o que aconteceu? As lideranças do PT, Edinho, à frente, ignoraram o Lula? Continua Orofino, lembrando que ela tá citando o Edinho. Foi um erro que o PT cometeu, porque a gente tem uma concepção, e de todo não está errado, que as comissões de inquérito paralisam o Congresso, impedem a aprovação dos projetos.

Mas é num momento em que disputa de narrativa é crucial. Esse raciocínio aí mostra bem como o PT governa com a mesma cabeça de 2003, porra. Depois do Lira e do Alcolumbre, não parece mais ser as CPIs que impedem o bom andamento dos trabalhos, né? Mas vamos seguir com a resposta do Edinho. Matéria não assinada no Jornal de Brasília no dia 1º de maio. Mas é evidente que, diante da gravidade das denúncias, as bancadas deveriam ter liderado a formação das comissões de investigação.

A gente tá falando de um esquema que literalmente roubava velhinhos, aposentados. O outro é a maior fraude do sistema bancário nacional, com direito a ligações com lavagem de dinheiro do PCC via Faria Lima. Isso num ano eleitoral. Aí com isso, meio que o PT deu esse discurso de bandeja pra oposição. Não pode, cara. Você tá maluco. Você tá maluco.

E o que o Edinho está falando aqui, primeiro assim, ele está sendo muito mais direto, específico. Ele está falando, se a gente estivesse à frente dessas investigações, o Alcolumbo já estaria desgastado há muito mais tempo e ele não estaria agora com o poder suficiente para fazer uma coisa dessas. Uma coisa dessas, no caso, a rejeição ao nome do Messias para o STF. Porque ele já estaria sendo investigado. A análise é perfeita, mas o que é curioso é que ele fala do PT como possível.

É isso que eu falava. Ele não conhece ninguém lá no PT, o Edinho? É piada, é humor. Ele não tem uma entrada? Ele não tem uma entrada no PT. Ele é presidente do quê mesmo que vocês falaram? Porque a análise dele é perfeita, ele tá certíssimo. Só falta ele falar isso pro presidente do PT. Eu, sinceramente, fico muito puto. O presidente Lula falou o tempo todo, se o Edinho concorda. Quem é o PT? Bora pra mais uma pergunta do Jornal de Brasília.

Por que no manifesto do PT foi tirada a referência à questão da reforma do sistema financeiro, justamente o trecho que falava do Banco Master? Suspeito. Pois é, senhoras e senhores, digamos que o PT da Bahia, que tem ligação com o caso, tem voz bastante ativa no partido. A seguir, a referência é inexplicavelmente cortada. Na matéria do Danilo Moliterno, no dia 25 de abril, na CNN.

Você imagina que essa é a menção mais gentil possível que se pode fazer em relação ao Master? Eu acho que é pouco. E derrubaram isso do manifesto. Isso não pode. E não rolou uma pancadinha gostosa no encontro do PT. Porra. Tem que ver isso daí, hein? Porra! E bora com a resposta do Edinho no Jornal de Brasília.

Porque quando nós elaboramos o manifesto, tratamos de diretrizes que de fato sinalizem a atuação do PT no próximo período. Então não é correto colocar uma questão conjuntural tão específica. Imagina, a maior fraude bancária do país virou uma questão conjuntural tão específica. Foi nada, foi nada, se jogou, se jogou. Esperou o contato, o contato veio. E um outro tema também foi ignorado, do Daniel Moliterno, na CNN, do dia 25 de abril.

O manifesto do PT também deve evitar menção às fraudes do INSS, por exemplo, e citar o combate à corrupção de maneira geral. Aí é de se pensar, né? Por que caralhos o PT não falaria de um escândalo que estourou no governo petisca envolvendo velhinhos?

As diretrizes são maiores que os fatos conjunturais. O que nós estamos dizendo é que temos que combater todas as formas de corrupção. Foi o presidente Lula que pediu para apurar as denúncias do desvio de dinheiro dos aposentados do INSS. E teve início no governo Bolsonaro.

Pois é, uma parte significativa da alucinação antipetista vem da... E aí, com esse comportamento inconsistente aí, o PT só alimenta-se insanidade. Puxa daí, Cecília. A gente tá fudido. A gente tá muito fudido. Mas, pra nossa sorte, a oposição tá perdidinha. Mas antes de continuarmos, uma mensagem dos nossos patrocinadores.

Oi, eu sou a Flora Tom Sandevô da Rádio Novelo. Você sabia que dá pra ouvir todos os nossos podcasts? O Praia dos Ossos, Rádio Novelo Apresenta, Avestruz Master, Projeto Quirino, pelo YouTube? No canal da Rádio Novelo no YouTube, você também tem acesso a conteúdos exclusivos, que a gente só publica por lá. Tem live com a nossa equipe. E agora a gente fez playlists com histórias do podcast Rádio Novelo Apresenta com duração de até 30 minutos.

É só procurar por Rádio Novelo no YouTube e se inscrever para não perder nenhum conteúdo. A gente te espera lá.

É o camisa 10 Do Lula? Bora pro cenário eleitoral, pro Senado em São Paulo. Tá uma disputa trepidante, meu. Esse cara é muito daorinha, meu. Numa indicação de que o PP e o PL não estão na mesma página nessa eleição em São Paulo, o PP deve lançar o The Hit. The Hit. Rezo todo dia pra morrer vagabundo. Aí você vai ver o cara é sociólogo, ah, papo.

Mas por que você saiu da rota? Porque eu matei muito ladrão. E o PL vai lançar o candidato dele, que é o André do Prado.

que é o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo. Grandes merdas. O André do Prado é um cara que se aproximou muito do Tarcísio e tem o apoio do Tarcísio para o Senado. Bom, sempre teve uma disputa entre o Tarcísio e os bolsonaristas. Não briguem, se matem. E reclamam mais espaço no governo dele. E na disputa para o Senado, o Tarcísio ligou o foda-se para os bolsonaristas.

foda-se pra vocês. E olha só que interessante. A relação entre o The Hit e o Tarcísio se desgastou muito ao longo do governo e o Tarcísio não tem nenhuma intenção de colocar o nome dele junto com o do The Hit. Ele quer o André do Prado, que é o candidato do PL agora, o pré-candidato do PL. E bora falar rapidamente do The Hit, porque não foi só do Tarcísio que ele se distanciou, não. E ele, em pouco tempo, no executivo ele acumulou alguns esqueletos. Entre os esqueletos, a casa de 3 milhões de reais.

Que ele tá construindo num condomínio de luxo em São Paulo. Vive por aí de helicóptero, de jatinho, com os caciques do PP. Eu sou do Cezão. Eu fui do PP metais do meu tempo. E se distanciou, de certa forma, do bolsonarismo em razão dessa nova turma que ele arrumou, né? Agora voltar pro tal André do Prado. O Tarcísio tava precisando de apoio dos bolsonaristas por um nome que ele tirou... Do cu. Agora, o André do Prado é um cara do Tarcísio há vários anos já, desde o início do governo. Copeta.

E já naquela época, o candidato do Tarcísio ao governo de São Paulo, se ele fosse para a candidatura presidencial, seria o André do Prado do PL. Aí o Tarcísio foi buscar apoio junto a um dos bolsonaros menos sábios, digamos assim. Eduardo. O único que toparia uma estupidez dessa. Você é burro. E que é o candidato do Eduardo Bolsonaro também, da família Bolsonaro. Exato, não, ele fechou a candidatura dele com a bênção do Eduardo Bolsonaro. E adivinha o que o Tarcísio ofereceu para o Eduardo.

Olá, meus amigos de São Paulo. Estou muito feliz aqui ao lado dessas duas feras. Ninguém conhece as duas feras, né, Pitoli? Edu, acredite, se o André do Prado tocar a porta aqui, talvez agora eu reconheça pelas fotos que estão rodando. Eu não sei quem é André do Prado. Isso aí, se vocês não notaram, tem a ver com a abertura lá. Na volta para o Eduardo. Para anunciar a pré-candidatura do deputado estadual presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo para o cargo de senador por São Paulo.

O Eduardo conseguiu a proeza de abrir o vídeo sem mencionar o nome do desconhecidíssimo André do Prado. É do nosso lado aqui o Fernando também, que vai concorrer na nossa chapa junto com o segundo suplente. Falou o nome do segundo suplente, mas não do candidato ao Senado. E por que caralho eles mostrariam o segundo suplente? Porque a primeira suplência ficará comigo. Ah, agora eu entendi! Caralho!

Tarciso deu uma suplência pro Senado pro Eduardo E um desesperado Eduardo mordeu a isca, como diria Carlos Você está mordendo a isca com mais facilidade do que lambari em anzol de mosquito? Bom, mas e aí? Senhoras e senhores, a partir desse exato momento eu tenho o prazer e a satisfação de informar a todos os presentes Que vai começar a putaria! Bom, vamos em frente, Pingu!

Infelizmente, boa parte da trama vai se passar na frequência da Uri Verde. Constar! Mas sem o consta. Graças a Deus! E já vou denunciando... Olha a denúncia aqui, ó! Que Pedro Doutro gosta mais do que devia dos vídeos da Uri Verde. A gente vai ouvir, na sequência, Eduardo Bolsonaro. Uma pessoa que eu tenho no meu coração.

Enorme respeito pelo Eduardo. Enorme respeito, carinho na torcida. E sempre fazendo uma ressalva. Entendendo o que esse cara está passando agora. Cuidado. O que a família está passando agora. Que barra. Longe do Brasil. Ele queria já morar na Estaduleira há um tempo atrás. Longe de familiares. Porque eles se odeiam muito.

Eduardo longe do pai O filho mandou o pai Pra tomar naquele VTNC e ingrato do C No momento importante, decisivo, difícil Como o pai enfrenta A gente não pode deixar nada disso pra trás E no exercício de empatia difícil pra muitos Compreender o que Eduardo passa agora

Um exercício de empatia pra entender como é que o Eduardo pode ser tão burro. E nesse momento aí o Eduardo ainda não tinha entrado na entrevista, mas provavelmente já tava ouvindo. Só pra você ter uma ideia, em 6 de novembro do ano passado, eu estive visitando o presidente Bolsonaro na prisão domiciliar, na sua casa, e o que eu levei ali? Para de ler, pique de craque! Para de ler!

Pai, é pipo de craque? Pai, é pipo de craque. Eu levei um caderno, capa dura e uma caneta. A minha caneta BIC. A caneta compacta é minha. Sabe por que eu levei? Cadê a sua caneta? Primeiro porque eu não podia entrar com nenhum equipamento eletrônico. Não foi mais o que eu...

Respeitei. O mínimo. Mas para anotar quem seriam aqueles indicados, ou para onde eu deveria olhar com relação àqueles que poderiam chegar como pré-candidato ao Senado naquele estado, no outro, enfim. Para eu colocar tudo isso no radar e poder ajudar, do ponto de vista de um trabalho sério, o nosso presidente ter a nossa missão. E o Pitoli diz que a missão seria mais ou menos isso aqui. Me dê 50% da Câmara.

e 50% do Senado o ano que vem, que eu mudo o destino do Brasil. Temem 50% de deputados e 50% de senadores que eu mudo o destino do Brasil. O que eu tenho dito? Me dê 50% da perda, 50% do senado, que eu mudo o destino do Brasil. Veja, diante disso tudo, receber a informação que André do Prado é o escolhido do PL em São Paulo, é um balde de água muito gelada na cabeça do bolsonarista.

O Pitoli, gentilmente, segundo antes do Eduardo entrar no ar, sugeriu que o André do Prado não é o candidato do Bolsonaro. Não é o nome que está anotado no caderno de capa dura do Pitoli. Então vamos em frente. Edu, bom dia. Meu irmão, bom dia ao caralho, parceiro. Bom dia, Pitoli. Satisfação falar com os amigos da Oliveira. Mas para surpresa de ninguém, a azêmula do Eduardo foi incapaz de elaborar argumentos minimamente convincentes.

O primeiro deles é que a gente tem uma campanha presidencial para ganhar. Esse é o primeiro ponto.

Começou mal. O André do Prado tem uma excelente relação com centenas de prefeitos em São Paulo. Isso daí vai servir de base para o Flávio Bolsonaro. Isso aí vai servir de base também para vários outros candidatos do nosso partido e alinhados conosco. Caguei. O André do Prado tem também uma boa relação e contará com o apoio de 50 ou 60 deputados estaduais que farão campanha para ele. E por consequência também para o Flávio Bolsonaro. Caguei.

O Eduardo fala como se o André do Prado fosse grandão, mas... Não, não é. E se tem uma coisa que o André do Prado não é conhecido, é por ser preguiçoso. Ele meteu essa. Ele trabalha igual um cavalo. Valeu, cavalo. Já cadê? Valeu, já cadê? Ele roda o estado inteiro. Então eu acho que esse daí é o principal argumento pra gente colocar adiante. Porra, de fato... Começou mal. E terminou mal. Pra caralho. Muito consistente o Eduardo. Venezuelas!

O André do Prado tem 32 anos de vida pública Ele tem mais vida pública do que o Jair Bolsonaro Quando se lançou a presidência Sendo que é o seguinte O André do Prado ainda assumiu o cargo de prefeito e secretário O Eduardo não tá acertando uma, hein O André do Prado foi governador e não prefeito E foi por um dia, dia 8 de janeiro de 2024 Quando o Tarcísio e o vice estavam viajando

Aí ele, por lei, enquanto presidente da Alesp, assumiu. Por um dia. E o Eduardo acha que esse argumento vai convencer uma pessoa que seja. Esse André do Prado tá em quarto mandato de deputado estadual. É um cara que fez carreira como deputado estadual ali. Ninguém conhecia, não tinha relevância nenhuma. Nenhuma, certo. Foi vereador e prefeito de Guararema, no interior de São Paulo e tal. E é um político estadual que agora virou o preferido dos bolsonaros.

Mais ou menos. Numa disputa interna grande ali, né, Ana? No campo dos bolsonaristas.

Infelizmente Vamos ouvir o Ricardo Salles O nosso Salles Sabugosa Verdão Em 2010 Quando o André do Prado foi candidato pela primeira vez Ele estava junto com a Dilma Rousseff O André do Prado foi candidato a deputado estadual em 2010 Com o Santinho da Dilma Rousseff Eu tenho isso lá comigo E olha o rumo que tomou a defesa do Eduardo

E eu tenho certeza, essa união do chamado voto de máquina, que é o voto trabalhado com prefeitos, vereadores, emendas orçamentárias, emendas orçamentárias, emendas orçamentárias, etc. Que é, não tô depreciando não, mas que é o que o André do Prado tem, junto com o nosso apoio do voto de opinião, farão o André do Prado ser o melhor votado senador dessa eleição em São Paulo, eu tenho certeza disso. O Prado é centrão. Ah, o centrão.

Centrão pra caralho. Eu sempre fui do centrão. E logo com o Eduardo, que descia o pau no centrão. Vocês lembram disso aqui, né?

tirar foto, já encaminhado para o final, no rosto de cada um dos senhores aqui para saber se em 2019 quando o couro comer para valer se vocês vão se deixar seduzir por discurso do centrão ou se vão se manter firme e forte Bolsonaro

O André do Prado, na eleição de 22, ficou contra o Tarcísio. Ficou do lado do Rodrigo Garcia. E só foi apoiar o Tarcísio no segundo turno, quando o Rodrigo Garcia, apesar de ter a máquina na mão, apesar de ter toda a estrutura, orçamento, nananá, perdeu a eleição pra nós da direita. Por isso que quando dizem, inclusive, ah, o André do Prado tem um monte de prefeito, sai pra merda nenhuma. O Salles sonhava em ser senador com o apoio da família.

Por isso que ele tá tão puto assim. Como não tem o apoio da família, ele vai sair pelo Partido Novo mesmo.

Sala e sabugosa. O novo de hoje é do caralho. Puta partido. Gente honesta, direita e de verdade. Puta partido, meu. Novo benchmark na praça. Melhores KPIs. Novo é diferente, é top, é moderno. E tem gente nova, honesta e liberal. Bom, desde já a gente pede desculpa por ter usado tanto... Sala e sabugosa.

Ah, não sei se é muito melhor, mas enfim, vamos voltar com o Eduardo, que fez uma cagada atrás da outra e agora tá tentando se salvar das maneiras mais absolutamente... Mas eu, Pitólio, tenho noção. Não tenho. Tenho noção. Ele é meio sem noção. Tenho noção. Você é realmente um sem noção? Do que que eu estou fazendo? Eu duvido. E o meu objetivo não é só salvar a minha pele, não. É dar liberdade ao povo brasileiro. Não parece. Não parece.

Não parece. Bom, quando a pessoa tem que ficar lembrando disso... Eu sentei com ele aqui pelo menos duas vezes. Sinto de casa, sinto de casa.

Pra passar tintim por tintim, o que que interessa a nós em matérias dentro do Senado Federal? Isso aí, gente. Eduardo sentou com o André do Prado duas vezes e passou tintim por tintim. Tá ok? Aí você vai falar, Eduardo, mas ele vai te trair. Poxa, então a gente vai partir da presunção de que as outras pessoas agem de má fé? É, Eduardo...

Eu diria na política, né? Porra. Mas o Eduardo falhou miseravelmente em convencer os bolsonaristas. A começar pelo âncora da Oriver. Aqui é a casa. É a tua casa, Edu. É a casa do teu pai, cara. Você pode imaginar o carinho que a gente tem por você. O respeito e a empatia que a gente tem exercitado todos os dias para entender o que você e tua família estão vivendo.

Aí o Pitoli fala o óbvio. E se há um acordo com você na primeira suplência, esse acordo seria cumprido com Mário Frias, com Melo Araújo, com Tomé. Entendo que todos poderiam cumprir esse acordo contigo, mas um nome que não representa nada para nós, Edu, me deixa um pouco incomodado. Incomodada ficava a sua voz. Pois é.

Todos esses, teoricamente, dariam a suplência ao Eduardo, né? Ou nenhum deles toparia dar a suplência ao Eduardo, o que seria hilário. Ou... A troco de quê que o Valdemar e o André do Prado convenceram esse pessoal a isso? Lá na Câmara já estão dizendo, pagou não sei quantos milhões e tal. Espero que essa história seja mentira. Quero crer que seja mentira. E a resposta do Eduardo ao Pitoli é maravilhosa. Então, gente...

Essa é a sabedoria, é essa a visão que a gente tem aqui do bastidor que a gente toma essas decisões. Uma visão que muitas das vezes o público, de maneira geral, não consegue ter. Tá aqui o espariu, né? E olha o Pitoli dois dias depois. E hoje, lá na casa da minha mãe, uma amiga da nossa família querida, a Série está lá com a minha mãe hoje. Fala logo, porra. A Série falou pra mim assim, Ale, gostei da entrevista do Eduardo. A Série é sempre companheira.

Eu falei, Céliar, mas fala a verdade, não faltou convicção do Eduardo? Olha a palavra que eu usei. Não faltou convicção do Eduardo? É, eu achei. Quando você assiste a entrevista de Eduardo Bolsonaro aqui, eu tenho o Eduardo no meu coração. No meu coração. Logento. Quando o Eduardo traz André do Prado como nome pro Senado em São Paulo, eu não consegui enxergar convicção. Dia 31 de março, eu já tinha informação.

de que a articulação já estava pronta, tudo armado para ser o André do Prado, o escolhido do PL. E tem uma mensagem minha para uma pessoa que exerce um papel de liderança dentro do PL, na ala bolsonarista, não valdemarista, e eu dizendo para essa pessoa muitíssimo querida, eu tenho absoluto respeito, eu dizendo para essa pessoa, André do Prado eu não apoio, mas aí eu fui deselegante, porque é meu amigo, nem ferrando, você já entendeu o que eu falei para o cara.

É mal educado, ele fala palavrão. Eu falo alguns palavrão, sim. E demorou alguns dias, mas o Pitoli falou o que estava sendo dito nas entrelinhas. Então eu estou colocando na mesa. André do Prado não é o nome do presidente Bolsonaro para o Senado em São Paulo. Não é, não é. Não é o Pitoli dividindo a direita. Não é. Não é o Pitoli contra a família Bolsonaro. Não é.

Não é. Tem um erro aí grotesco, é um erro que pode comprometer, e eu estou defendendo aquilo que penso como sempre, sempre, sempre defendi. Tanto é um erro que... Vitoli, bom dia, um abraço a você e a todos que nos acompanham. É uma nota de bastidor da coluna Radar, da revista Veja, que diz o seguinte. Não apoio, tá ok? Esse é o título dessa parte da coluna aqui, um trecho que traz e diz o seguinte.

Jair Bolsonaro teve uma crise nervosa ao saber da operação de Eduardo Bolsonaro para lançar André do Prado ao Senado em São Paulo. Não vai aceitar. Barros, eu gostaria que você trouxesse de novo. Repito. Não apoio, tá ok? Jair Bolsonaro teve uma crise nervosa ao saber da operação de Eduardo Bolsonaro para lançar André do Prado ao Senado em São Paulo. Não vai aceitar. Obrigado, Barros.

convicção. Os bolsonaros resolveram usar a eleição de 2026 para desagradar bolsonaristas em diferentes estados. E depois de Santa Catarina com o Carlos e Roraima com o Hélio Negão, chegou a vez de São Paulo. Infelizmente, a gente precisa seguir com ele.

Porque ele esculachou o Eduardo. A gente vai tentar ignorar boa parte da troca de ofensa. Você se mandou pros Estados Unidos porque você quis. Ele queria já morar nos Estados Unidos há um tempo atrás. Você só inviabilizou o seu retorno pro Brasil depois que você já tava lá nos Estados Unidos falando um monte de merda. Pô, pai, tá complicado aqui. Eu acho que vou ter mais futuro nos Estados Unidos. Inclusive trabalhando contra o Brasil nessa história de tarifácio.

Tarifa Eduardo Bolsonaro Tarifa Paulo Figueiredo O que eu passei com o ministro, você não passou nem de perto Seu papai mandou dinheiro pra você ficar nos Estados Unidos Eu botei dois milhões na conta dele Lá fora tudo é mais caro, é muito, é bastante dinheiro Eu não tive essas coisas

A minha família foi acordada com a Polícia Federal na porta. Eu tive a minha casa, meu escritório invadido pela Polícia Federal. Eu tive meu passaporte apreendido antes de eu ir pros Estados Unidos, como você foi. Então não vem cantar de galo que o Salles meteu um rabinho entre as pernas e eu sou machão nos Estados Unidos. Não, você foi pros Estados Unidos porque quis. E foi cuidar dos seus negócios nos Estados Unidos e você já tinha empresa aberta no Texas.

Eu não, então não vem cantar de galo Então não vem dizer que enfia o rabinho entre as pernas É que eu não sou burro e não sou desequilibrado A ponto de ficar gritando e falando um monte de besteira aí fora Enquanto a turma tá se fudendo aqui dentro Tudo que eles fazem, ah, é certíssimo Se o cara cagar no mato e comer o cocô Ah não, eu tinha um motivo, porque não sei o que Todo o resto é sempre crítica, crítica, crítica Ninguém presta, só ele presta O Tonho da Lua lá de Santa Catarina presta Todo mundo presta, agora nós não Vá pra puta que pariu esses caras

E inacreditavelmente um dos temas foi a tentativa de assassinato do Jair. O Adélio não seria um lobo solitário. Eu não quero acreditar que o Ramagem não tinha dois, três delegados, não precisa ter cem, dois, três delegados da confiança dele pra colocar esses delegados pra cuidarem do assunto. Então se a gente não conseguiu demonstrar cabalmente esta prova, alguma coisa tá errada na nossa estratégia. Então eu só chego à conclusão que nós somos, nós, que eu digo o grupo da direita dentro da estrutura policial, foi tão incompetente a ponto de não conseguir desvendar esse troço passados com o Jair.

Quatro anos de governo. E é isso. Acabou esse tópico, vem pianinho. Só o tópico, hein? Mas antes, uma mensagem dos nossos anunciantes. Para falar dos malditos milicos? Ou melhor, Bandidos de Farda é o mais novo documentário exclusivo do ICL. A jornalista investigativa Juliana Dalpiva, ao lado dos jornalistas Igor Melo e Chico Otávio, trazem documentos inéditos da ditadura militar mantidos em sigilo por 60 anos, revelando uma parte da ditadura ocultada de todos os brasileiros e confirmando relatos feitos pelas vítimas na Comissão Nacional da Verdade.

Uma investigação inédita sobre a estrutura de violência do Estado que a grande mídia nunca revelou. Vai lá, garante seu ingresso em icl.com.br barra medo e delírio. O link também está na descrição do episódio. Mas vamos seguir. Vamos seguir.

Van Haten. Infelizmente. Vamos falar aqui de uma daquelas brigas que só nos resta torcer pela briga. Não briguem, se matem. De um dos lados, um general. Do outro, o Van Haten. Van Rato, né? O Benjamin Button do Partido Novo. Mas antes disso, a gente precisa relembrar a gangue dos paradrapos. Esse protesto é patético.

Primeiro, eles botam um esparadrapo na boca pra dizer que não há liberdade de expressão. Ocupam o congresso que é a casa da liberdade de expressão e impede que os pontos de vistas divergentes sejam expressados. Eles estão proibindo a liberdade de expressão de outros parlamentares. Então já é uma contradição. Só se eu for preso. Aqui não vai subir ninguém. Ou vota anistia ou ninguém passa aqui. É o seguinte, irmão. Se a polícia me avançar, eu vou empurrar. Aqui não, filho. Aqui derruba a boa de 400 quilos.

Pois é. O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados decidiu nesta terça-feira suspender por dois meses os mandatos dos deputados. Marcos Polo e Zé Trovão, ambos do PL, e Marcel Van Raten. Van Raten! Do Novo. Partido Nojo! Eles são acusados de tentar impedir o presidente da Câmara, Hugo Mota, de assumir a presidência durante uma sessão, em agosto de 2025.

E infelizmente não são dois anos e muito menos duas décadas. Dois meses sem representação do nosso eleitor aqui na Câmara, dois meses sem trabalho pelo meu estado, Rio Grande do Sul, pelo meu Brasil. Dois meses maravilhosos em que todo mundo sai ganhando, mas depende da votação do plenário.

A decisão foi tomada após o relator, o deputado Moses Rodrigues, argumentar que o parlamento não pode aceitar comportamentos que tentam interromper o processo legislativo. Os deputados respondem pelos seguintes atos. Marcos Polon, por sentar na cadeira da presidência da Câmara, impedindo o retorno do presidente Hugo Mota. Van Hatten, por ter ocupado outra cadeira da mesa. E Zé Trovão, por ter barrado fisicamente o acesso do presidente à mesa.

Isso é o maior crime que está acontecendo nessa casa hoje, cara. Isso não existe, cara. Nós não temos um presidente aqui. Isso não existe. Coloquei a polícia aqui. Eu não sou bandido, não, rapaz. Eu não apareço. Pois é, foram 30 horas barrando o andamento dos trabalhos. Estamos aqui acorrentados aqui. Só sairemos com uma solução concreta para o povo que está na rua, para o povo que está sofrendo e esperando que nós façamos uma ação de verdade. Magno Mar!

E olha que delícia. Todos os deputados do PP que pleiteiam ser vice do candidato a presidente Flávio Bolsonaro votaram pela suspensão deles três. Que delícia! A grande base que condenou Polon, Trovão e Marcel não veio da esquerda, não. Veio dos partidos que se dizem estarem conosco. Então abra um olho. O PP é o partido...

Partido Profissional! PP, Partido Profissional! E o advogado do Van Hatten era o tal do Chiquini. E a gente se recusa a colocar esse rapaz por aqui. E o Zé Trovão deu o show dele. O deputado federal Zé Trovão do PL chorou durante a reunião do Conselho de Ética da Câmara.

Meu coração hoje não tá legal. Procura o médio rapidamente e tá um coquetel com a zoela aqui, tá ok, pessoal? Porra, Zé Trovão é muito apelão, hein? Eu tenho um funcionário que tem um filho de espectro autista que depende desse salário pra viver. Eu tenho funcionários que começaram a vida de casado agora e que depende desse salário pra manter o seu aluguel, sua comida dedicada. Porra, não fizesse merda, né? A gente vai fazer o povo brasileiro saber dessas merdas, desses filhão da puta que sempre fuderam com a sociedade.

Ah, e o Polon se fuder também é lindo, hein? Ele é um dos líderes dos caques. Golpista. Mas vamos voltar com o Van Raten. Van Raten. O líder do PL, Sóstens Cavalcante, esteve aqui e deu o seu depoimento, líder do PL, na Câmara. O líder do Senado, da oposição no Senado, Rogério Marinho, deu o seu depoimento aqui. Contou toda a história. A ideia nasceu de Marco Feliciano. Vamos no Cine 9. Nós não estivemos nem juntos quando surgiu a ideia de fazer essa ocupação.

Van Raten caguetou o pastor e nos tirou um sorriso do rosto, hein? Maravilhoso. Muito obrigado.

Mas o que importa mesmo aqui é a querela entre Van Raten e um general. E tudo começou numa sessão da Comissão de Relações Exteriores. Até hoje, desde a última vez em que os generais e comandantes do exército vieram aqui, era a presidência do deputado Lucas Edeck, nunca mais apareceram aqui pra fazer a relação. Eu queria entender por que, presidente.

Não, é sério. É verdade. Não vieram aqui. Eu tive a oportunidade naquele dia, inclusive, de expor a minha opinião ao comandante Tomás, que é um ajudante de ordens do ministro Alexandre de Moraes. Ele é um cidadão que não honra. Pode processar. Aliás, Silas Malafaeta é réu agora por chamar os generais de covardes. Frouxos. Covarde e frouxo. Covarde e frouxo. Se tivesse chamado de corajosos, seria réu por fake news.

É muito engraçado. Aí, um tempo depois... Após a minha fala, quando eu já saía da Comissão de Relações Exteriores, veio esse general Emílio tentar tirar a satisfação de mim. Veio me constranger. E é óbvio que, diante dessa situação absolutamente inusitada e lamentável, eu não permaneceria calado. Eu respondi do jeito como entendi naquele momento.

E o general, é claro, tratou o civil de acordo com as tradições castrenses. Um tom intimidatório, uma postura arrogante. Se o senhor defende um frouxo, é frouxo também, me desculpe. Não, não, não, não, é frouxo ou covarde. Vale lembrar que quem chama os generais de omisso, especificamente em relação a esse tema, é golpista.

Omisso é quem não tomou alguma ação. Que ação é essa? Vai estar aqui semana que vem? Eu vou estar aqui. Não, o senhor comandante, o senhor chefe vai vir. O senhor chefe não vem. O senhor que não é meu comandante. O senhor que eu deixei. Meu comandante. O primeiro eu vou pra guia. O general está completamente errado, né? Claro. Agora, para concluir a história, antes de entrar no vídeo de toda essa situação lamentável.

Imaginem vocês se durante o governo Bolsonaro um parlamentar de esquerda fosse constrangido por um general do exército dentro da Câmara dos Deputados. A gente conta ou vocês contam para o Van Haten que isso sim é rotineiro? Todas as pessoas que já tiveram a oportunidade de divergir de militares da ativa em ambientes públicos sabem que eles têm a prática de levar o interlocutor ou a interlocutora para o cantinho do pensamento depois.

vezes de maneira mais sutil, outras vezes menos. Essa aí é a professora Adriana Marques, que já está virando habituê desse podcast. Isso é absolutamente inadmissível. Qual é o próximo passo? Uma agressão? Apontar uma arma? Primeiro é uma novidade ter um general de divisão trabalhando como assessor parlamentar.

Imagina só, general, assessor parlamentar. Essa função, em geral, é exercida por um coronel. É complicado tirar um general da força para ir trabalhar no Congresso. Deve estar faltando trabalho para os generais lá no Exército. Mas isso é só um agravante, porque a questão central é que depois da criação do Ministério da Defesa, não se justifica mais a existência de três assessorias parlamentares militares no Congresso, uma de cada força.

O Ministério da Defesa deveria designar um funcionário de carreira para fazer o enlace com o Congresso, como os outros ministérios fazem, até para evitar uma situação como a que ocorreu com o general Emílio. Mas antes o problema fosse a porra do general intimidando o parlamentar. O problema é a postura do Van Hatten, com coisa muito pior do que participar da gangue dos paradrapos.

O ponto central aqui é o seguinte, o Van Raten deveria ser punido por um troço muito mais grave que ele faz, e já faz há mais de dois anos, que é pedir golpe militar. Ele faz isso, ele pede claramente, ele acusa os comandantes de terem sido frouxos por não terem desconstituído o resultado das eleições de 2022 e terem deixado o Bolsonaro lá como ditador. E ele acusa de fama os militares e tal. Olha aqui, ponto a gente chegou. Volta pra Adriana Marques.

O deputado Van Hatten era um frequentador assíduo do Comando Militar do Sul, desde que ele se elegeu deputado estadual em 2015. Na época em que o general Mourão estava por lá, ele falava com todo mundo, era recebido por todo mundo. Inclusive tem vídeos dele na internet com o general Pujol, que substituiu o general Mourão lá no Comando Militar do Sul.

E os dois falam sobre os valores comuns que os uniam. As desavenças do Van Haten com o exército começaram quando o general Tomás e outros generais não toparam participar da aventura golpista em 2022. Porque até então as relações dele com o exército eram as melhores possíveis.

É evidente que o deputado Van Hatten está errado a ofender o general Tomás por ter cumprido o seu dever e não ser golpista. Mas o exército está colhendo o que plantou, quando permitiu que pessoas como Van Hatten ficassem circulando pelos quartéis depois de 2013. Resumindo, não tem ninguém certo nesse embrólio e o Ministério da Defesa ainda tem muito trabalho a fazer.

Se prepara pra ironia, hein? Depois desse incidente, um general da reserva, general Paulo Chagas, falou Portanto, sejam claros, peçam um golpe que comece. Como incita o deputado Marcelo Varra, deixem de bater continência para um ladrão. Isto é, em outras palavras, deixar de respeitar a autoridade do presidente da república e de prestar-lhe o cumprimento regulamentar da continência, dando de forma clara o início a um crime de insubordinação.

Quem quer que isso aconteça deve deixar de ser frouxo e dar o nome certo ao boi. Eu quero um golpe militar.

O analista político de política internacional da CNN, João Paulo Charlor, diz o seguinte, a cisânia que o deputado Marcelo Van Ratton implanta nas Forças Armadas é a própria definição de anarquia. Imagina se cada oficial começar a decidir a quem obedecer ou desobedecer nesse país com base em suas simpatias e antipatias político-ideológicas. Teremos facções, não exército. Aliás, são os dois deputados do Novo que fazem isso, tá?

É ele em dobradinha com o Ricardo Salles. O Ricardo Salles, no dia 2 de maio, agora dobrou a aposta e conclamou as PMs estaduais e a Força Nacional a usurpar as funções do Exército Brasileiro.

Tudo gente boa. E assim a gente fecha esse tópico. E vocês sabem o que o exército brasileiro tem mais do que os outros, né? Procure saber! Maldito capitalismo! Pedrinho da Outro tropeçou num texto do Cory Doctorow, resumindo muito brevemente uma história contada pelo Piketty, lá no livro dele, O Capital no Século XXI.

Na ausência de qualquer tipo de intervenção governamental, novo é diferente, é top, é moderno. Top das galáxias. Os mercados tornam os investidores mais ricos do que os trabalhadores. Ou seja, a taxa de retorno do capital excede a taxa de retorno do crescimento. Isso é verdade até mesmo para trabalhadores extremamente poderosos que ficam muito, muito ricos.

Piketty ilustra isso de várias maneiras, mas a minha favorita é a parábola de Bill Gates, Liliane Bittencourt e Bill Gates de novo. Bill Gates fundou a Microsoft em 1975 e deixou o cargo de CEO no ano 2000. Nos 25 anos entre esses eventos, ele transformou a empresa na firma mais lucrativa da história humana e ficou extremamente rico.

Dá pilhão com peso e banalada. Isso é o cânone da mitologia do mercado. Funde uma empresa bem-sucedida e fique rico. Bill Gates, é verdade, começou com bastante dinheiro. Ele vem de uma família rica, mas aumentou sua fortuna pessoal de maneiras extraordinárias ao longo desses anos. E não investindo dinheiro, mas sim fundando uma empresa e trabalhando nela. Agora considere Liliane Bettencourt.

que durante o período em que Bill Gates foi CEO da Microsoft, era a mulher mais rica da Europa. Bettencourt nasceu extremamente rica, herdeira da fortuna da L'Oreal. Diferentemente de Gates, Bettencourt não tinha emprego. Ela simplesmente existia, enquanto gestores financeiros investiam o dinheiro de sua família.

Nos mesmos 25 anos em que Bill Gates transformava a Microsoft de zero na empresa mais bem sucedida da história do planeta, Bettencourt ganhou mais dinheiro do que Gates. Gates ganhou seu dinheiro fazendo algo. Bettencourt ganhou seu dinheiro ao nascer de um orifício extremamente sortudo e simplesmente continuar existindo. Mas aqui vem a parte decisiva. Depois que Bill Gates deixou a Microsoft, ele se tornou um investidor profissional.

Parou de exercer um trabalho e começou a investir em empresas nas quais outras pessoas trabalhavam.

Nos 13 anos seguintes, Bill Gates, investidor, ganhou mais dinheiro do que Bill Gates, CEO da Microsoft, havia ganho em seus 25 anos trabalhando. Ele também ganhou mais do que Liliane Bettencourt. É isso que a taxa de retorno do capital excede a taxa de retorno do crescimento significa.

Até mesmo o trabalhador mais bem sucedido da história humana não consegue ganhar tanto dinheiro quanto uma pessoa que simplesmente já possui muito dinheiro. E quanto mais dinheiro você tem, mais dinheiro você ganha. Se você pensar nisso por um segundo, consegue ver como isso se desenrola. Em economias boas ou ruins, as pessoas que nascem em berço de ouro ficarão mais ricas do que qualquer outra pessoa. Mais ricas do que aquelas que fazem coisas que realmente fazem a economia crescer.

Como elas ficam mais ricas mais rapidamente do que a economia cresce, passam a controlar parcelas cada vez maiores da economia. Assim, mesmo quando a torta cresce, as fatias delas crescem ainda mais. E o restante que todos nós compartilhamos não fica apenas proporcionalmente menor. Ele fica incrivelmente menor.

Não temos apenas menos em relação aos ricos, temos menos em relação aos nossos próprios pais. Para Piketty, isso é uma lei de ferro dos mercados, confirmada pela análise de centenas de anos de fluxos de capital. Ele dedica muitas dessas 750 páginas, mostrando como até mesmo os setores mais lucrativos da economia, em qualquer período, beneficiam desproporcionalmente os investidores.

Inclusive em comparação com os gestores e trabalhadores mais bem sucedidos daquele mesmo período. É daí que vem a oligarquia. Ela é o estado final natural de uma economia de mercado.

E porra, honestamente, se em pleno 2026 você acha que o capitalismo é algo sagrado e inerentemente virtuoso, favor se encaminhar pra casa do caralho agora. Agorainha. E tchau pra vocês. Como vocês sabem, as duas semanas seguintes a essa vão ser de recesso aqui do podcast. O podcast vai parar, a gente vai aproveitar pra dar uma descansada, mas vai também trabalhar numas outras coisinhas. A gente deve soltar um episódio ou outro de gaveta pra vocês não esquecerem da gente. Ou seja, o próximo episódio é o último antes do recesso.

A gente precisa se preparar também mentalmente para as eleições. Tchau para vocês. Vem pianinho. Show, show, show, show. E hoje a gente fica por aqui. Já passou de meia-noite. Obrigado a todas as partes envolvidas. Thank you. Se quiser e puder, pinga um lá para a gente no apoia.se barra medo e delírio, no patreon.com barra medo e delírio em Brasília, na Orelo ou no pix medo e delírio em Brasília, arroba gmail.com.

A população é o caralho, porra. Não tem nem dinheiro pra me comprar um jogo de videogame, morou, cara? Assina o nosso feed no seu agregador de podcast favorito e dá uma olhada nas nossas redes sociais. E também no loja.medoedelirimbrasilia.com.br Eu sou o Cristiano Botafogo, o Medo e Delirio em Brasília é escrito por Pedro Doutro e produzido pelo Guilherme Gandolfi, arroba Gui Frodo nas redes sociais. Bora passar pano? Não. Mas bora passar menos raiva? Bora.

Me permite uma parte? Não lhe dou a parte. Oi, Cristiano, seu lixo. Aqui é a Jandira Feghali. Queria convidar você e o Pedro e todos os ouvintes do Meio e Delírio para a minha festa de aniversário no próximo dia 25 de maio. Vai ser no Circo Voador a partir das 18 horas. E a ideia é fazer dessa festa uma grande corrente de solidariedade à Cuba. Vamos celebrar a vida e mostrar que Cuba não está só.

Vai ter show do Cordão do Boitatá, o baile multicultural, pista de dança com música latina, drinks cubanos, uma campanha de arrecadação pela Embaixada de Cuba, com a presença, inclusive, do embaixador, para quem quiser, obviamente, entrar nessa corrente. A entrada é gratuita e é só entrar no Simpla e pesquisar por aniversário Jandira para retirar o ingresso. Espero todo mundo lá. Um beijo para o Pedro Doutro e outro para você, Cristiano. Obrigada. Acabou? Não.

Pois é, gente, infelizmente a gente perdeu a nossa amiga Paola Costa recentemente. A Paola contribuía demais e aparecia menos do que devia. Obrigado por tudo, viu Paola? Oi pessoal do Medo Delírio, aqui é a Adi Ferrer e hoje a gente veio como integrantes e ex-integrantes do Camarote da CPI, que hoje é Camarote da República. A gente vem celebrar uma vida, uma vida que uniu todos nós, inclusive a gente com o Medo e Delírio.

O camarote da CPI, para quem não sabe, ele acompanhava a CPI da Covid e traduzia a linguagem formal do Senado, de uma comissão parlamentar de inquérito, dar um papo entre amigos. Esse perfil surgiu da cabeça de três pessoas diferentes que acabaram se encontrando no meio do caminho. E a Paola foi uma dessas. A gente passava os dias acompanhando as sessões.

A gente queria que a informação chegasse nas pessoas da forma mais simples possível. A nossa linguagem sempre foi como uma conversa entre amigos. E realmente era, porque a Paola aliviava o peso daquela situação horrorosa que a gente vivia e das histórias horrorosas que a gente tinha que acompanhar. Ela aliviava a gente de uma forma doce.

colhedora, sempre muito bem humorada, que dava espaço para a gente sorrir. Com a Paola a gente virou noites, a gente passou dias, a gente viu nascer nenéns nesse meio tempo, a gente pesquisava, a gente analisava dados.

E Paola era sempre o vetor de tudo isso. Ela também reunia as informações públicas de ações do governo Bolsonaro e jogava a luz. O objetivo sempre foi pela justiça aos mortos, pela omissão de Bolsonaro e de seu desgoverno. Foi ela, inclusive, que rastreou uma viagem de membros do Ministério da Saúde para Manaus.

Dias antes da cidade colapsar sem oxigênio. General Pazuello e doutora Cloroquina estiveram lá para implementar o kit Covid. Três dias depois, o que vocês já conhecem, pessoas morriam sem oxigênio. Antes de Paula ser a Paula que vocês conhecem hoje...

A Paola jornalista, a Paola pesquisadora, a Paola comunicadora, a Paola produtora de conteúdo, podcaster, escritora. Paola foi professora. Paola iniciou sua carreira na docência. Paola era concursada em uma escola de Porto Alegre. E sim, Paola amava o que ela fazia. Paola amava se comunicar, como sempre amou. Mas a docência já não dava, já não cabia em Paola.

Paola sempre quis mudar as coisas. Paola não se conformava. Conformismo não era uma palavra para ela. E ela sempre lutou pela melhoria das condições das suas crianças, adolescentes e dos seus colegas. A principal característica que podemos falar da Paola, depois de tudo isso que aconteceu da CPI da Covid, da luta pela verdade, pela informação, pela vida que nós tivemos no governo passado e a saída do anonimato que tivemos no começo do governo atual,

É sem dúvida a capacidade de articulação que a Paola nos deu. E isso era nato dela. Era algo que ela fazia com tanta maestria, de uma forma tão tranquila, que era como ver uma mágica ao vivo. E isso se deve principalmente à capacidade ímpar que a Paola tem de conhecer as pessoas. Ela sabe sempre qual é o seu melhor. Mesmo quando você não sabe, mesmo quando você nem imagina que você pode fazer as coisas que ela sabe que você pode fazer e ela confia no seu trabalho.

Enquanto você não sabe, enquanto você está se duvidando, ela está ali do seu lado falando, vamos, vamos que vai dar certo, eu sei que vai funcionar e eu sei que você vai conseguir. Ela fez isso com o pessoal do camarote e aí eu falo de maneira pessoal minha porque ela colocou muita confiança em mim de uma maneira que nem eu mesmo tinha do meu trabalho e da minha capacidade.

Ela faz isso com o pessoal do Farofeiros. Ela fez isso com o pessoal do Midcast. Por onde ela passava, por onde ela conectava pessoas, por onde ela juntava ideias, por onde ela alimentava pautas, todos cresceram. Ela é uma das maiores articuladoras que nós temos hoje.

principalmente no campo progressista virtual, principalmente no debate e na luta das redes sociais. E se hoje nós temos uma articulação do jeito que nós temos, com o poder que nós temos, para fazer acontecer pelo melhor para o Brasil, é por conta da Paola. Ela que fez isso.

Hoje, mais do que nunca, Paola está eternizada na luta virtual e física do país. Dezenas de perfis tiveram contato com ela e por trás desses perfis pessoas. Gente que está em luto junto com a gente, mas importante. Vamos continuar a aprender sobre competências com Paola. Sobre amor, sobre luz, sobre luta.

Sobre buscar irradiar a todos com o calor de colo ou com o ombro na agonia. Paola sempre vai estar aqui e sua força vai seguir sendo parte importantíssima da chama que mantém todas as nossas lutas acesas, porque elas seguem assim como ela. Paola Costa presente, atuante, viva e radiante sempre.

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