II - 2026.30 (SEM TRADUÇÃO) - A cruzada do bilionário
“A Modernidade no Divã” de Dante Moretti
https://www.gruposummus.com.br/livro/modernidade-no-diva-a/
“Volte Quando o Eco Acabar” e “Capitolina, Memórias Pevertidas”, de Gilberto ArsiolliDisponível na Amazon ponto com — sem BR.
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AGENDA
.26 de maio, terça, 19h
BELO HORIZONTE
Lançamento do livro “Juízo Final”!
Livraria Jenipapo
- Religiões PolíticasPastores instrumentalizando a fé para constranger votos · Igreja como comitê eleitoral · Silas Malafaia e campanha eleitoral · Flávio Bolsonaro · Cláudio Castro · Sóstens Cavalcante · Douglas Ruas · Marcelo Crivella
- Pete Hegseth e a 'Guerra Santa'Obsessão com as Cruzadas · Tese da grande substituição · Islã como inimigo histórico · Conceito de 'American Crusade' · Pete Hegseth
- Guerra em GazaAtividade infecciosa e doenças · Colapso de esgoto e saneamento · Infestação de ratos e parasitas · Destruição de infraestrutura civil · Israel · Hamas
- Legado histórico e desafios contemporâneosComparação com figuras históricas (Hegel, Alexandre, César, Napoleão) · Autoengrandecimento e megalomania · Desejo de deixar uma marca duradoura · Modo 'foda-se' no fim do mandato · Projetos de construção e ostentação
- Fascismo e AutoritarismoFusão entre fundamentalismo religioso e autoritarismo político · Projeto de poder religioso · Conquista da sociedade para Cristo · Dominionismo
- Violencia contra JornalistasAssentamentos ilegais israelenses · Violência de colonos israelenses contra palestinos · Ataques a escolas · Morte de crianças palestinas · Israel
- Relações EUA-Irã e a visão de TrumpHumilhação dos EUA pelo Irã · Falta de estratégia clara de Trump · Guerra existencial e assimétrica · Donald Trump e a NASA · Pete Hegseth
- Demolições no LíbanoDestruição sistemática de vilarejos · Criação de zona de
Esse é um daqueles episódios com e sem tradução. Essa aqui é a versão sem tradução. Se você quiser ver a outra versão, vai lá no nosso feed e procura lá. Aquele recadinho de começo, melhor forma de ajudar o Medo Delírio, no PixRecorrente, no medodelirioembrasile.com Que é o mesmo e-mail pro qual você tem que escrever se você quiser anunciar aqui no Medo Delírio. Então é isso. Agora, bora pra abertura.
Cristo-fascismo significa a fusão entre fundamentalismo religioso, autoritarismo político e controle moral da sociedade. É quando a fé deixa de ser uma experiência individual e vira um projeto de poder. Basicamente, é quando os líderes religiosos deixam de pregar sobre converter as pessoas e passam a pregar a conquista da sociedade para Cristo. Isso significa influenciar as escolas, a política, o judiciário, a mídia, o comportamento sexual, a família e até a política econômica.
A ideia deles é dominar o Estado institucionalmente. A própria ideia dominionista defende a submissão da vida pública a uma interpretação cristã da lei bíblica.
Bolsonaro foi acompanhado para dentro desse palácio por um movimento teocrático em ascensão, o dominionismo. Uma teologia que prega que cristãos devem controlar todos os aspectos da sociedade. No Novo Testamento, a prostituta da Babilônia aparece sentada no topo de sete montes, que para eles representam sete esferas da existência, desde a família até as finanças e o governo de uma nação. Eles dizem que cristãos...
precisam tomar esses montes das forças malignas, um por um. Eu lamento dizer uma coisa, que grande parte dos pastores ficaram no monte da religião, que a gente fala, os sete montes, religião, cultura, entretenimento, economia, educação, política, eles ficaram no monte da religião.
se alienaram do que está acontecendo. E eu não. Quando o púlpito vira palanque, a igreja, comitê eleitoral, pastor se torna alguém que instrumentaliza a fé para constranger votos, quando a autoridade espiritual é mobilizada para constranger as pessoas.
A história da liderança evangélica Usa a Assembleia de Deus Apoia fulano para presidente Meu irmão, isso é uma vergonha A igreja não apoia ninguém Quem apoia sou eu como cidadão Quer dizer, tradução Os pastores das igrejas Alguns líderes
A maioria dos pastores não, mas algumas lideranças de expressão levando a igreja para esse balaio de gato e jogando a igreja numa fria. E o povo da igreja é indignado, porque eu sou a favor de que a gente tem que votar, é direito de cidadania, representar segmento. Agora, Estado, amigo, amigo, Estado e igreja separados. A igreja evangélica.
Na hora que a Assembleia de Deus, ou a Igreja Batista, ou Presbiteriano, ou Metodista, faz uma opção como igreja por uma candidatura, ela deixa de ser igreja. Porque afinal de contas, quem é o senhor da igreja é Jesus. Não é questão política, de paixãozinha política. Crente ter paixão política, eu fico com vergonha. Eu não tenho paixão política, eu tenho convicções.
Num culto, culto da ceia do senhor, Silas Malafaia chama o culto, faz o Bolsonaro, Cláudio Castro, Sóstens Cavalcante, Douglas Ruas, Marcelo Crivella, ou seja, basicamente, apresenta sua chapa de candidatos.
No contexto do culto, culto da ceia do Senhor. A ceia, na tradição cristã, é aquele momento da memória do corpo e do sangue de Cristo. E nesse contexto, Malafaia mobiliza a fé para fazer campanha política e eleitoral. Aqui o Flávio, por favor. Vem aqui, por obsequio, o nosso ex-governador. Vem aqui, Sóstines. Vem aqui, Sóstines.
Vem aqui, sócio. Vem aqui, sócio. Eu honestamente me nego a acreditar na informação do Henrique de que existam denominações e se existir, talvez sejam casos isolados e não a maioria, que use púlpito para fazer política.
Tá de sacanagem, né? Vem aqui Sostnes, vem aqui Esquerdo, vem aqui Crivella, vem aqui o Douglas. Eu quero fazer aqui uma oração aqui especial por esses amados. Eu vou pedir pra igreja ficar de pé. Estende a mão pra cá, gente. A oração que a igreja liga na terra é ligada no céu, meu irmão.
Senhor, eu quero abençoar a vida desses homens. Oh meu Deus, tem misericórdia do Brasil. Livra do caos econômico e social. Dê um escape para essa nação. Afasta esses homens corruptos que estão comandando, dirigindo. Senhor, o narcotráfico, o crime organizado, todo tipo de praga do inferno, seja repreendida do Brasil. Nós declaramos a bênção, a vitória, no nome de Jesus. Amém.
E amém! É tentar reduzir o evangelho a uma plataforma política e ideológica. Uma coisa é uma igreja com senso de cidadania, que promove debate e consciência crítica, que se preocupa com a justiça social, a partilha do pão, a promoção da paz, que respeita a diversidade de opiniões. Outra é a igreja se tornar a extensão...
de um projeto político ideológico. E essa tentativa de reduzir o Evangelho de Jesus a uma plataforma política ideológica. A Associação Movimento Brasil Laico protocolou hoje uma representação pedindo sanções contra as seguintes pessoas e entidades.
Primeiro, Pastor Silas Malafaia. Segundo, Assembleia de Deus Vitória em Cristo, que é a igreja do Silas Malafaia. Cinco pré-candidatos que subiram ao altar durante o culto realizado neste domingo na igreja na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Quem são eles? O senador Flávio Bolsonaro, do deputado Douglas Ruas, que é pré-candidato a governador no Rio e é bolsonarista. O sócio Denis Cavalcante, candidato a deputado federal.
O Cláudio Castro, ex-governador do Rio, enroladíssimo no caso Master, acusado de vários casos de corrupção, e vai tentar ser candidato a Senado, mesmo estando inelegível. E o Marcelo Crivella, que já foi senador e quer tentar de novo o Senado. Malafaia declarou publicamente, abre aspas, o tempo de apoiar o Flávio para presidente, fecha aspas. E isso, na avaliação da entidade, configura propaganda eleitoral antecipada, abuso de poder religioso e doação vedada por entidade religiosa.
Vocês percebem a loucura? Legal. Olá, bem-vindos ao medo e delírio em Brasília com as últimas notícias do que restou do Brasil. Bom dia, boa tarde, boa noite. Bom dia, porra.
Por enquanto. Eu sou o Cristiano Batafogo. Batafogo é bairro, viu, meu filho? Você viu a Fernanda Torre? Cristiano, seu lixo. Cristiano, seu lixo. Cristiano, seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Calma. Ei, Cristiano. Aquele verme maldito. Cristiano. E aí? E o... Brasília. Depressão. Como é que chama, gente, o podcast dos caras? E o medo e delírio em Brasília. Medo e delírio em Brasília.
É um programa que, pô, mano, me duvidoso, né? Fora seu medo e delírio em Brasília, pô. Eu não ouço medo e delírio. É escrito por Pedro Doutro. Um abraço, Doutro. Meu queridíssimo Pedro Doutro. Um beijo pro Pedro Doutro. Pedro Doutro. Pedro Doutro. Pedro Doutro. Todo mundo sabe quem é. Parabéns a toda a equipe de roteiros. Um beijo pro Pedro Doutro. Um beijo pro Pedro Doutro. Eu consegui descobrir quem está por trás do medo e delírio em Brasília.
Eu nem conheço os caras. Esse é o episódio 30 de 2026. Ah, é? Foda-se. Bora passar pano? Não. Tá, mas bora tentar passar um pouquinho menos de raiva? Bora. Bora. Bora.
A Cruzada do Bilionário. Tamo de volta, senhoras e senhores, e esse episódio vai ser todo dedicado a violisergia gringa. E um insuspeito personagem vai nos contar como anda a guerra de Trump no Irã. O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, afirmou que os Estados Unidos estão sendo humilhados pelo Irã. Que delícia! Foi humilhado. Humilhados pelo Irã. Humilhado. E que o presidente americano parece não ter uma estratégia clara para resolver o conflito. Acertou, miserável. Confira como mudou o Reino.
Isso aí é um espetacular tapa de mão aberta na cara do Trump. E a frase toda é, toda uma nação é humilhada pela liderança iraniana, em especial pela guarda revolucionária.
Agora você imagina o chanceler alemão, e aqui a gente não tá falando do ministro das Relações Exteriores, a mais alta autoridade alemã tá abertamente e corretamente... Tá correto. Correto. E esculachando Donald Trump. Vamos...
Ao que parece, a direita europeia tradicional não suporta mais o rapaz. Insuportável! Trump então reagiu com um post na sua rede social, afirmando que Matt não sabe do que está falando e que ele acha ok o irante de armas nucleares, algo que Matt nunca afirmou. Você é uma pessoa terrível e terrível. Você é o inimigo das pessoas.
E não foi só isso, não. O corno anunciou que 5 mil soldados vão retornar de bases na Alemanha e ainda meteu 25% de tarifas para automóveis produzidos na Europa, só para foder as montadoras alemãs. É óbvio que os Estados Unidos estão sendo humilhados. E é exatamente isso que acontece quando, de um lado, tem um país que se preparou por décadas para uma guerra existencial e completamente assimétrica. E também quando, do outro lado, tem... bom...
A inacreditável dupla Donald Trump e Pete Hegseth, comandando os esforços de guerra. Este episódio, portanto, é dedicado à dupla que comanda a maior potência militar e nuclear do planeta.
Olha a merda aí. O Putin mencionou a palavra que começa com N. Você sabe qual é? Não, não, não. É nuclear. E a gente foi brindado... Não, caralho, sai daqui. A gente foi brindado com um baita texto da The Atlantic intitulado The YOLO Presidency. A presidência YOLO. YOLO é uma gíria recente que quer dizer You only live once. Só se vive uma vez. Ah, morre? Bora pra Ashley Parker e pro Michael Schroeder no dia 29 de abril na The Atlantic.
Será que o presidente Trump, nos perguntamos, por acaso teria lido ou ao menos folheado só talvez as obras de Georg Wilhelm Friedrich Hegel? Eu duvido! Impossível! Impossível! E mesmo assim, a teoria de Hegel sobre indivíduos histórico-mundiais, homens que redirecionaram o curso da humanidade, focava em três figuras. Alexandre!
O grande, Júlio César e... Paulinho Gogó? Não. Napoleão Bonaparte. Hegel os descreveu como improváveis heróis de uma época, por subverterem ordens estabelecidas que antes pareciam imutáveis. Se Ivanka não fosse minha filha, talvez eu a iria casar. Stop! É tão estranho! Eles eram homens práticos e políticos, que foram condenados em sua época por quebrar normas e por outras condutas repugnantes à repreensão moral, como Trump foi acusado de fazer séculos depois.
E a culpa é de algum arrombado que fez um discurso em Mar-a-Lago colocando Trump ao lado dessas figuras. E o Trump, claro, adorou a comparação. As comparações mais absurdas da história.
Embora Trump há muito se compare aos dois maiores presidentes dos Estados Unidos, fomos recentemente informados por duas pessoas que estão em posição de saber tais coisas, um alto funcionário do governo e um confidente de longa data de Trump, que o presidente, em conversas privadas, começou a se ver menos como um igual a George Washington e Abraham Lincoln, e mais como um acréscimo à tríade imortal de Hegel. Ah, bate a merda, cara.
Porra, puta que pariu. Abre aspas. Ele quer ser lembrado como aquele que fez coisas que outras pessoas não conseguiram fazer. Por causa de seu puro poder e força de vontade. Eu acho que não, tá ligado? Isso aí explicaria muita coisa, não é pouca coisa não. Isso explica um monte de coisa. Sobre o que se passa naquela cabeça escrota. Escrota! Aquela cabeça laranja enjoada. Com penteado esquisito. Feio. Uma volta pra comparação com o Abraham Lincoln. As comparações mais absurdas da história.
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E essa busca por uma grandeza histórica explica muita coisa. O Trump já tem uma idade avançada, é um idoso, que muita gente séria diz que está com sinais fortes de demência senil, quer entrar para os livros de história como um dos homens mais poderosos de todos os tempos, da história da humanidade inteira, ao longo de milênios.
A tendência ao autoengrandecimento é uma característica tão fundamental de Trump quanto o seu cabelo esculpido, suas gravatas vermelhas excessivamente compridas. Mas é, a gente já sublinhou aqui que o Trump se considera o melhor em qualquer coisa. Ninguém faria tão bem quanto eu. O que exatamente não importa. Ninguém é mais forte do que eu. Ninguém é maior ou melhor com os militares do que eu. Ninguém ama a Bíblia mais do que eu.
Ninguém ama a Bíblia mais do que eu. Ninguém constrói paredes melhor do que eu. Ninguém é melhor pra pessoas com deficiências físicas do que eu. Ninguém tá lutando pelos veteranos como eu tô lutando. Ninguém fez tanto pela igualdade quanto eu.
E essa lista é infinita. Foi compilada pela Vice News e inclui ele ser mais pró-Israel do que qualquer outro, mais conservador do que qualquer outra pessoa, que não tem ninguém que respeita mais as mulheres do que ele, e ninguém seria mais severo com o Estado Islâmico do que ele, que as plateias que vão ver ele são as maiores, e ninguém entende mais de energia nuclear do que ele, comércio, infraestrutura, os diferentes vistos para os Estados Unidos, os políticos, impostos, dívida, e etc.
O rapaz é um gênio. Mas tornou-se ainda mais importante na definição de suas prioridades e na direção de suas ações, enquanto enfrenta o fim do seu mandato. Ele não precisa mais se preocupar com o julgamento dos eleitores e pode, em vez disso, concentrar-se no que decidiu que realmente importa. Acender a um dos chamados grandes homens da história e deixar uma marca duradoura e, em muitos casos, física.
Ou você que, como a gente conhece o personagem, deve ter doído no seu fígado, a possibilidade do Trump ser considerado um dos grandes homens da história.
Pô, toda hora é isso, cara. Você é o bichão mesmo, hein, doido?
O Trump tem 80 anos. As mãos com hematoma ou equimose, sei lá, nunca sei qual é qual, os tornozelos inchados e outros sinais mostram que ele está com uma saúde frágil. O Trump sabe que não vai durar muito tempo e que tem pouco tempo para fazer coisas que coloquem de forma definitiva o nome dele na história. Segundo um assessor, ele está claramente no seu modo foda-se.
No episódio sobre apreensão de navios na costa venezuelana, a gente falou como o termo pirataria era a expressão correta. E tá aí o Trump dando razão pra gente! Ao falar da apreensão de navios iranianos no Estreito de Hormuz.
Mesmo quando concordou posteriormente com o cessar-fogo de duas semanas, que desde então foi prorrogado, Trump descreveu seu comportamento aventureiro no Oriente Médio como, abre aspas, um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. Fecha aspas. Totalmente! Progado! Pois é, pro Trump, tudo que o Trump faz é a melhor do mundo. Presidente Trump chamou essa blocação o maior manúrgico militar na história. Pô, brincadeira.
Em casa, ele concentrou seu tempo e atenção em homenagens intermináveis ao seu reinado. Projetos de construção que lembram a Roma Antiga, douramento decorativo que evoca a França Imperial, bandeiras com seu rosto estampado em prédios governamentais e uma moeda de ouro que será cunhada com a sua imagem para o aniversário de 250 anos do país.
Isso é só um aperitivo, hein? Pela primeira vez, notas de dólar vão ser assinadas não pelo diretor do Fed, como sempre foi, mas pelo presidente. Os passaportes dos Estados Unidos agora vão ter a cara do Trump numa das páginas lá. Você imagina daqui a 30, 40, 50 anos o memorabilia do terceiro Reich que vai ser isso?
Abre aspas, ele está consciente, orgulhoso e esperançoso de que algumas das coisas que faz estejam redefinindo ordens antigas. Fecha aspas, nos disse um segundo alto funcionário. Abre aspas, não no sentido socrático, mas sim, o que eu estou fazendo é muito diferente e vai redefinir as coisas até certo ponto. E não só para este país, mas para o mundo inteiro. Fecha aspas.
Isso aí, meus amigos, ninguém pode negar. Infelizmente. O Trump queria que o Canadá virasse o 51º Estado americano. Ele sonhou em tomar a Groenlândia na força. Depois da Venezuela e Irã, ele falou que o próximo é Cuba. E tudo isso seriam coisas inéditas na história mundial.
Para Trump, os custos foram superados pelo que ele vê como a oportunidade que tem pela frente. Uma chance de transformar o mundo de uma maneira que poucas figuras históricas sequer cogitaram. Vai dar merda! Vai dar merda! A capital dos Estados Unidos, Washington, é um bom exemplo. Trump quer fazer com a cidade o que ele fez com o Salão Oval, para que ninguém nunca esqueça do inseguro Trump.
Um líder estrangeiro que visitasse Washington hoje encontraria uma cidade em reconstrução, com guiandaste sobre a Casa Branca, um espetáculo que lembra a afirmação do Imperador Romano Augusto. Encontrei Roma uma cidade de tijolos e a deixei uma cidade de mármore.
Há a remodelação planejada e a recente mudança de nome do Kennedy Center. A inclusão do seu nome no Instituto da Paz dos Estados Unidos. A tentativa de desapropriação dos campos de golfe municipais de Washington DC que Trump planeja reformar. A pavimentação do Jardim das Rosas de Jack Kennedy para transformá-lo em um pátio no estilo Mar-a-Lago. E a demolição da ala leste para dar lugar a um enorme salão de baile. Bizarro! Tá caralho!
E tudo isso enquanto a galera nos Estados Unidos lá está sem grana. O proposto Arco de Trump, uma estrutura de 76 metros inspirada no Arco do Triunfo de Paris, seria mais alto do que qualquer estrutura similar na história mundial. E mais do que o dobro da altura do Lincoln Memorial, localizado do outro lado do rio em frente ao local onde seria construído. O maior e mais belo Arco do Triunfo de todo o mundo, declarou Trump.
Pois é, esse arco, segundo o criador dele, era pra ter tipo 18 metros de altura, 60 pés. Aí o Trump, claro, achou pouco e tirou do cu um número de 250 pés, que dão os 76 metros de altura aí.
Trump reconheceu, pelo menos em ocasião, a própria mortalidade. Jimmy Carter morreu no final de 2024, durante o período de transição presidencial. E quando seu corpo foi velado no Capitólio, Trump acompanhou a cerimônia por horas de mar a lago, fascinado pela cobertura, segundo uma pessoa próxima à Casa Branca. Um dia, refletiu Trump, ele estaria dentro de um caixão coberto com a bandeira americana como aquele. Deus te ouça. Acelera bem, acelera.
O Trump deve ter até feito planos para o enterro dele, com muito ouro, muita ostentação. Muito ouro, insalá. Mas antes de continuar uma mensagem dos nossos anunciantes.
Você não está cansado por acaso. A sua exaustão não é acidente. É projeto. Você está sendo bombardeado de informação para não pensar. Enquanto o excesso de laços fracos sufocam os mais fortes, bilionários capturam sua atenção e colonizam o seu desejo. O livro A Modernidade no Divã, de Dante Moretti, é um mapa para entender o plano do inimigo e aprender a dançar no campo minado das democracias digitais.
Dante é psicólogo e escreveu esse livro para aqueles que querem entender as manipulações modernas. A Modernidade no Divã de Dante Moretti está disponível em todas as livrarias do Brasil pela editora Sumus.
Vamos continuar. Vamos seguir. O Trump por si só já seria perigosíssimo. Ele sozinho já é desgraça. Mas aí, pra piorar tudo, o Trump entregou o Pentágono pra um desimportante apresentador da Fox. E antes o problema fosse só a desimportância dele. Pete Hegzett's Holy War.
Até o Trump fala isso. Vocês têm noção da desgraça? O presidente, em idade avançada e sinais cada vez mais claros de demência senil, topa qualquer coisa para entrar para a história. Querendo ser um dos grandes homens da humanidade. E um subordinado seu, chefe do Pentágono, do país com a maior força militar do mundo, é um ex-apresentador da Fox com uma tara muito esquisita. O secretário de Defensa é obsesada com a cruzada. Tchau!
O cara é o Paulo Cogos dos Estados Unidos. Imagina o Paulo Cogos no Ministério da Defesa. Mas o Pete Hanks é tão tarado que até tatuou o símbolo das cruzadas.
Em 2020, o Hegseth lançou um livro. Com as mãos que ele já não lava há 10 anos, aparentemente, o Hegseth escreveu um livro.
O livro é todo trabalhado na tese da grande substituição, um troço que é abertamente racista. Para o Hegseth, o Islã é o inimigo histórico e natural. Bora com um trecho do livro.
We need an American Crusade. We, Christians, alongside our Jewish friends and their remarkable army in Israel, need to pick up the sword of unapologetic Americanism and defend ourselves. We must push Islamism back. Vamos agora com o Jason Wilson, com uma matéria New Guardian, em novembro de 2024, para mais um trecho do livro.
No século XI, o cristianismo na região do Mediterrâneo, incluindo os locais sagrados em Jerusalém, estava tão sitiado pelo Islã que os cristãos se viram diante de uma escolha difícil, travar uma guerra defensiva ou continuar permitindo a expansão do Islã e enfrentar uma guerra existencial em sua própria casa na Europa.
O Papa, a Igreja Católica e os cristãos europeus escolheram lutar. E assim nasceram as cruzadas. O Papa Urbano II exortou os fiéis a lutarem contra os muçulmanos com seu famoso grito de guerra nos lábios. Deus Vult, ou Deus Quer. E essa camisa aí, Deus Vult, do Templário?
Aí sim, hein? É o rapaz, é o Paulo Kogos dos Estados Unidos. A volta pro regssepto. Deus volt está no seu bicep. Significa que Deus o deseja. E foi um ralho de ralho dos cruzados no primeiro cruzado, no ano 1100. Foi honestamente, escolher as cruzadas como modelo pra qualquer coisa é o cúmulo da insanidade.
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E em termos históricos, historicamente falando, o Pete Hegseth obviamente está equivocado. E aqui bora com a opinião do Matthew Gabriel, que é um professor exatamente do período medieval.
Em uma conversa telefônica, Matthew disse que a visão de Hegseth sobre a expansão muçulmana no século XI era equivocada. Você é uma notícia falsa. Abre aspas, não houve absolutamente nenhuma incursão na Europa continental. Fecha aspas, disse ele, acrescentando. Abre aspas, na verdade, o Islã estava em declínio na Península Ibérica e em outros lugares também.
Portanto, não houve nenhuma grande mudança geopolítica ou qualquer tipo de ameaça imediata de o Islã dominar a Europa. Sobre a apresentação das cruzadas por Hegseth como uma vitória do Ocidente contra o Islã, Gabriel disse, abre aspas, Os cruzados perderam, perderam tudo. A ideia de que eles saíram vitoriosos é absolutamente falsa. Essa narrativa das cruzadas como uma guerra defensiva em que, se os cristãos não tivessem lançado essa ofensiva em direção a Jerusalém, a Europa teria sido invadida, é uma narrativa comum da direita. Puta que pariu.
E se preparem. Crucially, Deus Volt is never seen outside far-right circles. Made infamous by Norwegian shooter Anders Breivik, protesters at Unite the Right rally that happened in Charlottesville in 2017, supporters of Bolsonaro in Brazil, and insurrectionists on January the 6th, 2021, at Capitol Hill. Puta que pariu, hein? O Brasil será respeitado lá fora. O Brasil não será mais motivo de chacota junto ao mundo.
Com certeza. E sempre lembrando que o Felipe Martins também adora a expressão de Elswutten. Por que será? E a religiosidade do Pete Hegseth é bem esquisita, digamos assim.
E esse grupo que indores, a denominação e a teologias dentro de um entorno, que indores ideias como otheonomy, applying Biblical law to modern societies. Eles gostam da ideia de falar sobre a nova Christendom. E Christendom é a physical territory que Christian rulers rule over. E então, a ideia do Crescente é um expansão do Christendom.
Aí tá explicado o Hegseth confessando o crime de guerra e dizendo que era pra matar todo mundo mesmo. Mata todo mundo. No quarter, no mercy. Não é pra fazer refém, não. Não deixar pra fora, não. Matando. Aí o pastor do Hegseth é contra voto feminino. Porra, vai tomar no cu, porra. E diz que a escravidão no sul dos Estados Unidos não era inerentemente imoral pra um cristão, não. Vai tomar no cu, bicho. Eu acho que quando as pessoas no século XXI evocam a crusade e estão falando sobre...
Pula! Infelizmente, a gente se deparou com uma entrevista do Hegseth na época do lançamento do livro.
American Crusade, our fight to stay free. Welcome to the show, Pete. Pois é, Cruzada Americana. Nossa luta para permanecermos livres. Você quer perder a sua liberdade? E o problema do Pete Hagseth não é só o Islã não, hein? O nosso inimigo?
Não é externo, é interno. Não conseguiu pela arma? Então vamos agora mudar pela cultura.
carga pesadíssima de loucura e conspiração que existe nesse termo aí, o marxismo cultural. Marxismo cultural, fim das civilizações. Pois é, e voltando pro Pete Hanks, o cara fala abertamente em guerra civil nos Estados Unidos. Só vai mudar, infelizmente, quando um dia nós partimos para uma guerra civil aqui dentro.
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E há uma coisa que a gente volta e meia falar aqui. A extrema-direita conseguiu corromper o sentido de muitos conceitos, de muitas palavras. O que é comunismo? O que é justiça social? O que é igualdade, meritocracia, justiça, constituição, Jesus, liberdade, cristianismo? Eles mudaram o sentido de tudo. Então quando uma pessoa da direita tá falando em marxismo, por exemplo, tá pensando numa coisa. Quando a pessoa da esquerda tá falando em marxismo, tá pensando em outra completamente diferente.
Então é... De cair o orifício retal das nádegas. Viu um cara desses e falar que não há consenso sobre o básico. Bate a merda, cara. Porra.
Puta que pariu. Porra, a culpa é de vocês, caralho. Chame-os do que você é e acuse-os do que você faz. Mas o Hegseth já falou em Guerra Civil em outro nível da sua infeliz lavra. Bora pro Jason Wilson no Guardian em novembro de 2024.
Em um de seus livros, Hegseth escreveu que, caso os democratas vencessem as eleições nos Estados Unidos, haveria um divórcio nacional, no qual os militares e a polícia seriam forçados a fazer uma eleição. E, sim, haveria alguma forma de guerra civil. O livro de Hegseth, de 2020, exorta os conservadores a empreenderem uma cruzada americana.
a zombar, humilhar, intimidar e esmagar nossos oponentes de esquerda, a atacar primeiro, em resposta a uma esquerda que ele identifica como sedição. Ele diz que o livro desenha a estratégia que devemos empregar para derrotar os inimigos internos da América. Entre as consequências, caso Biden vencesse, ele previu que os Estados Unidos entrariam em declínio e morreria. Um divórcio nacional aconteceria. Amantes da liberdade, em menor número, lutariam contra eles.
Continuando, Hegseth escreve, os militares e a polícia, ambos bastiões dos patriotas amantes da liberdade, seriam forçados a fazer uma escolha. Não vai ser bom. Sim, haverá alguma forma de guerra civil. Hegseth concede que é um cenário horrível que ninguém quer, mas que seria difícil de evitar. E olha como o rapaz é dramático. Drama!
O fim das Forças Armadas dos Estados Unidos, que ele chama em outro momento de o único exército poderoso pró-liberdade, pró-cristão e pró-israel do mundo, significará por sua vez que a China comunista ascenderá e dominará o mundo. A Europa se renderá formalmente. Os islamistas obterão armas nucleares e tentarão apagar os Estados Unidos e Israel do mapa.
A vitória, no entanto, significará a derrota das forças aliadas do globalismo, socialismo, secularismo, ambientalismo, islamismo, generismo e esquerdismo, segundo Hexia.
Você tem que worshipar ou ter algo governar o thinking. Eu não sei que eles pensam sobre o que essa lei é que é. E o motivo por isso é importante para o amor de freedom, é que não há mais para sair. Não há no mundo de ir para. É ou seja, America ou... O 21st century não será um free. Não há mais para ir. E nós vemos o que os comunistas e chineses querem fazer. Nós vemos o que os globalistas querem fazer. Nós sabemos o que os radicalistas querem fazer.
O Irã se prepara há décadas para lutar contra os Estados Unidos. Mas nem fodendo eles imaginaram que iam ter que negociar com duas figuras desse naipe. Mas esse aí era o Hegseth do passado, de 2020. Agora vamos voltar com o Hegseth dos dias de hoje.
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Aí os fanáticos religiosos são os iranianos. E acabou esse tópico. Mas antes de continuarmos, uma palavrinha dos nossos patrocinadores.
Sábado, dia 9 de maio, às 5 horas da tarde, na livraria Sebinho, em Brasília, o Gilberto Arcioli, escritor de alta performance, vai lançar dois livros. Primeiro, Volte Quando o Eco Acabar, um romance de fundação do Mato Grosso do Sul, de 1669 a 1932. Mito, guerra, paixão, arquivo, moda de viola, Guarani Caiovar resistindo e o Eco, que a história oficial finge que acabou. E segundo, Capitolina Memórias Pervertidas.
Chega a da versão do Bento Casmurro Brocha. É Capitu quem conta a história agora. E o Gilberto fez até camiseta e botam com justiça por Capitu. Tem desconto UNB pra alunos e professores. Vai ter leitura, autógrafos, coquetel. O livro tá disponível na Amazon.com sem o BR. Kindle, capa comum e capa dura. Sigam ele nas redes sociais. Gilberto Arcioli. Arcioli com S e dois L's ponto autor.
Gaza, Cisjordânia e Líbano. Bora por um tópico só pra falar da vileza de Jael. E há muita vileza pra dar conta, hein? Bora começar por Gaza. E se preparem. Este vídeo tem imagens que podem disturbar alguns espectadores. E agradeço a você aí que é só áudio, hein? Este vídeo aí com as imagens fica incrivelmente mais difícil.
E é isso que o governo de Israel quer, que a gente vire a cara, que a repulsa, que o desgosto, que a tristeza, acabe forçando a gente a ignorar a desgraça que eles estão impondo ao povo palestino. Além da bomba israeliana, os palestinos no Gaza estão agora lidando com uma nova atividade infecciosa. Ele tinha coelhantes como se fosse ferido. Há coelhantes coelhantes que explodem e se espalham. Talvez seja um vírus. Eu não sei do que o filho está sofrendo.
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O que devemos dizer nossos filhos? O que devemos dizer quando nós acordamos em manhã e nós encontramos os filhos derrões em água de água? Gaza já estava com uma desacção de hepatiteira, mais de 40,000 casos, um pouco de 100 a ano anterior, com mais mais de mais novas no mundo.
E uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso uso
Agora, pelo menos um caso de polio foi confirmado em Gaza. Um vírus que todo o que foi erradicado, que pode causar parálise em crianças. A União está pedindo por um ceguinho para tirar uma campanha de vacina. Gente, olha isso. Tem como defender um negócio desse? Tem como não dizer que isso foi causado por Israel, que quem está causando isso é Israel. E pior, tem quem defenda o governo de Israel, ainda hoje, em pleno 2026. Tem alegria de ser quando a água limpa é encontrada. Mas só vem todos os dois dias.
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E não dá pra dizer que não é deliberado, né? Que não é proposital. Pô, quem acha que é dano colateral tá de sacanagem, né? A eliminação do povo palestino não é um acidente de percurso. Em uma declaração de uma dica para a ABC, as forças de defesa israelitas rejeitaram as sugestões de targetar as ferramentas de água e sanitário no Gaza. Insistindo que qualquer dano à infraestrutura civil foi resultado de targetar o Hamas.
acusando o grupo de usar lugares como plantas de água, como centros de cemate e de armazenamento de armas. Israel diz que os reparos são planejados e alguns trabalhos já estão em frente. Com certeza absoluta. Podemos contar que Israel vai gastar milhões para dar aos palestinos um novo sistema de esgoto de água, com certeza.
A Faixa de Gaza enfrenta uma grave infestação de ratos e parasitas nos acampamentos de Deslocados, onde vivem hoje a maior parte dos mais de 2 milhões de habitantes expulsos de suas casas pela guerra entre Israel e o grupo Hamas.
Nos campos de tendas e nas ruínas de prédios destruídos, famílias relatam que roedores mordem mãos e pés das crianças durante a noite, atacam adultos enquanto dormem e destroem alimentos, roupas e pertences pessoais. Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 17 mil infecções relacionadas a roedores e ectoparasitas já foram registradas em Gaza em 2026. Autoridades de saúde alertam que a proliferação de roedores está ligada ao colapso de esgoto e saneamento.
a coleta de lixo praticamente paralisada e ao acúmulo de resíduos perto das cidades de tendas. Em algum episódio nosso passado, a gente mostrou como as pessoas de Gaza que estão morando em tendas lidavam com enchentes em meio a um frio intenso. E às enchentes se somava o esgoto. Olha o tamanho da desgraça, gente.
O diretor do Hospital Al-Shifa, Mohamed Abou Selmia, afirma que hospitais recebem diariamente pacientes com problemas ligados a roedores, especialmente crianças, idosos e doentes, e cita o risco de doenças como febre por mordida de rato, leptospirose e até peste. Israel, que impõe restrições à entrada de diversos materiais em Gaza por motivos de segurança, diz ter facilitado recentemente o envio de cerca de 90 toneladas de produtos de controle de pragas e mais de mil armadilhas. Organizações humanitárias e a OMS
porém alertam que a combinação de destruição, superlotação e falta de saneamento criou, nas palavras da entidade, um ambiente de vida colapsado, onde a guerra se traduz agora também em uma crise sanitária. E essa é a vida em Gaza. E é isso que o governo de Israel permite que aconteça com os palestinos de Gaza. E o cessar-fogo não é bem um cessar-fogo, né? Nós continuamos a ver crianças mortas em Gaza. Nós vimos dois ou três mais crianças mortas esta manhã, em uma estrada de avião. E, sabe...
E vamos passar para a Cisjordânia. Lá, Israel mira nas crianças palestinas.
Assentamentos ilegais são a estratégia do governo israelense para continuar roubando o território palestino. Eles colocam nesses assentamentos, a gente já falou aqui que eles são ilegais, as pessoas mais radicalizadas. E aí o governo de Israel dá carta branca para eles. Nós vimos, nos últimos meses, um aumento em famílias, incluindo crianças, que estão sendo empurrados de suas casas, por causa da violência de sétilistas israelis, e uma expansão de sétilamentos israelis que estão empurrando as famílias palestinas de suas casas. E o nível de crueldade de Israel está difícil de dar conta, hein?
Pois é, ataque numa escola.
A segunda mãe grita a 13-year-old criança, Aus. Os espanhols dos espanholsos em frente ao mesmo ataque. A alegria vira à alegria as crowds pours out of the emergency room, carrying os bodies dos últimos vítimas de espanholsos de espanholsos em Almagyar.
E o Guardian contou como se deu a morte por quem estava na escola. Emma Graham Harrison, Sophie Antarra e Kiki Kirzenbaum no dia 2 de maio no Guardian.
Quando dois colonos e quatro soldados mascarados foram vistos caminhando em direção à escola logo após o meio-dia de 21 de abril, os professores reuniram os alunos no pátio, fecharam o portão principal e enviaram uma mensagem aos pais e vizinhos. Jailenses armados estavam perto da escola e eles deveriam vir buscar seus filhos. Bashir Abu Naim foi tentar falar com os jailenses, perguntando-lhes em inglês e árabe por que tinham vindo.
Apenas um respondeu, dizendo que volte em árabe e erguendo sua arma. A mensagem foi clara. Abre aspas, então entendi que eles tinham vindo para causar problemas.
Por isso voltei para a escola para manter as crianças sob controle. Fecha aspas, disse ele. Enquanto os professores se preparavam para um ataque, o atirador subiu a encosta até uma posição com uma linha de visão clara para o lado oeste da escola. Um punhado de alunos ainda estava na rua, e a Bunaim tentou ordenar que fossem para o local seguro, enquanto o reservista apontava sua arma para os meninos.
Abre aspas, eu estava gritando para eles, entrem, ele vai matar vocês, fecha aspas. Momentos depois, tiros suaram e Alce caiu no chão. Professores e colegas o carregaram virando a esquina para administrar os primeiros socorros e levá-lo a uma clínica. Mas ele havia morrido antes de chegar aos médicos.
E é um trauma que é passado de pai para filho da forma mais macabra possível. Estas mortes evocam lembranças do bairro. Sete anos atrás, o pai de Aus, Hamdi, também foi morto e morto por os séticos israelis, atingindo a cidade de Al-Mgayr. A Aus era de seis no tempo. Ninguém foi levado em conta. Residências em Al-Mgayr dizem que as pessoas que mataram Jihad e Aus vão aproveitar a mesma impunidade.
E é um ataque sistemático às escolas. Que porra, né, gente? Como é que alguém pode ser tão vil para fazer uma merda dessa? Um grupo de alunos e moradores palestinos se reuniu perto de uma cerca de arame farpado, erguida por colonos israelenses que bloqueavam o acesso à escola.
Testemunhas disseram que os alunos e alguns adultos realizavam uma aula ao ar livre em forma de protesto, exigindo permissão para entrar na escola, quando as tropas dispararam gás lacrimogêneo. O exército israelense confirmou ter dispersado uma aglomeração incomum no território ocupado por Israel desde 1967, mas não especificou se suas tropas dispararam gás lacrimogêneo contra as crianças.
Se não tivesse, teria dito que não, né? Bora passar então para o Líbano, uma fonte insuspeita. Repórter da CNN, Jeremy Diamond, mostra como Israel parece repetir o mesmo padrão de destruição no sul do Líbano. Quem vai falar aqui é o Katz, que é ministro da defesa de Israel. Todas as casas em vilarejos próximos à fronteira do Líbano serão destruídas de acordo com o modelo de Rafah e Beit Ha'anun em Gaza.
Depois de destruir casas, bairros e cidades inteiras em Gaza, Israel está exportando esse modelo para o sul do Líbano, destruindo infraestrutura civil em cidades e vilarejos próximos à fronteira para criar uma zona de amortecimento em território libanês. Ao longo de semanas de guerra, os militares israelenses demoliram sistematicamente a cidade de Eitachar, agora praticamente apagada do mapa.
Há inúmeras histórias como a de Ramal, no sul do Líbano, uma área de maioria xiita, onde muitos como ele apoiam o Hezbollah. O cenário após os ataques é ao mesmo tempo apocalíptico e assustadoramente familiar, revelando o mesmo tipo de destruição sistemática que Israel realizou para criar uma zona de amortecimento em Gaza. Recentemente, a CNN dos Estados Unidos e o New York Times fizeram longas matérias mostrando a destruição.
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Essa parte aqui é importante. Os comandantes de armazenamento têm contado a Haaretz que os casais civis, os bairros públicos e as escolas estão sendo afetados como parte de um plano para acelerar a área.
Eles dizem que dozens de máquinas de pesquisa, incluindo escavadores operados por contratadores , que já foram passados no Brasil durante a semana, e que alguns trabalhadores estão sendo compensados based no número de construções que eles destruíram.
E bora aqui com a jornalista Leila Salim, que está no Líbano. O que eu acho que é importante é o seguinte, a gente tem a dimensão da crise humanitária no Líbano, já tem mais de 1 milhão e 200 mil deslocados, o que é um número muito significativo para qualquer lugar. Mas para o Líbano, que é um país muito pequeno, isso representa 20% da população. Pois é, num país com 6 milhões de habitantes, 1 milhão e 200 mil estão fora de suas casas. Muita gente teve sua casa bombardeada e depois derrubada por escavadeira.
Como você disse, por conta dessas ocupações e também dessas ordens de deslocamento forçado que Israel tem emitido, a gente tem ondas sucessivas de deslocamento. E Israel emitiu ordens de desocupação para 11 cidades e vilarejos no Líbano. Os moradores foram instruídos a deixarem suas casas e se deslocarem para áreas abertas a pelo menos um quilômetro de distância.
Então muitas pessoas se refugiaram, primeiro em um local, agora esse local foi evacuado novamente e essas famílias seguem buscando refúgio, mas na verdade o que a gente sabe é que não tem mais lugar seguro no Líbano nesse momento. Vocês lembram da entrevista do Carlinho Truc com o embaixador dos Estados Unidos em Israel, né? O que os sionistas dizem ser um presente divino vai muito além das fronteiras de Israel e do território palestino.
Algumas pessoas falam do Eufrates ao Nilo, que é uma área absolutamente gigantesca e pega partes enormes de vários países.
Mas o Liba não é o melhor exemplo.
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Ok, você pode atingir eles. Eles falam, não, nós vamos invadir, vamos demolir. E sabe quem vai proteger a terra dos libaneses? O Hezbollah. Tem matéria do New York Times intitulada A medida que Israel se consolida, a frustração com o Hezbollah se transforma em apoio.
padrão repetido que se agrava muitíssimo, que são ataques a residências, a casas, a prédios que têm massacrado famílias inteiras. No último domingo, a gente acompanhou e repercutiu bastante na mídia brasileira o assassinato daquela família de brasileiros libaneses que foi morta dentro de casa e desde então a gente tem visto outros massacres muito semelhantes.
Dois dias depois do assassinato dessa família brasileira libanesa, houve um assassinato de uma família libanesa de cinco pessoas que matou dois idosos, duas crianças e uma mulher. Logo depois, um outro ataque matou uma mulher grávida e sua filha de quatro anos. E desde então, esses ataques seguem nesse mesmo padrão, chegando a esse número, portanto, de 100 pessoas mortas por Israel no Líbano apenas desde quinta-feira até agora. O número total de mortos desde 2 de março...
quando se intensificou os ataques israelenses, se intensificaram os ataques israelenses ao Líbano, já chega agora a 2.659. Dentre esses, no mínimo, 180 são crianças, mais de 100 são profissionais de saúde. Além disso, há 29 jornalistas mortos. Essa contagem dos jornalistas é desde 2023, desde a escalada de 2023 até agora, só no Líbano, isso sem contar.
E vocês sabem o nome disso, né? O que existe no Líbano hoje é um processo de limpeza étnica promovido por Israel. Não se trata de maneira nenhuma de ataques ao resbolar, de ataques direcionados a instalações militares. São ataques generalizados a civis que se concentram nesse momento no sul do Líbano e que tem como objetivo principal a limpeza étnica, sobretudo...
da população de maioria xiita que habita essa parte do Liba. A tendência é piorar. Bora com uma matéria do israelense Haaretz.
Jovens israelenses, ao contrário de seus pares em outros lugares, tendem a ser muito mais conservadores do que seus pais e avós. E sua inclinação para a direita apenas se intensificou nos últimos anos. De acordo com uma pesquisa publicada no início desse mês no diário israelense Ma'arif, uma clara maioria de 56% dos eleitores de primeira viagem, entre 18 e 22 anos, se descreve como de direita, e outros 22% como de centro-direita. Isso contrasta com apenas 3% que se descrevem como de esquerda.
e 5% como de centro-esquerda. Uma grande parte desses novos eleitores também prefere Netanyahu, o primeiro-ministro de longa data de Israel, a qualquer candidato à sua esquerda. O Orbán foi derrotado em boa parte pelos jovens, mas no caso de Israel não dá para contar com eles.
Essa inclinação ideológica é frequentemente associada ao fato de que uma parcela desproporcionalmente grande de jovens israelenses é religiosa, que geralmente anda de mãos dadas com o voto na direita, porque as famílias religiosas tendem a ter muito mais filhos do que as seculares.
E bora encerrar com o Ben Gavir, ministro da Segurança de Israel. Ele foi apresentado pela sua esposa, para o seu 50º aniversário, um cegue no qual você pode ver uma noose, uma galose. Então, é assim que eles celebram nessa família. Parece muito saudável. Definitivamente uma reflexão de uma casal muito amada e de valores que você quer inculcate. Sim, e isso é especificamente...
em honor of his successful ability to get past the law that sentences all Palestinians. I mean, they're effectively hostages in this sham system where they have no hope of being exonerated even if they committed no crimes, but they all get sentenced to the death penalty. Do Jewish Israelis get sentenced to the death penalty for similar, quote-unquote, terroristic crimes? No, they do not. Mas é isso mesmo que você viu.
A única democracia, entre várias aspas, do Oriente Médio, vai enforcar palestinos por crimes que, se cometidos por israelenses, não teriam a mesma pena.
Uma sociedade que dá pra dizer tá doente. Um país que dá pra dizer tá doente. E cujas atitudes são hoje em dia apoiadas por figuras absolutamente abjetas. Como Trump e Milley. Quando você for votar, pensa aí quem tá do lado desses caras. E tchau pra vocês, hein? Tópico pesado, a gente sabe, desculpa. Mas não dá pra não falar disso.
Tchau pra vocês. Vem pianinho. Chor, chor, chor, chor. Chorina minha. E hoje a gente fica por aqui. Esse episódio usou áudios de Aline Câmara, Vinícius de Moraes e Tom Jobim, Petra Costa, Pastor Henrique Vieira, Zona Curva, Metrópolis, Silas Malafaia, Brasil Fora da Caverna, Meteoro Brasil, ICL Notícias, Choque de Cultura, Gilbrother.
Hermes e Renato, Casimiro, Francial Cruz, Altas Horas, Fernanda Torres, Galãs Feios, Ariel Palacios, Rafa Mon, Thaís Bilenk, Natuzaneri, Angu de Grilo, Samia Bonfim, Maria Rita, Xadrez Verbal, Bebel da Bebel Books, Elô D'Angelo, Carol Ito, Ana Bonassa, Letícia Sarturi, Uol, não enviamos.
Viabilize, Alfredo Rolo, Bagaceira Chique, Aviões e Músicas, Globo News, Porta dos Fundos, História Pública, Estúdio CBN, Petit Jornal, Meteoro Brasil, Podcast Pauta Pública, Diogo Defante, Ian Neves, Professor Pasquale, Carla Bora, Band Jornalismo, Academia da Berlinda, Rádio Globo, DW Brasil, Januário de Oliveira, TV Câmara, Juliane Furno, Chatuba de Mesquita, Nenho, BBC News, Cara do Engarrafamento da Brasil...
Crente News, Cartoon Network, Caetano Veloso, Flow, SATV, PodTrash, Fearless Motivation, Diogo Defante, Jovem Pan, Bruno Aleixo, CNN, Negrão 5 Estrelas, Bonitinha Mais Ordinária, Vice News, Gaveta, Os Donos da Bola, ACYN, Fox News, Brasil Urgente, Malhação, Arn Anderson, Não Adivinho, Thiago Santinelli, Vitor Camejo, O Clone, Secession Studios, Vox.
Megadeth, DCMTV, Tropa de Elite, Newscast, Studio Fox News, Daily Caller, The State of Belief, New Line Magazine, Sport TV, Dom e Juan, TV Brasil, Broxada Sinistra, SBT News, CBN, PodTrash, Otone de Paula, Juliana Dalpiva, MS Now, Speedy the Spider, ABC News, Infomoney, Planet Ramp, TRT World Now, Al Jazeera English, Middle East Eye, Faixa Livre, Breaking Points, o Antagonista, BahiaCast, Souza NKG,
Se quiser e puder, pinga um lá pra gente no apoia.se barra medo e delírio, no patreon.com barra medo e delírio em Brasília, na Orelo ou no pix medo e delírio em Brasília, arroba gmail.com.
A população é o caralho, porra. Não tem nem dinheiro pra me comprar um jogo de videogame, mora o cara. Assina o nosso feed no seu agregador de podcast favorito e dá uma olhada nas nossas redes sociais. E também no loja.medoedelirimbrasilia.com.br Eu sou o Cristiano Botafogo, o Medo e Delirio em Brasília é escrito por Pedro Doutro e produzido pelo Guilherme Gandolfi, arroba Gui Frodo nas redes sociais. Bora passar pano? Não. Mas bora passar menos raiva? Bora.
Me permite uma parte? Não, lhe dou uma parte. E se eu dizer um negocinho aqui pra igreja, nenhuma nação na história do mundo prosperou onde a maioria do povo vive de pavor de governo. Como é que esse país vai prosperar onde os beneficiados do governo são mais do que as pessoas que produzem?
Porque o que faz o Brasil prosperar deve ser pastor tirando dinheiro de fiel, né? Deve ser propaganda política ao invés de religiosa ou lavagem de dinheiro dentro da igreja, né?
Ele fala como se o Brasil não prosperasse porque tem gente recebendo auxílio. Como se, tipo assim, 600 reais fosse muito dinheiro. Como se fosse isso que travasse a economia. Sendo que, tipo assim, 600 reais, você não faz nem o básico. Hoje em dia não tem ninguém vivendo de governo. Essa arrogância em cima do Bolsa Família precisa ser derrubada porque metade dos beneficiários do Bolsa Família são crianças.
E 13 milhões dos beneficiários, ou seja, mais da metade dos adultos, são trabalhadores assalariados. Ou seja, a maioria dos recebedores do Bolsa Família usam como cumprimento de renda. Agora o curioso mesmo é o silêncio, quando o assunto são os privilégios lá de cima, né? Salários absurdos, auxílio pra tudo quanto é coisa, benefícios que passam longe da ideia de necessidade, aí não entram na crítica, né, Malafaia? Parece que só respinga quando é o pobre recebendo o mínimo pra ter uma condição financeira melhor.
Por que vocês, cristãos, não acham estranho um cara dentro de uma igreja falando de governo e não de Jesus? Por que vocês não acham estranho esse cara, esse falso pastor estar num templo de uma igreja criticando os mais necessitados? Ou usar a igreja para blindar quem responde por corrupção, lavagem de dinheiro ou organização criminosa?
Imagina, você vai numa igreja pensando que vai encontrar Jesus e encontra o Flávio Bolsonaro, o Cláudio Castro e o Sostenes Cavalcante, os três, sendo benzidos pelo Silas Malafaia. Cara, eu preciso falar mais algo? Eu acredito que esse tipo de pessoa, não é nem questão de se desvirtuar da religião, nem nada. São pessoas que realmente não acreditam em Deus, nem em Jesus, mas sabem que as pessoas são altamente influenciáveis. Então eles usam isso pra benefício próprio, mas...
Se tem alguma coisa que me conforta, é saber que se realmente existe o céu, o lugar do Silas Malafaia não é lá. Acabou? Não! Olá, eu me chamo Tayane e eu decidi fazer esse vídeo aqui mediante um vídeo que viralizou nas redes sobre a violência que eu sofri de um estrangeiro israelense na cidade onde eu moro, que é Itacaré. Eles estavam discutindo, eles sempre andam em muitos com outras pessoas que são moradores também. Eu percebi, ao começar a gerar uma determinada violência...
maior e eles estavam fazendo cenas, te imitando a gente como se a gente fosse macaco e aí daí eu trouxe o meu celular pra filmar do outro lado da avenida e de repente um deles chega a se aproximar de até mim, toma o telefone da minha mão dá três passos pra trás, apaga o vídeo me faz um sinal de silêncio e arremessa o telefone contra mim
Eu não percebi que meu nariz sangrava tanto E eu saio pela avenida, de qual tem um vídeo também Gritando respeito Nesse momento eu tô com meu nariz sangrando já E é o momento em que todos eles começam a bater palma E cantar a canção
E após o vídeo eu descobri que é Morte aos Árabes. E que eu já havia visto eles cantando como comemoração. Porque eles estão muito alegres ou festivos. E muitos, né? Eu já havia ouvido essa canção outras vezes. E eu gostaria de trazer aqui a violência feminina no Brasil. Eu como uma mulher preta, né? Não poderia deixar uma ação de racismo. E quando eu resolvi filmar também, eu queria mostrar para pessoas de Israel que eu conheço, trazer esse comportamento.
deixar claro é que eu não tenho nenhum contexto religioso nenhum preconceito a nenhum povo nem nenhuma religião e eu acho que todas as religiões e todas as fases são válidas Aqui quem fala é Leonardo Kaplan professor da faculdade de educação e segundo vice-presidente da ASDOERJ Associação de Docentes da UERJ Queremos agradecer ao Cristiano Botafogo e ao Pedro Daltro pelo espaço para falarmos da greve dos servidores da UERJ
Os professores começaram a greve no dia 25 de março, os servidores técnicos no dia 9 de abril e os estudantes no dia 27 de abril. Depois de 10 anos da última greve, os servidores da UES decidiram paralisar para cobrar o pagamento das duas últimas parcelas da recomposição salarial, previstas na Lei 9.436 de 2021, que o governo Cláudio Castro deu calote nos servidores do Executivo. Só os do Judiciário e do Legislativo receberam.
Nós só recebemos a primeira parcela em 2022, depois mais nada, mesmo havendo autorização prevista na Lei Orçamentária Anual, aprovada na Assembleia Legislativa do Estado. Essa greve é também pela volta dos triênios para todos os servidores, pois quem ingressou a partir de 2022 no serviço público não está recebendo esse adicional por tempo de serviço. E é uma greve pela recomposição do orçamento da UERJ.
inclusive aumentando os valores para assistência e permanência estudantil. A greve está forte e conseguimos nos reunir com o governador interino, o desembargador Ricardo Couto. Contamos com o apoio de você que nos ouve para que o governo atenda as nossas pautas e possamos voltar às nossas atividades o mais breve possível. Só a luta muda a conjuntura.
O ERG resiste. Acabou? Não. Dizem que acabar com a escala 6x1 vai quebrar a economia. Mas na Revolução Industrial falavam que a redução das jornadas ia acabar com as fábricas. E na abolição da escravatura também diziam que o sistema produtivo ia colapsar.
A escala 6 por 1 não é só desumana, é burra. Não existe nenhum argumento científico para comprovar que o trabalhador esgotado produza mais. Pelo contrário, ele adoece mais e erra mais. Produtividade real não é medida pela quantidade de horas, mas pela qualidade do trabalho. O modelo exaustivo só gera baixa performance e alta rotatividade.
E inventar que a economia depende de gente exausta pra funcionar É puro sadismo de quem passa o dia deitado em berço esplêndido Pra quem nunca precisou trabalhar na vida Qualquer conquista do trabalhador já é por si só uma profecia do desastre Acabou? Não! A fábrica de peões acabou, atestou o fazendeiro
E o pai não quer. Não, meu filho, você não vai ser pião, não. Você vai estudar, você vai ser doutor, você vai fazer alguma coisa melhor. Não vai ser profissional do pai, não. O profissional do pai é ruim e sofrida. A fábrica de pião acabou. Não vai não fazer eleição. Em outro canto do país, um empresário da construção civil também reclamou da falta de mão de obra. O filho do pedreiro não quer mais ser pedreiro. O filho do mestre de obras não quer mais ser mestre de obras.
Outra bizarrice que viralizou nas redes sociais foi o xilique da empresária, enraivecida porque o funcionário dela não quis trabalhar na noite de Natal e preferiu ficar com a família. Combada de filha da puta, ninguém quer nada por causa dessa porra de Bolsa Família, essa desgraça.
Esse argumento de que o Bolsa Família leva as pessoas de baixa renda à indolência é dos mais burros e cruéis. Não precisa ser matemático para fazer a simples conta de que o auxílio do Bolsa Família não sustenta uma família, nem substitui a necessidade de um trabalho formal. O valor médio pago pelo Estado por família é de 600 reais, ou seja, menos do que uma cesta básica.
Sabe quantos dias dura uma cesta básica para uma família de apenas três pessoas? Dez dias. E o que se faz nos outros vinte? Jejum intermitente? Agora, calcula aí. Desse zero que restou da nossa conta, quanto a pessoa precisa para pagar aluguel, luz, água, gás, transporte, remédios? Sai de onde esse dinheiro? Do céu? Aí eu me pergunto, né? De onde surge tanta gente preconceituosa, ignorante, odiosa, que ataca pessoas tão sofridas, que vivem como indigentes?
e cujo único pecado é aceitar uma ajuda mínima do Estado. Estado esse que, aliás, gasta trilhões em financiamentos, isenções e pagamentos de juros astronômicos aos bilionários dos bancos, do agronegócio e das grandes empresas donas do capital. Sinceramente, onde é que está a revolta de vocês contra o Bolsa Bilionário, que enriquece ainda mais as grandes fortunas e os conglomerados, que sufocam e levam à falência os pequenos e médios empresários?
O problema é que muita gente ainda não superou a síndrome do escravocrata. Essa gente crê que alguns nasceram só para trabalhar e outros para luxar. Por muito tempo, a escravidão e o subemprego foram hereditários. Filho de pobre não tinha outro destino a não ser perpetuar-se na pobreza. Mas especialmente nas duas últimas décadas, algumas coisas mudaram. Tímidas intervenções que estão diminuindo os abismos sociais entre as classes são alvo de muita crítica e muito ódio.
Os avanços na saúde, na educação e na alimentação para os mais carentes estão até hoje entalados na garganta de muita gente.
Gente que torce o nariz quando vê pobre andando de avião. Gente que se revolta quando a filha da doméstica entra na faculdade. Gente que odeia ver o filho do peão estudar e virar engenheiro. É triste, mas tem gente que se ressente ao ver um trabalhador conquistar o mínimo de dignidade pra poder recusar trabalhos degradantes e escalas escravizantes. É uma gente que adora ser capacho de patrão. É aquela gente da qual falava Machado de Assis, os agregados.
Senheira na Ibeira, eles viviam do favor das classes dominantes, bajulando os poderosos, dormindo no fundo dos seus palácios, comendo das migalhas que caíam ali da mesa dos aristocratas, tentando se passar por um deles.
Defendiam os interesses dos mais ricos porque se achavam mais perto da nobreza que almejavam do que da pobreza a qual pertenciam. Os agregados de hoje também se miram em estranhos espelhos e se enxergam eles próprios como bilionários que provavelmente nunca serão. Acabou? Não! Não sei se eu me apresento, mas vou deixar aqui meu nome. Meu nome é Malora Jalmeida, eu sou natural de Bom Jesus da Lapa, no interior da Bahia. E a situação lá na minha cidade é...
É bem complicado, à primeira vista é uma situação bem simples, né, quando a gente descreve. Parece que moradores ocuparam uma área de risco, a prefeitura tá tentando tirar esses moradores de lá, por ser uma área que teria risco iminente de acidente. Então, no primeiro momento é algo simples, mas quando a gente vai se aprofundando nos detalhes, a gente vai percebendo que se trata de uma situação mais complexa, que envolve questões políticas, acadêmicas, científicas e muitas religiosas, né, muitas delas religiosas.
A parte crítica dessa história, ela começa há muitos anos atrás, quase 300 anos atrás, quando uma caverna, uma formação de calcário, virou símbolo religioso e passou a ser destino de muitas pessoas todos os anos. Essa caverna, como todo o entorno desse morro de calcário, foi explorado e uma cidade inteira cresceu ao redor dessa formação. Quando eu digo explorada, eu falo no sentido literal mesmo, né? Dinamites foram usadas para retirar blocos inteiros da base dessa formação.
As grutas nas cavernas também foram modificadas por dentro e por fora para dar lugar à igreja e centros de visitações.
E depois os terrenos em volta desse muro foram vendidos pelos padres da época. E hoje residem moradores, onde a situação de risco está posta. Algo que não aconteceria nos dias atuais, porque com as leis ambientais, esse tipo de ambiente jamais poderia ter sido manipulado e modificado desse jeito. Mas recentemente, em 2023, uma pessoa foi visitar essa gruta principal e fez uma denúncia anônima ao Ministério Público do Estado da Bahia, com preocupação sobre desmoronamento de blocos. E isso aconteceu por causa daquele acidente em Capitólio, Minas Gerais.
Essa denúncia moveu uma ação, a igreja e a prefeitura precisaram fazer mudanças e provar que estavam garantindo a segurança de milhares de rumeiros que passam por lei todos os anos. A Romaria de Moura de Dalap é uma das maiores do Brasil e move muito dinheiro, sustenta boa parte da economia dessa cidade. E um grupo de pesquisadores da UFG, de pesquisa da UFG, foi contratado pela prefeitura para fazer os laudos e relatórios que comprovassem que essas intervenções e o local estavam seguros.
Esse laudo é de um professor aí do seu grupo. Eles descrevem algumas melhorias feitas ponto a ponto, né, dentro desse santuário, dentro dessa gruta.
E tudo poderia ter parado aí, romarias inteiras aconteceram depois disso e milhares de pessoas passaram por ali nos últimos anos. Poderia ter esse final feliz, né? Mas na parte final desse laudo existem quatro parágrafos apenas, sem detalhamento, sem muito detalhamento, sobre uma rua que teria todas as casas sob risco de deslizamento de bloco. E a única intervenção possível seria retirar essas pessoas e demolir essas casas.
É uma rua que já foi de interesse da Prefeitura e do Santuário para construir um projeto que tinha o nome de Caminho da Fé, já que é uma área central que dá acesso a esse murro. O nível de detalhe, então, nesse laudo sobre a rua e essas casas é totalmente diferente do nível que foi dado para a igreja. Nenhum morador foi visitado para ter sua casa analisada individualmente, seu quintal analisado. Nenhuma medida de intervenção foi uma alternativa para esses moradores, como foi o caso da igreja. Nenhum deles foi comunicado sobre a visita dessa equipe na rua em questão.
E eles só souberam de tudo isso, só estiveram à frente desse alto risco numa audiência pública no dia 25 de março de 2026, quando o prefeito da cidade disse na frente de todo mundo, incluindo as promotoras e a pesquisadora em questão, que todas as pessoas deveriam deixar suas casas em 30 dias e que não havia recurso nenhum para indenizar essas pessoas e nenhum recurso para lidar também com a situação. E o prefeito da cidade disse na frente de todo mundo, incluindo as promotoras e a pesquisadora em questão,
um caos e um desespero nesses moradores. Não houve diálogo, não houve qualquer acolhimento e esclarecimento mais profundo sobre isso. E atualmente os moradores dessa rua, que vai sumir, estão tentando se mobilizar pra entender esses riscos e garantir que eles vão sair com seus direitos assegurados. Pode não parecer algo tão sério assim quando a gente conta desse jeito, mas o fato é que essa é uma das muitas cidades do interior do Nordeste, desse Brasil profundo, onde muitos absurdos acontecem e ninguém nesse país fica sabendo.
Se não fosse alguma comoção que a gente teve no início desse tema, as pessoas delas teriam sido retiradas suas casas sem nenhum direito assegurado, com o apoio de todas as instâncias de poder que vocês podem imaginar.
com o respaldo do conhecimento gerado, né, na academia, por um lado, que se diz científico e técnico, mas sem diálogo nenhum com essas pessoas. Tudo isso em nome de, entre aspas, uma segurança. Mas que segurança é essa que não se importa com o futuro dessas famílias, com o futuro dessas pessoas? E eu chamo atenção, principalmente, né, como a gente tem poder quando a gente gera conhecimento e a gente pode mudar a vida das pessoas para melhor, mas quando isso vem de maneira tão impositiva, como isso é prejudicial para a vida dessas pessoas?
Então, os moradores lá estão sem perspectiva nenhuma, tem o apoio da Prefeitura, o Ministério Público está super ativo nisso, mas ninguém assegura o futuro deles, ninguém...
assegura que eles vão um dia ser indenizados e suas casas todas vão vir no chão com o respaldo de várias instâncias de poder e a voz deles nunca vai ser ouvida se a gente não conseguir levar isso pra algum lugar mais longe. Acabou? Acabou sim. Acabou? Acabou. Porra, acabou. Beijinho, sigamos com muito amor e poesia. Ouve a voz do seu Perínio. A boca é um ano da face. Faranda do porro. O Lexotan não se toma na veia. Essa porra é uma coisa.
Quando você é jovem, qualquer pessoa que tem um baseado vira seu amigo. O Bolsonaro sendo atropelado. Tô de acordo.
Fazer as pessoas passarem fome. É isso. Cenoura, cenoura. Mais ou menos isso. Que porra é essa aqui? É maconha essa porra? E aí, fuma! Duzentos baseados! Muita gente. Muita, mas muita gente. Conversa de bêbado. Nem todo artista é maconheiro. Mas todo maconheiro é um artista. Algum delírio. Presunto parma, vamos lembrar, não é qualquer presunto. Não é proibido.
No Brasil, transar. Antigamente as pessoas ainda coçavam a virilha. Hoje nem isso, coça mais. Pegue sua Toyota, empurre dentro do seu cu. Um opalão, um chevette, um golbolinha. Vai deixar eles mijarem em cima de você. Lixo, arrombado. Vai entrar o grosso. O grosso chegou! Ai, que dor no meu pau. Eu sou especialista em pau. É a piroca. Ela é bastante extensa. Veja a gramatura. Você não sabe como eu ficava feliz. Quando eu vi um trabalhador mostrar uma pica. Também entra, também entra.
Cadê os machos? Eles têm um pênis. Pistolão bonito, né? Há controvérsias. Contém ovos. Não esqueça de lavar os testículos, a virilha e o ânus. 95% da população mundial faz errado a limpeza do ânus. Ânus. Os galináceos têm pênis. Tem graça esse final? Não, né? Desculpa. Desculpe. Desculpe. Desculpe. Desculpe. Desculpe. Desculpe. Espera um pouco, querido. Espera só um minuto. Só um minutinho.
E estamos esperando aí. Calma, calma, calma. Relaxa. Pronto, tá bom. Era isso. Acorda, vagabundo. Acorda. Acorda. Obrigado, minha gente. Deus proteja todos. Sejam felizes. Abraão. Deus proteja todos.
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