II - 2026.29 - A revolta dos cornos
- Estratégia de confirmação de MessiasDavi Alcolumbre · Alexandre de Moraes · André Mendonça · Supremo Tribunal Federal
- Acordos políticos e corrupçãoEduardo Cunha · Banco Master · CPI do Banco Master
- Conflitos internos no bolsonarismoFlávio Bolsonaro · Carlos Bolsonaro · Eduardo Bolsonaro
- Eleições 2026
- Caso MasterPolícia Federal
Central 3
Aquele recadinho de começo, melhor forma de ajudar o Medo Delírio, no Pix Recorrente, no medodeliriobrasilha.gmail.com Que é o mesmo e-mail pro qual você tem que escrever se você quiser anunciar aqui no Medo Delírio. Então é isso, agora bora pra abertura. Eu quero lhe dar parabéns, presidente Davi, se eu for ovacionado pelo extremo direito. Tem que saber mexer bem o caldeirão, tem que fazer muito acordão. É fácil, se mexer o caldeirão, faz direitinho, consegue fazer um bom acordo. 30 votos de golpista.
É só tirar o Banco Mastro e votar anistia para Bolsonaro e para os generais. Agradou 30 golpistas. Só isso são 30 votos. Não é tão difícil. Basta dar a eles isso. A continuidade do golpe permanente. Mais 10 votos. Ah, o Supremo está com muita gente pendurada lá. Muita gente lá convocar assim.
Gente que viaja, a mala não passa na alfândega. Tem tudo isso. Arruma mais dois com emenda parlamentar. O centrão todo e a extrema direita. Põe o mercado junto. As elites brasileiras, elas também entram. Seis por um, de jeito nenhum. Não passa. Cobrar imposto de muito rico, de jeito nenhum. Não passa no Congresso. Fazer salário, aumentar a educação, saúde, também não. Está feito o grande acordão com todos.
Para a continuidade de um processo golpista futuro e a perda de direito dos trabalhadores. Vocês fizeram acordo por cima, mas não fizeram acordo com o povo brasileiro. O povo brasileiro está enjoado de ver esse tipo de acordão da extrema direita com a direita.
Não adianta a direita tapar o nariz e falar assim, ó. O neofascismo fede. Mas eu vou com eles mesmo. Parabéns a vocês por explicitar o povo brasileiro isso. Quem define a eleição não são os senadores. É o povo brasileiro que define a eleição. O acordão golpe 2026 vocês fizeram. Cheira muito a Eduardo Cunha. Que Deus tenha misericórdia dessa nação. O medo e o perdido em Brasília.
Vocês percebem a loucura? Legal. Olá, bem-vindos ao Medo e Delírio em Brasília com as últimas notícias do que restou do Brasil. Bom dia, boa tarde, boa noite. Bom dia, porra.
Por enquanto. Eu sou o Cristiano Batafogo. Batafogo é bairro, viu, meu filho? Você viu a Fernanda Torre? Cristiano, seu lixo. Cristiano, seu lixo. Cristiano, seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Calma. Ei, Cristiano. Aquele verme maldito. Cristiano. E aí? E o... Brasília, depressão. Como é que chama, gente, o podcast dos caras? E o medo e delírio em Brasília. Medo e delírio em Brasília.
Beijo pra eles Medo e delírio, hein É um programa que, pô, mano Me duvidoso, né Fora seu medo e delírio em Brasília, pô Eu não ouço medo e delírio É escrito por Pedro Doutro Um abraço, Doutro Meu queridíssimo Pedro Doutro Um beijo pro Pedro Doutro Pedro Doutro Pedro Doutro Pedro Doutro Todo mundo sabe quem é Parabéns a toda a equipe de roteiros Um beijo pro Pedro Doutro Um beijo pro Pedro Doutro Eu consegui descobrir quem está por trás do medo e delírio em Brasília Eu nem conheço os caras Esse é o episódio 29 de 2026 Ah, é? Foda-se Bora passar pano? Não Tá, mas bora tentar passar um pouquinho menos de raiva Bora Bora Bora
A revolta dos cornos. Descada aí! Vamos de volta, senhoras e senhores. Ih, que quadra miserável da história, hein? Tô vontade de chorar e morrer. Olá, boa noite. Porra nenhuma. O Senado Federal acaba de rejeitar, por 42 votos a 34, a indicação de Jorge Messias, da Advocacia-Geral da União, pra vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal. E olha que era o Messias. Eu tô mandando o Messias junto com o papel. Apoiado por boa parte da bancada evangélica.
Sou totalmente contra o aborto. Absolutamente. Somos contra o aborto. Eu sou totalmente contrário a qualquer hipótese de aborto. A vida, desde a sua concepção, não ao aborto. Contrário ao aborto. Infelizmente, a Argentina aprovou o aborto. Foi uma derrota histórica. A última vez que o Senado rejeitou um indicado ao Supremo Tribunal Federal foi em 1894.
Você ouviu direito. 1894, século XIX. Há muito tempo. Há muito tempo no Brasil. Foi durante o governo de Floriano Peixoto. Há 132 anos. Tempo pra caralho. E esse ineditismo se deu, dentre outras coisas, por causa de uma cambada de corno. O jornalismo de qualidade é agora mais essencial do que nunca. Exatamente isso. Corno. E o corno maior, claro, é o Alcolumbre. Desça daí, seu corno, desça daí.
Com a palavra corno não estamos nos referindo a qualquer possível atitude da esposa de Alcolumbre, mas a atitudes suas que são típicas de... Corno! TV episódio recente protagonizado por esse rapaz pelas bandas de cá. E a gente abusou da trilha... Desça daí, seu corno, desça daí! Davi Alcolumbre. Ele chegou no plenário exultante.
De forma discreta. Ele sorria. Bota uma dentadura no cu e rir pro caralho. Ele parecia que tinha certeza do placar. Ele sabia. Eu me lembro de ter visto, notado isso e falado ali no ar, ao vivo. Olha, ele tá com cara de vitorioso. E a vitória pra Davi Ocolumbre é a derrota pro Jorge Messias. Messias!
E olha como o Alcolumbre chegou. Quando você vê o Alcolumbre chegando na presidência do Senado, a foto era uma foto dele com a oposição. Tava o Alcolumbre, tava o Ciro Nogueira, tava o Jorge Seife, que são todos senadores da oposição. O Alcolumbre, atual presidente do Senado, já tinha afanado o orçamento do Executivo ao lado do Lira. Dizaê, diz aê, Arthur Lira é chato.
Na época ele também era presidente da casa. Esse agora é o seu segundo mandato. E agora o Alcolumbre quer afanar também a indicação para a Suprema Corte. O Alcolumbre queria porque queria que a vaga fosse para outro corno. O Rodrigo Pacheco, que tinha sido seu antecessor na presidência do Senado. Durante a sabatina mesmo, uma pessoa de um outro poder que fazia o placar me dizia Olha, tenho certeza que Rodrigo Pacheco voltou contra. É ele, viu? Filmes de homem é foda.
E o governo jurando que o Pacheco, amicíssimo do Alcolumbre, votaria a favor do Messias. Não pode, cara. Você tá maluco. Você tá maluco. Eu, sinceramente, fico muito puto. Pô, era óbvio que o Alcolumbre e o Pacheco iam fazer de tudo pra sabotar a nomeação do Messias. O Alcolumbre nem escondia o ódio dele, pô. E o Alcolumbre entregou muito voto.
A oposição entregou 30 votos, falou, olha, tenho 30 votos. E aí, segundo me relatam os senadores com os quais eu conversei hoje, também para entender como se costurou essa derrota, eles me disseram o seguinte, que Davi Alcolumbre falou, me entrega 30 votos que o resto eu vou atrás. E aí ele conseguiu 12 votos e colocou, impôs essa derrota expressiva que é sem precedentes e abre essa crise enorme no governo no ano eleitoral.
Outro corno, mais de menor expressão, é o Bruno Dantas, presidente do TCU. Deu cu! Que também sonhava com uma cadeira do STF. Todos baguadíssimos, porque o Lula indicou o Messias. E além do bando de corno, supracitado, também tem um bando de corno entre os parlamentares bolsonaristas. Isso aí provavelmente são todos, né?
Doidos pra sangrar de qualquer forma o governo do PT. Especial e principalmente num ano de eleição. Mas até aí, vá lá. Desse bando de corno, ninguém esperava mesmo é porra nenhuma. O problema é que tem mais corno entre os revoltosos. Praticamente toda semana jantam juntos Rodrigo Pacheco, Davi Alcolumbre e Alexandre de Moraes. Rodrigo Pacheco, Davi Alcolumbre...
E Alexandre, Alexandre, Alexandre de Moraes. Porra. Tamo aqui. Porra. Caso do ministro Alexandre de Moraes, que queria o Pacheco também. Muito próximo. O ministro Moraes é muito próximo do Alcolumbre, muito próximo do Pacheco.
Bom, desde que explodiu o caso Master e se descobriu pornográfico o contrato assinado por Dona Virgínia com o Vorcaro, o careca está em modo sobrevivência. E quem se fode é a gente. Todo mundo se fodeu! Mas a resistência do careca ao Messias vem de antes. Eu me lembro de ter apurado muito tempo atrás, antes do nome de Alexandre de Moraes aparecer de um jeito enviesado no caso Master, que o próprio Alexandre já não queria o... O...
Jorge Messias, e que isso, como você nos diz, foi agora reforçado, né, por essa ideia de grupos e de um supremo dividido. Nunca antes na história da humanidade. Moraes sempre quis o Pacheco, assim como o Gilmar Mendes. O Gilmar chegou a dizer que, abre aspas, é, corte e precisa de pessoas corajosas e preparadas juridicamente. O senador Pacheco é o nosso candidato. O STF é jogo pra adultos. Fecha aspas.
Pô, é só no Brasil que uma merda dessa acontece? Brasil bagunça. Mas como Lula indicou outro nome, o Gilmar desistiu e passou a apoiar o Messias. Ao contrário do... Magistrado. Careca. Existe um ambiente extremamente conflagrado também dentro do Supremo e no Supremo e Congresso por conta da investigação daquele que é talvez o maior escândalo financeiro do país, que é o caso Master. Respingou em ministros da Suprema Corte e respingou...
Em lideranças como Davi Alcolumbre, por conta da Previdência no seu estado lá no Amapá. Se gritar, pega centrão. Então isso também está no tabuleiro. Sempre lembrando que o Toffoli queria que o Alcolumbre guardasse todas as provas envolvendo o Master.
pode ser uma piada, estrutura de piada. E há também, por conta do caso Master, hoje um antagonismo dentro do Supremo. Ih, a porrada tá lambrando ainda! Alexandre de Moraes, de um lado ele que também é pressionado a explicar conversas com o Vorcaro, e do outro lado André Mendonça, que é o relator e que ganhou poder de uns tempos pra cá, dentro do Supremo, e que toca as investigações, né? E que quem era o maior padrinho dentro do Supremo de Messias.
André Mendonça. Então talvez a derrota de Messias também passe por isso. O ambiente conflagrado também sem precedência. E trata-se de uma grande luta pela maioria do plenário da Suprema Corte. Eu ouvi recentemente que a ida de Messias para o Supremo desequilibraria uma balança hoje que tem um ganho para o lado de Alexandre de Moraes.
E Messias, do lado de André Mendonça, iria pesar e dar mais poder para esse grupo. No plenário, hoje, cálculos até de pessoas próximas a André Mendonça é de que ele tem minoria. Do lado de Alexandre de Moraes estariam Gilmar Mendes, Flávio Dino, estaria também Cristiano Zanin hoje. E muitas vezes Toffoli e até mesmo o fiel da balança hoje, que é considerado Cássio Nunes.
Então, sempre que André Mendonça tiver que colocar algo para votar na turma, é uma questão. Agora, se ele tiver que colocar investigações a respeito de ministros do Supremo, ele já falou que terá que levar ao plenário.
E é lá no plenário que se dá uma grande disputa por maioria. Essa derrota de Messias é vitória de Alexandre de Moraes nesse sentido. Alexandre de Moraes consegue garantir por mais um tempo, muito provavelmente, uma maioria no plenário.
E sabe o que é pior? Tem mais corno no STF, não foi só o careca não. Há ministros hoje na Suprema Corte, ministro Jorge Messias, que trabalham contra a indicação de vossa excelência. Abertamente. Que cabalam votos aqui no Salão Azul contra a indicação de vossa excelência. Isso merece registro.
E dizem as más línguas que o Dino trabalhou abertamente contra o Messias. Amiga, não tenho como te defender. A luta pela segunda vaga do Lula deixou cicatrizes. A vaga ficou com o Dino e o seu rival pela vaga na época era esse mesmo Messias. E aí a relação dos dois não é nem um pouco boa. Azedaram de vez. Mas também nos disseram que, na verdade, o Dino não atuou contra. Como assim?
Só não fez nada a favor do Messias. O que, na prática, meio que dá no mesmo, né? Pois é. Enquanto o Dino, no melhor dos cenários, não fez nada... Um insuspeito personagem liderou os esforços pela aprovação. Bora pra Luísa Martins, na Folha, no dia 28.
Tão logo Messias foi indicado, em novembro do ano passado, Mendonça se tornou seu maior cabo eleitoral no Senado, ajudando a diminuir a resistência demonstrada pela bancada evangélica. Embora indicados por governos ideologicamente opostos, a religião é um ponto comum entre ambos.
Assim como a carreira na AGU, parlamentares relatam que a influência de Mendonça, nomeado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, cresceu depois que ele se tornou relator de duas investigações criminais potencialmente explosivas para a República. Uma sobre os desvios do INSS e outra sobre as fraudes financeiras do Banco Master. Mendonça contou com a ajuda do ministro Cássio...
Pra tentar convencer os senadores de oposição de que Messias! Apesar de ser AGO de Lula e de ter sido subchefe de assuntos jurídicos do governo de Dilma Rousseff Eu tô mandando o Messias Não faz parte da militância petista clássica O PT! E pode ajudar a fortalecer a ala mais conservadora do Supremo Cara, você imagina, Mendonça e Nunes Marques Eu prefiro morrer
A interlocutores bolsonaristas, os magistrados afirmaram que Messias, além de ter perfil técnico, representaria uma mudança significativa de posição em relação ao seu antecessor na corte, o ministro Luiz Roberto Barroso, especialmente nas chamadas pautas de costumes, que envolvem questões como aborto e drogas.
É muita loucura pra dar conta, né? Quem tomou a linha de frente pra aprovar o nome do Messias foi o André Mendonça. E as coisas são tão malucas em Brasília que Alexandre de Moraes, Davi Alcolumbre, como você citava, Rodrigo Pacheco, como você citava, no mesmo grupo contra André Mendonça, Cristiano Zanin, que trabalhavam por Messias, acabaram se posicionando como Flávio Bolsonaro se posicionou. Porque Flávio Bolsonaro se articulou contra Messias.
E quem se articulava a favor de Messias é André Mendonça, indicado pelo pai de Flávio Bolsonaro para o Supremo Tribunal Federal. Ou seja, está naqueles climas clássicos, Ana Flor de Vaca não reconhecer bezerro em Brasília, né? Está tudo trocado.
E isso pra desespero do Flávio. André Mendonça não tem uma relação tão próxima com Flávio Bolsonaro. Ele tem sorte? Sua relação na família é com Michele Bolsonaro. Os dois, por sinal, Flávio e Michele, não tem uma relação tão boa.
André Mendonça, vamos lembrar, foi Michele Bolsonaro que estampou a campanha por Mendonça no Supremo. E ela é o braço mais evangélico da família Bolsonaro. E aqui a gente precisa falar de outro corno. Porque a gente...
Precisa lembrar que a liderança do governo no Senado dava problema há muito tempo. E agora ficou inviável, insustentável, porque até o final acreditavam numa vitória e a derrota foi gigantesca. E sim, a gente está falando do Jacques Wagner.
principalmente é uma equipe que não sabe tomar temperatura, não sabe avaliar o grau da febre. Porque uma coisa é dizer não conseguimos articular, foram quatro, cinco meses, não é viável o Messias. Mas não era o que eles diziam, eles diziam que ia ser aprovado. Talvez acreditando que jamais um nome indicado por um presidente nos tempos recentes seria rejeitado. Então acho que este é o principal fator.
O governo jurava que o Messias ia ser aprovado, mas desde a véspera o Alcolumbre cravava a derrota. Na noite anterior, a votação, o Careca e o Alcolumbre estavam no mesmo recinto. Bora para a Mônica Bergamo no dia 30 na Folha.
O encontro deixou Lula indignado e possesso, segundo autoridades que estavam com ele no Palácio da Alvorada logo depois da derrota. O jantar, no entanto, não foi marcado especialmente para discutir a votação da indicação de Messias. Na verdade, Alexandre de Moraes ofereceu a recepção para homenagear um velho amigo, o procurador e ex-secretário nacional de Justiça, Mário Luiz Sarrubo. Ambos fizeram carreira no Ministério Público de São Paulo.
A matéria diz que lá também estavam Andrei Rodrigues, da Polícia Federal, Lewandowski, Gilmar Mendes, Pacheco e Zanin. O interlocutor de Lula afirma, por outro lado, que chegou aos ouvidos do presidente, que nesse jantar, Alcolumbre teria afirmado, em pequenas rodas de conversa, que já tinha 50 votos para derrotar Messias no plenário. Nessas conversas paralelas, o presidente do Senado teria sacramentado e festejado o destino do advogado-geral da União.
E por falar no Zanin, teve uma cena maravilhosa. Val Columbre não queria encontrar com o Messias de jeito nenhum. Mas o ministro do STF é... Volta para Luísa Martins no dia 28 na Folha.
Para driblar a dificuldade de obter um encontro reservado com Alcolumbre, Messias contou com a ajuda de Zanin. O ministro convidou Alcolumbre para um jantar em sua casa, em Brasília. O presidente do Senado disse a Aliados que ficou surpreendido quando o anfitrião perguntou se o advogado-geral poderia se juntar ao grupo. Pacheco e o ministro Alexandre de Moraes também estavam presentes. Segundo interlocutores de Alcolumbre, ele não se opôs, mas relatou posteriormente um clima de constrangimento.
E o Alcolumbre mirou no Mendonça. Por que será? Que venha ser o relator do caso Master. Alcolumbre dizer que não trabalhou é falso. Ele não só trabalhou muito, ele passou o final de semana disparando um vídeo que o Messias havia feito num culto, fazendo sinais a André Mendonça. Junta tudo com o que o Josias falou, o relator do caso Master, dando a entender ali que haveria uma reunião em torno desta causa. E ontem passou a manhã e a tarde acionando dezenas.
Eu repito, dezenas de contatos para assegurar a derrota de Jorge Messias. E o anúncio do resultado ao fim da votação foi inacreditável. Vamos colocar o trecho aqui. Eu vou encerrar a votação, vou encerrar a votação. Está encerrada a votação. Determina a Secretaria-Geral da Mesa que mostre no painel o resultado. Só um minuto.
Peço atenção do Plenário!.. Peço atenção do Plenário!.. Peço atenção!..
Votaram sim! 34 senadores e senadoras! Votaram não! 42 senadores! Foi rejeitada a indicação! Bagunça! Nessa hora, um excitadíssimo... E nós, rogento! ...alcolumbre dá um tapa na mesa. Uma clara comemoração e aí vai embora. Mas é impedido por uma certa pessoa. Música
Tem uma cena que está sendo muito criticada, muito criticada no Palácio do Planalto. E aí vou pedir para a gente já voltar com o Josias e daqui a pouco eu trago o restante dessa apuração. Que é, após a derrota, o Jacques Wagner se planta, que é o líder do PT, tá gente, no Senado. Ele se planta atrás do Alcolumbre e ele força um abraço no cara que impôs uma derrota histórica ao governo Lula e ao presidente Lula. E a cena é de fato constrangedora.
Olha, muita coisa envolvendo o Jacques Wagner é meio constrangedor mesmo. Questionado sobre um possível papel do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, no resultado, Randolph Rodrigues descartou em absoluto.
Pô, o que parece, o Randolph tá sendo mais aliado do Alcolumbre do que do governo, só pode. E não é só o careca que tá em modo sobrevivência não, hein? A derrota do Messias se deu num contexto, digamos, delicado pra vários figurões. Falando ontem com o ministro do Supremo, que tava dizendo um avião não cai por um motivo só, ele também sinalizou o desconforto brutal da cúpula do Congresso com o avanço das investigações sobre o Master. É Polícia Federal investigando mala de dinheiro que entrou em avião sem passar por raio-x, inclusive com o presidente da Câmara.
Pois é, e essa história é inacreditável. O Brasil já sabia que o Ciro Nogueira era muito amigo de um tal de Fernandinho OIG, a pessoa aparentemente meio suspeita. Dono de empresa de bete, jogo do tigrinho, Fernandinho deu carona para alguns parlamentares num voo de uma ilha do Caribe para São Paulo. Lá estavam Ciro Nogueira, Hugo Mota, Dr. Luizinho, que quase foi ministro da saúde não faz muito tempo, e Isnaldo Bulhões, um aliado do Lira. Bom, só isso já seria incrivelmente suspeito, né? Mas algumas malas dos parlamentares não passaram pela revista.
Tem imagens, relato do responsável pela fiscalização. Uma grande confusão. E tudo isso bem quando o nome do Messias estava para ser votado. Mas vamos voltar com as investigações policiais que incomodam os políticos. É Polícia Federal fazendo batida no Amapá, terra de Davi Alcolombri, prendendo o chefe da Previdência, que foi tesoureiro da campanha do presidente do Senado, porque colocou 400 milhões no Banco Master da Previdência dos servidores do Amapá, o que para um estado do tamanho do Amapá é grana.
demais. Há um profundo desconforto e esse ministro me falou, Daniela, agora tem uma série de bombinhas, elas estão todas caindo no colo do governo. Eu não consigo entender exatamente porque que o Congresso coloca, né, ah, o Lula tá estimulando as investigações, se o Lula tivesse controle sobre as apurações, o filho dele, o Lulinha, tava sendo investigado. Fica aí a provocação pra quem tá refletindo sobre o assunto.
Pois é, quem pegou mensagens comprometedoras envolvendo o Lulinha foi a mesma Polícia Federal. E o Alcolumbre pensa lá na frente. E aí tem uma motivação clara. Ele faz uma aliança com oposição que não teria condições sozinha. Ele faz um gesto à oposição já pensando em vários fatores. Inclusive em relação à sua própria reeleição à presidência do Senado com o cenário de 2027. O Alcolumbre se aliou ao careca e à direita que quer a cabeça do careca.
Porra, e o Moraes deve estar muito desesperado para confiar que o Alcolumbre vai segurar a direita. Essa articulação de Davi Alcolumbre, na verdade, é um aceno do presidente do Senado para a oposição. Até porque a oposição pressionou, ao longo desses últimos quatro anos, muito para um...
Quer dizer, o Davi Alcolumbre assumiu ano passado a presidência do Senado, mas é um pedido dele desde 2023, que é o impeachment de ministro do Supremo Tribunal Federal. E o que eles dizem? Que quando o Davi Alcolumbre entra nessa articulação pela rejeição de Jorge Messias, ele justamente, Márcio, ele acena para oposição com a possibilidade de um impeachment de ministro do Supremo Federal no futuro.
E aí, qual que é o cálculo da oposição e por que a oposição se vê animada com isso? Porque é o seguinte, olha, vai ter eleição neste ano. Ano em que vem, a expectativa da direita, do PL, de modo geral, é conseguir uma maioria expressiva no Senado. Diante disso, aumenta, inclusive, a pressão para uma impeachment de ministro do Supremo Tribunal Federal. Então, é essa a leitura que a oposição está fazendo neste momento. Caralho, realmente, o careca deve estar desesperado para um caralho para achar que o Alcolumbre vai segurar a direita.
Mas e o impeachment? Bom, entra em cena o próprio Alcolumbo, amigo de fé, irmão camarada do Moraes, que já disse mais de uma vez que não vai pautar impeachment de ministro de jeito nenhum. É claro que ele pode mudar de ideia, mas se isso acontecer, vai ser depois das eleições. Até lá, o Moraes já ganhou tempo para tentar enterrar as investigações, enquanto espera para ver como fica o jogo eleitoral.
Só então ele vai precisar se preocupar com o Senado de novo. E aí, minha gente? Eu não duvidaria nem de um acordo qualquer entre ele, o bolsonarismo, se for preciso. Não sei bem como serão as coisas. Porque na política vale tudo. Até porque o careca sempre foi de direita, né? O jardineiro paraguaio.
que vai acontecer, só o tempo vai dizer. E o saldo da rejeição do nome do Messias é claro. Eu acho que o Congresso rompeu com o governo. Eu acho que ficou muito evidente, a partir do que aconteceu ontem, que eu ouvi isso de uma fonte. A gente tem um Congresso que quer gerir o orçamento público sem transparência. Falta de coerência.
E de planejamento na utilização de verbas federais e do categórico descumprimento dos deveres de transparência com o emprego do dinheiro público. E de maneira inimputável. Porque veja, no fim das contas, um resumo do que está sendo comunicado é não quero ser investigado. Se eu for investigado, eu vou retalhar. E são os parlamentares que mais clamam pelo equilíbrio entre os poderes. Bora ouvir a Suzana Botar.
rejeição de Messias é só mais uma evidência de que vivemos o fim deste modelo de democracia fundado pela Constituição de 1988, que hoje é muito mais uma coxa de retalhos depois de tantos atropelos pelo legislativo e pelo judiciário. Nada mais ali é respeitado como a gente pode ver um exemplo no dia de hoje.
Mesmo sendo uma prerrogativa do presidente e tendo sido preenchido todos os requisitos, os senadores, usurpando o poder constitucional do presidente Lula, rejeitaram a sua indicação de ministro. Pior, Jorge Messias não era nenhum comunista, tá? Mas sim um burocrata evangélico de perfil conciliador.
fez inúmeras concessões à direita para se tornar palatável aos velhacos conservadores do Senado. Mas se até um nome moderado como esse não foi suficiente para agradá-los, para que insistir nessa via? O recado é claro, acabou a conciliação. Os caciques do centrão e da extrema direita, maiores beneficiários desse sistema político corrupto,
e falido mostraram que Lula não pode governar. Sem consultar o povo, estabeleceram parlamentarismo. E dez anos depois da fraude do impeachment contra Dilma, o Congresso Nacional, mais uma vez, dá um golpe no voto popular. O modelo de governo a que Lula estava acostumado não funciona mais. Ministérios, cargos, emendas parlamentares, nada mais satisfaz essa corja parasitária do Congresso Nacional. Agora está claro que moderar para governar não é mais uma opção.
Está na hora de fazer como eles e radicalizar. A esquerda precisa voltar a ser esquerda e fazer o seu papel histórico, que é enfrentar as elites e os seus fantostas, os deputados e senadores. Apoiar-se não em acordos palacianos ou no STF, mas na pressão da classe trabalhadora, que é a única capaz de derrotar essa casta que hoje domina os poderes da República. E aí, governo Lula, vamos mudar ou esperar a derrota?
E tudo isso aconteceu na quarta. Na quinta, eles vieram de novo. E lá vem mais! O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, fez um acordo com a oposição de engavetar a comissão parlamentar de inquérito para investigar o caso Master. E o Valdemar já tinha falado isso, né? Diz aí, Valdemar! Tive uma proposta essa semana, mas eu não tenho como fazer. Eu falei com o Rogério Marinho, eles querem votar dosimetria desde que não faça CPI do Banco Master no Senado. Quem é Alcolumbre? O Alcolumbre é um deles.
Pois ele falou que não disse nada do que ele disse aí. Imagina o Alcolumbre depondo nessa CPI. Em troca disso, o veto do presidente Lula ao projeto de lei da dosimetria será votado nesta quinta-feira, na primeira sessão conjunta do Congresso. Ou seja, quem enterrou a CPI do Master foi a direita.
Alcolumbre pretende ignorar a leitura do requerimento da CPI, que é o procedimento obrigatório para a instalação de uma comissão. A derrubada do veto é de interesse dos parlamentares bolsonaristas, porque altera as regras de cálculo de penas e progressão de regime para os condenados pelos atos golpistas do 8 de janeiro, o que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro. E olha essa inconfidência do Flávio depois da votação.
Aquele dia também era o aniversário dele. Os aliados dele comemoraram a derrota do Messias com um bolo. A comemoração do Flávio no plenário. Ele inclusive disse que vai levar o bolo para o pai, para comemorar junto com o pai. E mais cedo ele já havia dito que foi então um presente de aniversário para ele. Presente de Davi Alcolumbre, de acordo com o próprio Flávio Bolsonaro. Isso aí leva bolo para o pai. Bastante farinha branca.
E olha o sonho do Flávio. Lembra que eu disse pra vocês que o senador Flávio Bolsonaro tem um plano de levar o pai à presidência da república? Se ele chegar à presidência da república, ele tem um plano de subir a rampa do Planalto com o pai.
E honestamente, ia doer testemunhar essa cena. Deus me livre. Mas o PL da dosimetria era tão mal escrito que beneficiaria todo mundo. Todo mundo é exagero. Mas muita gente. Não só os condenados pelo golpe. E aí o Alcolumbre precisou inovar. Bora pro Luiz Felipe Barbieri, o Caetano Tonê, a Ana Flávia Castro e a Elisa Claveri no G1 no dia 30.
O presidente do Congresso, o senador Davi Alcolumbre, excluiu da análise sobre o veto de Lula ao PL da dosimetria o trecho barrado pelo presidente Lula que contrariaria a lei antifacção e facilitaria a progressão para o semiaberto de condenados por feminicídio e outros crimes hediondos. Entendeu? Ele vetou integralmente, mas ignorou parte do veto do Lula. Porque se o veto fosse integral, a direita beneficiaria um bando de bandidos.
A decisão de Alcolumbre abriu caminho para que a derrubada do veto ao PL da dosimetria pelo Congresso não beneficiasse faccionados e condenados por crimes hediondos, o que aconteceria caso o texto do PL da dosimetria fosse retomado na íntegra.
O governo, obviamente, vai levar pro STF, porque se for veto integral, é pra vetar tudo, incluindo a ajuda aos golpistas. E se depender de certos ministros... Tamo fodido, cara! E o legislativo, claro, vai falar em invasão dos poderes. Insuportável! A gente vai cansando, sabe? A gente já suspeitava que esse ano ia ser complicado, mas... Puta que pariu! Porra tá foda, hein? Mas vamos tentar se divertir um pouquinho no próximo tópico. Vem pianinho! Irmão esfaqueando irmão. Irmão desconhece irmão.
E vamos com o que era pra ser o destaque desse episódio. Enfim, a gente vai falar desse... Casos de família. Tava com saudade desse barro. Fofoca. Enfim, a gente vai falar desse casos de família maravilhoso. Maravilhoso! Envolvendo o que parece ser a mais desfuncional das famílias brasileiras. Família enrolada em atos de corrupção. Olha, a família de corruptos. Eu nunca dei um beijo no filho meu homem. Funcionado, é muito tóxico. Mas vamos começar com uma desesperada postagem do Flávio.
Diante de tantas boas notícias, uma coisa continua me preocupando. As provocações e cobranças dentro do nosso próprio time. Eu preciso muito de todos me defendendo das mentiras criminosas da esquerda. E esfregando a verdade na cara deles.
Mas aqui fica o meu pedido sincero. Eduardo. Não precisa pressionar ninguém ou me defender de pessoas que também querem Bolsonaro na presidência da República. Atenção. Eduardo. Até o Paulo Figueiredo já tinha dado recado, conforme já mostramos pelas bandas de CAI em algum episódio recente.
Se o Flávio não quer ser defendido, meu ponto para o Eduardo é por que diabos você vai ficar se dedicando a isso? Mais sacrifício pessoal, mais sacrifício. O gônus de novo tem que ser do Eduardo. O Eduardo não entendeu e tomou mais um expor público do irmão. Já disse algumas vezes e repito. Eduardo, cada um tem o seu tempo e sua forma de ajudar.
Todos são importantes. E às vezes não. E preciso de todos para tornar essa caminhada menos difícil. Apoio não se impõe. Conquista-se. Deixe-me fazer do meu jeito. Se não der certo, assumo a responsabilidade. Eu duvido. Mas tenho certeza que Deus está no comando de tudo. E isso é galho fraco para ele. Bom, para a direita, Deus tem sido um... Que...
E esse subterfúgio é maravilhoso, né? Se deu certo é mérito meu, se não deu certo foi porque Deus quis que não desse, porra. A campanha do Flávio me disse que isso é uma tentativa, mais uma tentativa do Flávio, pra tentar baixar a bola ali dos irmãos e dizer, ó... Vai tomar no cu, bicho! Ó, vocês estão atrapalhando a minha intenção, intenção, intenção... Só isso mesmo! De fazer uma campanha mais pro centro.
Como a campanha do Flávio me disse hoje Porque o que o Flávio precisa hoje? De mais radicais ou tentar jogar a campanha mais pro centro? Então essa é a grande preocupação da campanha dele Fazendo essa costura Pois é, os radicais o Flávio já tem E o Nicolas resolveu compartilhar esse post do Flávio E foi mais Eduardo Pro Esporro Não, caralho, o contrário Foi mais Esporro Pro Eduardo Agora sim, minha gente Diz aí, Nicolas
As provocações que venho sofrido já vem acontecendo há três anos. Cuidado! E permaneço calado. Mais ou menos. Mas como todo ser humano tem um limite... Cala a boca, eu não perguntei nada. E com o passar do tempo, vários aliados de longa data, leais e íntegros... TEM SIDO ALVO DA MESMA TURMA QUE NADA AGRA...
A não ser gerar divisão e até mesmo fiscalização e perseguição a quem não posta uma porcentagem que eles desejam. Nomes como Bia, Detone, Jordi, Gair, Pavanato, Tia Atualizei, André Fernandes, Felipe Barros e demais... Que sempre estiveram na linha de frente da defesa da direita, e eu testemunho isso todos os dias na Câmara, tenho se tornado alvo diário de perseguições.
por isso esse barra. Diz aí, Paulo Figueiredo. Eu diria que o Nicolas é a urna eletrônica que ninguém pode falar nada de um determinado grupo político. Engraçadão você, hein? Então tem que decidir se Brasil acima de tudo. Brasil, Estados Unidos, acima de tudo. É só propaganda eleitoral ser slogan ou ser real? Não, não é. Se for real.
Eu já falei algumas vezes. Que? Não! Vocês todos têm que agir em conformidade com o que vocês falam. E vão ser cobrados, sim. Vão ser cobrados com a verdade. Político, eu já falei, todas as redes sociais de todo o mundo do PL vai ser monitorado. Pra ver o nível de engajamento. Bom, e segundo o... Constar! Constantino. Isso aí é um dos métodos chineses de expurgo. E vocês gostem ou não, eu vou continuar expondo todos os casos. Eu vou chegar com números no programa.
Números. Dois, três, quatro. Números. Porque eu mesmo estou encomendando levantamentos profissionais. Instituto Tirei do Cu. Os dados que você quer. Sobre redes sociais para eu chegar aqui com números. Números. Dois, três, quatro. Chega! Eu vou criar um viadômetro. O que você disse? Viadômetro. Ah!
Não tem como nada de bom sair disso, né? Pra mostrar o quão viadinho é o político que não tá fazendo campanha pro Flávio. E tá tocando seus próprios interesses. E não só eu tô fazendo, tá? A pele tá fazendo, o Carlos falou que vai fazer. Volta pro Nicolas. Minando a própria base que o seu pai criou. Não tenho culpa disso. Isso tem gerado um clima que ninguém mais suporta. Torta de climão. Poucos têm coragem de enfrentar. Bovarde.
E quando enfrentam, recebe o rótulo de traidores. A política pode até perdoar traição, mas não perdoa o traidor. Todos, inclusive eu, faremos de tudo. Só pra tudo. Para que você ganhe as eleições esse ano. Fá de retro, catanai. Mas, obviamente, cada um do seu jeito, no seu papel, da sua melhor forma.
Muito respeito. Sem acusar ou perseguir ninguém. E sem colocar uma forma do que é ou não é ideal de se fazer. E que mesmo após todos os seus pedidos de pacificação, insistem em criar atritos e desobedecem publicamente aquele que, de fato, é a liderança escolhida por Jair Bolsonaro. Ele é um escolhido de Deus. Flávio, saiba que eu farei de tudo pra você chegar ao Planalto. Puxaça.
Desculpe, se os ataques injustos e mentirosos continuarem, muita gente irá começar a desistir, desanimar... Que Deus te ouça, meu. E perceber que esse não é um projeto que realmente mudará a nação. Com toda certeza. E por mais difícil que seja, eu permanecerei calado diante de tudo isso. Cuidado. Porque temos um país para salvar. Que lindo, cara. Que Deus te ilumine. Que Deus te ilumine. Que Deus te ilumine.
Elimine todos vocês. Para tomar as decisões certas e dar um rumo novo ao que está acontecendo. Nosso inimigo é outro. Eu acredito em você. O poder é que você...
Aí entra em cena o irmão mais esquisito. Eu vou continuar incomodando o sistema de Balneário Camboriú. É, esse aí é bastante esquisito, mas não é esse. A competição realmente é bastante dura. O que é dura? Mas estamos falando do Carlos. O Carlos Bolsonaro usou as redes sociais hoje, na segunda-feira, pra pedir que o irmão, o Flávio Bolsonaro, que é pré-candidato à presidência da República, escute o que ele tem a dizer.
Pelo menos um pouco. Sabe como é que é, né? Os irmãos não se falam muito. Com os irmãos eu converso até mais com o Eduardo do que com o Carlos. Por que será? Coneco Chuck, Iron Maiden, socialismo e liberdade. Pro Carlos ainda é pouco. É, Flávio, a gente te entende. Eu te entendo. Mas aqui a gente precisa do Catra. Senhoras e senhores, a partir desse exato momento eu tenho o prazer e a satisfação de informar a todos os presentes que vai começar a putaria!
Porque vem aí a melhor parte da mensagem pública do Carlos pro Flávio. Você está mordendo a isca com mais facilidade do que lambari em anzol de mosquito? E o peixe vai só engordando malandramente? É, bicho. É isso mesmo que você ouviu. Você está mordendo a isca com mais facilidade do que lambari em anzol de mosquito? E o peixe vai só engordando malandramente? É, isso mesmo que você ouviu. Vou até repetir.
Repito Você está mordendo a isca com mais facilidade Do que lambari em anzol de mosquito E o peixe vai só engordando Malandramente Impressionante Pois é, o lambari ao contrário do que o Jorge Seyfe diz, não é
O lambari é conhecido por ser um peixe guloso, que sai mordendo qualquer anzol, até o menor deles, o anzol de mosquito. E o peixe que engorda seria o Zema. Eu quero me drogar. Nessa publicação que ele fez no X. É Twitter o nome, tá? Antigo Twitter. Ah, bom. A gente nunca vai esquecer.
Agora sim! Ele compartilhou uma reportagem de 2023 E nessa reportagem, o ex-governador de Minas, o Romeu Zema Afirma ser totalmente favorável à reforma tributária do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva O Zema é bem visto pra ser o quê? Vice de Flávio Bolsonaro na chapa que deve concorrer em outubro de 2026 Ninguém sabe, né? Mas vamos voltar pros irmãos se esfaqueando Que delícia!
Brigas internas dele é uma coisa seríssima. Entre os irmãos. A gente precisa torcer pela briga. E agora que o pai está no processo de prisão domiciliar. Deixa o saborear. Prisão domiciliar. Que sabor. As brigas estão maiores. Isso que a gente vê é só uma parte. É só uma parte pequena. A ponta da parte complicada.
A gente só viu que é publicado. É no mínimo esquisito, porque se eu tenho algum problema pra falar com a minha irmã, eu vou mandar uma mensagem pra ela, ligar pra ela, falar assim, olha, só que eu não vou brigar com ela numa rede social pra o Brasil inteiro. Não, não dá essa ideia, deixa os caras, porra. O bolsonarismo é tão ruim que tem oposição até dentro da própria casa, cara, é maravilhoso.
É sensacional esse movimento falido que tá destruindo o senhor. É, eu lembro. Mas aí o Nicolas tá tão puto com a família Bolsonaro que ele resolveu brigar até com o mais insignificante deles. O deputado federal Nicolas Ferreira, do PL, Insuportável! se envolveu nesta sexta-feira em uma troca de farpas nas redes sociais com o vereador Jair Renan Bolsonaro. Só pra exibir o produto dele.
A confusão começou depois que Nicolas respondeu à publicação de um internauta que zombava dele por ter trocado de camisa em um vídeo divulgado em suas redes. Na resposta, o deputado escreveu, abre aspas, vou mandar emenda também para internar vocês no hospício, fecha aspas. Jair Renan, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, reagiu com uma única palavra, Galvão. Galvão, de relativa. Seu perfil no X. É Twitter o nome, tá? Nicolas publicou um...
print da interação e voltou a atacar. Ele escreveu, abre aspas, se juntar a capacidade cognitiva dessa dupla, não alcança de uma toupeira cega. Fecha aspas. Não briguem! Se matem! E Santa Catarina está uma grande confusão. A Inegros se confusou. Com a candidatura do Carlos Bolsonaro para o Senado por Santa Catarina. Repara no recado do Carlos em um evento em Santa Catarina.
mais importante da história desse país aqui. Tenho certeza que o governo Flávio Bolsonaro é uma espécie de continuidade do governo Jair Bolsonaro. E não atrapalhando o Jajuda Mundo. E não atrapalhando o Jajuda Mundo. E não atrapalhando o Jajuda Mundo. Pois é, o pessoal tá tão... Chateado. Por lá. Bastante chateado. Que o Flávio precisou sair em defesa do seu irmão mais esquisito. Sem ser o Jair Renan. Eu vou falar do que tá acontecendo em Santa Catarina. O Jair Bolsonaro é paulista. Fez a sua trajetória política pelo Rio de Janeiro. E foi o melhor presidente da história do Brasil.
Sentem na cara dura. Tarcísio, carioca, foi escalado por Bolsonaro pra ser o nosso candidato a governador em São Paulo. Se elegeu e faz um trabalho excepcional. Será mesmo? O Flávio fala, fala, fala, mas aí parece que agora é obrigatório tropeçar em Deus. Como cristão, como cristão, como cristão. Eu como cristão. Gente, quem diria, hein? Como cristão eu imputo isso a um milagre de Deus. Pô, toda hora é isso, cara. Eu tenho uma convicção que meu pai é um escolhido de Deus. O é...
O Bolsonaro tá mais forte do que nunca, porque ele é o escolhido de Deus. Porque nenhum ser humano ia resistir a tudo que ele passou. E olha o rumo que o vídeo tomou. E segundo, porque ele tem a consciência de que a gente tá numa guerra contra o que há de mais perigoso pro nosso futuro. Uma guerra! Aí você pensa, é catombe climática? Concentração indecente de renda? Precarização das relações de trabalho? Não! O projeto de poder da esquerda. Ah, bate a merda, cara.
Você sabe o que significa a palavra campanha? Eu sei. Campanha significa conjunto de operações militares realizadas em campo aberto. Um dos significados de campanha, mas tudo bem. Se esse fosse o único sentido, o molho ou a campanha do Rio de Janeiro realmente seria um molho bem esquisito. Ou seja, fora das fortalezas e cidades. Você que faz campanha eleitoral.
Entende por que essa palavra é usada também no ambiente político? A guerra! A guerra! A guerra! Então na política, assim como numa guerra, o Bolsonaro construiu um exército da direita. O nosso exército é o V de Oliva e é vocês também. Repito aí, eu juro da minha vida pela minha liberdade.
Que merda. Esse, Braga Neto, é o nosso exército. Que hoje tá em todas as cidades brasileiras, lutando pelas bandeiras que nós acreditamos, que são os pilares da nossa sociedade. Corrupção. Pânico. Moral. Desvio. Sexo. Deus, pátria, família e liberdade. Chato pra caralho. Se a gente faz parte de um mesmo exército que tá lutando contra um outro exército e não segue o que o comandante decide... Presidente autoritário. Authoritation. Decisions. A gente tá fadado à derrota. Não tem problema você ter uma opinião diferente.
Eduardo. Mas a partir do momento em que o comandante, com a história e a legitimidade de Bolsonaro, tomou uma decisão. É meu Paulo em sonar. Não é inteligente. Eduardo, sabe que você é burro? Você é burro. Fica questionando, porque o único que vai agar com isso é o nosso inimigo. A Bíblia fala em Provérbios 13,3.
Bom, o vídeo que a gente teve acesso, esse aí, é interrompido aí, do Neida. Por nada, manhã. A gente ficou buscando pela continuação e a gente não encontrou. Graças a Deus. Mas o Flávio devia estar se referindo a isso aqui, ó. Quem guarda a sua boca preserva a sua vida, mas quem fala demais acaba se arruinando.
Já contei aqui também que o Valdemar Costa Neto, que é o presidente do PL, disse uma vez que o tripé da campanha do Flávio de apoios seria o Nicolas, Michele e o Tarcísio. Pois é, e mesmo assim, mesmo essas coisas dando errado para a campanha do Flávio, o filho da puta continua bem nas pesquisas.
O que é complicado? Tudo isso aí, né? Nicolas, estamos contando aqui a confusão. Uma hora briga com o Eduardo, outra hora briga com o Jair Renan. Pode continuar. Pode continuar, pô, bora? Pode continuar desse jeito. Michele, também. Cada story dela um flash. Graças a Deus. Um story dela com o Espírito de um Amigo, mostrando que, provocando a campanha do Carlos Bolsonaro lá em Santa Catarina. Um pessoal muito próximo da Michele me disse na semana passada que ela estaria esperando um pedido de desculpas do Flávio, público, depois de toda a confusão da candidatura. Não vá...
Aquela briga ali naquela definição, a campanha do Flávio me diz, não, a Michelle já está mandando sinais, que quer apoiar a campanha. Eu não... Há sinais? Não parece. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Estou trazendo os fatos aqui. Dos dois lados, né? Dos dois lados. E, por último, na campanha do Flávio, o Tarcísio. Tarcísio, é insuportável. Que hoje está lá com ele em São Paulo, mas eu estou falando de engajamento, de vontade da PF, de energia. Como é que vai ser isso durante a campanha?
Tomara que continue assim. O famoso... Briguem, desgraçados! E vamos encerrar esse tópico e o episódio. Mas antes, vamos com a última frase do Paulo Figueiredo no programa dele. Deus abençoe o Brasil. Deus abençoe a América. E até amanhã. E eu vou deixar aqui um recado pra você decidir se você quer me apoiar. Ou então fica lá com o regime de propaganda do Irã. E seja lá mais quem, né? Totalmente drogado! E acabou esse episódio. Antes de acabar, uma mensagem da Central 3.
Você conhece a história do Quilombo dos Palmares? Sabia que durou quase 100 anos e teve aproximadamente 20 mil habitantes? Quer saber mais? Procure por Vida Palmarina no seu agregador de podcast a partir de 6 de abril. Uma produção, Central 3 e Janga. Tchau pra vocês. Vem pianinho. Show! Show! Show!
E hoje a gente fica por aqui. Gente, uma hora da manhã já de sábado. Vocês falam, ah, sextou, sextou. Cristiano, não sextou. E pior, feriado. Então não vou colocar as fontes. Queria, queria. Fico me sentindo culpado? Fico. Mas agradeço a todas as fontes e a compreensão. Thank you! Se quiser e puder, pingam lá pra gente no apoia.se barra medo e delírio, no patreon.com barra medo e delírio em Brasília, na Orelo ou no pix medo e delírio em Brasília, arroba gmail.com.
A população é o caralho, porra. Não tem nem dinheiro pra me comprar um jogo de videogame, morô, cara. Assina o nosso feed no seu agregador de podcast favorito e dá uma olhada nas nossas redes sociais. E também no loja.medoedelirimbrasilia.com.br Eu sou o Cristiano Botafogo, o Medo e Delirio em Brasília é escrito por Pedro Doutro e produzido pelo Guilherme Gandolfi, arroba Gui Frodo nas redes sociais. Bora passar pano? Não. Mas bora passar menos raiva? Bora.
Me permite uma parte? Não lhe dou uma parte. O dia do trabalho não existe. É dia do trabalhador. A vida não é só trabalhar. Tem que deixar um bom capítulo para as loucuras que tem cada um. Você é livre quando você gasta tempo de sua vida em coisas que a você te motivam, que você gostam. Mas ter uma causa, ter uma paixão, que isso chega a tempo. O problema é em que gastas o tempo de sua vida? Em que gastas o milagro de ter nascido? Acabou?
Se você é um empresário que já faz escala 5x2 ou 4x3, eu preciso saber quem você é. Eu sou uma empresária há 22 anos, faço escala 5x2 desde o começo, abro todos os dias e agora faz 10 meses faço escala 4x3. Eu não sou a única empresa que se beneficiou financeiramente, inclusive, com a doação da escala 4x3.
Ou 5x2, como a gente sempre foi, porque eu nunca fui 6x1. A gente precisa inspirar mais empresas a fazerem esse movimento e não terem tanto medo. Porque eu tenho absoluta certeza, assim como outras empresas que já implantaram também uma escala mais humana, que ela é muito mais vantajosa do que ela é desafiadora. A campanha Brasil Quer Mais Tempo criou um espaço específico para as empresas. Brasilquermaistempo.com.br barra empresas.
As empresas que já adotaram as escalas 5x2 e 4x3. E, gente, são muitas. Tanto que se manifestaram nos nossos posts todos sobre o assunto, quanto no grupo que a gente fez gratuito para discussão de novas escalas. Então é muito importante que se você é um empresário e já faz a escala 5x2 ou 4x3,
Assina aqui, se cadastra nesse ambiente de conversa, porque ele, além de ser muito importante, ele também vai mostrar para o Congresso que não são só os trabalhadores que estão lutando por isso. Eu espero vocês aqui, neste lugar de conversa. E, por favor, marquem empresas. Se vocês sabem, se você é trabalhador e você sabe de empresas que estão nessa escala, marca aqui, por favor. Acabou? Não. Acabou? Não. Acabou, sim. Acabou? Acabou.
Porra, acabou! Beijinho, sigamos com muito amor e poesia. Ouve a voz do seu perínio. A boca é um ano da fase. Varanda do porro. O Lexotan não se toma na veia. Essa porra é maconha. Quando você é jovem, qualquer pessoa que tem um baseado vira seu amigo. O Bolsonaro sendo atropelado. Tô de acordo.
Fazer as pessoas passarem fome. É isso. Cenoura, cenoura. Mais ou menos isso. Que porra é essa aqui? É maconha essa porra? E aí, fuma! Duzentos baseados! Muita gente. Muita, mas muita gente. Conversa de bêbado. Nem todo artista é maconheiro. Mas todo maconheiro é um artista. Algum delírio. Presunto parma, vamos lembrar, não é qualquer presunto. Não é proibido.
No Brasil, transar. Antigamente as pessoas ainda coçavam a virilha, hoje nem isso, coça mais. Pegue sua Toyota, empurre dentro do seu cu. Um opalão, um chevette, um golbolinha. Vai deixar eles mijarem em cima de você. Lixo, arrombado. Vai entrar o grosso. O grosso chegou! Ai, que dor no meu pau. Eu sou especialista em pau. É a piroca. Ela é bastante extenso. Veja a gramatura. Você não sabe como eu ficava feliz quando eu vi um trabalhador mostrar uma p...
Também entra, também entra. Cadê os machos? Eles têm um pênis. Pistolão bonito, né? Há controvérsias. Contém ovos. Não esqueça de lavar os testículos, a virilha e o ânus. 95% da população mundial faz errado a limpeza do ânus. Ânus. Os galináceos têm pênis. Tem graça esse final? Não, né? Desculpa. Desculpe. Desculpe. Desculpe. Desculpe. Desculpe. Desculpe. Espera um pouco, querido. Espera, só um minuto. Só um minutinho.
Estamos esperando aí. Calma, calma, calma. Relaxa. Pronto, tá bom. Era isso. Acorda, vagabundo. Acorda. Acorda. Obrigado, minha gente. Deus proteja todos. Sejam felizes. Abraão. Deus proteja todos. Por gentileza. Por gentileza.
Liberdade! Liberdade! Liberdade! Liberdade! Liberdade! Está encerrada a votação. Só um minuto. Só um minuto.
Só um minuto. Eu vou proclamar o resultado. Votaram sim 24 senadores e senadoras. Votaram não 49 senadores e senadoras. No total de 74. Rejeitado no Senado Federal. O veto vai à promulgação. Ressalvado os dispositivos prejudicados. Nada mais a venda tratada. Declaro encerrado a presidência. Calma, senhora puta. Calma.