Episódios de Medo e Delírio em Brasília

II - 2026.22 - (COM TRADUÇÃO) E lá vem os lesa-pátria de novo…

02 de abril de 20261h11min
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Sobre pelegos e assassinos.

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Melhor forma de ajudar o Medo e Delírio? Pix recorrente no medoedelirioembrasilia@gmail.com


AGENDA


.11 de abril, sábado, 16h

SÃO PAULO
Lançamento do livro “Juízo Final”
Megafauna do Copan

.16 de abril, quinta, 19h

BRASÍLIA
Lançamento do livro “Juízo Final”!
Paradeiro Café

.18 de abril, sábado, 20h

BRASÍLIA
Festa do Medo e Delírio na Infinu!
https://shotgun.live/pt-br/events/isso-e-jazz-22 

.25 de abril, sábado, 16h

RIO DE JANEIRO
Lançamento do livro “Juízo Final”!
Livraria Janela, Laranjeiras 

.26 de maio, terça, 19h

BELO HORIZONTE
Lançamento do livro “Juízo Final”!
Livraria Jenipapo

Quer anunciar no Medo e Delírio, escreve pra gente no medoedelirioembrasilia@gmail.com
Participantes neste episódio2
C

Cristiano Botafogo

HostJornalista
P

Pedro D'Altro

Co-hostJornalista
Assuntos4
  • Golpe Militar de 1964
  • Perspectiva de esquerda sobre CubaBloqueio econômico · Condições de vida em Cuba
  • Possível interferência dos EUAFlávio Bolsonaro e a interferência · Designação de grupos terroristas
  • Dívida Pública BrasilEleições livres e justas · Pressão diplomática
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Esse é um daqueles episódios com e sem tradução. Essa aqui é a versão com tradução. Se você quiser ouvir a outra versão, vai lá no nosso feed. Vamos seguir. Rapidinho, uns avisos. Melhor forma de apoiar o Medo Delírio é pixelcorrente no medodelirioembrasilia.gmail.com Agenda do Medo Delírio. São Paulo. Dia 11 de abril, lançamento do livro Juízo Final na megafauna do Copan. Brasília. 16 de abril, lançamento do livro no Paradeiro Café.

Brasília de novo. Festa do Medelírio na Infino, no dia 18. Rio de Janeiro. Dia 25 de abril. Lançamento do livro na livraria Janela em Laranjeiras. Belo Horizonte. Lançamento do livro no dia 25 de maio na livraria Genipapo. Tá tudo no descritivo. E pra terminar, quer anunciar no Medo Delírio? Escreve lá pra medoedelirioembrasilia.com. Agora, bora pra abertura. O dia de hoje exige que nós nos lembremos e contemos o que aconteceu. Hoje é 31 de março de 2026.

Dia de hoje ele marca os 62 anos do golpe militar de 64. Há exatos 62 anos, o golpe militar de 64 rasgava a nossa constituição e mergulhava o país em décadas de silêncio e violência. O golpe que infelicitou o país. Você que inventou a tristeza, ora tem a fineza de desinventar.

Hoje, 31 de março, o Brasil se volta para o espelho da sua própria história. Foi uma ditadura que sequestrou, que torturou, que assassinou, que fez desaparecer corpos, que matou camponeses, matou povos originários, matou trabalhadores invisíveis, matou com a bala e matou com a fome.

que deixou marcas muito graves e distorção da maneira como a sociedade se formou e se conformou, que assistiu a criação nesse período de uma sociedade de massas, sim, mas com graves distorções do ponto de vista econômico, do ponto de vista social, que deixou uma marca de violência institucional que de algum modo permanece.

É história, isso já passou, né? A mesma coisa que a gente voltar pra ditadura do Getúlio, né? É passado, faz parte da história do país. A apuração? Apurar o quê? Os caras já morreram tudo, pô. Vai trazer os caras do túmulo de volta lá? Mas não corra, rapaz. A dor que nós sofremos.

As cicatrizes visíveis e invisíveis que ficaram nesses anos, elas podem ser suportadas e superadas. A história, no entanto, é feita de vigilância. Quando celebramos a resistência, vemos figuras como o governador Ronaldo Caiado, antigo e ferrenho apoiador do regime de exceção, agora tentando se transvestir de pré-candidato a presidência.

E é o que pretendo fazer chegando à presidência. Meu primeiro ato vai ser exatamente a listia ampla, geral e restrita, replicando aquilo que Juscelino Kubitschek soube fazer com muita maestria. Ah, bate a merda, cara.

Porra, puta que pariu. Golpes anistiados, golpes não punidos, eles engravidam outros golpes. Olhem as oportunidades que esses caras de direita no Brasil tiveram, que a direita democrática então teve, de romper com o bolsonarismo. Teve o golpe e, no entanto, não conseguiram construir uma alternativa, se colocam como caudatários do extremismo de direita.

Eu adoraria ter um candidato liberal, realmente liberal, dizendo o seguinte, comigo golpe nem pensar. Não tem essa. Tem gente que diz assim, ah, eu me recuso a identificar a democracia com o Lula. Pô, então lança outro candidato, cara. Lança um candidato de direito democrático. Ainda dá tempo, pá. Vai lá. Melo em Perdeiro em Brasília.

Vocês percebem a loucura? Legal. Olá, bem-vindos ao Medo e Delírio em Brasília com as últimas notícias do que restou do Brasil. Bom dia, boa tarde, boa noite. Bom dia, porra.

Por enquanto. Eu sou o Cristiano Batafogo. Batafogo é bairro, viu, meu filho? Você viu a Fernanda Torre? Cristiano, seu lixo. Cristiano, seu lixo. Cristiano, seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Seu lixo. Calma. Ei, Cristiano. Aquele verme maldito. Cristiano. E aí? E o... Brasília, depressão. Como é que chama, gente, o podcast dos caras? E o medo e delírio em Brasília. Medo e delírio em Brasília.

É um programa que, pô, mano, é duvidoso, né? Fora seu medo e delírio em Brasília, pô. Eu não ouço medo e delírio. É escrito por Pedro Doutro. Um abraço, Doutro. Meu queridíssimo Pedro Doutro. Um beijo pro Pedro Doutro. Pedro Doutro. Pedro Doutro. Pedro Doutro. Pedro Doutro. Todo mundo sabe quem é. Parabéns a toda a equipe de roteiros. Um beijo pro Pedro Doutro. Um beijo pro Pedro Doutro. Eu consegui descobrir quem está por trás do medo e delírio em Brasília.

Eu nem conheço os caras. Esse é o episódio 21 de 2026. Ah, é? Foda-se. Bora passar pano? Não. Tá, mas bora tentar passar um pouquinho menos de raiva? Bora. Bora. Bora.

E lá vem os Lesa Pátria de novo. Isso é um crime de Lesa Pátria. Acertou, miserável. Lesa Pátria. E antes de qualquer coisa, nosso muitíssimo obrigado pra todo mundo que lotou a autêntica em Belo Horizonte na primeira edição da nossa festa lá na cidade. Um beijo pra todo mundo que foi. Obrigadíssimo ao Antônio Vieira e seus nascimentos.

Ao Carlos Bolívia e Lacumbe Artificial. Eu não sou o seu capacho, pra você sopar de mim. Toco fogo na floresta, pra vida queimar no fim. Só você vai sopar. Maravilhoso. Outra vez. Outra vez.

Já aproveito pra pedir desculpa aí pela minha performance. Mas voltando, obrigado também ao DJ Matias Pinto. Cristiano, seu lixo. E a todo mundo lá da Autêntica. Próxima festa vai ser em Brasília, hein? Nossa agenda tá no começo do episódio e tá no descritivo também. Dá uma olhada lá. Forra-se o Medo Delírio em Brasília, porra. E tenha sua calma que a festa do Medo Delírio vai pra outras cidades, sim. O que não tá certo ainda não tá na agenda, né, porra?

Não é hora pra desespero. E bora pra mais um episódio sobre interferência dos Estados Unidos pelas bandas de carro. Toda hora é isso?

E tudo com o apoio do mesmo bando de lesa pátrias da última vez. A gente vai cansando, sabe? Crimes de lesa pátria. Esse aí que tá falando é ele mesmo. Luiz Fuxi ministro. O Paulo Ramos, né? Não o Fuxi. Mas puxa daí, Jorge Benjó. É!

Uma matéria com o seguinte título. US may label Brazilian gangs as terror groups after push by the Bolsonaros. Ou seja, os Estados Unidos podem classificar gangues brasileiras como grupos terroristas. A pós-pressão dos Bolsonaro. Insuportável! A gente vai ignorar boa parte da matéria porque a gente já falou disso por aqui. Mas lá pelas tantas tem isso aqui, ó. Anna Ionova e Edward Wong no dia 27 de março no New York Times. A tradução é do Globo.

No entanto, as facções brasileiras, Primeiro Comando da Capital, o PCC e o Comando Vermelho, CV, não desempenham um papel importante no tráfico de drogas para os Estados Unidos. Olha que legal! Elas enviam principalmente cocaína para a Europa e outras partes do mundo. A designação como grupos terroristas não faria sentido nenhum e menos ainda para os Estados Unidos. Mas aí o que? A Casa Branca foi tomada pelos malucos da Flórida.

E aí não tem como não dar errado. Vai dar errado. Um funcionário brasileiro disse que Lula e Trump negociaram medidas para combater a lavagem de dinheiro e o tráfico de armas pelas duas facções nas últimas semanas. Ele gostou de mim, eu gostei dele. Nós tivemos excelente química. As designações podem prejudicar essas negociações, disse o funcionário, que pediu anonimato para falar sobre discussões internas de política externa.

Pois é, essa parte é importante. Tem uma negociação rolando entre os dois países. Isso enquanto os lesa-pátrias... Os crimes de lesa-pátria são aqueles que causam consequências as mais graves para a chamada soberania nacional. Muito patriotas que são... Você diz que é patriota. Mas não é. Tratam de, mais uma vez, lesar a porra da pátria. Em declaração ao The New York Times, Flávio Bolsonaro afirmou não apoiar a interferência estrangeira para resolver os problemas do Brasil com os cartéis de drogas. Isso é sério.

Flávio compartilhou uma publicação do secretário americano que informou sobre um ataque realizado pelo Departamento de Guerra dos Estados Unidos contra uma embarcação de uma organização terrorista envolvida com o narcotráfico no Pacífico Leste. O senador comentou que estava com inveja e perguntou se o secretário americano não gostaria de passar alguns meses no Brasil ajudando a combater essas organizações terroristas.

O senador brasileiro disse ainda que barcos na Baía de Guanabara estariam inundando o Brasil com drogas. Mas ser favorável à cooperação internacional sobre o assunto.

Olha o que o Flávio entende por cooperação internacional. O que os Estados Unidos fez com o Japão? Lança uma bomba atômica em Hiroshima para demonstrar a força. Qual foi a reação do Japão naquela época? Ele falou, olha, nós aqui somos patriotas, isso é uma indiferença dos Estados Unidos, aqui no nosso país, vamos resistir fora de Yankees. Qual foi a consequência três dias depois? Uma segunda bomba atômica em Nagasaki. Para aí depois, sim, haver no dia 16 de agosto de 1945, portanto, duas semanas depois da primeira bomba, haver uma rendição formal por parte do Japão. E olha o Eduardo.

Eduardo Bolsonaro não respondeu ao pedido de comentário. Eduardo. Esqueci o si. O Flávio conseguiu responder a tempo. Mas o Eduardo não. Devia estar muito ocupado. Do you know why I'm doing this video? Because I'm showing to my father. Deve ter rolado aquele... Esporro. E... Após publicação deste artigo, Eduardo enviou uma declaração, chamando o que fez de diplomacia parlamentar. É, meu pau. Na sua facite plantar. E não de lobby. É piada, é humor.

Diplomacia parlamentar? Dói uma, rapaz! Disse o sujeito que foi caçado e não é mais parlamentar. O argumento já não fazia sentido quando ele era parlamentar, imagina agora. E se preparem. Ele acrescentou que não estava buscando ajudar seu irmão. Para! Mas sim os brasileiros comuns. Teu cu isso aí, teu cu. O Eduardo é um incompreendido. Ele só quer ajudar o povo. Se houver o cenário de terra arrasada, pelo menos eu estarei vingado desses ditadores de toga. Ah, merda!

Nos bastidores, os aliados mais próximos do ex-presidente Bolsonaro têm trabalhado há meses para convencer autoridades americanas de que os cartéis de drogas brasileiros representam uma ameaça direta à segurança e aos interesses dos Estados Unidos. Não, nada a ver, irmão. Segundo, duas pessoas com conhecimento da situação, que falaram anonimamente para descrever discussões delicadas.

Só aí talvez já fosse possível caçar o mandato e a candidatura do Flávio. Comando Vermelho e PCC, ao que parece, mandam droga para a Europa. Qual então seria a ameaça para os Estados Unidos? América First.

Flávio Bolsonaro viajou a Washington na primavera passada para se reunir com autoridades da Casa Branca e do Departamento de Estado. Durante a visita, Flávio Bolsonaro, que na época presidia uma comissão de segurança no Senado brasileiro, apresentou a autoridades americanas um relatório sobre as atividades de facções no Brasil e nos Estados Unidos, segundo uma pessoa presente na reunião. O dossiê incluía detalhes de suposto tráfico de armas e lavagem de dinheiro. É um crime de ilesa pátria atrás do outro.

O governo Lula teme que a designação de terrorismo possa permitir que os Estados Unidos imponham sanções a bancos brasileiros, que possam ter feito negócios inadvertidamente com as facções, afirmou a autoridade brasileira.

Isso aí seria um brutal ataque à economia brasileira e à soberania nacional. E, portanto... Na economia, e o Brasil está entre as 10 ou a 11ª maior economia do mundo, é um grande exportador para o mundo inteiro. E as sanções que envolvem países que sofrem com esse tipo de retaliação são imensas, em particular no setor financeiro, como ouvimos. O sistema fica tóxico de um país que tem esse selo. E isso já...

Aconteceu entre 1997 e 2021, a Colômbia, quando o governo americano manteve as FARC como organizações terroristas, sofreu com isso. O Líbano sofreu com isso quando, também em 1997, o Hezbollah foi classificado como organização terrorista. Problemas que repercutem ainda hoje no sistema bancário, no sistema financeiro libanês.

Então, se está flertando, e quem no Brasil defende isso, está flertando com uma alternativa muito perigosa, que fere mais do que a soberania em relação a território, a intervenção militar, fere a soberania econômico-financeiro de um sistema que é muito robusto e que pode ter muitos prejuízos, no caso brasileiro. Pois é, os bolsonaros já fizeram algo absolutamente criminoso durante a pandemia. Mas eles estão querendo mais.

O governo brasileiro também teme que a designação possa abrir caminho para operações militares unilaterais dos Estados Unidos no país, acrescentou a autoridade. O problema da segurança no Brasil é uma merda, mas não é por aí, porra. Imagine o quão cretina a pessoa tem que ser pra aclamar por ataques militares dos Estados Unidos em solo brasileiro, gente. Eu pelo menos vibro quando eu vejo aqueles navios cheios de drogas. Ah, malandro, né? Tô ligado em você, rapaz.

Esse mês, autoridades americanas afirmaram ter bombardeado um campo de treinamento de narcotraficantes no Equador. Mas, de acordo com uma investigação do New York Times, trata-se de uma fazenda.

Pois é, uma fazenda. Você se lembra que, no começo desse mês, quando o Pentágono anunciou que havia realizado, o que foi meio estranho, uma operação conjunta com os militares do Equador, e que aparentemente eles estavam atacando narcoterroristas lá? Tá, teve isso, mas vamos voltar para os primeiros dias de março.

Estamos acompanhando as principais notícias dessa noite vindas da América do Sul. As forças militares lançam uma nova operação militar contra supostos narcoterroristas no Equador. O Comando Sul está compartilhando um vídeo das operações terrestres dessa noite, afirmando que está trabalhando com o governo equatoriano. Até o momento, ainda não há informações sobre o resultado dessa ação militar ou qualquer indicação de que ela tenha sido aprovada pelo Congresso.

O Comando Sul está compartilhando um vídeo das operações terrestres dessa noite,

Na verdade, como sempre fazem nesse tipo de coisa, eles postaram um vídeo nas redes sociais mostrando uma grande explosão. E nos disseram que a grande explosão foi em um acampamento do narcotráfico. Mas, segundo o governo do Equador, o ataque foi baseado em informações de inteligência e apoio dos Estados Unidos. E aqui você já pode imaginar onde eu estou querendo chegar.

Como relata o New York Times, o ataque militar parece ter destruído uma fazenda de gado e laticínios, não um complexo do narcotráfico. De acordo com entrevistas com o dono da fazenda, quatro de seus funcionários, advogados de direitos humanos e moradores e líderes de San Martín, onde o ataque ocorreu.

E antes da fazenda ser explodida, teve aquela torturinha básica. Tira o raio-x do cara e vê se tem algum calo ósseo. Os trabalhadores da fazenda disseram ao New York Times que soldados equatorianos chegaram de helicóptero no dia 3 de março, jogaram gasolina em vários abrigos e galpões e os incendiaram.

Depois de interrogarem os trabalhadores e espancarem quatro deles com coronhadas de suas armas, três dos trabalhadores disseram que os soldados os estrangularam e os submeteram a choques elétricos antes de liberá-los. Três dias depois, em 6 de março, os militares equatorianos reapareceram em helicópteros, disseram os moradores.

Eles lançaram pelo menos dois explosivos sobre os restos fumegantes da fazenda. Que beleza! Eles tinham que ter alguma cena para mostrar para o Trump, né? Ed se perguntar se a explosão da fazenda que foi bombardeada entrou para o vídeo de melhores momentos diários do Trump. E ele está falando disso aqui, ó. Esse reportagem distúrbio...

Essa informação perturbadora de que os Estados Unidos aparentemente forneceram informações de inteligência incorretas sobre essa fazenda surge ao mesmo tempo em que relatos dão conta de que Trump é tão infantil que a guerra contra o Irã está sendo mostrada a ele em uma montagem de vídeos. Ele é uma pessoa leviana e extremamente perigosa que aparentemente não consegue receber informações reais e ser informado sobre o que está realmente acontecendo com a guerra.

e ser contado o que está acontecendo com a guerra. Desde o primeiro mandato, se fala que o Trump é um aprendiz visual. O que não adianta falar muito ou querer que ele leia alguma coisa. E tem que fazer alguma coisa para capturar a atenção do rapaz visualmente. E não pode demorar muito.

Em vez disso, ele precisa dessa montagem cuidadosamente elaborada no estilo de videogame que nos faz parecer que estamos ganhando. E ao mesmo tempo ela tem que ser divertida o suficiente para manter sua atenção apesar da sua demência. Pois é, o que parece que está acontecendo é que o Trump recebe diariamente uns vídeos de uns dois minutos ou coisa assim, cheio de explosão e coisa e tal, aí ele vê aquilo e sai falando... So much winning! According to the New York Times,

De acordo com o New York Times, um homem chamado Miguel comprou a propriedade há seis anos por 50 mil dólares. Ele visivelmente estava lutando contra as lágrimas, enquanto dizia ao jornal que tudo o que existia naquela propriedade eram dois abrigos de madeira e postos avançados para fazer queijo e galpões para seus equipamentos. Presta atenção que isso aqui é importante! O New York Times destaca o fato de que, normalmente, quando o Equador apreende bens de quartéis como armas, drogas,

e etc., eles divulgam as fotos, mas nenhuma foto foi divulgada dessa vez. Por que será? Em vez disso, o New York Times tem evidências fotográficas de animais mortos e animais que sobreviveram a esse ataque. Bora para o Louis Ferré Sadorny, José Maria León Cabrera, Annie Correll e Eric Schmidt no New York Times no dia 24 de março.

As Forças Armadas Equatorianas encaminharam as perguntas ao presidente Daniel Noboa, que não respondeu a uma lista detalhada de questionamentos. Dois oficiais americanos, que pediram um anonimato para falar sobre a operação, disseram que as Forças Especiais dos Estados Unidos orientaram os equatorianos no ataque às duas casas abandonadas Rio Acima, que os dois exércitos acreditavam estarem ligadas a um grupo de tráfico.

Um dos oficiais acrescentou que os militares americanos enviaram um helicóptero para auxiliar o ataque equatoriano à fazenda, mas que não tiveram envolvimento direto no bombardeio. O Hegseth continua falando, o Trump continua falando sobre o melhor exército do mundo. Bom, mas a gente conseguiu bombardear uma fazenda leiteira. Apesar dessa incompetência, segundo Joseph Humari, secretário adjunto do Departamento de Guerra,

Parece que os Estados Unidos estão planejando expandir suas forças armadas nesse hemisfério sul. Estamos fodidos, cara! Outra guerra sem base legal, sem objetivo final e que parece não envolver nenhuma competência real. E essa parte aqui é importante, hein? É por isso que a gente está falando dessa desgraça.

Ele testemunhou perante o Congresso que os Estados Unidos não descartariam o uso de ataques unilaterais na América do Sul. Isso significa ataques sem a permissão deles e talvez até incursões terrestres. Aí, no dia seguinte da publicação da matéria do New York Times sobre o PCC e o Comando Vermelho, aconteceu lá no Texas mais uma edição da porra do CPAC. Não, Deus, por favor, não! Um ajuntamento anual de reacionários que se excitam com qualquer merda que sai das caixas de som.

Quem aí gostaria de ver um processo de impeachment? Não. A resposta tá errada. Caralho! O cara ia falar da importância das eleições parlamentares. As eleições de meio de mandato lá, que vão acontecer esse ano. E que seria crucial pra impedir uma vitória dos democratas nessas eleições aí, as midterms, porque com algum nível de probabilidade, isso levaria a um impeachment do Trump. E aí, vagabundo tá lá, sem entender o que que tá aplaudindo. É muito triste.

E harmonizando bem demais com a plateia, tava lá a trinca de patetas lesa pátria. Os irmãos Eduardo e Flávio e ele. Paulo Singuere, Paulo Singuere. Eu lembro do primeiro CIPEC que eu participei, nove anos atrás, quando só tínhamos eu e mais um brasileiro aqui e que nenhum jornal queria cobrir. Agora a gente olha aqui, tá ali a Folha de São Paulo, tá ali o UOL. Eu recebi mensagem do SBT que o SBT News vai transmitir o discurso do Flávio.

Imagina o Paulo receber uma mensagem do SBT avisando que a emissora ia transmitir ao vivo. A gente não sabe se de fato o SBT transmitiu. Mas esse é o tipo de proeza que o Fábio faria. Desculpe. Mas assim, o Flávio é presidenciável com chance de ganhar. Que testreza. O senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro, está no Texas, onde participou hoje do que é considerado o maior encontro conservador do mundo.

Aglomeração de idosos todos doentes. Deve ser insuportável. O CEPAC reúne lideranças de diversos países e funciona como um espaço de articulação entre grupos de direita. E o SBT foi bem discreto na cobertura. Jason Miller, um dos principais aliados políticos de Donald Trump, publicou uma foto ao lado do senador Flávio Bolsonaro. Na postagem, Miller incluiu a legenda, aspas, nosso próximo presidente já ganhou.

E a gente jura que a gente vai tentar ser incrivelmente seletivo com o que vai entrar aqui dos irmãos Bolsonaro. O Eduardo, por exemplo, fez um discurso e a mini parte que já entrou dele aí é tudo que vai entrar aqui. E foi a parte que talvez dê merda por aí. Mas alguém... Paulo Singuere, Paulo Singuere... Propôs que o Eduardo apresentasse o Flávio. Aí a gente ficou triste. Mas aí logo nos primeiros segundos a gente já mudou de ideia. And the ladies and jelly men's... Jelly men's... Jelly men's...

Porra, coitado do Bob Marlin Jellymans Sabe o que o Eduardo tava querendo falar? Homens de geleia, homens de geleia Mas o melhor é que o Eduardo tinha um trabalho Apresentar e brevemente o irmão Eu sei que todo mundo fica nervoso nessas situações no palco, etc e tal Mas era pro cara falar Ladies and Gentlemen E ele falou The Ladies and Jellymans O que?

não faz nem sentido. E o pior é nem isso. E se você não fala inglês, tudo bem, você não precisa falar inglês. Mas também não fica tirando onda. Os 03 que falam inglês. Os 03 que falam inglês. Os 03 que falam inglês. Imagina, o cara queria ser embaixador em Washington. Já fiz intercâmbio, já fritei hambúrguer lá nos Estados Unidos. Vou nem traduzir. Pra provar o que eu tô dizendo aqui, uma calorosa recepção ao próximo presidente do Brasil, senador e meu irmão Flávio Bolsonaro.

Bolsonaro! Alô, meu povo! É Flávio Bolsonaro! Vamos ignorar boa parte do discurso, mas o que importa é que o Flávio tentou de todo jeito apelar para o Trump. Meu pai também foi aliado de Donald Trump e o último líder mundial a reconhecer Joe Caneta Automática Biden como presidente.

Bom, autopen ou caneta automática é pra tentar ganhar o coração do Trump O ex-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, admitiu ter usado uma caneta automática para conceder perdões presidenciais Conhecida como autopen, a caneta é um dispositivo mecânico que replica assinaturas autorizadas

Ela já foi usada por vários presidentes americanos nas últimas décadas. Biden confirmou que não assinou pessoalmente os documentos, mas garantiu que tomou cada uma das decisões e autorizou todas as assinaturas. Tentaram assassiná-lo, assim como tentaram fazer com Donald Trump. Não conseguiram.

E agora ele está na prisão, assim como Donald Trump estaria se vocês não tivessem lutado com sucesso para salvá-lo. E olha aqui, se a comparação for entre os dias 6 e 8 de janeiro, tinha muito mais motivo para vender o Trump do que o Bolsonaro, focando só nesses dias mesmo, né? Aliás, vocês sabem que a gente tem um livro que explica isso.

Não todo o processo que levou à prisão do Bolsonaro e dos outros. O livro é da Gabriela Biló, com o design do Pedro Inoui. E a gente deu um espetáculo ali também. O juízo final já saiu, já está sendo entregue para todo mundo que comprou online. Está lá na Amazon, caso vocês queiram comprar online. E vai ter o lançamento em São Paulo, no dia 11, no sábado. Com o DJ, com a cerveja do Medelírio. Eu vou estar lá, a Gabriela Biló vai estar lá.

Pedro Doutro vai estar lá. Pedro Inoui, Daniel Lameira. Toda a equipe do livro vai estar lá.

E vai ter inclusive uma mesa de debate lá, com mediação do Fernando de Barros e Silva, e claro, o livro também vai estar à venda lá. Mas continuando, comparando só 6 e 8 de janeiro, já mais motivo para prender o Trump do que o Bolsonaro. E o mundo inteiro olha para o Brasil e fica admirado com um dos únicos países que conseguiu peitar a extrema-direita minimamente, incluindo aí os bilionários donos das redes sociais. As mesmas pessoas que prenderam o meu pai, tiraram esse homem, o ex-presidente socialista Lula da Silva, condenado várias vezes por corrupção.

Da prisão e o colocaram de volta na presidência. Tiraram o Luna da cadeia, tornaram ele elegível, ele ser presidente na fraude. É, você que é professor de inglês deve estar gritando por dentro. Mas condenado múltiplas vezes é o caralho, né? Tudo isso sob uma enxurrada de dinheiro da USAID e uma interferência maciça do governo Biden. O resultado? O resultado?

O Brasil está vivendo uma crise econômica devastadora. Uma crise de segurança pública com uma enorme expansão de cartéis narcoterroristas e múltiplos escândalos de corrupção, envolvendo até mesmo membros da própria família de Lula.

Que quadra da história, hein, senhoras e senhores? Flavinho Desmaio tá denunciando a corrupção do filho do presidente. Tem todo o lance da rachadinha lá que o Flávio... Esse é um assunto do Flávio. É um assunto do Flávio. Eu não vou falar que filho de ninguém é assunto do Flávio. Respondo pelos meus aços. O Flávio responde pelos deles. Eu sou um cara de negócios. Eu faço dinheiro, eu faço. E essa que é a desgraça, né? O Flávio Bolsonaro tem muita pilantragem. Mas pra qualquer denúncia vai vir um... E o Lulinha, hein? Brasil is Lord...

O Brasil é maior em território do que os Estados Unidos continental. Temos 220 milhões de habitantes em uma nação que é 90% cristã. O Brasil será o campo de batalha onde o futuro do hemisfério será decidido. Porque o Brasil é a solução dos Estados Unidos para romper a dependência da China em relação aos minerais críticos, especialmente os elementos das terras raras.

E a porra dos americanos aplaudem, né? Claro. Atualmente, os Estados Unidos ainda dependem da China para cerca de 70% das importações de terras raras. E a China controla 70% da mineração global e mais de 90% do refino e processamento. Por que isso importa? Essas terras raras são essenciais para processadores de computador.

E para a revolução da inteligência artificial que está transformando nosso mundo e os equipamentos de defesa americanos. Sem esses componentes, a inovação tecnológica americana se torna impossível. E a produção do sistema militar avançado...

que mantém a superioridade americana, cai nas mãos de adversários. Sem eles, a revolução tecnológica americana vai estagnar. E a segurança nacional ficará vulnerável. E quando os Estados Unidos se tornam vulneráveis, todo o mundo livre se torna vulnerável.

Pelego! Puxa saco. Sabe qual a chance do Brasil dar conta de substituir a China e saciar toda a demanda dos Estados Unidos? Nenhuma. Zero. Então, como tem sido a relação do Brasil com os Estados Unidos, desde que o homem que Joe Biden e o Estado Profundo Americano trabalharam tanto para levar ao poder e ao controle? Lula e seu partido são abertamente anti-americanos.

Mas pode-se falar que o Lula é anti-imperialista? Ah, pô, vocês lembram quando o Lula ameaçou os Estados Unidos com pólvora? Assistimos há pouco aí um grande candidato à chefia de Estado dizer que se eu não apagar o fogo da Amazônia, levanta barreiras comerciais contra o Brasil. E como é que nós podemos fazer frente a tudo isso? Apenas a diplomacia não dá, né, Ernesto? E quando acaba a saliva, tem que ter pólvora, senão não funciona.

Ele fala publicamente sobre minar o dólar como moeda global. Tá certíssimo. Diz aí, Bolsonaro. A linha com a direção, a bandeira americana. Estados Unidos, acima de tudo. Pô, daqui a pouco o lema de campanha do Flávio vai ser... America First. Pro Brasil é bom o dólar deixar de ser moeda global, hein? Lembrando que o dólar vai deixar de ser moeda global não por causa dos... Entre aspas. ...inimigos dos Estados Unidos. Os Estados Unidos usaram e abusaram das sanções.

Pra que ter dinheiro em dólar se os Estados Unidos podem sancionar quando eles bem entendem? Os ouvintes mais atentos sabem porque a gente já falou isso aqui. Não me recordo, não me recordo, não me recordo, não me recordo. Ele fez uma aliança do Brasil com a China numa escala massiva. Drama! Acontece que o Brasil é um fazendão e a China é o maior comprador das nossas commodities, porra. É o nosso maior parceiro comercial. O que o Flavinho Desmaio quer? Cuspir no nosso maior parceiro comercial? A máfia chinesa.

E abraçar o império em declínio? Ele vai lá pros Estados Unidos e vai arrancar até o couro do Trump pra ajudar o nosso país. Não parece! Diz aí Flavinho Bolsonaro do começo de fevereiro desse ano. Eu não, quando for pra qualquer mesa de negociação pra fora, não tem subordinação, não tem submissão, não tem nada. Tanto é que eu falei, você é pragmático. Se em determinada área a China vier alguma coisa, alguma proposta, seja melhor pro povo brasileiro, pro nosso desenvolvimento do que os Estados Unidos, eu não tenho problema nenhum. Volta pro Flávio da CPEC.

Ele tem interesses opostos aos dos Estados Unidos em todos os itens de política externa, tendo criticado publicamente as ações do presidente Trump em relação à Venezuela, Irã, Cuba e a luta contra o tráfico de drogas. Mas aí a gente vai falar de Cuba nesse episódio, mas não agora. Calma! Calma, meu amigo! Calma!

Bora combinar que qualquer pessoa minimamente razoável criticaria toda e qualquer medida de política externa do Trump, né? Tá, tudo bem. Repara na insanidade anunciada pelo Pete Hegseth, o secretário da... É por isso que o presidente Trump elaborou um novo mapa estratégico da Groenlandia ao Golfo da América, dar o canal do Panamá aos países vizinhos. Caralho, Marquinho!

No Departamento da Guerra, chamamos esse mapa estratégico de Grande América do Norte. Por quê? Porque todas as nações e territórios soberanos ao norte do Equador, da Groenlândia ao Equador e do Alasca à Guiana, não fazem parte do sul global. É o nosso perímetro de segurança nessa grande vizinhança em que todos vivemos. Cada um desses países faz fronteira com o Atlântico Norte ou com o Pacífico Norte.

e cada um deles está situado ao norte das duas principais barreiras geográficas que existem nessa região. A Amazônia e os Andes. Isso é a geografia básica, que não ensinamos nas escolas tanto quanto deveríamos. E isso restaura as nossas relações norte-sul, e precisamos acertar isso.

No norte, os Estados Unidos devem reforçar a sua posição e presença em cooperação convosco e com os nossos parceiros soberanos para defender o nosso perímetro de segurança imediato comum no sul. Ou seja, a sul do Equador, o outro lado dessa grande vizinhança. Pois é, ele está falando da porra toda. Tem tudo para dar incrivelmente errado. Agora, entendo que o presidente Trump esteja muito ocupado para tornar a América grande novamente e precisa manter relações institucionais com líderes de todos os países.

independentemente de suas preferências pessoais. E eles sabem que, às vezes, quando cercado por assessores com seus próprios interesses, a imagem fica turva.

Mas estou confiante de que o maior negociador da história consegue facilmente enxergar quem são os verdadeiros aliados do Brasil. Desça daí, seu forno, desça daí! Pois é, senhoras e senhores, esse é o Flavinho Desmaio reconhecendo que a família perdeu o Trump pro Lula. Sabe, não pintou química, pintou uma indústria petroquímica.

É verdade que o Trump sempre desprezou o Jair, né? O fugitivo Jair passou três meses na Flórida ali no começo de 2023. O Trump, sem mandato na época, estava logo ali do lado em Mar-a-Lago e não teve um mísero encontro.

Nessa época, inclusive, eles foram pra um sepac no mesmo dia. Mas não se encontraram. Não teve um oi, não teve uma foto. E a nossa hipótese é de que alguém mostrou a foto do Bolsonaro comendo frango com farofa. Comendo farofa e galinha outro dia. Deu um arroto lá que, lamento. É nojento. Esse cara é nojento. Aí o germofóbico Trump prometeu nunca mais encontrar o Jair. E vamos pra uma pausa dos nossos anunciantes.

Nessa quadra miserável da história aí, a geopolítica enlouqueceu e também estamos vendo a influência de coaches de relacionamento e discurso redpill com impactos cada vez mais negativos. Tá, misoginia deve virar crime agora, mas os casos de violência contra as mulheres aumentam. E ainda assim, um monte de homem tá sem saber muito bem onde se colocar nesse mundo.

Entre o silêncio constrangedor e o discurso raivoso tem um espaço enorme. E é aí que entra o podcast, tadinho, tá difícil ser macho? Contém sarcasmo, hein? Um espaço de conversa sem roteiro engessado, nem resposta pronta, mas com responsabilidade pra falar sobre masculinidade do jeito que ela é vivida. Com insegurança, contradição, ego, afeto, medo e até um pouco de vergonha. E com razão, né? Você não deveria estar desconfortável com esse momento.

Mas se você tá ainda, talvez essa conversa também seja pra você. Procura aí por Tadinho Tá Difícil Ser Macho no Spotify, no YouTube e nas redes sociais.

Agora voltar para o Flávio e o seu discurso todo trabalhado num fanatismo religioso básico. E que, acima de tudo, luta pela liberdade e pelos valores tradicionais. Explica pra gente o que isso significa. O artigo 226, que lá está escrito que família é homem e mulher, mesmo mudando isso. Como não dá pra emendar a Bíblia, eu vou continuar acreditando na família tradicional. A mulher deve ser submissa ao homem.

O feminismo só vai adiante quando homens de geleia não se posicionam. Se o feminismo cresce, é por causa de um homem frouxo. Olha que legal! Um presidente que proclama sem medo que Jesus Cristo é o nosso Senhor. Essa historinha de Estado leico não é Estado cristão!

Trump 2.0 tá sendo muito melhor do que o Trump 1.0, né? Nem por um caralho! Porra, e hoje quem não tá com saudade do primeiro mandato do Trump tá maluco. Era loucura? Era loucura, claro. É Trump, porra. Mas era a Disneylândia perto do que a gente tá vivendo de 2025 pra cá. Bom, Bolsonaro 2.0 também vai ser muito melhor.

Graças à experiência adquirida durante a presidência do meu pai. Vai ser a referência de um governo meu que o presidente Bolsonaro fez. Devemos, sim, voltar à normalidade. Não! Eu prefiro morrer. Que ninguém tenha dúvida disso, hein? Eles vão vir com a faca nos dentes. Possibilidade de força. De uso da força. A gente tá falando de possibilidade de interferência direta entre os poderes. Mas os Estados Unidos também terão seu aliado de volta. Brasil e Estados Unidos foram feitos um pro outro.

É como um casamento, muitas vezes. É como um casamento. Nosso casamento quase perfeito. Realmente é mais que um casamento perfeito o sentimento que eu levo, especial com o presidente Putin. Olha só! Compartilhamos os mesmos valores judaico-cristãos e temos o que o mundo precisa. E o que é o ocidente? Flávio nunca foi religioso, né? Recentemente deu por isso aqui, ó. Depois da maior escuridão é que vem a tua luz.

E nós estamos esperando a sua luz hoje, senhor. E essa religiosidade do Flávio lembra muito a sua veia empreendedora. Os tratos da conta bancária da loja de chocolates de Flávio Bolsonaro mostram depósitos sucessivos, em espécie, todos do mesmo valor. A suspeita é que a franquia, num shopping do Rio de Janeiro, tenha sido usada para lavar dinheiro. É uma encruzilhada que os Estados Unidos enfrentam. Ou você tem o aliado mais poderoso do hemisfério, ou um antagonista que se alinha com os adversários dos Estados Unidos.

que torna impossível qualquer política americana para a região.

Aí eu acho exagero. Está exagerando. E é sempre bom lembrar a política americana para a região, hein? Quando eu saí, a Venezuela estava quase quebrando. A gente teria pego todo aquele petróleo logo aqui perto. Precisamos de acesso ao petróleo. O que o Donald Trump nos apresenta é um retorno, vamos dizer, a essa fase clássica do imperialismo. Em que o uso da força física, do poder iubélico, a apropriação dos recursos naturais, demonstra um pouco esse retorno.

a esses instrumentos, vamos dizer, clássicos do imperialismo, principalmente o uso da força militar e a apropriação dos recursos naturais. Então acho que é isso que a gente está vivenciando. Volta para o Flávio. Alguns de vocês estão se perguntando como podem ajudar. Vou pedir diretamente a vocês. Não queremos interferência nas eleições brasileiras, como aqui o governo Biden fez para levar Lula ao poder.

Como eu disse, vou vencer porque é a vontade do meu povo. Eu não sou o povo desse rapaz! Nunca fui o povo desse cidadão! Quem é ele pra dizer agora que eu sou o povo dele? Não sou ilerente desse tipo!

Mas para que essa vontade seja preservada, precisamos de eleições livres e justas. Vai tomar no cu, cara. Toda hora essa discussão, cara. O que nós queremos são eleições limpas, transparentes, onde o eleito realmente reflita a vontade da sua população. Fazemos eleições limpas no Brasil ou não temos eleições. Nós queremos eleições limpas e dá tempo ainda e temos eleições limpas.

Serão respeitados os dados das urnas desde que as eleições sejam limpas e transparentes. O que queremos no nosso Brasil? Ganhe quem ganhar as eleições. Eu entregue a faixa. Numas eleições limpas, democráticas e auditáveis. Chega! Meu apelo aqui, não apenas aos Estados Unidos, mas a todo mundo livre, é esse.

Observem as eleições brasileiras com enorme atenção. Aprendam e compreendam o nosso processo. Monitorem a liberdade de expressão do nosso povo e exerçam pressão diplomática para que nossas instituições funcionem adequadamente. É golpe. Pra caralho! Em vez de o governo Biden interferir em nossas eleições para instalar um socialista que odeia os Estados Unidos, exerçam pressão diplomática por eleições livres e justas.

Baseadas em valores de origem americana. Como assim? Essa imagem do Lula socialista. Paraíso socialista defendido pelo PT. Sempre tira um sorriso de orelha a orelha, hein? Imagina o Lula socialista, porra. Lula é bicampeão mundial de conciliação. Sem falar que o Trump adorou o Lula, hein? Eu o vi, ele o vi e nós a abrachamos. Essa é uma boa oportunidade para a política externa da região, não é? Meu pai está preso essa noite pelas mesmas crenças de vocês.

Mas seu sacrifício não será em vão. No ano que vem, quando eu voltar a esse palco como presidente do Brasil, não estaremos apenas comemorando mais uma vitória eleitoral. Estaremos comemorando o nascimento da aliança conservadora mais forte da história do hemisfério ocidental.

O início de uma nova era em que a liberdade vence e em que vale a pena defender nossos filhos e o hemisfério.

Deus abençoe a América, Deus abençoe o Brasil, muito obrigado. Brasil, Estados Unidos, acima de tudo, Brasil acima de todos. Não faz muito sentido. Isso lembrou demais o Orbán, nosso prezado primeiro-ministro Orbán, num sepac desses que rolou dia desses na Hungria. Desde a vitória do presidente Trump, o mundo ocidental tornou-se um lugar melhor.

A propaganda de gênero e a ideologia woke foram repelidas. As pessoas podem abraçar com orgulho o cristianismo como fundamento e força sustentadora da nossa civilização. O que está acontecendo agora é o maior realinhamento político na civilização ocidental em 100 anos. Olha o tamanho da merda! O epicentro dessa mudança são os Estados Unidos e sua base avançada na Europa é a Hungria. Esse trecho aí estava no Last Week Tonight do John Oliver. E o John Oliver foi na mosca.

Uau, tem muita coisa aí, mas citar o maior realinhamento político do Ocidente em 100 anos é bastante impressionante, considerando o que começou a acontecer na Europa há cerca de 100 anos. Vai se fuder, hein? Aqui ninguém tem a dúvida. Tem fascismo pra caralho no Trump, tem fascismo pra caralho no Orbán, quem tá apoiando o bolsonarismo tá abraçando o fascismo. Quando você bate o martelo com energia, traz coisa boa.

Sobre bebês cubanos e palestinos. Enfim, vamos falar sobre Cuba. O Flavinho Desmaio disse não entender como alguém pode criticar o que os Estados Unidos fazem com Cuba, mas na verdade é a coisa mais fácil do mundo, né? Mas acho que Cuba está no fim. Minha vida toda eu ouvi falar sobre os Estados Unidos e Cuba. Quando os Estados Unidos vão fazer isso?

Eu acredito que eu vou ter a honra de tomar Cuba. Uma grande honra. Tomar Cuba? Tomar Cuba, de alguma forma, sim. Tomar Cuba, quer dizer, seja libertando-a, tomando-a. Acho que eu posso fazer o que quiser com ela.

Quer saber a verdade? Eles são uma nação muito enfraquecida agora. Para conseguir isso, o Trump está cometendo mais um crime de guerra. Desde o começo de 2026, o Trump impôs uma espécie de bloqueio naval para que nenhuma gota de petróleo chegue a Cuba. E aí, tribunal de AIA!

Desde o início de janeiro, Cuba tem lutado para importar combustível suficiente para manter suas usinas de energia funcionando. E é aqui que a crise se aprofunda. Sem combustível, a geração de eletricidade entra em colapso. Sem eletricidade, quase tudo começa a falhar.

Os sistemas de água param de funcionar porque as bombas precisam de energia. E isso num país que há mais de 60 anos é financeiramente asfixiado pela maior potência mundial. A menção ao bloqueio aponta diretamente para um dos fatores mais críticos por trás da crise atual de Cuba.

O endurecimento das sanções americanas, particularmente sobre o petróleo. Para entender isso, precisamos dar um passo atrás. O embargo americano a Cuba remonta a 1959, após a Revolução Cubana liderada por Fidel Castro. Quando o governo cubano nacionalizou ativos de propriedade americana, Washington respondeu com restrições econômicas.

E aqui uma pequena pausa para entender como foi o começo do embargo. A evolução do Fidel venceu. E esses terríveis revolucionários propuseram ressarcir todos aqueles que tiveram propriedades nacionalizadas. Vários países aceitaram menos um. Música

Eles ofereceram isso nos anos 60. Os Estados Unidos recusaram porque pensávamos que iríamos promover uma mudança de regime. Então, por que aceitar um acordo se iríamos promover uma mudança de regime? Não derrubamos o governo. Falhamos repetidamente. Tentamos assassinar Fidel Castro, sei lá, mais de uma dúzia de vezes. Tentamos invadir a Baía dos Porcos. Não funcionou. Todos os outros países, França, Itália, Espanha, todos aceitaram compensações pelo que foi nacionalizado.

Os Estados Unidos se recusaram e passaram as próximas seis décadas tentando derrubar o regime. E o Trump jura que o gran finale vai se dar sob o seu comando.

Com o tempo, especialmente durante a Guerra Fria, essas restrições se expandiram para um embargo comercial quase total, com o objetivo de isolar Cuba e limitar a disseminação do comunismo. Hoje, essa política, que já dura décadas, assumiu uma forma nova e mais agressiva. No início de 2026, os Estados Unidos introduziram medidas especificamente concebidas para interromper o fornecimento de combustível a Cuba.

O petróleo venezuelano, que antes era vital para Cuba, foi cortado após mudanças políticas em Caracas. Ao mesmo tempo, Washington começou a pressionar outros países, ameaçando impor tarifas a qualquer um que fornecesse petróleo à ilha.

Aí, há alguns dias, rolou isso aqui, ó. Um navio petroleiro russo, que transportava um carregamento humanitário de 100 mil toneladas de petróleo bruto, chegou a Cuba hoje, de acordo com agências internacionais, citando informações do Ministério dos Transportes da Rússia. De acordo com os dados de rastreamento de navios, essa embarcação navegou ao longo da costa norte de Cuba, depois de que o presidente Donald Trump dos Estados Unidos sinalizou ontem que estava...

estava revertendo a decisão dele de bloquear os embarques de petróleo para Cuba. De petróleo para Cuba. Ele disse que não via ali nenhum problema com qualquer país enviando essa ajuda, esse petróleo bruto, para a região. Essa fala que veio em uma conversa com jornalistas no avião presidencial Air Force, aquela conversa tradicional que ele faz com a imprensa, e ele chegou a dizer por ali que a publicação, que a população de Cuba precisa de energia para aquecimento e refrigeração, e chegou a justificar essa liberação por acreditar que a queda iminente do governo cubano vai acontecer de qualquer forma, dizendo ali para os jornalistas, Cuba está acabada, eles têm um regime ruim.

Se conseguirem ou não, um navio de petróleo não vai fazer nenhuma diferença. E se você é daqueles que tá do lado dos Estados Unidos nessa questão aí? Mano, corra, rapaz. Aí México e Espanha enviaram petróleo pros cubanos, além da Rússia, antes do bloqueio imposto pelo Trump. E o Brasil não mandou. O Brasil só agora mandou remédios e alimentos pra Cuba. Mas o que tá faltando mesmo lá é petróleo.

E a gente tem petróleo, porra. O que está faltando é coragem. Se o México faz isso, por que o Brasil não pode fazer? As luzes se apagaram em Cuba novamente. Mais de 10 milhões de pessoas ficaram repentinamente no escuro após o colapso da rede elétrica nacional do país pela segunda vez em apenas uma semana.

O que se seguiu não foi apenas mais um apagão. É um lembrete contundente de uma crise que vem se agravando há anos. E a crise se encontra na interseção de energia, política e, obviamente, sobrevivência. O colapso mais recente começou no sábado à noite, quando uma grande usina de energia em Nuvitas, no leste de Cuba, saiu de operação.

Em poucos minutos, toda a rede elétrica falhou. Hospitais e sistemas de abastecimento de água tiveram prioridade enquanto as autoridades tentavam restabelecer a energia. Eu visitei o hospital pediátrico. Sabe o que as enfermeiras e os médicos me disseram? Que quando a energia acaba, eles imediatamente ligam as lanternas dos celulares e correm para os bebês que estão nos respiradores.

Porque tem um intervalo. Tem um intervalo entre o momento em que a energia acaba e o momento em que o gerador entra em funcionamento. Isso pode levar 5, 6 ou 7 minutos. Um bebê pode morrer nesse tempo em um ventilador. Então eles têm que pegar o telefone, acender a luz, correr e bombear o ventilador manualmente. Tudo porque os Estados Unidos decidiram que o México não pode vender petróleo e combustível para Cuba.

O bloqueio dos Estados Unidos em Cuba está matando bebês. Isso acontece há sete anos. As taxas de mortalidade infantil mais que dobraram na última década. Isso se deve principalmente às sanções dos Estados Unidos. Impor esse tipo de sofrimento à população civil é um crime de guerra, porra. E ainda mais sádico se feito pelo país que impôs sanções ao país por seis décadas. Ah, e por falar em vilezas inimagináveis e com bebês... Jawad Abu Nassar.

Jawad Abu Nasser de volta aos braços de sua mãe, Wad. Ele é jovem demais para dizer como sofreu essas lesões, mas sua família teme que tenham sido infligidos deliberadamente por membros das Forças de Defesa de Israel. Pois é, procure aí as imagens e olhe as feridas com os seus próprios olhos.

Quando chegamos em casa, vi que suas calças estavam cobertas de sangue. Ele estava sentindo muita dor. Quando levantei a perna da calça, vi que suas pernas tinham marcas de queimadura de cigarro. Havia também um ferimento, possivelmente causado por metal, com entrada e saída.

Perguntamos à Cruz Vermelha se eles tinham visto os ferimentos de Jawad. Eles disseram que não podiam dizer por motivos de privacidade, mas disseram que incentivavam a família a levá-lo para ser examinado por um médico o mais rápido possível. Ele foi levado ao Hospital Al-Aqsa e examinado pelo Dr. Bizan Ahmed.

Notei várias marcas distintas na parte inferior do corpo. Elas tinham formato circular e eram compatíveis com marcas de queimadura causadas por pontas de cigarro. A forma como estão espalhadas pelo corpo indica sinais de tortura ou punição. São queimaduras de segundo grau, onde há danos nos tecidos e possivelmente nos nervos.

Governo cujo primeiro-ministro classifica os palestinos como Amalek, nega. As forças de defesa de Israel afirmam que a alegação de que abusaram de Jawaad é propaganda do Hamas, insistindo que ele foi cuidado por um médico militar em todos os momentos e que seus ferimentos provavelmente foram causados por estilhaços do tiro de advertência.

Então tudo bem, né? De novo, procurem aí pelas imagens das feridas e vejam se tem cara de estilhaço de tiro ou coisa assim. Mas seguindo, vocês devem ter visto por aí que Estados Unidos, Argentina e Israel se opuseram a reconhecer o tráfico de escravizados como um dos crimes mais graves contra a humanidade.

O pessoal tá fazendo competição de beleza, só pode ser isso. Pois é, outros países canalha e se abstiveram também. Mas contra, contra mesmo, só tiveram coragem Trump, Milley e Netanyahu. E bizarramente são esses três que a nossa elite tem como modelo. Por que será? A escravidão permanecerá.

Por muito tempo, como a característica nacional do Brasil. Novidade nenhuma entre os Estados Unidos, Israel e Argentina dizerem não a reconhecer que os negros foram escravizados e que isso foi um crime contra a humanidade.

não acreditam sequer na humanidade, eu não acho que eles acreditem na humanidade, veja aí o que Israel e os Estados Unidos fizeram na faixa de Gaza, que estão tentando fazer agora no Irã, é lamentável. E o Millet...

um capacho aqui no Brasil para os Estados Unidos e para Israel no caso o Flávio Rachadinho Puxa daí Cunha Que Deus tenha misericórdia dessa nação Tchau pra vocês, vem pianinho E hoje a gente fica por aqui

Esse episódio usou áudios de...

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Assina o nosso feed no seu agregador de podcast favorito e dá uma olhada nas nossas redes sociais. E também no loja.medoedelirimbrasilia.com.br Eu sou o Cristiano Botafogo, o Medo e Delirio em Brasília é escrito por Pedro Doutro e produzido pelo Guilherme Gandolfi, arroba Gui Frodo nas redes sociais. Bora passar pano? Não. Mas bora passar menos raiva? Bora!

Me permite uma parte? Não lhe dou a palavra. Fala, ouvintes do Medo e Delírio. Aqui é Camila, sou secretária-geral da União Nacional dos Estudantes e estive recentemente em Havana, Cuba, em uma missão de solidariedade concreta com o povo cubano, levando doações de alimentos, medicamentos, insumos médicos para esse povo que sofre com os bloqueios e embargos econômicos dos Estados Unidos, mas que também resiste em defesa da sua soberania, sua autodeterminação e o seu processo revolucionário.

Lá em Havana, nos três dias que eu vivi, eu vi muitas coisas e eu quero contar algumas coisas para vocês.

A primeira delas é que o bloqueio econômico e o impedimento de envios de petróleo para Cuba, feito pelo imperialismo norte-americano, tem impactos muito concretos na vida do povo. Falta medicamentos nos hospitais e postos de saúde, as universidades estão sem aulas desde fevereiro, e sequer a modalidade à distância é possível de ser feita porque falta eletricidade nas casas. O acesso a alimentos está muito difícil porque não tem combustível para abastecer os mercados, e o deslocamento das pessoas em Havana também, porque o pouco combustível que tem custa muito caro e nem todas as pessoas têm acesso.

condições para abastecer. As ruas estão cheias de lixo porque sequer tem combustível para fazer, para abastecer os caminhões que limpam as ruas cotidianamente, como estamos acostumados aqui no Brasil. Tem apagões constantes que o povo não sabe quanto tempo eles vão durar e onde eles acontecerão. Eles podem ser localizados em alguns bairros ou apagões nacionais, como o que eu vivi de mais de 20 horas, em que simplesmente a luz acabou, a eletricidade acabou.

E nós não tínhamos notícia de quando ela voltaria. O uso das redes sociais, das big techs, dessas grandes empresas. Para espalhar notícias falsas e disputar as ideias do povo cubano. É uma coisa que também nos preocupou muito nessa nossa passada breve lá em Cuba. Tem sim contradições internas no país. Como existem em todos os países do mundo.

Acentuações de traços de desigualdade sociais têm gerado descontentamentos em relação ao governo. Mas isso é muito diferente do que a mídia hegemônica, a mídia burguesa faz parecer. Como se houvesse grandes manifestações e um grande descontentamento da maior parte da população cubana com o governo. Isso é uma mentira. Eles têm contradições.

As pessoas percebem essas contradições e cobram sim que o governo tome decisões, tenha iniciativas e dê respostas às condições de vida do povo, que tem piorado nesse último período. Por fim, lá em Havana, eu também vi uma chama que encheu meu coração de esperança, de vontade de seguir defendendo a Revolução Cubana, que é a certeza que o povo de Cuba tem de que a sua autodeterminação, a sua soberania e o legado de Fidel, de Che e do processo revolucionário ainda segue viva.

No coração dos cubanos, existe um sentimento muito grande de irmandade entre Cuba e o Brasil por lá. E eles esperam de nós muita solidariedade e uma contribuição ativa na defesa do seu processo revolucionário. Denunciando aqui no Brasil os bloqueios econômicos, os embargos, mas que também aponte para um sentido estratégico de um país que seja cada vez menos dependente, na sua matriz energética, do petróleo. Então eles também estão estudando formas renováveis, sustentáveis de energia e esperam muito que a ciência, que a educação brasileira também possam contribuir nesse desafio. É o nosso laço e a nossa solidariedade com Cuba e com todo o povo cubano.

Acabou? Não. Silas Malafaia! Que doutrina é essa? Você está fazendo uma confusão. Os cristãos da igreja primitiva resolveram voluntariamente doar propriedades, riquezas com aqueles que não tinham. Uma decisão pessoal do cristianismo. Obras são pessoais. Dinheiro da igreja, bíblicamente falando, é para manutenção da casa do Senhor e expansão do reino de Deus na Terra. Não tem doutrina na Bíblia de que o dinheiro da igreja é para distribuir para os membros.

Isso é uma aberração. Silas Malafaia! O avião foi comprado em 2009 pela Associação Vitória em Cristo, dando satisfação aos parceiros que eu precisava de uma ferramenta, não para passear com a minha família, de trabalho. O que eu acho engraçado é o seguinte. Olha como é que é. Quer dizer que você pode comprar um carro, não é errado. Mas comprar um avião é pecado. Porque o dinheiro é maior.

Que lógica em lógica é essa? E, na verdade, o avião que eu comprei hoje está bem velho. Ele é avião 1985. Está bem conservado. E eu estou precisando trocar. E estou orando a Deus para me abrir portas, para tocar em pessoas, que eu preciso de um avião mais novo. E não é meu. É uma ferramenta de trabalho. Se você não precisa, é uma questão sua.

Não julgue os outros por você. É babaca pra caralho. Acabou? Não. Quem quiser que o Brasil seja governado como é governado, tem sido governado o estado do Rio de Janeiro, vote Flávio Bolsonaro. Que vai ser uma extensão, vai ser... Não vai ser privilégio só nosso, não. Vai ser para todos. Vamos nacionalizar a LERJ. O que você acha? É isso. Mas é isso que vai ser.

Assim como o governo Crivella Era uma miniatura dessa turma Governando do município do Rio de Janeiro E o grupo Da Alerje É agora, nesse governo que acabou E que não acabou porque a Alerje está lá É uma extensão desse mesmo grupo Para o nível estadual

é o que vai acontecer no país se você e o Flávio Bolsonaro for eleito. Vai ser o mesmo tipo de política, a mesma malandragem, a mesma corrupção, o mesmo governo miliciano. Eu acho que, inclusive, pior do que no caso do governo do pai. Acabou? Acabou sim. Acabou? Acabou. Porra, acabou.

Beijinho, sigamos com muito amor e poesia. Ouve a voz do seu Perínio. A boca é um ano da faça. Varanda do porro. Flexotan não se toma na veia. Essa porra é maconha. Quando você é jovem, qualquer pessoa que tem um baseado vira seu amigo. O Bolsonaro sendo atropelado. Tô de acordo.

Fazer as pessoas passarem fome. É isso. Cenoura, cenoura. Mais ou menos isso. Que porra é essa aqui? É maconha essa porra? E aí, fuma! Duzentos baseados! Muita gente. Muita, mas muita gente. Conversa de bêbado. Nem todo artista é maconheiro. Mas todo maconheiro é um artista. Algum delírio. Presunto parma, vamos lembrar, não é qualquer presunto. Não é proibido.

No Brasil, transar. Antigamente as pessoas ainda coçavam a virilha. Hoje nem isso, coça mais. Pegue sua Toyota, empurre dentro do seu cu. Um Opalão, um Chevette, um Golbolinha. Vai deixar eles mijarem em cima de você. Lixo, arrombado. Vai entrar o grosso. O grosso chegou! Ai, que dor no meu pau. Eu sou especialista em pau. É a piroca. Ela é bastante extenso. Veja a gramatura. Você não sabe como eu ficava feliz. Quando eu vi um trabalhador mostrar uma pica. Também entra, também entra.

Cadê os machos? Eles têm um pênis. Pistolão bonito, né? Há controvérsias. Contém ovos. Não esqueça de lavar os testículos, a virilha e o ânus. 95% da população mundial faz errado a limpeza do ânus. Ânus. Os galináceos têm pênis. Tem graça esse final? Não, né? Desculpa. Desculpe. Desculpe. Desculpe. Desculpe. Desculpe. Pera um pouco, querido. Pera, só um minuto. Só um minutinho.

E estamos esperando aí. Calma, calma, calma. Relaxa. Pronto, tá bom. Era isso. Acorda, vagabundo. Acorda. Acorda. Obrigado, minha gente. Deus proteja todos. Sejam felizes. Abraço. Deus proteja todos.

Essa é uma música de amor. Muito amor por algo muito precioso para todos nós.

Eu sei não cumprir meu papel, não dei valor Te peço perdão, declaro meu amor E publicamente te enalteço

E não tem nenhuma ação Continuarei Um verde móvel fixo quieto Digo logo que Não farei nada de concreto Peço que venha a vocês Sejam bem-vindos

Te amo, te amo, te amo Democracia Te amo, te amo, te amo Democracia

Por favor, Cristiano Botafogo! Cristiano, meu filho! Cristiano, meu filho! Esse é o ato! Muito bom, gente! Bora lá?

Chegou fim de semana e todo mundo vai sair Eu vou pra rua beber cana com os amigos, vou curtir

Semana foi pesada, cansado de trabalhar Sexta-feira à noite, parou no primeiro bar Ligo pros amigos, olha só, eu tô aqui Tem só um que eu não ligo, pois nunca pode sair Mesmo com pastel, mesmo com cerveja O rapaz não aparece, acho que entrou pra igreja Nunca vai foi no primeiro bar

O pagode vai desistindo, todo mundo pode, só não pode o Jair Chegou o fim de semana, todo mundo vai sair Só não vai Jair, só não vai Jair Eu vou pra rua beber cana com meu amigo, vou curtir Só não vai Jair, só não vai Jair E aí, chegou o fim de semana, todo mundo vai sair Pero não Jair, pero não Jair Com os amigos por na calle, me traguem, tô presumindo Pero não Jair

Chegou o fim de semana e todo mundo vai sair Só não vai sair, só não vai sair Eu vou pra rua beber cana com os amigos eu vou curtir Só não vai sair, só não vai sair Mas chega o fim de semana e todo mundo vai sair Pero não vai sair

Mas não é sair, mas não é sair Acaba a semana, não quero trabalhar Ele vier por noite e eu vou emborrachar Le chamo aos amigos, venga, sei que estou aqui Mas a um não lhe chamo porque não pode sair Hoje toca ferreiro, hoje toca cerveza O garoto onde está? Mataram por uma igreja Já não vai lá, cumprinha, pobre que se vai aburrir Todo mundo pode, mas não pode sair Chegou o fim de semana e todo mundo vai sair Só não vai sair

A rua americana com os amigos vão curtir Só não vai sair, só não vai sair Mas chegou o fim de semana e todo mundo vai sair Pelo no Jair, pelo no Jair Vou na calle, mis amigos, o traguito pra sumir Pelo no Jair, pelo no Jair Chegou o fim de semana e todo mundo vai sair

Só não vai sair E aí é o fim de semana e todo mundo vai sair Pero... Pero... Com os amigos por la calle e mi traguito presumir Dene! Chegou o fim de semana e todo mundo vai sair Só não vai sair Eu vou pra rua bebendo cana com os amigos eu vou furtir

Mera noja aí, mera noja aí Nosso amigo porta-calha é vitraguito a pressupir Mera noja aí, mera noja aí Uhul! Que bonito! Gente, agora vai ser aquele momento de muita emoção É uma música romântica que fala de sentimentos

Lacumbia artificial, medo e delírio Eu só queria ser surfista na moral Você me obrigou a ter carreira, a ser formal Eu viajava e você caia em mim

Fica comprando tuas besteiras por aí Subi na vida, mas nunca foi o que eu quis Foi por você que eu fiz tudo o que eu fiz Briguei com todos e do mundo me isolei Cê foi a única pessoa que eu amei

Agora você me chama de infantil Elogiou o seu amigo e me cuspiu Você apontou os meus quarenta de idade Eu disse tenha mais responsabilidade

Por que você me joga assim tão para baixo? Será que na sua vida eu não mais me encaixo? Fico nervoso, não sei mais o que fazer Só falta algo que eu tenho que dizer Alguém vai tomar no cu

Eu não sou seu capacho Pra você zombar de mim Tocou fogo na floresta Pra te ver queimar no fim Vai tomar no cu Engado do caralho Eu não sou seu capacho Pra você zombar de mim Tocou fogo na floresta Pra te ver queimar no fim

A gente acha que conhece as pessoas Mas quando vê Elas passam a gente pra trás Eu só queria ser surfista na moral Você me obrigou a ter carreira, a ser formal Eu viajava e você caia em mim

Fica comprando tuas besteiras por aí Subi na vida, mas nunca foi o que eu quis Foi por você que eu fiz tudo o que eu fiz Briguei com todos e do mundo me isolei Você foi a única pessoa que eu amei Agora você me chama de infantil

Elogiou o seu amigo e me cuspiu Você apontou os meus quarenta de idade Eu disse tenha mais responsabilidade Porque você me joga assim tão para baixo Será que na sua vida eu não mais me encaixo? Fico nervoso, não sei mais o que fazer Só falta algo que eu tenho que dizer Que é o que é ele?

Vai tomar no cu, ingrato do caralho Eu não sou o seu capacho, pra você zombar de mim Toco fogo na floresta, pra viver queimar no fim Só vocês! Vai tomar no cu! Maravilhoso!

Eu não sou seu capacho pra você zumbar de mim Outra vez! Vai tomar no cu Ingrado do caralho Eu não sou seu capacho pra você zumbar de mim Toco fogo na floresta pra te ver queimar no fim

Do jeito que dava, não dava pra continuar Quem sabe um dia, um outro lugar, um outro jeito Vamos lá Uhul! Muitas palmas para Cristiano Botafogo E Marcelo Pereira que subiram aqui para cantar conosco E seguimos com um pouquinho mais recúmbia Estão chegando ao fim, né gente? Mas depois ainda tem DJ Matias Pinto Caralho!

II - 2026.22 - (COM TRADUÇÃO) E lá vem os lesa-pátria de novo… | Castnews Index — Castnews Index