Pancreatite Aguda - Diagnóstico, Critérios de Atlanta, Amilase e Lipase - Parte 07 - Episódio 930
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Olá, tudo bem? Vamos continuar esse tema? Bora então entender um pouco mais sobre os tais critérios de Atlanta e a importância desses para o nosso estudo adequado e um bom diagnóstico da patologia. Vem comigo!!
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- Pancreatite AgudaCritérios de Atlanta · Diagnóstico clínico · Diagnóstico laboratorial · Diagnóstico por imagem
- Amilase e LipaseInício de elevação · Pico de elevação · Normalização · Especificidade · Correlação com gravidade
Oi, tudo bem? Tudo tranquilo? Com o Mico tá tudo ótimo, espero que você esteja bem Todas as famílias estejam bem Se eu não me engano estamos falando sobre o Pancreatite Aguda, não é mesmo? Hoje eu quero continuar esse assunto com você Meu nome é Lucas e esse é o Consegue Me Explicar? Antes de mais nada, eu tento fazer aqueles convites de sempre Se você ainda não sei, consegue me explicar aqui No Spotify, no Castbox Por favor, continue de seguir, basta clicar no botãozinho de seguir Pra você receber um todo domingo, 3 novos episódios
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Beleza, falar de pancreatite aguda é falar de um tema que é muitíssimo importante. Tema esse que envolve um conhecimento de anatomia, fisiopatologia e até um conhecimento etiológico. Afinal, pancreatite aguda pode estar relacionado a litias biliar, ao uso indiscriminado de álcool, a hipertriglicidemia e até alguns medicamentos como mar...
como a azatioprina, que você bem conhece, como também a famosa mercaptopurina, didanosina, ácido valproico e, claro, a pentamidina. Podemos falar de outros fármacos? Claro que podemos. E lembramos sempre daquele quadro clínico, um paciente chega pra você com uma...
dor abdominal em andar superior, mas na região epigástica, de forte intensidade de início agudo, que se irradia para o dorso, em faixa ou em cinturão, ou até chamar dor em barra. Tudo isso a gente já sabe. Tá na hora de pensar um pouquinho mais sobre o diagnóstico dessa patologia. Pensar no diagnóstico de pancreatite aguda é pensar no diagnóstico que vai seguir alguns critérios. O diagnóstico de pancreatite aguda, ele vai ser feito segundo os critérios da revisão de Atlanta, que foi proposto lá em 2012. O diagnóstico de pancreatite aguda...
Requer pelo menos dois dos três critérios a seguir. Então vamos lá. Pensar no diagnóstico de pancreatite aguda é pensar no diagnóstico que vai seguir os critérios da revisão de Atlanta. Proposto lá em 2012. O diagnóstico da pancreatite aguda vai requerer para a gente pelo menos dois dos três critérios a seguir.
Lucas, qual que é o primeiro critério? Poxa, o critério clínico. É um paciente que chega pra você com uma dor abdominal sugestiva. Então, dor abdominal sugestiva é nosso primeiro critério. Sendo que essa dor abdominal sugestiva é uma dor epigástica intensa, de início agudo, com irradiação para o dorso. Aquela famosa dor em barra, dor em cinturão.
Dor que a gente conhece do nosso paciente que ele reclama. Dor em barra, dor em cinturão. Opa, Lucas, tem outro nome. Dor em faixa. Exatamente. Então, dor abdominal sugestiva. Uma dor epigástica intensa, de início agudo, com irradiação para o dorso. Outro critério que a gente tem que falar. Elevação das enzimas pancreáticas. Elevação das enzimas pancreáticas.
É a amilase e ou lipase séricas elevadas em pelo menos 3 vezes o limite superior da normalidade. Então, elevação das enzimas pancreáticas é o segundo critério. Amilase e ou lipase séricas elevadas em pelo menos, ou seja...
no mínimo 3 vezes o limite superior da normalidade. E por fim, o último critério a ser abordado é achados de imagens sugestivas, sinais de pancreatite aguda, em tomografia computadorizada com contraste, em ressonância magnética ou até no exame ultrassonográfico. Então em pensar em critério diagnóstico...
É pensar em três coisas Um marcador clínico Um marcador laboratorial E um marcador de imagem Então clínica, laboratório e imagem Exatamente, a questão da imagem São os achados de imagens sugestivos Como sinais de pancreatite aguda Em tomografia computadorizada com contraste Em ressonância magnética
ou até um diagnóstico relacionado à ultrassonografia. Questões laboratoriais, elevação das enzimas pancreáticas, amilase e olipase séricas elevadas em pelo menos 3 vezes o limite superior da normalidade. E lembrar sempre da dor abdominal sugestiva, que é aquela dor epigástrica intensa de início agudo com irradiação para o dorso.
Beleza, tranquilo, temos que lembrar desses critérios de Atlanta, não podemos esquecer disso. Essa revisão que levou, esses critérios da revisão de Atlanta de 2012, falam por favor do diagnóstico de pancreatite aguda, tem que ter pelo menos dois dos três, ou seja...
Critério clínico, critério laboratorial e critério de imagem. Lucas, meu paciente chegou pra mim e tem um critério clínico e de imagem. Tenho que pensar em pancreatite aguda? Claro que eu tenho! E isso faz pelos critérios de revisão de Atlanta ou diagnóstico de pancreatite aguda. Opa, Lucas, meu paciente, por incrível que pareça, não tem nada clínico, mas tem elevação das enzimas pancreaticas e tem achados de imagens sugestivos. Eu tenho que pensar em pancreatite aguda? Claro!
Os critérios de revisão de Atlanta falam que se tiver dois ou três seguintes, a gente vai fazer o diagnóstico dessa patologia. Então lembra sempre, clínica, laboratorial, imagem. Clínica, dor abdominal sugestiva. Laboratorial, elevação das enzimas pancreáticas. Imagem, achadas de imagens sugestíveis. Eu quero começar isso hoje com você, falando um pouquinho mais sobre a questão da amilase e lipase.
Falando de amilase lipase, ambas elevam-se nas primeiras horas do quadro, mas apresentam diferenças cinéticas e de especificidade que são importantes para nossas provas. Então vamos lá, amilase lipase, ambas vão se elevar nas primeiras horas do quadro clínico da pancreatite aguda, mas representam, mas apresentam, perdão,
mas apresentam diferenças cinéticas, ouça a palavrinha, diferenças cinéticas e de especificidades que são importantes para a prova. Vamos lá, vou te falar então sobre a amilase lipase e vou te dar algumas informações, como por exemplo, início de elevação, o pico de elevação dessas enzimas, a normalização e a especificidade. Vamos falar então comparativamente. A amilase, início de elevação, costuma se elevar 2 a 12 horas.
Após o início do quadro Beleza, lipase Início de elevação 4 a 8 horas após o início do quadro Opa, Lucas, então a lipase aparece antes Podemos dizer que sim? Podemos dizer que sim, se for pensar bem Porque é 4 a 8 horas, a amilase demora 12 a 12 A amilase pode aparecer mais precocemente Mas ela pode demorar mais pra aparecer Tudo bem, então lembra sempre, início de elevação da amilase 2 a 12 horas após o início do quadro Lipase, 4 a 8 horas Opa
O pico, o pico de elevação da amilase, 24 a 48 horas após o início do quadro. O idalipase, 24 a 48 horas também. Isso elas são iguais. A normalização da amilase, costuma aparecer 3 a 5 dias após o quadro. Idalipase, 8 a 14 dias após o quadro. Opa, e a especificidade? A especificidade da amilase, ela é...
Menor. Ela é menor porque a amilase elevada pode ser encontrada em parotidite, em insuficiência renal, em obstrução intestinal e até em microamilasemia. Pode apresentar elevação... Desculpa, em macroamilasemia. Pode apresentar elevação da amilase. Então a especificidade da amilase é menor. Porque ela pode aparecer elevada em parotidite, em insuficiência renal, em obstrução intestinal e até em alguns quadros que geram macroamilasemia. Isso...
pode acontecer. E já a lipase. A lipase tem uma maior especificidade. Ela é mais específica para o pâncreas. A lipase é mais específica para o pâncreas. Então, qual que é o nosso conceito-chave aqui? Os valores absolutos de amilase e lipase, eles não têm correlação com a gravidade da pancreatite.
Lucas, como assim? Um paciente com uma milase de 5.000 pode ter uma pancreatite leve, enquanto outro com uma milase de 800 pode ter uma pancreatite com necrose extensa. As enzimas servem para o diagnóstico, mas não para o prognóstico. Eu bato muito na tecla disso. As enzimas servem para o diagnóstico, mas não para o prognóstico. As enzimas servem para o diagnóstico, mas não para o prognóstico.
Um paciente que tem uma milase e uma lipase de 100 bilhões, 100 trilhões, e o outro que tem uma lipase e uma milase de 400, qual que tá pior? Não sei, não tem como me dizer. Ela serve pro diagnóstico, mas não pro prognóstico. Ah, o de 1 bilhão, tá pior? Não.
Não tem nada a ver, não fala a favor de prognóstico isso. Não tem correlação com gravidade da pancreatite. Os valores absolutos de amilase e lipase não tem correlação com gravidade. Um paciente com amilase e uma lipase de 1 bilhão e o outro de 100 tem, por exemplo, a mesma gravidade. Não tem correlação com a gravidade, por exemplo. Então lembre-se disso. Valores elevados de amilase e lipase não tem correlação com a gravidade. As enzimas servem para o diagnóstico, não para o prognóstico. Beleza?
Tranquilo, em relação a esse diagnóstico Essa introdução, é isso que eu ia falar com você Reforço, se você ainda não sai, consegue explicar Aqui no Spotify, no Cashbox Por favor, com a gente seguir, basta clicar no botãozinho De seguir, pra você estar recebendo todo domingo Três novos episódios, desse que é o seu O meu, o nosso podcast Além disso, gostaria de convidar você também A estar seguindo no nosso Instagram, Instagram do nosso canal É o arroba, consegue explicar Claro, se tiver interesse, não deixe compartilhar com todos os amigos E também de avaliagem no Spotify Tem como você avaliar com até 5 estrelinhas E deixando essas 5 estrelinhas, você vai estar ajudando E muito
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