#675 Espanha vence França e está na final da Copa do Mundo! Deschamps tomou nó tático?
Eduardo Tironi, Arnaldo Ribeiro, PVC, Juca Kfouri, José Trajano, Casagrande e Mauro Cezar analisam a vitória da Espanha sobre a França na semifinal da Copa do Mundo. Deschamps tomou nó tático de Luis De La Fuente?
Fabíola
Arnaldo Ribeiro
Casagrande
José Trajano
Juca Kifuri
Júlio Gomes
PVC
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Olá, está no ar o Posse de Bola após a primeira semifinal da Copa do Mundo. E se alguém anotou a placa, mande aqui no chat, por favor, que precisamos saber qual é a placa, porque foi um atropelo que nós vimos nos Estados Unidos. A Espanha amassou a poderosíssima e favorita, a França despachou a França de Mbappé 2 a 0. Poderia ter sido mais, mas eu não quero me alongar muito que eu quero ouvir a turma que está aqui comigo e vocês também que estão aí no chat.
Eu já estou aqui acompanhado de José Trajano, Arnaldo Ribeiro, Juca Kifuri lá dos Estados Unidos, que viu tudo isso, PVC e Júlio Gomes. E daqui a pouco o Casagrande vai entrar com a gente também. Vou começar com O Juca Kifuri que falou, eu avisei antes de começar o programa.
O Zé Trajano pediu que eu abrisse, não, você pediu, né, que eu abrisse com um arriba Espanha. Rapaz, veja, eu imaginava que fôssemos ver a nova versão de Sarriá 82 em Dallas 26. Imaginava que a melhor seleção caísse diante do belíssimo time da Espanha, como um dia o Brasil caiu diante do belíssimo time da Itália. Que vira e mexe é escondida esta verdade, não sei por que cargas d'água. Isto só aumenta, né, o desempenho da seleção brasileira em 82.
Mas é aquilo, a França jogava até hoje o melhor futebol da Copa, indiscutível, mas isto não garante coisa alguma numa semifinal de Copa do Mundo. E a Espanha hoje mostrou todas as suas armas e mostrou uma coisa que a gente vê muito no tênis: o jogo da França não encaixa com o jogo da Espanha, e o jogo da Espanha encaixa maravilhosamente bem com o jogo da França. A França fica incomodada em não ter a bola, não consegue tomar a bola da Espanha.
A Espanha fazendo um gol No ritmo do tiqui-taca, ia fazendo um gol ainda no primeiro tempo, no ritmo do tiqui-taca, que se não é Upamecano, ia ser assim um gol, um gol de placa de Copa do Mundo. É isso que disse o âncora, que tá um pouco aborrecido, porque o âncora 3 dias atrás disse que era capaz da Espanha matar a França de tédio. O tédio realmente ficou por conta não sei de quem, porque eu ouvi muito olé em Dallas e tô realmente encantado com a fúria, com a roha.
PVC, só um minutinho, você não disse o número de likes que a gente quer superar hoje. Calma, não pediu.
Diremos, diremos, diremos. PVC, seu destaque inicial.
Você sabe que eu tenho dito muitas vezes que a gente precisa aprender no Brasil, ou reaprender, que técnico não vem com controle remoto, com joystick, como se fosse um videogame. Aí eu vejo o segundo gol da Espanha e duvido, não quei mesmo.
É bonito. Ok, boa, gostei. José Trajano, eu não entendi o que o PVC quis dizer.
Foi um gol de videogame.
Podia traduzir para mim?
É isso, um monte de videogame. Eu tô querendo dizer que o time é tão ensaiado. Atuação da Espanha foi absolutamente exuberante, das dobras de marcação que tiraram os 2 pontos do jogo, no posicionamento do Rodri e do Fabián Ruiz, até a capacidade de circular a bola para o toque do Dani Olmo deixar o Pedro Porro na cara do gol. É tão ensaiado que parece um videogame.
Agora sim, José Trajano.
Bom, boa noite para todos e todas. Ora, durante toda a nossa temporada aqui de programas ao vivo, né, programas especiais, mas todos nós falamos aqui que nem sempre o favorito vence e se torna campeão. Já foi dito aqui, até então a França jogava o melhor futebol da Copa e a Espanha a gente duvidava. Que que aconteceu agora? A Espanha jogou um futebol admirável e a França não jogou, foi atropelada, como âncora falou no início do programa.
Vitória justa, retumbante, coloca uma invencibilidade enorme da seleção espanhola, né? Se não me engano, são 38 jogos, 37 jogos, não é isso?
Empatou com a Itália.
37, 37, Fernando Calas, 37, que considerando os jogos oficiais de competição são 38, mas a sequência de 37.
Bom, que seja 37, seja 38, o fato é que tá na final esperando o vencedor do jogo de amanhã. E não deixa de ser, de certa forma, uma surpresa. Todos nós falamos que enfim Semifinal não tem favorito, é final de cachorro grande, mas o que vinha acontecendo no decorrer da Copa se tornou uma grata surpresa, não só pela vitória, o jeito que foi a vitória.
Arnaldo Ribeiro.
Meu destaque vai para você, âncora. Eu acho injusto o morrer de tédio. Antes do morrer de tédio, você cunhou a seguinte frase no primeiro jogo da Espanha. Que foi um tédio. A Espanha joga de acordo com o seu adversário. Quanto melhor adversário, melhor joga a Espanha. Quanto mais armas ofensivas tem o adversário, melhor é o jogo da Espanha. Foi assim contra Portugal, foi assim contra a França, né? Então é um time que prima pelo coletivo.
O Yamal dando carrinho no Mbappé no final do jogo é isso. E eu definitivamente não acredito em quartetos mágicos pelo lado da França. Nunca acreditei, nunca vou acreditar. Eu imaginava que o técnico francês tivesse aprendido com as últimas partidas. Ele que disse, Trajano, que o favorito era a Espanha. Uma vitória justíssima e agora temos um novo favorito à conquista da Copa do Mundo. Porque seja Inglaterra, seja Argentina, pra ganhar desse jogo coletivo é bem difícil.
E derrubar a França, então entra como favorito a Espanha agora.
Adentrou o Casagrande, que cunhou a expressão, eu e ele, todo mundo, o futebol merece a França campeã. Eu também já ouvi falar isso. A França é o The Clash, a Espanha é o Yes. Hoje foi Yes Weekend na Espanha.
Boa tarde a todos. Mas nós falamos ontem, eu falei ontem, o Yes é ótimo, só que cansa, só que cansa de ficar vendo, né? Só que hoje não cansou. Numa Copa do Mundo, a Copa do Mundo não permite erros, não permite falhas. Você perde pênalti, você cai fora. Né? Você dá um passe errado, você cai fora. Você não presta atenção no domínio da bola e faz um pênalti, você cai fora. Não importa se seu time está jogando melhor a competição do que o outro.
Quando saiu o pênalti, que foi o primeiro gol da Espanha, o jogo ainda não tinha se mostrado para quem, para qual estrada estava indo, né? Porque estavam ali, são duas grandes seleções, são entre as 4 melhores do mundo, elas estavam ali esperando Qual seria o passo de uma e da outra? A partir do ponto que saiu aquele pênalti, com a vantagem de 1 a 0, a Espanha tem um jogo de controle. O jogo da Espanha de controle. A França, para conseguir vencer essa partida, ela tinha que ter feito o gol antes para quebrar esse jogo de controle, e não quebrou.
Ficou na roda, ficou correndo atrás o jogo todo. Sofreu o segundo gol. Os 4 jogadores da França não desequilibraram como vinham desequilibrando. Eu só penso diferente uma coisa do Arnaldo, uma coisa eu penso diferente, que é o seguinte: hoje não funcionou o quarteto lá da França, mas não dá para dizer que com Dembélé, Olise, Mbappé e Barcola ou Doué você não tem um favoritismo, você não tem um grande time, você não tem um ataque arrasador.
Não funcionou hoje porque o outro time, que era a Espanha, tem um estilo de controle e funcionou esse estilo de controle. Não dá para pagar só por causa de uma derrota. Nós não podemos falar, pô, perdeu esse time da França, não dá para jogar com 4. Eu não dá para jogar com esses 4. Qualquer treinador, se esses 4 fosse da Espanha O De La Fuente colocaria para jogar. Se jogasse no Brasil, ia jogar. Se jogasse na Inglaterra, ia jogar.
Não tem como não colocar para jogar 4 jogadores com essa qualidade. Mas eles precisam matar o jogo, eles precisam ser agressivos e matar o jogo, porque a estratégia francesa era essa: vocês 4 não precisam marcar, vocês têm que matar o jogo. Eles não mataram o jogo, muito pelo contrário. Ficaram no domínio espanhol e mereceram perder. Futebol é isso daí. Agora, só uma coisa, não pode comparar com 82, hein? Porque não pode comparar com 82.
Por quê? Porque a Espanha de hoje, ela já é campeã europeia, ela já eliminou a França duas vezes em semifinal, é um grande time reconhecido no mundo todo. A Itália de 82, ela fez uma primeira fase patética. Empatou os 3 jogos e só se classificou porque fez um gol a mais que o adversário. Se eu não me engano, Camarões talvez fez um gol a mais, não foi nem saldo de gol, que empatou todos. Ela foi, ela fez um gol a mais e classificou.
E aí sim jogou, ganhou da Argentina e ganhou do Brasil. Mas a Espanha, ela vem crescendo na competição. Então eu não vejo muita comparação pelo lado dela. Seria injusto falar isso, não pelo lado da França, mas pelo lado da Espanha.
Muito bem. Ó, dados os destaques, temos uma enquete, mas eu não vou falar essa enquete sozinho não. Ué, por favor, Fabíola, por favor, adentre ao gramado porque você vai falar a enquete junto comigo. Aí sim, tá aqui com o meu microfone.
Oi, povo!
Enquete no ar, por favor.
Primeiro, um beijo para todo mundo. O que explica, diga lá, o que explica este 2 a 0 da Espanha sobre a França na Semi da Copa. Gente, o que que vocês acham? Foi a mal que entrou na Copa? Aliás, uma baita de uma enquete. Foi atuação perfeita da Espanha? Foi uma França irreconhecível? Ou outra opção? Mande aqui no chat.
Muito bem, tá aí. Quero ver quem vai ter coragem de falar que é ruim essa enquete.
Espera, espera, José Trajano, é você? Não, não, não, não, não, não, eu não vou falar nada daqui. Eu deixo a enquete sempre para falar depois Aliás, aproveita, já fala os likes.
Like, olha, estamos na audiência 1,3, brutal.
Nós tivemos 30 mil depois do jogo da Premier. Não, cara, vamos reconstituindo. Lembra 30 mil? Sim, foi a primeira, o jogo do Brasil. Ficamos mais ou menos ali 20 mil, não sei o quê. 1 de dezembro final não tem Brasil, eu vou para 20 mil. Agora eu queria dizer uma coisa: a Espanha é vitoriosa. Sabe quem é o grande derrotado? O Real Madrid. Preste bem atenção em tudo. O Real Madrid é a Espanha vitoriosa e o Real Madrid é o derrotado.
Não tem um jogador sequer do Real Madrid na seleção, e pelo contrário, no adversário tinha jogador do Real Madrid.
E o Mbappé saiu da Copa, quer dizer, saiu da luta pelo título.
Muito bem, então vota aí na enquete, Juca, porque explica.
A entrada do Yamal é fundamental. Até porque ele sofre o pênalti de uma maneira espertíssima. Mas acho também que a França foi muito mal. Mas a França foi muito mal porque a Espanha fez a França ir muito mal. E eu quero só fazer uma ponderação, eu estou de pleno acordo com o argumento do Cazão, eu raramente divirjo do Cazão, mas eu apenas fiz a comparação de situações, Cazão. De um favoritaço, de um favoritaço que caiu.
Eu não tinha visto você falar, eu não sabia que você tinha falado. Eu tava fora do ar, eu tava lá na recepção tentando fazer o Wi-Fi funcionar. Quando eu voltei é porque eu já tinha lido esse tipo, essa comparação, entendeu? Nem tinha ouvido você falar, eu falei de chutão assim.
Então você tá perdoado, obrigado. O que eu quis dizer foi só isso. Era o grande favorito o Brasil, a bela equipe da Itália superou o Brasil. Era favorita a França, a bela equipe da Espanha. Ela é só chata para os adversários, entendeu? Ela é tediosa. Eu tenho a certeza que ela ganha sempre.
Você esqueceu do seu próprio argumento.
Eu próprio falei, a França olha para o adversário, bom, eu preciso jogar, a Espanha, preciso jogar nesse nível. E aí joga nesse nível. Quanto mais eles falam, a galera tá falando que o Cucurella é do Real Madrid agora, né?
Agora, mas não jogou ainda.
Opa, opa, aí não. Não vestiu a camisa ainda, não vestiu a camisa ainda.
PVC, taticamente, não só, mas acho que principalmente taticamente, foi um passeio, né? Foi daqueles jogos que você olha, você pode estar torcendo para um time ou para outro, mas você fala, bom, esse aqui, esse time aqui tá muito melhor. Depois do primeiro gol foi um recital.
Antes do primeiro gol, Espanha já tava melhor, ela tava conseguindo fazer o jogo que a gente imaginava que ela faria. Por isso que eu falei do ensaio, é um time muito ensaiado. Tem uma frase do Fernando Calassa sobre o Luis de la Fuente, que foi lateral esquerdo do Atlético de Bilbao, campeão, bicampeão espanhol, 83, 94. Ele, o Calassa, acompanha grande parte das conferências de imprensa do Luis de la Fuente desde 2023, né, quando ele se tornou técnico da seleção espanhola.
E o de la Fuente chama jornalista pelo nome Não, Miguel, agora você. José, agora você. E o Kalash fala assim: ele é tão legal, mas tão legal, mas tão legal que ele é chato. É pura verdade. Mas é tão gente boa, mas tão gente boa. E até as coletivas dele, esse ensaio, a gente sabia como a Espanha ia jogar, apesar dela ter vencido a França no ano passado com 43% do posse de bola. Porque era o Nico Williams na ponta. Hoje o time pressionou.
O que o Laporte jogou hoje foi uma enormidade na defesa, para saída de jogo, para construção do jogo, para evitar que a bola chegasse no Mbappé, sempre com dobras nos dois pontas. Então Alex Baena voltava para proteger o Dembélé. Dembélé não jogou, Dembélé não joga. Por isso que eu entendo que é, a França não existiu porque A Espanha não deixou, como o Juca falou agora. Foi muito, muito precisa, foi um relógio o time da Espanha o jogo inteiro. Uma atuação realmente que me impressionou.
Jogou tão bem a Espanha que não precisou entrar o Merino para fazer, para resolver a parada.
Olha a tela com a campanha da Espanha nesta Copa do Mundo até aqui. Foi uma primeira fase mais ou menos, né? Eu falei, esse futebolzinho tico-tico aí da Espanha e tal.
Cabo Verde parecia ridículo, mas não foi ridículo na Copa, né?
0 a 0. Aí a Arábia Saudita, 4 a 0. Aí contra o Uruguai, 1 a 0. Foi um jogo duro. Segunda fase, 3 a 0 contra a Áustria, sem muito esforço. Aí acho que talvez o jogo da virada de chave da Espanha na Copa, né? Jogou contra Portugal, foi um jogo duro, ganhou de 1 a 0. Nas quartas bate a Bélgica. E agora na semifinal, o grande jogo desse time até aqui.
Na verdade, acho que não teve virada de chave, teve uma ascensão. É um time que tomou um bom sono mundial, né?
E veja, pegou adversários Irrespeitáveis.
E acho assim, né, essa situação, por exemplo, a Espanha sofreu mais com a Bélgica do que com Portugal e França. Claro que ela sofreu com a Bélgica depois que ela tomou um gol inesperado de cabeça, o único que ela tomou. Até então ela dominava o jogo completamente. Mas só para explicar a minha questão com o quarteto francês, eu acho que o quarteto é maravilhoso, Porém, contra adversários específicos mais fortes, ou quarteto inteiro se dedica ao jogo sem a bola, ou Babau.
E quando sai a escalação da Espanha, escalação da França, nós tínhamos alguns duelos programados, laterais com pontas. O PVC já descreveu porque o Porro e o Cucurella não abdicaram do direito de apoiar, mas defenderam como leões. E os pontas da Espanha defenderam como leões, inclusive o Yamal. E ninguém da França gosta de correr para trás, essa é uma questão. E eu vi um quarteto que tinha Ronaldo Fenômeno, Adriano, Kaká e Ronaldinho, que em termos de, né, de estofo é muito maior que esse da França.
Os 4 eram melhores do mundo. E ninguém correu para trás contra a França, que era um timaço. Aí, meu velho, não tem quarteto que faça chover. E de novo, o futebol caminha para ser cada vez mais coletivo. Isso é claro que ter o Yamal no conjunto maravilhoso, pô, ótimo, né? E aí é bom o seu destaque, porque Real Madrid e Barcelona tem duelado nessas questões. Enquanto o Real Madrid tem Bellingham Vinícius Júnior e Mbappé, o Barcelona ganha dele com conjunto bem estruturado.
O futebol é isso hoje, né? E acho que a França, me custa acreditar que o Deschamps, com toda a vivência, experiência e jogos contra a Espanha, não tenha pelo menos se atentado à mesma armadilha. Agora, o Cazão tem toda razão, ele tem a visão do campo do jogador. O 1 a 0 numa semifinal de Copa faz completa diferença.
Tanto que o jogo tava equilibrado.
Completa diferença. Se tem um pênalti idiota como esse que o Digne fez e o Mbappé faz 1 a 0, a França tem o contra-ataque. E aí talvez o quarteto florescesse. Mas não teve. Quem cometeu o pênalti foi o pior jogador em campo, foi o lateral esquerdo francês, depois Babau. Foi colocar Foi um jogo que teve, eu comparei com Portugal, Portugal também exigiu mais da Espanha, saiu o gol do Merino no final, do que a França, né?
O Juca falou sobre, rapidinho, Juca, você falou sobre o jogo não encaixa, isso tá evidentemente registrado e marcado em números. Dá uma espiada nessa, vamos ver, no confronto Espanha contra França. Nos últimos 11 jogos são 2 vitórias da França, um empate 8 derrotas, 8 derrotas com aproveitamento de 21,21%, 9 gols marcados e 19, não, 10, 19 gols sofridos. Isso é muita coisa, é impressionante, muita coisa quando a gente fala de 2 times são semifinalistas de Copa, né?
Daí que decidiram, foram semifinalistas na Eurocopa, foram semifinalistas na Copa, foram, decidiram a Copa das Nações. Não veio não, não, não.
Copa das Nações, semifinais, a Espanha tem matado a França antes da decisão, das decisões, né?
Mas então, você acha que isso não pesa? Que um time, que o time da França não entrou pensando nisso? Por mais que se diga, não, ninguém liga para o tabu, tabu foi feito para ser quebrado, né? O que vale Acho até como chavão, mas vale repetir, é que esse tipo de jogo se resolve nos detalhes. E o detalhe desse jogo foi um pênalti. Simplesmente o Dini não percebeu que tava entrando alguém pelas costas dele.
Esse alguém se chamava lateral. Cruzamento foi muito longo. Se ele não cabeceia, a bola ia para lateral. Não precisava de cabecear, não precisava intervir, deixava a bola aí para Geral.
Ó, chegamos na audiência bi-brutal, hein?
Ó, tô falando, 20 mil vai ser pouco. Fala, Casão.
Assim, quando é muito fácil, você fala assim, pô, foi tirar um doce numa criança, né? Hoje foi ao contrário, deram o doce na mão da criança logo de cara com o pênalti, e a criança se divertiu, se lambuzou ficou toda melada, né, do doce, porque ela curtiu o doce por 90 minutos mais um pouco de acréscimos, enquanto o outro ficou correndo atrás, só observou, com uma vontade enorme de pegar o doce, mas já tava 2 a 0, já tinha 2 doces na mão da Espanha, e a França não pôde fazer nada.
Foi um baile, gente, foi um baile, foi um domínio, foi dominante o jogo. Agora, eu esperava uma resistência, esperava uma coisa mais complicada, esperava que os 2 laterais espanhóis fossem sofrer, sabe? Que o meio-campo da, que o Rodri fosse sofrer com o Lise. Que nada, não teve sofrimento, cara. É que isso que nós estamos falando aí, que o Arnaldo falou, que o Juca, que o Trajano falou agora, PVC, aquele pênalti acabou o jogo.
Aquele pênalti acabou completamente com o jogo que a França tinha pensado fazer.
Tem um acontecimento interno aqui que mostra que a expectativa do torcedor brasileiro era que a França vencesse, não é? E é o que aconteceu, torcida brasileira, é que com a vitória da Espanha, retumbante, justa, etc., etc., nosso querido Arnaldo Ribeiro deixa a liderança do bolão interno.
É mesmo?
E o grande até que enfim, tempo, tempo, tempo.
Quem passou? Calma, não acabou ainda.
Quem passou?
Não acabou ainda.
Não sei quem passou, eu sei quem saiu.
É o Arnaldo e a França.
Não acabou ainda.
O Arnaldo e a França do bolão. Foi até agora e—
Bolão não se ganha no primeiro jogo, né?
É isso aí. Nem no centésimo, né? Nem no centésimo. Levaram o centésimo primeiro.
E olha o VAR, olha o VAR do bolão.
Ih, não passou não.
Ele está em primeiro.
Isso não é um bolão, ó. Desculpa, vou levantar, hein? Vou levantar para ver se Você não canta vitória antes que você tenha a viga.
Na verdade, eu, EC, não canto vitória antes que eu tenha a viga.
Como é que ele tá em primeiro lugar se ele botou vitória da França?
Mas o Josias também ainda colocou.
É porque a população brasileira tava achando que a França ia ganhar.
PDC e Casão, pera aí que eu tenho um vídeo pra mostrar.
PDC e Casão, pera aí, eu tenho um vídeo pra mostrar, mas fala. Não, vocês precisam voltar porque tá havendo um roubo aqui.
Não, não.
Tá havendo um roubo com parceria do Âncora. Do André Lucena, da Stefani.
É uma coisa horrorosa.
Isso precisa ser investigado.
É isso, eu adoro essa frase.
Não começa a botar o Ramon Abate Abel na final da Copa, que ele já voltou.
Mauro César Pereira tem o que dizer sobre esse jogo. Vamos ouvi-lo.
Cadê ele?
Não faltou aviso, né, da minha parte. Não faltou aviso. Foram várias vezes que nós falamos Olha, a Espanha é um time traiçoeiro, toma pouco gol, fica com a bola, se defende dessa maneira, tem bons jogadores, preferiu o adversário. E não deu outra, né? Não deu outra. A Espanha foi muito superior à França, venceu, se classificou, vai fazer a sua final. É muito parecido com o roteiro de 2010, gente. E foi até o meu destaque no Posse de Bola dessa terça-feira, logo na participação inicial.
Por que que estão dando tanto favoritismo à França? Vencendo com o adversário é a Espanha. Bem, o que aconteceu? A Espanha se impôs. É um time que ficou o tempo todo muito mais com a bola, finalizou mais, criou chances mais perigosas e fez os 2 gols. A França criou muito pouco. Começa com o erro de escalar, do Deschamps, do técnico, escalar o Barcola e não o Doué, que foi tão bem no jogo contra o Marrocos. Mas todo aquele ímpeto ofensivo, aquela capacidade de criação, de finalização Frância, ele desapareceu com o domínio espanhol.
A Espanha domina o jogo, controla, tendo a posse de bola, e usa o lado direito com Lamine Amal para desafogar. Foi ali que surgiu o lance do pênalti, 1 a 0. Do outro lado, com o Cucurella criando muita dificuldade pelo lado direito do time francês, com as descidas ao ataque e marcando muito bem. E também pela direita, mesmo lado da Lamine Amal, sai o gol do Pedro Porro, que define a classificação por 2 a 0. Um lance que dá origem, se você voltar um pouquinho, o Dani Olmo recebe a bola na altura do centro do campo, perto do círculo central, ele desfila com a bola sem ser perturbado.
E antes um pouquinho sai jogando o time espanhol sem pressão alta da França. A França não pressiona a saída, a França não aperta, a França não tenta dificultar o adversário, permite que a Espanha saia jogando. A jogada vai se desenvolvendo, se desenvolvendo, e o Dani Olmo mesmo marcado consegue melhorar a bola para o Pedro Porro marcar o segundo gol. A vitória categórica, faltou jogo coletivo à França. Pode ser questionado sim o trabalho do técnico Didier Deschamps.
E ganha o jogo coletivo, time que gosta da bola. Vou repetir, o time que gosta da bola está na final de uma Copa em que o Brasil, que sempre foi apaixonado por ela, com seu técnico Carlo Ancelotti, um italiano— nada contra os italianos, mas só registrando— um técnico italiano, como se fosse um time italiano da velha escola, sabe, da velha escola defensivista. A Itália que tá precisando mudar seu futebol por razões óbvias, não vai a 3 Copas seguidas.
O Brasil rejeitou a bola na Copa que o Brasil rejeitou a bola. O time que por ela é apaixonado e não abre mão dela é o primeiro finalista. É para parar e pensar.
Aquela frase do Otto Glória cabe agora aqui: como é que é a vida do treinador de futebol? O técnico de futebol é uma besta ou é bestial, né? Ele era bestial até anteontem, até ontem, e virou uma besta a partir do jogo de hoje.
E você diria que é hora de perguntar se não tá na hora dele ir embora?
Não, mas ele vai. No caso dele, ele vai mesmo.
Já tá resolvido.
Já tá resolvido.
Posso fazer uma pergunta? Posso fazer uma pergunta?
Pode.
Então vamos lá, vamos fazer um exercício a gente aqui, todos nós que ficamos, né, comentamos jogos. Se coloca no lugar do Deschamps. Você tem os 4 caras que jogaram na frente, vem funcionando desde o começo da Copa, funciona todo mundo elogiando, todo mundo falando que a França joga melhor. O Lise, o melhor jogador da Copa. O Mbappé vai bater recorde e recorde. O Dembélé chuta de direita, chuta de esquerda. Pô, na esquerda ele pode pôr o Barcola, pode pôr o Doué.
Aí chega a semifinal com a Espanha. Qual de nós iria mudar o time e pôr mais um meio-campista porque a Espanha gosta da bola. Concorda?
Eu, retranqueiro.
O Arnaldo teria mudado antes do primeiro jogo.
Não, não, não é verdade.
Ele tá a mesma coisa. Só uma coisa, a mesma coisa. Coloca-se no lugar do Telê, você ia tirar quem contra a Itália para deixar o time mais robusto? Mais robusto?
Magrão? Não, não. Ótima comparação, ótima comparação, que acho que vale a comparação daí com 82. Você tem Ótima comparação, ótima comparação, né? Porque a história do Batista, o Paulo Isidoro, no jogo contra a Itália, quem você iria tirar? Ou você tiraria o Serginho, mas aí você teria que mudar tudo, tudo, né? Hoje a minha questão era os jogos anteriores. O PVC até falou, olha, nas derrotas anteriores a Espanha foi de um jeito, na Eurocopa e de outro jeito na Liga das Nações.
E a França também chegou aí com 3 no meio na Eurocopa, perdeu de 2 a 1, e foi com os quarteto. Esse quarteto aí, Cazão, eu acho que o quarteto no jogo da Liga das Nações chegou a estar perdendo por 5 a 1.
Chegou.
E é uma situação simplesmente de ter um time que é muito bom coletivamente no meio, com só 2 jogadores no meio contra esse esse coletivo, né? O Rabiot, que tomou cartão amarelo logo no início, além do pênalti, o volante que dita o ritmo da França tomou cartão amarelo no primeiro tempo, já ficou acuado. Então eram 2 contra 4, ou às vezes 5. É só uma questão para determinado tipo de jogo. É difícil, você tem total razão. Ah, vou chegar lá, vou tirar o Olizé porque ele tá competindo pouco.
É difícil, mas eu acho que Pelas experiências anteriores, esse jogo tinha um cheiro de tragédia para a França, sobretudo se ela saísse atrás. E aí acho que você matou, sobretudo se ela saísse atrás. E ela saiu atrás, é praticamente acabou o jogo ali. E acho que você matou a charada. Agora, é nessa circunstância, o jogo contra Portugal também tinha dado ao Deschamps, eu acho, é indícios de como Portugal, que é um time cheio de individualidades, Cheio de individualidades, conseguiu equilibrar o jogo com a Espanha a ponto dele ser definido por uma jogada magistral dos reservas no final da partida.
Portugal coalhou o meio de campo e foi uma batalha de meio de campo, né? E hoje não conseguiu nem competir, acho que, a França. Eu não acho simples essa decisão mesmo, ela, ela é para poucos. Para poucos treinadores. Mas acho que quem for jogar contra a Espanha na final ou se atenta a isso ou vai perder o jogo, né?
Mas olha só, vamos só ver se eu tô entendendo direito. Agora a França tinha um monte de problema?
Não, não, ela tinha um só, um só.
É assim, tanto você não pensava exatamente assim que você botou na França no bolão.
Sim, sim, cara, quando assim, mas assim, o que eu imaginei, né, é eu falei Vou dizer para o Tironi, saíram as escalações, deu vontade de mudar o palpite, sabe? Porque além de tudo entraram 3 jogadores que são as trocas que o DeChambe tá fazendo, que para mim estão piores do que os outros que saíram: o lateral esquerdo, o volante e o ponta esquerda, né? E pelo lado direito, então para mim o Dini não tinha que jogar, tinha que ser o Hernandes.
O Barcola não tinha que jogar, tinha que ser o Duê. O Tchouaméni não tinha que jogar, tinha que ser o Koné. Isso não muda o desenho tático, mas muda a característica, certo?
A gente não falou isso de manhã, a gente não disse isso de manhã. A gente vem dizendo que a Espanha tem um jogo que não— que a França não encaixa contra a Espanha. Isso, que a Espanha tem esse retrospecto extraordinário contra a França, que o jogo de controle da Espanha atrapalha o time do Deschamps.
Perfeito.
A gente não falou Tem que tirar o Digne, tem que tirar o— não pode voltar o Tchouaméni. A grande qualidade da França na Copa do Mundo era justamente ter jogadores como Dembélé, como Lise, como Mbappé, que decidem jogo contra adversários mais frágeis, que ela não sucumbiu nos últimos tempos.
Então os exemplos estavam ali, como você falou. Quantas vezes? Sim, a Espanha, tudo bem, deixa eu ver se eu tô falando em semifinais e campeonatos que valem.
Não, em semifinais e campeonatos que vale em taça.
São memórias frescas, né?
Mas, Arnaldo, o problema é a evolução do que aconteceu na Copa. Isso dificulta uma decisão do treinador.
Dificulta, mas isso é indiscutível, né?
Porque se ele tivesse se complicado contra alguém, né, aquele jogo do Paraguai foi uma retranca, não teve, não foi complicado. Eles iam ganhar de qualquer jeito em algum momento. Eu tô falando, não teve nenhum adversário, mesmo que tenha sido não adversário à altura ou à altura, Não teve ninguém que colocou em dificuldade ou que não sofreu com esses 4 da frente. Aí você chega na semifinal, você vai ter que escolher alguém para tirar.
É muito difícil, mas assim, né, perfeito, Cazão. Mas assim, é uma— para, não é para quem tá liderando o bolão não, tá? Mas para qualquer pessoa, mas também é, também é, também é, para qualquer cara que faz a projeção da Copa, a semifinal seria França-Espanha.
Certo. Eu queria depor a seu favor, para qualquer um. O senhor me permite um depoimento a seu favor?
Permitiu.
Eu sou testemunha de que você falou desde o início que jogar com os 4 era um risco que a França não devia correr, sobretudo nessa, porque era uma semifinal previsível.
Se eles fossem líderes das suas chaves, provavelmente eles iriam se enfrentar de novo numa semifinal de Copa. Veio o caminho, foi acontecendo exatamente isso. E para a França não teria no caminho nenhum adversário similar à Espanha, né? E aí eu não tô agora, eles que estão eliminados, eles que se virem. É a terceira eliminação para o mesmo adversário que joga de uma forma veemente, não abre mão de um estilo. E a França, ou não encaixar, significa também não encontrar antídotos pro jogo do adversário.
O problema não é os 4. Vamos voltar para 2018, que foi o maior jogo da história das Copas, o 3 a 3 Argentina e França, tá certo?
Certo.
22, 22 para 22. A França de 2018 tinha esse terceiro elemento no meio-campo, que era Matuidi, né? A França jogava Kanté, Pogba, Mbappé, Mbappé, Griezmann e Matuidi, e Giroud na frente.
Ele foi campeão.
Sim, mas na de 2022 o Griezmann era terceiro homem de meio-campo. Isso jogava, jogava Tchouaméni, Camavinga, Griezmann, Griezmann de meia-direita, e jogava Dembélé de rua e Mbappé. E foi vice, foi vice, mas ela foi vice nos pênaltis. Como a gente falou um monte de vezes aqui, ah, foi vice, mas não perdeu. A França não passava um jogo de time titular sem fazer gol. Desde Alemanha e França em 2014, mas no Maracanã, 1 a 0, gol do Rúmio.
Você concorda comigo que esse jogo final contra a Argentina se pareceu com a semifinal da Liga das Nações contra a Espanha? Que no final, meu, vamos, e aí o Mbappé tira um da cartola, o outro tira um daqui. Taticamente, Argentina não jantou a França.
Di Maria saiu, acabou o jogo.
Exato. E foi uma sacada, e foi uma sacada do Scaloni colocá-lo pela primeira vez 3 de ponta esquerda.
O Griezmann jogava, o Griezmann jogava como o Olise podia ter jogado hoje.
A questão não é o Olise, deveu bastante hoje.
E a gente falou de manhã, o Olise tá caindo de produção e o Bellerin tá subindo. O problema não é você ter os 4, o problema é os 4 não trabalharem no campo inteiro.
Perfeito, perfeito. É bom isso. Nisso, até o Arnaldo falou, né? Mas ó, como até o Arnaldo, você Também o Arnaldo.
Ah não, você falou até.
Eu tô esperando a notícia que você vai dar aí.
Não, eu queria voltar ao que o Mauro falou faz meia hora, mas é importante. Ele falou: vai para final a seleção que adora a bola, em contraponto com a seleção brasileira que rejeitou a bola a Copa inteira. É isso, é isso.
Você fala de seleção brasileira, absurdo. Agora tô tão distante.
Com requintes de tiqui-taca. Com requintes de tiqui-taca aqui, olha.
Tô tão distante de falar de seleção brasileira.
Só, olha só, o Brasil só teve menos posse de bola que o adversário no jogo que perdeu.
É, também só faltava ter menos posse de bola que a Escócia, aí era para parar.
Não, porque o Marrocos podia ter. O Marrocos teve mais posse de bola do que a França. A França ganhou do Marrocos com a França tendo menos posse de bola do que o Marrocos.
O Brasil teve menos posse de bola no primeiro tempo que o Marrocos.
Já falamos no primeiro tempo, mas no jogo não. O jogo deu 51 a 49. Só tô falando isso pelo importante, tem uma disputa de jogo. Eu já disse aqui que eu acho que o Brasil não pode jogar a Copa do Mundo tendo 34% de posse de bola contra a Noruega.
Você falou logo depois do jogo.
Não pode, não pode. Agora, é importante dizer que o Brasil não rejeitou a posse de bola o campeonato inteiro. Acho que esse ataque contra a Noruega foi— não pode ser o Brasil, não pode ser o Brasil. Tô de acordo com isso, tô trazendo a estatística como ela foi.
Ainda assim, é um pouco chocante a gente imaginar que a finalista da Copa vai ser um time que adora a bola, que foi como o Mauro disse, que é uma coisa que sempre fez parte do futebol brasileiro, gostar da bola, gostar de ter a bola com ele.
É mais chocante olhar esses times que estão disputando semifinal e que vai para final e ver o Brasil bem distante. Não é com posse de bola ou sem posse de bola, distante de qualidade. Estante de cultura. Não é só bola, não é só ficar com a bola, não ficar com a bola. É uma escola perdida.
Uma seleção que foi campeã do mundo tendo no meio de campo Iniesta e Xavi, gosta da bola, não é de hoje.
Mas vem cá, essa Espanha é mais legal que a de 2010?
Muito mais.
É mais time que a de 2010?
É melhor que a seleção de 2010 em outras posições importantes.
Primeiro que nós estamos com uma audiência brutal. Esse é o primeiro negócio. Mas os likes, os 20 mil, a gente vai ter que ver.
Nós estamos com quanto?
Estamos com um remal.
O trajeto me tirou do bolão, agora ele tá em outra missão.
9 mil.
9 mil. Quanto tempo falta para acabar o programa?
Horas?
Horas para acabar o programa?
4 mil. Não chegamos nem na metade da meta. Tem que fazer é a Noruega.
Da Noruega.
Pode remar que precisamos.
Quer ver uma coisa que eu não vai te esquentar? Quando a gente falar do jogo de amanhã, aí você vai ver como é que vai lá.
Mais da metade de quem assiste o Posse de Bola não é inscrito no UOL Esporte. Então a gente tem que chegar nesse programa aos 1.830.000 inscritos, tá? Essa é a meta de inscritos, não é a meta de likes não. Meta de inscritos.
Aí ia durar horas realmente.
E olha lá, é bom, a enquete Enquete está no ar, você pode continuar votando na nossa enquete. Você lembra que a gente tava falando sobre a torcida da Espanha? Até mostrou imagens, né, de Madrid, a galera comemorando e tudo mais e tal. Tem uma pessoa, uma colega meu, amigo meu que eu conheço, que está lá. Festa em Madrid, você viu aí? Vocês ouviram?
Eu ouvi, mas ouvimos.
Tem um amigo, grande amigo meu, cujo filho mora em Barcelona. E ele tá em Barcelona desde a Copa. Ele falou, eu saí na rua, não tinha um fio de comemoração, ninguém tá nem aí, tava nem aí. Hoje ele tá em Barcelona.
Com todo respeito ao seu amigo, ele tem certeza que ele tava em Barcelona?
Tem certeza, tem certeza. O filho dele mora lá.
Ou ele errou, errou a foto, foi parar em Viena?
Ele perguntando para as pessoas, não é tal, mas não é, não é, não é.
Com as caras do Barcelona, o time e o teu modificador.
É curioso isso, né? Bastante curioso. Enfim, Ricardo Campos é o nome desse meu amigo que está lá em Barcelona.
Porque na Copa de 2010, só fez a comparação, a Espanha não foi tão consistente como foi até chegar à final. Ela teve, perdeu o primeiro jogo, certo? Foi para lá, teve atuações discretas, ela foi ficando mais sólida ao longo do torneio. E nessa, acho que ela começou de um jeito, foi como se fosse a cada atuação. Tomou um gol na Copa do Mundo inteira, cara, em 7 jogos, um gol só de cabeça do belga ali num vacilo da defesa. E o que joga os dois laterais nessa Copa, além dos zagueiros, foram muito bem hoje. É incrível, não é a Espanha do Lamine Yamal.
Não, não é. Embora hoje ele tenha jogado muito bem.
Falando de expectativa, eu falei expectativa há 30 dias, era que o Lamine Yamal, mesmo chegando contundido na Copa, fosse arrebentar, ia ser a grande sensação da Espanha. Não conseguiu ser porque fisicamente não tá bem, mas hoje ele foi muito importante. Mas tem jogadores ali se destacando e serem mais fundamentais. Para o Rodri, por exemplo, mas o lateral, ele terceiro finalista de Copa do Mundo mais jovem da história, só atrás do Pelé, em 59 anos, que é um baita zagueiro também, viu?
E o Bergomi em 82 também. E ó, e o goleiro, o Naí Simon, ele é o goleiro que ficaram mais tempo sem tomar gol. Ele tá a 11 jogos. E olha que ele jogou fora da área, deu cabeçada, ele ficou 8 sem tomar gols.
Dividiu com Mbappé, dividiu com não sei quem, trombou, pegou. Então, Copa também muito boa dele.
Muito bem. Em 2010, aquela Espanha chegou à final sofrendo 2 gols, e agora em 2026, um único gol.
É que eram 7 jogos, agora são 8, né?
Então, caso a Espanha venha a ser campeã, bicampeã mundial, ela baterá o recorde de invencibilidade da Itália. Porque fará 38 jogos. É isso, PVC?
É isso, é isso mesmo. Eu tô fazendo uma conta aqui, vou me orgulhar do meu arquivo. A quartas de final, quartas de final 2002, foi 1 a 0 para Coreia, não foi? Ou foi? Tô falando só para o placar certo. Quartas de final, Coreia do Sul 0, Coreia do Sul 0. Ó, esse foi o último jogo de Copa. Espanha 0, Coreia do Sul 0. A Coreia passou nos pênaltis. Esse foi o último jogo de Copa que a Espanha teve menos posse de bola que o adversário.
Todos os jogos de 2006, 10, 14, 18, 22 e 26, todos os jogos das últimas 7 Copas do Mundo, tirando Coreia do Sul e Espanha, a Espanha teve mais posse de bola que o adversário.
E olha que tá vendo, tá vendo como é importante?
E olha que não é Mas ela perdeu um monte de Copa.
Ela só foi bem em 2010. Ela só foi bem em 2010.
A questão, sei lá, o que o Casagrande falou agora, após, eu acho, a discussão, a Espanha conseguiu ter um estilo.
Isso.
E isso é estupendo.
Perfeito.
Ela tem um rosto.
Você sabe como joga a Espanha. Não significa, porque por saber como ela joga, que ela vai ganhar ou perder. Ela tomou 5 a 1 da Holanda na Fonte Nova e teve mais posse de bola que a Holanda.
Mas sabe que mexeu antes?
Sabe?
É filosofia de jogo.
Me espanta nisso tudo não é a Espanha ficar com posse de bola, sem a bola, tantos jogos invictos. É o arquivo do PVC.
É uma mala que ele parece um caracol.
Consultar o meu arquivo aí, posse de bola, gol de 10.
Ele tem uma mochila que parece uma mochila de louco. É uma mochila imensa que ele leva nas costas.
Zé Trajano, você não não imagina, porque hoje em dia alguma coisa ele tem digitalizado. Então você não imagina o que era andar com PVC, cobertura de copo, entre outras coisas, porque a agenda dele com 7.300 telefones, as folhas são caras.
Já conviveram com metrô de copo? Eu mudei, tinha uma famosa mochila, isso, que pesava não sei quantas folhas escondreladas. É o caracol, ele fica até Olha a mochilinha dele ali, tá vendo?
Caracol. Aliás, sabe o que você vai patrocinar o Posso Ir embora? É dar uma mochila para o PVC.
A mochila de Alô do Mundo tá toda torta.
Ó, deixa eu fazer uma pergunta para você, pergunta difícil.
Eu não consigo achar uma mochila desse tamanho. Minha mochila velha quebrou numa viagem que eu fiz a Baku para fazer Chelsea-Arsenal, final da Liga Europa 2019.
Já tá bem leve para ter quebrado, né?
Aí eu tive que ter, eu tive que comprar uma mochila nova no aeroporto de Istambul voltando de Baku para Madrid. Em 2019. Ela tá comigo até hoje, tadinha, surradinha.
Deixa eu fazer uma pergunta para vocês. A gente tava falando assim, olha, se a França for para final e for campeã, aliás, se ela for para final, ela vai ter das últimas 8 Copas, ela vai ter estado em 5 finais. Quem é a seleção do século até aqui, a Espanha ou a França?
Do século, desde aquela pergunta, o ano que eu só contemplo um título francês, né?
Franceses, mas algumas finais.
Argentina tem um título, duas finais, não é isso? Argentina tem final de 14, sim, e tem o título.
Mas a Espanha tem o título de 10 e algumas Eurocopas no meio do caminho.
Ah, bom, mas quantas Copas América?
Só aquela, só aquela do Brasil, do Maracanã, da pandemia, só aquela. Ganhou em 24 da prorrogação. Então duas. Então, mas a Eurocopa, vamos combinar que tem outro tamanho.
Ficamos com Corinthians e tudo bem.
Vai, fala aí quem é. A Espanha não entra nessa, nessa, nessa?
Eu acho que desde que ela ganha o título. Se for o vice, nem tanto.
Ela vai ter ido, é mais uma final. Diga lá, PVC.
Tem uma palavra que a gente não tá usando, a gente tá usando a palavra da semifinal menos falada. Inglaterra, que a Inglaterra for campeã, se for campeã, a Copa terá 7 nesse século com 7 campeões diferentes. Nunca aconteceu isso.
É bem interessante.
Ó, um registro para vocês, viu? O Messi será o maior artilheiro da história da Copa do Mundo por pelo menos mais 4 anos, porque o Mbappé, a não ser que ele faça gol no terceiro lugar, eu acho que ele vai jogar, hein?
Eu acho que ele vai jogar.
Ele não vai deixar fora.
Aliás, eu acho que os dois, se o Messi for eliminado amanhã, também vai jogar. Conheço a turma, os dois devem jogar.
Eu acho que o terceiro lugar é de uma melancolia que eu vou te contar.
Aí serve para marca.
Espera aí, Argentina e França não vai ser legal?
Mas não é ser legal, quem entra em campo para disputar esse jogo, a motivação é muito menor, é uma coisa frustrada. Pô, eu fui para a final, não fui campeão do Vamos ver quem chega.
A Croácia jogou com muito orgulho.
A Croácia é Croácia, né? A França é a França.
Olha, o Júlio Gomes está no estádio e vai adentrar ao gramado também. Cadê ele? Júlio Gomes, meu caro, olha aí, cheiro da grama sobre esse jogão que a Espanha venceu, aliás, amassou a favoritaça França. E aí, que você me conta, como foi?
Tudo bom, Tironi? Um abraço para você, um abraço para todos os amigos do Posse. O PVC tá lá em cima, eu tô aqui embaixo. PVC tá 100 metros lá acima de mim, lá, lá, ó, lá no alto do estádio, ó. E eu tô aqui embaixo no subterrâneo. Tava acompanhando as entrevistas agora do, do Kubarczyk, do Oyar Saba e do Pedro Porro.
E aí, né, na hora que ele ia falar o que muitos técnicos disseram.
Deixa eu contar uma história para balizar o que o Tadinho tá dizendo, tá dizendo terceiro e quarto lugares. Tava subindo o elevador aqui quando eu cheguei no estádio cedo e tavam os espanhóis conversando. Aí um cara virou para o jornalista espanhol e perguntou: se a Espanha perder hoje, você vai para Miami? Ele falou: não, se a Espanha perder, eu volto para Madrid. Por quê? Porque a nossa equipe toda vai voltar para Madrid. Não faz sentido ter esse jogo de terceiro e quarto lugares.
É uma equipe de jornalistas da Espanha de televisão que volta para Espanha porque não quer ver o jogo do terceiro e quarto.
Mas eu sempre defendo o jogo do terceiro e quarto.
Você está sozinho nesse debate.
Mas depende quem chega. Se tivesse lá o Cabo Verde chegando em terceiro, não ia ser legal?
É assim.
Não, mas aí é outra história.
Se tivesse só campeão, você ia passar a Copa toda apontado como favorito. Eu sei disso.
Não, você é o favoritasso. É, para França é chato. É nós, tem para ninguém. Toma um pau desse jeito que tomou hoje para Espanha. Que que o espírito vai disputar o terceiro e quarto lugar?
A gente pode decidir assim, olha, se os caras não quiserem jogar para o terceiro lugar, nem joga.
Voltou o jogo.
Mas, por exemplo, não foi legal que o Marrocos foi o terceiro colocado? Não foi para final.
Você tá pegando exemplo de menores.
Não, mas toda Copa tem algum time, algum. Essa aqui não teve.
Eu acho que para recordes conta, os caras vão querer jogar.
Júlio Gomes, vamos lá, cheiro da grama.
É, eu tô, eu também acho terceiro lugar um jogo desprezível, mas para os recordes, se for Mbappé contra Messi, olha, vai ficar interessante essa disputa de terceiro lugar aí. Mas eu tava, tava dizendo para vocês que o Kubasi, o Oyarzabal e o Pedro Porro falaram lá embaixo, 3 jogadores que se fossem brasileiros a gente já tá falando, e essa geração, hein, essa geração e tal. Mas que que eles falaram lá embaixo, os três? Na, na, na, o grande significado, o que os três falaram, estavam todos na mesma linha, que é sacrifício pelo time.
O mais importante aqui é jogar todo mundo em grupo. Estávamos cuidando da bola, estávamos tentando manter os jogadores franceses longe do nosso gol, né? Mais um jogo. Eu, eu não acompanhei o programa, claro, amigos, que eu tava lá embaixo nas entrevistas. Mas eu achei pessoalmente um recital da Espanha contra a França. Impressionante a maneira como eles controlaram o jogo o tempo inteiro e não deram chance alguma para jogadores franceses de muita força, de muita velocidade.
Nunca tiveram campo. O PVC lá do meu lado bateu palma, viu? Não sei se ele contou para vocês, mas eu bati palma.
Eu bati palma para você, chamei você e falei, Julinho, Julinho, E bati palma para você porque você ontem disse que a Espanha ia ganhar. Você disse num bar repleto de espanhóis chamado Frank's, chamado Frank's, você disse a Espanha vai ganhar o jogo amanhã. Você falou sem nenhuma dúvida. Tô contando para vocês o que o Júlio falou. Então eu bati palma para o Júlio.
Obrigado, obrigado pelo crédito, PVC. Eu fiquei Emocionado no bar, eu acho, com as músicas antigas.
Músicas antigas, pressão e cerveja, aí todo mundo vai, vamos, né?
Mas eu, eu, esse time da Espanha, ele tem uma incrível capacidade. Claro que pode ganhar, pode perder, qualquer momento se saísse um gol da França ali, ó, o jogo ia fazer assim, né? Mas ele tem uma incrível capacidade de se manter dentro do seu plano de jogo, né, dentro da partida, fazendo o que quer fazer em algum momento mais atrás trocando passes, algum momento mais à frente cedendo pouco espaço. E é incrível. Eu preciso fazer uma reportagem amanhã sobre o destaque da Espanha na Copa. Quem que vocês sugerem?
É muito difícil. Eu ia te perguntar isso.
Cucurella.
Quem foi o cara? Até a Fabíola aqui que tá no estúdio vendo falou Cucurella.
Eu e a Fabíola.
Então, dos dois destaques, o de hoje, do jogo de hoje, e o da Copa Espanha. Para você, quem é, Júlio?
Não, para mim, no jogo de hoje, eu fiquei muito impressionado com o Olmo, com o trabalho, os passos, as paredes. Fez um jogo extraordinário, Dani Olmo. Na Copa do Mundo, eu vou ficar com o goleiro, vou ficar com o Naissimão.
Também muito bem.
Primeiro tempo, gente, teve um lance no primeiro tempo quando começa uma chuva torrencial em Dallas. Teve um lance no primeiro tempo em que o Mbappé, o Mbappé, ele vai sair cara a cara com o Naissimão. Vocês lembram, Naissimão sai no carrinho E eu não sei se a, se a, se a TV consegue mostrar isso, mas como eu tava no campo, tava olhando bem para o lance, ele sai meio segundo antes, meio segundo antes do Mbappé saber o que ele vai fazer.
O Naissimon saiu, senão ele não ia chegar, ele ia fazer uma falta, ia ser expulso possivelmente, ou então ia ser driblado, ia ser gol. Então o Naissimon, um goleiro assim de pouco, né, joga no Athletic de Bilbao, ninguém liga muito, chegou aqui, nem sabia se ia ser titular. O cara que bateu o recorde, estabeleceu um novo recorde de minutos sem tomar gols e tomou só um na Copa até agora. Eu acho que é o destaque da Espanha.
Essa pergunta do Júlio aí pode correr todo mundo, que eu tenho o meu.
Então fala.
O irmão do Lamine Yamal.
Isso, é o destaque da Espanha.
É o mascote, é o negócio sensacional. Todas as vezes que mostram o menininho, né? E a emoção do Yamal também quando tu encontra com O irmão, né? É um destaque para mim da Espanha.
Arnaldo, hoje e na Copa?
Tô com a família, com a Corella. Hoje, o que ele salvou, um gol do Mbappé hoje. E para mim era o grande duelo, ele e Dembélé. Acho que ele não só marcou bem o Dembélé como ele jogou. Mas eu também vou fazer a menção honrosa ao outro lateral. Acho que os laterais da Espanha, como o Júnior falou, assim Pedro Porro, que às vezes é reserva do Tottenham, às vezes joga como titular, faz uma Copa excelente, fez um golaço hoje, fez a tabela, meteu o gol lá e marcou primeiro o Barcola e depois o Doué.
Marcou bem, saiu exausto, mas acho que ele, ele, acho que é um, é um conjunto muito interessante. Que aí que tá, o Yamal é a cereja do bolo, mas Mas todo mundo dá sua contribuição.
Vocês veem futebol de uma maneira muito impressionista, vocês não entendem nada disso aí. É, o jogador da Espanha de novo nesse Mundial é o Rodri.
Sim, sim, acho que é o termômetro.
Rodri é impressionante, até porque é o cara que foi injustiçado, porque disseram que era um absurdo ele ser eleito o número 1 do mundo. Então tá mostrando que recuperou-se de uma lesão gravíssima e fez a Copa do Mundo, está fazendo a Copa do Mundo que está fazendo.
Casão, hoje na Copa quem é o cara da Espanha?
Eu acho que é o Cucurella da Copa. E o goleiro hoje?
Perfeito. PVC não sabe nada de futebol.
Hoje para mim é o Laporte, apesar do Dany Olmo ter jogado uma partida estupenda. Mas eu achei que Laporte foi absurdo também. Laporte não perdeu uma bola. E no passe também, na construção do jogo também. Eu acho que na Copa, na Copa é o Unai Simón, porque ele é o goleiro que tomou um gol, tomou só um gol.
A bola não foi lá.
A bola, quantas grandes defesas ele fez.
Mas eu acho que o do Espanhol, então voto Loé Azabal.
A gente não fala do Azabal, é mais interessante.
Você vê que quando é gozado nós estamos falando de todo o time da Espanha. Eu conversei hoje de manhã O Ribanhão falou de todo mundo, já foi citado aqui.
O Ribanhão falou do, qual o nome dele?
Alex Baena, que o Arnaldo comparou com Ferreirinha.
Pelo amor de Deus, não me causa isso.
E agora, quem foi o cara que não foi na França hoje?
Oliseu. Oliseu, muito abaixo.
Oliseu foi uma decepção. É claro, o Mbappé não jogou o que a gente esperava dele, uma, porque também a bola não chegava nas condições que ele prefere. Agora, tem uma qualidade indiscutível, embora tenha feito uma cafajestagem no goleiro, no Nascimento. Ele não desiste, ele se apresenta o tempo todo, ele não foge do jogo.
Quer ver? Eu tenho uma máxima no futebol que é de uma obviedade. Preste atenção, vou falar uma coisa óbvia, inclusive tá achando estranho, é uma besta. Quando dá tudo certo, dá tudo certo. Quando dá tudo errado, dá tudo errado. Não é isso? É. Só que a Espanha não precisou de dar tudo certo, fez dar tudo certo, entendeu? Porque tem essa coisa, às vezes você vê um time que é muito coisa inacreditáveis, quando o time tá jogando mal, o time bom, você fala: como é que errou esse passe?
Como é que o cara não deu um passo daqui até ali? Por que que chutou a bola na arquibancada? E de caras que nas outras atuações, nos outros jogos, não fizeram nada disso. Pelo contrário, foram, deram, deu tudo certo. Aí pega, tem um dia que não acontece nada. Dia da França foi hoje, né? Agora, pior desastre hoje da França, você tá falando o lateral esquerdo. Meu Deus do céu, fez o pênalti ridículo, fez o pênalti, ele tomou um baile dos dois, uma avenida ali pelo lado.
O Deschamps falou, e eu tenho algumas palavras aqui do Deschamps, falei para vocês, abre aspas: os jogadores estão arrasados. Mas temos que ser lógicos, fomos tecnicamente inferiores, a culpa é nossa. Mas vou fazer uma pergunta. O Arnaldo vai, não, não, eu sei, em direção à Meca ele vai agora, vai orar. Olha só, o árbitro estava à altura de apitar uma semifinal? Não, não vou responder a isso, houve várias situações. Mas ele continua, mas o principal motivo é que simplesmente estivemos abaixo do nosso nível, com alguns erros técnicos, passes que poderiam ter resultado em oportunidades.
Esse é o mais alto nível, mesmo que doa. Vamos jogar a disputa do terceiro lugar. Não quero desmerecer tudo que foi feito, mas nessa partida a Espanha mostrou algo a mais. Não conseguimos, a decepção é grande, mas não tira o mérito de tudo de bom que fizemos. Achei que nos recuperamos muito bem. Não tira o mérito da seleção espanhola, que controlou o jogo. Faltou precisão técnica e energia. Os espanhóis são muito bons a quebrar ataques com antecipação em passes.
Gostaríamos de ter criado mais problemas para eles no ataque. Disse o Deschamps, que também vai se despedir agora com 35 anos.
O que ele falou é óbvio, reconhecimento, parabéns, deu nota 10 para o adversário. Mas precisava ter citado o negócio do juiz à altura? O juiz interferiu no jogo de alguma forma? No resultado, no desempenho dos times, não. Pode ter errado aqui, ali, não sabe.
A minha, a minha só, minha ressalva é que de fato não está à altura de uma semifinal, assim como Assim como o árbitro de amanhã. E o árbitro de amanhã me preocupa porque o jogo tende a ser mais tenso, né? Eu acho que é um árbitro muito fraco de hoje, muito fraco. Mas a Espanha não foi um jogo decidido por um lance arbitrário ou por uma condução de arbitragem, por mais que ela tenha sido toda errática, toda insegura, toda fraquíssima, escalada para fazer uma composição com a galera da CONCACAF que organiza os mundiais, os dois aliás, né? Amanhã pode dar M.
Aliás, falaremos dessa outra semifinal porque alguém vai enfrentar a Espanha. A Espanha na semifinal. Agora, não pode falar que existe a nossa comunidade do WhatsApp lá no Posse de Bola.
Pode dar Messi também, pode.
Você sabe que nós temos nossa comunidade lá no WhatsApp do Posse de Bola. Várias salas já estão lotadas, a gente interage com a galera lá na comunidade. Então vocês podem mandar suas perguntas lá. Entre lá, vai aparecer um QR code na sua tela para você entrar na comunidade do WhatsApp e ficar com a gente lá muito mais tempo.
E a gente não sai da lama, continua lá com 8 mil só.
Calma que eu vou falar, mas antes que tem uma pergunta do Caio Quintas para você, Juca.
Mas a sua caneta não caiu ainda?
Ainda não, ainda hoje não caiu. O Caio Quintas que mandou essa pergunta lá no WhatsApp, ele pergunta o seguinte: claro que o ideal seriam as duas coisas, mas numa evolução da seleção brasileira daqui a 4 anos, o que vocês preferiam ver? Um futebol pragmático conseguindo ir mais além até uma semi ou final, ou um futebol mais bonito com algum resgate da identidade brasileira mesmo caindo mais cedo? Abraço.
Quintas, embora hoje seja, estejamos numas das terças do mês, deixa eu lhe dizer uma coisa: eu gostaria muito que o Brasil chegasse à final, fosse campeão com o seu futebol. Bem, porque essa opção, um futebol pragmático e papai, que ele nos leve até a semifinal, ou um futebol com a nossa cara, mas que não chegue tão longe. Eu quero futebol com a nossa cara que chegue o mais longe possível, porque eu já vi acontecer isso 5 vezes. Não há o que me convença.
Vamos lembrar que em 30 a finalista Espanha é anfitriã da próxima Copa, dessa Copa, com time super jovem.
E Marrocos também é anfitrião, Portugal também.
E a Argentina também, né?
Sim, tudo bem, mas é só o primeiro jogo.
O que eu estou dizendo é que a Espanha pode ser campeã do mundo em 26, no mínimo será vice, e na próxima ela abrigará, será uma das principais sedes.
Por isso que eu propus hoje de manhã que na próxima Copa nós aqui do Poste de Bola ficaremos entre Barcelona e Lisboa. Vamos abandonar esse estúdio e vamos partir para Europa para fazer o programa de lá. Marrocos também, mas não, Marrocos a gente abre mão.
Quem quiser aí vai.
PVC quer ir para Marrocos, ele vai.
É, morou lá, morou na Espanha, tem casa lá.
Inclusive perguntaram como é que tava de likes, né? 12 mil likes, viu, Trajano? A gente precisa de mais 8 mil, tá acabando o programa.
Bichinha, meu.
Você precisa se despedir da gente, então vou fazer uma pergunta para você para a gente continuar com o debate aqui. Amanhã tem Inglaterra e Argentina. Quem seria melhor para a Espanha nessa final?
Ah, eu acho que a Inglaterra, né? Eu acho que a Inglaterra já ganhou na na final da Eurocopa. Acho que a Inglaterra tem menos armas para machucar a Espanha. Acho que é um jogo mais controlado. O jogo da Argentina é um jogo mais, né, depende muito do que o Messi, como é que o Messi vai acordar no dia, né? Isso aí você não controla. O De La Fuente, que adora falar sobre controle, o que ele controla, o que ele não controla, o Messi você não controla.
O time da Inglaterra eu acho que você consegue controlar um pouquinho melhor. Bom, em 2030 vocês vão se dividir entre Barcelona e Lisboa, eu fico em Madrid.
Então, tranquilo, tá bom?
Você tem casa lá, tudo bem.
Não, tudo Tudo bem, fica um triângulo.
Para encerrar aqui, ó, eu achei que o árbitro, o árbitro não deu um amarelo para o Lamine Amal, que deveria ter dado, uma falta já no final do jogo no Mbappé. Mas fora isso, eu não consegui ver essa arbitragem problemática aí que o Arnaldo viu. Eu deixo aqui essa, é do clima, Júlio, é o clima, percebe?
Não que necessariamente ele tenha influído, ele não estava à altura do jogo. Claro, os jogadores não respeitaram. Os jogadores não o respeitaram como respeitariam. Não, toda hora tava reclamando, contestaram inclusive o pênalti, cercaram e tal, coisa que você não vê.
3 metros de altura, os jogadores iam para cima dele.
Uma semifinal, se fosse um técnico desses mais cascudos, eu acho que um árbitro desses mais cascudos, acho que não. Mas queria dizer que eu discordo do Júlio em relação à Inglaterra ser melhor para Espanha, e acho que é Argentina porque eles falam a mesma língua.
E agora, amigos, para me despedir, eu vi vocês todos falando melhor hoje, melhor na Copa, melhor. E como Trajano disse, vocês viram, vocês falaram a seleção inteira, o melhor da Copa é o De La Fuente, melhor da Espanha, De La Fuente, um técnico que é o técnico não citado, né? É, ninguém dava bola, ninguém dava bola para ele. Na Espanha ele era chamado de El de la Sub-20, ou seja, o da Sub-20 aí, o da Sub-20. E a maneira como esse cara, com seus 65 anos, consegue, né, que muitos técnicos falam disso, né, no futebol de hoje em dia, como que você faz para se comunicar com jovens de 19, de 20, não sei o quê. Ele, pelo jeito, consegue, né? Ele, pelo jeito, tem a mão.
Um grande trabalho.
Posso pedir um favor para você?
Pode.
Eu vou me despedir do Júlio e eu tenho aqui algumas frases do De La Fuente. Então acho que vale a gente falar, e aí eu passo a bola para você. De La Fuente também falou em coletiva e disse o seguinte: entre outras coisas. Abre aspas: hoje ele falou, eu falo o seguinte: hoje nós enfrentamos uma das grandes seleções do mundo, que tem os melhores jogadores do mundo, mas temos também o melhor time do mundo. Esses jogadores, eles sempre deixam tudo em campo e mostram dia após dia esse compromisso com sua generosidade, solidariedade e talento.
É maravilhoso vê-los jogar, é um espetáculo. Eles fazem tudo ser mais difícil para adversários. Tô bastante orgulhoso e feliz. Agora é difícil descrever o que a gente sente, mas é algo parecido com a felicidade, o orgulho de dirigir uma equipe tão excepcional quanto essa. A gente quer continuar fazendo as coisas melhores e ainda temos um passo a mais. Com certeza tem muita tensão acumulada, é uma grande responsabilidade. Estamos na final da Copa do Mundo, é um luxo só para alguns eleitos.
Ainda temos que assimilar tudo isso quando começamos há 3 anos, 4 anos atrás, com uma ideia, e essa ideia nos trouxe até aqui. Diga lá, PVC.
Me chamou atenção ontem, o Júlio tava na coletiva junto comigo, com Rodrigo Matos também, com Thiago Rabelo. Me chamou atenção uma coisa, já falei aqui, que a gente é de um tempo em que presidente da República fazia pronunciamento, técnico e jogador dava entrevista coletiva. E hoje em dia jogador faz pronunciamento e presidente da República dá entrevista coletiva. Ontem, raro, raro, O jogador foi dar entrevista principal depois do técnico, que vai ao encontro do que o Juninho tá dizendo.
O De La Fuente não é a estrela, ele não faz questão de ser estrela. Ele deu a entrevista coletiva dele, saiu, veio lá Minha Mão depois. Nenhuma seleção da Copa faz isso.
Boa, bem interessante. Bom detalhe, bom detalhe. Olha, a gente vai fazer um primeiro, nosso primeiro intervalo aqui na TV, mas vamos continuar conversando com vocês aqui no chat do YouTube. E vocês, enquanto isso, vão ficando aí mandando suas mensagens aí.
O Hugo de Minhoca não apareceu, não apareceu, deve estar trabalhando, sei lá.
Mas fica aí vendo como é que foi a festa da torcida da Espanha em Madrid e a gente já volta. Muito bem, estamos aqui no intervalo. A galera tá mandando mensagem. O cara aqui que atende com o nome de Paixão, inclusive tá em vários esses programas que a gente participa. Ele fala o seguinte: Tironi, tenha coragem de dizer que o Deschamps é fraco. Perder 3 Copas do Mundo e 3 Eurocopas com esse time aí é normal? Vou falar a verdade para você, Juca. Esse Deschamps é fraco, é muito fraco.
Ele foi campeão mundial jogando como volante da seleção francesa, ele foi campeão mundial como treinador da seleção francesa, e ele é fraco. Você imagine a situação, vamos dizer assim, do Mano Menezes.
Pois é, é isso.
Olha que eu acho um bom treinador.
Sim.
Gabriel Muniz fala assim: que tal uma comparação Copa a Copa entre o jejum brasileiro de 70 e 94 e o atual? Como Copa a Copa de 70 até 94? Tem muita Copa, hein?
É o tempo que nós passamos sem ganhar, 24 anos. Mas tá se falando muito dessa coisa, Brasil nunca ficou 28 anos sem ser campeão.
Claro que ficou, depois de ganhar a primeira.
Ah, bom, após ganhar a primeira, depois de entrar no—
ficou, né?
O Brasil nunca ficou 6 Copas sem ganhar, 6 Copas seguidas, né? E são 6 Copas em que só chegou em semifinal em uma.
E acho que era melhor não ter chegado.
E acho que o jejum Sem comparar Copa a Copa, que duraria muito tempo, mas o jejum anterior, além de menor, ele não teve vexames como o jejum atual. Não teve 7 a 1, não teve saída das oitavas para Noruega.
E o Bruno Leonardo fala: 20 anos depois de um quadrado mágico que não marca, eliminado sendo dominado no meio-campo.
Foi um pouco que eu falei.
E o Vitor Crash fala assim: o Mbappé, segundo alguns, último craque existente no mundo, caiu para o time mais coletivo e foi totalmente anulado. Sim, exato, verdade, foi mesmo, de fato.
É um tal de apontar o dedo aqui um para o outro, que eu vou te contar, os dedos são todos para mim.
É, ó, a Teresa falou, daqui a pouco vão aparecer teorias da conspiração para dizer que a França entregou o jogo porque eles foram pagos pela FIFA para ganhar.
Isso, isso, agora a França usa Nike, é por isso.
É isso, é.
Mas você tem que lembrar que na Copa da França correu aquela história do Brasil, né?
É isso, porque tava voltando, tava negociado, o Brasil ganharia em 14.
Estamos de volta, estamos de volta na TV. E eu perguntei para o Júlio Gomes quem deveria ser, quem seria melhor para a Espanha, o seu adversário na final. Vou estender a pergunta primeiro ao Cazão. Cazão, Você pode responder de duas formas. Para o futebol, para final, seria mais legal qual time? Seria mais legal, e especificamente para Espanha, seria melhor enfrentar quem?
Olha, eu acho, eu acho que essa Inglaterra ela é diferente. Eu acho que tem um clima ali diferente, tem uma coisa mágica ali surgindo nessa Inglaterra, e eu acho que é muito indigesto, é bem agressiva essa Inglaterra. Eu acho que o futebol da Espanha encaixa melhor com o futebol da Argentina. Apesar que a Argentina consegue colocar o jogo na guerra, porque é um hábito, né, do futebol argentino. Quando eles estão, se eles estão sendo dominados, eles arrumam alguma coisa para o jogo virar uma guerra.
E os europeus não são acostumados com isso. Só que a Inglaterra, ela tá nesse clima assim, sabe? Inclusive, eu tava com o Danilo hoje, eu, então, vamos sair, o Danilo Lavielli, Aí eu falei para ele assim, pô, você sabe que se eu tivesse numa coletiva e o entrevistado fosse o Bellingham, sabe qual pergunta eu faria para ele? Ele falou, qual? Eu falei assim, ó, Jude Bellingham, como você se sente sendo camisa 10 da Inglaterra com 23 anos e o público inteiro cantando Hey Jude dos Beatles para você?
Eu gostaria muito de ver a resposta do Bellingham nesse sentido. Porque, cara, talvez, será que ele sabe o tamanho do negócio? Esse negócio, ou seja, só uma música que eu conhecia com o primeiro nome dele. Não é, né? Não é uma coisa.
Pera aí, casão, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. É justo que você pergunte, mas justo seria eu perguntar, porque eu não faço ideia de que sentimento seja esse. Mas eu já vi um estádio inteiro cantando, ei, casão, seu coração é do Timão.
Mas não com a melodia dos Beatles, né? Mas não era a música dos Beatles, né?
Tá melhor do que a música dos Beatles.
Peraí, tô falando, Cacilda, gente que interrompe toda hora. Muito bem.
Eu só que você fala desse jeito, o cara em cada—
a gente já tá nervoso e ele tá achando, casão tá achando que é com ele, não comigo.
A música tá melhor. Pô, a música é da Fidel.
O cara pensa que ele tá nervoso mesmo.
Não é melhor do que dos Beatles?
Não, não, desculpa, Fidel, mas não é.
Não é. É legal, mas não é.
Isso é um sacrilégio falar um negócio desse.
Eu disse que eu não viria fazer o programa hoje, eu não deveria ter vindo.
Fala, Cazão.
Foi um orgulho tudo aquilo que aconteceu, foi surpreendente. Você tava lá, você foi a primeira pessoa que conversou comigo depois daquilo e tal. Fiquei muito emocionado. Mas, gente, eu queria ser o Jude Bellingham nessa Copa.
Tem um detalhe musical. Esse é um corte legal.
Mas antes de dizer, eu queria ser Júlio Beringa.
Tem um detalhe, eu não queria fazer os gols que ele fez, eu só queria ser 2 minutinhos com o público cantando Rei Júlio.
Mas aí tem um detalhe musical, há um canto da torcida para o coletivo, para o time inteiro, é a música do Oasis. Isso aí, individualmente é Rei Júlio do Júlio para o Beringa.
Aliás, para a gente que gosta de de rock, as torcidas inglesas são espetaculares com essas músicas que eles criam. Bom, mas vamos lá.
Sim, diga.
Arnaldo Ribeiro, para Espanha é melhor enfrentar?
Por acaso respondeu que o melhor seria Argentina para Espanha?
É, Inglaterra seria mais complicado.
Arnaldo, cara, eu fui pegar enquanto você fazia a pergunta a final da Euro entre os dois, que eu não lembrava sinceramente o 2 a 1 para Espanha campeã em Berlim há 2 anos. E mudou o técnico da Inglaterra, saiu Southgate, entrou o alemão. Cara, mas os times são extremamente parecidos, extremamente parecidos. Vou até ler escalação para vocês. Time do Southgate, do Portão Sul, Espanha: Unai Simón é o goleiro atual, Carvajal saiu, agora trocou o lateral, Lenormand saiu, mas Laporte, Cucurella Rodri, Fabián Ruiz, Deulofeu, o meio de campo de hoje.
Lamine Yamal, Morata saiu e também saiu do jogo, entrou Oyarzabal que fez gol, e Nico Williams que agora tá entrando no segundo tempo e não tá bem fisicamente. Inglaterra, Pickford tá lá, Walker que saiu e é mau goleiro, Stones e Gaye, e Shaw que saiu.
A defesa mudou bastante, saíram os laterais, mudou os laterais, o zagueiro continua igual.
E o goleiro Mainoo, que tá na reserva, não entrou. E Rice, que é bom para cacete. Bellingham fechando o triângulo. Saka, Kane e Foden, que não foi convocado, que não foi convocado. Mas a estrutura é bem parecida, né? Os nomes, os principais nomes.
E o Saka não tem sido titular, né?
Mas dito isso, eu tô assim, eu acho que para qualquer um que passasse a França também, para mim seria a mesma situação. Mesmo que eu me encante pela história da Inglaterra, acho que seria um adversário mais palatável para Espanha do que Argentina, pelo título, pelo Messi, pela malícia e tudo mais.
Eu não acho nada disso não. Eu acho que afinal é esse confronto, todo esse histórico aí que não sei o quê, ganhou, perdeu, É só se mudaram muito ou não os times. Mas olha, é complicado, porque qualquer um dos dois é complicado. Não vejo a gente— claro que a gente vê diferença de estilo, de campanha na Copa, o momento que tá vivendo, mas é pedreira dos dois lados. Que ele pode ser Inglaterra pedreira, Argentina pedreira, né? Porque quem chega numa semifinal, na final, é outra história.
Eu não consigo imaginar o sentimento de um jogador de futebol, sabe? O Cazão pode imaginar porque ele teve bem perto disso, disputou Copa e tal. Chegar numa final de Copa do Mundo é demais, é um negócio extraordinário, é um ser extraordinário, emoção. Não é só aquela torcida que tá ali no estádio não, é o mundo inteiro que tá te vendo, é o país inteiro que tá te acompanhando. Então pesa muita coisa. Então tanto faz como tanto fez. Os dois são pepinos.
Só acho, então, sempre uma final e o cara cantar Rei Jude para você, mas isso aí recupera qualquer coisa.
Mas fala, PVC, a lembrança dos times, mas o gol da vitória da Espanha contra Inglaterra 2 anos atrás foi aos 41 do segundo tempo. Então assim, já dá noção de como é difícil. E outro ponto, eu tô usando a palavra, a expressão cultura do jogo, que a França tem essa cultura do trabalho de seleção e que Espanha e Inglaterra tem a cultura por causa dos campeonatos, que as seleções bebem desses campeonatos, dessa fonte. Pode ser a primeira vez na história que aconteça a final da Eurocopa repetida na Copa do Mundo, o que é símbolo disso, é muito simbólico disso.
E do que é preciso fazer na América do Sul precisa fazer de qualquer jeito, porque a gente sabe que a Argentina não tem organização. Argentina tem grandes jogadores e tem o Messi, mas a gente precisa refazer na América do Sul essa capacidade de ter identidade do jogo, de ter um jeito que a gente joga. E esse é o ponto do Brasil, que eu concordo que não pode jogar com 34% de posse de bola, embora não, porque a gente tem que jogar com o rosto nosso, um jeito nosso de jogar.
É muito, vai ser muito simbólico se a repetição da Eurocopa na final da Copa do Mundo.
Muito bem, preciso fazer um intervalo, mas desculpa, só um detalhe rápido, né?
De qualquer forma, a Espanha passa a final sem sequela física, suspensão.
Bora ter a seleção que mais viajou, mas tudo bem, tudo bem.
As outras duas fizeram prorrogações, então, lá, entrando em forma. As outras duas fizeram prorrogações, vão jogar um dia depois, e afinal já é domingo. Então a Espanha vai assistir de camarote, e amanhã é difícil alguém se classificar sem sequela, é o que eu acho.
Você quer que a Fabíola adentrasse ao gramado novamente para moralizar essa fase final do programa? Para você, eu, porque é um detalhe, porque a Fabíola ao longo da partida ela gritou na minha cara: o futebol vive!
Porque, mas eu vou justificar, Ele falava que a França tinha que ser campeã porque o futebol merecia uma campeã desse nível. E aí, quando a Espanha faz o primeiro gol, falei, o futebol vive, respira, não é, Juca? Porque é lindo aquele toque de bola espanhol. E agora colocando a França na roda. O que o senhor deseja?
Não desejo pedir o intervalo.
A gente vai para um breve intervalo na TV, a gente vai então, a gente vai para um breve intervalo. Tenho a honra de estar aqui no estúdio hoje acompanhando essa galera. A gente já volta.
Muito bem, tá aí, ó. Mandem suas mensagens que ainda não acabou. É verdade, a Fabíola berrou na minha cara, você mereceu, berrou na minha cara. Futebol, você mereceu e tal, ó. É uma dica para você que acompanha o Posse de Bola, hein. Como eu falo, como eu falei, se você ainda não assina o UOL, você deve assinar porque você tem a coluna do PVC, do Casagrande, do Juca, do Mauro César, do Danilo, da Mili, da Alice, de todo mundo.
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Oi, a coletiva do De La Fuente prossegue. Ele é tão legal, mas é tão legal, mas tão legal que ele é chato.
Muito bom, tá até agora. É isso, é um cara, gente fina, né? O cara tá lá. Ó, o Mbappé, ele é freguês do Yamal. Só venceu o primeiro dos mata-matas, que a gente tem uma tela para mostrar isso aí.
Olha só, é o Trajano falando do Real Madrid contra o Barcelona.
Aí, ó, quartas de Champions League, o Mbappé ganhou isso em 24. Aí, quando ele tava no PSG, né, semifinal de Euro, semifinal de Nations League, final da Supercopa da Espanha, final da Supercopa da Espanha de novo, final da Copa do Rei. E semifinal da Copa do Mundo, todas o Yamal levou a melhor. Muito bem, ó, Trajano, pois não, estamos aqui.
Nunca perdeu um jogo como titular da seleção da Espanha, nunca perdeu, nunca perdeu. É do mesmo jeito que Garrincha, o único jogo que ele perdeu foi contra a Colômbia e ele entrou no segundo tempo.
Do mesmo jeito que Garrincha e Pelé juntos nunca perderam disputando com a camisa da seleção.
Mantivemos aqui uma audiência bem brutal, excelente. E como o Trajano tinha falado no começo do programa, 15 mil likes, faltam só mil para a gente chegar na nossa meta.
Vocês acharam que eu tinha falado 15 mil, entenderam mal.
Entenderam mal. A gente já deve voltar do intervalo, chegamos, é ou não é?
Tá bom.
30 segundos, vocês têm 30 segundos para nos dar mil likes para a gente atingir a nossa meta estabelecida de 15 mil likes. Não há dúvida disso.
Vem cá, e amanhã? Mas amanhã, amanhã eu já vou dar a meta de amanhã. Pode dar, que amanhã tem um pós de bola especial. Vai ser um pós de bola normal, pós de bola de manhã. Faremos aqui de manhã, tem uma edição extra pós, e tem uma edição extra depois do especial.
Exatamente.
Para amanhã, como tem Argentina no meio, estamos voltando.
Estamos voltando e vamos encerrar o trabalho. Só quer dar o recado de 2 posses de bola amanhã.
É, posse de bola matutino e posse de bola especial. 3 posses de bola. Posse de bola especial depois de Argentina e Inglaterra e um posse de bola extra, né, depois. Mas esse é só nós.
Isso mesmo.
Como tem Argentina amanhã, não vai ficar em 15 mil não. Vamos para os 20 mil.
Então hoje batida a meta de 15 mil likes.
Aqui.
Valeu, gente, muito obrigado por mais um Posse de Bola. Valeu, Trajano, Arnaldo, Juca, PVC, Casagrande.
Amanhã não vem, tá?
O Juca não vem amanhã, só que senão ia— Fabíola que ficou assistindo aqui a gente abrilhantando nosso programa.
Impressionante! Eu fiquei constrangido fazer o programa com uma audiência tão seleta.