#672: Argentina pega a Inglaterra na semifinal! Arbitragem polêmica?
Eduardo Tironi, Arnaldo Ribeiro, José Trajano, PVC, Danilo Lavieri e Pedro Lopes debatem a definição do confronto entre Argentina e Inglaterra nas semifinais da Copa do Mundo após jogos decididos apenas na prorrogação e com reclamações de arbitragem pelos derrotados, Neymar jogando pôquer em Las Vegas e o vídeo da CBF pelo ciclo de 2030
Eduardo Tironi
Arnaldo Ribeiro
José Trajano
Danilo Lavieri
Pedro Lopes
PVC
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Muito bom dia, está no ar o Posse de Bola deste domingão. Estamos aqui, sim senhor, e assim vamos até o final da Copa. Definidas as semifinais da Copa do Mundo, eu nem quero falar muito porque eu quero ir logo aos destaques. Eu estou aqui já acompanhado de José Trajano, Arnaldo Ribeiro. E nos Estados Unidos, no telão vai aparecer a qualquer momento PVC, Danilo Laviere e Pedro Lopes. Já estão aí. E eu vou começar com o PVC. Bom dia, seu destaque.
Só que eu não tenho certeza se eu gostei dessa regra de identificação, que na verdade não é identificar jogador, mas descobrir se ele fez a falta ou se não fez a falta. Acho que isso não tava, embora tenha acontecido na fase de grupo, não ficou tão claro lá no começo, no anúncio das mudanças de regra antes da Copa acontecer. Acho que é justa a expulsão do Embolô porque ele simulou, mas a regra não tava tão explícita, me parece, para um momento tão decisivo como foi ontem. A Argentina merece estar na semifinal porque tem brigado até o último instante.
Muito bem, claro que vai ser assunto isso aqui. Arnaldo Ribeiro, bom dia.
Bom dia, companheiros. Bom, dos 4 semifinalistas, são as semifinais que a gente tanto desejava. Só a França passou tranquila, né? A França sobrou, mas essas outras 3 que passaram sofreram demais. França, depois dessa etapa, continua sendo a seleção mais forte da Copa do Mundo.
Pedro Lopes, bom dia.
Bom dia, Tironi, Arnaldo, Trajano, meus amigos aqui dos Estados Unidos. Meu destaque vai para o Thomas Tuchel, né, o Thomas Tuchel, como tem sido falado. Fez tudo o contrário do técnico da seleção Ancelotti nessa Copa, inclusive cultivando um mau ambiente, como a gente viu ontem nas patadas que ele tomou do Bellingham depois do jogo. Mas tá na semifinal da Copa do Mundo.
Pois é, que coisa, hein, Túrcio? José Trajano, bom dia.
Bom dia a todos e todas. Bom, e já eu vou falar mais ou menos o que o Arnaldo falou em relação às semifinais, mas no fundo, aos trancos e barrancos, chegaram aqueles que a gente gostaria de ver nas semifinais, não é? Coisa de cachorro grande, vem para cá, vem para lá, choradeira, sofrência, não sei o quê, todo mundo acusando todo mundo, discussão de de regra, de juiz, de fio que passa por cima dos jogadores. Mas eu acho que quem gosta de futebol apreciou, curtiu que esses 4 estejam nas semifinais.
Danilo Lavieri, bom dia.
Bom dia, amigos. Olha, a gente fica aqui debatendo futebol por muito tempo, regra, prancheta, tática, Técnica, técnico, tem um monte de coisa que a gente debate, mas tem uma coisa que não dá para explicar, é o que tem com essa Argentina. Tem alguma coisa que não dá para explicar, é sempre de um jeito épico, é sempre de um jeito heroico, e os caras parecem estar sempre tranquilos, sempre sabendo que no final vai dar certo. Então eu tô realmente procurando, a gente falava pacto, né, pacto da Argentina nessa Copa do Mundo é um negócio impressionante.
Muito bem, ó, temos uma enquete, hein, para quem tá nos acompanhando ao vivo. Excelente, inclusive, viu?
Para domingo tá boa a enquete, pô, tá muito bem bolada.
Quem foi o maior personagem das quartas de final? Bellingham, 2 gols. Embolo da Suíça, que foi expulso e mudou o jogo, que a Suíça tava melhor. Julián Álvarez da Argentina, que fez um golaço na prorrogação. E encaminhou a classificação da Argentina, ou Merino da Espanha, que também fez o gol e fez, aliás, pela segunda vez, né? Ele já tinha feito na fase anterior, fez o gol decisivo de novo, o Merino da Espanha. Quem foi o maior personagem dessas quartas de final da Copa do Mundo até aqui?
Essa é a nossa brilhante enquete. Inclusive suscitou sorriso, diz atrás de mim. É verdade, significa que parece Parece agradou, hein? Eu fiz uma outra no meu Twitter, mas depois eu vou tirar.
Não, acho que ela tá de bom tamanho. Não precisa exagerar.
Então eu faço o seguinte, meus amigos: domingão, feriado, mas a gente tá aqui. Então a gente merece o seu like e que você chame parentes e amigos. Ô Danilo, e a nossa meta de likes? Ontem batemos, hein? À duras penas, tipo Argentina ontem. Chegamos ali no final, conseguimos.
Será que a gente tem um pacto de likes aqui no Posto de Bola também? Vamos manter a tradição dos 8 mil em dias difíceis.
8 mil em dias.
Acho que para chegar aos 10 mil, ontem, ontem a gente foi 8 mil.
Joga 8, mas né, olha, se a gente chegar em 10 mil então vai ser maravilhoso. Mas a gente tá no ritmo Argentina, acho que não vai dar, não vai dar pimba, dá. Então 8 mil likes é a nossa meta. Mandem mensagens para gente, chamem parentes e amigos nesse domingão. Acorde aí todo mundo que está na sua casa para vir ao Posse de Bola mandar suas mensagens, fazer o programa com a gente. A gente vai para um intervalo na TV E eu fico, claro, como sempre, conversando com vocês aqui no chat do YouTube.
Já voltamos, não saiam daí, galera. Já tá aqui na pegada. O Fernando Roberto apareceu, hein? Parabéns aos bravos guerreiros fazendo posse de bola no domingo de feriadão. Muito obrigado, Fernando, estamos aqui. O Nilson fala: bom dia, Argentina com muito mais sorte que futebol. Enfim, a Argentina terá um adversário difícil na semi. Fato, né? Vai pegar agora Um adversário pesado. Roberto, gol da Noruega mal anulado. Os dois goleiros foram responsáveis pela eliminação da Bélgica e da Noruega.
Inglaterra e Argentina passaram com a força da camisa. E do outro lado, França e Espanha jogando bem.
Lembrando que o goleiro belga também falhou, né? É verdade, miseravelmente, no gol do Merino, né? Ele falou também, os dois goleiros É que a Espanha jogou bem parte do jogo, né? Depois não jogou tão bem assim.
E o Eduardo Melchorá fala: meu voto vai para o cabo de transmissão dando assistência no jogo da Inglaterra. É o cabo da câmera que fica em cima do campo, né?
Pensei que fosse o cabo da Ciolo.
Não, gênio, hein? Bruno Novaes: acho que a Inglaterra é mais organizada, mas não dá para duvidar da Argentina.
Ontem foi uma bagunça, mas A Inglaterra, na organização bagunçada, mudou tudo a todo momento a partir do intervalo.
Nós temos que tirar o Rice, que não entrou. Exato, faz muita falta.
E o Jairo fala o seguinte: a Argentina até agora não foi testada de verdade, só pegou o baba e sofreu para ganhar.
Bom, mas já tá entre os 4, né? Faz parte. Às vezes você tem um caminho mais simples e vai, sim, é, né? Vai progredindo.
É, muito bem, vocês podem mandar suas mensagens aí, fazer o programa com a gente. Estamos aí rumando, rumando ainda longe, viu, Danilo, da audiência brutal, ainda longe.
E essa história de caminho fácil também é uma coisa que eu sempre falo, né? Tem primeiro, quando cai fácil, você tem que fazer o serviço. Segundo, que tem culpa dos outros aí. Podia ter sido a Colômbia ontem, podia ter sido Portugal lá atrás. Portugal tivesse ficado em primeiro no grupo, podia ter sido um caminho bem mais difícil para Argentina. Uruguai também podia ter sido o primeiro adversário. É, os outros não fazem o serviço, Argentina fez.
É isso. Então aí é que tá bom. Mandem suas mensagens ainda, sigam mandando suas mensagens para gente. Galera com uma raiva da Argentina grande aqui. Eu não sei o que que é, qual que é a pegada, mas galera não tá tendo os dois extremos aqui no Brasil, né?
Mas talvez sinalize, reflita a situação atual do país para tudo, né? 2 extremos: ou torcida exacerbada ou ódio absurdo. Não tem, ninguém consegue analisar o jogo da seleção da Argentina com um pouco mais de calma, tipo, né?
Hoje nós chegamos ao cúmulo.
O Branco Castro lembra que a jogada era o Flaco López no segundo gol da Argentina?
Mas nós chegamos ao cúmulo de o narrador gritar gol da Argentina é acusado de torcer pela Argentina. Caralho, isso aconteceu com o Luizinho ontem e foi viral no outro dia.
Estamos de volta aqui na TV. Estávamos falando aqui sobre a galera com raiva porque a classificação, porque a Argentina se classificou. Vamos ter que falar e vamos falar sim, porque classificou, tá na semifinal. E aí fica um pouco mais raivoso porque enquanto tava lá todo mundo jogando, apareceu o Neymar jogando pôquer. E aí esse negócio, como diz o Arnaldo, Neymar tá jogando mais pôquer do que futebol há algum tempo. Aí a raiva é despejada para todo lado.
Mas enfim, olha aqui, vamos colocar na tela aí os jogos que aconteceram ontem nessas quartas de final e a semifinal que vem por aí. E já vou dar um recado para vocês sobre as semifinais. Olho na tela. Tivemos lá no dia 9, portanto ontem, né, anteontem, França 2, Marrocos 0. Parece faz um ano esse jogo, né, foi anteontem. Espanha 2, Bélgica 1. E ontem os jogos super emocionantes, sabadão, hein. De sábado. Noruega 1, Inglaterra 2 na prorrogação, na prorrogação.
E também na prorrogação Argentina 3, Suíça 1. E aí a gente pode colocar como é que ficaram as semifinais já com o quadro aí e com datas e tudo.
Temos uma semifinal na terça, outra na quarta.
É isso aí, ó. Semifinal na terça, 16 horas, França e Espanha.
E assim que acabar esse jogo, José Trajano, o que temos após o jogo de quarta-feira, né? Não, mas não, não, ah não, que eu tô pensando outra coisa. Ah não, não, não, vamos não, vamos sim, isso já tá, já tá, após esses dois jogos teremos o posse de bola especial. Existe um recado para o Danilo, esse aí. Após o jogo de quarta, Danilo, nós vamos nos reunir de novo como fizemos.
Você pensa que você sai todo dia aí? Não, a gente não sai nenhum dia aqui.
Eu perguntei para você, o que que tu vai Depois de quarta-feira vai ter bar.
O cara vai todo dia para o bar, a gente não sai nunca aqui, pô.
Bom, então o que interessa ao nosso telespectador: depois de França e Argentina tem posse de bola.
Sim.
E depois de Inglaterra e Argentina, depois de França e Espanha tem posse de bola, e depois Inglaterra e Argentina tem posse de bola. E depois disso tudo vai ter o bar que nós vamos e tal, né?
Só uma pergunta para eu, para os norte-americanos que eu sempre tenho as dúvidas. Dallas e Atlanta são estádios climatizados ou não? Interrogação.
BBC vai falar ali, ó.
São, são.
Graças a Deus, os dois são.
Tá bom, os dois são.
E o da final?
O da final não, da final é Nova York, é Nova Jersey. A gramatura seca e estádio quente.
Beleza, os cara vão no pior estádio fazer a final.
Enfim, é o pior mesmo. É o pior mesmo. Então tá aí, inclusive, mas fala, não teve gente da seleção brasileira que não botou culpa no estádio, mas falou na véspera da eliminação, disse assim: aqui é o pior estádio para tudo. Salas de imprensa você não ouve ninguém, o gramado é seco, tudo diferente.
Bom, vamos colocar de novo a enquete que previamente já causou emoção aqui no estúdio, porque eu vi com os meus olhos Quem foi o maior personagem das quartas de final? Foi o Bellingham, 2 gols? Foi o Embolo da Suíça, expulso, e aí o jogo mudou? Foi o Julián Álvarez da Argentina, que fez um golaço e aí abriu caminho para a vitória da Argentina na prorrogação? Ou foi o Merino da Espanha, que de novo salvou a Espanha no final?
José Trajano, eu não tenho a menor dúvida. Se você, pelo ponto de vista técnico de futebol, grandeza, de determinante pela vitória, pode ser o Bélgica, né? Aliás, que campeonato! Se a Inglaterra for campeã do mundo, ao chegar à final, Bélgica é o possível favorito, até superando o Haaland, já foi embora, o próprio Kane, né? Próprio Kane tá sendo eclipsado pelo Bélgica. Mas o personagem mesmo foi o Embolô. Tá, mas todo mundo fala do Embolô, virou Troféu Embolô, não sei o quê.
A gente mudou a cara do jogo na hora que a Suíça tava tão bem. Os outros foram muito bem na vitória, esse foi muito bem na derrota. Sob o ponto de vista da derrota, que embolou o meio de campo, que embolou a história do jogo, mais falado que eu tenho ouvido, cheguei aqui na redação, o Embolô, mas o Embolô tá aí na redação, tanto se fala dele. É o Embolô.
Muito bem, vamos ver. Daqui a pouco eu dou uma prévia.
Não importa se é um personagem a favor ou contra, né?
Sim, daqui a pouco eu darei uma prévia sobre como estão votando os nossos companheiros aqui. Danilo, quem é o seu personagem das quartas? Se você quiser falar algum outro também, fica à vontade.
Não, eu acho que o Bellingham tem sido decisivo num nível que impressiona, né? Contra o México ele foi, e ontem contra a Noruega de novo, num jogo que foi complicado, foi equilibrado. Mais equilibrado do que eu imaginava. Até tinha falado para vocês ontem no pós que eu achava que a Inglaterra ia passar com mais facilidade, que a Argentina sofreria. E a Argentina sofreu, mas a Inglaterra também. E o Bellingham, ele tá num momento muito decisivo e num momento até também de— a entrevista dele me chama muita atenção, né?
Ele não passou pano, ele foi para cima do Tuchel e não tava nem aí. Não é porque ele não sabe o que é jogar contra a Musa, Haaland ou Odegaard. Vai ver que é por isso que ele não sabe. A gente tem que manter um bom ambiente aqui O cara fala isso depois de uma vitória da Inglaterra indo para uma semifinal. E assim, então é realmente impressionante a capacidade que ele teve ali de enfrentar o técnico que já tem ali uma, ele já foi para a Copa certamente não questionado, mas ele foi com aquela, todo mundo olhando, né?
Pô, ele deixou o Foden fora, ele deixou o Cole Palmer fora, ele deixou o Trent Arnold fora. Beleza, ficou de olho, mas tá dando certo, deu certo, né? Chegou Já na semifinal. E aí tem essa questão do clima e o Bellingham decisivíssimo. Então assim, para não ficar repetitivo com o Embolo, que eu acho que realmente acabou sendo personagem ainda mais no Brasil pela rivalidade com a Argentina, mas o Bellingham me impressiona muito, o poder de decisão.
O gol lá foi um belo gol, o primeiro. O segundo foi mais um gol de artilheiro, mais no lugar do Kane ali de estar de olho no rebote do goleiro. E é muito legal também o Ei, isso aí é muito legal também da torcida da Inglaterra, ele olhando ali. Então tá aí outra coisa que eu ia destacar, ele também teve uma postura muito legal com repórter da Venezuela, vocês devem ter visto também, que é um repórter cadeirante que teve ali uma hora, tava o Beringa, tava passando ele para Venezuela, para Venezuela ele parou e falou espanhol e deu ali um abraço na galera da Venezuela, que na época o terremoto tinha acabado de acontecer.
Então o Bellingham para mim tem um personagem muito legal dessa Copa do Mundo de uma forma geral.
Pedro, seu voto?
Se o Danilo tá pensando assim, imagina eu que tava lá ontem, né, assistiu o jogo no estádio, viu que o Bellingham fez, tava na zona mista depois na entrevista dele, né, quando ele esculachou o próprio treinador. Então para mim não tem como não ser o Bellingham, tava lá, vi de perto. Vi ele de perto também, a personalidade falando. O grande personagem para mim é ele mesmo.
PVC, para mim o personagem é o jogador, é o jogador que é nome próprio e verbo, embolou. Ele que embolou as quartas de final.
Arnaldo, eu tô trajando com PVC. Se você notar na tua enquete, a gente queria isso, né?
Eu gostaria de votar no Beley.
O Bellingham e o Merino tem muito em comum, né? Eles foram decisivos em duas eliminatórias, anterior e nessa, né? Sendo que o Merino sai do banco ainda, mas eu acho que o personagem, eu acho que vale a gente discutir bastante tudo que aconteceu. Foi o Embolo, um dos poucos atacantes que a Suíça tem, já não tava com o seu talismã em condição de jogo, né? A Suíça acabou ficando sem os seus dois centroavantes numa partida eliminatória de quartas de final contra a Argentina.
Muito bem, a gente vai falar, claro, bastante dos dois jogos, dois jogões, e também das semifinais, projetando o que vem por aí. Mas é o que, vamos começar com o jogo da Argentina que fechou, né, à noite. Ficamos aí até o começo da madrugada, então aqui já cedo.
Que horas acabou o jogo da Argentina no Brasil? Uma e uma da manhã, mais de uma da manhã, né?
Uma hora pelo menos. Que achou, hein, o Trajano? E aí?
Essa sofrência, né? Eu acho que o ritmo da Argentina não é mais o tango, é a sofrência, com a Marília Mendonça, alguma coisa assim. Um jogo após o outro, essa coisa, né? E superação no final, e a grande parte da torcida brasileira espinafrando, torcendo contra, e o time jogando mal. Ainda tem essa, e o time jogando mal. O time passando por momentos terríveis e se encontrando na vitória no final, aquela emoção toda e tal. Foi um— eu não esperava que isso fosse acontecer.
Eu imaginei que a Argentina fosse jogar mais um pouquinho, né? Mas tem que tirar o chapéu para a Argentina um pouco, porque vai indo, vai indo, vai indo, mesmo aos trancos e barrancos e essa sofrência final. Você vê que o Messi no final tentou partir para o jogo, Tentou pegar mais a bola, tentar driblar, partir para tabela, e teve um gol salvador do Julián Álvarez. É difícil, sabe, é difícil analisar o time da Argentina para mim, porque eu não sei onde eu vou criticar, dizendo que tá jogando muito mal, tá indo aos trancos e barrancos, ou eu, por outro lado, eu posso dizer, mas que coisa, né, eles se superam, tem e tem alma, tem coração e consegue fazer gol no final.
Mas que cá entre nós, analisando o jogo mesmo, jogo bola por bola, jogou mal, mas merece. Foi um pouco o que o Danilo falou, ele foi superando os adversários que pintaram na frente. Culpa dos outros que não se classificaram, não é? O Brasil, queria até com o PVC, que tem uma memória prodigiosa, que a gente fica falando muito aqui que Argentina é ajudada pela arbitragem, que há um complô, que a FIFA quer Argentina na final, sei lá, várias teses de— e que os adversários são fraquíssimos.
Quais foram os adversários do Brasil quando o Brasil ganhou o último Campeonato Mundial?
Foi Turquia, China, Costa Rica, Bélgica, Inglaterra.
Pera aí, mas vamos lá. Turquia, Turquia, China, Costa Rica. Teremos fortíssimos adversários, né? E a Turquia virou um bom time, tá bom time. E arbitragem desses jogos foram contrários ou foram favorecer o Brasil ou não?
Teve o jogo da Bélgica, né?
Turquia e Bélgica, da Turquia, da Estreia, que o pênalti foi fora da área, e o gol da Bélgica teve gol no lado do Wilmot.
Então, para você que tá desculpando Argentina, acha que é um privilégio único, se remete a 2002, os adversários fracos do Brasil. Que papel do Brasil foi passando, foi indo, foi indo, foi indo até chegar a final e ser campeão do mundo. E arbitragem ajudou, deu uma mãozinha com esse pênalti fora da área e o outro gol.
Só para fazer uma breve comparação, PVC, fazer uma outra comparação além dessa com você. Inclusive vou pegar uma mensagem aqui do, do, pera aí que eu vou pegar o nome dele. É do Ricardo. Ele fala: PVC, você se lembra de um semifinalista ter tido um caminho teoricamente tão facilitado como Argentina? Tem um pouco a ver com o Trajano falou. E eu te falo uma outra coisa: essa seleção não te lembra uma outra seleção lá em 1990?
Lembra?
Não, pois exatamente o que eu escrevi ontem é parecido, porque aquela Argentina de 90 ela se classificou em terceiro lugar no grupo. Era um grupo com camarões, perdeu com Romênia, empatou, e com União Soviética ganhou, mas teve o pênalti que Maradona cometeu Mano de Deus, número 2, vem com a bola bem do escanteio. O Maradona em si tira a bola em cima da linha com o braço esquerdo e não é marcado o pênalti. Se fosse marcado aquele pênalti, a Argentina poderia ser eliminada na fase de grupos.
A Argentina passou, ganhou no final do jogo do Brasil. O Brasil jogou bem aquele jogo, mas perdeu. A Argentina ganhou por 1 a 0. Acho uma delícia o título da revista Placar naquele dia, porque se falava de Aradunga, Aradunga, Aradunga. Maradona pegou a bola na intermediária, levou para o time do Brasil inteiro, deixou o carinha na cara do gol. Título de placar era Maradona.
Aí a Argentina foi para as quartas de final contra a Iugoslávia, empatou.
O Maradona perdeu o pênalti. O Skovic tinha pegado o pênalti dele pelo Sporting contra o Nápoles, pegou, repetiu exatamente a cobrança, e ele pegou de novo. Nos pênaltis, a Argentina se classificou. A Argentina foi para a semifinal em Nápoles contra a Itália e se classificou nos pênaltis de novo. E ela foi muito aos trancos e barrancos. Aquela história que o senhor Celote contava, nosso saudoso Celote contava que ele levava uma fita métrica na concentração da Argentina para ficar medindo o tornozelo do Maradona.
A Copa do Mundo inteira, Maradona tava machucado, mas foi muito aos trancos e barrancos. E a Argentina chegou na decisão, e na decisão A Alemanha, que jogou melhor a Copa, não jogou bem e ganhou de 1 a 0 com pênalti, que não foi pênalti também, o pênalti duvidoso em cima do, em cima do vôlei que o Bremen cobrou e fez o gol do título. Então me lembrou muito a maneira como a gente, só que a Argentina, essa Argentina ganhou todos os jogos, apesar de ter vencido 3 vezes, 2 vezes na prorrogação e uma numa virada no finalzinho do jogo, nos acréscimos, mas ganhou todos os jogos.
Aquela não, aquela empatou 1, perdeu 1, Empatou 2, empatou 3 e só ganhou mesmo da União Soviética e do Brasil.
O Danilo, ontem o Messi não fez uma partida excepcional, embora tenha dado, fez ter feito o escanteio do primeiro gol. No finalzinho quem brilhou, ele mesmo, hein, Flaco. Ele, a jogada do gol, deu para o Julián Álvarez, gol.
Ele tá me provocando, hein, Adelardo.
Flaco fez a jogada, toda a jogada do gol ali. Mas fala aí, não é?
Faltou um pouco de Messi ontem, né?
Assistência, o critério objetivo da FIFA de dar assistência para um passe. O cara faz o gol sozinho, então acerta o petardo no ângulo de fora da área, assistência do ponto.
Mas diga lá, faltou um pouco de Messi ontem, você achou?
O Messi, ele ontem realmente não fluía, né? Mas é aquela história que desde o primeiro jogo a gente observa, é um jogador como definiu a expressão do PVC, acho que é a melhor, ele foge da guerra, né? Então ele tá o tempo inteiro ali e você vê que a Argentina tá o tempo inteiro olhando para saber o que ele acha que tem que fazer, né? Então mesmo quando o Messi tá ali grudado na ponta direita, o jogo inteiro tá para esquerda, você vê ou De Paul ou o Julian Álvarez, se tiver jogando, alguém sempre tá olhando para ele para ver os gestos que ele faz.
E o Messi tá sempre gesticulando, ele tá quieto, ele tá olhando, ele tá mostrando assim, ó, para lá, para cá, levanta a mão, ele tá sempre como um maestro mesmo. E fora dessa zona de guerra, ele nunca tá no meio de muita gente. Quando ele vai para o meio, é um toque e clareia a jogada. Assim, ontem ele voltou num lance bem pertinho do banco da Argentina ali, a bola foi para ele, ele deu um toquinho, clareou a jogada inteira. A zaga do 3, 4 caras da Suíça ficaram fora.
Então assim, ele tem esse poder de clarear. Ontem ele não resolveu como a gente viu em outros jogos, Como foi contra o Egito mesmo, quando ele fez aquele golaço. Mas é essa a participação dele. E como eu disse a vocês, eu acho que a Argentina, o Scaloni, o país, ele joga, todo mundo joga para o Messi. É um negócio assim que tá todo mundo querendo dar quase que esse prêmio para ele de mais uma Copa do Mundo, de transformar a carreira dele ainda mais brilhante, de colocar o cara num lugar ainda maior.
Basta a gente lembrar que depois de toda aquela virada contra o Egito, a cena foi o Maradona o Messi sendo jogado para cima e tal. Então assim, ele é o cara que mesmo quando não tá jogando bem, que foi o caso de ontem que ele não fez muita coisa, ele tem uma relevância para esse time assim impressionante, impressionante. E eu disse para vocês na abertura, é uma coisa que você não consegue explicar muito bem. Você fica olhando, você fala, pô, cadê?
Daqui a pouco vai ter bicão para frente, daqui a pouco vai ter bomba meu boi, aquela bola na área. Cara, os caras ali tranquilo. Flaco entrou, o Tironi brincou, mas o Flaco entrou, pegou a bola, ele carregou, carregou, carregou, foi levando para escanteio, tocou para o Julián Álvarez. E aí o Julián Álvarez acha aquele golaço, que é um negócio assim impressionante. Aí você ouve o grito da torcida da Argentina, não é um gol, é um negócio que sai. Então assim, é realmente envolvido, Danilo, hein, cara, com a torcida.
Oi, tá envolvido, você tá me emocionando, eu tô vendo a narração, tá interessante.
Então, e aí você vê a torcida fazendo um negócio assim, e aí os caras vão, você vê a torcida, todo mundo com cara de emocionado. É muito diferente do que a gente vê no Brasil, né? É isso que me pega mais, isso que é o mais que me pega. E talvez por isso que a torcida do Brasil tem tanta raiva, porque você vê uma diferença muito grande. Então é impressionante, é emocionante. E ontem eu tenho que confessar a vocês, eu tava torcendo muito para Argentina porque eu vou para Atlanta.
Imagina se eu fosse fazer Inglaterra e Suíça, que chato que ia ser. Então eu acordei metade, acordei metade de Nova Jersey com o segundo gol da Argentina porque eu tava realmente tenso de ter que ir para Atlanta fazer Suíça e Inglaterra.
A gente tinha chamado, não, não queria mandar Parabéns! Nós falamos antes do programa aqui da qualidade da cobertura do jornal Globo, editada pelo brilhante Tales Machado. Eu não li, mas você falou de um artigo que ele escreveu nessa edição de hoje.
Não, é da edição de ontem.
De ontem, falando do Scaloni, né? Que o título é, Arnaldo...
É um texto brilhante, assim, do Tales Machado. Quem puder, leia no Globo.
Então, a gente tem que mandar parabéns para quem está cobrindo na pré-escrita também, né? Que não vamos deixar de lado. Muito legal do Thales, capas muito bonitas. E esse texto do Thales você recomendou, né?
Recomendo, leiam, que é muito legal.
Desculpa interromper, mas ontem vocês viram também que o Scaloni falou, né? O cara perguntou: manda uma mensagem para Argentina, porque os caras têm uma rivalidade gigantesca com a Inglaterra, né? E ele: não, não, não, não pode parar, isso é só um jogo, é só um jogo. Eu já conversei com argentino que assim torce mil vezes mais contra a Inglaterra do que contra o Brasil. Então esse jogo vai pegar fogo, amigos.
O argentino que não se acha dono do mundo é o título.
Até tem muito a ver com o que o Danilo falou, o texto dele, que é o jeito do Scaloni ser. É muito legal o texto. Quem puder ler, ler texto do Tales Machado, que é um grande cara. Pedro, vamos lá. É claro, as análises são sempre meio contaminadas, que não, porque Argentina, porque a Argentina tem que torcer contra, não sei o quê. Mas a gente pode olhar esse time da Argentina com essas loucuras todas, olhando o time, olhando o que faz, o que não faz, o que deixa de fazer, sem ser contaminado pela torcida, se eu torço contra, se eu torço a favor. Diga lá.
Sim, e é um time, esse time da Argentina tem esse hiperfoco super merecido, claro, porque ele é gigantesco, é uma figura absurda absurdamente enorme no futebol no Messi, que a gente acaba esquecendo que o time da Argentina tem vários outros jogadores, é principalmente no ataque, que são da elite do futebol mundial, que são caras super perigosos. E numa dessa a gente vê um golaço como golaço do Álvarez, né, que foi assim, para o momento que foi, né, você tem a frieza e a precisão técnica de fazer um gol daqueles.
É uma coisa absurda, né? E a Argentina, eu acho que ela vai ficando cada vez mais forte, né, por causa dessa questão mental. O time muito unido, o país unido. Apesar de eu achar que dos 4 semifinalistas, taticamente, é, pô, é o time mais desorganizado, é o time que tá ganhando mais com base na alma, na raça, na vontade. Na mística, mas agora deixaram chegar, né? Eu acho que a Argentina vem com tudo, e dos adversários que poderia pegar, a Inglaterra é o mais equilibrado ali.
Não me surpreenderia se a gente visse a Argentina chegando na final. E uma vez na final, a França é muito boa, é um time tecnicamente incrível, é o melhor time da Copa. A Espanha também não fica muito atrás tecnicamente. Um baita time, mas pegar essa Argentina numa final do jeito que eles fizeram essa Copa, para mim seria um pesadelo para qualquer um.
Arnaldo Ribeiro, sobre Argentina e sobre o Doutor, Doutor Arnaldo. Aí é, tem um Doutor Arnaldo para falar também sobre a questão da expulsão do Embolo. Bom, isso, como disse o PVC, embolou o jogo, a Suíça acabou depois daquilo lá. Foi bem determinante.
Bom, rápido sobre Argentina. Acho que os companheiros descreveram muito bem. Eu vou acrescentar um comentário do Djalminha, né, que comenta para a Gazeta TV, que é grande amigo do Scaloni, né, tem conversado e tem acompanhado os jogos da Argentina todos no campo. E ele, grande jogador que foi, ele contou, ele contou não, ele escreveu uma situação ontem que, como eu não estou no estádio, para mim é muito difícil perceber, mas ele descrevendo, ele traduz fielmente o que é o time da Argentina.
Porque o time da Argentina joga num ritmo mais lento que os demais. E aí ele falou, porque é o ritmo que o Messi consegue jogar hoje. Ele falou, vários momentos o Messi ainda tá voltando ali do impedimento último, a Argentina tá começando a jogada e tá esperando ele voltar para o jogo. Então a Argentina toca, toca, toca, toca até ele entrar no jogo de novo. Toca, toca, toca até ele entrar no jogo. Isso tem uma coisa muito interessante para potencializar o melhor jogador do mundo, mas também torna a Argentina um time lento.
Não é aquela lentidão do Brasil, é outra coisa. É uma lentidão provocada, premeditada, para que o melhor jogador do time possa de fato participar do jogo todo. É diferente, por exemplo, de Portugal com Cristiano Ronaldo. Cristiano Ronaldo é o último, é o centroavante. Então Cristiano Ronaldo muitas vezes fica lá por último, Portugal voltava e ele voltava. O Messi, ele tem que participar da construção das jogadas, é diferente do Cristiano Ronaldo.
Então achei muito interessante a observação dele, meia esquerda que foi também veterano, jogador que foi habilidoso, e também falando com Scaloni sobre essa situação. Nessa Copa já aconteceu uma mudança no time que normalmente acontecia nos títulos brasileiros recentes, que é a entrada de mais um jogador de marcação no meio de campo para tirar um mais ofensivo. Entrou Paredes, saiu Almada, para deixar a Argentina mais protegida, né?
Não tem funcionado em termos de proteção. Então a Argentina, toda vez que tem bolão, eu falo que a Argentina vai tomar um gol. Ela toma um gol todo jogo.
Você é líder ainda no bolão?
Sou.
Isso, modéstia à parte. Mas a Argentina é vulnerável, né? E olha que é vulnerável contra um time que não tem ataque praticamente, a Suíça. Não tem atacantes. Só tinha um atacante do lado esquerdo, ele foi, foi, foi, foi, foi até empatar o jogo. Então eu acho que ela tem agora, ela, essa coisa que ela não foi testada, tem os dois lados. Ela vai enfrentar pela primeira vez um adversário que joga. E não só se defende, não joga só no erro.
Foi o caso da Noruega ontem. Vocês viram a diferença para o jogo do Brasil? A Inglaterra não se eximia de eu vou dar o tom do jogo. O Brasil do Ancelotti deu a bola para a Inglaterra, para a Noruega. Inglaterra não. Então a Inglaterra tende a dar espaços que a Argentina até agora não teve nessa Copa. Tem essa situação, além do aspecto que o Pedro falou bem da do peso de chegar. A Argentina chega com alcunha de campeã do mundo, com os caras com muita confiança, e a Inglaterra chega de forma a desafiar a fila que ela enfrenta. Até o Mick Jagger tá ganhando jogo agora. Uma fila gigante é um outro peso.
Será que ele ficou até o fim ou saiu antes?
Boa pergunta. Eu tô achando que ele saiu antes da prorrogação. Pode ser. Então tem esse, acho os dois times muito desgastados, jogadores mais importantes desgastados. É verdade que a Argentina vem jogando a Copa inteira quase só à noite, isso faz um pouco de diferença.
Mas fazendo prorrogação, né?
Fez prorrogação, a Inglaterra fez também.
Duas vezes.
Então é uma situação, a Inglaterra tem jogadores importantes que estão saindo, ontem teve o Rice, o Saka não tá muito bem. Então acho que é um jogaço e acho que a Argentina tem um jogo diferente a partir de agora contra a Inglaterra, com outras possibilidades. E aí vai envolver um monte de coisa. Tem o aniversário da Mão de Deus, tem Inglaterra-Argentina 86, embora essa Argentina se pareça mais com 90, tem esse aspecto da arbitragem, vamos entrar no Doutor, tem um aspecto de arbitragem que eu não posso falar nada.
Vai, alguns jogos da Argentina nessa Copa foram marcados por polêmicas de arbitragem. Não fui eu. Então assim, o técnico da Argélia reclamou, o técnico do Egito reclamou, o técnico da Suíça reclamou. São jogos que envolvem a Argentina, isso é fato, né? Ontem, primeiro, a escala mal feita. O árbitro português é ruim, ele não tá entre os principais árbitros da Europa. Ele é fraco. E aí eu acho que tem uma situação que nessa jogada do Embolô, a simulação, né?
Nessa Copa, em alguns momentos, o VAR chama, por exemplo, aquela, o lance do Almirón do Paraguai. Não sei se vocês lembram, no começo da Copa, que ele leva para o fundo.
Isso é a falta que não é falta.
De repente o cara chama: opa, não, você simulou, deu amarelo, né? Mas aí eu acho que Você tem que, como eu jamais seria um Zé Regrinha, porque futebol para mim não é Zé Regrinha, né? Tem mil nuances no jogo, né? Então não há toda falta ali é a mesma falta, não é assim. O jogo não é assim. E acho que o que aconteceu ali foi o árbitro e o VAR transformarem uma simulação, não era simulação de pênalti, uma coisa, uma simulação numa expulsão.
Interferindo diretamente no jogo, né? Se a gente for bem rígido, alguém lembra do primeiro cartão amarelo que o Embolo tomou?
É uma falta que ele fez, ele entrou atropelando. É, entrou atropelando.
Não era cartão.
Então, então, não era cartão, não era cartão, não era cartão, não era cartão. E o jogador da Argentina Simulou mais do que talvez fosse. Então é isso, PVC, é isso que eu queria chegar, né? Entre o Paredes e o Embolô, você sabe em quem confiar, né?
Isso é sempre suspeito.
Exatamente, é isso. O Paredes é um jogador desleal, ponto, ponto. Desleal. Quando ele tá ganhando, é ótimo. Quando ele tá perdendo, ele é cafajeste. É no time e na seleção, em todos os lugares. Então, entre o Paredes e o Embolô, jamais vou ficar com o Paredes, cara, mas jamais.
Mas ele ganhou o cartão amarelo, o Paredes, não ganhou?
Então era uma batalha entre os dois. Não, ganhou foi no lado.
Não, não, mas por isso que eu quero dizer, eu sei, mas começou com cartão amarelo, uma falta no Paredes, cartão para o Paredes, aí a época descobriu que foi uma simulação, trocou o cartão, trocou o cartão para o Embolô.
Mas saiu o PVC, a gente voltou a fita, o primeiro cartão amarelo do Embolô. Que foi numa falta simulada do Palmeiras, valorizada do Palmeiras, porque esse duelo tava acontecendo o jogo todo. Agora o VAR vai lá e vai expulsar o Embolô num lance desse? Jamais vou concordar.
Jamais vou concordar. Agora, só uma, o Arnaldo, só uma pergunta pra diante, você tá, tem até razão, essa narrativa sua, mas é uma coisa premeditada pra agradar argentino ou é uma casualidade?
Acho que é uma casualidade, sei lá, não, não, mas eu tô dizendo que assim, não, mas não é, não No jogo contra Argélia, no jogo contra Egito e agora no jogo contra Suíça aconteceram lances favoráveis à Argentina.
Mas tá ficando uma pecha que é um complô. São árbitros diferentes, da cidade diferente.
Mas se a gente quiser, a gente pode falar que a Inglaterra foi, foi, foi.
Então a Inglaterra pode ter sido nesse jogo.
A Argentina tem tanto peso na FIFA para armar um esquema.
Eu não sei, eu só sei Eu só sei que eu também acho bem estranho o presidente da CONMEBOL ir lá ficar comemorando que nem um maluco lá. Enfim, mas eu não tô, eu não tô denunciando um complô, tô dizendo coisas que aconteceram. E especificamente entre Embolo e Paredes não tem discussão. Então é como se o árbitro tivesse chegando ali, vai pela primeira vez, ou aconteceu uma coisa, uma simulação.
Os dois estavam se pegando, o jogo, pelo que você tá falando, o erro foi dar o primeiro cartão para o Embolô.
Se for rigidez desse jeito para expulsar o Embolô, não poderia ter tido a conivência do Paredes achando que assim, rolando todo, parecendo tanto.
Primeiro destaque, eu não gosto dessa mudança de regra, acho que ela não foi explícita de cara. Teve o lance da expulsão do Almirão, mas cara, você dá um cartão vermelho por uma simulação numa jogada que você tá vendo que você vai tomar uma pancada do Paredes, Paredes tá chegando ali, Aí ele simulou, tô de acordo que simulou, mas é o que o Arnaldo falou, é um lance que transforma o jogo por causa de uma, de um salto que ele deu no meio do campo. É para ser a regra desta maneira? É justo tirar o cartão amarelo do Paredes?
Ok.
É para dar o cartão amarelo, segundo cartão amarelo, tirar o cara do jogo? Fica uma coisa que transforma o jogo num nível. A tentativa é de acabar com simulação, e acho que ela é justa. Acho que as mudanças que a regra, que a FIFA fez nas regras estão dando resultado. É a Copa do Mundo com maior média de gols desde 1970. Então estão dando resultado. Mas este caso é um jogo que é uma jogada que transforma um jogo numa jogada que ele ia tomar uma pancada, se desvencilhou da pancada e foi acusado de simulação e foi expulso de campo no meio-campo.
Então não sei se eu gosto dessa regra ou na aplicação desta regra da maneira como foi ontem. Eu não gostei porque transformou o jogo para uma jogada de metade do campo, não foi uma situação de um pênalti, por exemplo. A outra coisa que eu ia dizer, só que é o contraponto disso que o Danilo falou ontem de novo: quem ganhou a Copa do Mundo de 2022 no Catar, quem tava lá percebeu, claro que foi o Messi, mas foi a torcida da Argentina. E ontem foi de novo, é, sem dúvida faz uma diferença.
O erro então, só para poder entender, porque tá a pergunta ali, expulsão do Imbello foi O erro foi o primeiro cartão que foi injusto do amarelo. Ele foi expulso porque ele ganhou 2 amarelos, é isso?
Isso.
Mas o erro foi ter recebido o primeiro. É, acho que se não tivesse recebido o primeiro e simulasse ganhar assim o amarelo, não seria expulso.
É porque arbitragem, eu insisto, é um exercício de bom senso, de condução do jogo, de condução do jogo, de um mata-mata de Copa do Mundo. A rigidez nesse lance, ela, ela destoou de todo o resto do jogo e ela define, ela define o jogo.
Para te ajudar, acho que a mudança da regra pré-Copa do Mundo, que não tinha ficado explícito para todo mundo, porque que o VAR podia entrar em que situação? Em identificação do jogador. Virou identificar o jogador, identificar se ele foi capaz de tomar o cartão amarelo ou se foi o outro. Isso não é identificação do jogador. Identificação do jogador é aquela história do Thiago Peixoto que expulsou o jogador errado no Corinthians e Palmeiras em 2017.
Não é isso identificar jogador. Então isso não tava claro antes da Copa do Mundo começar, até o lance do Almirão do Paraguai. E o segundo, segundo ponto é revisão do segundo cartão amarelo, que até antes da Copa não podia. Você não revisava segundo cartão amarelo, você revisava se era expulsão direta. Então são duas mudanças durante a Copa.
O Pedro deu seu pitaco, eu vou dar o meu rapidamente, mas eu quero ouvir o seu. Para mim, assim, se o árbitro ele mediasse a situação, ele tirava o cartão amarelo do Paredes e não dava o cartão amarelo para o Embolô, até pensando na outra coisa. Mas fala aí.
Eu gostei muito do que o Arnaldo falou, do exercício, né, de bom senso, porque aquilo, né, um caso— e aí, na minha opinião, o impacto que isso tem num jogo como este, quartas de final de Copa do Mundo, potencial impacto no resultado, no andamento do jogo, para mim é desproporcional a gravidade do que aconteceu, né, do que o Embolo fez. Eu acho complicado, eu acho que isso exige aí uma reflexão. Para mim causa mal-estar também, não acredito em complô, né.
Inclusive o Haaland ontem foi perguntado sobre isso, claro, do ponto de vista da bola que bateu no cabo do jogo da Inglaterra, e ele falou: olha, eu tô acostumado com isso no futebol, quando você tem Times mais fortes e times mais tradicionais jogando contra times com menos tradição e mais fracos. No futebol de hoje você tem essa tendência, as decisões, principalmente as pequenas decisões, irem sempre pendendo para o lado mais forte.
Eu me beneficio disso no Manchester City com frequência. Aqui na seleção é o contrário. Eu achei muito interessante e faz sentido. E acho que é uma coisa que a gente está vendo na Copa do Mundo. Não existe um complô maligno para a Argentina ser campeã, mas nessas pequenas coisas a tendência é— aí não sei, totalmente especulação, conspiração, se tem razões de mercado por trás, mas ou se é só uma coisa natural da pressão que os árbitros que estão dentro de campo sentem.
Mas você vê que essas pequenas coisas vão pendendo para o lado mais forte. Acho que talvez seja um pouco disso. Acho que a mudança de rumo, no rumo do jogo do Ceará, é desproporcional ao que aconteceu. E acho que isso exige e merece uma reflexão, né?
Então agora, com essa reflexão, com essa frase do Alan, a gente pode questionar as vitórias do City sobre o Arsenal. Afinal, todas as vezes que o Arsenal perdeu o campeonato para o City. Olha aí, agora estamos sabendo de viva voz que o City foi beneficiado. Quem tá dizendo é o Haller.
Verdade. Danilo, queria te ouvir, mas eu só pegar um pouquinho o que o PVC falou, que eu tinha entendido dessa regra que era isso, era: ah, eu dei um cartão amarelo para o Arnaldo, mas quem fez a falta foi o Casemiro.
O teor da regra mesmo, o que que diz a regra?
A gente vai recuperar aqui o que diz a regra. Falar, mas eu queria ouvir o Danilo. Diga lá, Danilo.
Eu ontem tava assistindo ao jogo aqui, tem o doutor, doutor Arnaldo deles, chama Doutor Mark Klattenberg, que é o ex-árbitro, o doutor apitou, do doutor deles daqui. E ele explicou de novo, né, assim, tem uma, primeiro tem uma diferença fundamental para mim entre o que aconteceu nos Estados Unidos e Paraguai, o que aconteceu ontem. Nos Estados Unidos e Paraguai, o VAR entrou no jogo quando a bola já tinha rolado. Isso não podia ter acontecido.
A falta já tinha sido batida, eles mandaram voltar e anularam aquele cartão e deram falta para os Estados Unidos. Aí isso é um erro de protocolo claro. Então assim, esse é um ponto que a gente tem que deixar claro aqui, que não tem— ali era um erro, porque o VAR só pode entrar se a bola ainda não tiver voltada ao jogo. E ali aconteceu de o VAR entrar depois que a bola tinha rolado. Então esse é o primeiro erro. Mas o que que tá acontecendo que tá causando uma grande confusão para todos nós?
Primeiro, esse ponto que o PVC traz, que é não ter sido muito clara a explicação da FIFA antes de a bola rolar. Segundo, que eles estão usando a denominação de erro de identificação para uma coisa que na verdade não é um erro de identificação. O protocolo, ele só pode ser ativado como foi ativado ontem porque o juiz deu amarelo para o Paredes e ele não fez a falta. Porque se o juiz tivesse marcado a falta sem dar amarelo, o VAR não ia ter entrado.
A falta ia ser batida para o Embolo, pela Suíça, e acabou. Como o juiz deu o amarelo para o Paredes e não houve falta do Paredes, eles classificam essa atitude no erro de identificação. Quando na verdade, como diz o PVC, erro de identificação na nossa cabeça é: não, o PVC fez a falta, o cartão foi para o Danilo, eu vou entrar aqui.
Mas não é.
Eles estão pondo duas situações diferentes na mesma regra, no mesmo protocolo. Então aparece ali na TV erro de identificação, mas não é um erro de identificação, apesar de estar nesse protocolo. E aí eu sempre, eu acho curioso, como eu já tô há muito tempo nos debates com Arnaldo, eu sempre vejo ele falando sobre essa questão do bom senso e eu entendo totalmente a questão do bom senso, mas eu tenho um outro ponto para trazer para mesa para discussão.
Eu acho que dentro do bom senso, dentro do conjunto de regras, O que eles procuram muitas vezes é transformar aquilo numa coisa mais objetiva possível. E às vezes é muito difícil você transformar isso na coisa mais objetiva possível. O que que é? O que que é o objetivo desse lance? Olha, o Paredes não fez a falta. O juiz deu um cartão amarelo para ele que não é justo. Eu vou tirar esse cartão amarelo e pelo protocolo é obrigatório que ele, ao tirar o cartão do Paredes, aplique para quem?
Na visão deles simulou. Então o juiz ali, ele não tinha para onde fugir, ele não podia apelar ao bom senso. É determinado aos juízes que ao tirar um cartão amarelo por uma falta inexistente, você precisa aplicar o cartão amarelo para quem na visão deles simulou. Então o Mark Clattenburg até falou, vai ser uma situação muito difícil para ele, vai ser uma situação muito difícil para o jogo, mas ele não tem o que fazer. Se ele interpretar que o amarelo não era merecido para o Embolô, ele vai precisar, aliás, para o Paredes, ele vai precisar aplicar o amarelo para o Embolô e ele vai ser expulso.
Vai ser duro, vai ser ruim para o jogo, não é justo, mas é o protocolo. Então eu entendo totalmente, eu acho que muitas situações o bom senso se aplica, mas nesse caso não tinha bom senso, era prático, objetivo e direto. Tirou o amarelo do Paredes, tem que aplicar o amarelo para o Embolô. Tá muito claro? Tá bem transparente isso? Não, não tá. Mas é o que estão explicando agora. E dentro dessa explicação, eu acho que a decisão foi totalmente correta.
Claro, aí voltamos: o primeiro amarelo foi justo? Não. Mas então, Danilo, o jogo que tava rolando ali deveria ser isso aí. Aí o Embolô deveria talvez pensar: putz, eu tenho amarelo, não vou pular antes de tomar porrada de verdade. Talvez fosse esse o pensamento correto do Embolô.
Essa, talvez ele tenha pulado porque ele tinha expectativa de tomar pancada.
E o Paredes tava dando em todo mundo, tava dando em todo mundo essa hora.
Então, mas aí está, eu entendo a regra, eu entendo, eu entendo a regra, mas assim, é interferir no espírito de como nasceu o jogo. Então, o jogo nasceu em 1963 com espírito completamente diferente que tá sendo aplicado.
Então, a regra diz, a regra permite a intervenção do árbitro e divídio em casos de cartão amarelo quando o jogador errado é punido e não quando o jogador é punido erradamente.
Então já temos uma questão, né?
Não é isso?
Você tá lendo aqui. Bom, enfim, mas tudo bem.
É o que eu tô, só para explicar, o que eu tô falando não assim é de acordo com o Mark Plattenberg e de acordo com a Ana Paula Oliveira, nossa.
Isso, aliás, tem reportagem aqui no UOL para vocês verem.
Há no protocolo essa explicação de que eles podem usar. Eu entendo que está escrito. A gente, eu não vou lembrar qual foi a polêmica esses dias que teve do gol de mão da assistência do Flaco lá, né? Que a regra está escrita uma coisa, mas a orientação é outra. A gente está acostumado que esse tipo de coisa aconteça e os juízes podem usar esse protocolo para punir quem está sendo, quem está simulando.
Então fica claro, é o seguinte, não dá para a gente no meu caso, cobrar bom senso de quem está lá na beira do campo vivendo o calor do jogo, sabendo dos códigos e tudo que tá acontecendo. E o que eu não tô cobrando do árbitro do campo, tô cobrando o VAR, a não intervenção do VAR. É isso, é para mim, é essa destruição do jogo, da essência do jogo que o PVC falou. Porque ficam 3 pessoas na salinha de vídeo voltando a fita para, com o ar-condicionado ligado, para aplicar em tese a regra, sendo que quem tá mediando lá foi quem deu o cartão amarelo primeiro, tá vendo parede chegar, tá vendo o outro bufar, é o árbitro.
Então sabe o que acontece, Danilo? Esse, esse maldito VAR e as malditas recomendações que visam dar mais objetividade ao jogo, no final das contas, elas estão permitindo mais interpretações, porque o jogo de futebol é, nasceu e sempre será interpretativo. Então a tecnologia vai lá, vai bater lá no fio, lá na câmera, é outra coisa que a gente vai discutir, mas em decisões de bom senso, o Pior é a atitude de quem não está no campo com o cheiro da grama para interferir no maldito jogo, esses pulhas do VAR.
Eu concordo.
Só posso fazer uma provocação, e eles deixaram, eles deixaram o árbitro português numa situação que você falou, você descreveu muito bem. Eles deixaram o árbitro português numa sinuca, né?
O árbitro português, uma provocação, imagina se o Paredes toma aquele amarelo, ele tava pendurado, ele fica fora da semifinal e a falta não era justa.
Pô, mas e daí? O Paredes mereceria tomar amarelo pelo jogo todo, ele bateu em todo mundo.
Mas aí não por esse lance, são coisas diferentes. Eu entendo, merecia, mas esse lance ele poderia ter sido suspenso de uma semifinal de uma maneira injusta.
A minha intervenção é rápida, a minha intervenção é rápida. Nós estamos falando em bom senso. Eu entendo tudo que tá sendo falado aqui, ponto de vista do Arnaldo, do Danilo, PVC explicando, o âncora Lendo aí o trecho da regra, quem não teve bom senso foi o Embolô, porque não existe essa coisa: eu vou tomar uma porrada e vou me atirar. Ué, pensa bem, o cara chega, o sujeito é um sujeito violento, vai chegar, aí eu me atiro para não sofrer a falta?
É uma encenação. Ele que não teve bom senso também e não mediu a consequência. Aí volto para regra. A partir disso aí, vamos para esse lance que o Arnaldo tá defendendo, é o bom senso, é o— mas ele provocou essa situação, ele provocou.
É, no fim a conversa foi essa, muita gente falando isso, que o Embolô agiu e provocou o que aconteceu. Mas se liga lá, PVC, a gente vai então no jogo da Argentina já.
O que eu discuto é a questão da identificação do jogador, não tá Não é evidente. Por que que eu tenho que dar o cartão amarelo para o outro se ele não simulou? E se ele tomou um encostão que não é uma falta de cartão amarelo? E outro ponto, a gente tá falando de uma questão objetiva, e aí eu vou tratar do subjetivo, do exemplo que o Danilo deu. Se ele tomasse, ele não ia tomar o segundo cartão amarelo, ele não ia ficar fora.
Mas foi dito aqui, foi dito aqui, eu entendo tudo que tá sendo conversado aqui. Que ele, sentindo que ia tomar uma cacetada na parede, ele se atirou.
E se foi isso?
Não, mas foi levantado essa hipótese aqui. Se foi isso, ele foi inconsequente.
Ele foi inconsequente, de qualquer maneira ele foi inconsequente. Mas o problema é que a mudança da regra, a gente não pode entrar numa Copa do Mundo que as pessoas do mundo do futebol, que a grande vantagem que tem, futebol se tornou o esporte mais popular do mundo, Entre outros motivos, porque todo mundo sabe como funciona, tirando o garçom aqui do bar, o Jimmy, que perguntou outro dia por que que o cara pode usar as mãos.
O goleiro, não, esse é bom, esse garçom é bom, esse aí é dos bons.
Ontem aconteceu outra cena aqui, chegou o cara aqui no restaurante, pediu para garçonete ligar a televisão, aí ele ligou a televisão, perguntei de onde você é, ele falou do Colorado. Falei, ah, você gosta de futebol? Ele falou não.
Fim de papo.
Muito bem, a gente sabia a regra, cara. A gente tá numa Copa do Mundo que você tem até maio. A lógica era: você pode interferir no VAR para corrigir identificação do jogador. De repente, corrigir identificação do jogador é dizer que ele, que o jogador não era para tomar cartão amarelo. Isso não é identificação do jogador, isso é interferir no cartão amarelo. E a gente tem um árbitro que foi o cara, o senhor escolhido para tentar acertar.
E a gente tá partindo da boa-fé de que o senhor, cavalheiro, gentleman, foi assim que nasceu a regra do jogo, tá lá escolhido para dizer se foi cartão amarelo ou se não foi.
Errou, acontece. Para não perder, nós falamos muito em bom senso aqui, foi uns membros lá também mandando de novo parabéns para o pessoal do Globo. Como escreve bem o Paulo André, muito legal, zagueiro e Jornal Globo, tem escrito colunas maravilhosas. Parabéns! Ele que era o líder do bom senso do movimento.
Tem uma, ó, nessa questão do bom senso, desculpa, Tironi, rapidinho. Sempre que a gente cria nova regra, novo protocolo, nova, tem problema, né? Então quando chegou o VAR, vai acabar com a injustiça? Não, o VAR ele muda a injustiça, a injustiça continua rolando, ele muda qual é a injustiça, caça micropênalti e tal. Agora a questão que a gente discute é a regra do impedimento. Se fosse a gente usar o bom senso, por um dedo não daria impedimento, mas não tem o que fazer, tem que buscar o que tá escrito na regra.
E nesse caso é a mesma coisa. E eu concordo com a parte que a BBC fala sobre a falta de explicação. Isso é um absurdo. Eles deveriam transformar isso, claro, pôr pôster, outdoor, filme, cinema, pôr em todo lugar antes do jogo começar. Olha, que nem avião faz, essa aqui é a saída de emergência, essas são as regras do jogo, isso mudou, isso agora é o que tá no protocolo. Aí os caras cumprem, a gente fica aqui, a gente tá há 10 anos discutindo como acabar com a cera.
Quando eles acham uma maneira de acabar com a cera A gente acha outro problema. Vai ser sempre assim, vai ser sempre assim. Sempre que entrar uma nova mudança vai ter uma nova, um novo problema que a gente gera, porque é uma nova regra para tentar coibir alguma coisa que atrapalha o jogo. E aí a gente vai discutir, e daqui 10 anos vai mudar de novo. E eu, tomara Deus que mude a regra do impedimento agora que tem semiautomático.
Mas aí outro dia me falaram, pô, você vai mudar a regra do impedimento no semiautomático, mas aí o Campeonato Capixaba não tem semiautomático, como vai? Então assim, Sempre vai ter um problema. A gente fica correndo em volta do próprio rabo tentando ir contra os problemas do jogo, né?
Ó, você usou onomatopeia da torcida da Argentina, né? Como é que foi a torcida da Argentina gritando gol? Você viu o Zacarias quando ele foi anunciar que o cartão amarelo ia ser anulado e que ele fala não?
É verdade. Ó, vamos falar do outro jogo. Atingimos a final brutal, atingimos a audiência 1,6, brutal, quase 1,7. Dá para chegar em bi-brutal se organizar direitinho. 5,7, isso que nós estamos devendo ainda. Temos que chegar em 8 mil. Vamos lá.
Mais interessante do outro jogo e do adversário da Argentina, Inglaterra, é que a porcaria do VAR surgiu muito para coibir erros como uma mão de Deus, né? Em Copas do Mundo, erros, erros inacreditáveis, né? E nós vamos voltar aí da Alemanha, ou Inglaterra, Alemanha, e não precisava do VAR, né? Só precisava do relógio, se a bola entrou ou não. Pedro, aí você esteve lá, cheiro da grama.
Estive lá, vi, né, de perto a Inglaterra com uma postura completamente diferente da que o Brasil teve, né, de assumir: somos o melhor time aqui em campo hoje. Propor o jogo, ficar com a bola o tempo todo. Mas mesmo assim teve bastante dificuldade, né? Foi beneficiada ali por esse lance bizarro. Eu não sei se vocês se lembram, eu não me lembro de ter visto isso acontecendo em nenhum outro momento, a bola batendo lá no cabo. É engraçado porque na hora ninguém percebe, né?
Eu só percebi, tava no estádio, mas eu só percebi quando o Danilo me avisou. E aí fui ver o replay, vi, caramba, essa bola cai de repente. E o que a gente apurou ali de bastidor é que o próprio pessoal do VAR não viu também. Quando eles viram, o jogo já tinha recomeçado, e com o jogo recomeçado já não dava para fazer mais nada. O tal do chip na bola também não acusou contato, ele não mostrou nada, né, não diferenciou. Então isso aí passou batido e acho que foi um lance importante do jogo.
Mas dentro de campo achei que a Inglaterra mereceu um pouquinho mais. A gente fala muito da torcida da Argentina, mas a torcida da Inglaterra também é bem legal, é bem impressionante. Os cantos muito criativos, os cantos são engraçados. Eu acho que a Inglaterra mereceu a vitória, foi um pouquinho mais agressiva. Foi mais organizada também que a Noruega, mas é um jogo que poderia ter ido para qualquer um dos lados ali, né? Noruega teve bastante chance.
O Haaland passou ali bem apagado, ele não teve aqueles dois momentos de espaço que ele teve contra o Brasil. Foi substituído na prorrogação, né? Porque é uma coisa muito bizarra. O Solbakken depois explicou que ele tava acabado, tava com a perna muito pesada. E a gente vê, né, depois do jogo, jogadores noruegueses saindo lá felizes, né, como se tivessem ganhado um título, comemorando um desempenho histórico. Colocamos a Noruega no mapa.
É assim que é jogar sem uma pressão como tem o Brasil. E a Inglaterra acho que chega aí para— vai ter dificuldade contra a Argentina, né. Acho que é um time que toca bem a bola, mas tem ali um pouco de dificuldade para achar os espaços. A gente saiu do jogo com sinal de que o ambiente não tá bom. Eu achei ali bem, bem pesado o tom do Bellingham, né? Até comentei com jornalistas britânicos, falei, caramba, ele tá realmente bravo.
E ele, não, imagina, achamos normal. Não foi normal. Parece que o ambiente ali do Tuchel não tá muito bom na Inglaterra. Não sei se isso vai ser levado para semifinal também, né?
O Haaland fora. Olha, você tá aí com a perna pesada, você vai ficar fora do jogo.
Não, primeiro não teria coragem de chegar para o Haaland com aquele tamanhão todo e falar: sai você que tá com a perna pesada, podia tomar um cachação que eu vou te contar. Olha, é a esperança de gols da Noruega, é sempre o Haaland com perna pesada, perna leve, o que for, né? Agora são situações de jogo, só não parei, não, quando ele apareceu a imagem dele no banco, não Não parecia que ele tava chateado, parece que ele tinha entendido.
Agora, olhando de longe, deixaria o ralo. Agora, me surpreende mais uma vez, favoravelmente, como joga o Odegaard, né? Joga uma formiguinha naquele meio de campo. Ele tá na direita, tá na esquerda, ele procura o jogo, procura fazer tabela. É impressionante, né? Só porque joga no Arsenal, não. Ele foi um garoto revelação, prodígio. Com 15 anos já era titular da Noruega, foi para o Real jogadoria aí não deu certo porque era muito jovem, foi emprestado aqui e ali.
Mas o grande jogador da Noruega não é o Haaland, o Haaland é o matador, mas o craque do time é o Odegaard.
PVC, e aí, a Inglaterra passou, mas foi meio caótico, né, o jogo?
Eu acho que o jogo, quando a gente tá falando do Brasil, e na verdade o Brasil nessa altura não tem mais nada a ver com isso, né, porque o jogo foi Noruega-Inglaterra, Mas o futebol é engraçado, ele tem umas situações engraçadas. Quando a Noruega fez o gol na Inglaterra, a Noruega tinha 34% de posse de bola, ela terminou com 48%, a Inglaterra com 52%. A Inglaterra tentou tomar conta do jogo mesmo, e acho que fez uma postura que devia ter acontecido no Brasil e Noruega.
A gente não quer ver o Brasil jogando, entregando a bola para Noruega, mas o fato da Inglaterra ter tido mais mais tempo com bola no pé, nunca serviu para criar um monte de chance de gol no primeiro tempo. A primeira finalização no alvo foi o cabeceio do Haaland. O Haaland sem espaço foi o cara que mais finalizou no jogo, foram 3 finalizações, ele e o Saka, 3 finalizações de cada um. O Haaland finalizou 3, 2 no alvo sem força, né, cara, que cabeceio.
Primeira finalização certa do jogo foi na mão do Pickford. Não foi que deu perigo como deu contra o Brasil, mas é engraçado como futebol desmente coisas. Noruega, 34% de posse de bola, gol da Noruega, 1 a 0 para Noruega. E a Inglaterra, no entanto, teve muita força para ir buscar o resultado. O Tuchel é uma coisa curiosa, né? O Tuchel trabalhou com o Bellingham no Borussia Dortmund no começo da trajetória do Bellingham, quando ele saiu do Bremen, foi para o Borussia Dortmund, e E eu acho que eles têm uma relação lá de trás, embora não tenha sido titular do Tuchel, por estar começando a carreira.
Mas, mas o Tuchel tem problema de relacionamento. Ele saiu do Bayern acusado de ter problema de relacionamento. Técnico foi campeão no Chelsea, nunca foi um técnico extraordinário, mas saiu de outros lugares como o Bayern acusado de problema de relacionamento. E, mas eu acho que isso não vai elevar um problema para semifinal. Não acho que essa guerra de declarações vai levar um problema para semifinal. A Inglaterra chega na semifinal mais forte do que sempre.
A Inglaterra não era favorita contra a Alemanha em 90. A Inglaterra era favorita porque a gente acha que a Inglaterra tem camisa contra a Croácia e perdeu para Croácia em 2018. Eu acho que ela chega mais forte do que Argentina. Se ela vai ganhar ou não é outro problema.
Mas teve um lance no jogo que o Arnaldo comentou aqui antes do programa, que também tem o lance de arbitragem, que o Dr. Arnaldo vai comentar aqui agora. Dois lances, aquela falta do— a bola não tava em jogo e marcaram a falta do Haaland, não foi isso?
Na verdade, o gol anulado da Noruega, né, que seria o segundo gol na cobrança de escanteio. O Haaland empurra o volante inglês, e aí o árbitro vai ao VAR e percebe que a falta foi cometida sem que a bola estivesse em jogo. O gol é anulado e ele manda repetir o escanteio. E é isso que o PVC tá falando. Eu tenho agora, você assiste o jogo com uma galera grande, você tem que ficar explicando o jogo, você entendeu? Ah, por que que repetiu o escanteio, cara? Né?
Porque esse cara, porque esse cara tem a faixa de capitão, porque ele mandou repetir.
Então, mas não, não, num outro nível. Mas eu acho que os companheiros comentaram várias coisas interessantes sobre o duelo. Essa situação da Inglaterra ter tomado a iniciativa que o Pedro falou e o PVC repetiu contrasta assim com o jogo do Brasil. O jogo do Brasil contra Noruega foi muito pior o jogo inglês. E tem uma outra coisa, e talvez o Tuchel seja que essa outra discussão, o ambiente, é também por conta do Tuchel que a Inglaterra virou um time visceral.
Ah, porque Argentina tem garra. Inglaterra tem o quê, cara? Como é que foi Inglaterra contra o México? Como é que foi Inglaterra contra o Congo? Como é que foi Inglaterra ontem? Porque só Argentina tem garra? Os caras têm garra para caramba, velho. Os caras estão brigando que nem uns malucos, como eles nunca fizeram na vida. Não é normal isso que a gente tá vendo, não é normal. E ontem teve um momento que o Bellingham tira o gol da cartola, e talvez seja a mesma relação de Odegaard-Halland, Bellingham-Kane, né?
As duas eliminatórias, quem classificou o time foi o Bellingham contra o México. E ontem. Quando ele faz aquele golaço e vai para o intervalo, a Noruega sente o gol e tal, aí ele, o Tuchel, tem que voltar com duas substituições. E saiu o Rice, que não tava bem, né, tava debilitado e tal, que é um jogador fundamental. A partir da saída do Rice entra o Saka também. Aí é sempre melhor quando entra o Saka. Mas não tá bem também o Saka, não é mais melhor que o Madueira, melhora um pouco. Mas aí sem o volante ele mexe na posição do Bellingham.
Né?
Ele coloca o Bellingham mais atrás e aí começa a se perder taticamente. Aí tenta ajustar, aí coloca o lateral no meio, mas o lateral não vai bem no meio. Aí põe o lateral para lateral, aí vai, coloca, troca os laterais, os dois.
O Mandíbula entrou bem, Mandíbula entrou bem para caramba, o Mandíbula foi tal função, entrou bem para caramba do outro lado.
Então foi um jogo que a Inglaterra não segundo tempo ela teve que se virar nos 30. Ela, ela em nenhum momento ela esteve organizada e padronizada, mas ela foi no coração, no coração. E foi assim que fez o gol na prorrogação e foi assim que segurou. E acho que a Inglaterra, a gente fica sempre com os estereótipos, os ingleses são frios, nunca vi um time inglês tão raçudo no nível da Argentina. E acho que isso vai ser interessante, a gente vê um duelo entre estilos, mas que essa vez também os ingleses eles não estão lá só para observar, passear e aplaudir, não. É uma outra pegada, uma outra pegada.
Você já ouviu falar do Missão Saber? É o não tão novo podcast do UOL que parte de livros. Vamos recomendar muitos livros para falar de vários assuntos. Já pensou ouvir a Daniela Lima falando de ansiedade?
Por conviver com o processo da ansiedade há tanto tempo, eu entrei numa espécie de vigília constante, assim.
O PVC sobre memória, O Facundo Guerra sobre China, Maria Prata sobre educação dos filhos, Sakamoto e os evangélicos.
Muita gente esperava que o número de evangélicos seria ainda maior.
Eu sou Murilo Garavello e apresento Missão Saber, o podcast para quem é curioso e gosta de aprender.
Tudo na vida a gente acha um equilíbrio ali, consegue viver e ao mesmo tempo entender as problemáticas, e ao mesmo tempo se amar.
Tem tudo isso e muito mais, muita coisa coisa legal para você. Busca Missão Saber no YouTube, no Spotify ou na sua plataforma de podcasts favoritos, ou fica atento no Canal UOL. Assista o Missão Saber toda semana no Canal UOL.
Ô Danilo, você viu o jogo da Argentina e da Inglaterra no estádio?
Algum jogo, você tá falando?
Algum jogo nessa Copa?
Primeiro, o primeiro jogo nessa Copa no estádio vai ser justamente o confronto entre eles.
Então quem viu, você viu, BBC, dos dois times?
O estádio não, eu vi a França duas vezes no estádio, mas não vi Inglaterra nenhuma.
Pedro viu os dois times?
Não, eu só vi Inglaterra.
Então minha pergunta cai por terra. Eu ia perguntar qual torcida é mais legal, a da Argentina ou da Inglaterra.
Acordar Luísa aí. Mas a Luísa viu Argentina.
Ah, mas a da Inglaterra é demais, né?
Não sei se é porque eu gosto de rock, sei lá, mas eu achei incrível.
Eu também gosto. Sensacional. Mas Argentina tem uma torcida de time no estádio, né? Não tem outra torcida.
Como foi em 22, ela dava de metrô com os caras da Argentina. Você tava vendo que a Argentina ia ganhar a Copa por causa do metrô.
E eu acho que o Pedro definiu bem, a torcida da Inglaterra ela é espirituosa, ela tem uns gritos engraçados. Então vocês cantaram assim, ah, não vai ter remada em Nova York. Você vê, engraçado, o cara fica tão horrível.
Seu microfone tá dando uma picotada, Danilo, uma estourada.
Estourar ruído, ruído.
Não, fala agora. Não, não, foi. Fala um pouco mais.
Oi, oi, oi, teste, vamos lá.
Não, é algum cabo seu aí, dá uma arrumada aí.
Tá aberto.
Muito bem, Spider Cam.
Enquanto a decisão da tecnologia, eu gostei do que o Pedro falou assim, os jornalistas não tô nem aí, que, ah, porque o Túcio falou, ah, pô, isso aí não pega nada da treta dele com jogador. Mas o Bellingham foi durão, né, Flamengo? O cara não sabe o que que é jogar contra o Haaland aqui, vem falar.
Ele jogou por 10 jogadores, o Bellingham.
Ó, vamos fazer um intervalo aqui na TV enquanto o Danilo conecta novamente o seu microfone. E nos pede mais likes porque estamos com 7,1 mil, precisamos de mais 900 para chegar na nossa meta. Vamos, e eu vou te falar, Trajano, 2 recados. Primeiro que é o seguinte: se você não assina o canal UOL, é hora de você assinar o canal UOL, tá? Porque primeiro que você lê as colunas do PVC, do Danilo, do Pedro, do Mauro, do Casagrande, de todo mundo, mundo.
Tem muitos conteúdos exclusivos lá. E além disso, se você assinar o UOL por 1 ano com o QR code que vai aparecer na tua tela, apontando a tela do seu celular, você ganha o quê? Uma camiseta do Posse de Bola. Isso mesmo, a sua escolha. Tem vários modelos, você pode escolher lá. Tem Ratão de Bronze, tem Audiência Brutal, tem com o nome da galera, tem vários modelos lá. A gente vai mostrar na tela daqui a pouco aí para você. Olha lá, tá aí, ó, coleção Posse de Bola lá no UOL.
Você pode ter a sua ou as suas. E se você assinar o UOL por um ano, você ganha uma camiseta à sua escolha. Tem algumas alusivas aos títulos do futebol brasileiro na Copa, já estão um pouco distantes, mas eles existiram sim. E enfim, você pode ir lá assinar o canal UOL. Então faz o seguinte, faça isso, nos likes para a gente chegar em 8 mil. A gente vai para um breve intervalo aqui na TV e já voltamos. Muito bem, você tinha falado da enquete, Trajano?
Eu tinha falado no início, logo que a enquete maravilhosa, sensacional, elogiada por todos, super inteligente e tal, foi colocada no ar, eu achei que o personagem— não porque agora um tempo que nós ficamos falando do Embolô aqui, da consequência da expulsão dele que provocou no jogo, né? Falamos também do Bellingham, falamos do golaço do Julián Álvarez, falamos do gol do Merino e tal. Mas eu achei e continuo achando que vai dar o Embolô.
Mas não vamos falar ainda o resultado, vamos falar quando a gente voltar no ar para dar aquele surpresa. Vamos falar daquilo que não muda jamais, que é o bolão com Arnaldo Líder.
Não, mas tem algum borogodói, né?
Não, tem alguma coisa. Você acertou o resultado?
Você acertou todos os resultados. Não, pera aí, não, não, não, explica para mim.
Precisamos investigar isso.
É, não, explica para a gente.
Eu gosto dessa ideia.
Eu também acho que tem que ter uma ligação.
Isso precisa ser investigado.
Aliás, o Ramon Abate Abanha ainda tá por aí, pergunta. Não sei, eu quero ver se o árbitro brasileiro vai apitar aí as finais, cara.
A tela do, a tela com o Bolon, com Arnaldo Líder. Alguma coisa tá errada.
Você acertou todos os placares da quarta de final.
Sabe, tem uma polêmica, tem que, em Bolonha tem Bolões e regras diferentes para bolões. Tem bolões que, ó, o Josias encostou.
Como é que o Josias não fala quem vai ganhar a eleição?
Eles apontam para o futebol. Tô ali ainda mantendo a duração.
O que eu queria saber do bolão é o seguinte: você tem o placar e você bota o placar.
Isso que eu ia te explicar.
Agora, não tem um bônus, quer dizer, uma valorização para quarta de final, semifinal?
Alguns têm.
Tá, esse não.
Tem outra distinção importante também, que alguns bolões você acumula o resultado da prorrogação ao jogo, entendeu?
Então 3 a 1, valeu.
3 a 1, a gente tinha que ficar final. 2 a 1, 2 a 1, que é só o 90 minutos. Tem bolão que fecha nos 90 minutos.
Aí, por exemplo, pega o resultado da prorrogação, 90 minutos, 90 minutos.
E eu vou te falar que eu ia acertar, faltava meia hora para começar. Eu falei, deixa Vou dar uma mudada aqui, acho que a Argentina vai ganhar.
Nunca faço isso.
Eu tinha colocado 1x1, coloquei 1x0 para Argentina.
Mas pera aí, pode mudar em cima do laço assim?
Não, você pode mudar, mas vai acontecer um tempo para mudar antes de começar o jogo. Enfim, tá aí o bolão, eu tô em 10º lugar e a turma tá tudo aí. Você entra no bolão também, dá tempo ainda de você entrar no bolão do UOL. A gente vai voltar já já. Você quer o resultado da nossa enquete agora, parceiro?
Eu também ia voltar quando voltasse para o—
É, quando a gente voltar. Então eu vou ler aqui algumas mensagens da da galera. Uma que eu peguei randomicamente, viu, Trajano, que aqui é a do João. Ele fala o seguinte: minha mulher comentou que o Tironi é o cara que mais trabalha no Brasil, posse de bola todo dia aqui em casa. De fato, você tem toda razão, João, e a sua esposa. Eu vou pleitear um aumento aqui com os canais do UOL porque tô realmente trabalhando bastante essa semana.
Então tem 12, em 3 dias, hein?
Pera aí, tá. Atenção, estamos de volta na TV. E se você quiser mais de Poste de Bola, você vai lá na comunidade do WhatsApp que nós temos, hein? Vou tirar até, vou fazer, a gente vai, a gente vai tá fazendo vídeo todo dia. Fizemos no elevador ontem, vou fazer mais vídeos lá na comunidade do Poste de Bola.
Entre lá, quarta-feira depois do nosso encontro.
Exatamente, teremos também. Então, ó, comunidade do WhatsApp do Poste de Bola, entre lá. Mas fala, Trajano, que você ia falar.
Não, eu queria dizer o seguinte, que do mesmo jeito que alguém propôs aí outro dia que o Poste de Bola fosse diário, é, a gente vai sentir falta quando acabar esse Poste de Bola, né?
Vai sentir.
Esse seu trabalho todo árduo, estuprante e tal, né? Você vai sentir falta, que é muito bom.
Sim, claro, eu confesso que vai sentir um pouco mais de falta.
Brasileiro de enxofre assim, tem jogo quinta-feira.
E aí, como é que vai fazer mais falta quando a gente começar a ter que debater Olha, vocês viram o que que a Leila falou? Olha lá, o Pape disse que não sei o quê, o Pedrinho do Vasco falou não sei o que lá.
E aí, aí os nossos companheiros se preparem, porque menos de uma semana, na sexta-feira, no pós-bola da próxima sexta, nós teremos a discussão de Santos e Botafogo, isso, de não sei quem, não sei o que lá.
Sabe o que que é isso? Eu falei antes, sabe o seu, quando você é criança, tá de férias na na praia e falta uma semana, eles têm uma semana de sol, aí seu pai fala: semana que vem começa aula, tem prova, semana que vem tem prova. É isso, é o papel do Arnaldo Ribeiro, ele acabar com a magia da Copa do Mundo. Muito bem, senhores, a enquete, tá? Você falou que essa hora que tava o Embolô, tava ganhando disparado.
Eu acho que o Embolô embolou a enquete, tá ganhando disparado.
Achou errado. Poxa, é Bellingham, 65%.
Pessoal foi certo, eles foram na qualidade do jogador.
Né?
Eu fui na contramão.
Que mais? É, Embolô da Suíça, 24%. Julian Álvares, de 8%. E o Merino, 3%. Deu azar o Merino, porque ele tá decidindo 2 jogos aí seguidos. Depois, diante de tudo, ele acabou.
O Merino, quando faz o gol, ele dá aquela voltinha em torno da bandeirinha de homenagem ao pai, né? Menor é o pai dele.
Mas por quê?
Parece que o pai jogou futebol também e comemorava desse jeito.
Muito bem.
Olha, fala igual Juari, Juari no Brasil.
É verdade, boa lembrança.
Boa lembrança. Juari tá vivo, não?
Não, saudoso como atleta de futebol.
Muito bem, senhoras e senhores, a gente tava falando sobre coisas que, né, que daqui a pouco a gente vai ter que voltar e tal. Santos vai jogar daqui a pouco no Brasileiro. Mas quem jogou em outros campos foi o Neymar. Enquanto tava rolando esses jogos espetaculares que a gente tava falando, Neymar tava batendo um pôquer lá em Texas, né, em Las Vegas.
Batendo um pouco, batendo um pouco, eu nunca ouvi essa expressão.
A gente tem as imagens do, a gente tava, as imagens do Neymar lá, tem reportagem: Neymar participa de evento de pôquer em Las Vegas após eliminação na Copa. Aí é aquelas coisas, eu Vou ao PVC, vamos lá. PVC, cada um faz o que quiser na sua folga, ou isso irrita? Eu coloquei uma enquete no meu Twitter pessoal, que é: o que te irrita mais, Argentina na semi ou Neymar no pôquer? Tá equilibrado o resultado aqui por enquanto, mas vamos lá.
Acho que ele fez um Royal Street Flash ao contrário. Eu tenho jogo do Santos na sexta-feira, pois é, e depois tem o jogo. Ele combinou que só volta na sexta-feira. Beleza, tá bom. A gente olha para ele e fala assim, e o jogo da Sul-Americana? Quando você joga pôquer, você joga pôquer das 8 às 9 às 5, ou você joga pôquer e emenda madrugada? Porque tem jogo do Santos na semana que vem, na sexta-feira tem, e na outra terça tem, na outra quarta, perdão, Copa Sul-Americana.
Eu imagino que o Neymar vai jogar Copa Sul-Americana, o contrato que ele tem no Santos. Ou é com a empresa do pôquer.
Danilo, e aí, você consertou seu som aí?
Seu som, vocês estão me ouvindo?
Vê aí, vocês estão me ouvindo bem?
Não, estamos.
Então beleza, o meu microfone aqui tá com alguns problemas, então eu vou direto no microfone do celular. Ontem eu tava conversando com o PVC e com Casagrande sobre isso, né? Porque é o que você falou, você introduziu o assunto falando que, pô, é folga dele, ele faz o que ele quiser. Ou ele precisa cumprir o rito de ser jogador de futebol. E depois de uma eliminação do Brasil na Copa do Mundo e com o jogo do Santos na sexta-feira, então eu entendo que ele pudesse ter a folga e que todo mundo tem direito à folga e que você faz um combinado com o seu clube, como vários outros, né?
O Flaco Lopes agora vai voltar depois de todo mundo, provavelmente ele vai ter outro ritmo de volta ao Palmeiras. Os paraguaios que voltaram também, o Bobadilla no São Paulo, ou o O Arias na Colômbia, no Palmeiras. Enfim, eu entendo que cada um tem um calendário específico.
Por quê?
Por conta do nosso problema no Brasil, que o Campeonato Paulista, os estaduais começaram logo no começo do mês. Então os clubes combinaram, olha, lá na frente na Copa do Mundo a gente vai dar 15, 20 dias para todo mundo, mas os jogadores que vieram para Copa eles vão ter que ter folga em algum momento. Então eu entendo o combinado de ter folga e eu entendo o Neymar estar fora dos jogos do Santos dessa primeira semana que vai ter, porque é o combinado, o cara vai ter 20 dias dia de folga, ele tem que ter dia de folga para descansar o corpo, blá blá blá.
Só que aí você aparecer num torneio de pôquer, ah, mas é folga dele. Mas jogador de futebol, ele tem que cuidar dessas questões de imagem, ele tem que saber que o clube dele, o torcedor, ele aposta tudo nele. Com perdão do trocadilho da aposta do pôquer, né? Mas o torcedor tá esperando tudo em relação ao Neymar. Então ele tem a folga, ele vai curtir, curte na casa dele, com a família dele, viaja para uma praia secreta, ir para um torneio de pôquer em Las Vegas fica parecendo que ele não tá nem aí para nada, apesar de ser a folga dele.
E ele desmente até o slogan de Las Vegas: o que acontece em Vegas fica em Vegas.
Não, ele quer mostrar para o mundo inteiro.
Entrou no posse de bola que ele fez. Diga lá, Trajano.
Me chateia tanto falar do Neymar porque essa ostentação, essa falta de compromisso em relação ao a profissão dele. Primeiro foi aquela ostentação de comprar o relógio no dia de folga em Nova York, a ostentação de comprar um relógio de R$5 milhões. Pode comprar 20 relógios daqueles, 200, mas você tirar foto com sujeito que vende orgulhosamente mostrar o relógio, ostentação no país de tanta desigualdade como o nosso, sabe? É uma provocação.
E essa coisa, ele tem direito à folga dele, não sei o que que combinou com o Santos, mas na verdade tá de folga faz muito tempo do Santos, né? Pois é, vai te contar os dias que ele ficou de folga para trás, né?
Que nem o, né, o Alcolumbre, o presidente do Senado lá, que reclamou que as pessoas reclamaram que o Neymar tava passeando na Copa. Um absurdo falar de um senador da República.
Sabe o que acontece, Vamos lá, não precisa ser só o Neymar. Falando do Neymar primeiro, o Neymar hoje ele joga futebol, pôquer, que ele não tá, ele joga pôquer, sim, habitualmente ele joga futebol, pôquer, Kings League e algumas outras coisas. Então assim, o foco dele no futebol é uma das coisas que ele faz, né? É o, ele é ainda o jogador de futebol profissional, pelo menos por enquanto, e o time dele joga na Quinta, não é nem na sexta, quinta-feira, Nilton Santos, Santos e Botafogo.
Santos com poucos pontos acima da zona de rebaixamento. Então, com o time dele, agora não é só atitude dele. Eu acho que essa Copa pode ser normal os caras terem folga, claro, cada um aí para o seu lugar, mas aquilo vai juntando tudo no pacote à medida em que o Mundial ainda está em disputa, com essa era coisa visceral dos sobreviventes na Copa. E aqui nós estamos com essa crise de autoestima absurda, de identidade. Então, Ancelotti para o Canadá pode ser normal sempre, não é normal agora.
O Vinícius Júnior ir para Ibiza pode ser normal sempre, não é normal agora. O capitão não dá entrevista na volta ao Brasil, o avião voltar vazio pode ser normal, não é normal agora. O Neymar ir para Vegas jogar pôquer durante a Copa do Mundo pode ser normal, Mas não é normal agora. Nós, além, claro que o mais importante é uma reforma de conceitos, formação de jogador, projeto, mas atitudes no momento em que o povo tá machucado, se sentindo lixo, e dá essa situação da Argentina, acaba dando naquela coisa da Argentina, a inveja do envolvimento, da coesão. Como é que você quer que a torcida do Brasil fosse candidata a deputado?
Depois desse discurso votaria nele?
Votaria nele, sem brincadeira.
Não dá, é um baixo. Ah não, Pedro, fica essa coisa como se nada importasse.
Dá o seu pitaco sobre isso.
Eu acho que é o conjunto mesmo, né? No papel não tem nada de errado. Ele tá de folga como todos os outros jogadores, ele tá fazendo o que ele gosta de fazer na folga como todos os outros jogadores. Mas nesse conjunto mesmo, né, da gente não ter tido essa entrevista mesmo do Ancelotti, de um capitão, para lavar a alma, para responder os questionamentos, né, para se posicionar depois de uma eliminação, de ter cada um ido para um lado, né.
A vida continua, um vai para Ibiza, o outro para o Canadá. Eu acho que existe uma tensão muito grande em cima do Neymar. Eu não acho, não é uma defesa dele, eu não acho que ele está fazendo nada de muito diferente do que os outros jogadores estão fazendo. Mas como ele é o símbolo aí do futebol brasileiro nos últimos 15 anos, ele também acaba sendo símbolo dessa desconexão da seleção brasileira com o momento, com a torcida, com as pessoas.
E é o que a gente falou outro dia, né? Essa força mental, a fonte dela para a torcida argentina é nessa conexão, o país com as pessoas. Com a torcida, que a gente perdeu, na minha visão, há muito tempo. Há muito tempo já a gente perdeu. E eu não sei como, qual seria o caminho aí para fazer essa reconexão que a Argentina tem, que a Inglaterra tem, e que a gente já há algum tempo não tem mais.
Olha só, deixa eu fazer uma pergunta por Pedro especificamente. O Neymar tem contato com a PokerStars?
Eu não sei se ele tem contrato com a— ele tinha contrato com a PokerStars. Ele joga pôquer quase que assim um nível quase profissional, né? E ele tem contrato sim com alguma empresa de pôquer. Eu tenho quase certeza que é a PokerStars.
Então tá cumprindo um contrato, ele tá cumprindo um contrato e tá livre do outro.
É isso.
Só que assim, só que um É que ele não quer, aparentemente, né?
Porque o combinado com o Santos, tanto para ele como para todos os outros jogadores que jogaram a Copa do Mundo, ninguém se reapresentou aos seus clubes. Ele também não se reapresentou ao Santos.
Ele se reapresenta na sexta-feira, que é o combinado com o Santos, ok? Mas é que a visibilidade é para o outro contrato.
Sim, é o Arnaldo, acho que matou a charada, né? É o contraste do que a gente tá vendo da Inglaterra em enlouquecida da torcida da Argentina.
Eu disse que a análise do Arnaldo, se ele fosse candidato a deputado, eu votaria nele. Mas como a análise do Pedro também foi muito importante, eu votaria nos dois, um para estadual, outro para federal.
Perfeito.
Pronto.
Olha, a gente tá falando aqui sobre envolvimento, não sei o quê. A CBF divulgou um vídeo agora falando do novo ciclo. A gente vai colocar no ar um novo ciclo que vem aí. A gente A gente vai acabar às 10, mas a gente vai, a gente vai, porque vai ser interessante o que, o que acabou de chegar, o que acabou, o que acaba de chegar. Mas enfim, ainda sobre o Neymar, enquanto eles estão preparando o vídeo, é isso, não é ser contra o Neymar, mas é um pouco de sensibilidade com o outro, né? A gente passeou aqui na rua, viu, aqui perto, a festa que teve.
Eu acho que os E o baixo astral, muito sentimento, eles foram felizes.
O Flávio Prado falou um negócio interessante, eu achei uma coisa, ele falou assim: eu, o Brasil foi eliminado e tá tudo bem, né? Contrastando com aquela vez que você falou, quando o Tom Jobim morreu, você saiu à rua gritando.
Tom Jobim morreu, saí às ruas assim gritando: morreu Tom Jobim, morreu Tom Jobim! E só ouvia o pessoal ouvindo novela nas casas, ninguém fazia merda.
Uma certa Tudo bem, caiu. Em 2030 tem mais. Temos o vídeo, senhores. Vai dar tempo? Em 30 segundos teremos o vídeo da CBF. Que vai, esse vídeo foi lançado agora oficialmente pela CBF. Eu vou só ler aqui, o Tironi.
Oi, só aproveitando esses 30 segundos, seco para você. Escolhe uma rixa aqui da, de Estados Unidos. Escolhe só um jogo para assistir. Argentina e Inglaterra ou França e Espanha?
Argentina e Inglaterra.
Aí acho que eles ficaram os dois.
Argentina e Inglaterra. Argentina e Inglaterra. Que qual vai ser exclusivo da Cazé TV?
Ainda não saiu.
Tem um exclusivo?
Ah, não, pelo amor de Deus, já saiu.
Deve ter um jogo de São Paulo na TV Cazé. É o fim da Rede Globo, não é possível.
É, tem um, eu vou, gente, o que tudo indicava era que a Globo ia escolher Argentina e Inglaterra e portanto a Cazé ia fazer os dois, mas exclusivo França e Espanha.
Cazé fará França e Espanha com exclusividade na semifinal da Copa do Mundo. A Argentina e Inglaterra fica com Globo e SBT e com a Cazé. Informação do Gabriel Wacker, grande Gabriel Wacker, nosso colunista de televisão aqui.
Eles querem saber como é que anda a novela também. Eu tô vendo novela no intervalo.
E aí, temos o vídeo? O que a gente faz?
Ontem deu para ver?
Não deu para ver a novela? Não, ontem não, ontem não deu para ver a novela. Ah, deu sim, viu?
Tá aí o vídeo da CBF, hein?
Rufem os tambores!
Não foi fácil escrever este filme porque a gente sabe o que vocês estão sentindo, que esse túnel parece não ter fim, que esse Hexa não sai.
O árbitro, é fim de jogo! Está adiado o sonho do Hexa.
Desistir nunca foi coisa de brasileiro, muito menos abaixar a cabeça, mas Mas também não dá para esquecer esta derrota, porque ela vai nos levar para onde queremos chegar. E jamais vamos esquecer nossa torcida lá no estádio, no Brasil e em todos os cantos do mundo. Então vamos guardar esta data: 5 de julho de 2026, o dia em que começa a nossa próxima jornada. E vamos com tudo, não só com nosso talento, mas com mais estabilidade, Humildade, mais planejamento e muito mais trabalho duro.
E daqui a 4 anos, minha amiga, meu amigo, se preparem, porque estaremos ainda mais fortes para buscar essa 6ª estrela.
Pode acreditar, pode acreditar, José Trajano.
Eu não tenho palavras.
Sua nota?
Eu tô falando o mau gosto da edição, da narração inclusive, do texto. Eu não, nem vou agora, eu não vou, estamos no final do programa, eu me reservo o direito de falar amanhã. Eu tô de folga, mas terça-feira voltarei ao assunto. Melancólico esse vídeo, melancólico.
Uma frasezinha, Naldo, cara, é um pouco que a gente, esse vídeo contrasta com o descompromisso de todos envolvidos nessa campanha, né, do presidente ao diretor técnico, ao treinador e aos jogadores. 5 de julho começa, mas tá todo mundo tá jogando pôquer, ou tá em Ibiza, ou tá no Canadá. Nós estamos aqui, começa em 5 de julho mesmo. Hoje é dia quê? Qual o dia?
12.
Então uma semana depois, porcaria nenhuma, passear.
Em uma frase, Danilo, por favor: esse vídeo aí não adianta porcaria nenhuma se não tiver atitude dentro de campo. Videozinho no TikTok todo mundo faz hoje em dia.
Boa, Danilo, gostei. PVC, uma frase.
Eu vou falar por mim e pelo Trajano então: parei.
Boa. Pedro Lopes, nosso candidato a deputado federal, uma frase.
Esse vídeo me lembra aquele pós-2018 do Neymar que se revelou uma propaganda da Gillette. Eu acho que precisa ser menos peças de marketing e mais um esforço, estabelecer uma conexão real de novo com a torcida.
É, eu da minha parte eu vou na linha do Pedro. Isso, isso reforça tudo, é que o que a CBF tem sido uma questão de marketing, de não sei o quê.
Mas eu tenho a sensação que teve na linha do programa, fora do horário, mas com o número de likes superado.
Número de likes superado, sim senhor, 8,8 mil, 1,6 de audiência brutal. Amanhã não tem jogo na Copa, mas tem o quê? Tem Posse de Bola. Estaremos aqui sim. Eu, como homem que mais trabalha nessa casa, estarei aqui, estarei ao lado de muitos de vocês.
Logo após os jogos semifinais teremos Posse de Bola especial, e na quarta um especialíssimo, especialíssimo encontro.
Isso aí, valeu Trajano, valeu Arnaldo, valeu Danilo, PVC, Pedro. A gente volta amanhã. Fique agora com a programação do canal UOL.
Tchau!
Tchau!