Episódios de Brazil UFO

UFOLOGIA NA BOCA DO POVO - Brazil UFO Talks

08 de maio de 20262h14min
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Brazil UFO Talks

O editor do canal Brazil UFO Clayton Feltran, trará para um bate-papo descontraído convidados amigos do canal que têm a ufologia em seu DNA.

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UFOLOGIA NA BOCA DO POVO

Neste programa de domingo receberemos nossos amigos do chat. Programa de estreia do novo quadro do Brazil UFO Talks onde traremos sempre a opinião de todos aqueles que estão envolvidos diretamente ou indiretamente com a ufologia e também os entusiastas do assunto. Trazendo seus relatos, opiniões e pontos de vistas dos casos trazidos ao programa.

E você, o que achou do novo quadro UFOLOGIA NA BOCA DO POVO?

Você não pode perder o programa! Ao Vivo a partir das 20h15.

Brazil UFO Talks

Com Clayton Feltran, Riba Menezes e Marcello Santos.

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Assuntos6
  • Liberação de Documentos UfológicosDeputada Ana Luna solicita vídeos ao Pentágono · Casa Branca coordena liberação de material inédito · ERO trabalha com Casa Branca para liberar material · Presidente Trump anuncia liberação de informações sobre OVNIs e aliens · Deputado Tim Burchard sobre camadas de segredo · Informações perturbadoras sobre fenômenos anômalos · Carta de Ana Luna não chegou ao Secretário de Guerra · Documentarista Jeremie Corbel e jornalista Jorge Nepp
  • Relatos de Avistamentos e FenômenosRelato do pai de Alessandro sobre 'bacia de lavar pé' voadora · Luz na estrada impedindo passagem · Fenômeno OVNI e tecnologia de filmagem · Relato de Dona Maria sobre luz no quintal · Mudanças culturais e tecnológicas impactando avistamentos · Relato do pai de Alessandro sobre ser com luz verde nas costas · Vaca bípede e 'mãe do ouro' · Possibilidade de sondas e abdução de gado · Orbe de luz em Aracaju · Fenômeno anômalo e leis da física · Relatos de invasão de OVNIs em vilarejos · Chupacabras e reportagens na TV
  • Novo quadro 'Ufologia na Boca do Povo'Programa de estreia com participação da audiência · Link para participação via Google Meet · Entrevistas com Luizy e Luara · Eduardo Campos e suas entrevistas
  • Mortes de cientistas e armas secretasQueima de arquivo por excesso de conhecimento · Suicídio devido a descobertas perturbadoras · Arma sônica de energia e Síndrome de Havana · Amy Skidridge e propulsão antigravidade · Queimaduras em mãos e pescoço · Engenharia reversa de OVNIs caídos · Naves gigantescas e construção de prédios sobre elas
  • Ufologia e religiãoPreconceito religioso com o tema OVNI · Países predominantemente católicos e ortodoxos · Arquitetura moderna e tecnologia na Geórgia · Discussão do desconhecido e crenças pessoais · Possibilidade de outras formas de vida
  • Viagem no tempo e históriaEstados Unidos do futuro enviando visitantes ao passado · Filme Tenet de Christopher Nolan · Filme Interestelar
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Música

A CIDADE NO BRASIL

E aí

E aí

A matéria do Liberation Times, falando sobre essa questão, o que acontece? A deputada Ana Luna, que lidera a Força Tarefa de Segredos Federais, ela emitiu um documento para o Departamento de Guerra, o Pentágono, mais conhecido como Pentágono, solicitando dezenas de vídeos fossem liberados.

vídeos mostrando ovnis entrando e saindo do mar, enfim, vários tipos de vídeos diferentes desses fenômenos anômenos não identificados, que é a nomenclatura que o governo utiliza hoje. E aí o Librejo Times fez uma matéria sobre isso que saiu agora há pouco, onde fala que o departamento de guerra declara que a Casa Branca está coordenando a liberação de material de ovnis nunca visto.

O Liberation Times foi informado que o gabinete dedicado do Pentágono para o estudo dos órgãos, deve ser o Ero, está trabalhando com a Casa Branca e as agências federais para preparar a liberação de material nunca visto sobre fenômenos anômenos não identificados. O oficial do governo complementou dizendo que o departamento dá boas-vindas a essa iniciativa do presidente Trump para acelerar os esforços.

de tornar essas informações sobre o APEIS, ou fenômenos anômalos, disponíveis para o público. Como eu falei, o ERO, que é o órgão de investigação do governo dos Estados Unidos sobre OVNIs, está em coordenação com a Casa Branca e com as outras agências federais para consolidar esses registros e facilitar a liberação desse material nunca visto.

Aí fala aqui que o Ero tem trabalhado em progresso para prover a informação sobre obras, o que é uma grande mentira, porque até hoje só publicaram o material pior que eles têm lá, com certeza. Fora as mentiras que eles contaram e os engavetamentos que aconteceram ao longo desse tempo. Inclusive, há uma lei do deputado Tim Bush para acabar com o Ero, acabar com esse órgão, tendo em vista que eles têm enganado, literalmente.

não só o povo, mas também os congressistas, que criaram a lei, que colocaram na lei de defesa a criação do ERO e patrocinaram isso. E tem dois meses que o presidente Trump anunciou que vai liberar tudo sobre OVN, ele falou que vai liberar a informação de aliens, ele não falou nem OVN, ele falou aliens. Aqui tem uma declaração do deputado Tim Burchard falando que temos que tirar as camadas da cebola, são várias camadas, né?

de segredo e tem que uma a uma ir tirando essas camadas de segredo sobre o fenômeno. O deputado de Bush também comentou que nesses briefings, nessas reuniões que ele teve, ele aprendeu coisas bizarras sobre esses fenômenos, coisas perturbadoras sobre esses fenômenos e que o povo ainda não sabe. E a deputada Naluna também respondeu aí, dizendo que ninguém no Pentágono tinha respondido a carta dela ainda.

mas que ela estava esperando um briefing a ser feito em breve, e que o secretário de guerra é um aliado, um amigo que ela considera muito, e alguém que dá suporte ao presidente, que quer que isso aconteça, que o presidente já autorizou essa liberação. Mas essa carta não chegou ao Peter Hegseth, que é o secretário de guerra, o líder ali do Pentágono. E alguém bloqueou essa carta de chegar nele.

E ela fala que isso vai ser resolvido em breve. E aí o documentarista Jeremie Corbel, que tem trabalhado junto com o jornalista Jorge Nepp na liberação de testemunhos de militares e vídeos, ele já liberou vários vídeos lá no canal dele junto com o Jorge Nepp. Ele fala que eu estou pessoalmente ciente.

E fui diretamente exposto a vários desses vídeos, eu já vi vários desses vídeos que a deputada Ana Luna solicitou ao Departamento de Guerra. E ele acredita que o presidente Trump irá fazer o que ele prometeu.

Antes de começarmos o programa, convido você a acessar a Loja Brasil UFO com vários produtos exclusivos do canal. Para acessar, digite aí lojabrasilufo.com e adquira um produto exclusivo para você. Assista agora mais uma produção do canal Brasil UFO.

Fala aí pessoal, sejam bem-vindos a mais um programa aqui do canal, hoje domingo, dia 3 de maio de 2026, mais um mês se passando aí, a gente dando início a mais um programa aqui do canal Brasil UF, hoje o Brasil UF Talks, como todos puderam ver aí no aviso que eu deixei, um pouco antes de começar o programa, o Rony me mandou um aviso.

dizendo que devido ao mau tempo, o voo dele iria atrasar, ele iria ser colocado num outro voo, fazendo com que não desse tempo de dar participação aqui no programa. Algumas pessoas aí até falaram, né? Pô, sempre que vai participar dá um problema, não tem o que a gente fazer, né? Normalmente programação ao vivo, é isso mesmo, né? A gente tem que estar preparado para tudo.

Ou seja, a gente vai ter que mudar um pouquinho o programa. Inclusive, esse vídeo aí de início, né? Pra quem não sabe, a gente prepara o programa antes, né? O programa não é feito somente na hora do programa. Esse programa, ele é preparado totalmente antes. Mas o Rony ali, dentro desse vídeo, ele trouxe algumas questões que a gente vai abrir com essas questões com os nossos convidados aqui. No caso, Marcelo Santos e Riba Menezes, de volta aqui com a gente.

Então, quero a participação de todos vocês. E depois que a gente comentar desse assunto, eu vou conferir com os meninos aqui. A gente está com um lançamento aqui no programa que íamos fazer. E talvez a gente já faça hoje, aproveitando esse ensejo aí que o convidado teve problemas. E talvez a gente faça essa questão hoje, que é da participação de todos vocês aqui na nossa bancada.

e o nome desse quadro será Ufologia na Boca do Povo. Então, quero ver se vocês estão preparados. Qual seria a ideia? Eu iria disponibilizar...

o link aqui para vocês entrarem ao vivo com a gente aqui no programa e claro que vai entrar um de cada vez aqui para para dar o seu ponto de vista né E aí vocês ficariam na fila de espera ali e quero saber que que vocês acham você acha que vocês o pessoal vai querer participar vai estar com vergonha de participar né Lembrando que tem que estar ali uma internet boa

uma luz legal, um som legal, né? Para que as pessoas que estiverem assistindo a gente possam ter um entendimento legal. Se vocês quiserem, quiserem dessa forma, que a gente inicie esse quadro novo, que não ia começar hoje, mas devido a essa questão do Rony.

A gente começaria hoje batendo um papo com vocês da audiência sobre todos esses casos, essas últimas notícias, essas atualizações do mundo da ufologia. Então, todos aqui que quiserem participar, eu iria disponibilizar esse link no chat.

para vocês entrarem e participarem do programa junto com a gente, é claro, um de cada vez, beleza? Mas antes, eu quero dar o boa noite para o meu querido amigo, que seja bem-vindo de volta, estava lá na Europa do Leste, lá na Geórgia, visitando a filha dele, dando um apoio para a filha dele. Iba Menezes, seja bem-vindo de volta, espero que você esteja bem, irmão.

Ô, Cleiton, boa noite. Boa noite para você, boa noite para o meu querido amigo Marcelo Santos, nosso piloto. Abraço para todo mundo aí que acompanha o Brasil U, que está sempre nos apoiando, né? Me trata com muito respeito aí. Então é uma honra estar aqui de volta para falar sobre algumas coisas. Confesso que eu não tenho acompanhado quase nada de fotologia dessa parte aí.

americana, que tá acontecendo uns casos aí com muitos pesquisadores que estão sumindo, outros estão se suicidando, outros estão morrendo, enfim, tá um papo aí que eu preciso me interar mais sobre isso. Então, boa noite a todos e sejam todos bem-vindos aí na nave Brasil. É isso aí. Ô, Riba, o pessoal tá perguntando aí se você tá na Georgia ainda, com esse frio todo aí, ou tá fazendo frio no Rio de Janeiro? Não, aqui tá frio, cara, onde eu moro aqui tá um pouco frio, aí eu...

E eu também acabei de chegar agora, né, cara? Peguei uma friagem, sei lá, nada lá. E eu ainda estou achando que está um pouco frio aqui. Não, mas está frio. Aqui em São Paulo também está frio. Provavelmente no Rio esteja frio também. Mas é bom que você já vê com os agasalhos apropriados, né? Sim, sim, sim. Bastante agasalho aqui. Mas tenho aqui...

Eu tenho tanto agasalho que lá tem os verdadeiros agasalhos, bons agasalhos, enquanto na Europa, lá o preço é bom, né, cara? É bem mais barato. Aí a gente acaba vindo com a mala cheia, mas só quando a gente chega aqui com os agasalhos, a gente percebe que a gente quase não vai usar, cara. A gente vai na Serra da Beleza agora, né? É. Chegando o frio em junho, eu vou estar lá fazendo vigília na Serra da Beleza, eu vou até combinar com vocês aí, pra gente partir pra lá, que é uma época...

que aparece muitos objetos, aparecem luzes, então a época boa de se fazer vigília é que é o inverno. Eu vou combinar com vocês para a gente subir e entrar lá. Verdade, é isso aí. Então vamos também dar o nosso boa noite aqui, hoje lá de Macaé, como o Riba falou, o nosso piloto, Marcelo Santos. Fala, Marcelão, seja bem-vindo a mais um programa aqui do Brasil UFO.

Fala, grande Clayton, muito boa noite, boa noite pessoal do chat, todo presente aí.

Uma grande boa noite, bem-vindo de volta ao nosso Brasil Ufotox aqui, Ribamenezes, você sabe que você tem uma legião de fãs aqui, eu sou um deles, tenho orgulho de falar isso, que você além de ser um pesquisador, ufólogo sério, né, conhecer muito, uma enciclopédia ambulante da ufologia, você é um cara muito legal, gente finíssima, humilde, correto.

tem que falar, falar mesmo e fim de papo, não tem rodeio. Então eu admiro muito o Riba Menezes como pessoa e como fólogo. Então, bem-vindo, a gente já estava com saudade dessas férias prolongadíssimas.

lá na Europa, lá na Geórgia, já do lado da confusão da Rússia, mas correu tudo bem mais uma vez, foi visitar a netinha lá e a filha, a família, aquela coisa toda, é sempre muito bom. E é isso, vamos hoje com esse contratempo do Rony tocar o que a gente puder aqui do programa, quando dá esse furo, a gente sempre guarda uma...

Uma carta na manga são coisas que podem acontecer, né? Às vezes cai uma internet, falta uma luz aí. Nesse caso, hoje o Rony se atrasou e teve um problema de mau tempo aí, voo cancelado. Mas é isso, faz parte, quem sabe faz ao vivo, né? E Cleito, gostei muito aí dessa ideia de ufologia na boca do povo. Eu acho que, inclusive, o nome ficou muito legal, muito democrático, né? Dando voz, dando espaço, né?

ao nosso público, às pessoas que gostam de ufologia, ou que acompanham, ou que têm curiosidade, poder estar aqui participando com a gente. Não se sintam envergonhados, né? Aqui é como se fosse uma mesa aqui, a gente batendo um papo, né? Como o Cleiton falou, ter uma boa luz, a internet está estável, estando boa e estável, um áudio bom. Ninguém pelado.

Ninguém passando atrás pelado, né? Então, assim... Avisa pro pessoal da família aí, né? É, avisa pro pessoal, vou entrar na live, hein? Ó, faz silêncio aí e tal.

Mas é uma oportunidade única de a gente poder trazer o pessoal do chat que está acostumado, que já acompanha o Brasil Ufo há tanto tempo, pessoas que a gente está sempre vendo todo dia, todo domingo, e está sempre acompanhando as publicações do Brasil Ufo, gosta de um programa de qualidade, assim como...

o Brasil UFO, outros canais também o fazem, e é uma chance da gente bater papo aqui, conversar um pouquinho, contar por que você gosta de ufologia, se te aconteceu alguma coisa que te atraiu para a ufologia, puxou essa tua curiosidade para o segmento de ufologia, bater um papo com a gente descontraído, tem espaço para todo mundo, pode falar um minuto, pode falar cinco minutos, pode falar dez, vai depender do bate-papo.

Então, sinta-se à vontade e vamos lá, vamos participar. Vai ser bem legal. Achei essa ideia sensacional. O nome melhor ainda, Ufologia na Boca do Povo.

bom então vamos vamos fazer esse teste eu vou disponibilizar pessoal prestem atenção eu vou disponibilizar e fixar o link que é o link aqui de participação no programa tá aí no chat e se você está preparado

eu vou abrir aqui um de cada vez né não sei se vai entrar ninguém você vai entrar um você vai entrar cinco mais a gente vai liberando um de cada vez conforme foi entrando a gente vai também a pessoa ali é

Eu vou falando, falou, entrou mais pessoas aqui, então a gente vai passar para outra pessoa, também dar oportunidade para outra pessoa falar e contar os relatos, contar a visão dela, enfim. Aí a gente bate o papo aqui no programa. Mas antes de liberar esse link, eu quero, sobre esse link, né, que o Rony, esse link, esse vídeo, né, que o Rony falou aí no começo do programa.

essa questão da liberação dos documentos. Anos após anos, a gente vê presidentes americanos dizendo que vão liberar documentos e que vão falar a verdade para o povo, etc. Primeiramente, eu vou colocar minha posição, depois quero ouvir o Riba e o Marcelão.

Essa questão da liberação, pessoal, acredito eu que não está na mão dos presidentes. Eu acho que está na mão de pessoas de segurança nacional, talvez até acima da CIA ou dentro da CIA.

ou outros, o AATIP, que é a sigla que eles utilizam para estudar os fenômetros. Mas enfim, como é secreto, a gente não pode bater o martelo ali no nome. Acredito que esteja acima de qualquer presidente. Porém, o presidente Trump fez coisas, ele prometeu e fez algumas coisas que os outros não fizeram. Mas nessa questão de ufologia, pode parecer como...

escondendo informações, negócio da guerra, negócio de um monte de coisa envolvida aí, né? Ou, né, tirando o foco de alguma coisa, mas se realmente acontecer, a gente sabe que lá no Congresso americano está acontecendo.

E aqui eu até anotei algumas palavras que o Rony mencionou sobre a liberação de arquivos nunca vistos. Ou seja, coisas que eles não vão soltar. Ah, vamos soltar que é uma coisinha que está em outro ângulo. Não, vamos tentar soltar casos assim.

pontos de vista que nunca foram exibidos para as pessoas e que podem impactar. É diferente do que a gente está acostumado a conversar aqui, principalmente num programa que fala de ufologia. E outra anotação que eu fiz aqui é informações perturbadoras. O que pode? Será que essas mortes têm a ver... Será que esses cientistas, pelo menos uma porcentagem deles...

descobriu algo que perturbou eles tão grandemente, que levou-os, pelo menos alguns, a tirar a própria vida, o que seria tão perturbador? Será que isso é escondido de uma maneira que, para nos poupar, para a gente... Imagina se você descobre que a gente está num jogo, que é a Matrix que a gente fala.

Então tem muita coisa aqui para a gente falar desse assunto, nesse sentido. E você, Marcelão, o que você acha dessa questão, dessas informações que o Congresso, o Poder Legislativo e o Poder Executivo, que é o presidente da República nos Estados Unidos, tendem a falar a respeito desses segredos que são guardados por anos?

Então, Cleiton, opinião minha, eu acho que não é mais novidade o governo, estamos falando aqui do americano, liberar documentos top secret, o Pentágono, o Marinha Americana, a Força Aérea Americana, a gente já viu aí, o Gimbal, o Tic Tac.

aqueles UFOs piramidais lá com visão noturna que o navio da Marinha Americana registrou. Então, assim, acho que não é mais uma novidade a liberação de arquivos, né, ou de vídeos e fotos. O que realmente chamaria a nossa atenção...

seria se fossem revelados realmente um pouco mais dessa história, da ufologia mundial e a participação do governo americano nessa temática. Eu acho que aí sim seria algo talvez revelador, chocante. O que eu espero? A deputada Ana Luna menciona que ela requisitou 46, se não me engano.

vídeos ou fotos de registros de fenômenos aéreos anômalos. A gente não tem ideia, vamos aguardar essa liberação para poder ter acesso a eles e saber o quanto de impacto isso pode gerar para a gente, para a humanidade, para a gente que é...

gosta de ufologia, né, e para a população em geral. Eu acredito que vão ser mais vídeos que, pô, né, nossa, né, aquela primeira semana vai ficar na mídia, vai ficar rodando na mídia americana, naqueles programas de análise, né, a ufologia mundial ali, oriçada, né, aquele...

aquela atividade intensa, todo mundo querendo falar, analisar aqueles vídeos, e aí depois vai ficar tudo quietinho de novo, como já aconteceu isso há anos atrás, esses anos que vem lançando, vem sendo liberada esse tipo de informação.

Por um lado, isso pode ser, fazer parte do processo de liberação, né? É paulatina dessas informações para a normalização do fenômeno perante a opinião pública. Isso pode ser parte do processo, né? De repente isso faz parte do processo. Mas eu não espero nada assim grande revelador, né?

A própria Ana Luna e outros congressistas já falaram que tiveram acesso a informações que eles não podem liberar, quer dizer, tamanha o impacto que aquilo geraria.

não só para a população, mas também com relação a questões de segurança nacional, tecnologias, e o que será que eles podem fazer, aonde eles podem entrar e o que podem fazer, e o ser humano não tem ação nenhuma, não tem controle nenhum sobre aquilo. Isso certamente geraria um temor muito grande nas pessoas. Então eu particularmente acho que...

Vão ser liberados mais vídeos, o pessoal vai discutir aquilo durante uma semana, duas semanas, três semanas, e aquilo aos poucos vai sendo absorvido pelas notícias da rotina do ser humano, de cada país, e aquilo vai desaparecendo. A gente vai ficar falando aqui em alguns programas, e depois vem novas notícias e vida que segue. Pois é, pois é.

Bom, eu sei que o Riba não está muito a par, mas ele está a par dessa questão de presidentes americanos falando que vão liberar certas coisas. Riba, você tem uma opinião sobre, principalmente essas questões que eu estou...

que eu estou mencionando aqui, essas questões que falavam sobre arquivos nunca vistos e também informações perturbadoras. O que seria e em que nicho de perturbador estaria essas informações sobre o fenômeno UFO? Lembrando que o Trump não falou UFO ou fenômeno UFO, ele falou extraterrestres.

Então, será que os caras perturbador de mostrar ali o extraterrestre que foi capturado, seja por os americanos ou por algum outro país que conseguiu capturar os americanos, os extraterrestres, e os americanos conseguiram botar as mãos? Qual que é a sua ideia, sua posição sobre isso aí, Ribá? Ô Cleito, essas promessas aí de divulgação aí, desses fenômenos, isso já não é tio hoje, né?

Comecei a parar para pensar, desde a época do Bill Clinton lá, a gente já comentava lá que ia falar alguma coisa. Aí depois veio o Obama, que iniciou essas conversas aí também, falando sobre a movimentação que ele ia fazer, também não deu nada. Aí essa ordem foi lá para o Pentágono, né? Aí o Pentágono comentou que ia...

também fazia alguma movimentação do material, aí aparece o presidente dizendo que vai liberar esse novo presidente dos Estados Unidos, falando que vai liberar, e a gente fica nessa esperando. Aí uma fala que eu achei interessante do presidente, foi que ele falou que, acho que eu não acompanhei muito, eu estava lá na Geórgia, aí ele falou que ele estava ao lado...

falaram que os astro... acho que foram os astronautas, eles viram coisas que vocês não acreditariam. Ele fez um comentário, que essas pessoas viram coisas que vocês não acreditariam. Aí eu fiquei perguntando, o que será que esses caras, essa tripulação da missão Artemis, viram coisas que nós não acreditaríamos? Aí é uma coisa que eu fiz, será que eles viram algum objeto passando?

Será que eles... Ainda mais o pessoal fica falando assim... Ah, quero... Eu não vou nem comentar, não. Eu ia falar isso, não vou falar. Vou pular esse meu pensamento aqui. Então, cara, eu estou curioso para saber o que eles viram lá em cima que a gente não acreditaria. Porque a gente que pesquisa a oncologia, a gente sabe que essas naves existem. Muitas pessoas já viram, eu mesmo já vi objetos no ar, saindo com essas velocidades aqui, a gente ficou impressionado, já vi coisas.

que se eu ficar falando, o cara vai achar que eu sou maluco. E muita gente já viu também. Isso não sabe que existe. Agora, o que ele viu que você não acredita que vai te empaquetar tanto? A única coisa que vai me empaquetar tanto é se ele falar que ele viu os seres caminhando lá. Sei lá. É a única coisa que vai me impactar. Viu os seres estranhos caminhando. Não vai impactar em nada.

Pois é, pois é. Vamos ver, né? O que resta para a gente é aguardar. Só lembrando o pessoal que chegou agora e que está aqui para assistir o Rony Vernet, a entrevista do Rony Vernet, alguns minutos antes do programa começar,

O Rony me mandou um aviso dizendo que devido ao mau tempo, o voo dele foi alterado e ele não ia conseguir participar a tempo. Para não falar minutos, foi por volta das 7 horas. Então ele não conseguiu estar aqui presente. Vamos ver se a gente consegue remarcar essa entrevista do Rony para uma outra oportunidade aqui no programa.

E, aproveitando que o Rony não está aqui essa noite, então vamos adiantar um quadro aqui do programa, onde nós vamos chamar de Ufologia na Boca do Povo, que sempre a minha intenção foi dar voz a todas as pessoas que estão ligadas direta ou indiretamente à ufologia. Então, por isso que eu decidi colocar esse nome, Ufologia na Boca do Povo.

Esse programa, a minha intenção é ir na rua conversar com as pessoas, tentar ver de cada capital, de cada localização, como que é a visão da ufologia em diferentes locais do Brasil, quem sabe aí do mundo. Então, vamos começar hoje e dando oportunidade para você. Esse link, tem um link aí fixado.

no chat, que é o link que você vai entrar para participar aqui do Google Meet. Agora resta se você vai ter a coragem. Lembrando que você tem que ter um áudio bom aí, uma internet. Esse link nós disponibilizamos através do Google Meet. Provavelmente, se você for acessar através do seu celular,

vai pedir para baixar o Google Meet, tá? Então, é a oportunidade que você tem aí para a gente conversar um pouquinho com cada um de vocês. Hoje a gente vai fazer diferente este programa. E para incentivar aí vocês, nesse projeto, o meu querido amigo Eduardo Campos também vai estar participando aí. E ele gravou um...

uns vídeos aqui já conversando com alguma duas amigas dele ali brevemente eu queria mostrar para vocês então veja se você consegue entrar aí no chat tá com o link fixado aí é o link do Google Meet é só acessar para você participar aqui na tela com a gente aqui do programa beleza enquanto isso vamos assistir aqui ao vídeo do Edu entrevistando vamos ver quem vamos lá

Ufologia na boca do povo, estou aqui com a Luizy, ela tem 16 anos, é da cidade de Araras. Luizy, você estava me falando que você nunca viu, mas que você gosta desse assunto, né? Sim, e eu acredito nisso, eu vejo bastante relato na internet de muita, muita pessoa que já viu, mas eu particularmente não vi, mas não deixo de acreditar também. O que você acha que você faria se você visse um ser na sua frente, uma nave espacial?

Eu acho que não pegaria para gravar como outras pessoas, mas eu contaria para pessoas próximas da minha família e ficaria bem surpresa. Meu pai tem uma resposta a essa pergunta que eu acho fantástico. Quando eu pergunto para ele o que você faria se você visse um ser e fala, só na hora para saber. Obrigado, Luiz. Valeu. De nada.

Só na hora pra saber, hein, cara. E é verdade, né? A gente fala, eu iria lá, eu iria cumprimentar. Eu não iria nada, cara. Você iria se borrar nas calças.

Mais ou menos isso, né? Bom, tem mais um vídeo aqui que o Du fez pra gente. Um abraço pro Du. Vamos ver o próximo aqui. Vamos assistir aí. Vamos lá. Ufologia na boca do povo. Estou aqui com a Luara de Limeira, no interior de São Paulo. Luara, esse assunto de extraterrestre, disco voador, o que você acha disso?

Olha Edu, eu vou confessar pra você que eu sou bem cética nessa parte, não acredito muito, mas eu acho interessante, é um tema a ser discutido. Você já viu alguma coisa estranha no seu, ou conhece alguém que viu e falou pra você? Não conheço, eu conheço só o pessoal da internet mesmo, né, que eu já vi falando, mas eu pessoalmente sou bem cética nessa parte, não acredito muito não.

Você gostaria de ver ou não? Não tem interesse nenhum nisso? É melhor não ver, né? Então tá bom. Esse mundão é gigante, provavelmente não tem só a gente, mas acho que só acredito vendo mesmo. Beleza. Valeu Luara, obrigado.

Meu agradecimento ao Du, que já fez essa ponte lá no interior, né? O pessoal de Araras. Então, se a gente conseguir, a gente vai falando com várias pessoas aí espalhadas pelo Brasil. Por isso que eu não vejo a hora de estar a campo para poder falar com as pessoas, né?

Bom, eu vi que o Amaury entrou aqui para falar com a gente. Amaury, entra de novo. Normalmente, quando você entra e a gente não autoriza na hora, eu vou pedir a paciência de vocês, tá? Pode entrar aí, que vai ficar esperando um pouquinho até eu autorizar. Entra novamente aí que a gente vai liberar para você, Amaury. E vocês aí que estiverem também nos acompanhando. Mais uma vez, avisando que o link...

fixado através do Google Meet, você pode entrar para conversar com a gente, contar sua história, contar seu relato sobre o que aconteceu. E esse quadro vai ter o nome de Ufologia na Boca do Povo.

Beleza? Bom, essas pessoas, né, Riba, por todo o Brasil aí, se alguém entrar, eu vou liberar, tá? Mas essas pessoas que uns não viram, outros têm medo de falar, de acreditar, né? Às vezes, muitas das pessoas que a gente conversa, a gente percebe que relacionam o fenômeno UFO ou extraterrestre a... ... ... E aí

coisas ruins, seres demoníacos, alguma coisa nesse sentido. Você acha que muitas pessoas evitam falar por causa dessa questão, talvez até religiosa, Riba? Eu acho que é um pouquinho de cada coisa, sabe? Nós somos um país predominantemente católico, tem muita gente também evangélicos. Agora...

Eu não vejo, eu converso com todas as pessoas, todas as religiões, eu não vejo esse preconceito todo com o pessoal do lado espiritualista. Se você conversar com o pessoal de espírito, de um plano, de outras religiões, eles já têm a cabeça mais aberta, porque parece que eles vivem mais próximo do sobrenatural e têm a tendência a crer e acreditar mais nisso.

Então, basicamente, é isso. Por exemplo, lá na Geórgia, que eu acabei de chegar de lá, um país europeu, é um país predominantemente católicos, ortodóficos. Então, por acaso, quando eu cheguei lá, eu vi até a morte lá do líder supremo da igreja católica deles, que estava há 50 anos no poder. Cara, todo mundo foi para a rua, todo mundo vestido de preto.

Eu percebi o quanto eles são obcecados pela religião católica, são ortodoxos. Então, ufologia lá não existe. Lá não tem grupo de ufologia, lá ninguém pesquisa nada. Por sinal, eu ficava olhando para os céus também, não vi nada. E por coincidência também, eu tenho um vídeo que eu recebi, que eu vou lançar no meu canal agora, semana que vem, no canal Na Trilha dos Jovem.

de um objeto que apareceu ali nos céus da Turquia, na divisa com a Geórgia. Então as coisas acontecem, mas ninguém olha para o céu. Ninguém olha para o céu. Então eu acho que é isso. Eu acho que a religião bloqueia muito. Lá na Geórgia não tem nada disso, são ortodoxos, bloqueiam a visão deles. Mas o que eu achei interessante, o que eu estava falando com o Marcelo,

Da mesma forma que bloqueia o pensamento dos católicos ortodoxos na Geórgia em acreditar em óbvines, os caras que dominam a tecnologia lá, eles têm a mente mais aberta. Dizem que os loucos é que estão certos. Lá, por exemplo, tem dois monumentos lá, tem um disco voador praticamente pousado na Praça da Geórgia. É um prédio que parece uma forma de um disco voador todo iluminado.

E eu procurei saber por que eles fizeram aquele disco voador, se ninguém lá acredita muito em disco voador. Foi o pensamento moderno da arquitetura, que os caras querem mostrar que eles estão avançados, que a Geórgia tem tecnologia, que eles são rápidos. Então, são esses caras pensantes que colocam isso para frente. Porque os fechadinhos no seu mundo ali não vão colocar isso para frente nunca, mas temos isso.

E você, Marcelão? Olha, isso é um assunto, claro, sempre polêmico. E quando você envolve, por exemplo, a questão da religião, é muito complicado. Mas o tema ufologia é complicado e é polêmico.

para qualquer tipo de pessoa, para qualquer classe social, para qualquer conhecimento, envolvendo aí religião. Porque a gente está falando, a gente vai discutir, a gente vai debater o desconhecido.

Então, como é que você vai falar do desconhecido? Como é que as pessoas interpretam o desconhecido? E aí você tem espaço ilimitado para as pessoas pensarem o que quiserem. E assim, quando envolve religião, como o Riba estava comentando aí, eu acho que complica um pouquinho mais, porque aí vão das crenças das pessoas.

E não há mal nenhum, pelo contrário, as pessoas, cada um tem a sua crença, ou a intensidade de crença que tem, né? Uns têm mais fé, outros têm menos fé, mas isso tudo eu acho que...

prejudica um pouquinho a compreensão da possibilidade de haver outras formas de vidas em outros planetas, em outras galáxias, em outros universos, em outras dimensões, a nível espiritual, como a gente fala, não a religião.

mais a matéria, né? Então, assim, acho que é difícil, né? Até para gente que gosta e já tem a mente mais aberta, é difícil falar, né? É difícil se expressar e não dá para bater martelo em nada, né? A gente tem que ter sempre essa mente aberta aí para poder deixar as possibilidades aí.

mil aí, né? Você ter a mente aberta para todas essas possibilidades, para poder trabalhar com elas, né? Pois é. Vamos dar espaço aí para o Amaury, que chegou? É, o Amaury chegou aqui, tivemos aqui um corajoso, então eu quero também dar as boas-vindas ao Amaury Dantas. Amaury, antes de mais nada, eu vou pedir para você abrir o seu microfone aí.

tá fechado seu microfone, aí no rodapé aí do... não sei se você tá no computador ou no celular, no rodapé tem um microfone aí que você tem que clicar nele para você abrir o seu áudio aí. Aí a câmera, aí você fechou a câmera, é do lado aí. Vamos ver se a maioria acha o botão ali do microfone.

e desligou. Mas é isso, pessoal. O programa é ao vivo, então a gente convida todos aí para participarem. Vamos ver se o Amaury consegue voltar. Tem um botão aí de microfone ligado, desligado. Ele se atrapalhou. Acho que ele desligou ali. Bom, as pessoas estão falando aqui, perguntando sobre o Rony. Realmente, a foto do Rony está na capa, porque o Rony ia participar aqui hoje. Vamos ver se o Amaury... Achou aí, Amaury?

Não, tá fechado o microfone, Amorim. O primeiro é o microfone. E o segundo é a câmera. O vermelho você não pode apertar, senão você desliga a chamada. Clica nos botões aí do rodapé. O primeiro botão é o do microfone. Aí é a câmera. Aí você desligou a câmera.

Tá vendo? É uma dificuldade que a gente vai ter também, né? Bom, eu tava falando que o... Na capa, tá? O Rony, porque ele iria participar minutos antes aí, uma horinha antes do programa, ele me avisou que o voo dele foi cancelado, ele teria que pegar o próximo voo devido ao mau tempo. Então ele não pôde participar hoje aqui com a gente, devido a esse probleminha que ele teve aí, e a gente vai tentar marcar.

para uma outra oportunidade, e não deu tempo da gente mudar a capa do programa, pois como eu disse, é feito antes, não é feito na hora do programa. Bom, vamos ver aqui um pouquinho o que o chat fala, vamos ver se o pessoal, além do Amaury, ver se o Amaury consegue achar o botão ali para acertar, liberar o microfone dele. Eu daqui não consigo liberar o microfone dele. Está fechado aí o seu microfone, Amaury?

Você está do computador ou do celular? Celular, né? Celular. Clica aí nos botões abaixo, menos o vermelho. É o primeiro botão, é o do microfone. Aí no rodapé aí, clica na tela, dá um clique na tela, normal. Vai aparecer o comando embaixo. Aí o primeiro é o microfone que você vai liberar.

Bom, o Maurinho não está conseguindo achar o botão, você tem que clicar na tela para aparecer o comando que tem a camerinha, tem o microfone, tem para você compartilhar.

O pior é que tá fechado, eu não consigo mexer pra você, viu, Amaury? Vamos ver se eu consigo liberar, não dá. Não consigo, é só você pra liberar. O Amaury já conseguiu achar o botão da câmera, né? É, tá do lado do botão da câmera. Eu sei que é o seguinte, eu sei que o Amaury, eu passei o contato do Ricardo Chaves, e o Amaury foi lá ver o Ricardo Chaves, cara.

pelo pelo que eu tô sabendo ele foi lá ver o Ricardo Chaves lá no São João do Batista do Glória lá é um lugar bem legal e enquanto a maioria aí se ajeita aí para poder participar e vamos ver se tem mais pessoas aqui que querem participar com a gente entrou e saiu aqui e na hora que vocês entrarem pessoal para participar vocês tem que esperar um pouquinho tá E aí

Bom, deixa eu ver aqui um pouquinho do chat aqui, Marcelão.

Já avisei do Rony. A Jéssica diz assim que vivemos em uma grande simulação, em um imenso computador quântico. As possibilidades são infinitas. Todas essas teorias, portanto, podem coexistir. Bom, deixa eu ver quem chegou aqui para falar com a gente. O Alessandro. Vamos abrir para o Alessandro aqui. O Alessandro acho que vai conseguir... Fala, Alê!

Fala, Cleiton. Aê, garoto, como é que você tá? Tô de boa, tô assistindo aqui, o Rony não pôde participar. É, o Rony não pôde participar, a gente tá começando aqui um novo quadro, né, dando oportunidade pras pessoas, né, você é uma pessoa que já viu, teu pai já viu, né, já viu bastante coisa aí. Sim. E eu queria que você ficasse à vontade pra falar pro pessoal aí. Então, é...

Sempre tive essa curiosidade, meu pai, nascido no interior aqui de Minas Gerais, Bitipoca, com os familiares dele, sempre me conta a história da bacia de lavar pé, que foi, que eles viam lá na época, na década de 70. Então eles falavam que tinha uma bacia de lavar pé que voava lá na região, em Bitipoca, Minas Gerais, né? Sempre conto esse caso pra vocês.

Aí por vezes ela posava lá nos vizinhos, posava na estrada. O meu avô foi vender galinha em uma região que ficava umas duas horas mais ou menos lá de Bitpó, onde eles moravam. Essa luz ficou na estrada mais de uma hora sem deixar ele passar, né? Ele não quis passar. E ele ficou com aquele medo, com receio, não sabia o que era aquilo. Mas essa luz pousou lá e ficou mais de horas lá.

Até o dia clarear, aí ele fala que ela pegou um voo, um rasante que ele fala, e subiu em alta velocidade e foi embora, sem fazer barulho nenhum. Mas isso foi que ano, Valê? Isso foi entre 74 até 77, Cleito. Você acha que hoje, com essa...

com essa tecnologia que a gente tem em mãos, no caso, os celulares, você acha que isso fez com que o fenômeno UFO se inibisse de aparecer? Porque antigamente os antigos viam, pois não tinha como filmar, só tinha a palavra deles.

Você acha que com essa tecnologia, esse jeito que está acontecendo hoje em dia, fez com que o fenômeno não aparecesse mais, ficasse tímido para aparecer, ou por razões óbvias, para não ser testemunhado, registrado de uma melhor câmera, etc., para a galera continuar achando que a gente é totalmente maluco?

Então, a minha opinião pessoal é que totalmente, o que você disse aí, eu acredito que seja, eles não querem ser filmados. Exemplo, eles só estão em locais ermos, isolados, porque eles não querem aparecer, assim, para o grande público, né? Se eles quisessem aparecer, teriam aparecido. E com acesso à internet e os aparelhos de filmagem...

Esses registros parecem que caiu muito. As pessoas não falam tanto que veem esses objetos. Hoje em dia, eu notei que até no meio rural, as pessoas veem pouco. Hoje em dia. Porque esses objetos parecem que estão encontrando um outro jeito de fazer as suas pesquisas. Se camuflando ou outro tipo de tecnologia que eles estão utilizando.

Pois é, pois é, pois é. Amaury, você conseguiu liberar o microfone aí? Ó, eu tô te mandando aí no teu WhatsApp, Amaury, uma foto. Te mandei no WhatsApp aí o símbolo aí do microfone aí pra você clicar, pra ver se você consegue liberar aí no teu celular o teu microfone pra gente conseguir te ouvir aí. Marcelo Santos, você tem alguma pergunta pra falar com o Alessandro? Por favor. Fala, Alê. Boa noite, tudo bem? Tranquilo? Prazer ter você aqui com a gente, hein?

Muito legal. Fala, Marcelo. O Amaury foi o primeiro, mas que pra falar você foi o primeiro. O Mineiro foi rápido dessa vez. É. Ó, antes, eu vi como o Marcelão fez uma pergunta pro Amaury. Amaury, você baixou o Google Meet? Você baixou o programinha Google Meet? Faz sim ou não? Amaury? Amaury? Você baixou? Faz sim ou não com o dedo?

abaixou e não está conseguindo encontrar. Bom, essa é a foto aí do microfone. Se você conseguir aí, clica aí para falar com a gente. Mas fala, Marcelo, desculpa te cortar. Então, ali é muito interessante, a gente já falou aqui várias vezes, como é que...

as pessoas do interior, as pessoas mais humildes, ou com algum nível mais baixo de instrução, elas buscam associar aquilo que ela está vendo com algo que seja de conhecimento dela, da rotina dela. Exato. Você vê que ele comenta que parecia uma bacia de lavar pé.

Isso. Então, como duvidar de um relato desse? Que a pessoa está querendo, como a gente fala, está querendo aparecer, está querendo... Nem naquela época não existia isso. Hoje existe a questão das mídias sociais.

o pessoal traz os likes aí, mas como uma pessoa do interior, mais humilde, trabalhadora, ela buscando associar aquilo que ela está vendo com algum objeto que ela possa se expressar, ela fala bacia de lava-pé. Então, sem dúvida nenhuma, ele viu ali um objeto, um objeto não identificado, formato...

tradicional de disco, o shape do disco voador. Alguns falam apenas uma bacia, com uma cúpula para cima, e outros falam duas bacias, uma contra a outra. Uma conjugada com a outra. E uma cúpula para baixo. É muito comum esse tipo de relato. Ele fala que tinha umas janelinhas no encontro. Mais esse tipo de detalhe. Como duvidar?

de um relato desse, de a pessoa estar querendo inventar, estar querendo aparecer, muito pelo contrário, a gente sempre falou que é um assunto polêmico, acaba sendo a pessoa que conta isso, seja numa roda de amigos, dentro da própria família, ele acaba sendo ridicularizado, taxado de maluca, aquela coisa toda.

E, obviamente, que ninguém quer isso, né? Mas a pessoa está ali, passando seu relato fidedigno do que ele viu, do que ele testemunhou. É muito interessante isso. Isso, às vezes é só o relato mesmo, ela nem sabe o que é mesmo. Exatamente, ela não sabe o que é.

Você vê que pegou um rasante, quer dizer, pegou um rasante, quer dizer, ele estava provavelmente flutuando sobre a superfície ali daquela região, e aí, a maneira dele se expressar, pegou um rasante. Isso, e foi em alta velocidade e foi embora. Exatamente, quer dizer, você vê que é perfeita a descrição da testemunha. É, como tem poucas palavras e pouco conhecimento, ele expressa com aquilo que ele está no dia a dia, no cotidiano da vida dele.

E do meu pai, entre outras pessoas. Eu já vi pessoas falando que parecia prato. Que é aquele cotidiano ali. Aqueles pessoas. Parecia um prato. E outro relato também que eu tenho é da Dona Maria. Isso fica em Ubar. Fica perto de Ubar. Um lugar chamado Tabuleiro. Não sei se vocês já ouviram falar.

um lugar chamado Tabuleiro, perto de Ubar. Ela fala que antigamente, quando não tinha luz elétrica na casa dela e na região, a luz posava no quintal dela. Ela me conta isso. Desse jeito. A luz posava aqui no meu quintal. Depois que colocou luz elétrica, parou. Olha só. Você me contou isso? É um relato, pra mim, 100% real.

Ela não entende o que é aquilo. Ou parou, ou eles arrumaram um jeito de se camuflar também, né, Ali? Isso, igual eu falei. Uma outra forma de tecnologia para não ser percebido. A gente já comentou aqui, obviamente, que não é uma opinião... Digamos assim...

formada, apenas uma hipótese de uma eventual redução do número de avistamentos no interior, em locais onde não tinha luz ou tinha pouca luz, as pessoas transitavam no final do dia, para entardecer, anoitecer, de bicicleta, pé a cavalo.

E simplesmente tinham que ir ou voltando da igreja, ou indo para a igreja, ou para a casa de alguém da família que morava perto. Ou vendo um jogo no bar, né? Vendo um jogo no bar, vou voltar para casa.

E a pessoa se deparava com o fenômeno. Então você hoje tem esse componente que você comentou agora, que é iluminação pública. Então às vezes as pessoas, o fato de não ter aquela escuridão toda, às vezes pode até... Aquela luz está ali, mas ela não está tão visível como...

estava antes, por conta da maior luminosidade do local, né? E o problema das telinhas, né? Esse vício que a gente tem de olhar a telinha e esquecer do mundo, né? Então, seja na forma de um celular, ou seja, as casas que receberam luz foram eletrificadas e a pessoa, agora a família tem uma televisão, né? Então, as pessoas ficam em casa assistindo televisão ou mexendo no celular.

e reduziram esse deslocamento. Estradas foram melhoradas, a pessoa comprou um carro, comprou uma moto, quer dizer, tirou um pouco daquele cenário lá dos anos 50 e 60, que era tudo escuro, e a pessoa ia de bicicleta com uma lanterninha na mão. Então, são mudanças que acabam que impactaram nessa visualização do fenômeno.

Verdade, aquela conversa fora de casa, fazendo a fogueira, conversando fora de casa, olhando a estrela. O cotidiano do que era normal agora não é mais, está mudando os álbuns. Culturalmente mudou, então você acaba que perde um pouco desse contato mais ali com o céu, com a natureza, e a pessoa fica ali batendo papo e do nada aparece uma luz ali. Aqui eu tenho uma opinião sobre o que pode ser alarmante, pode ser...

Ah, lá do negócio lá do Trump, né? Isso, que ele falou que vai mudar a realidade, sei lá. Mais ou menos isso que ele disse. Pensou se isso for os Estados Unidos do futuro mandando para o nosso espaço-tempo atual? Por exemplo, a gente do futuro voltando.

para o nosso espaço-tempo. A gente está falando dos Estados Unidos, mas lembrando que ao longo dos anos, é tipo o xerife do mundo, vamos falar dessa maneira, antigamente era Roma, um exemplo. Mais antigamente ainda era Egito.

e assim por diante talvez não os Estados Unidos em si mas outro país que dominará futuramente trazendo visitantes lá para o presente isso exatamente isso voltando ao nosso espaço-tempo atual pois é, a gente vai entrar nessa nessa seara de

De máquina do tempo, né? Isso realmente é... Aquele filme Tenet que eu te falei, que eu recomendei, Cleito. Fala sobre isso. Tenet. O filme Tenet. É minissério ou é filme? É o filme do Christopher Nolan. Mesmo do Interestelar. Sei. Vou colocar a capa aqui pro pessoal. Pode ver. O filme é...

Clayton, o Amaury colocou aqui no chat que, na verdade, aparece o microfone e aparece a mensagem, permissão negada. Essa permissão é do celular dele, né? Eu não sei se o Amaury... Talvez, então, será que alguma configuração do celular dele... Pode ser, pode ser a permissão dele, né? O Google que manda a permissão. Talvez ali, Amaury... Um aplicativo novo...

Você tem, o microfone tá travado, a câmera tá travada, né? Você tem que ir lá nas configurações pra poder liberar. Deixa eu explicar mais uma vez pra o Mauri, porque assim, se o teu telefone é, Mauri, for um um Android, o que você vai ter que fazer? Na hora que você instala lá o programa e...

Ele pergunta assim, liberar o microfone, você tem que autorizar para falar sim. Sim, liberar. Isso. Se você não conseguir fazer, porque você já instalou, já fez tudo, aí no comando ali vai ter três pontinhos, configurações, aí você vai em áudio.

Aí você vai, ali, vai estar o teu microfone pra você liberar o teu microfone. Provavelmente se é do celular, vai estar lá. Microfone do celular mesmo. Então, tenta ir nos três pontinhos, configurações, áudio, e lá você escolhe o teu microfone padrão pra você entrar pra falar com a gente aqui. Ribá, quero te ouvir a tua pergunta pro Ale aí.

O Cleiton, eu até fiz um print aqui para o Amaury. Eu mandei para ele já, cara, mandei. Eu mandei, mas ele está falando que está aparecendo, ele aparece o microfone, mas está falando que está sem autorização. Provavelmente é isso que eu falei que não autorizou ali no começo para entrar. Então, é isso. É assim mesmo. Vamos ver. Então é isso aí. Primeiramente, quero dar boa noite para o Ale. Fala, Riba.

Tranquilo, né, Ale? Eu conheço o pai do Alessandro, o seu João, gente muito boa, assim como o Ale também. Mineiro simples, honesto, fala olhando nos seus olhos, já tive a oportunidade de conversar com o pai dele na Serra da Beleza.

o pai dele viu coisas que não é desse mundo, mas eu lembro que o pai dele comentou um negócio que eu fiquei meio chocado sobre um ser que ele viu com a minha mas ele contou detalhes não sei se tinha nas costas, alguma coisa era um negócio, eu falei, meu Deus, se eu vi eu corro muito, só que eu não lembro você lembra desse detalhe ali? Eu lembro, eu lembro, ele fala que é umas costelinhas verdes, né? umas costelinhas nas costas verdes tipo uma cavilha e a cor, cara

Ah, mas cadê? Conta o detalhe aí. Conta aí, conta aí, Alê. Então, essa história é o seguinte. Pô, vira o celular aí pra ficar a tela cheia aí, pô.

O meu? É. Assim? Aí, garoto. Fala aí. É... Certa vez ele tava com a mãe dele virado pra uma região lá que dava pra ver as montanhas e tava a noite bonita, estrelada, sem lua. Sempre acontecia sem lua. Aí, a mais ou menos uns 150 metros da casa dele, tinha um trilho. Aqueles trilhos que você passa e deixa a marca no... no capim.

Aí eles olharam para aquele trilho, eles viram tipo um hominho pequenininho, num passo um pouquinho, nem devagar e nem correndo, um passo mais apressado. Aí ele viu esse hominho correndo, e esse hominho na traseira, ele falou que na traseira desse hominho, tipo nas costelas, na parte de trás, tinha tipo uma luz verde, e esse hominho foi correndo, correndo, correndo e subiu.

Bom, enfim. Só o final que a gente não escutou, que cortou aí o final, Alê. Então, aí ele disse que esse homenzinho que passou andando era tipo uma criança. Só que não existia homenzinho nem criança lá na região. Isso era de noite. Tinha uma luz nas costas, tipo uma luz verde. Olha. Que deu pra ver que era um homenzinho. Caramba, meu. E nunca mais ele viu? Nunca mais ele viu.

Aí no outro dia ele foi lá perguntar ao vizinho se o vizinho tinha passado lá, e ele falou assim que não. Aí ele falou assim, rapaz, passou um trem, vou falar do Mineirês, passou um trem estranho aqui ontem, tipo um homenzinho pequenininho, com a luz verde nas costas, tipo umas costelas, que deu pra ver a costela desse ser, dessa...

Essa criatura, vamos falar assim. Cleiton, eu fico ouvindo o Alessandro falando, o pai dele morava no interior, a área deserta, o João João Aconteceu, uma tabuleira. Um local que na entrada na rua tinha lá um brilho total, não tem luz, não tem nada. Eu até comentei que eu tinha vontade de vir fazer.

E normalmente, cara, esses locais que esses objetos aparecem, que esses seres aparecem, são locais muito isolados, altas matas e tal, são locais deles. Aí eu estou vendo aqui um comentário aqui de uma pessoa aqui, que está lá em cima do Gê Passou, que me perdoa, e eu falo, acho que é Daniel, falou que se ele quiser, ele vai lá gravar os seres dentro da mata.

Aí você fica vendo o general Uchoa, também foi para dentro da mata, os objetos, os filhos só se manifestavam dentro das matas. E quase tudo é em matas. Aí o cara me convidou para fazer uma... Por acaso, eu acho que ele é de Santa Catarina também. E o cara me convidou ano passado para fazer uma palestra em Santa Catarina. Em Santa Catarina, no ano passado, teve uma enchente lá que acabou com a cidade.

Eu estava agendado para fazer uma palestra lá em Santa Catarina, e o cara falou para mim, olha, Riba, lá é um local que é um sítio isolado da cidade, só pessoas escolhidas vão estar nessa palestra, não é qualquer pessoa que entra, e a gente vai ficar três dias lá, não vamos fazer uma preparação.

E lá tem matas nesse círculo, mas vamos pro meio da mata, e no meio dessa mata os seres vão aparecer. Aí eu lembro que eu até que mandei o áudio que o cara virou pra mim e falou assim, ah, tem uma mensagem pra você. Eu falei pra mim, telefone, WhatsApp, tem uma mensagem pra você.

Então, nós entramos em contato com os seres aqui, os seres autorizados com a presença, eles se respeitam, eles mandaram um áudio para você. Eu não sei se eu lembro para você, se você lembra, que aí o cara com a voz grossona falava assim... Ah! Ah! Aí falava assim... Estava cansado? É, sei lá, o troço esquisito, aí o cara falava assim... Seja bem-vendo, velho!

Eu falei, meu Deus, como é que eu vou parar no meio da mata com uma gorra dessa? Aí, cara, deu uma enchente, acabou com a cidade lá, eu sei que eu não pude comparecer no evento. Aí eu mandei até um recado pro cara, ó, cara, eu vou pro local, eu vou pro sítio, eu vou fazer a palestra, mas quando terminar, eu vou lá no evento, vou assistir tudo, mas quando terminar, eu não quero dormir no sítio. Vocês me botam num carro e me levam pro hotel. Não, tá legal o hotel, o seu tá fechado.

Então, cara, as pessoas ficam brincando, mas dentro dessas matas aí, dentro desses sítios, cara, tem entidades ali que atuam ali que não tem nada a ver com ufologia, não. Nem tudo é mundo ufológico, não. As pessoas não podem cair nessa ilusão de ficar achando que tudo ali é ufológico. Eu lembro que quando começou a dar esse problema também de ficar caindo na conexão aqui da internet.

tinha o Rony na parada também, então sei lá se tem a ver ou não, mas hoje parece que está dando umas travadas, está caindo a conexão aqui da internet, coisa que normalmente não acontece, mas vai saber, a qualidade da internet no Brasil não são essas coisas. Bom, mas o senhor Amaury não apareceu mais aí, acho que desistiu, talvez o senhor possa entrar no celular de outra pessoa aí.

se o senhor tiver aí do seu lado, tiver uma possibilidade, ou se o senhor também tiver o Google acessar através do computador, pode acessar o WhatsApp e o web, ou você pode entrar através do navegador mesmo, se você tiver câmera no seu laptop.

Mas é isso aí. Lembrando a todos aí também que quiserem participar aqui com a gente, tem um link fixado aí no topo do chat aí para participar aqui da nossa conversa.

Bom, a Manuela fala assim, minha mãe é maranhense, ela sempre contou que houve invasão de ovnis nos vilarejos, assim como em colares, ela falou até em corpo que apareceu sem órgãos e corpo queimado também, ninguém saia à noite sozinho, tá vendo aí?

O Nicolas Teodoro, eu me lembro que realmente teve uma onda de chupacabras nessa época, eu era criança e via as reportagens na TV. Deve ser algo que não sai da memória. Pois é. Vamos ver se tem mais mensagens aqui.

O senhor Maurício acho que não conseguiu entrar aí, mas a gente segue aqui. Bom, essa questão ainda do desacobertamento, eu queria saber também a tua visão sobre essas questões de morte dos cientistas. Você acha que os caras chegaram num ponto crucial? Lembrando que as mortes não são só de americanos.

também do pessoal lá, se não me engano, dos chineses. Não sei se tem de uso ou não, mas todas essas pessoas, de certa forma, elas estavam ligadas à tecnologia, antigravidade, ou são pesquisadores sobre o fenômeno ufológico. Qual é a tua visão sobre isso que está acontecendo no momento? Então, para mim, são duas possibilidades.

Ou foram queima de arquivo porque sabiam demais, ou estava prestes a divulgar, contou para parentes e familiares, ou se não, o que eles descobriram mudaram a mente deles de tal maneira que eles não aguentaram se suicidaram. Mas para mim a primeira hipótese é a mais certa. Sabiam demais.

lá na China acontece isso né Pois é pois é a o estranho é que existe uma porcentagem tipo acidente de carro é suicídio ali com arma de fogo teve casos de pessoas desaparecerem apenas né

então assim nada é feito como se fosse um homicídio né parece um suicídio né mas a gente é que na quarta-feira com o Jorge a gente colocou um vídeo aqui que aquele Daniel Daniel e não é que chama aquele aquele rapaz é Daniel do que mesmo é

sempre vai nos podcasts aí, o Dioclinhos lá. Ah, eu sei. Mastral? Não, não, o Mastral morreu, pô. Acho que esse aí morreu. É o... É o Mastral sucessidor. É, esse aí morreu também, né, cara? Daniel Lopes, exatamente. É o pessoal que colocou aqui. Obrigado, Manuela. O Daniel, ele fala de uma arma, ele cita uma arma que essa arma ela funciona tipo...

Já existe uma tecnologia que através das vibrações o cara mira para aquela pessoa que ele quer e faz com que a pessoa... Não sei se a palavra é anacrônica, se eu não me engano, é isso que ele falou? Não sei, mas eu sei que essa arma faz com que vozes... Não, não, não, não, eu falei errado.

vozes ficam na sua cabeça falando alguma coisa e talvez façam com que você possa fazer algum tipo de malefício aí para tua própria vida né a gente sabe que existem armamentos de ondas sonoras para

espalhar multidão né você tem lá uma multidão no meio da rua lá protestando o cara vai lá com aquela arma ali ele ou a onda sonora faz com que você saia né que é muito forte ali você tem que sair então já existe armas provavelmente com é

com uma tecnologia pra que você possa falar no teu ouvido ali, falar como se estivesse, não no teu ouvido, mas dentro da sua cabeça, né? Falando ali o que eles querem, a mensagem que eles querem. Eu não duvido nada, cara, que isso aí seja possível ou não. Tipo um sinal direcionado, né? Sinal direcionado, exatamente. Só pra você. É, tipo... O que vai espalhar a multidão é um... É de roupa. São ânicas de energia, Clayton. Como é que é aí? Isso.

Armas sônicas de energia. Aí, cara. Não tinha o zumbido lá de Cuba? O zumbido de Cuba, um negócio assim? Não sei, fala aí. É o zumbido de Cuba que usa. Sabe o que é, ou para falar? Síndrome de Havana. Síndrome de Havana. Sim, sim. Onde pessoas do governo americano sofreram danos fisiológicos.

conta dessa suposta arma, né, quer dizer, é uma arma direcionada, né, quer dizer, foi direcionada para aquele local, mas só algumas pessoas foram atingidas, outras não, né, e como isso acontece fica no ar, né, porque ninguém provou ainda a existência dessa arma, inclusive dessas cientistas que que eu tive

que morreram aí, a Amy Skidridge, ela era cientista e estava estudando a questão da propulsão antigravidade, energia de antigravidade, que tem tudo a ver com, possivelmente, a maneira de deslocamento dos supostos óvnis.

através de antigravidade, aquelas curvas a 90 graus que eles fazem, mudanças bruscas de direção em altíssima velocidade, dentro da nossa física seria impossível, por conta das forças ali que estariam atuando. Então, um método de propulsão antigravidade possivelmente permitiria esse tipo de manobra, e ela estava estudando exatamente isso.

E o estranho, né, saiu um vídeo recente onde ela comenta, acho que com amigas ou com amigos através do WhatsApp, acredito que foi isso, não tenho certeza, tá, pessoal? Ouvi um vídeo esse dia sobre isso, onde ela cita dentro da própria casa...

queimaduras nas mãos, no pescoço, como se ela tivesse sido exposta a um calor muito intenso. E ela não fez nada disso, não aconteceu nada com ela, ela estava em casa, fazendo as rotinas dela lá. E aí ela apareceu, ela mostra a filmagem, as mãos vermelhas e pescoço também foi atingido. Então também já se projetou, no caso dela, ela ter sido alvo de alguma arma de energia.

causando esse tipo de queimadura, né? Que é muito estranha, né? Sim. Agora, vamos parar assim também pra pensar, pra gente colocar... A Mauri, teu microfone tá funcionando? Continua desligado. Vai nos três pontinhos, que nem eu te falei. Três pontinhos. Áudio. Não tem liberação de microfone? Três pontinhos. Configuração. Áudio. Microfone.

Vê se lá você consegue liberar aí a tua áudio aí. Bom, eu ia falar da questão de, por exemplo, quando...

Sei lá, tem algumas filmagens que eu... Tem muitos fakes, mas tem algumas que você fala assim, porra, cara. Essa imagem aqui é interessante. Tem uma que... Uma nave que ela meio que ricocheteia no chão, assim, uma laranjada, assim. Isso. E na segunda ou terceira ricocheteada... Incandescente, né? Ela dá uma... Ela vai pedaço, passa tudo quanto é lado. Aí eu te pergunto, eu falo assim, porra, cara. Que tecnologia os caras...

seja humana ou engenharia reversa, ou alguma coisa nesse sentido que eles fizeram para conseguir derrubar uma nave dessa. Talvez um armamento desse aí, com ondas sonoras, alguma coisa, eles fizeram para... As armas você só vai descobrir no último momento.

os caras vão falar para você, a gente tem a arma tal para utilizar, senão você faz a defesa contra aquela arma, né? Ou tenta pelo menos fazer a defesa, mas acredito eu que existam muitos armamentos que são utilizados

através de engenharia foram produzidos, melhor dizendo através de engenharia reversa desses OVNIs aí caídos não sei se pra vocês vocês tem isso aí como verdade também ou não algumas pessoas falam que alguns OVNIs meio que foram deixados pra nós

Meio que dados, né? Ah, não tem aquelas histórias que os caras construíram prédio em cima de óvnis gigantescos? Não sei onde é. Gigantesco que caíram porque os caras não conseguiam remover o óvni e aí construíram um negócio em cima lá, um galpão, alguma coisa pra fazer. Houve uma especulação que seria a Coreia do Sul, mas nada comprovado, né? Segundo... Segundo...

informações aí que rodaram na internet, são naves que eram muito grandes, não havia como removê-las, né, e simplesmente foi construído ali um prédio, instalações para acobertar aquele objeto, né. E teria sido num local, numa parte alta, né, ou montanha, ou morro, ou elevação, né.

teria sido o Coreia do Sul, mas também já se falou em América do Sul. Então, obviamente que é um momento de especulação, porque você não tem a notícia correta, você só tem ali a informação e os boatos, e começa a rodar na internet, você não sabe o que é verdade e o que não é. Fala ali. Desinformação, né?

falam várias coisas, aí começa aquele embolar as informações e ninguém descobre onde é. Pois é. Bom, vamos abrir aqui para mais uma pessoa para estar aqui com a gente. Vamos ver. Opa, boa noite.

Boa noite, boa noite a todos. Aqui quem fala é o Douglas Alexandre. Fala, Douglas. Como é que você está, cara? Um abraço, um prazer participar aqui com cada um de vocês que são ícones para mim. Ô, meu caramba. Amo da ufologia, pesquisa em geral e da voz ao povo, né, cara? Isso é um fator essencialmente excessivo na história da humanidade, né? Você é de onde, Douglas?

Eu falo da cidade de Carangola, Minas Gerais. Carangola. Você sabe que a gente já esteve em Carangola, né? Sim, você, o Riba, a galera toda estiveram aqui em Alto Caparaó, acompanhei a história bem de próximo, né? Os relatos aqui via o Brasil e o UFO, né? É bem interessante, cara. E tem casos bem interessantes aqui nessa região nossa aqui.

fala Riba seja bem vindo Douglas uma honra ter você aqui conosco você sempre nos está com muito respeito com muito carinho, nós estivemos na tua cidade, almoçamos ao lado de um curso de gasolina uma pena que nós não te conhecíamos senão você seria o nosso convidado também para almoçar conosco, uma cidade muito legal, espero que a gente tenha a oportunidade de voltar mais de vez obrigado Riba, o prazer é todo meu e com certeza, não precisará de bom

Restaurante que não fosse não, minha casa está de portas abertas. Minha da mineira que não falta. É isso aí. Fala Douglas, boa noite. É, meu, dois mineiros aqui, hein, cara. É, dois mineiros. Os mineiros, Minas Gerais tomando conta da ufologia, pô. Cara, eu vou te falar, meu, se eu vivesse em Minas Gerais, cara, acho que eu seria um pouquinho mais gordinho, viu?

Demais, né? Verdade, verdade. Vamos pra Minas. Não tem erro, né? Talvez esse seja um dos motivos. Desculpa, Cleit. Claro, com vontade.

supostos, né, E.T. vai estar gostar tanto de Minas Gerais, né? Pois é. Pão de queijo. Você conhece alguns casos aí de Carangola, Douglas, que você poderia contar pra gente, assim, brevemente? Sim, Cleito, com a permissão de todos, é claro, totalmente respeito, né? E acompanhando o raciocínio do que o Alessandro contou, eu tenho um caso muito parecido também que aconteceu com o meu tio,

Um dos irmãos do meu pai é o filho mais velho do meu avô, infelizmente já falecido, meu pai, né? E esse tio meu ainda é vivo, né? Ele conta que quando ele era mais novo, né? Ele morava ali entre justamente a cidade de Carangola aqui, que sentia do divino para subir para Alto Caparaua. E ele andava a pé ali nas BRs, que hoje em dia não era como hoje em dia. A gente era de chão batido, né? Poeira.

E a galera costuma até hoje, um dia o famoso risca-faca, curtir um porró, né? No final de semana, quem trabalha na roça, né? E ele ia a pé, só que ele gostava de manguaçar um pouquinho, né? E nesse dia, por carregos d'água, né? Ele não bebeu e decidiu voltar mais cedo pra casa. Eu tinha até cantado, se eu não me engano, isso aqui, relatado rapidamente, só que subscrito, né? Já que eu vou imaginar essa bolagem.

ao chat, ele tinha, quando ele estava chegando próximo ao sítio que pertenceu ao meu avô, a divisa do arame farpado, ele viu no meio da estrada, isso até assim, é como o Ribas, bem dignamente, né? A ufologia tem vários aspectos, né? Que engloba tanto a parte mística, a parte espiritual, e a parte daqueles que...

vão apontar tanto para a física quântica, física prática, física teórica e as ciências humanas. E ele viu um ser que seria supostamente uma vaca bípede, ou seja, ela estava ereta em duas partes. Estava de pé. De pé. E na frente dela, como se estivesse na fogueira, mas deu para entender que seria como se fosse a tal de mãe do ouro.

E que quando ele viu essa vaca perto daquela luz, ele ficou assustado, ele saiu correndo, seve nas canelas, e quando aquele animal suposto ser, se é que fosse uma vaca mesmo, viu ele, e aquele animal estourou o arame farrapado no peito e saiu correndo para dentro do mato, do pasto e sumiu. Caramba, meu. Interessante. Que ano que foi isso aí, Douglas? Que dupo.

Olha, é assim, mais ou menos exatamente a década que o Alessandro citou, por volta de 75, mais ou menos. Entendi. Essa é a década que eu acho que teve mais avistamento no Brasil. A década de 70.

Eu acho. Muito relato. Escuto muito relato. Fala, Marcelão, por favor. Douglas, quando ele se refere a uma vaca lípida, ele conseguiu identificar as características do bovino, da vaca, naquele ser. Ele acha que era uma vaca ou ele viu um ser no formato de vaca mesmo?

Ah, sim, Marcelo. Até o jeito que ele conta até hoje, ele diz que lembra uma vaca, mas ele não viu um, ou seja, as pretas, nem nada. Ele viu um animal que se assemelhava uma vaca por ser igual uma girolanda, que ela é branca com manchas pretas, porém bípede, sem tíferos, e como se estivesse em pé, como nós, seres humanos, andando. E...

olhando para aquela suposta fogo, que ele falou que era um fogo, mas dá para entender que seria uma supostamente a mãe do ouro. E quando um bateu o olho no outro, houve aquela, como se fosse uma distorção atemporal do tempo, um reconheceu diferentes características um do outro, convergindo numa mesma situação em um só lugar. E isso aí faz a gente, digamos assim,

viajar um pouquinho, né? A gente tem tantos casos de mutilação de gado, e animais que somem dos pastos, sem nenhum tipo de rastro, sem nenhum tipo de identificação de predadores. Simplesmente o animal sumia, além dos de mutilação. Será que era algo híbrido, criado por supostos seres?

A gente acaba que viaja nessas histórias também um pouquinho, nessas possibilidades. Verdade, Marcelo. E você levantou um ponto que eu não tinha nem parado para pensar.

Talvez poderia ser até normalmente uma vaca normal. E essa... Uma sonda fazendo alguma coisa com ela. Uma luz estaria abduzindo ela no momento, ou seja, tentando fazer alguma coisa. E quando essa luz destruiu, disparou, a vaca também voltou ao normal. Voltou ao normal disparando. E rebentando o arame farpado no peito. Isso eu não tinha parado para fazer essa análise clínica. Isso que eu pensei agora. Entendeu?

Mas faz sentido, né? E eu não sei se vocês já ouviram, ou viram, melhor dizendo, uma série que eu até terminei de ver hoje. Claro que tem muitas coisas fictícias, né? Chamada O Homem do Castelo Alto. Eu indico a todos, para quem nunca viu, está até na Netflix essa série. Ela envolve multiversos, tá?

É uma coisa bem interessante, eu só não vou falar muito para dar muito spoiler. É, a produção o que é? Ela é uma produção científica. Não, a produção, eu digo o país, o que é? Ah, agora, se eu não me engano, é uma produção da Netflix mesmo, tá?

É como se fosse se a Hitler tivesse ganhado, não é isso? É filme americano, é filme coreano, é filme o quê? É alemão, é alemão. É alemão, é como se na história da série, o Japão... O nazismo tivesse ganhado. ...divessem vencido a Segunda Guerra Mundial e tivessem dominado o mundo e dividido entre a Alemanha, nazista... E Japão. E, no caso, o Japão. Entendi.

É uma coisa bem interessante, cara. É, a produção é americana, tá? É, americana. Produção americana. Mas é uma... Pra quem gosta de um negócio bem elaborado, assim, que mexe com a tua mente as possibilidades, é uma coisa bem interessante. Sim. Você quer falar, Ribá?

Não, não, não, estou ouvindo. Essa questão que a gente falou no início do programa, não sei se você acompanhou, sobre essa questão de arquivos nunca vistos, essa possível liberação através do governo americano, governo que eu digo não só do executivo, do presidente da república, mas também dos parlamentares lá, dos deputados.

onde eles falam de arquivos nunca vistos e também informações perturbadoras. O que você tira disso aí, Douglas? Olha, Cleitão, eu creio que isso daí, cara, é já comprovado para quem acredita assim como eu, o Riba, você, Marcelo, Alessandro, para isso daí já está mais provado do que provado, para a gente não precisa de papel e nem divulgação.

a fala de um presidente que está supostamente a comando e a frente de uma nação, a maior nação do mundo, que eles se autodeclaram, né? Mas, porém, isso daí vai ser liberado a conta gotas, ao ver o prazer deles, e não vai ser nem a ponta do iceberg, né? Então a gente pode esperar, sim, como foi falado aqui, né?

que até o Alessandro citou, que antigamente, os relatos é que se mantinham. A bacia de lavar pé, a operação prática, eram dois platos de bocado, eram as máquinas que o povo fala no Nordeste. Aparelho. Aparelho, a mãe do ouro. Mas tudo isso, se você fazer uma costura de retalhos,

tudo converge e não diverge no sentido de opinião. Mas é verídico, tanto é que eu até gostaria de citar algo que eu lembrei aqui agora. Primeiro, o filme de Spielberg, no final dos anos 70, se não me engano, para 80, que é o contato imediato de terceiro grau. Se vocês nunca viram, também aconselho que vocês veem que lembra muito, tem muito esses quesitos de...

que quando a costa-nave retorna, eles liberam pessoas abduzidas de todas as épocas da humanidade possível. Índios, pessoas da Segunda Guerra Mundial, e nenhum deles é envelhecido em nenhum momento. Então, assim, tem muita coisa interligada, assim, que o ser humano se acha detentor da verdade, porém, às vezes a gente não sabe nem do que é a verdade verdadeira. Verdade, cara, verdade.

Bom, eu agradeço a presença de vocês aqui, cara. Ale, você quer falar ainda? Eu vou liberar o pessoal aqui para outras pessoas entrarem aqui e conversarem com a gente. Você queria falar alguma coisa ainda ou não? Não, não, pode liberar. Só aquela hora que eu pensei que a bola aqui...

parou em frente a essa vaca que o rapaz viu, poderia ser uma sonda fazendo algum mapeamento com essa vaca. E na hora que viu o tio dele, o pai dele, ela disparou e a vaca saiu correndo. Mas é possível, é possível.

Cleiton, rapidinho, só para aproveitar aqui, tanto o Alê como o Douglas, o Alê já participou de live aqui com a gente, mas olha que legal a participação do Douglas, ele está sempre com a gente aqui no chat, e olha como ele enriqueceu o nosso debate, a gente conhecendo aqui.

Como eu falei no início da nossa live, é como se a gente estivesse numa mesa aqui batendo papo sobre ufologia. Olha como é que é diferente, a diferença é muito grande de quando a pessoa que a gente não conhece ao vivo aqui, como você está agora com a gente, escrevendo pelo chat e aqui batendo papo com a gente. Olha o quanto de informação você agregou, como que enriqueceu o nosso bate-papo. E é isso, é a ideia do ufologia na boca do povo, né? Trazer...

trazer o pessoal do chat pra cá pra bater esse papo com a gente, conversando, trazendo a opinião também sobre os temas que estão sendo conversados aqui e trazendo experiências próprias dentro da ufologia. Muito legal, Douglas, parabéns aí pela participação. É isso aí, obrigado aí pela presença de vocês aí e também peço pra que todos que estiverem assistindo coloquem a opinião de vocês aí, se vocês gostaram também, é uma forma que desde quando eu...

Eu criei o canal Brasil Rufo, eu quero dar, sempre quis dar voz para todo mundo. Infelizmente, algumas pessoas a gente não consegue, né? Mas, pelo menos, desde especialistas até a pessoa que estuda o fenômeno ali, não tem o espaço, eu acho que esse espaço seria interessante. E aproveitar que o Rony não pôde estar aqui por um motivo de atraso de voo, né? Então a gente pede desculpa às pessoas que estão entrando.

achando que vão ter entrevista do Rony, peço para que vocês considerem que ele teve esse empecilho aí, mas a gente marca em outra oportunidade a presença dele aqui, e é claro, as notícias lá você pode ver também no canal dele, aqui é um bate-papo para a gente conversar abertamente com ele, mas não faltarão oportunidades, beleza? Ale, obrigado e obrigado Douglas aí pela bolugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugugug

Valeu, forte abraço. Valeu, valeu. Valeu, Douglas. Valeu, valeu. Valeu, gratidão, meu irmão. Valeu. A gente vai liberar aqui também para o... Deixa eu ver se tem alguém na fila aqui esperando. Vamos ver quem está aqui esperando para falar com a gente. Olá, tudo bom? Seja bem-vindo. Qual é o seu nome? Opa!

Tudo certo aí? Tudo bom. Pera aí, deixa eu só ver se tá funcionando certinho. Vocês estão me escutando? Sim, sim. Estamos te escutando aí. Como é que você chama? Ah, que massa. Eu me chamo Vírus, cara. É bom o apelido aí, mas eu gosto de ser chamado assim. Você chama Vírus, tá? E você é da onde? Exato. Cara, eu sou nômade. Tem 10 anos que eu tô na estrada. E aí, mas como é que você tá fazendo a internet aí? Explica pra gente aí.

Cara, eu tô aqui em Furnas, na cidade de Furnas, Minas Gerais, e tem um clube aqui que tem internet livre, eu tô aproveitando pra trabalhar. Mas tá boa a qualidade do sinal aí, cara. Então, eu tô impressionado também. Tá muito boa. Obrigado aí pra você conectar aí. Mas eu sou natural de São Paulo. Você é de São Paulo e você já acompanha o programa, ou é a primeira vez que você tá assistindo o programa? Cara, é a segunda vez que eu tô assistindo.

Sim, e por coincidência, hoje deu essa liberação para as pessoas participarem. Então. E queria saber a tua visão sobre a ufologia antiga e moderna, principalmente a moderna. Qual é a tua visão sobre tudo isso que está acontecendo, não sei, o teu conhecimento? Fala para a gente aí. É muito interessante. Eu fui cético por muito tempo com relação a esse tema.

Eu lembro que quando eu era adolescente eu até fazia piadas com as pessoas que eu tive contato, que tiveram contato com o fenômeno, né? Eu ficava igual, isso vai acabar igual o cara lá que via os discos lá e tal. Mas depois que eu comecei a viajar em contato com as pessoas, eu acabei tendo vários relatos e depois eu mesmo presenciei o fenômeno.

Então foi uma coisa, uma quebra de paradigmas muito grande pra mim. E hoje a minha visão... O que você viu o fenômeno? O que você presenciou? Cara, eu tava alugando uma casa na pandemia, lá em Aracaju, e no meu aniversário eu saí, eu tinha um galo de estimação, eu saí pra acariciar meu galo.

E eu vi uma orbe, cara, de luz mais ou menos desse tamanho, assim, passar, tipo assim, da altura do teto, assim, né? Vocês não estão vendo o teto aqui, mas seria no máximo uns dois metros de altura e de distância, passou por mim e parou no telhado da minha casa.

e ficou assim parado meio, teve essa interação de, sabe quando dois bichos se encontram? Nossa, meu Deus, tem outra coisa ali além de mim, mas foi muito rápido, assim, foi, eu comecei a gritar minha esposa pra ela ver, e aí quando ela chegou já tinha ido embora, só que poucos momentos depois, assim, voltou do mesmo local que tinha vindo, e depois foi em direção ao planeta Vênus, assim.

que é um astro que eu costumo acompanhar, então ele foi nessa direção e sumiu. E aí eu fiquei tipo, cara, que isso? E aí a minha perspectiva com relação ao fenômeno, ela é muito cética, porque eu não consigo afirmar para você que era um disco, que era uma nave, que era tripulado, eu só consigo afirmar que...

Eu vi algo que não funcionava da maneira que os nossos dispositivos aqui teríamos funcionando. Não se manifestava. Uma pergunta, o microfone está dando algum ruído? Não, não, a gente está discutindo bem. Pode continuar.

Então, a minha visão é um pouco incógnita, né? Eu não consigo afirmar as coisas, eu acho que quando a gente começa, e aí já cai na ponta da ufologia mais...

mais clássica, mais antiga, vamos botar assim, que era essa visão extraterrena, né, que veio de outro planeta, um visitante de outro local no nosso universo, o que eu já não consigo mais, assim, botar tanta fé. Eu vejo que é um fenômeno que a gente não sabe o que é, né, e eu acho que é muito importante a gente se ater a isso, a nossa ignorância, assim. E através dessa ignorância vão chegar aí conhecimentos, né.

Acho que esse é o grande estudo, né? A gente, através da nossa ignorância, buscar respostas.

E também eu sinto um pouco cético com as informações que os governos nos passam. Porque se eles omitiram tanto tempo, tá ligado? Por que agora eles iam falar algo que é coerente, algo que é real? Fico meio, pô, confio, vejo os vídeos, as coisas que o Pentágono soltou, é muito interessante, né? Mas que nem o outro irmão falando, é tipo...

eles só estão soltando um pouquinho, de protagotas, assim, né? Porque a real, a gente, não sei se eles sabem, né? A natureza do fenômeno. Sim. Mas é sério. Ô, Vírios, você mencionou que essa, que esse, vamos dizer que esse globo aí que você viu tinha o tamanho de um melão, você diria isso ou não?

Cara, exatamente, o tamanho do melão, boa referência. É, pelo formato que você fez com a mão, me lembrou o formato do melão, né? Sim. E você acredita que você ficou hipnotizado ali? Você lembra a cor dele? Você poderia dar uma descrição sobre como que era esse objeto, além de parecer o formato de um melão?

Cara, eu lembro que ele tinha uma luz branca, mas ao mesmo tempo esverdejada. Sabe quando retrata energia nuclear ou radiação em filmes e séries que é um verde meio pálido? Era essa a cor que eu vi. E ao redor dessa luz eu tive a impressão...

de ver a luz se distorcer, como se tivesse algo invisível mesmo. Só que é meio difícil de escrever, algo que é meio compreensível. Então, tinha como se fosse uma estrutura em volta, mas eu não conseguia ver. Mas eu tinha a impressão que a luz refletia de uma maneira distinta quando eu passava nessa estrutura ao redor da luz. Sim.

e ela passou bem devagar, não fazia som, não tinha barulho, nem estranho mesmo, assim. Até hoje eu não vi nada parecido de tão perto, né? Eu já vi outros objetos voando, voando mais longe, assim, distante.

Sim. A última pergunta para passar para os meninos, a reação, você falou que foi fazer carinho lá no seu animal de estimação, você notou alguma reação diferenciada dos animais perto do objeto? Não, eu não notei nenhum alvoroço dos animais.

é uma coisa bem tranquila mas ela assim depois da segunda vez que passou eu fiquei mais assustado a primeira vez foi uma coisa tipo qual nosso a gente veio eu não tava esperando coisa estranha e tal tem isso mas a segunda vez

Aí eu já estava mais calmo, já estava raciocinando melhor, e aí me veio todos os relatos de outras pessoas que foram abduzidas, de pessoas que tiveram um contato não tão agradável com esse fenômeno, né? E aí eu já fiquei meio receoso, assim, e eu falei, nossa, meu Deus, será que vai me levar agora? Sim, sim, sim. É, Marcelão, quero te ouvir.

Fala, vírus, beleza? Tudo bem? Tranquilão? Boa noite. E aí, irmão? Muito legal você estar aqui compartilhando aí essa experiência aí, um pouquinho do que você sabe sobre ufologia. E legal que você falar que você era um cético, né? E, digamos assim, a sua vida indo pelo mundo afora te mostrou que há muito mais nesse mundo do que a gente imagina, né?

E é muito legal você compartilhar essas vivências que você teve. E assim, quem gosta de ufologia, não sei se hoje a ufologia já te atrai, te interessa, né? Como você buscar essas informações, buscar conhecer um pouco mais como é que funciona isso, né?

e os casos, Brasil e mundo, mas assim, para quem gosta de ufologia, a gente tem essa coisa de, na hora que vai...

tá ali de cara a cara com o fenômeno, se a gente vai sentir medo ou se vai sentir curiosidade, né? Medo a gente, a tendência é a gente correr, né? Como já aconteceu, inclusive, com alguns aqui da live do chat, né? Ou ficar, ficar ali pela curiosidade de querer entender o que é aquilo, como é que aquilo se...

se mostra, como é que aquilo vai se transformar, como é que aquilo vai acabar, como é que aquilo chegou, como é que ele vai embora. Então, assim, aí eu te pergunto, esse primeiro contato teu com o fenômeno, te deixou mais assustado, com mais medo, ou te deixou mais curioso para buscar cada vez mais entendimento sobre o que é aquilo?

Cara, eu te diria que não foi o primeiro contato que eu tive com o fenômeno, acho que foi o contato mais próximo e mais, assim, impressionante, né? Mas eu já tinha visto outras luzes no céu, que também não tem explicação, já vi luzes...

se mexer em sincronizados, assim, movimentos que o avião não faz, até o avião não faz, e eu já tinha essa curiosidade. Eu sinto que, depois que eu vi essa luz, eu comecei a ter uma seriedade maior sobre o assunto.

Porque eu percebi que esse fenômeno é real, óbvio, mas que muitas pessoas que têm contato com esse fenômeno acabam passando pelo estigma da ridicularização.

E o que eu tinha feito quando era adolescente, e como eu levo uma vida muito diferente das pessoas, eu já tenho mais ou menos esse estilo de louco sobre uma pessoa. Então, para mim, é meio irrelevante isso. Só que eu comecei a pensar, imagina uma pessoa comum, que tem uma experiência dessa.

e de repente ela não tem um pouco em saber, sabe? Ela não tem noção familiar para poder contar, ou se tem, pode sentir meio que, não vou falar porque vão dizer que eu sou doido ou algo do tipo. Então depois que eu passei por isso, me trouxe essa sensação de seriedade e sim uma vontade de pesquisa.

de compreender mais sobre o fenômeno e da natureza, né? Eu acho que essa é a principal questão. Da onde vêm esses orbes? O que eles fazem aqui, né? Acho que essa é a grande pergunta. Eu não sei se a gente vai responder tão cedo, né?

E, Vírus, você acha que o modo de você ver o mundo mudou para você? Mudou alguma coisa na sua vida? Ter tido esse contato mais próximo com o fenômeno e, poxa, não estamos sozinhos, tem algo a mais aí nesse mundo do que só o ser humano? Mudou, mudou sim, principalmente nesse ponto que eu falei para você da tese de serem visitantes interplanetários.

Eu acreditava, né, tinha um ceticismo com relação ao fenômeno justamente por isso, porque se a gente estudia física, não existe uma tecnologia até onde a gente conheça que nos permita viajar além da velocidade da luz e que viajar de uma estrela até outra é fisicamente impossível. Então eu tinha esse ponto, mas depois de presenciar o fenômeno eu já falei, cara, acho que isso não é de outro planeta não, acho que tem outra explicação.

até pela forma que se manifesta, sabe? Não funciona com as leis da FUSCA que a gente conhece. Então, eu acho que a gente precisa gerar um método de análise mesmo, para as formar leis. E isso é uma coisa até que eu gostaria de comentar aqui com vocês. Eu estou produzindo um documentário independente, assim, justamente por essa necessidade que eu tenho de trazer essa seriedade para o assunto.

Até por isso eu acompanho aqui o canal de vocês, também gosto muito do trabalho do Rony, porque eu vejo que é uma coisa mais séria, mais científica, mais penultil, assim. E é que eu acho que...

Nós, curiosos, entusiastas nesse assunto, a gente devia criar um protocolo, uma forma de análise desse fenômeno. Um processo, né? É, para quando a gente chegar em campo, a gente for falar com uma pessoa que acabou de visitar um OVNI, não sei, alguma coisa, a gente tem a forma de análise.

sejam científicas, que podem ser produzidas. Claro que a ciência tem essa limitação. Se a gente não consegue reproduzir o fenômeno no laboratório, então não existe, né? Mas a gente sabe que dentro desse fenômeno pode acontecer de opressão do ser X, e nunca mais acontecer, e outra pessoa vê um ser Y. E a gente faz essa associação, mas para a ciência isso é impossível, né?

analisar coisas que não são improdutíveis. Mas eu acho que a gente deveria ter sim um protocolo e tornar mais acadêmico. Eu não gosto muito da academia, mas é importante para a base de dados. Como é que vai chamar esse documentário, o vírus?

Cara, ainda não tem nome. Gostaria que tivesse algo a ver com os fenômenos anômalos, né? Pra trazer um pouco dessa coisa mais científica e atual. Mas ainda não tem um nome definitivo. Sim. Eu viajo de bicicleta com a minha companheira. E a gente saiu de Varginha e vamos até Colares, pedalando, cara. Caramba, cara. Vamos fazer cinco quilômetros de pedal. É. E aí vamos passar na Serra do Mutator, na Chapada dos Guimarães, dos Veadeiros. Tudo local quente, cara.

Isso, só que eu gostaria também de pedir a todos os pesquisadores, depois deixar meu contato, se vocês poderiam plantar os casos mais relevantes. Eu gostaria de entrevistar as pessoas, sabe? Porque é muito difícil as pessoas terem recurso pra sair viajando por aí, entrevistando. Mas como eu já tô na estrada, é meio que eu só preciso desviar um pouco em rota às vezes. Como é que o pessoal faz pra te encontrar?

Esse aí é meu e-mail, o vírus do sol. Pode mandar aí. Não, vírus não tá aparecendo aqui, pessoal. Fala pro pessoal aí. É vírusdosol.com É só por e-mail, o contato, ou você também... Tem no Instagram também. É a rede social aí, como é que o pessoal te acha? Tem no Instagram, é filme cósmico. No Instagram, arroba filme cósmico.

Isso. Aí pode entrar em contato. Eu gostaria de coisas com evidência física. Eu vou falar, eu estou passando agora perto de Uberaba, eu vou passar em Turama lá.

falar com o João Caiana, a família dele, que sofreram abdução aí uns anos atrás, e eu queria coisas mais impactantes, né? Então, impulantes, coisas que a gente consiga materialmente demonstrar, porque também para o público maior, eu sinto que é isso que vai acabar quebrando o estigma, né? Tipo, a gente mostrando coisas reais, por exemplo, tem um caso que eu vi no canal do Rony, ele entrevistando um médico.

e que ele estava atendendo uma paciente do Rio Grande do Sul, que teve um implante, não sei se vocês acompanharam também esse caso. Eu achei extremamente interessante, porque é um médico, sabe, é uma pessoa que para a sociedade tem uma...

as pessoas confiam, tem uma credibilidade. Sim, tem um grau de confiança mais elevado. Isso, eu estava pensando nesses casos, mas não que eu não acredite nos relatos, quero colocar os relatos também, mas quero focar mais nessas coisas que têm evidência física. Mas assim, quando você está no meio da estrada, que nem você explicou, pessoal,

Às vezes você vai pegar a Dona Maria lá, você vai fazer uma entrevista com ela, ela vai ser totalmente sincera e talvez você indo já com o foco, eu só quero casos assim, casos assados, é melhor você ir já direto e depois você faz a seleção de acordo com...

o nível de documentário que você quer soltar agora eu só quero o científico agora eu só quero de tal nível porque você já fica meio que documentado todos esses relatos e coletando o máximo de relatos você não vai passar outra vez na cidade você tem uma oportunidade única mas eu quero ouvir o Riba Menezes se ele tem pergunta para o vírus, por gentileza meu irmão Riba Menezes

Bom, primeiramente, queria agradecer aqui a presença do Viu, seja bem-vindo. Uma honra ter você aqui no nosso canal. Você é artesão ou... Cara, eu trabalhei por muito tempo artesanático, música, poesia, agora eu estou migrando para fotografia, audiovisual. Sim. Outra coisa, se tem algum telefone, se quiser dar logo o seu telefone aí, se quiser te apoiar na estrada, alguma coisa.

Cara, o meu telefone, aqui infelizmente o meu celular, ele não deu. Tem uma semana, eu estou esperando chegar na próxima cidade que eu estou, uma cidade bem pequenininha, não tem como consertar aqui. Mas eu vou passar aqui, vai chegar lá. É BBD11-98478-2009. Se alguém quiser fazer um Pix para te ajudar aí na estrada, você tem Pix também? Sim, tem Pix, sim.

É, por você dar uma estrada. Já aproveita, pô. Claro, é 7998155 Não, peraí, isso aí é CPF? Não, é telefone também. Ah, fala de novo aí. É 79981550957 Repete, repete aí.

79981550957. Beleza. Vai aparecer o nome de quem lá? Vai aparecer o meu nome, Victor. É o meu nome de RG. É, só o pessoal saber que ele não errou, entendeu? Claro, claro. Fala aí, Riba. Quer fazer a pergunta, hein? Fazer aí. Não, pode me lembrar. Tem que lembrar aí.

Não, já falei. Posso dar sequência aqui? Normalmente, o... Eu tenho muito respeito os artesões, os artistas, assim, eles têm espíritos libertários, eles são desapegados com a matéria, eles são muito conectados com a natureza. E normalmente essas pessoas, eles...

viajam muito para o Alto Paraíso, Chapada Diamantinha, Nação Toné das Letras. Eles gostam muito de estar em locais que têm uma energia diferenciada. E essas pessoas, eles acabam vendo coisas, acabam tendo relatos, acabam...

ter essa energia mesmo, ter esse espírito libertário, por ser desfile, eles acabam unindo o último agradável. Então, eu respeito muito pessoas com vírus que estão na estrada aí, por isso que eu fiz questão de você dar o seu cliques aqui, deixar o seu telefone.

No dia que você tiver algum relato, alguma coisa interessante, entra em contato com a gente, que vai ser um prazer. Tá bom? Tem um canal meu que chama-se Na Trilha dos Ovens, se inscreve por lá também. Vou anotar aqui agora. Na Trilha dos Ovens no YouTube. Se acompanha lá. No dia que você tiver alguma coisa interessante, pode mandar para a gente que a gente coloca aqui.

E é uma honra ter você aqui. Muito obrigado, Deus abençoe. Muito obrigado. E eu vou me despedir agora que o espaço que eu estou vai fechar. Eu agradeço muito por ter participado. A oportunidade de conversar com pessoas que estão muito mais tempo nesse estudo do que eu.

E é isso, eu vou continuar incomodando vocês aí no chat, e se vocês abrirem a live e tiver como participar, vou... O que você achou desse novo formato aqui, esse novo bloco aqui do programa, que é o ufologia na boca do povo, o que você achou? Achei genial, cara, estava precisando disso, hein? Valeu! É isso aí, meu, boa sorte na estrada aí!

Esse bloco a gente não tinha te conhecido. É, tá vendo aí, cara? É isso, tá vendo? Uma pena que o Rony não tá aqui. É, então, cara, mas vai ter oportunidade. Ele teve... foi motivo de voo, né, cara? Então, o tempo virou aqui na...

Na parte leste aqui do Brasil, né? Então, vai ter outras oportunidades pra gente se falar. Depois você dá um alô pra gente lá no Instagram. O Rony é o irmão nosso, é o parceiro. Eu prometo que eu vou fazer um print aqui dessa história tua que eu vou mandar pra ele. Nossa, muito obrigado. Vai ser uma honra aí. Valeu. Isso aqui eu peço pra ele colocar no canal dele lá, tá?

Beleza, muito obrigado, boa noite pra vocês. Tudo de bom aí. É isso aí, um abraço, boa sorte pra vocês aí. Vai informando a gente. Boa sorte na sua jornada aí, Vírus. Tudo de bom aí. Valeu, gratidão. Valeu, valeu. Bom, pessoal, você que está aqui nos acompanhando agora... Que horas são agora?

22, 22. 10 e 18, é isso, né? Peço para que você, vou dar última chance aqui para você, para entrar nesse link que está fixado aí no chat do programa aqui que está acontecendo. Então você pode participar aí, contando o seu relato. Entra aí esse novo bloco, nome chamado Ufologia na Boca do Povo. Não era para começar hoje, mas hoje a gente já aproveitou o problema que o Rony teve.

O pessoal que está entrando aí e não está vendo o Rony, a gente pede desculpas, mas era para ele estar aqui hoje, mas por motivos pessoais de voo atrasado, não sei o que, ele não conseguiu estar online com a gente aqui, a gente deixa um abraço aqui para ele, tá bom? Entra aqui para conversar com a gente, para a gente saber de onde você é aí, as histórias que você tem aí.

Bom, Marcelão, o que que temos aí? Essa questão, vamos ler um pouquinho o chat aí do pessoal que tá mandando aí. Deixa eu só ler um superchat antes aqui, ô Marcelão. Pode seguir. Deixa eu ler aqui um... Vou colocar na tela pro pessoal.

Lembrando, pessoal, se puder também mandar super chat pra gente aí, é uma ajuda que você dá aí pro canal aí. O André, ele fala assim, toda semana trampo e lança uma cortina de fumaça. Obrigado pelos dois reais aí, André. Um abraço.

O Bruno Toretto manda, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca AP1316-18 CPF mundial, digamos assim, a tecnologia é controle populacional. Obrigado aí pelos 5 reais aí, Bruno, obrigado aí pela ajuda. Bom, Marcelão, o que você vê no chat aí?

Bom, vou só responder aqui, o João Belima, em 658, ele perguntou aqui se a gente vai falar sobre o oitavo encontro ufológico de São Tomé das Letras, né? Não, já teve, né? É, já teve, foi ontem, né? Encerramento foi ontem, talvez alguma coisa hoje, mas eu acredito que tenha sido ontem, né? E eu tive contato agora, finalzinho, agora iniciozinho da noite, com o Arnaldo Costa, né? Sim. Eu perguntei para ele como é que tinha sido, para dar para falar, né?

as impressões, feedback e ele já me passou aqui algumas fotos, alguns vídeos e falou que foi excelente aí obviamente que não deu tempo a gente já estava no iniciozinho do programa aqui para desenvolver algo mais mas durante a semana eu vou conversar com ele com mais calma e semana que vem conforme for a gente traz aí

um resumo aí de como é que foi o oitavo encontro, o congresso ufológico de São Tomé das Letras, né? Sim. Em 2026. Uma outra coisa também que eu queria também conversar com vocês, eu acabei não conversando com nossos amigos aqui do Brasil, mas em a gente tentar se programar, talvez em junho, novamente Serra da Beleza, mas em...

setembro do dia 4 eu vou confirmar essa data tá pessoal mas eu acredito que é do dia 4 ao dia 7 de setembro o festival lá de luminárias tá e provavelmente eu tô tentando tentar ver se a gente consegue levar turma toda para lá e eu conversei com o João Gilberto que é um dos coordenadores ele e o Maurício Cairus são os coordenadores lá dessa festival lá

talvez a palavra não seja festival, mas eu vou pegar o nome certinho e passo para vocês, porque eu não me preparei para hoje isso aí. Mas, Encontro Ufológico de Luminárias, vai ser bem legal, e acho que um dos painéis vai ser com a gente lá, então seria uma alegria encontrar todos vocês lá para a gente...

conversar pessoalmente, e não pela internet, a internet aí não funciona o microfone, aí não dá certo, a gente conversa pessoalmente, então quem puder ir para lá, para a luminária, a gente receberá com um grande prazer. Riba Menezes, quero te ouvir. Está fechado.

Então, cara, achei bem legal esse formato aí de convidar a galera. Eu já vim falando com o Cleide há muito tempo, Cleide, a gente tem convidados que só participam aí do chat, isso aí, a gente conheceu essa galera, tem muita gente que tem história pra contar. Então achei bem legal. Por acaso apareceu o vírus aqui, né? Olha só, né? Ele veio porque acho que ele segue o canal do Rony, né? Então acho que ele viu aí essa questão do Rony.

Muito legal, muito legal o vírus aí. Bem legal, né? Esses caras acabam vendo muita coisa na estrada, né?

E é isso, cara, em junho eu vou estar em São Tomé das Letras já está agendado aqui pra mim eu vou estar lá e eu quero que vocês estejam lá comigo São Tomé ou Serra da Beleza? Vou estar na Serra em junho e a parada é quando que você falou aí do negócio? De luminárias setembro eu acho que é do dia 4 a 7 de setembro Então a gente vai pra São Tomé é a época, né? Luminárias Bom

Serra da Beleza, primeiro em junho, a gente vai pra lá, vamos marcar, convidar, agendar aí essa vigília lá, porque época de frio na serra, época de ter avistamento, então vamos acertar isso aí, Felipe. Pois é, cara. Vamos subir lá pra trazer material aí pra galera. Marcelão, Ribá, se você também quiser ver alguma coisa aí do chat aí, pra gente também dar uma moral pro pessoal que tá nos acompanhando até agora aí, a gente agradece as pessoas aí, quantas pessoas estão aqui online com a gente?

321. 323 aqui no meu celular. Obrigado aí, pessoal, que está online. Então, vamos lá. Vou responder o Douglas Torres. O Douglas é o que estava aqui com a gente. Isso, correto. Uma pergunta para Riba Meneza. Riba Meneza, essa pintura atrás de sua pessoa representa algo relacionado à ufologia, ao mundo espiritual? Desde já agradeço pela informação.

A gente já falou umas 300 vezes dessa pintura aí. Vou mostrar mais uma vez. Mostra aí, pessoal. Esse quadro aqui é o seguinte, o meu genro, ele é artista plástico. Eu tenho dois genros, um é jogador de futebol, peraí, peraí, deixa eu botar aqui. Aí, aí. Um é artista plástico. Então ele já apresentou trabalho na França, todo ano ele vai pra lá.

E esse quadro ele me deu de presente. O nome dele é Nobru, Berneck. E é isso, é um quadro que ele fez, que ele coloca. Agora ele está com uma nova exposição aí. E é isso, é apenas um quadro. De uma negra muito linda.

É isso, representa a beleza das mulheres negras. É isso aí. O negro é isso, amar. É isso aí. E você, Marcelão, temos aí, vamos ler algumas... Então, é até interessante, né? Eu não conhecia ela, eu não sei se é a primeira vez que ela está no nosso chat, pelo menos eu realmente não me lembro, a Manuela Bardot, praticamente fez uma live paralela com o Marvin aqui pelo chat. É verdade.

A Manuela tem uma experiência bastante legal já de família, né? Com relação ao fenômeno anômalo, muito legal, eu não li todos, tudo que ela escreveu, mas algumas coisas sim.

E muito interessante, Manuela, muito legal aí a sua experiência, né? O Marvin foi desenvolvendo com ela aqui a troca de ideias, né? E foi muito legal também essa participação aí do Marvin e da Manuela pelo chat, né? Manuela é interessante, né? Pra gente poder conversar depois com ela, se aprofundar um pouquinho nessa...

nessa casuística que ela vivenciou aí, tem os nossos contatos aí do Brasil Ufa pra você compartilhar isso com a gente, o WhatsApp, né, então fica o convite aí, Manoela, muito legal. E Marvin também, tá? Marvin, tô vendo que ele tá correndo a raia aí, mas... É, o pessoal podia ter entrado hoje aí, pô, pra conversar com a gente aí, o pessoal fica tudo com vergonha aí, meu, só porque que não lavou a louça, vai aparecer a louça suja aí no fundo aí. Não é?

A gente agradece todo mundo aí, o pessoal que está entrando aqui para prestigiar a gente. A gente manda um abração. E quem não entrou, não vai entrar mais, porque a gente já vai encerrar aqui. Só peço para que vocês coloquem aqui no chat o que vocês acharam, né? Se a gente segue ou não com esse novo formato. Esse formato não vai ser somente aqui no estúdio, vai ser na rua também.

e espero que todo mundo goste e deixe também aí o seu opinião sobre o que vocês acham. Eu particularmente acredito que quanto mais pessoas, quanto mais culturas a gente conseguir, opiniões a gente conseguir falar sobre esse assunto...

é melhor, vai ajudar os pesquisadores que estão diretamente ligados ao fenômeno e vai instigar pessoas que têm histórias, poderiam estar contando para a gente aqui, trazendo para a gente, sejam histórias vividas por elas mesmas, ou por os avós, os tios, sempre tem aquela historinha.

de causos vivenciados. Eu, particularmente, para quem não me conhece, eu tenho causos vividos por mim, que eu já contei centenas de vezes aqui.

o Marcelão também tem, o Riba tem dezenas, centenas de casos, e conforme a gente vai conversando com essas pessoas, a gente vai criando vínculos e ligando pontos. Às vezes o cara, o seu José, que mora lá no Amazonas,

A pessoa que mora lá no Rio Grande do Sul contou uma história que foi idêntica à que ele viveu lá nos anos de 1960, 50. Você fala, não é possível, cara. Foi o que eu vivi, cara. Então a gente consegue conectar pessoas através aqui da audiência do Brasil UFO, do Natrila dos OVNIs.

contando esses relatos, mostrando pro pessoal que não foi só você que viveu. Não se ache doido no meio da galera não, porque tem a galera. É claro que é sempre bom a gente também sempre tentar trazer a bola pro chão, né? A gente ficar também viajando muito, ah, porque o sonho foi... Não, vamos tentar explicar cientificamente primeiramente, né? Não tenho nenhum preconceito, acredito que somente através da ciência...

A ufologia não conseguirá ser explicada. A ciência vai explicar o fenômeno que está acontecendo ali. Mas os motivos, as razões, coisas...

que o fogo no ar, um negócio parecia uma lava encandescenta. Bom, lava não voa, né, cara? Como é que uma lava, um plasma, um negócio parecendo uma nuvem? Então tem algumas explicações que somente com a ciência eu acho que não vai dar para a gente fazer, né? Muito provavelmente os mundos interdimensionais, a gente vai chamá-los agora para a pauta, né? Provavelmente o filme do Spielberg aí.

vai vir muito mais por esse lado do que o lado do... Como é que é? Contatos imediatos, né? Que era um negócio, uma nave mesmo, de ferro, de metal. Eu acho que hoje ele vai para um outro mundo, de diferentes tipos, para falar da ufologia. O que você falou, Marcelão?

Física, né? A nave física, né? Pois é, cara. Sólida. Marcelão, então é o seguinte, deixa suas considerações finais aí pro pessoal e boa noite, obrigado por você estar aqui com a gente essa noite. Legal, foi pesado os contratempos aí com o nosso grande amigo Rony, a gente vai reagendar com ele aí pra ele...

trazer o que já estava previsto, né, para ele compartilhar com a gente, para a gente poder debater. Ainda assim, foi um programa diferente, inovador, né, acho que agradou todo mundo, o pessoal tem falado aí no chat, eu particularmente também achei sensacional.

Por quê? Porque a ufologia é feita de relatos, é feita do encorajamento da testemunha a falar. A gente falou hoje aqui esses problemas de chacota, de gozação que o pessoal faz, tanto na família como nos amigos, e as pessoas que às vezes vivenciam o fenômeno, acabam que se fecham. Então a ideia do Brasil UFO e outros canais de primeira linha foi exatamente dar voz, dar espaço.

para que essas pessoas compartilhem suas experiências e, quem sabe, conectando com outras pessoas que vivenciaram a mesma coisa, né? E dando espaço para a gente debater aqui, poder enriquecer aí o nosso...

a nossa pesquisa, a nossa consciência sobre o fenômeno. Então, acho que foi um programa diferente, inovador, sensacional. Agradecer o Riba, o retorno do Riba ao nosso time da bancada. A gente estava morrendo de saudade dele.

agradecer o pessoal do chat aí que participou bastante, né já vou deixar um, aproveitando aí o link aí da ufologia na boca do povo, casal 20 da ufologia, Flora e João que estão aí também eles não tiveram coragem de entrar aqui hoje não, hein é, isso que eu vou fazer, eu já falei com o Marvin Flora e João, vamos ver aí, vai trabalhando, começa a falar Yep

um espelho aí para ir treinando, mas vamos compartilhar essa vivência que vocês têm aí, as opiniões que vocês têm sobre ufologia. Eles estavam, os dois, estavam viajando, não sei se já retornaram, mas estavam aí semana passada, retrasada, viajando por locais altamente misteriosos, centro-oeste. Foi muito interessante. Então, fico com o convite a todos, não só o João e a Flora.

mas que, não sei como é que o Clayton vai fazer, se todo programa a gente vai ter um, vai abrir um espaço pra fazer isso, né, não sei se o Clayton já tem isso formatado, mas ele é legal, surpresa, surpresa, isso aí, é, que a gente realmente é, abre esse espaço de forma permanente pra que todos possam participar. Por isso que eu peço a pessoal deixar a opinião aí, né, como é que vocês acharam aí, fala assim, ah, pô, cara, achei legal, mas não tive coragem de entrar, porque é,

sabe como é que é, né? Não tinha feito maquiagem, não sei o que, a gente entende, é claro, ninguém tá preparado, né, pra gente fazer uma live, e entrar no conforto aí do celular, aí eu sei que não é fácil, a gente sente, né, eu mando um abraço pro Mauri aqui, que não conseguiu entrar,

o celular dele não aceitava mesmo ele clicando no microfone falava que não tinha autorização nunca vi nunca vi esse processo peço para que o Amaury teste uma videochamada através do Google Meet com algum amigo para ver o que foi a dificuldade para consertar isso aí para que na próxima vez você consiga participar aqui com a gente, senhor Amaury é isso aí Marcelão, obrigado

Legal, agradeço a você, Cleiton. Valeu. Riba Menezes, obrigado por você voltar aqui. Hoje a gente ia conversar com o Rony, não deu certo, mas a gente conversou com um monte de gente, um monte de conversas boas, e que faz a gente cada vez mais ter vontade de ir a campo, pesquisar, fazer vigília e ver se a gente vê o fenômeno. Valeu, Riba. Valeu, obrigado a você, Cleiton. Uma honra estar aqui mais uma vez.

um feliz aniversário mais uma vez pro seu Pinin, João, lá, né? Ah, deixa eu mostrar pra pessoa aqui, ó. Vocês querem ver a foto do meu filho? Onde foi o aniversário do meu filho? Aqui a fotinha do João, aqui, ó. Olha o João aqui, ó. Olha o João! Aí, ó o bichinho aí, ó. Fez um aninho, no dia 29.

de abril, mais um aniversarinho com a família, com os amiguinhos. Fizemos ontem, um aninho, a carinha dele de Sapeca já. E que Deus abençoe meu filhinho, né? Um beijo pra minha esposa, a Tuca, e um beijinho do papai pro João. É isso aí. Valeu, Ribá. Legal, muito legal. Agora, quero agradecer também o nosso querido amigo Marcelo, nosso piloto profissional aí.

o camaradão, estamos sempre juntos, obrigadão, Marcelo, obrigado a todo mundo que participou aí da live e que Deus abençoe todo mundo aí.

Valeu, pessoal. Eu agradeço vocês aí. Se vocês puderem, participem se tornando membros, sejam patrocinadores do canal ou ajudem também através do pix.brasiluf.com Eu agradeço todos que participaram aqui essa noite, no chat, aqui na bancada, e o pessoal aí também que teve coragem de entrar para mostrar que sim, a ufologia está na boca do povo e tomara que continue na boca do povo, que é só assim que a gente vai sair dos âmbitos de pesquisa.

e vamos através do povo ouvir as experiências que se não eles, outras familiares tiveram aí então espero que vocês tenham coragem de entrar aqui na próxima vez e a gente se vê na quarta-feira com o programa Análise da Semana aqui no canal Brasil UFO um abraço e até a próxima valeu, tchau tchau pessoal valeu, abraço, tchau tchau

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