Não mais que de repente, eu reapareço na internet pra falar mal da internet. É o meu jeitinho! E você, cronicamente online, vítima do feed infinito, agredido pelo algoritmo, alvo fácil da publicidade, dona de um cérebro que já tá derretido igual um queijo de pizza, vai entender o que eu tô passando.
Desde já agradeço por ouvir as angústias e lamúrias (às vezes sem sentido) desse pobre trabalhador brasileiro que acabou de entrar para as estatísticas.
Pois pegue sua carteira de trabalho, largue esse celular, passe seu cafezinho e vamos jogar essa conversa fora.