Isaías 6.1a - "Ai meu coração, Parte 1" - Jonas Madureira
Título: Ai meu coração, Parte 1 Texto: Isaías 6.1a Sermão realizado no dia 03.05.2026. Contribua: ibpalavra.com.br/contribua
Jonas Madureira
- O reinado de Uzias: início gloriosoUzias com 16 anos · Reinado de 52 anos · Retidão aos olhos de Deus · Busca a Deus com Zacarias · Prosperidade divina · Vitórias militares · Construções civis e agrícolas · Investimento em armamento · A mão poderosa de Deus
- O reinado de Uzias: fim patéticoElevação do coração · Transgressão contra Deus · Entrada no templo para queimar incenso · Confronto com o sacerdote Azarias · Indignação e revolta · Lepra na testa · Isolamento social · Paul Tripp - Perdido no Meio
- Morte de Giovanna Reis CostaO significado da morte de Uzias · A história de Uzias · Isaías 6.1a
- A natureza corrupta do coração humanoCoração como poder invisível · Desesperadamente corrupto · Como a perdiz que choca ovos que não pôs · Confissão como meio de salvação
- A Autoridade de JesusÚnico que une os ofícios · Sacerdócio de Melquisedeque · Humilhação em vez de elevação · Humilhação da cruz
Diz assim a palavra de Deus, no ano da morte do rei Uzias, oremos. Pai querido, fale ao nosso coração através da tua palavra. Traz luz ao nosso coração, traz luz à nossa mente. Que o teu Espírito Santo ilumine nossos corações.
para que a gente entenda as verdades da Tua Palavra e sejamos por ela transformados. É o que te pedimos, no nome precioso de Jesus. Amém. Talvez você esteja ainda escutando os galopes, não do Igor, mas os galopes da Síria.
E aqueles galopes estejam aí, ressoando, retumbando nos seus ouvidos. Mas eles acabam com a morte de um rei. O rei Osías. Eu sei que a gente tem falado muito sobre confissão. E que a confissão que condena o pecador é justamente o meio pelo qual Deus usa para restaurá-lo.
Hoje nós vamos interromper por causa da morte de um rei. Um rei morreu. E a gente precisa saber por que ele morreu. Não dá para a gente entender o que vem a seguir. Não dá para a gente entender o que aconteceu antes. Sem a gente saber o que aconteceu com este rei. Por certo vamos falar sobre confissão.
Mas agora, à luz do nosso coração, do coração humano, esse poder invisível, imperceptível, que não conseguimos tocar, ver, ouvir, mas que é capaz de estragar tudo o que fazemos de bom em fração de segundos, inclusive em nossa história.
Esse coração que às vezes usa as nossas mãos, às vezes usa a nossa inteligência, às vezes usa a nossa língua e que é desesperadamente corrupto a ponto de elevar-se como o rei de tiro acima de si mesmo.
Não dá para a gente entender o que Isaías quer dizer quando ele diz, no ano da morte do rei Uzias. Sem antes entender o significado da morte deste rei. Não só o significado deste rei, mas a história deste rei.
Por isso, se você quer entender apenas a primeira frase e o sermão de hoje é sobre esta frase, no ano da morte do rei Uzias, a gente precisa ter em mente um texto que não veio antes de Isaías, mas veio depois de Isaías.
Os cronistas de Israel, eles conheciam a Bíblia, liam a Bíblia e liam até materiais de profetas que circulavam no palácio. Por exemplo, não Amós. Amós era um boiadeiro que vivia nos arredores do Monte Carmelo, grama por todos os lados, um ambiente vivo, cheio de vida, cheio de florescimento, verdejante, cheio de lavoura, cheio de vinha, cheio de gado.
Mas havia profetas que andavam justamente no contexto dos reis. Circulavam nos palácios, como por exemplo Isaías.
e que compilou muitos e muitos materiais historiográficos que serviu para que cronistas pudessem inclusive falar sobre os reis. Isaías já tinha estudado, escrito e compilado várias informações sobre os reis, mas dos muitos reis que Israel teve, Israel do Sul sobretudo,
Nenhum deles teve uma compilação mais enfática, mais bem explicitada do que a compilação que Isaías fez sobre Osías e que serviu para o autor do livro de 2 Cronicas contar a história de Osías. E é para lá que nós vamos. 2 Cronicas, capítulo 26. Sem esse texto não conseguimos entender.
O que o capítulo 6 representa, não só para tudo aquilo que a gente viu até agora, mas para tudo aquilo que representa Isaías até o seu último versículo. Vamos, portanto, visitar 2 Cronicas capítulo 26. 2 Cronicas capítulo 26.
É o texto dedicado a contar a história do reinado do rei Uzias. Uma história que este cronista só pôde contar porque Isaías compilou informações sobre a história de Uzias. Esse texto está dividido em duas partes.
A primeira parte vai do versículo 3 ao versículo 15 de 2 Cronicas, capítulo 26. Para quem não achou, fica logo após a primeira Cronicas. Do versículo 3 ao versículo 15, a primeira parte. Eu chamei de um início admirável. Um começo extraordinário. Avassalador.
digno de glória, em contraste com os versículos 16 a 23, que eu chamei de um fim patético. Um início glorioso, um final patético. Resumimos assim a história de Osías. Vamos ver como é este começo e como é este fim? Voltemos então agora aos versículos 3 a 15.
Observe o que a palavra de Deus diz. Uzias tinha 16 anos de idade quando começou a reinar. E reinou 52 anos em Jerusalém. A mãe dele se chamava Jecolias e era de Jerusalém. Ele fez o que era reto aos olhos do Senhor, segundo tudo o que Amazias, seu pai, havia feito.
Propôs-se buscar a Deus nos dias de Zacarias, que era sábio, preste atenção, nas visões de Deus. Enquanto Zias buscou o Senhor, Deus o fez prosperar. Vamos analisar essa primeira parte do início glorioso de Zias. Alguns pontos nos chamam a atenção. Primeiro ponto.
O Zias começou a reinar muito jovenzinho, com quantos anos? 16. Não dá para a gente esperar muita maturidade de alguém com 16 anos, em especial a maturidade de governar e de ter o domínio sobre o reino. Mas ele começou justamente a reinar com 16 anos. E a Bíblia diz que o seu reinado durou 52 anos até a sua morte, o que significa que ele viveu? Os matemáticos?
As calculadoras ambulantes, 68, o Jeff está bom de conta hoje. Rápido no gatilho, Jeff, 68 anos. Então ele começa a reinar com seus 16 anos de idade. E o que a Bíblia diz sobre os Ias? O versículo 4 diz...
que Osías fez o que era reto aos olhos do Senhor. Portanto, ele era um rei justo. Fez o que era reto aos olhos dos homens de Judá. Foi.
Foi aos olhos dos homens de Judá. Ele fez o que era reto diante das pessoas, para que as pessoas soubessem que ele era reto, para que ele era justo. Não. Onde está a retidão de Uzias? Coram deu, como costuma dizer Agostinho. Diante de Deus. Aos olhos dos homens, Uzias poderia parecer qualquer coisa.
Mas é aos olhos de Deus que ele está numa posição de retidão. A Bíblia, portanto, oferece para a gente um testemunho poderoso acerca de Uzias. Uzias é reto diante de Deus, aos olhos de Deus. Se você ainda não entendeu o que essa passagem significa, você precisa lembrar de Jó.
Não é Jó que recebe o testemunho de alguns homens de que ele é reto e íntegro. Você está entendendo isso? De quem Jó recebe a declaração de que ele é reto e justo? De Deus! Talvez aqui a aplicação mais poderosa desse sermão. Os homens jamais poderão fazer o papel que somente Deus pode fazer.
Declarar a retidão dos homens. Perceba que o rei Uzias está numa posição em que a sua retidão é afirmada, não é pelo seu povo, mas é afirmada por Deus. Deus está afirmando, portanto, a retidão.
de Uzias. Temos, portanto, um rei justo, reto aos olhos de Deus. Deus sabe que está lidando com um rei justo e o povo sabe que Deus sabe. Esse é o primeiro ponto. O segundo ponto que a gente sabe sobre Uzias é que ele era um rei sábio.
Esse primeiro momento da vida, da jornada de Uzias é um reinado marcado por um rei sábio.
Um rei que vivia debaixo do conselho de um profeta, que era um profeta como Isaías. Um profeta que circulava na corte. Assim como Isaías circulava na corte, também Zacarias circulava na corte. Observe o versículo 5.
propõe-se a buscar a Deus. Quem se propôs a buscar a Deus? Os dias. Este homem reto, aos olhos de Deus, propõe-se a buscar a Deus nesses dias. Mas veja, ele não se propõe a buscar a Deus solitariamente.
Ele não é um rei solitário. Ele não é um rei privado da pluralidade de conselhos. Ele tem no seu contexto, na sua obra, a presença de um sábio nas visões de Deus. Quem é este sábio? Zacarias. Zacarias, então, está funcionando aqui no texto como aquele que está...
no contexto de Uzias, numa posição de importância, na posição de um conselheiro do rei. E quantos e quantos aqui já não leram histórias da Bíblia de reis com conselheiros. Alguns têm Daniel, outros têm Isaías, outros têm Zacarias.
O vias, portanto, propõe-se buscar a Deus nos vias de Zacarias, que era sábio nas visões de Deus. Então são duas afirmações sobre os vias muito importantes que a gente não pode perder de vista. Um homem reto aos olhos de Deus e um homem sábio que estava seguindo o conselho de um profeta do Senhor.
Mas a informação que o cronista deseja imprimir aos seus leitores vem a seguir. Não há no cronista um movimento de elogio aos Ias por conta disso. Perceba o que o texto está dizendo. Os Ias buscou o Senhor. Deus o fez.
prosperar. Uzias era reto aos olhos do Senhor, Uzias buscou a Deus mediante conselhos, uma vida de conselhos com Zacarias. E enquanto Zacarias, enquanto Uzias buscava o Senhor na multidão de conselhos de Zacarias, o que acontecia com Uzias? Deus o fazia experimentar uma grande prosperidade.
Então, por conta disso, Deus o fez prosperar. Quando a gente chega aqui nesse texto, a gente precisa descobrir que o cronista não apenas acessou o material que Isaías tem e que Isaías produziu e que a gente não tem acesso porque ninguém encontrou esse material. Está certo? A gente sabe porque está escrito na Bíblia que existe esse material, mas não sabe de onde veio esse material, onde ele está.
Mas ele usa esse material para saber as histórias sobre os íes. Mas, ao mesmo tempo, esse texto revela que o cronista tem na sua mente uma leitura profunda de Deuteronômio. Todos eles, quando pensam nos reis, pensam sempre em Deuteronômio. Existe um texto muito importante que nós estamos lendo em Isaías desde a primeira temporada.
que é o texto de Deuteronômio, capítulo 17. E eu quero lembrá-los desse texto. Guarda aí, deixa o seu dedinho marcado aí em 2 Cronicas 26, senão você vai ter que achar a 1 Cronicas para depois achar a 2 Cronicas. Então, vai para Deuteronômio para depois voltar para a 2 Cronicas. Deuteronômio, capítulo 17. Deus está fazendo as recomendações sobre o procedimento da eleição dos reis. Está certo?
E aí lá pelas tantas, Deus está orientando acerca do livro da lei, de que o rei não deveria abandonar a palavra, de que o rei deveria ouvir o conselho da sagrada palavra de Deus, que naquele contexto é a Torá, é a lei de Deus.
Observe o versículo 19. O rei terá esse livro consigo e nele lerá todos os dias da sua vida para que aprenda a temer o Senhor, seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei e estes estatutos para os cumprir. Então o que significa lá naquele texto de crônicas que nós acabamos de ler? Buscar o Senhor, procurar o Senhor.
Ler a palavra, ler a lei de Deus, conhecer a lei de Deus. E o que nós sabemos do testemunho do cronista? Que o Zias estava fazendo exatamente isto. Observe agora o versículo 20. Ele fará isso por qual motivo? Para prosperar? Vai ler a Bíblia para ficar mais rico? Não é uma sessão de teologia da prosperidade, meus irmãos.
Ele vai ler a lei de Deus, vai estudar a palavra de Deus e vai meditar na palavra de Deus todos os dias. E ele fará isso para que o seu coração não se eleve. Para que o seu coração não se exalte. Segunda aplicação. É impressionante.
como a palavra de Deus exorta os homens com relação à elevação do coração. Isso vale para um Jó, isso vale para um rei.
Ele fará isso para que o seu coração não se eleve sobre os seus irmãos e não se desvida o mandamento nem para a direita nem para a esquerda. Assim prolongará os dias no seu reino ele e os filhos dele no meio de Israel. A prosperidade é um segundo fator, é secundário. A busca de Deus é necessária para que o rei não tenha o seu coração elevado.
Voltemos agora para a segunda crônica. Sabemos que Uzias, portanto, buscou ao Senhor nesses termos. Para que você não ache que Uzias foi fazer uma campanha para poder prosperar.
O Zias não foi fazer um movimento do tipo, o que preciso fazer para ser mais rico, para ser mais próspero, para eu poder ser um rei bem sucedido. Não. O que Zacarias aconselhou o Zias a fazer era buscar a Deus. E buscar a Deus, no caso do rei especialmente, no caso de toda a nação de Judá, não é outra coisa senão meditar na lei de Deus.
Qual é o resultado desse processo? O povo de Deus prospera. Osias prosperam. E como Deus prospera osias? Daqui pra frente a gente vai ver como Deus vai fazê-lo prosperar. Observe como a prosperidade acontece em osias.
Mas já adianto, se você acha que se você começar a ler a Bíblia, você vai conquistar, vai determinar, as coisas vão acontecer, você só trocou a confissão positiva do nome de Jesus para a leitura, você está dizendo, eu vou ler a Bíblia para ganhar mais dinheiro, eu vou fazer uma campanha da prosperidade para ser mais próspero, e não.
A palavra de Deus não está dizendo isso. A palavra de Deus está nos ensinando que devemos meditar na palavra de Deus, não por causa da prosperidade, mas por causa do nosso coração. Olha o que Deus faz com os dias.
Versículos 6 a 7, ele foi, guerreou contra os filisteus, destruiu as muralhas de Gat, de Jabné e de Asdode. Construiu cidades no território de Asdode e entre os filisteus. Deus o ajudou contra filisteus, árabes que moravam em Gurbaal e contra Meunitas. Então veja o que está acontecendo aqui do versículo 6 ao 9. Guerras.
Nestas guerras, o que Deus está dando aos Ias? Vitória! Ele está vencendo os seus inimigos. Ele está vencendo todos aqueles que estão no meio do seu caminho. Está conquistando os territórios. Está avançando. E avançando cada vez mais.
Nas guerras, ele tem tanto êxito, tanto êxito, que o cronista chega a fazer uma nota que aparece no versículo 8, mostrando que no resultado destas guerras, até os amonitas passaram a pagar tributo aos dias que chegou a ser tão poderoso. Veja a ironia, que a sua fama se espalhou até chegar...
bem ali na região da entrada do Egito. Só essas batalhas que ele enfrenta, essas conquistas que ele realiza, é suficiente para que ele não só avance, mas para que ele tenha prosperidade, receba tributos, para que o outro não seja... Ele já viu que os amonitas viram, os firiteiros caíram, os árabes caíram, os mionitas caíram. Toma um tributo aí, reizinho.
Entendeu o que está acontecendo? Então ele está sendo temido. Sua fama está se espalhando por toda a Galiléia. Quer dizer, por toda a região até chegar no Egito. Sua fama se espalha.
Todos os cantos, a fama de Osías está chegando. Este rei buscou ao Senhor. Este rei meditou na palavra do Senhor. Este rei aos olhos de Deus era reto e justo. Este rei buscou o conselho na sabedoria dos profetas.
Este rei está prosperando, está avançando. E porque ele busca o Senhor, é submisso ao Senhor. Este rei prospere e a sua fama se espalha. Segundo, versículos 9 a 10, vamos passar da guerra para a construção civil. Olha como ele faz as coisas prosperarem entre os homens de Judá.
Versículos 9 a 10. Uzias construiu torres em Jerusalém, junto ao portão da esquina, junto ao portão do vale e junto ao portão do ângulo. E as fortificou. Também construiu torres no deserto e cavou muitas cisternas.
Veja, ele está fazendo um trabalho de reconstrução, de construção, de fortificação. Imagine como está Jerusalém aos olhos de todo o trabalho que o Zias está fazendo. Torres sendo construídas por todos os lados. A cidade de Jerusalém está sendo fortificada. Novamente Jerusalém será fortalecida como nos dias de Salomão. Este era o império.
Pacto das obras de Uzias para Jerusalém. Desde Salomão. O povo não tinha visto algo tão glorioso. Quando o reino foi dividido, o povo sofreu dos dois lados. Alguém tem razão quando disse que reino dividido, pedra sobre pedra, não subsiste.
Mas agora, os homens de Judá estão com o rei temente a Deus, reto aos olhos de Deus, e que tem feito a nação avançar, prosperar. Mas, não só isso.
Este rei traz ao contexto dos homens de Judá um poderio agrário poderoso, que vai dar resultados econômicos para a nação impressionantes. Não só vencem guerras, não só a estrutura da cidade está sendo melhorada, as pessoas estão olhando e dizendo assim, olha o governo aqui funciona, a gente não sabe muito bem o que é isso, então a gente não tem como ter essa alegria que os homens de Jerusalém tinham.
Eles estão vendo tudo asfaltado, os impostos estão sendo pagos e as coisas estão funcionando. Está tudo indo muito bem. Está prosperando. O povo está enriquecendo e o rei está avançando. Versículo 10, parte B.
Ele constrói também cisternas porque tinha muito gado. É aí onde vive Amós, viu? Então só um spoiler para a série de Amós. É aqui que vive Amós. Amós não é o profeta do palácio. Amós é o profeta do Monte Carmelo. É o profeta que vive naquele contexto verdejante da lavoura, das vinhas.
Então ele constrói cisternas para que o gado possa ser bem cuidado. Vem desde Cefalá como nas campinas. Tinha lavradores, vinhateiros nos montes e nos campos férteis porque era amigo da agricultura. Investia na agricultura, investia nas lavouras, investia nas vinhas. Então quando você faz esse tipo de investimento, o que acontece com o povo?
prospera, imagina as vinhas todas prosperando, imagina a festa, aliás, vocês já viram festa, né? O povo em festa, em celebração, as vinhas estão prósperas, o vinho é a principal resposta, o principal sinal da prosperidade. Não apenas isso,
E talvez esse seja o ponto mais importante. Não só ele venceu batalhas, venceu guerras, não só construiu fortificações, fortaleceu as estruturas de Jerusalém, não só melhorou a economia agrária, não só melhorou a agricultura, construindo também espaços para que os animais pudessem pastar e ter saúde.
como ele também investiu no armamento bélico e em tecnologia. Observe o versículo 11 a 15. Osias tinha um exército de homens preparados para a guerra. Eles não tinham homens bêbados. Não havia homens que tinham enchido a cara com vinho e já não sabiam mais discernir entre o bem e o mal o que é verdadeiro e falso.
Seus homens estavam preparados. Seus homens estavam sempre alertas, vigilantes.
Eles estavam preparados para a guerra, que saíam para a batalha em tropas. Segundo a lista feita pelo escrivão Jeiel e pelo oficial Macias, sob a direção de Ananias, um dos oficiais do rei, o número total dos chefes das famílias homens valentes era de 2.600.
Debaixo das suas ordens havia um exército guerreiro de 307.500 homens que faziam a guerra com grande poder para ajudar o rei contra os seus inimigos. Era um exército forte, vigilante, bem preparado. Sua pergunta, especialmente se você prestou atenção no sermão passado, é como eles se tornaram o que se tornaram?
como um povo forte, preparado, se torna tão frágil, despreparado e inconsequente. Observe, não somente isso, versículo 14, Osías preparou para todo o exército escudos, lanças, capacetes, couraças e arcos e até fundas para tirar pedras.
Eles estavam completamente preparados para enfrentar a Síria. A Síria com todo o seu poder, a Síria com toda a sua tecnologia, jamais conseguiria tomar Judá nesses termos. E não tomou. Judá não cai nas mãos da Síria. Judá cai nas mãos da Babilônia.
A Síria vai devastar Israel do Norte. A Síria vai consumir Israel do Norte. A Síria vai dizimar Israel do Norte. Mas os homens de Judá, eles ainda vão resistir. Resquícios.
de todo este preparo, de todos os instrumentos, de todas as construções que o Zias havia feito. Em Jerusalém, ele fabricou máquinas inventadas por homens espíritos, que foram colocadas nas torres e nos cantos das muralhas para atirarem flechas e grandes pedras. Tinha defesa, estavam bem defendidos, estavam bem protegidos. Ele está no auge da sua realeza.
E está tudo bem, está tudo certo, está tudo em ordem. Mas o cronista faz questão de enfatizar. A fama de Osías se espalhou até muito longe. Porque ele era um homem inteligente. Porque ele era um homem estrategista. Porque ele tinha muitas capacidades, porque ele era eloquente.
Porque ele era estudado. Porque ele fez seminário. Por que ele fez tudo o que ele fez? A Bíblia diz com uma só palavra. Porque ele foi maravilhosamente ajudado até se tornar muito poderoso. Essa história não é sobre como um homem incrível faz algo extraordinário.
como um garoto de 16 anos, que busca a Deus, pode ser ajudado por Deus e ser tornado, pela graça de Deus, um rei grandioso, tudo por causa da mão poderosa e graciosa de Deus. Não depende da mão dele, não depende do dedinho dele, não depende da inteligência dele.
Depende da graça de Deus. E a graça de Deus foi com ele. E ele prosperou. E essa é a primeira parte da história. Se a gente fica aqui, lindo e maravilhoso, não é isso? Vamos para casa, felizes e sorridentes, encontrei uma segunda versão 2.0 da Teologia da Prosperidade. Vou ler a Bíblia todos os dias e a minha conta vai subindo, a minha conta bancária. Bem, errado. Vamos ao fim patético de Osías.
que vai dos versículos 16 a 23. Perceba como o cronista coloca um mais entre a primeira e a segunda parte, versículo 16. Como que ele começa? Mas, esse é o nosso problema, meus irmãos. A graça de Deus faz tudo, a graça de Deus nos abençoa, Deus pode fazer as coisas mais incríveis, abrir portas para a gente, blá, blá, blá, blá, blá, blá. Mas,
Esse mais é a virada de um coração que não deveria se exaltar, mas se exalta.
Observe que o versículo 20 do capítulo 17 de Deuteronômio volta à carga nesta passagem como uma lembrança do cronista das ordens de Deus dada em Deuteronômio capítulo 17. Mas depois que o Zias se tornou poderoso, o coração dele se exaltou para a sua própria ruína. Onde está a nossa ruína, meus irmãos?
não está nas nossas mãos. Não está na nossa inteligência. Não está na nossa língua. Está num poder invisível chamado coração. A Bíblia diz que ele cometeu uma transgressão. Vamos parar um pouquinho aqui.
Você sabe, Isaías morreu com 68 anos de idade, porque ele tinha 16, reinou entre 52 anos. Então, teve 68 anos de vida. É provável que essa segunda parte...
tem acontecido na sua meia-idade. Qual é a meia-idade? Há controvérsias, há controvérsias. Mas os estudiosos, cientistas, historiadores, biólogos, costumam detectar esta meia-idade entre os 40 e 55. Ficou fácil agora? Todo mundo dá para se incluir e também... Escapei dessa, não é isso? Ok. Então, suponhamos...
que o mais provável tem acontecido e que, conforme os eventos e os acontecimentos, foi exatamente nesse período. Não sabemos dizer ao certo se fosse 40 ou 50, mas para quem está perdido no meio, tanto faz 40 quanto 50. E eu não falei perdido no meio à toa. Alguns irmãos aqui, principalmente os homens,
e que conversaram comigo em alguns momentos da vida, sabem muito bem que eu tenho um mantra nesses temas aqui. Que o tema foi um dos livros que eu li que mais me impactaram. Chama-se Perdido no Meio. Um livro escrito pelo Paul Tripp. E eu quero indicar, mais uma vez, fervorosamente e especificamente aos homens desta igreja. Então, meu querido irmão, se a sua esposa, de repente, aparecer amanhã com um presente para você,
e te entregar perdido no meio, agradeça, ela está salvando a sua vida. Livro maravilhoso, Perdido no Meio.
Por quê? Os dias, pelo menos, não pode argumentar aquilo que um coração enganoso poderia argumentar. Eu sou jovem. E na juventude a gente enfia os pés pelas mãos. Sabe como que é? A gente erra e aí ponto. É jovem. Não, não é jovem. Os dias não é um jovenzinho. Os dias não é alguém que está começando agora, que está iniciando agora.
O Zias está no meio de uma jornada. E ao que parece, perdido no meio. O maior problema do ser humano, diz o Paul Tripp, não está fora dele. Você que está perdido no meio.
Não adianta acusar e dizer que a razão de você hoje estar perdido, de não estar encontrando uma razão para dar motivo para viver, para dirigir sua família, para acordar toda segunda-feira para trabalhar. Não adianta pôr a culpa no casamento. Não adianta pôr a culpa nos filhos. Não adianta pôr a culpa no trabalho. Não adianta pôr a culpa no chefe. Não adianta pôr a culpa no STF.
Não adianta por a culpa no Corinthians. Não adianta! Perceba, isso é muito claro, é muito típico.
quando a gente fica perdido no meio, a culpa é sempre do outro. A culpa é sempre da organização. A culpa é sempre do presidente da república. A culpa é do STF. A culpa é do meu chefe. A culpa é dessa desgraçada que fica do outro lado do telefone e quer roubar meu lugar na empresa. A culpa está sempre fora. A causa está sempre fora. A gente vai colocando indignadamente a culpa em tudo que está fora.
O maior problema está dentro, no coração do homem. Depois que se tornou poderoso, o coração de Uzias, que deveria ter permanecido de joelhos, buscando a Deus, como ele aprendeu desde a sua tenra idade, resolveu se elevar.
Mas talvez você esteja se perguntando, Jonas, eu não tenho ideia do que é a elevação do coração. Como que a palavra de Deus pode me explicar o que é a elevação do coração? Esse texto é muito claro na explicitação do que é a elevação do coração. Observe, em primeiro lugar, a transgressão. Porque o problema de Uzias não foi a transgressão. O problema de Uzias foi a elevação do coração. Preste atenção.
ele cometeu uma transgressão contra o Senhor, seu Deus, pois entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar do incenso. Porém, o sacerdote Azarias entrou atrás dele, acompanhado de 80 sacerdotes do Senhor, homens da maior firmeza. Eles enfrentaram o rei Uzias. E lhe disseram,
Não compete a você, Uzias, queimar incenso diante do Senhor, mas aos sacerdotes, filhos de Arão, que são consagrados para esse serviço. Saia do santuário, porque você cometeu uma transgressão e isso não lhe trará honra da parte do Senhor Deus. Ele era rei, ele não era sacerdote.
Temos duas esferas, distintas, separadas, e um homem não pode ocupar estes dois ofícios. Ou um homem é rei, ou este homem é sacerdote. Ele não pode ocupar estes dois ofícios ao mesmo tempo. Ele era rei, Uzias não era sacerdote.
O seu coração se eleva quando ele deseja ser o que ele não foi chamado para ser. Já parou para pensar nisso com carinho e com cuidado? Que às vezes você pode estar em lugares sendo o que você não deveria ser? Já parou para pensar nisso? Foi isso que aconteceu com os dias. Ele foi chamado para ser.
Rei. Ele não foi chamado para ser sacerdote. E a coisa é muito clara. A Bíblia explica isso de uma maneira muito clara. Osias era da tribo de Judá. Ele não era da tribo de Levi. Só pode ser sacerdote quem é da tribo de Levi. Só pode ser rei quem é da tribo de Judá. Isso é algo tão claro.
Que gente estudada, que fez seminário, tem doutorado, estuda teologia, 25 anos dando aula, é pastor de igreja. Entende? E é...
pode achar, lá pelas tantas, que, por exemplo, aquele que é da tribo de Levi poderia também fazer aquilo que só um rei poderia fazer. Vejam só vocês.
É impressionante como o texto nos diz, com clareza. E por isso, por mais pessoas bem preparadas, estudadas, que conhecem as Escrituras, possam dizer para você que alguém que é da tribo de Judá, ele é também da tribo de Levi. Está errado! Porque quem é da tribo de Levi pode ser sacerdote, mas não pode ser rei. Quem é da tribo de Judá pode ser rei, mas não pode ser...
Sacerdote, então não ouça mesmo que alguém te dê uma carterada dizendo para você, eu estudei. Jesus é da tribo de Levi. Não, está errado. Jesus é da tribo de? De? Muito bem, é assim. Então não caia no erro de irmãos, que podem ter a melhor das duas intenções, mas erraram. Está certo, irmãos? Eu amo essa igreja. Engraçado.
Esses dias eu ouvi um pastor estudado fazer isso aqui. Mas, enfim, esse é o nosso problema. Levi e Judá estão separados por dois ofícios incomunicáveis. Mas aconteceu que o rei Osías elevou o coração. E ele quis fazer o que só...
Os sacerdotes podem fazer. Esse foi o problema dele. Ele transgrediu meus irmãos. Ele fez uma tarefa que não era dele. Vamos parar um pouquinho aqui e pensar? Quantas vezes você fez uma tarefa que era do seu marido? Era seu marido que tinha que estar fazendo aquilo ali. Se ocupou o lugar dele.
Veja como é fácil isso acontecer. Era seu papel encorajar a sua esposa e não fazer o trabalho da sua esposa.
Você tinha que encorajar, fortalecer, dar condições, ajudar, fazer com que aquilo pudesse acontecer da melhor maneira, porque você está ali também nesse contexto de comunhão para fazer o lar florescer. E em vez de você deixá-la fazer o papel dela, você avançou e fez o papel que era dela. O seu trabalho, será que a maior parte dos seus problemas do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do membro do
Não é porque você, de repente, acabou fazendo o trabalho que era do seu chefe? Pensa nisso. Pensa nisso. Não é fácil isso acontecer? Claro que é. A pergunta é de onde vem a confusão das esferas de ação? Por que a gente quer fazer o que o outro está fazendo? Por quê?
coração. Mas eu digo assim pra você, isso não seria algo que Deus não poderia consertar. Com a sua graça e misericórdia, tudo isso estava resolvido porque quando um pecador confessa seus pecados, ah, meus irmãos, Deus não resiste à confissão de pecadores.
Deus resiste a corações elevados, mas não resiste a um coração, confesso. Por isso você que está hoje aqui, se você confessa os seus pecados ao Senhor, essa mesa é todinha para você participar. Sim, só Satanás vai perturbar você, dizendo que você não é digno. E você vai dizer, sou digno sim.
Não por mim, pelos meus méritos, mas pelos méritos daquele que morreu em meu lugar, me perdoou e me lavou de todos os pecados.
Ah, se o Zias pudesse praticar o que ele leu nas Escrituras, e no momento da transgressão, e no momento da exortação dos sacerdotes, ele pudesse dizer, pequei, assumi um papel que não era meu, errei, fiz o que não estava certo, eu deveria ter agido como um rei, mas agi como um menino, tendo cabelos brancos, me perdoa Senhor, não.
Não há confissão. Você percebe o que acontece logo na sequência? O motivo é a elevação do coração. Deus está tratando, preste atenção, não está tratando a transgressão em si de Uzias. Deus está tratando a elevação do coração de Uzias. E se a gente não entender isso, a gente não entende Isaías 6. Não entende o livro de Isaías 6 inteiro. Não entende o evangelho de Cristo Jesus. Não entende a obra de Cristo Jesus.
por isso muita calma nessa hora porque aqui está exatamente o ponto crucial do sermão de hoje versículo 19 diz que Uzias se indignou ele tinha o incensário na mão para queimar incenso no momento em que ele se indignou contra os sacerdotes a lepra saiu na sua testa não foi no momento que ele transgrediu não foi no momento em que ele se indignou
você e eu vamos transgredir. Todos nós vamos errar. Todos nós vamos falhar. Mas o que a palavra de Deus nos ensina é como a gente lida com os nossos erros. Papai, mamãe, seus filhos, não querem ver vocês impecáveis. Eles pecam e querem saber como nós.
Lidamos com os nossos erros e pecados. O que está em jogo em Uzias não é a transgressão. Mas como ele lida com a transgressão? Indignação. Revolta. Então a ira de Deus cai sobre Uzias. Por causa da sua indignação. E não por causa meramente da sua transgressão. Ele fez o que desagradou a Deus. Foi exortado. Mas perceba que é a indignação que traz o juízo de Deus.
no momento em que ele se indignou contra os sacerdotes, a lepra. Preste atenção, muito cuidado nessa hora, porque todas as vezes que você encontrar a lepra na Bíblia, nunca mais esqueça disso, tá? Coloca um monte de exclamações aqui.
Pense que para um autor da Bíblia, lepra é qualquer coisa no corpo. Uma manchinha no corpo, uma contaminação na pele. É lepra. Tudo é lepra. Isso não significa que é meramente lepra. A doença lepra. Mas tudo aquilo que diz respeito à pele, que mancha a pele, ou tem alguma situação de deterioração da pele.
Então imagine que no momento em que ele se indigna contra os sacerdotes, nasce aonde? No lugar mais visível, na testa dele, a disciplina de Deus.
Ali mesmo, na presença dos sacerdotes, na casa do Senhor, junto ao altar de incenso, quando o sumo sacerdote Azarias e todos os sacerdotes se voltavam para ele. Eis que ele estava leproso na testa, então apressadamente o tiraram dali e até mesmo se apressou em sair, visto que o Senhor o havia ferido.
Perceba que há nesse fim patético de Uzias, indignação, dá indignação à disciplina do Senhor, mas o versículo 21 vai nos mostrar o final, que é o isolamento. Veja, assim o rei Uzias ficou leproso até o dia da sua morte e por ser leproso morou numa casa separada. A casa separada de Deus era o templo.
Ele entrou na casa separada de Deus, ele não podia estar ali. Agora, ele vai viver a maior de todas as inversões. Ele quis inverter a ordem. Ele quis inverter o ensino de Deus. E agora ele vai viver uma vida invertida. Ele vai viver numa casa separada. Porque foi excluído da casa do Senhor.
E Jotão, seu filho, tinha a seu encargo o palácio real, governando o povo na terra. Para os nossos estudos, sim, Isaías, o próximo versículo é demasiado importante. Veja o que diz. Quanto aos demais atos de Osías, tanto os primeiros como os últimos, o profeta Isaías, filho de Amós,
Os escreveu. Tudo que você pensava sobre Isaías, tudo que se queria saber sobre, perdão, sobre Osías, Isaías tinha escrito nos seus relatórios. Osías morreu e foi sepultado no túmulo de seus pais, num cemitério que pertencia aos reis. Porque disseram, ele era leproso e Jotão, seu filho, reinou em seu lugar.
Começo bom. Fim mal. Mas será que é isso que Isaías quer nos ensinar? Quando ele diz no ano da morte do rei Uzias? Não. O que Isaías quer lembrar com a morte do rei Uzias é de que um rei não pode ser sacerdote e um sacerdote não pode ser rei.
Tem de ser sempre duas pessoas. Uma não pode fazer a obra da outra. A não ser em um único caso. O caso de Jesus. Ele é o único que pode ser os dois ao mesmo tempo.
Ele é o único que pode ser rei e sacerdote. Nele a realeza e os sacerdotes se encontram ao mesmo tempo e sem disputa de poder ou corrupção. Ele é rei porque é da tribo de Judá. Porém, ele não é sacerdote porque é da tribo de Levi.
Não, ele não é da tribo de Levi. O sangue da tribo de Levi pode até correr em suas veias. Afinal, ele seba a avó de Phineas, esposa de Arão, era da tribo de Judá.
Porém, ele não é sacerdote porque pertence, de alguma forma, à tribo de Levi. Ele é sacerdote porque seu sacerdócio procede de uma ordem superior, a ordem de Melquisedeque. Seu sacerdócio é diferente. Ele é sacerdote, cordeiro imaculado e templo ao mesmo tempo.
Diferente de Uzias, Jesus não foi um rei cujo coração se elevou. Os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas dizem a torto e direito que a sua fama se espalhou por toda a Galileia.
mas seu coração não se elevou. Ele foi o rei que escolheu o caminho da humilhação, mesmo sendo todo poderoso, mesmo tendo todo o poder.
Não julgou para si como usurpação o ser igual a Deus. Antes a si mesmo se esvaziou assumindo a figura de homem, a forma de servo. Ele é o rei que escolheu a humilhação da cruz e não a elevação do coração. O que será que a humilhação de Jesus quer ensinar a mim e a você nesta manhã?
Será que em algum momento de nossas vidas não podemos trocar os nossos papéis? Será que nos momentos mais confusos de nossas vidas não podemos agir das maneiras mais inesperadas? Sim, meus irmãos. Mas a confissão não a indignação. Não a resistência contra a palavra de Deus. Mas a confissão.
Aquela que nos condena é o meio pelo qual Deus usa para nos salvar do nosso próprio coração. Nosso coração é louco, desesperadamente corrupto. A palavra de Deus diz que ele é como a perdiz que choca ovos que não pôs. Sabe o que acontecia?
Você não sabe? A perdiz, ela faz o ninho no chão. Então, o que acontecia? Ela ficava chocando os ovos perto do lugar onde ela podia ter os nutrientes. Então, ela sempre ficava muito esperta. Ou, porque estava de olho nos ovos, mas de olho nas amigas. Porque é nessa época em que ela sai para comer alguma coisinha e vem uma água, que vem uma outra perdiz.
senta, se assenta ali no ninho e choca ovos que não são dela. Esse é o exemplo que o profeta dá quando ele faz a pergunta. O coração do homem é desesperadamente corrupto. Quem o conhecerá? Eu, o Senhor, conheço o coração dos homens, som dos seus pensamentos. Ele é como a perdiz.
Que choca ovos que não pôs. Jonas, eu sou uma mulher que choca ovos que não pôs. Eu sou um homem que choca ovos que não pôs. Eu sou um pai que choca ovos que não pôs. A salvação. Porque houve confissão. A confissão é o meio pelo qual Deus restaura seu povo.
Será que Isaías não está nos preparando para esse grande momento? O momento em que nós seremos capazes de olhar para nós mesmos e dizer quem nós somos? Queria convidar você a curvar sua cabeça. Nesse momento de oração, que antecede o momento da ceia do Senhor, olhar para Jesus mais uma vez como aquele...
que escolheu a humilhação no lugar da elevação do coração. Para que a palavra de Deus possa trazer refrigério ao seu coração, para que a palavra de Deus possa trazer luz para o nosso entendimento, para que haja salvação neste lugar, para que haja quebrantamento.
Vamos confessar o nosso coração altivo, elevado, exaltado ao Senhor.
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